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Sem dinheiro para presentear no Dia das Crianças?
Publicado outubro 12, 2012 r Qualidade de Vida Deixar um ComentárioTags:alegria, Bebes, Brasil, children, Children's Day, crianças, Dia das Crianças, dinheiro, Falta de Dinheiro, Feria de Troca, Feriado, festa, Gifts, jovens, money, Presentear, presentes, Troca de presentes
“Descontrole Financeiro é um Problema Emocional”
Publicado agosto 30, 2012 r Notícias , Qualidade de Vida Deixar um ComentárioTags:Compra Compulsiva, Compradores, Depressão, Dia Nacional do Psicologo, dinheiro, Dividas, emoções, Emocional, endividamento, Fatores, Finanças, Financeiro, HC, Hospital das Clinicas, Medicação, Perfil, perguntas, planejamento, Problema, Procon, Psicologa, Psicologico, Psiquiatrico, Renata Maransaldi, respostas, SP, Transtorno, tratamento
Um serviço incomum de ajuda a superendividados terá início em agosto em São Paulo. O Procon vai prestar atendimento especial para pessoas que estão com problemas graves com dívidas. O serviço, porém, não ficará restrito apenas a dicas financeiras e apoio jurídico: nos casos mais graves, os consumidores serão encaminhados para tratamento psicológico.
O atendimento será feito por profissionais do Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso do Hospital das Clínicas de São Paulo. Renata Maransaldi, psicóloga do ambulatório, diz que a parceria com o Procon é o primeiro passo para tornar esse tipo de auxílio mais conhecido, mas o hospital tem outros projetos em estudo.
O instituto possui, desde 2004, um serviço de atendimento psicológico e psiquiátrico a pessoas que têm os chamados transtornos de impulso, entre eles o hábito da compra compulsiva.
Para a psicóloga, o tratamento do tema como política pública, por meio de ações de apoio que vão além do aspecto jurídico, se faz necessário num momento em que cada vez mais pessoas têm acesso ao crédito. “O descontrole financeiro é um problema emocional”, diz. Leia a seguir os principais trechos da entrevista.
UOL – Como é possível diferenciar uma pessoa que tem um problema no orçamento daquela que tem de fato um transtorno?
Renata Maransaldi – No ambulatório, fazemos uma triagem e aplicamos um questionário. Algumas características ajudam a identificar o comprador compulsivo: o tempo de duração do problema, o fato de o assunto ficar na cabeça da pessoa durante o dia e de ela ter prejuízos no trabalho, além de dívidas. A preocupação excessiva, a perda do controle, as mentiras que a pessoa conta para a família, o fato de ela comprar para lidar com alguma angústia ou emoção negativa, por exemplo, são outros aspectos levados em consideração.
Às vezes a pessoa faz uma compra, mas não tem uma preocupação excessiva com relação a isso. O comprador compulsivo não: ele vai trabalhar pensando no assunto. Tivemos um caso em um grupo de uma paciente que ficou falando várias semanas sobre um casaco vermelho que ela comprou. Isso se tornou um grande problema para ela, que era dona de casa e não conseguia nem mais fazer os serviços domésticos. O comprador compulsivo tem um descontrole, acaba comprando mais do que deveria ou poderia. Isso pode até acontecer com quem está com um problema financeiro uma ou outra vez. Mas, com o comprador compulsivo, é recorrente.
Por que essa pessoa precisa de tratamento psicológico?
Porque, com o tratamento, ela vai tratar as emoções. Uma pergunta que sempre é fazemos é: qual o significado dessa compra na sua vida? É para preencher algum sentimento? A pessoa só consegue perceber isso quando está em processo terapêutico. Muitas vezes, essas pessoas têm dificuldade até de fazer seu planejamento financeiro. Olhar para o orçamento, para ela, é uma coisa ruim. Ela tem uma resistência em descobrir como está a vida financeira dela.
Nós ajudamos as pessoas a montarem uma planilha semanal de gastos, e geralmente elas se surpreendem quando veem o resultado. É aí que elas precisam de tratamento: para tratar a parte emocional, saber como lidar com aquilo. Dificilmente elas percebem, mas o descontrole é um problema emocional. Então é muito importante mostrar também para a família que elas precisam de ajuda, até porque a família sofre as consequências junto com o comprador.
Geralmente existe outro problema associado à compra compulsiva, como depressão?
Sim. Esses pacientes apresentam um transtorno do impulso, que é uma doença psiquiátrica. Geralmente existem outras doenças associadas ao transtorno, como depressão e ansiedade. Alguns pacientes também têm transtorno obsessivo-compulsivo ou transtorno afetivo bipolar. No caso do transtorno bipolar, por exemplo, uma das características de quando a pessoa cai em mania é comprar em excesso. Aí entra na parte psiquiátrica. Nós temos um mecanismo do cérebro que é como se fosse um freio, e a pessoa que apresenta o transtorno do impulso tem um deficit nesse freio. Por isso fazemos a entrevista com um psiquiatra e oferecemos o acompanhamento.
Eles precisam de medicação?
A maioria, sim. Esse deficit é um processo químico, e ele precisa da medicação para ser regulado.
Existe um perfil padrão entre os compradores compulsivos?
A compra compulsiva independe da renda. Mas 99% das pessoas atendidas no nosso ambulatório tiveram prejuízo social, familiar ou profissional em função das compras, além do problema financeiro em si. As mulheres procuram mais tratamento. Os homens também têm esse problema, mas têm muita vergonha de procurar tratamento.
A compra compulsiva e o endividamento viraram problema de saúde pública?
Sim. O transtorno do impulso como um todo é um problema de saúde pública, como a dependência de internet. No projeto-piloto que fizemos com o Procon, de 20 pessoas encaminhadas para nós, cinco foram diagnosticados com problema de compra compulsiva. O Procon está dando o primeiro passo nesse auxílio, mas temos outros projetos em estudo. As secretarias de Saúde precisam tomar a frente disso, porque o transtorno psiquiátrico e o endividamento têm grande impacto na qualidade de vida da pessoa. Há pacientes que relatam pensamentos suicidas porque não veem solução para o problema. A pessoa fica muito abalada, especialmente quando a família se envolve. Vários casamentos já sofreram consequências disso.
No Brasil, agora o crédito é de fácil acesso e as pessoas acabam se perdendo. Em um dos questionários que aplicamos perguntamos quando a pessoa começou a comprar compulsivamente e quando dobrou o valor da compra. Geralmente, o começo é quando a pessoa começa a trabalhar e recebe seu primeiro salário. O valor da compra é dobrado quando a pessoa tem uma promoção do trabalho e a renda aumenta, geralmente por volta dos 30 anos. As pessoas estão muito deslumbradas com o acesso fácil ao crédito.
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Seu Perfil Psicológico afeta a sua Vida Financeira
Publicado agosto 30, 2012 r Notícias , Qualidade de Vida Deixar um ComentárioTags:Administração, cuidados, Custos, Descubra, dicas, dinheiro, Financeiro, Forbes, Freud, Neurociências, Personalidade, Personalidades, Poupança, Prevenção, Psicologa, psicologia, Psicologico, Saúde, Tempo, Unifesp, Valeria Meirelles, vida, Vida Financeira
Diga-me como você usa o dinheiro e eu lhe direi quem você é.
Independentemente das taxas de juros ou das regras da poupança em vigor, a forma como cada pessoa leva sua vida financeira está muito mais ligada a aspectos de sua personalidade do que ela gostaria de imaginar.
Como ferramenta para desvendar o inconsciente, o dinheiro é o novo sexo, segundo o psicanalista venezuelano Axel Capriles, autor de “Dinheiro – Sanidade ou Loucura” (ed. Axis Mundi, 192 págs.).
Descubra o seu tipo de personalidade financeira
“O papel que a sexualidade desempenhou para a psicologia de Freud foi trocado pelo complexo do dinheiro. Há muito mais loucuras e doenças associadas ao dinheiro do que ao sexo”, afirma o psicanalista.
AVAREZA
Embora não tenha dado essa mesma ênfase à força da moeda, Freud não deixou de apontar o seu papel na mente e no comportamento humano. A avareza, especialmente, foi objeto de estudo do pai da psicanálise.
Na teoria freudiana, a relação com o dinheiro está ligada à fase anal. “As fezes são o primeiro objeto de troca, a primeira coisa que a criança tem para negociar”, diz o psicanalista Jorge Forbes.
Segundo Freud, o jeito que a criança negocia o afeto da mãe, retendo as fezes, por exemplo, influencia a forma que ela vai lidar com sua vida financeira no futuro.
Para Forbes, o trato com o dinheiro não é um carimbo para determinar um tipo de personalidade, mas pode, sim, dar pistas de quadros psicológicos.
Assim, uma neurose obsessiva pode se manifestar no pão-durismo; o desdém pelo dinheiro pode ser uma histeria e o esbanjamento, um quadro maníaco.
Mas essas patologias entram na conta-corrente de todo mundo? “São extremos, mas essas características entram na vida cotidiana de cada um, o que há é uma diferença de grau”, diz Forbes.
CONTA CONJUNTA
Doenças à parte, alguns especialistas estudam problemas da vida comum -afinal, quem nunca se viu enrolado em dívidas?
A socióloga e consultora Glória Maria Garcia Pereira, autora de “As Personalidades do Dinheiro” (ed. Campus, esgotado), afirma que há padrões de personalidade inconscientes que determinam nossa relação com dinheiro e que a chave para não sofrermos com a ciranda financeira é descobri-los.
“Quando a pessoa compreende como [os padrões] funcionam, é um alívio incrível. Não precisa mudar sua personalidade, mas aprender a lidar com ela para não sair prejudicada.”
A relações-públicas Carolina Decresci, 27, que levou mais de um ano para sair do vermelho, descobriu o quanto era desorganizada na hora em que sua dívida do cartão de crédito estourou.
“Minha conta bancária era como meu guarda-roupa, uma bagunça total. Mas são coisas que só eu mexo, ninguém vê nem sabe o que está acontecendo.”
Quando a situação ficou inadministrável, ela teve que tirar do armário esse aspecto de sua personalidade. “Surpreendi as pessoas, achavam que eu era tão certinha…”
ALÉM DA PLANILHA
Ao lidar com dinheiro, não dá para escapar da matemática de somas e subtrações. Mas as contas não fecham só por uma questão de cálculo.
Entre as emoções que interferem no saldo final, culpa, medo e autossabotagem são as mais comuns, segundo Christian Barbosa, consultor em produtividade e administração do tempo.
Difícil é abrir esses dados na conta pessoal. “É mais fácil falar de sexo do que de grana. Quando a pessoa fala de seu dinheiro, está expondo suas competências e sua vida privada”, diz a psicóloga Valéria Meirelles, que prepara uma tese sobre o tema.
Já o psicanalista Jorge Forbes acha que tanto dinheiro quanto sexo deixaram de ser tabus. “As pessoas falam abertamente só porque tratam o sexo com objetividade e o dinheiro sem emoção, mas os dois carregam sempre uma carga afetiva. As necessidades se resolvem na planilha, mas os desejos, não.”
O que não implica que só se resolvam com uma descida às profundezas do inconsciente ou das agências de proteção ao crédito.
As emoções do dinheiro estão ligadas à nossa disposição para correr riscos, diz o neurocientista Álvaro Dias, do Laboratório de Neurociências Clínicas da Unifesp. Ou a quanto o prazer de ganhar supera o desprazer de perder.
Segundo Dias, os estudos mais recentes mostram que essas tendências são flexíveis, mudam conforme o ambiente e as regras do jogo. Quer apostar?
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Dia Nacional de Combate ao Fumo Reacende discussões sobre Regulamentação de Lei
Publicado agosto 29, 2012 r Notícias , Qualidade de Vida Deixar um ComentárioTags:Agencia Brasil, Antifumo, Brasil, cigarro, combate, dinheiro, doenças, enfermeira, Federal, Fumo, governo, leis, Notícias, Pesquisa, pulmão, Qualidade de Vida, Saúde, tabaco
O Dia Nacional de Combate ao Fumo, comemorado hoje (29), reacende as discussões sobre a regulamentação da Lei Antifumo – que proíbe a prática em lugares fechados – e a necessidade de conscientização quanto às doenças relacionadas ao tabaco.
A enfermeira Venilda Feiter tem 51 anos e fuma desde os 17. Ela diz que nunca teve nenhum problema de saúde por causa do vício, mas já atendeu a vários pacientes que sofriam de doenças relacionadas ao cigarro. Mesmo vendo o que outras pessoas sofrem, ela continua fumando: “Eu trabalhei muitos anos em hospital. Vi muita gente com câncer pulmonar, problema de pleura, esôfago, tudo isso já vi. Mas, mesmo assim, ainda fumo”.
Para Feiter, a quantidade de informação que existe hoje ajuda a evitar que mais pessoas comecem a fumar: “Se, na minha época, alguém tivesse falado o que falam hoje do cigarro, eu jamais teria fumado. Só que, àquela época, tinha propaganda, era chique fumar. Se tivesse a restrição que existe hoje, talvez eu não tivesse começado.”
Assim como a enfermeira, várias pessoas experimentam o cigarro pela primeira vez ainda jovens. É o caso de Henrique Luz, 50 anos, que tentou, mas não conseguiu se livrar do cigarro: “Não é igual a parar de beber. Sem cigarro, você fica agoniado, muito ansioso. Comecei a fumar aos 11 anos de idade, toda a minha família fuma.”
Mesmo quem não fuma percebe, nas pessoas próximas, os problemas que o cigarro causa. O servidor público Francisco Pedreiras é um exemplo de quem não se sente à vontade com o vício dos amigos: “Na hora do futebol, eles são os que se cansam mais rápido. Quando estão fumando por perto, a gente pede que procurem um lugar mais adequado, porque realmente incomoda”.
A auxiliar de limpeza Conceição Costa também observa, em uma colega de trabalho, os riscos causados pelo tabagismo: “Ela sente cansaço, tosse muito, está até com problema de diabetes por causa do cigarro”. Ex-fumante, ela reconhece que foi difícil parar de fumar: “Sem ninguém saber, eu fumava escondida no banheiro”.
Na lanchonete em que trabalha o vendedor Thiago Silva, quem mais compra cigarros são mulheres e jovens de 18 a 22 anos. Mesmo assim, o lucro não é satisfatório: “Nós ganhamos uma mixaria com a venda de cigarros, R$ 0,30 por maço. O lucro é usado para comprar outros produtos. O meu chefe já avisou que vai parar de vender cigarros no próximo mês”.
O governo federal arrecadou, em impostos, com a venda de cigarros, R$ 6,3 bilhões em 2011. Em 2012, até julho, já haviam sido arrecadados R$ 3,4 bilhões.
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Economia Verde
Publicado maio 31, 2012 r Notícias , Sustentabilidade Deixar um ComentárioTags:Brasil, cuidados, Dia Mundial do Meio Ambiente, dicas, dinheiro, Economia, empresas, meio ambiente, mundo, Planeta, RIO +20, Sustentabilidade, sustentável, Verde
No mês da concorrida Rio+20 e na semana do Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho), o Rio de Janeiro dará mais um passo importante para se credenciar como centro de referência em pesquisas de tecnologias para o fomento da chamada economia verde. Se todos os países adotarem uma economia mais verde como modelo de desenvolvimento, em 20 anos seriam criados entre 15 e 60 milhões de novos empregos no mundo. A conclusão está no relatório Rumo ao Desenvolvimento Sustentável: Oportunidades de Trabalho Decente e Inclusão Social em uma Economia Verde, divulgado hoje (31) pela Iniciativa Empregos Verdes.
O grupo, que reúne especialistas do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Organização Internacional de Empregadores (OIE) e da Confederação Sindical Internacional (CSI), mostra que o atual modelo de desenvolvimento não é mais capaz de gerar emprego produtivo e trabalho decente.
“Se a situação continuar como hoje, os níveis de produtividade dos países em 2030 serão 2,4% menores do que os atuais. Em 2050, esses níveis cairiam 7,2%. Os índices coincidem com estimativas de estudos sobre danos econômicos produzidos pela degradação do meio ambiente e a redução dos ecossistemas básicos”, sugere o relatório.
Em contrapartida, considerando apenas os empregos relacionados a produtos e serviços ambientais nos Estados Unidos, 3 milhões de pessoas já se beneficiam do novo padrão. Na União Europeia, existem 14,6 milhões de empregos diretos e indiretos na proteção da biodiversidade e recuperação dos recursos naturais e florestas, sendo mais de meio milhão só na Espanha.
Na Colômbia e no Brasil, os organismos internacionais destacaram a formalização e organização de quase 20 milhões de catadores informais. Ampliando as possibilidades de ocupação, o relatório aponta que o Brasil já criou cerca de 3 milhões de empregos com iniciativas sustentáveis, o que representa aproximadamente 7% do emprego formal.
De acordo com o estudo, é possível obter ganhos líquidos na taxa de emprego entre 0,5% e 2% do emprego total existente hoje. Mas os especialistas alertam que, para que o novo modelo funcione, é preciso combinar políticas.
As orientações indicadas no relatório elencam incentivos financeiros para estimular a mudança de padrões nas empresas, a adoção de um diálogo permanente com os diversos setores da sociedade e a garantia de políticas de mercado de trabalho que complementem políticas econômicas e socioambientais.
“A Lei Nacional de Garantia de Emprego Rural na Índia e na habitação social e os programas de bolsas verdes no Brasil são bons exemplos de políticas de proteção social que contribuem para o desenvolvimento sustentável”, destaca o documento.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.jb.com.br/ambiental
Carnaval: Dicas Para Aproveitar Sem Prejudicar o Orçamento
Publicado fevereiro 13, 2012 r Sem categoria Deixar um ComentárioTags:2012, carnaval, cuidados, dicas, dinheiro, gastos, planejamento, Saúde
Já estamos com um pé no Carnaval e a folia está rondado o Brasil desde o início deste ano. Em Recife, as batucadas não cessam desde o Natal de 2011 e estamos recebendo visitas de todo o mundo, este mês.
É claro que apenas queremos ser felizes e brincar muito. Mas para a alegria durar o resto no ano, o Viva Melhor estará postando algumas dicas que todos estão carecas de ouvir mas alguns se recusam a entender e outros acabam se esquecendo…daí que o bicho pega. Então, lá vai. Para que o seu Carnaval seja, de fato, somente um momento de muito brilho e curtição!
Confira dicas para aproveitar o feriado sem prejudicar o orçamento
Boa parte dos problemas financeiros pessoais está ligada à má gestão do orçamento em momentos de festividades, como o Carnaval. Assim, para aproveitar essa data e evitar uma “ressaca” no seu bolso, vale a pena observar algumas dicas.
A recomendação dos especialistas gira em torno de duas atitudes fundamentais: planejamento e organização. Comprar por impulso e não observar seu orçamento mensal possivelmente vão comprometer sua vida financeira.
“É muito comum, nessa época do ano, as pessoas fazerem dívidas que não conseguem liquidar e que comprometem o crédito por um bom tempo. Por isso, é fundamental o planejamento financeiro para conseguir se divertir, sem prejudicar o seu orçamento mensal”, explica a diretora de recuperação da TeleCheque, Dirlene Martins.
Durante o Carnaval, portanto, apesar de ser um momento de descanso e lazer, não se deve descuidar da gestão dos gastos. Caso contrário, quando você retornar da viagem, terá muitos problemas para lidar. “Utilize o crédito de forma consciente, antecipe sonhos e evite pesadelos. Tudo é uma questão de planejamento e organização”, recomenda Dirlene.
Pensando nisso, o educador financeiro Reinaldo Domingos elaborou uma lista de dicas para retornar do Carnaval com as finanças em ordem. Confira:
1. Dentro do orçamento – escolha um local de acordo com suas reais condições financeiras; não adianta querer esbanjar em um evento fora de sua realidade e depois ter de arcar com dívidas;
2. Planejando as festas – leve para as noites apenas um limite de dinheiro contado, pois, no impulso, sempre se gasta mais do que pode;
3. Organizando eventos – organize eventos pré-bailes e festas em casas de amigos ou em sua própria casa, economizando assim no consumo de comes e bebes;
4. Cuidado com os excessos – se for beber, pegue um táxi ou deixe que um amigo que não beba dirija; evite os riscos e custos de multas e acidentes. A saúde deve ser a prioridade;
5. Esteja pronto para imprevistos – reserve sempre 20% a mais do que gastará para imprevistos. Esta reserva proporcionará mais tranquilidade, mas só deverá ser gasta em última necessidade;
6. Divida as despesas – se reúna com amigos e divida as despesas; o Carnaval é uma festa que é muito melhor e mais barata quando a compartilhamos;
7. Gaste menos – limitar as bebidas alcoólicas evita ressaca e gastos, pois este é o item com que as pessoais mais gastam e normalmente perdem o limite;
8. Dinheiro – evite levar para as festas grandes quantias de dinheiro, cartões e objetos de valor. No meio da folia você poderá perder os documentos ou mesmo ser furtado. O pouco que levar ponha em locais de confiança;
9. Use a criatividade – se estiver sem dinheiro e quiser se fantasiar, busque usar a imaginação, economizando neste item. Reciclar é uma ótima pedida;
10. Evite dívidas – evite fazer dívidas por causa de Carnaval; quatro dias de festa não podem se refletir em muitos meses de dívidas.
Fonte: Yahoo Brasil






