Posts Tagged 'Evolução'

Obesidade pode contribuir para Evolução do Câncer de Mama

Segundo um estudo publicado recentemente no Journal of Clinical Investigation, as células de gorduras dos seios podem contribuir para o crescimento de tumores na região. Esta gordura que circula no tumor tem fatores de oncogênese – que são ações celulares ou genéticas que podem causar algum tipo de câncer. 

O motivo desta relação é que, tanto nas células do tumor, como nas de gordura, foram encontradas uma grande quantidade de um tipo de proteína chamado Col6.

Segundo os pesquisadores do Centro Médico da University of Texas Southwestern, Philip Scherer e Jiyoung Park, esta proteína acelerou o crescimento dos tumores e promoveu a metástase nos ratos observados. Além disso, os roedores que receberam menos quantidade de Col6 apresentaram um crescimento considerado bem inferior do tumor e pouca metástase.

Assim, os estudos concluíram que a obesidade pode estar ligada com a progressão de casos de câncer de mama e sugere também que o controle desta proteína pode contribuir para uma nova alternativa de tratamento contra a doença.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br/

Hepatite A: Sintomas, Tratamento e Recomendações

Hepatite A é uma doença infecciosa aguda causada pelo vírus VHA que é transmitido por via oral-fecal, de uma pessoa infectada para outra saudável, ou através de alimentos (especialmente os frutos do mar, recheios cremosos de doces e alguns vegetais) ou da água contaminada.

Esse vírus pode sobreviver por até quatro horas na pele das mãos e dos dedos. Ele é também extremamente resistente à degradação provocada por mudanças ambientais, o que facilita sua disseminação, e chega a resistir durante anos a temperaturas de até 20ºC negativos.

A incidência da hepatite A é maior nos locais em que o saneamento básico é deficiente ou não existe. Uma vez infectada, a pessoa desenvolve imunidade contra VHA por toda a vida.

Diagnóstico

Além de levar em conta os sintomas, o diagnóstico da hepatite A é feito por meio da detecção de anticorpos contra o vírus VHA no sangue ou pela presença de seus fragmentos nas fezes.

Sintomas

A hepatite A pode ser sintomática ou assintomática. Durante o período de incubação, que leva em média de duas a seis semanas, os sintomas não se manifestam, mas a pessoa infectada já é capaz de transmitir o vírus.

Apenas uma minoria apresenta os sintomas clássicos da infecção: febre, dores musculares, cansaço, mal-estar, inapetência, náuseas e vômito. Icterícia, fezes amarelo-esbranquiçadas e urina com cor semelhante à da coca-cola são outros sinais possíveis da enfermidade.

No entanto, muitas vezes, os sintomas são tão vagos que podem ser confundidos com os de uma virose qualquer. O paciente continua levando vida normal e nem percebe que teve hepatite A.

Grupo de Risco

Geralmente, é na infância que se entra em contato com o vírus. Por isso, as crianças constituem grupo de risco importante, assim como os adultos que interagem com elas e os profissionais de saúde.

Evolução

Em geral, o quadro de hepatite A se resolve espontaneamente em um ou dois meses. Em alguns casos, porém, pode demorar seis meses para o vírus ser eliminado totalmente do organismo.
A hepatite A é uma doença de curso benigno, mas potencialmente grave. Embora não sejam frequentes, complicações podem surgir. Uma delas, a hepatite fulminante, é um quadro que se caracteriza pela necrose maciça e morte das células hepáticas nas primeiras seis a oito semanas da infecção. São raros os casos de pacientes com mais de 50 anos que sobrevivem a essa forma da doença.

Tratamento

Não existe tratamento especifico contra a hepatite A, nem embasamento terapêutico para recomendar repouso absoluto. Na vigência dos sintomas, porém, o próprio paciente se impõe repouso relativo.

Pessoas que vivem no mesmo domicílio que o paciente infectado ou que estão em más condições de saúde podem receber imunoglobulina policlonal para protegê-las contra a infecção.

É absolutamente fundamental que o consumo de álcool seja abolido até pelo menos três meses depois que as enzimas hepáticas voltaram ao normal.

Recomendações

* Não coma frutos do mar crus ou mal cozidos. Moluscos, especialmente, filtram grande volume de água e retêm os vírus, se ela estiver contaminada.

* Saiba que ostras que se comem cruas e mariscos são transmissores importantes do vírus da hepatite A;

* Evite o consumo de alimentos e bebidas dos quais não conheça a procedência nem saiba como foram preparados;

* Procure beber só água clorada ou fervida, especialmente nas regiões em que o saneamento básico possa ser inadequado ou inexistente;

* Lave as mãos cuidadosamente antes das refeições e depois de usar o banheiro. A lavagem criteriosa das mãos é suficiente para impedir o
contágio de pessoa para pessoa;

* Não ingira bebidas alcoólicas durante a fase aguda da doença e nos três meses seguintes à volta das enzimas hepáticas aos níveis normais;

* Verifique se os instrumentos usados para fazer as unhas foram devidamente esterilizados ou leve consigo os que vai usar no salão de beleza.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://drauziovarella.com.br


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