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Infecção Hospitalar deve ser prevenida por todos os envolvidos

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Infectologia, as Infecções Hospitalares são as mais frequentes complicações ocorridas em pacientes hospitalizados. No Brasil, de 5% a 15% dos pacientes internados contraem algum tipo de Infecção Hospitalar.

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Esse quadro pode levar o paciente a uma nova intervenção cirúrgica ou ocasionar efeitos colaterais causados pela administração do tratamento, que é feito com antibióticos por um período entre duas a quatro semanas. Pode ser necessária também a manutenção do paciente por mais tempo no hospital ou a reinternação, caso ele tenha recebido alta.

Qualquer tipo de infecção contraída pelo paciente dentro do hospital, ou mesmo depois da alta, é chamada de Infecção Hospitalar. Para diagnosticar a Infecção, os médicos observam se o paciente por acaso não chegou ao hospital durante o período de incubação do agente causador. Em seguida observam as informações do prontuário e analisam os resultados de exames laboratoriais.

Uma visão mais recente da Infecção Hospitalar substitui o termo por Infecção Relacionada à Assistência à Saúde, que é bem mais abrangente. Inclui infecções relacionadas a procedimentos ambulatoriais, cuidados em domicílio e até as adquiridas por profissionais da saúde durante o desempenho de suas funções.

Agentes causadores – Os microrganismos causadores das Infecções Hospitalares são bactérias, fungos, vírus e protozoários. Essas formas de vida, invisíveis a olho nu, podem estar presentes no ambiente hospitalar, em outros ambientes e até no próprio organismo. Podem ser transmitidos por meio de água ou alimentos contaminados, de pessoa para pessoa por gotículas de saliva ou pelo ar com pó ou poeira contaminados.

Para que a infecção se manifeste é preciso que haja uma interação entre esses agentes causadores e o paciente. A quantidade de microrganismos presentes, o potencial infeccioso desses micróbios e a capacidade imunológica do paciente é que vão ser decisivos para o desenvolvimento ou não da infecção.

Qualquer pessoa que precise se internar ou fazer algum procedimento ambulatorial está sujeita a contrair uma Infecção Hospitalar. Alguns grupos de pessoas possuem alterações no sistema imunológico e por isso são mais suscetíveis às infecções. Entre eles estão recém-nascidos, idosos, portadores de diabetes, pessoas com câncer e transplantados.

Prevenção – A prevenção é a melhor maneira de reduzir os casos de pacientes que apresentam o quadro de Infecção Hospitalar. Medidas preventivas devem ser tomadas tanto pelas instituições de saúde, quanto pelos seus profissionais e até mesmo pelos e visitantes.

Os hospitais e ambulatórios possuem regras de higiene e procedimentos que visam a prevenção do contágio do ambiente por bactérias e vírus que podem causar infecções e a segurança do paciente. Mas os profissionais que prestam assistência à saúde devem tomar alguns cuidados pessoais, como manter as unhas limpas e os cabelos presos, além de cuidar do jaleco para não usá-lo em outras instituições ou fora do ambiente hospitalar.

A medida de prevenção que deve ser praticada por visitantes, cuidadores domésticos e todos os envolvidos no tratamento é a higiene das mãos. Essa medida simples evita a forma mais comum de contágio por bactérias, germes e vírus. O correto é fazer a lavagem com água e sabão ou utilizando o álcool gel. É indicado lavar sempre as mãos quando for visitar um paciente, antes e depois das refeições e de usar o banheiro e sempre que for fazer um curativo ou administrar medicamentos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.vivalle.com.br

Dicas para Prevenir a Infecção Hospitalar

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Infecção Hospitalar

A infecção hospitalar é aquela adquirida no hospital e que não estava presente ou em incubação quando da admissão do paciente. Ela pode manifestar-se durante a internação ou mesmo após a alta.

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Quais os agentes causadores?

A infecção é causada por microrganismos ou micróbios – organismos vivos invisíveis a olho nu – que podem ser classificados em: bactérias, fungos, vírus e protozoários, existentes no ambiente hospitalar, em outros ambientes e mesmo no próprio organismo.

Como se transmite?

A infecção é resultante da interação entre: os microrganismos, sua fonte de transmissão e o hospedeiro. Em outras palavras, a infecção depende da quantidade de microrganismos que atinge o indivíduo, da capacidade deste germe em causar infecção, do seu modo de transmissão e da resistência imunológica do indivíduo (como ele responderá a esta agressão).

Os microrganismos podem ser transmitidos de pessoa para pessoa, especialmente pelas mãos; por isso, é fundamental a higiene das mãos. Há também outras maneiras de transmissão: por meio de água e alimentos contaminados; das gotículas que saem da boca quando falamos; ou pelo ar, quando respiramos pó e poeira que contém microrganismos.

Os riscos de aquisição desta infecção podem ser agrupados em:

  • Relacionados aos cuidados prestados: associada aos microrganismos presentes nas mãos dos profissionais de saúde, no ambiente ou no organismo do paciente. Geralmente estão relacionadas a procedimentos invasivos (por exemplo, intubação para auxiliar a respiração, passagem de cateteres venosos, cateteres no sistema urinário, cirurgias etc.). Em algumas situações essas infecções, especialmente as que ocorrem após cirurgias, podem ser prevenida com o uso de antibióticos.
  • Relacionados à organização: sistemas de ventilação de ar e de água, disponibilidade de profissionais (por exemplo, a relação entre número de enfermeiras dedicadas a atender um determinado número de leitos), e estrutura física (mais de um leito no mesmo quarto, a distância entre estes leitos, presença de pias, papel toalha, gel alcoólico para higiene das mãos etc.).
  • Relacionados à condição clínica do paciente: infecção associada à gravidade da doença, o comprometimento da imunidade do paciente, a tempo da internação etc.

Quem está mais exposto ao risco de adquirir a infecção hospitalar?

Recém-nascidos, idosos, diabéticos, pessoas com câncer e transplantados apresentam maiores riscos, pois estes possuem alterações em seu sistema de defesa contra os microrganismos.

Como são tratadas essas infecções e quais as suas complicações?

O tratamento da infecção hospitalar geralmente é feito com antibióticos.

A maior complicação da infecção hospitalar é o fato de poder acarretar problemas médicos adicionais, como a necessidade de re-intervenção cirúrgica ou a ocorrência de efeito colateral relacionado ao antibiótico administrado. Além disso, pode ser necessária a re-internação do paciente no hospital ou seu tempo de permanência ser maior do que o planejado inicialmente.

O que podem fazer pacientes e visitantes para minimizar o risco de transmissão da infecção hospitalar?

É importante lembrar que a prevenção pode reduzir o número de pacientes acometidos por esta infecção e, com isso, diminuir o uso de antibióticos, o tempo de permanência destes pacientes no hospital e os danos associados à infecção. Por isso, este deve ser um esforço de todos: profissionais de saúde (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas etc.), visitantes e pacientes.

A higiene das mãos – que devem ser lavadas com água e sabão ou utilizando o gel alcoólico – é uma medida simples, mas muito efetiva para reduzir este risco. Portanto, o paciente pode colaborar observando e lembrando os profissionais e visitantes a realizarem este ato. Pessoas resfriadas, gripadas, crianças com infecções próprias da infância não devem visitar pacientes internados.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.einstein.br

Degeneração Macular

O que é?

DEGENERAÇÃO MACULAR é uma lesão que acomete a mácula, uma pequena área no fundo do olho que permite enxergar claramente pequenos detalhes. Quando a mácula não funciona de maneira correta, experimentamos embaçamento ou escuridão no centro de nossa visão. A degeneração macular afeta tanto a visão de longe como a de perto, podendo dificultar ou impedir algumas atividades, tais como leitura e trabalhos manuais.

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Fatores de risco

Não se conhece a causa da doença, mas sabe-se que alguns fatores de risco aumentam a probabilidade de desenvolvê-la. Entre eles destacam-se: predisposição genética, exposição à luz solar, em especial, aos raios ultravioleta, hipertensão, obesidade, ingestão de grandes quantidades de gorduras vegetais e dietas pobres em frutas, verduras e zinco. Fumantes ativos e passivos também estão mais sujeitos a manifestar essa alteração.

A prevalência varia de acordo com a predisposição genética e aumenta com a idade.

Sintomas

Nas fases mais precoces, a perda visual costuma ser pouco perceptível. À medida que a enfermidade evolui, aparecem os seguintes sintomas: visão borrada, pontos luminosos, manchas no centro da visão (escotomas), diminuição da sensibilidade aos contrastes de luz, dificuldade de adaptação ao escuro, linhas distorcidas e tortuosas, necessidade de iluminação mais intensa para ler.

Diagnóstico

O exame de fundo de olho pode sugerir a degeneração macular, mas a confirmação do
diagnóstico depende de exames específicos como a retinografia e a
angiofluoresceinografia.

Como é tratada a Degeneração Macular?

Há várias modalidades de tratamento para a degeneração macular. Na degeneração macular “seca”, o uso de uma combinação adequada de vitaminas e sais minerais pode impedir ou retardar a perda da visão.
Já a degeneração macular “úmida”, nos estágios iniciais, pode ser tratada com raios laser. O tratamento é realizado no consultório, apenas com o uso de colírios anestésicos, e normalmente é indolor. A fotocoagulação a laser emprega um feixe de luz altamente focalizado para ocluir os vasos sangüíneos que lesam a mácula. Esse tratamento é realizado nos casos em que os vasos anormais não afetam o centro da mácula.
Nos últimos anos, novos tratamentos têm sido utilizados para a Degeneração Macular Relacionada à Idade:

Terapia Fotodinâmica (PDT), que utiliza um corante especial – Visudyne – o qual injetado em uma veia do braço, irá localizar-se nos vasos anormais no fundo do olho. Um laser especial ativa, então, esse corante, o que resulta na oclusão dos vasos anormais, sem lesão da retina sobrejacente. Esse tratamento é utilizado quando os vasos anormais estão localizados no centro da mácula.
Outros pacientes podem se beneficiar da cirurgia denominada Translocação Macular. Nela, a retina é descolada e mudada para uma nova posição. A mácula sensorial fica, assim, em uma posição diferente dos vasos anormais, localizados abaixo da retina, os quais, dessa forma, podem ser ocluídos com o laser tradicional, sem danos para a mácula.

Os antiangiogênicos, modernos medicamentos que, injetados em torno do globo ocular ou no seu interior, têm proporcionado a paralisação ou mesmo a regressão dos vasos anormais, permitindo, assim, a estabilização e até a melhora da visão. A fim de controlar bem a doença, frequentemente é necessário repetir esse tratamento.
Os pacientes que apresentam baixa de visão acentuada poderão ser beneficiados com prescrição de lentes especiais e dispositivos ópticos tais como lupas, telelupas, circuito fechado de TV, entre outros.
Todos esses modernos tratamentos, assim como os dispositivos ópticos, estão disponíveis no Instituto da Visão, e têm beneficiado milhares de pacientes do Brasil e do exterior.

Recomendações

* Não fume;

* Use óculos com lentes com proteção contra raios ultravioleta;

* Dê atenção especial à escolha dos alimentos que fazem parte de sua dieta e escolha aqueles ricos em vitaminas e sais minerais;

* Peça orientação sobre o uso de suplementos vitamínicos com propriedade antioxidante;

* Controle a pressão arterial e evite o ganho de peso;

* Não se descuide. Consulte o oftalmologista periodicamente. Quanto mais precoce o diagnóstico, maiores as chances de retardar a evolução da doença.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.oftalmofoz.com.br e http://drauziovarella.com.br

7 doenças de olhos que podem ter diagnósticos precoces

Eles nos apresentam as cores, as formas, as paisagens, as pessoas. Apesar de serem tão importantes, os olhos costumam ser deixados de lado quando o assunto é saúde. É mais do que comum as pessoas procurarem um oftalmologista apenas ao perceberem que não estão enxergando tão bem de longe ou de perto, quando o ideal é que isso ocorra periodicamente. Só assim há a possibilidade de diagnósticos precoces, evitando que possíveis problemas se agravem e evoluam até mesmo para a cegueira.

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O primeiro exame oftalmológico deve ser realizado logo que a criança nasce e pelo próprio pediatra. “É o exame do reflexo vermelho, que pode detectar, por exemplo, tumores, catarata congênita (opacificação do cristalino), glaucoma congênito (aumento da pressão nos olhos), leucocoria (reflexo pupilar branco) e infecções, como a toxoplasmose, que a mãe contaminada pode passar ao filho e causar uma cicatriz no fundo do seu olho”, afirma Rodrigo Angelucci, professor de oftalmologia da Faculdade de Medicina do ABC. De forma geral, os pequenos têm de visitar o médico especialista em olhos a cada seis meses até completar 10 anos. A partir de então, as consultas passam a ser anuais.

No caso dos adultos, os oftalmologistas ficam atentos às ametropias (miopia, hipermetropia e astigmatismo), catarata, glaucoma, retinopatia diabética e hipertensiva (alterações no fundo do olho relacionadas a diabetes e a hipertensão arterial) doenças degenerativas, entre outras. “Se o paciente notar qualquer problema no olho, mesmo sendo leve, deve procurar um médico também”, ressalta Angelucci.

Como prevenir é sempre a melhor alternativa, o professor lista algumas dicas para colaborar com os olhos. Uma delas é evitar coçá-los, porque o ato possibilita o surgimento de lesões na córnea e retina, levando à cegueira em casos mais graves. Sempre que receitado, use óculos ou lentes, caso contrário os resultados são dores de cabeça, olhos cansados e secos. Mantenha também uma dieta balanceada e invista em alimentos com ômega-3, zinco, selênio e vitaminas A e E. Portanto, inclua no cardápio carnes vermelhas, peixes, verduras escuras (como couve e espinafre), cenoura e frutas.

Doenças

Confira sete doenças que podem ser detectadas com exames periódicos, de acordo com Rodrigo Angelucci, professor de oftalmologia da Faculdade de Medicina do ABC:

Ametropia:

erro de refração ocular, como miopia (não enxerga claramente de longe), hipermetropia (não enxerga claramente de perto) e astigmatismo (visão distorcida de longe e de perto). Os problemas de visão podem ser corrigidos com o uso de óculos, lentes e cirurgias a laser.

Catarata:

é a opacificação do cristalino, que geralmente acontece após os 60 anos, mas algumas crianças podem já nascer com o problema. “Todas as pessoas terão catarata algum dia, umas mais cedo e outras mais tarde. É um desgaste natural”, afirma o médico. O tratamento é cirúrgico e consiste em remover a catarata e implantar uma lente intraocular.

Estrabismo:

a criança pode nascer estrábica (vesga, como é chamada popularmente) e, em alguns casos, isso tem relação com alguma doença ocular, como tumor e glaucoma congênito. Há também a chance de aparecer após os seis meses de vida. Se notar qualquer sinal de desvio dos olhos dos filhos, procure um médico. O tratamento consiste em usar tampão e óculos. Se não resolver, a solução é a cirurgia. Caso não cuide, o incômodo estético permanece, além da possibilidade de prejudicar a visão.

Glaucoma:

é o aumento da pressão nos olhos, que, se não for tratado, pode levar à perda gradual e irreversível da visão. “Os fatores de risco para desenvolver a doença são hipertensão, idade acima de 40 anos, diabetes, histórico familiar, raça negra, longo tratamento com esteroides e/ou altos graus de miopia”, de acordo com a Sociedade Brasileira de Oftalmologia. Há a possibilidade de bebês nascerem com a doença. O tratamento consiste no uso de colírios. Ainda há como alternativas o laser e a realização de cirurgias.

Leucocoria (reflexo pupilar branco):

o exame do reflexo vermelho possibilita a identificação do problema, que é o reflexo branco da pupila. Em crianças maiores, há a possibilidade de perceber o reflexo branco em fotos comuns. Pode ser sinal de tumor ou de retinopatia da prematuridade (alteração no crescimento da retina), por exemplo. O tratamento depende da avaliação do oftalmologista e pode ser clínico, com laser ou cirurgia. Se não tratar precocemente, há chances de levar à cegueira.

Olho saltado (exoftalmia e proptose):

há alguns motivos que podem fazer com que o olho se projete para fora. Entre eles estão doenças da tireóide e tumores. Se notar qualquer assimetria no tamanho e distância dos olhos, procure um médico. O tratamento consiste em solucionar os problemas que causaram os olhos saltados. Em alguns casos, há a necessidade de cirurgia para corrigir também as suas posições.

Olho seco:

pode estar associado a ametropias ou ao olho saltado, por exemplo, e consiste no ressecamento dos olhos, levando à vermelhidão e irritação crônica. O tratamento é baseado, geralmente, no uso de lubrificantes oculares. Se não seguir as recomendações médicas, a pessoa pode desenvolver conjuntivite (inflamação na conjuntiva) e ceratite (inflamação da córnea).

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br/

Sete alimentos que ajudam a proteger a saúde dos olhos

A alimentação é tida por especialistas de diversas áreas como chave para deixar a saúde em dia. Segundo a oftalmologista Lara Murad Bichara, membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia e da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, vários estudos já comprovaram que a escolha de nutrientes pode prevenir o aparecimento de doenças oculares , como a degeneração macular e olho seco, por exemplo.

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Ovo é indicado por ser fonte de luteína e zeaxantina, auxiliares na prevenção da evolução da degeneração macular.

Laranja é rica em carotenoides, nutrientes aliados da saúde ocular, que previnem um tipo de cegueira noturna.

Peixes, como salmão, sardinha e atum, são excelentes fontes de antioxidantes (como ômega 3) que ajudam a combater a formação de radicais livres prejudiciais aos olhos.

Cenoura é rica em carotenoides, nutrientes aliados da saúde ocular, que previnem um tipo de cegueira noturna.

Linhaça é fonte de vitamina E e de ômega 3, 6 e 9, todos de extrema importância para tratamento do olho seco, uma alteração comum e desconfortável.

Mamão é rico em carotenoides, nutrientes aliados da saúde ocular, que previnem um tipo de cegueira noturna.

Azeite de oliva outra fonte de omega 3, vitamina E e polifenóis, também é um alimento indicado para prevenir degeneração macular.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.ig.com.br

Alimentos para a saúde dos OLHOS

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7 de maio – Dia do Oftalmologista

A visão é um dos principais sentidos do Homem, sendo responsável por cerca de 80% das informações que recebemos. Por isso, merece atenção e cuidados especiais.
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A visão é um dos principais sentidos do Homem, sendo responsável por cerca de 80% das informações que recebemos. Por isso, merece atenção e cuidados especiais. Além de visitas regulares ao oftalmologista para avaliação da acuidade visual e detecção precoce de qualquer outra alteração, é importante também procurar um especialista em caso de qualquer sintoma. Controlar a pressão arterial e o diabetes, também, são medidas importantes para evitar doenças como retinopatias, catarata, glaucoma e outras.

Muitos dos problemas de visão podem ser evitados com bons hábitos como, por exemplo, usar óculos de sol com proteção para raios ultravioleta, utilizar o computador de maneira adequada com bom posicionamento do monitor, piscando frequentemente, e iluminação correta do ambiente, que é importante também para a leitura, vídeo game e televisão. Além disso, “as maquiagens não podem estar com data de validade vencida e devem ser dermatologicamente testada”, afirma a oftalmologista do Hospital Samaritano de São Paulo, Dra. Simone Pezzutti.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.einstein.br

Dia das Maes na Walmart Especial para Clientes Golden Stern

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Mundo corporativo: veja dicas para tomar boas decisões

Nesses anos de atuação como coach, uma certeza se faz cada vez mais presente: somos fruto das nossas decisões. O que decidimos hoje determinará a nossa vida no futuro. Mas também aprendi outra lição: quando deixamos de decidir, ainda assim, estamos tomando uma decisão, pois a postergação também trará consequências e, geralmente, são mais prejudiciais do que as consequências de uma decisão equivocada. Uma decisão equivocada nos dá a chance de corrigir o problema, aprender e não repetir o erro. Já a falta de decisão aumenta o problema, tornando-o, na maioria vezes, irreversível.

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E esse comportamento de postergação, quando se faz presente nas organizações, prejudica consideravelmente os resultados. Um profissional que não tem a capacidade de decidir, geralmente empurra o problema com a barriga ou transfere a responsabilidade para outras pessoas, gerando conflitos, insatisfação e, consequentemente, prejuízos. As indecisões no alinhamento das estratégias, na resolução dos problemas internos, no atendimento às solicitações dos clientes, enfim, em qualquer situação, por mais irrelevante que pareça, podem levar um pequeno problema a dimensões desnecessárias.

DECISÃO = CORAGEM + RESPONSABILIDADE

Imagine que você é funcionário de uma companhia aérea, o voo foi cancelado por problemas técnicos e os clientes estão diante de você cobrando uma solução. O que você faz?

1.      PREFERE NÃO FAZER! É melhor que alguém responsável resolva.

Você não teve coragem de se comprometer com a solução do problema. Se alguém resolver por você, a responsabilidade é dele.

2.      FAÇO O QUE MANDARAM FAZER! De maneira sucinta, independente se vão gostar ou não, transmito a mensagem indicada pela empresa.

Você teve coragem de transmitir a mensagem, mas não responsabilizou-se pela resolução do problema. Se não gostarem, paciência, você está seguindo as normas da empresa.

3.      CONTORNO O PROBLEMA! Digo o que for preciso, podendo ou não cumprir, para acalmar os clientes.

Você teve coragem para enfrentar a situação, mas não foi responsável o suficiente para encontrar soluções que efetivamente resolvessem a questão. Contornar o problema não é sinônimo de comprometimento com a empresa, e sim, de irresponsabilidade com a perenidade do negócio, afinal, uma situação mal resolvida cobrará o seu preço mais cedo ou mais tarde.

4.      RESOLVO O PROBLEMA! Analiso todas as possibilidades, converso francamente com os clientes e somente me dou por satisfeito quando encontrar uma solução para todos.

Você teve coragem para encarar o problema de frente, comprometeu-se com o cliente e foi responsável ao buscar todas as informações necessárias para solucionar verdadeiramente a situação.

DECISÃO = PREPARO

Por que muitas pessoas não tomam decisão? Por insegurança! A insegurança é fruto do medo, que por sua vez, é fruto do desconhecido. Portanto, quando temos que tomar uma decisão e não temos informação suficiente sobre o assunto, o medo se apresenta, gerando a insegurança, que gera a dúvida. Nesses casos, a melhor opção é “ficar em cima do muro” e não decidir.

Logo, o melhor caminho para uma tomada de decisão veloz e assertiva é o preparo. O preparo vem da observação, da experiência e da capacidade de buscar novas informações. O profissional que preocupa-se em conhecer as mais diversas áreas da empresa, a concorrência, o mercado e se atualiza frequentemente sobre as novas tendências da sua profissão, torna-se mais confiante e apto a tomar as melhores decisões no momento certo.

A coragem é fundamental para a tomada de decisão, no entanto, sem preparo, é inconsequência. Ousar saltar de paraquedas é coragem, não preparar-se é inconsequência.

As organizações do futuro tendem a participar cada vez mais os colaboradores das decisões. As pessoas que adquirirem o hábito de analisar os cenários e tiverem a capacidade de julgar e decidir com velocidade e assertividade ganharão destaque e conquistarão espaços importantes nas estratégias organizacionais.

DECISÃO = PLANEJAMENTO

Sabemos que algumas decisões requerem uma atitude imediata, muitas vezes, sem qualquer tempo para pensar adequadamente sobre o assunto. Nesses casos, o tempo que você investiu e investe no seu preparo lhe será muito útil.

Agora, quando você tiver a possibilidade de preparar-se mais adequadamente para tomar uma decisão importante, alguns pontos devem ser levados em consideração:

- O que eu ganho com essa decisão;

- O que eu perco com essa decisão? Como eu posso minimizar essas perdas?

- O que me garante que isso vai dar certo?

- Quais são os riscos dessa decisão? Como posso minimizar os riscos?

- De quem mais depende para que essa decisão apresente os resultados esperados? Se eu não puder contar com essas pessoas, o que eu posso fazer para que a decisão dependa apenas de mim?

ALGUMAS DICAS PARA TOMAR DECISÕES COM MAESTRIA:

- Cuidado com a impulsividade! Planeje-se para tomar decisões com segurança;

- Seja um agente de soluções – Atualize-se e busque novas informações constantemente;

- Alie ousadia e preparo para não tomar decisões inconsequentes;

- Não postergue! Entre em ação e faça as coisas acontecerem;

- Seja pró-ativo na busca de soluções! Não permita que a reatividade prejudique as suas decisões;

- Comprometa-se com as suas decisões. Por mais que você divida as decisões com outras pessoas, a responsabilidade pelos resultados é sua.

Por fim, tomada de decisão é a capacidade de preparar-se continuamente para se antecipar às constantes mudanças do mundo corporativo. Coragem, responsabilidade, preparo e planejamento são competências fundamentais para decidir certo e no tempo certo!

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.administradores.com.br


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