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Dicas de Alimentação para aproveitar o Carnaval com muita Energia e Saúde

O carnaval está chegando, e com ele muitos foliões se preparando para aproveitar o feriadão com muita festa. Mas para que se tenha pique para pular o carnaval todos os dias, a realização de uma alimentação equilibrada é essencial para você aproveitar ao máximo e com saúde esses dias, independente se você vai ao clube, desfilar na avenida, no carnaval de rua, seguir o trio elétrico ou até mesmo ir curtir o feriadão na praia. Uma alimentação adequada nas refeições e no intervalo entre elas vai te ajudar a ter energia suficiente para aproveitar ao máximo todos os dias, sem ficar de ressaca e indisposto.

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- É fundamental que você se alimente a cada 3 horas. Não passe muito mais tempo sem se alimentar. Afinal são os alimentos que fornecem a energia necessária ao nosso organismo, para que você sinta-se disposto nas horas de folia.

- No café da manhã, faça uma refeição reforçada e saudável, que contenha frutas, pães integrais ou granola, leites e derivados.

- No almoço e no jantar, garanta o consumo de verduras e legumes, pois são alimentos de fácil digestão, fontes de fibras, vitaminas e minerais.

- Faça refeições leves à base de carboidratos integrais (pães integrais, granola, arroz integral).

- Evite refeições pesadas, frituras e comidas gordurosas no almoço e no jantar, pois geralmente podem causar desconforto abdominal e gerar indisposição, o que prejudica o folião que planejou seguir o trio elétrico ou desfilar na avenida.

- Para aquelas pessoas que NÃO vão realizar suas refeições em casa, algumas dicas importantes devem ser seguidas para evitar os riscos de intoxicação alimentar. Preste muito atenção na higiene do local e dos manipuladores aonde você for realizar a sua alimentação, uma vez que más higiene dos manipuladores e do ambiente em que se produz as refeições aumenta os riscos de contaminação do alimento. Evite o consumo de molhos a base de maionese e ovos, pois estes alimentos estragam mais facilmente quando não são conservados sob refrigeração e na temperatura adequada. Além disso, preste atenção se todos os alimentos são conservados sob refrigeração, pois nesta época do ano, o calor estraga mais facilmente aqueles alimentos que não são armazenados na temperatura adequada.

- Caso fique muito tempo fora de casa, não deixe de se alimentar neste período. Barrinha de cereal e frutas são opções fáceis de serem transportadas na bolsa. Por isso, não hesite em deixar uma fruta de sua preferencia na sua bolsa. Escolha as frutas mais firmes que não são amassadas facilmente, como maçã, ameixa, pêra, nectarina, etc…

- Beba bastante líquidos ao longo do dia: água, água de coco e sucos naturais auxiliam na hidratação. Para aqueles que estarão expostos ao sol, redobre a atenção quanto a esta dica. Afinal no verão e no carnaval transpiramos mais, e essa combinação aumenta riscos de desidratação. Portanto cuidado para não se desidratar.

- Se consumir bebidas alcoólicas, não deixe de ingerir outros líquidos também (como água, água de coco e suco natural) e consumir alimentos, a fim de evitar que a ressaca te pegue e comprometa os próximos dias de carnaval. Lembre-se que se ingerir bebidas alcoólicas, NÃO DIRIJA!

- O açaí é um alimento interessante para ser consumido nesta época do ano, pois por apresentar elevado valor energético, fornece energia aos foliões e repõem as energias perdidas. Mas atenção, o açaí por si só já é considerado um alimento hipercalórico, portanto prefira consumí-lo com frutas. Evite a adição de doces, chocolates, leite condensando e demais carboidratos refinados. Não se esqueça que a ingestão excessiva desse alimento pode favorecer o aumento de peso.

- Na quarta-feira após o carnaval, retome a sua alimentação habitual. Consuma alimentos leves no almoço e no jantar, consuma peixes, carnes magras grelhadas, assadas ou cozidas, frangos sem pele. Consuma um prato de salada com bastante variedade e bem colorido. Isso irá contribuir com o consumo de micronutrientes, importantes para o bom funcionamento do metabolismo.

De resto… É só aproveitar.

Nutricionista Deborah C. L. Masquio

Especialização em Obesidade, emagrecimento e saúde: abordagem multidisciplinar da UNIFESP.

Mestrado pelo Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências da Saúde da UNIFESP.

Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Nutrição da UNIFESP.

Contato: deborah.masquio@unifesp.br

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Nutricionista dá dicas de alimentação para curtir o Carnaval

Carnaval é tempo de extravasar as emoções, pular, brincar. Isso tudo acompanhado de feijoadas, churrascos, de uma alimentação irregular e, por vezes, abuso de bebida alcoólica. Mas também pode ser tempo de melhorar e até mesmo mudar os hábitos alimentares, limpar o organismo. Por isso, a nutricionista Larissa Cohen dá dicas de como brincar o carnaval com saúde.

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Primeiro para quem vai enfrentar uma maratona de blocos, que no caso do Rio de Janeiro, por exemplo, pode ser interminável com os quase 500 blocos que se espalham pela cidade nos cinco dias de carnaval. “Para começar o dia, um café da manhã reforçado com suco natural, duas frutas e pão integral, para dar mais energia e mais fibra, também pode adicionar um tipo de queijo magro. O interessante é manter uma boa hidratação com água e sucos, levar castanhas ou barrinha de cereais para o bloco e não ficar muito tempo sem se alimentar para poder aproveitar bem o carnaval”, disse Larissa.

Para os adeptos da feijoada ou do churrasco, Larissa diz que não é preciso abrir mão do prazer de comer, mas o segredo é saber ser moderado. “Na feijoada sua atitude é como se você estivesse num almoço. Você tem que fazer o prato uma vez só. Pegar um pouco de arroz, um pouco das carnes, de preferência as magras, e salada. E sem repetir diversas vezes. Se você tiver tomado seu café da manhã, feito um lanche, ou pequena refeição antes da feijoada, você não chega com tanta fome” disse, afirmando que o principal é ter sua alimentação bem regulada.

E nesse ponto há algumas alternativas para quem quer aprender a comer bem. O Espaço Stella Torreão no Rio organiza a partir desta semana a chamada Semana Clean, que pretende limpar o organismo do folião através de dicas de nutrição, de atividade física e de culinária. Os preços vão de R$ 400 a R$ 600 para o curso em três módulos. “A proposta da semana clean é organizar o organismo para fazer uma limpeza e uma reenergização, trabalhar com alimentos que ajudem na limpeza do organismo para que as pessoas possam se sentir bem, para depois dar continuidade a um programa de perda de peso” explicou a nutricionista.

Na mesma linha, de saber cuidar bem da alimentação a atriz Sheron Menezzes vai participar de ações pelo Brasil para ensinar foliões de todo o Brasil a cuidar bem da alimentação, principalmente de tomar café da manhã reforçado antes da maratona de blocos, trios elétricos e desfiles. Larissa Cohen, entretanto, adverte que mesmo com boa alimentação é preciso alguns outros cuidados. “É importante começar um processo de limpeza antes de carnaval, até para que você possa seguir orientações durante a festa e não colocar tudo a perder. Mas é preciso ter cuidado com bebida alcoólica, mesclar sempre com água, comer muitas frutas e verduras”, ensina.

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Mundo descumprirá metas para Aids por falta de empenho, diz ONG

O mundo está menos empenhado na luta contra a epidemia de Aids, e milhões de pessoas são contaminadas a cada ano, afirmou a fundação ONE em um relatório divulgado nesta terça-feira.

A conclusão contrasta com um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) na semana passada, segundo o qual o fim da Aids está à vista graças à melhora no acesso a medicamentos.

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Mas a ONE disse que “o começo do fim da Aids” continua inatingível, já que o número de novos contaminados a cada ano supera o de pessoas que começam a ter acesso ao tratamento.

No ano passado, líderes globais se comprometeram em alcançar o “começo do fim da Aids” até 2015. Os avanços na última década têm reduzido a mortalidade da doença, principalmente devido ao melhor acesso a medicamentos capazes de tratar e prevenir a difusão do vírus HIV, segundo a avaliação da ONU na semana passada.

Mas, embora o acesso ao tratamento tenha melhorado, em 2011 houve 2,5 milhões de novos casos da doença. Isso é mais do que o dobro da meta de limitar o número de novas contaminações a 1,1 milhão por ano, segundo a ONE, entidade beneficente voltada para o combate à pobreza e a doenças evitáveis, e que tem o roqueiro irlandês Bono como um dos seus fundadores.

No fim do ano passado, havia no mundo 34 milhões de pessoas vivendo com Aids. No atual ritmo, o mundo só atingirá a meta de reversão do avanço da epidemia em 2022, sete anos depois da meta, disse a ONE.

“Reconhecemos que o mundo tem feito maravilhas (no combate à Aids) nos últimos dez anos. Mas 2015 está logo virando a esquina”, disse o executivo-chefe da ONE, Michael Elliott.

Grande parte do buraco é devido a cortes no financiamento dos principais países doadores. A ONU estima que há uma lacuna de financiamento de 6 bilhões de dólares para a Aids a cada ano. Os países também não coordenaram uma estratégia global para combater a epidemia, como tratamentos para os grupos de risco mais elevado.

O relatório da entidade critica Alemanha e Canadá por estarem atrás de outros países desenvolvidos do G7 –Estados Unidos, Canadá e França– em termos de financiamento e liderança política para o combate à epidemia. Japão e Itália, que completam o grupo, também ficaram bem para trás, por causa do terremoto de março de 2011 e da atual crise nas finanças públicas, respectivamente.

Mas Elliott disse que questões fiscais não deveriam impedir os países de fazerem doações para a luta contra a Aids, já que a ajuda ao desenvolvimento representa uma parcela ínfima da maioria dos orçamentos nacionais, um argumento que a ONE repete com frequência durante a recessão global.

“A Itália pode ter problemas fiscais, mas não vai resolver seus problemas fiscais em cima da assistência ao desenvolvimento”, disse ele.

Mas, com as medidas de austeridade que estão sendo adotadas nos países que são grandes doadores, nações de baixa e média renda estão ocupando o espaço, e agora respondem por mais de metade das verbas para o combate à Aids, segundo a ONE.

No futuro, acrescenta o relatório, grandes nações emergentes, como Brasil e China, devem assumir a dianteira nos programas de combate à Aids.

“É importantíssimo que as pessoas reconheçam ser uma luta global”, disse Elliott. “Não é uma luta que deva ser travada sobre as costas do generosíssimo contribuinte americano e britânico.”

(Reportagem de Anna Yukhananov)

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://br.reuters.com

Fique Sabendo sobre AIDS

Reumatismo

Tradicionalmente, reumatismo é considerado uma doença das articulações, músculos, ligamentos e tendões, de caráter não traumático, que acomete pessoas mais velhas.

Na verdade, a palavra reumatismo serve para designar inúmeras enfermidades, mais de duzentas. Provavelmente, as mais conhecidas são a artrite reumatoide e a artrose, ou osteoartrose, que afetam cartilagens e articulações e provocam dor, deformação e limitação de movimentos. No entanto, as doenças reumáticas acometem não só as articulações e cartilagens, mas também órgãos internos, como coração e rins e, para a grande maioria delas, existem fundamentos imunológicos bem definidos.

Descritos por Hipócrates, séculos antes de Cristo, os diversos tipos de reumatismo podem manifestar-se em pessoas de qualquer idade: crianças, jovens, adultos e idosos. Foi só nos últimos anos, entretanto, que surgiram drogas capazes de revolucionar o tratamento clássico da doença feito até então apenas com anti-inflamatórios.

CONCEITUAÇÃO

Drauzio – Como você define o reumatismo?

Isidio Calich – A palavra reumatismo vem do grego (rheuma), mas seu significado foi-se modificando com o passar do tempo. Atualmente, quando se fala reumatismo, estamos nos referindo a um grupo bastante extenso de doenças que acometem não só as articulações, músculos, ligamentos e tendões. Estamos nos referindo também a doenças em que o sistema imunológico está envolvido e atacam órgãos como cérebro, rins, coração, por exemplo.

Portanto, por englobar grupo tão grande de enfermidades, é muito importante caracterizar o tipo de reumatismo a fim de propor tratamento efetivo e adequado.

Drauzio – Mais ou menos quantas doenças estão classificadas como reumatismo?

Isidio Calich – Mais de 250, 300 doenças diferentes. Algumas acometem primeiro os órgãos internos. Um exemplo é o lúpus eritematoso sistêmico que, às vezes, começa pela inflamação do rim. Nesse caso, os primeiros sintomas são alterações na urina (presença de sangue e de proteína). Depois, o quadro vai se completando (as juntas incham, inflamam os músculos) e a doença adquire características reumáticas.

Outro exemplo é a febre reumática, doença que acomete principalmente crianças e pode começar pelo coração e não pelas articulações. Aliás, quanto menor a idade da criança, maior a probabilidade de comprometimento cardíaco.

Portanto, embora não seja fácil fazer o diagnóstico exato desde o início, atualmente, podemos contar com exames laboratoriais e um conhecimento maior das doenças, o que torna possível caracterizar e tratar corretamente cada tipo de reumatismo.

ARTRITE REUMATOIDE e ARTROSE

Drauzio – O reumatismo pode acometer articulações, músculos, ligamentos e tendões. Um dos principais sintomas da doença é a dor. Todavia, dores articulares podem ocorrer por diversas razões. Às vezes, a pessoa pisa de mau jeito ou exagera nos exercícios, e as articulações ficam doloridas. O que diferencia a dor reumática da dor ocasional provocada por traumatismos ou pela prática inadequada de exercícios? 

Isidio Calich – Na verdade, nos dois casos, a dor não é muito diferente. Por isso é importante levantar a história clínica do paciente para determinar se a origem da dor é mecânica ou inflamatória. Se a pessoa torceu o tornozelo, que inchou e continua inflamado, obviamente a causa é mecânica e a dor é provocada por inflamação, porque líquido se formou dentro das articulações. Em outras palavras: a membrana sinovial que forra o interior da articulação começa a produzir um líquido que determina o processo inflamatório. Nos casos de reumatismo, a dor é causada por inflamação sem história de entorse, traumatismos ou esforço repetitivo.

Drauzio – Talvez a doença reumática mais conhecida seja mesmo a artrite reumatoide. Especialmente, nas pessoas de idade, essa doença provoca deformidades nas articulações e as mãos adquirem características típicas do reumatismo, que não é uma doença apenas dos idosos…

Isidio Calich – Reumatismo é uma doença que acomete crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, e existem tipos preferenciais de acordo com a idade. A febre reumática, por exemplo, acomete principalmente crianças. O lúpus eritematoso sistêmico, uma doença autoimune, em geral se manifesta no sexo feminino, durante a puberdade, quando ocorrem alterações hormonais em virtude da transformação do sistema endócrino. Já nas pessoas de mais idade, os tipos predominantes são, sem dúvida, a artrose e a artrite reumatoide.

Drauzio – Qual a diferença entre artrose e artrite reumatoide?

Isidio Calich – Em geral, a artrose aparece depois dos 50 anos e evolui progressivamente a ponto de, aos 80 anos, todas as pessoas (100%) terem uma alteração da cartilagem que, no decorrer dos anos, vai deformando as articulações. Por que algumas pessoas sentem dor e outras não, não é bem conhecido. Há quem descubra que tem bico-de-papagaio na coluna, quando tira uma radiografia por outro motivo qualquer. Do mesmo modo, pequenas deformidades nas mãos (nódulos de Heberden) próprias da artrose podem provocar muita dor ou dor nenhuma dependendo do paciente.

Já a artrite reumatoide é uma doença autoimune que se caracteriza por inflamação que pode provocar também pequenas deformidades nas mãos. Como o sistema imunológico está envolvido no aparecimento da doença, de acordo com as características genéticas do indivíduo, sua intensidade varia para mais ou para menos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://drauziovarella.com.br/

Doenças Reumáticas atingem 12 milhões de brasileiros

Poucos brasileiros sabem, mas as doenças reumáticas não acometem apenas a população idosa, elas podem ser identificadas muito antes da fase adulta e do avanço da doença. O Ministério da Saúde alerta para a necessidade de conscientização sobre o reumatismo, doença que afeta aproximadamente 12 milhões de brasileiros. Na terça (30), será comemorado o Dia Nacional de Luta contra a doença.

A recomendação é para que surgidos os primeiros sintomas de reumatismo, o paciente procure a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da sua residência. “Ao perceber dor nas articulações, principalmente por mais de seis semanas,  acompanhada de vermelhidão, “inchaço”, calor ou dificuldade para movimentar as juntas (especialmente  ao acordar pela manhã), a pessoa deve procurar o serviço de saúde mais próximo da sua casa”, orienta Carlos Maia, subcoordenador nacional de Saúde do Homem.

DOENÇA - As doenças reumáticas atingem pessoas de qualquer idade e têm maior incidência em mulheres. Ao contrário de algumas doenças ditas silenciosas (hipertensão e diabetes), o reumatismo pode ser facilmente diagnosticado: o próprio paciente pode identificar os primeiros sintomas. Se sentir dores ao esticar os braços sobre a cabeça ou ao elevar os ombros até tocar o pescoço, atenção, pode ser um sinal de doença reumática.  Se a enfermidade for descoberta logo nos primeiros sintomas e o paciente tiver tratamento adequado, ele pode levar uma vida normal, diminuindo assim os riscos de incapacidade física.

TRATAMENTO -O tratamento ao reumatismo é garantido no Sistema Único de Saúde (SUS). A assistência aos pacientes com doenças reumáticas inclui desde o fornecimento de medicamentos até a realização de práticas integrativas (como acupuntura), associada à realização de exercícios que devem ter indicação do médico. “Por isso, é fundamental a combinação de cuidados básicos de saúde, feitos nos serviços da Atenção Básica, com a atenção de especialistas do SUS”, completa Carlos Maia.

INCIDÊNCIA –Entre as doenças reumáticas, a artrite reumatóide é o tipo mais comum da doença. Somente entre 2010 e setembro de 2011, 33.852 pacientes foram internados em decorrência da doença. O valor empregado para custear estes tratamentos somou R$ 24 milhões neste período.

No Brasil, as doenças reumáticas constituem a segunda causa de gastos em benefícios de auxílio-saúde concedidos à população (dados 2008).

Apesar de afetar homens e mulheres, jovens e idosos, a maior prevalência é entre as mulheres entre 30 e 40 anos. Por esse motivo, elas devem ficar mais atentas a alguns fatores de risco, como idade avançada, obesidade, tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas em excesso e ingestão de medicamentos que podem contribuir para o surgimento da doença.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://portalsaude.saude.gov.br/

Cuide da Língua!

Osteoporose: a Prevenção começa na Infância

Vitamina C também pode ajudar a prevenir Osteoporose

Pela primeira vez, um estudo mostrou que a vitamina C pode proteger uma pessoa contra a osteoporose, uma doença progressiva que diminui a densidade dos ossos e aumenta o risco de fraturas. Até agora, somente o consumo de cálcio e vitamina D são recomendados para a prevenção do problema. A pesquisa, feita com camundongos, foi publicada nesta semana no periódico PLoS One.

De acordo com Mone Zaidi, diretor do Programa para os Ossos da Faculdade de Medicina Monte Sinai, nos Estados Unidos, e coordenador do estudo, os especialistas já sabiam que baixos níveis de vitamina C estão associados, entre outros problemas de saúde, à fragilidade dos ossos. “O que essa pesquisa mostrou de novo é que a vitamina C, quando ingerida em grandes quantidades por camundongos, estimula o aumento da densidade óssea nos animais e protege o esqueleto”, diz o pesquisador. Ele explica que isso ocorre pois o nutriente induz os osteoblastos, células que estimulam a formação óssea, a amadurecerem.

Comparação — Na pesquisa, os camundongos tiveram seus ovários retirados — procedimento conhecido por provocar a redução da densidade óssea. Parte dos animais recebeu doses altas da vitamina C via oral e o restante não ingeriu o nutriente. Após oito semanas, a equipe observou que os camundongos sem ovários que não receberam a vitamina apresentaram uma densidade óssea “muito baixa” em comparação com os animais sem ovários que ingeriram o nutriente. Por outro lado, os camundongos que receberam vitamina C apresentaram a mesma densidade óssea do que animais que não haviam passado pela cirurgia.

De acordo com os autores, esses resultados sugerem que a vitamina C foi a responsável por impedir a perda de densidade dos ossos em animais propensos a apresentar o problema. “Mais pesquisas são necessárias para determinar se esses suplementos alimentares são capazes de prevenir a osteoporose em humanos. Se os estudos futuros confirmarem os nossos achados, a descoberta poderá ser útil em países em desenvolvimento onde a doença é prevalente e os tratamentos são, muitas vezes, caros”, afirma Zaidi.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://veja.abril.com.br/

Dia do Médico: o Dia-a-Dia e a paixão pela Vida Humana

18 de outubro foi escolhido o dia do médico em homenagem a São Lucas, padroeiro da medicina. São Lucas exercia a profissão de médico e também tinha vocação para a pintura. Escreveu o terceiro evangelho e o “Ato dos Apóstolos” da Bíblia Sagrada. Acredita-se que veio de família abastada pelo seu estilo literário. Nasceu na Turquia no século I, quando ainda se chamava Antioquia. Discípulo de São Paulo, o seguiu em missão, sendo chamado por ele de “colaborador” e “médico amado”.

Em homenagem a data, entrevistamos alguns médicos:

O cirurgião plástico, Dr. Eduardo Lintz, O ginecologista e cirurgião geral Dr. Ramiro Gialuisi, O urologista e
diretor médico da Casa de Saúde São José, Dr. Eduardo Gouvêa e o Dr. Alexandre C. do Amaral – Diretor Médico do Centro Multidisciplinar da Dor (C.M.D).

Há quanto tempo exercem a medicina e o que ela lhes proporcionou neste período?
Dr. Alexandre Amaral: Exerço a medicina de maneira integral há doze anos. Isto significa que sou médico 24 horas por dia. A medicina me proporcionou o prazer de ajudar as pessoas, salvar vidas e ver que meu esforço pessoal se transformou num grande benefício. É uma grande satisfação ver o sorriso no rosto de meu paciente ao ser curado ou mesmo aliviado daquilo que o afetava. Este é um prazer inenarrável.
Dr. Eduardo Gouvêa: Eu me formei em 1971. Portanto, exerço a Medicina há quase 33 anos. Nesse tempo todo de trabalho, eu, como a maioria dos médicos que trabalha com seriedade e dedicação, devo quase tudo à Medicina, desde grandes alegrias até alguns dissabores.
Dr. Eduardo Lintz: Formei-me em 1995 e o que a medicina mais me proporcionou, e me proporciona, é a satisfação e realização profissionais que torneiam minha realidade.
Dr. Ramiro Gialuisi: São 40 anos de profissão, completados no ano que vem. A medicina me proporciona o que eu consigo proporcionar aos meus pacientes, que é a cura e amenizar o seu sofrimento. A medicina é a satisfação pela solução dos problemas das pessoas.

Como conseguiram conciliar a vida pessoal com a profissional?
Dr. Amaral: Na realidade, deveria responder esta pergunta com um sonoro “Não consigo”. Nunca consegui conciliar ou mesmo separar estas duas vidas. Exercendo a medicina 24 horas por dia, não se consegue separar a vida pessoal da profissional, e isto se deve ao tipo de envolvimento que tenho com minha profissão. Tenho um caso de amor com a medicina.
Dr. Gouvêa: Quando se ama aquilo que se faz e se trabalha com alegria, é fácil conciliar, pois até sua mulher e seus filhos passam a se orgulhar da sua profissão. É claro que alguns interesses acabam sendo comprometidos, mas nada que não possa ser compensado depois.
Dr. Lintz: Sem dúvida, quando fazemos o que gostamos fica tudo mais fácil. Acredito que pode-se conciliar perfeitamente a vida pessoal e a profissional, desde que o bom senso prevaleça.
Dr. Gialuisi: Apesar de correr de um lado para o outro, eu não prejudicava a minha vida social. No início da carreira, eu trabalhava em cinco lugares diferentes. Dava plantão no Hospital Miguel Couto (Rio de Janeiro), INPS, consultórios e, também, cheguei a trabalhar no clube Botafogo de Futebol e Regatas. Formei-me com 23, 24 anos de idade, cheio de energia nessa época. Aos 30 anos, estava em três empregos. Hoje, atendo em um hospital e no consultório. Estou no segundo casamento, me sinto realizado e feliz.

Houve algum acontecimento especial em suas vidas ao qual não puderam estar presentes por causa do trabalho?
Dr. Amaral: Muitos, desde o simples convívio com a minha família em almoços de domingo até a reclusão em escritórios para estudar. A medicina requer muito estudo e atualização. O ritmo das descobertas se acelera e o número de revistas médicas se avoluma e, a partir disto, torna-se imperioso dedicar horas de estudo em reclusão dentro de seu próprio lar. Este tipo de convívio que pareceria simples para maioria das pessoas, para mim já poderia se chamar um acontecimento muito especial. Entretanto, poderia citar uma noite de Natal, por exemplo. Já fui privado de algumas noites.
Dr. Gouvêa: Ocorreram diversas vezes, mas, como já disse, nada que não possa ser compensado depois.
Dr. Lintz: Não me recordo de ter deixado de viver algo especial por causa do trabalho. Evidentemente, não posso estar em todos os eventos que gostaria, porém com organização posso priorizar determinados momentos.
Dr. Gialuisi: Não, nenhuma data em especial. Claro, perdi festas e reuniões por causa do trabalho.

Como vocês avaliam o papel do médico atualmente?
Dr. Amaral: Infelizmente sou um pouco pessimista sobre o atual papel do médico em nossa sociedade. Acredito que houve um grande enfraquecimento na relação médico-paciente. Havia um enorme respeito de ambas as partes. Já houve época em que éramos confidentes, amigos e conselheiros, por vezes muito importantes na vida de um paciente e de toda sua família. Hoje, com a massificação do atendimento pelas seguradoras de saúde e com o empobrecimento do setor público, os médicos têm pouco tempo e com isso se torna desatento, perdendo os detalhes, as entrelinhas que muitas vezes são a chave de um diagnóstico. Perdemos o compromisso com aqueles pacientes e passamos a estar preocupados com as doenças que lhes afligem. Damos mais importância aos exames complementares que ao nosso próprio exame clínico. Devo reconhecer que era parte disto tudo e que foi um professor, ou mesmo um pai, que apontou o caminho e fez com que eu retomasse estes antigos ideais.
Dr. Gouvêa: O papel atual do médico é o mesmo de antes: evitar as doenças, curar sempre que possível e minimizar o sofrimento sempre.
Dr. Lintz: Um tanto quanto desvalorizado. Perdeu-se o mesmo respeito de outrora. Em que pesem as dificuldades atuais de atuação e oportunidades, o médico também sofre com o momento financeiro atual. Porém, acredito que o melhor modo de trabalharmos para uma realidade mais digna é atuarmos com determinação e respeito próprio e, principalmente, respeito ao paciente.
Dr. Gialuisi: Eu me mantenho fiel às coisas em que sempre acreditei na profissão. Hoje, diferentemente da minha época, o médico está deteriorado, se submete ao sistema, aos convênios. Os médicos, bem como as enfermeiras e os auxiliares, perderam o respeito que existia antigamente. As clínicas particulares praticamente desapareceram, pois aqueles que têm dinheiro pagam um plano de saúde.

Como era a graduação na época de vocês e como é hoje?
Dr. Amaral: Minha graduação ainda trazia a beleza do maior comprometimento com o paciente e não com a doença. O avanço tecnológico foi de tal forma que já se pode fazer diagnósticos cada vez mais celulares (precoces), que muitas vezes não apresentavam manifestação clínica. O fato é que a classe médica passou a acreditar mais nos exames ditos complementares que ao seu exame clínico. Conseqüentemente, estamos supervalorizando achados e tratando os resultados destes exames e não nossos pacientes. Volto a agradecer este professor citado anteriormente, que me fez estudar e com isto ter consciência do meu conhecimento médico e, a partir daí, dar o valor real aos exames que por definição são complementares.
Dr. Gouvêa: Acredito que na minha época de faculdade (não faz tanto tempo assim), a graduação se baseava muito em história, exame físico e conhecimento anatômico, já que os estudos de imagem e laboratório não eram tão avançados. Hoje, com as modernas técnicas que aparecem cada vez mais rápido, descuida-se um pouco do humanismo em função da tecnologia . Isto não quer dizer que a medicina tenha piorado, pelo contrário, melhorou muito, mas com certeza perdeu um pouco do romantismo. A grande vantagem nossa, dos mais antigos, é que podemos aliar as duas coisas e conseqüentemente somos muito mais felizes.
Dr. Lintz: Ingressei na universidade em 1990. O curso se desenvolvia em seis anos, o mesmo que hoje. O que mudou foi a estrutura de relação entre as especialidades e as áreas básicas como anatomia, histologia, bioquímica, fisiologia que hoje são associadas desde o início.
Dr. Gialuisi: Na minha época, o médico tinha aquela áurea, era respeitado. Hoje, não. O número de faculdades de medicina multiplicou e a qualidade do ensino ficou péssima.

Quais são os maiores inimigos da saúde no país?
Dr. Amaral: Os maiores inimigos são, em primeiro lugar, a política na medicina, ou seja, decisões políticas dentro da saúde deste país. Em segundo e último lugar, as empresas que desenvolvem tecnologia médica, escravizando os colegas menos avisados, em detrimento das experiências pessoais de cada médico.
Dr. Gouvêa: O grande problema da saúde no país é que ela não dá voto em curto prazo e é muito cara. Como os nossos políticos são muito apressados e o país é pobre, ela sempre é relegada a segundo plano. Essa combinação de pressa e pobreza é mortal para a saúde.
Dr. Lintz: De forma geral, a própria condição social e de educação. As dificuldades gerais da população se refletem nas dificuldades da saúde.
Dr. Gialuisi: A pobreza, que impede uma qualidade de vida satisfatória, o saneamento básico, a prevenção, a falência dos hospitais públicos e os comerciantes dos planos de saúde que nivelam a uma remuneração irreal, fazendo com que os médicos sejam obrigados a trabalhar por volume, por grande quantidade.

O que fazem nas horas de lazer?
Dr. Amaral: No momento tenho tido pouco tempo para o lazer, o meu trabalho me consome 24 horas por dia. Entretanto, ao contrário do que dizem os especialistas em qualidade de vida, encontro lazer em coisas simples que me dão prazer, como ler um bom livro.
Dr. Gouvêa: Nas horas de lazer faço o que todo mundo deve fazer, me divirto com a minha família e, quando posso, viajo.
Dr. Lintz: Leio, pratico esportes e fico com a família e amigos.
Dr. Gialuisi: Eu faço atividade física desde adolescente, musculação e cooper na praia. Gosto de tirar fotografias e de ouvir uma boa música. Um engenheiro construiu um estúdio na minha casa e eu fico até de madrugada escutando música.

Qual é o maior desafio da vida? E a recompensa?
Dr. Amaral: Especialmente para mim, que milito no tratamento de dores crônicas de difícil controle, seria conseguir encontrar a fórmula para erradicar a dor, que tanto atinge nossa população. E a recompensa seria poder aplicar esta fórmula a fim de erradicar este sofrimento.
Dr. Gouvêa: O maior desafio é não errar nunca. E a recompensa é saber que acertou a maioria das vezes.
Dr. Lintz: Acredito que o desafio da vida é ter realizações, manter o respeito a si próprio e ao próximo, buscando deixar bons exemplos e aprender a cada dia.
Dr. Gialuisi: A minha vida foi estável até o falecimento do meu pai, quando eu tinha 16 anos. Nesta época, mamãe tinha sete filhos e minha irmã menor não tinha nem um ano. Eu sempre quis ser médico e com 10 anos de idade, já abria barriga de sapo e costurava com fita adesiva. Com a morte de meu pai, lancei um desafio a mim próprio: me formar aos 23 anos, sem repetir um período na faculdade. E esta foi a minha recompensa. Além de me formar na idade certa, pude ter uma vida mais tranqüila e comprar um carro e a casa própria com o meu salário.

Qual é a grande lição que a profissão lhes proporcionou?
Dr. Amaral: A grande, a maior das lições é que tratamos pessoas e não doenças.
Dr. Gouvêa: No dia que eu achar que a profissão já me proporcionou a maior lição, é sinal de que acho que não tenho mais nada de importante a aprender e, daí então, é melhor parar.
Dr. Lintz: Que a dor do ser humano não deve nunca ser menosprezada. Que a dor pode extrapolar o próprio entendimento humano, mas que se deve sempre ter a certeza de ter feito o melhor possível. Que possamos ter sempre Deus ao nosso lado, entendendo que sua ajuda e orientação são o que de mais importante existe em nossa existência.
Dr. Gialuisi: Ser ético na profissão, mesmo sem ganhar dinheiro e sem pensar nos honorários, me proporciona, a cada dia, o reconhecimento do paciente. Para mim, essa é a maior satisfação e a maior lição.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.saude.com.br


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