Posts Tagged 'atividade física'

13 dicas para manter a forma física (e mental) no trabalho

As desculpas para abdicar das horas dedicadas para qualquer atividade física além do expediente podem ser inúmeras. Mas aviso aos craques neste tipo de justificativa: é possível cuidar da saúde mesmo quando se trabalha demais.

mulher-com-raiva-no-trabalho-1356531391528_615x3001

De acordo com especialistas, algumas mudanças pontuais na rotina de trabalho são suficientes para abandonar o sedentarismo e contribuir para uma vida mais saudável. “O corpo agradece qualquer atitude que você faça para ele. E a mente mais ainda. Você se sente dono do seu destino”, diz Artur Zular, consultor científico do Intituto de Qualidade de Vida (IQV) e diretor científico do Departamento de Psicossomática da Associação Paulista de Medicina. Por isso, acene um adeus para a preguiça e confira as dicas para manter a forma física e mental mesmo quando você trabalha demais:

1. Vá de tênis

Independente do dress code da empresa, lugar de sapato é na bolsa ou na gaveta. Pelo menos, no percurso até o trabalho, aconselham os especialistas. No lugar? Tênis e disposição para caminhar.

Sim. Isso mesmo. Se você vai de carro e a empresa não possui estacionamento próprio, deixe seu carro há algumas quadras da companhia. Se o transporte público é a sua opção, desça um ponto de ônibus antes da parada mais próxima do escritório.

A prática pode até se tornar uma ótima estratégia para driblar a raiva em dias de recorde de trânsito. “Quando o trânsito estiver caótico, em vez de digladiar uma hora, não tenha medo de deixar o carro pelo caminho, ir à pé e enxergar a situação com uma postura diferente”, diz Guilherme Ribeiro, diretor da Regus Brasil.

2. Elevador? Só para os fracos

Mesmo durante o expediente é possível abdicar do sedentarismo e praticar uma atividade física. Como? Dando adeus para o elevador e desbravando os degraus das escadas do prédio em que você trabalha.

Fica assustado só em pensar na ideia? Então, acalme-se. Não é preciso subir de uma vez todos os degraus que separam o andar em que você trabalha do térreo. Ao contrário. De acordo com o especialista, a ideia é adicionar essa prática aos poucos à sua rotina. Novamente, aos poucos – para que você não morra do coração no segundo lance de escadas.

“Na descida todo santo ajuda, na subida, a coisa muda”, brinca Zular. Por isso, a fórmula é simples: para cada degrau que você subir, desça dois. Assim, se você trabalha no 10º andar, suba um andar pelas escadas e depois pegue o elevador. Na hora de voltar, desça dois lances de escadas para então recorrer ao elevador.

Aumente a dose de escada de maneira progressiva na sua rotina. A cada semana, suba um andar a mais e desça dois, além daqueles que já foram desbravados.

3. Coloque a vida em ordem

Arrumar a mesa, as gavetas e as prateleiras do escritório deve entrar para sua lista de atividades semanais. Isso mesmo. Além de garantir gasto calórico, esta prática também contribui para sua sanidade mental.

“Não faz bem para a cabeça trabalhar em um ambiente sujo e bagunçado. Você precisa estar focado”, diz Zular.

4. Desligue-se por três minutos

Quando a rotina pesar sobre seus ombros, pare. Feche os olhos por três minutos e medite. “Não precisa recitar um mantra, nem sentar na posição de lótus”, brinca o consultor do IQV. Basta sentar em uma posição ereta, fechar os olhos (ou olhar para o horizonte) e fazer respirações profundas e expirações lentas.

“Solte o ar lentamente como se tivesse um canudinho na boca”, diz o especialista. Neste período, pense em um lugar que você gosta. “Isso acalma o coração, diminui a adrenalina, o cortisol e o ritmo da frequência cardíaca, além de baixar a pressão arterial e estimular a liberação de neurotransmissores com efeito depressivo”, enumera Zular.

5. Coloque papas na língua

Não fale mal de ninguém. Não fofoque. Não alimente a rádio peão. Os três mandamentos básicos do bom relacionamento corporativo também são essenciais para manter sua boa forma emocional. Ao burlá-los, explica o consultor do IQV, “você gera um clima ruim de trabalho que afeta você também”.

6. Elogie e faça amigos

Antes, comprometa-se consigo mesmo a elogiar (de maneira sincera) pelo menos uma pessoa todos os dias. “Crie e seja responsável pelo melhor clima organizacional”, diz Zular. “Isto torna o ambiente agradável e diminui o estresse”, completa Ribeiro.

7. Seja menos competitivo

“A competência está ligada a desafios internos enquanto a competitividade, em destruir o outro”, diz o especialista do IQV.

Por isso, é essencial colocar a vontade de ser melhor que os outros de lado e focar em ser mais competente – sem se preocupar com o quanto os outros são bons no que fazem ou não.

“É muito melhor trabalhar com várias pessoas boas do que ser o único bacana rodeado por medíocres”, afirma.

8. Gargalhe

Os mal-humorados que nos perdoem, mas bom humor é fundamental. Tanto para tornar o ambiente ao redor mais leve quanto para equilibrar o caos que teima em persistir dentro de todos nós. “Ao rir, você faz ginástica respiratória e há liberação de endorfina”, diz o especialista.

9. Aproveite o dia

Se a sua empresa possui refeitório, uma vez por semana, planeje-se para almoçar fora e aproveitar o dia. “Vale a pena sair. E se for, que seja à pé. Se o restaurante fica a 500 metros da empresa, entre ida e volta, você terá andado 1 quilometro”, diz Ribeiro, da Regus. “No final do ano, isso faz diferença”.

Mas o gasto calórico não é o único benefício desta prática. “As pessoas, geralmente, ficam presas no escritório e não sabem se está fazendo sol ou se está chovendo. Sair deste ambiente contribui para quebrar a rotina e desestressar”, afirma.

10. Almoço é sagrado (e ponto)

Nesta toada, crie uma lei sagrada para a sua vida: nunca deixe um almoço sequer de lado. Tampouco aproveite este momento direto da sua mesa de trabalho.

“Se você come dentro do escritório, provavelmente, comerá rápido, não fará a digestão de uma maneira adequada. Estará comendo enquanto lê um e-mail. OU seja, não teve um tempo para relaxar”, lista Ribeiro. “Tem que aproveitar a cultura brasileira, que valoriza o almoço, e se dedicar para uma refeição saudável”.

11. Não subestime as refeições pequenas

Valorizar o almoço não significa, contudo, que você deve nutrir toda a fome do mundo para este momento e, no bom português, “colocar o pé na jaca”. Ao contrário.

“Se você toma café da manhã às 6h, às 10h já está morrendo de fome. Se você deixa para comer apenas no almoço isto compromete a atenção e aumenta as chances de doenças gástricas”, afirma Zular.

O ideal, de acordo com o especialista, é fazer pequenas pausas para um lanche entre as grandes refeições. Frutas, duas ou três bolachas de água e sal, um sanduíche de peito de peru com queijo branco são alguns exemplos de boas pedidas para este período.

12. Hidrate-se

Não faça da garrafa ou jarra de água apenas mais um objeto de decoração da sua mesa. Antes, discipline-se para tomar, pelo menos, 2 litros de líquidos durante o dia. Destes, no mínimo, 1 litro deve ser de água mineral.

“Quando você sente sede já está 5% desidratada. Por isso, o correto é ofertar água em abundância durante todo o dia”, diz Zular. Se você trabalha em ambiente com ar condicionado, a atenção deve ser redobrada. “O ar condicionado desidrata o ambiente”, diz.

Mas cuidado: os líquidos devem ser ingeridos longe das refeições. “A capacidade gástrica do nosso organismo é de 500 ml. Se você bebe um refrigerante enquanto come, acaba comendo mais e a digestão é dificultada”, explica.

13. Levante-se

Agora, também não valem todos esses cuidados se você passar o dia preso à cadeira e ao computador. Por isso, ligue o cronômetro e levante-se a cada 40 minutos e faça alongamento. Esta simples rotina pode evitar diversos problemas de saúde no futuro, como trombose venosa profunda e dores no nervo ciático, entre outros.

“Quando estiver sentado, alongue a pantorrilha esticando as pernas e direcionando a ponta dos pés para o próprio corpo. Depois, estique os braços na hora de se levantar”, descreve o especialista.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://clubalfa.abril.com.br

Hipertensão e diabetes são doenças crônicas, mas podem ser controladas

Parece que exagerar virou regra… É rodízio de pizza, de carnes, de massas…  Muito molho e tudo com muito, muito sal.

Lembra do saquinho de pipocas? Virou um balde! Com o tempo, as garrafinhas de refrigerante também cresceram. Os sanduíches ganharam novos andares – uma perigosa engenharia gastronômica.

O Globo Repórter esteve no centro de São Paulo em frente a um dos prédios mais altos da cidade, o Edificio Italia. Quando ele foi inaugurado, em 1965, o Brasil lutava contra a desnutrição. De lá para cá a situação mudou de uma forma surpreendente. Hoje, o principal problema de São Paulo e de outras cidades brasileiras é a obesidade e suas consequências.

casal-caminha-no-parque

O exagero na alimentação tem um preço. Doenças que antigamente atingiam idosos, hoje viraram epidemias e estão entre adolescentes e até crianças. Duas dessas doenças costumam caminhar juntas: hipertensão e diabetes.

Os números impressionam. Entre a população adulta, são mais de 30 milhões de hipertensos. E os diabéticos já passam a 12 milhões.

Em muitos casos, o chamado mau colesterol fica elevado. Um distúrbio perigoso e de nome comprido: hipercolesterolemia.

“Muitas pessoas têm hipertensão, diabetes tipo 2 e hipercolesterolemia, e precisam tomar remédio para as três doenças. Muitas vezes mais de um remédio para diabetes tipo 2, mais de um remédio para hipertensão, e um remédio para colesterol aumentado. Então é um problema de saúde pública”, declara o doutor Marcio Mancini, endocrinologista.

Tanto a hipertensão como o diabetes são doenças crônicas: elas não têm cura, mas podem ser controladas com medicamentos e bons hábitos de vida: exercícios físicos, alimentação regrada, sem cigarros e bebida alcoólica. Do contrário, as duas doenças costumam ter graves consequências.

No caso do diabetes, problemas renais, cardiovasculares e até cegueira e amputações. A hipertensão é igualmente perigosa.

“Hipertensão arterial é o principal fator de risco para o desenvolvimento das doenças cardiovasculares, do tipo infarto do coração, derrame cerebral, insuficiência renal com necessidade de diálise, por isso hipertensão é tão perigosa e tão importante”, alerta o doutor Gil Fernando Salles, clínico geral do HUCFF.

É preciso também estar de olho na balança: quase metade dos brasileiros está acima do peso.

O mais recente levantamento do Ministério da Saúde mostra que o número de pessoas com excesso de peso aumentou muito nos últimos anos: de 42,7% em 2006 para 48,5% em 2011.

Fernando Thomé é vendedor. Jurandyr, engenheiro. Os dois moram em São Paulo há muitos anos. Não se conhecem, mas têm pelo menos uma coisa em comum: já numa idade madura, eles decidiram cuidar da saúde pra valer.

Fernando descobriu que tem diabetes há oito anos. Diz que nunca levou o diagnóstico a sério.  Recentemente decidiu mudar hábitos de vida e aprendeu a manter a doença sob controle.

“A mudança foi mais a partir de alimentação. Exercício eu já fazia e continuo fazendo”, diz o vendedor Fernando Thomé.

Jurandyr acaba de descobrir que está com a pressão alta. Foi por acaso neste evento, que a sociedade brasileira de hipertensão organiza pelo menos uma vez por ano, na Avenida Paulista.

A enfermeira viu logo que havia uma alteração. Ele não esperava, e ficou surpreso com o resultado do exame.

“Seu Jurandyr, nós acabamos de medir a sua pressão, medimos três vezes e nas três vezes a pressão do senhor deu alta, deu acima de 14 por nove”, diz a enfermeira e professora da USP Ângela Pierin.

Repórter: O senhor imaginava que o senhor pudesse sofrer de hipertensão?
Jurandyr: Não, porque o último check-up que eu fiz fazem dois anos. A pressão estava normal há dois anos atrás. Então alguma coisa deve ter acontecido e possivelmente deve ter sido o peso, né? Então, acho que devo me cuidar. Vou procurar um médico e vou tentar voltar a fazer exercício, né?

A hipertensão arterial acontece quando as artérias ficam mais estreitas e o sangue faz força para circular. Sem tratamento, com o passar dos anos, o paciente pode sofrer infarto, acidente vascular cerebral, também conhecido como derrame, lesões renais e outros problemas.

E um dos principais inimigos do hipertenso é o sal. Um mineral importante para o organismo, mas que deve ser consumido em pequenas quantidades, principalmente por quem tem pressão alta. O consumo máximo deve ser de cinco gramas por dia. Ou cinco pacotinhos, encontrados em restaurantes. Cada um tem um grama de sal.

“Então, o paciente com hipertensão arterial tem que ser instruído a diminuir a quantidade de sal da comida”, explica o doutor Gil Salles.

A hipertensão é uma doença silenciosa, não tem sintomas. Por isso, é importante medir a pressão arterial pelo menos uma vez por ano, principalmente na idade adulta.

O ideal é que a pressão esteja em 12 por oito. Se em três medições ela estiver igual ou acima de 14 por nove, é bem provável que a pessoa já esteja hipertensa.

Na hora de medir a pressão arterial é preciso tomar alguns cuidados. Nos últimos 30 minutos evitar café, cigarro, álcool e comida pesada. E descansar de cinco a dez minutos. Se tiver praticado algum exercício físico, é preciso esperar mais: pelo menos uma hora. Aí sim, a gente pode medir.

Repórter: E aí, quanto deu?
Enfermeira: Olha, sua pressão deu 12 e meio por oito e meio. A sua pressão está normal.

“Se o indivíduo tem um hábito de vida saudável, se tem um peso ideal, se ele ingere menos sal, se ele não fuma, esse indivíduo tem menos chance de se tornar um hipertenso. Então, porque é uma doença controlável, uma doença que o indivíduo precisa saber para ele se cuidar, é importante que ele saiba que é hipertenso”, declara o doutor Roberto Franco, presidente da Sociedade Brasileira de Hipertensão.

O controle é feito com mudanças nos hábitos de vida e com medicamentos. Além de se cuidar mais, Jurandyr já decidiu ficar longe da agitação de São Paulo.

Ele comprou uma casa na tranquila Paraty, no litoral do estado do Rio de Janeiro, onde passa os fins de semana. Há dois anos, abriu um pequeno restaurante na cidade. E pretende se mudar de vez. Jurandyr já procurou um médico, e está fazendo novos exames e caminhadas.

“Quando eu verifiquei que eu estava com 15 de pressão, eu falei: ‘daqui a pouco em vou ter um problema cardíaco, um problema de um aneurisma, alguma coisa assim’. E fatalmente o tempo ia trazer essas consequências. Se há tempo de reverte-las, e há, é só eu me dedicar um pouco agora não só às panelas, mas também a andar um pouco, né? E fazer as compras a pé, mais a pé ainda, né?”, diz Jurandyr Freire, engenheiro civil.

O vendedor Fernando Thomé, que é diabético, também precisou levar um susto para se cuidar melhor. Ele não se tratava corretamente. Tomava os remédios, mas comia de tudo.

“Eu sempre gostei muito de salada, mas eu comia o que tivesse. Feijoada, o que viesse eu traçava, não sou muito ruim de comida não”, diz Fernando Thomé.

Um dia, Fernando foi visitar um amigo que tinha em casa um glicosímetro, o aparelho que mede o nível de glicose ou açúcar no sangue. O ideal é que, em jejum, o nível esteja no máximo em 99 miligramas por decilitro.

“A gente estava batendo um papo e ele falou: ‘E você, como é que está?’ Eu: ‘Ah, de vez em quando eu vejo aí, eu vejo aí, eu não gosto de ficar muito vendo isso não, acho isso meio paranóico’. ‘Então, vamos ver como é que está’. 402! Quase cai para trás, meu Deus do céu”, conta Fernando Thomé.

Existem dois tipos de diabetes: o tipo 1 costuma se manifestar na infância ou adolescência. Nesse caso, o pâncreas para de produzir insulina, o hormônio que permite a transformação da glicose em energia. Já o diabetes tipo 2 costuma surgir na faixa dos 40 anos de idade e está muito ligado à alimentação inadequada, ao sedentarismo e à obesidade.

A doença vai se instalando aos poucos. Durante anos, o pâncreas passa a produzir cada vez mais insulina. Mas chega um momento em que ele já não consegue manter essa alta produção. E à medida que o nível de insulina vai baixando, a taxa de glicose começa a subir, levando ao diabetes.

“Muito antes do aparecimento do diabetes tipo 2 e do aparecimento da hipertensão arterial a pessoa já pode, melhorando os hábitos de vida, prevenir o aparecimento dessas doenças. Ela pode já ir aumentando a atividade física e melhorando a sua alimentação reduzindo a quantidade de gorduras, reduzindo a quantidade de açúcar na alimentação, que são medidas simples que ela pode implementar no seu dia a dia, fritar menos os alimentos e adoçar menos os líquidos principalmente”, alerta o doutor Marcio Mancini, endocrinologista.

Foi exatamente isso que Fernando fez. Mudou radicalmente os hábitos de vida. Procura fazer caminhadas, mesmo que seja nas ruas do bairro onde mora. Como sempre almoça fora, escolheu um restaurante com opções de verduras e legumes.

“Tem um problema também que é relativo à quantidade. Você não pode comer arroz, então você tem que pôr pouco arroz. Você pode comer banana, por exemplo, pode, mas não pode comer uma dúzia. Em cima disso, exercício. Não tem perdão, exercício a gente não pode deixar de fazer”, declara Fernando Thomé.

A prática de exercícios é uma arma importantíssima para controlar essas doenças, e o pessoal sabe disso. Pelo menos três vezes por semana eles começam o dia assim, aquecendo, alongando e esticando.

Quando se fala em fazer exercício, muita gente pensa logo em uma academia de ginástica. Mas atualmente atividades de graça e ao ar livre se multiplicam nos parques e praças de quase todas as cidades brasileiras.

O projeto “Exercício e Coração” é mantido pela Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo. As aulas de alongamento começaram no ano 2000 no Parque da Água Branca, na capital paulista. Primeiro os alunos são avaliados fisicamente, e, se preciso, orientados a procurar um médico.

O objetivo do projeto é estimular a prática de atividades físicas.  Fazer com que os alunos, depois das primeiras aulas, passem a fazer exercícios por conta própria. A professora de educação física Cláudia Forjaz é a coordenadora do projeto.

“Nós tivemos casos de várias pessoas que melhoram consideravelmente. As pessoas se sentem melhor, a glicemia delas diminui, a pressão arterial delas diminui. Nós temos vários casos assim”, declara Cláudia Forjaz.

Como Dona Anísia Silva, 70 anos. Ela é hipertensa e diabética. Mas em um ano e quatro meses, a pressão arterial dela caiu de 16 por oito para 13 por sete. E a taxa de glicemia baixou de 125 para 113.

“Tem que fazer, né. Tem que vir todos os dias e fazer muita caminhada. É a nossa saúde. O  que eu recomendo para todos os idosos que querem ter saúde, é fazer exercícios”, indica Dona Anísia, aposentada.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com/

Qual atividade física é mais indicada para você?

A prática de atividades físicas deveria fazer parte das nossas vidas constantemente. Além de ser uma das melhores formas para manter um corpo saudável e bonito, aumenta a autoestima e ajuda a melhorar o humor naqueles dias estressantes.

Para quem convive com algum problema de saúde, o correto é procurar um médico e saber qual a prática mais adequada para seu caso.

Descubra abaixo qual atividade é ideal para o seu perfil!

atividade-fisica-corpo-bem-estar-650x350

Problemas cardíacos

Existem protocolos específicos para cada grau de problema cardíaco. Após um teste ergométrico, monta-se um treinamento mais seguro, conforme os limites de cada pessoa. A bicicleta, a caminhada na esteira e as atividades na piscina são boas escolhas.

Complicações pulmonares

A dificuldade em levar o oxigênio aos músculos pode limitar bastante os exercícios físicos de longa duração. Atividades que alternem esforço e repouso são bem mais toleradas por esses pacientes. Bicicleta, esteira, natação e musculação são atividades que auxiliam também na circulação – que é responsável por levar sangue oxigenado e nutrientes aos músculos –, estimulando a melhora de todo o sistema circulatório.

Joelhos lesionados

Se bem controlados, os problemas de joelho não necessariamente serão fatores limitantes de atividade física. Mas atenção: devem ser ajustadas carga e intensidade, frequência e volume de exercícios. Os joelhos podem suportar até seis vezes o peso do corpo em alguma prática leve, como caminhada. Nestes casos, as atividades devem envolver exercícios de alongamento e fortalecimento. Para esportistas que sofreram lesão, o retorno à prática deve ser gradual.

Dores nas costas

Todos os esportes vão interferir na biomecânica da coluna vertebral. Grande parte dos casos de dores nas costas não tem diagnóstico definitivo e, muitas vezes, essas dores são causadas por postura irregular, baixo condicionamento dos músculos de sustentação e flexibilidade deficitária. As indicações são: pilates, musculação, natação, alongamento, exercícios aeróbicos e ginástica.

Idosos

Atividades coletivas são ideais! Além dos benefícios físicos, esses exercícios funcionam como instrumento de sociabilização, estimulação mental e melhora da autoestima.

Obesidade

Mesclar atividades aeróbicas, flexibilidade e musculação. Em função da maior carga suportada pelas articulações e ossos, sugere-se a prática de atividade física de baixo impacto (em piscina).

Problemas motores

Problemas motores podem ter causa muscular, articular, óssea ou neurológica.

  • Muscular: durante o período de reabilitação, o próprio programa vislumbra exercícios para a recuperação da função muscular. O esporte indicado será inicialmente aquele que o indivíduo está acostumado a praticar. Caso seja sedentário, o ideal começar com uma caminhada ou piscina – em função de maior segurança –, podendo evoluir para corrida e qualquer outro esporte, desde que tenha recuperado suas capacidades físicas.
  • Articular: as articulações são importantes para dar estabilidade e mobilidade, portanto os exercícios devem ser realizados de forma segura, sem grande impacto, potência ou velocidade. O ideal seria tratar inicialmente o problema – tanto com reabilitação, quanto com cirurgia (se necessária) – e depois começar algum tipo de atividade física. Aquelas que geram certo grau de instabilidade e desequilíbrio auxiliam na melhora da propriocepção (noção do corpo no espaço, tanto estático quanto em movimento). Por exemplo: caminhada e hidroginástica.
  • Ósseo: problemas ósseos podem ser desde osteoporose (é indicada a prática de atividade física de impacto e outra mais leve, como na piscina) até fraturas (traumáticas ou por sobrecarga) e tumores. O importante nessas situações é controlar a intensidade do impacto – do grau de energia que atua sobre o local doente.
  • Neurológico: problemas motores neurológicos limitam a função muscular em todos os seus quesitos (força, resistência, potência) e também habilidades como coordenação e agilidade. Desta forma, sugerem-se atividades coordenadas e supervisionadas, visando à melhora da destreza e o recondicionamento muscular. Bicicleta, caminhada, musculação – todos com supervisão de um profissional de saúde – são ideais.

Crianças e Adolescentes

Crianças com até 14 anos devem praticar qualquer atividade física ou esporte como lazer, sem se preocupar com o desempenho. Geralmente, optam por um determinado esporte por volta dos 16 anos. A partir daí, torna-se importante acompanhar o desenvolvimento físico para evitar distúrbios de postura que podem prejudicar a saúde em idade mais avançada (por exemplo, tenistas que começaram muito cedo e hoje apresentam escoliose).

Adultos

Para adultos qualquer esporte é indicado, desde que exista prazer em praticá-lo e que sejam respeitadas suas limitações.

Como saber se estou passando do meu limite?

As lesões esportivas (que não decorrem de traumas ou acidentes) demoram certo tempo para se manifestar. Geralmente, são causadas por sobrecarga, que surge quando o corpo não é mais capaz de se recuperar do desgaste promovido pela prática esportiva. Alterações de sono, apetite, lesões, dores constantes, fadiga, infecções e queda de desempenho podem ser sinais de overtraining (excesso de prática esportiva).

Dicas gerais para uma prática saudável

  • Fazer avaliação clínica antes de iniciar atividade física, com o objetivo de identificar as condições de saúde e os fatores de risco
  • Dieta adequada e cuidado com a hidratação
  • Controlar frequência, intensidade e volume de prática esportiva
  • Executar corretamente os movimentos (qualidade técnica)
  • Sentir prazer na prática esportiva
  • Dormir bem e estar mentalmente saudável
  • Utilizar os equipamentos adequados (calçados, vestuário e equipamentos)

Escrito pelo Dr. Gilbert Bang, médico fisiatra do Einstein.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.einstein.br

Esqueça a esteira e compre um cachorro!

Novas pesquisas mostram que donos de cachorros apresentam probabilidade 34% maior de receberem recomendação médica de uma quantidade mínima de exercícios semanais, graças a seus amigos peludos.

caociente-adestramento-de-caes-caminhada-cachorro2

“O cão pode ser um excelente motivador de atividades físicas. As pessoas que levam o cachorro para passear acabam caminhando mais. Elas costumam caminhar cerca de uma hora a mais por semana”, disse Mathew Reeves, professor de epidemiologia da Michigan State University e autor do estudo.

Reeves, que também é veterinário, diz que o problema de saúde pública da obesidade afeta tanto o homem quanto seu animal doméstico, por isso ambos se beneficiam da caminhada. Ele sugere que, mesmo não conseguindo se exercitar para melhorar a própria saúde, talvez a manutenção da saúde do animal seja o grande motivador necessário.

Descubra como anda o seu fôlego?

No estudo, publicado na edição de março do periódico americano Journal of Physical Activity and Health, foram revisados dados da de uma grande pesquisa de 2005 – com mais de 6.000 entrevistados – sobre fatores comportamentais de risco.

Quarenta e um por cento dos participantes eram donos de um cachorro. Dentre eles, quase dois terços relataram que levavam o animal para uma caminhada de pelo menos 10 minutos.

No total, os donos de cachorros se mostraram 69% mais propensos a realizar atividades físicas nas horas de lazer. Eles também apresentaram probabilidade 34% maior de realizarem os 150 minutos semanais de exercícios moderados ou vigorosos, recomendados pelos órgãos governamentais de saúde dos Estados Unidos.

“Apenas 27% das pessoas que têm um cachorro atingem as recomendações de 150 minutos semanais de atividades físicas – ou seja, elas provavelmente poderiam estar caminhando com mais freqüência”, disse Reeves.

O veterinário recomenda aos 40% dos donos de cachorros que nunca levam seus animais para passear que eles realmente deveriam começar a fazê-lo. “Todo cachorro deveria ter a oportunidade de sair de casa para caminhar”.

Diversas razões foram citadas pelos donos para não levar seus animais para passear, mas a desculpa mais comum foi de que o cachorro já se exercitava sozinho ou que vivia do lado de fora da casa. Alguns deles disseram que não tinham tempo ou interesse em levar o cão para passear, outros relataram que tinham animais muito mal-comportados. A idade avançada do cão ou do próprio dono também foi uma justificativa citada.

As pessoas com mais de 65 anos se mostraram mais propensas a atingir as recomendações governamentais simplesmente levando seu “melhor amigo” para um passeio. De acordo com o estudo, as pessoas de meia-idade foram as que passaram menos tempo passeando com o cachorro. O estudo também mostrou que o grau de instrução e o gênero tiveram pouco impacto no tempo dedicado ao passeio com o cachorro.

De acordo com os resultados da pesquisa, as pessoas com renda mais baixa, especificamente aquelas que ganhavam menos de US$20.000 por ano, foram as que passaram mais tempo passeando com o cachorro (a média foi de 104 minutos semanais).

Os pesquisadores também constataram que donos de cachorros mais jovens costumavam realizar mais exercícios. Os resultados também mostraram que os cães de menor porte realizavam passeios mais curtos.

Com base nos resultados do estudo, os autores sugerem que as campanhas de saúde pública enfatizem os benefícios para a saúde das caminhadas regulares com o cachorro.

“Se sua única forma de se exercitar é levando seu cachorro para passear, certifique-se de fazer isso pelo menos cinco vezes por semana por 30 minutos”, recomendou Jill Rubin, fisioterapeuta da clínica Scott and White Healthcare in Round Rock, do Texas.

“Se você não pode levar seu cão para passear com esta freqüência, algum tipo de exercício suplementar será necessário para atingir as recomendações dos órgãos de saúde”, ela complementou.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:   http://saude.ig.com.br

Dia Mundial da Atividade Física

Estudos realizados na Universidade de Harvard apontam que o sedentarismo é responsável pela morte indireta de 5,3 milhões de pessoas por ano no mundo, ficando a frente da obesidade, diabetes e tabagismo. Para enfrentar este “mal da civilização”, foi criado em 1997, o Programa Agita Mundo, vinculado ao Programa das Nações Unidas, a partir do projeto desenvolvido em 1996, pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo: o Agita São Paulo.

2r6fhwod5zuv5ipsy26sjp66v

Para marcar o Dia Mundial da Atividade Física diversos países promoverão caminhadas e ações de promoção da saúde, entre eles Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, Finlândia, Inglaterra, Malásia, EUA, Nigéria, Panamá, México, Peru, Portugal, Uruguai, Emirados Árabes, Aruba, Nicarágua, Cuba e Venezuela.

O Programa Agita São Paulo organizou dois eventos para a capital paulista. No dia 2 de abril acontecerá o 10º Encontro de Boas Práticas em Promoção da Atividade Física, das 8h: às 13h, no Auditório Nobre da Associação Paulista de Medicina (Av. Brigadeiro Luís Antonio, 278, no 9º andar). O encontro será aberto a profissionais da área de saúde, educação e esportes.

No dia 7, domingo, Dia Mundial da Saúde, ocorrerá a Caminhada Agita Mundo 2013. Quem quiser participar, basta comparecer ao vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Av. Paulista, 1578), às 8h30. O percurso do MASP até a Assembleia Legislativa contará com trios elétricos e muita animação.

São Paulo foi o primeiro estado a inserir em seu calendário oficial o Dia Estadual da Atividade Física. As ações estão a cargo da Secretaria de Estado da Saúde-SP, com apoio da Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Recreação da Cidade de São Paulo.

Lembre-se: Segundo a Organização Mundial da Saúde, 30 minutos diários de atividades física ou 20 minutos de exercícios duas vezes por semana é suficiente para manter a saúde em dia.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://noticias.r7.com

Exercício e Reposição Hormonal para mulheres

Entre os distúrbios hormonais femininos, a baixa taxa de produção de estrogênio é um dos mais preocupantes. Além do papel protetor contra fatores de risco, como problemas cardiovasculares, ele exerce funções importantes para o funcionamento do fígado, para o metabolismo da gordura e para os músculos. Níveis baixos de estrogênio provocam, por exemplo, o acúmulo de gordura visceral, um quadro perigoso para a saúde.

idosa1

A medicina já estuda esse problema há anos e o combate com reposição hormonal, embora esse tipo de terapia possa apresentar efeitos colaterais ruins, como aumento do risco para câncer de mama e para acidente vascular cerebral, por exemplo. A boa notícia é que uma revisão recente1de diversos estudos mostra que a atividade física pode ajudar a proteger as mulheres contra os efeitos negativos da baixa taxa de estrogênio.

Os dados são animadores. Basta aumentar um pouco o nível de atividade física em baixa intensidade para diminuir as consequências danosas da baixa hormonal. Mesmo na menopausa é possível conseguir esse resultado.

E o que seria indicado como atividade física?

Como sugestão de atividades, recomendo caminhadas e/ou pedalar em velocidade baixa a moderada, em terreno plano. São exemplos com intensidade leve e que podem ser realizadas por um grande número de pessoas.

É importante alertar, porém, que embora as pesquisas não mostram os exercícios como alternativa para a reposição de estrogênio. O quadro de baixa taxa hormonal é sério e requer acompanhamento médico. Consultar um especialista para avaliar a sua saúde hormonal.

Fonte: Metabolic Dysfunction Under Reduced Estrogen Levels: Looking to Exercise for Prevention. Espen E. Spangenburg, Lindsay M. Wohlers, e Ana P. Valencia. Exerc. Sport Sci. Rev., Vol. 40, No. 4, pp. 195Y203, 2012.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://veja.abril.com.br

Dicas de Alimentação para aproveitar o Carnaval com muita Energia e Saúde

O carnaval está chegando, e com ele muitos foliões se preparando para aproveitar o feriadão com muita festa. Mas para que se tenha pique para pular o carnaval todos os dias, a realização de uma alimentação equilibrada é essencial para você aproveitar ao máximo e com saúde esses dias, independente se você vai ao clube, desfilar na avenida, no carnaval de rua, seguir o trio elétrico ou até mesmo ir curtir o feriadão na praia. Uma alimentação adequada nas refeições e no intervalo entre elas vai te ajudar a ter energia suficiente para aproveitar ao máximo todos os dias, sem ficar de ressaca e indisposto.

carnaval_frutas

- É fundamental que você se alimente a cada 3 horas. Não passe muito mais tempo sem se alimentar. Afinal são os alimentos que fornecem a energia necessária ao nosso organismo, para que você sinta-se disposto nas horas de folia.

- No café da manhã, faça uma refeição reforçada e saudável, que contenha frutas, pães integrais ou granola, leites e derivados.

- No almoço e no jantar, garanta o consumo de verduras e legumes, pois são alimentos de fácil digestão, fontes de fibras, vitaminas e minerais.

- Faça refeições leves à base de carboidratos integrais (pães integrais, granola, arroz integral).

- Evite refeições pesadas, frituras e comidas gordurosas no almoço e no jantar, pois geralmente podem causar desconforto abdominal e gerar indisposição, o que prejudica o folião que planejou seguir o trio elétrico ou desfilar na avenida.

- Para aquelas pessoas que NÃO vão realizar suas refeições em casa, algumas dicas importantes devem ser seguidas para evitar os riscos de intoxicação alimentar. Preste muito atenção na higiene do local e dos manipuladores aonde você for realizar a sua alimentação, uma vez que más higiene dos manipuladores e do ambiente em que se produz as refeições aumenta os riscos de contaminação do alimento. Evite o consumo de molhos a base de maionese e ovos, pois estes alimentos estragam mais facilmente quando não são conservados sob refrigeração e na temperatura adequada. Além disso, preste atenção se todos os alimentos são conservados sob refrigeração, pois nesta época do ano, o calor estraga mais facilmente aqueles alimentos que não são armazenados na temperatura adequada.

- Caso fique muito tempo fora de casa, não deixe de se alimentar neste período. Barrinha de cereal e frutas são opções fáceis de serem transportadas na bolsa. Por isso, não hesite em deixar uma fruta de sua preferencia na sua bolsa. Escolha as frutas mais firmes que não são amassadas facilmente, como maçã, ameixa, pêra, nectarina, etc…

- Beba bastante líquidos ao longo do dia: água, água de coco e sucos naturais auxiliam na hidratação. Para aqueles que estarão expostos ao sol, redobre a atenção quanto a esta dica. Afinal no verão e no carnaval transpiramos mais, e essa combinação aumenta riscos de desidratação. Portanto cuidado para não se desidratar.

- Se consumir bebidas alcoólicas, não deixe de ingerir outros líquidos também (como água, água de coco e suco natural) e consumir alimentos, a fim de evitar que a ressaca te pegue e comprometa os próximos dias de carnaval. Lembre-se que se ingerir bebidas alcoólicas, NÃO DIRIJA!

- O açaí é um alimento interessante para ser consumido nesta época do ano, pois por apresentar elevado valor energético, fornece energia aos foliões e repõem as energias perdidas. Mas atenção, o açaí por si só já é considerado um alimento hipercalórico, portanto prefira consumí-lo com frutas. Evite a adição de doces, chocolates, leite condensando e demais carboidratos refinados. Não se esqueça que a ingestão excessiva desse alimento pode favorecer o aumento de peso.

- Na quarta-feira após o carnaval, retome a sua alimentação habitual. Consuma alimentos leves no almoço e no jantar, consuma peixes, carnes magras grelhadas, assadas ou cozidas, frangos sem pele. Consuma um prato de salada com bastante variedade e bem colorido. Isso irá contribuir com o consumo de micronutrientes, importantes para o bom funcionamento do metabolismo.

De resto… É só aproveitar.

Nutricionista Deborah C. L. Masquio

Especialização em Obesidade, emagrecimento e saúde: abordagem multidisciplinar da UNIFESP.

Mestrado pelo Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências da Saúde da UNIFESP.

Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Nutrição da UNIFESP.

Contato: deborah.masquio@unifesp.br

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://kilorias.virgula.uol.com.br

Nutricionista dá dicas de alimentação para curtir o Carnaval

Carnaval é tempo de extravasar as emoções, pular, brincar. Isso tudo acompanhado de feijoadas, churrascos, de uma alimentação irregular e, por vezes, abuso de bebida alcoólica. Mas também pode ser tempo de melhorar e até mesmo mudar os hábitos alimentares, limpar o organismo. Por isso, a nutricionista Larissa Cohen dá dicas de como brincar o carnaval com saúde.

nutricao-carnaval

Primeiro para quem vai enfrentar uma maratona de blocos, que no caso do Rio de Janeiro, por exemplo, pode ser interminável com os quase 500 blocos que se espalham pela cidade nos cinco dias de carnaval. “Para começar o dia, um café da manhã reforçado com suco natural, duas frutas e pão integral, para dar mais energia e mais fibra, também pode adicionar um tipo de queijo magro. O interessante é manter uma boa hidratação com água e sucos, levar castanhas ou barrinha de cereais para o bloco e não ficar muito tempo sem se alimentar para poder aproveitar bem o carnaval”, disse Larissa.

Para os adeptos da feijoada ou do churrasco, Larissa diz que não é preciso abrir mão do prazer de comer, mas o segredo é saber ser moderado. “Na feijoada sua atitude é como se você estivesse num almoço. Você tem que fazer o prato uma vez só. Pegar um pouco de arroz, um pouco das carnes, de preferência as magras, e salada. E sem repetir diversas vezes. Se você tiver tomado seu café da manhã, feito um lanche, ou pequena refeição antes da feijoada, você não chega com tanta fome” disse, afirmando que o principal é ter sua alimentação bem regulada.

E nesse ponto há algumas alternativas para quem quer aprender a comer bem. O Espaço Stella Torreão no Rio organiza a partir desta semana a chamada Semana Clean, que pretende limpar o organismo do folião através de dicas de nutrição, de atividade física e de culinária. Os preços vão de R$ 400 a R$ 600 para o curso em três módulos. “A proposta da semana clean é organizar o organismo para fazer uma limpeza e uma reenergização, trabalhar com alimentos que ajudem na limpeza do organismo para que as pessoas possam se sentir bem, para depois dar continuidade a um programa de perda de peso” explicou a nutricionista.

Na mesma linha, de saber cuidar bem da alimentação a atriz Sheron Menezzes vai participar de ações pelo Brasil para ensinar foliões de todo o Brasil a cuidar bem da alimentação, principalmente de tomar café da manhã reforçado antes da maratona de blocos, trios elétricos e desfiles. Larissa Cohen, entretanto, adverte que mesmo com boa alimentação é preciso alguns outros cuidados. “É importante começar um processo de limpeza antes de carnaval, até para que você possa seguir orientações durante a festa e não colocar tudo a perder. Mas é preciso ter cuidado com bebida alcoólica, mesclar sempre com água, comer muitas frutas e verduras”, ensina.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://diversao.terra.com.br

Crescimento da Aids entre os jovens preocupa Ministro da Saúde

O crescimento dos casos de Aids entre os jovens, especificamente entre os homossexuais, é uma das “grandes preocupações” do Ministério da Saúde, afirmou nesta terça-feira (20) o ministro Alexandre Padilha. A informação foi divulgada durante apresentação, que apontou ainda o novo número de pessoas infectadas pelo vírus HIV no país.

Segundo levantamento da pasta, com informações do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Aids (Unaids), o Brasil tem atualmente entre 490 mil e 530 mil soropositivos. Dado anterior, de 2010, utilizado pelo governo até então apontava que o país abrigava 630 mil infectados.

10_01_12_850_file

Para o ministério, a queda é decorrente de trabalhos de prevenção. No entanto, mudanças na metodologia de pesquisa — que passou a abranger mais cidades brasileiras — causaram a redução do índice.

Os novos dados revelaram ainda um aumento na contaminação de jovens homossexuais, com idade entre 15 e 24 anos. Em 2002, homossexuais com essa faixa etária eram pouco menos de 40% dos casos. Novos dados apresentados apontam que essa mesma camada da população já ultrapassou os 50% dos casos.

“Essa geração não acompanhou o início da luta contra a Aids e nem perdeu ídolos por causa da doença, por isso a importância da sensibilização”, argumentou Padilha.

‘Fique Sabendo’
Por isso, os jovens são um público-alvo importante do programa “Fique Sabendo”, que vai oferecer testes rápidos para detectar HIV, hepatite e sífilis. A meta do Ministério da Saúde é examinar 500 mil pessoas no período.

Para atingir esse público específico, o Ministério pretende levar a campanha de mobilização para locais frequentados por jovens – com atenção especial para os homossexuais –, como boates e bares. Além disso, a campanha será feita nas redes sociais, assim como no rádio e na televisão.

Entre 2005 e 2011, o número de exames rápidos feitos no país aumentou de 528 mil para 2,3 milhões, pelo programa “Fique Sabendo”. Só este ano, de janeiro a setembro, foram distribuídas 2,1 milhões de unidades, e a expectativa do governo é encerrar 2012 com uma remessa de 2,9 milhões de testes só para detectar o vírus da Aids.

Cerca de 38 mil casos são diagnosticados anualmente no país. Quanto antes é descoberto o vírus, mais eficaz é o tratamento. Segundo o Ministério, cerca de 70% das pessoas que tomam o coquetel antirretroviral apresentam cargas virais indetectáveis.

A nova campanha começa na próxima quinta-feira (22) e vai até 1º de dezembro, o Dia Mundial da Luta contra a Aids.

Por região
A região com a maior concentração de casos da doença no país é o Sudeste, com 43,8% do total. Porém, na taxa de incidência por habitante, a doença aparece mais nos estados do Sul – o Rio Grande do Sul lidera a lista, com 40,2 casos para 100 mil habitantes, seguido pela Santa Catarina, com 36,4. O vírus é mais comum nas cidades maiores – acima de 500 mil habitantes –, e tem seus menores índices nos municípios com menos de 50 mil pessoas.

Porém, os números desses locais estão razoavelmente estáveis, e o que mais chama a atenção do Ministério nos novos dados é o aumento na quantidade de infectados nas regiões Norte e Nordeste. “Precisamos aumentar a capacidade de testagem e melhorar a qualidade dos serviços de tratamentos nessas regiões o quanto antes,” destacou Padilha.

Ainda segundo o governo, das 530 mil pessoas que estão com o vírus HIV no país, 217 mil estão em tratamento e 130 mil ainda não sabem que estão contaminadas, segundo o ministério. “Nossa meta com a campanha é fazer com que pessoas que façam parte desses 130 mil, tomem conhecimento e comecem a se tratar,” disse o ministro.

O levantamento aponta ainda que o número de mortes se mantém estável no Brasil, com uma média de 11,3 mil óbitos por ano ao longo dos últimos dez anos. A pasta atribui a estagnação dos números ao aumento do uso de preservativos, juntamente com o tratamento, à base de medicamentos antirretrovirais.

“Um diagnóstico precoce, juntamente com o tratamento, estão fazendo o número de mortes diminuir e a qualidade de vida dos pacientes aumentar”, afirmou Pedro Chequer, coordenador do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Aids (Unaids) no Brasil.

Desde 2008, o exame é produzido no Brasil, pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com/bemestar

Aplicativos de Saúde – Dieta e Saúde


Twitter @vivamelhor

Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

Junte-se a 1.598 outros seguidores

Calendário

maio 2013
S T Q Q S S D
« abr    
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031  

Estatísticas do Blog

  • 295,501 hits

Top 5


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 1.598 outros seguidores

%d bloggers like this: