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Essenciais para a Saúde dos Olhos

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Presentes na cenoura, abóbora, mamão, peixes e castanhas, a vitamina A, E e o ômega 3, são considerados nutrientes essenciais para manter os olhos saudáveis e prevenir problemas como: olho seco, glaucoma, degeneração macular, além de servirem de escudo contra doenças como diabetes e pressão alta.

Confira os detalhes destes alimentos protetores, abaixo:

Alimentos Alaranjados: como cenoura, abóbora e mamão.

Estes são ricos em vitamina A e betacaroteno. Funcionam como antioxidantes que protegem a retina dos olhos além de manterem a pele mais saudável.

Óleo de Linhaça e Peixes: como salmão, sardinha, cavala, truta e atum.

Ricos em ômega 3, os peixes e o óleo de linhaça ajudam na prevenção contra a Síndrome do Olho Seco, melhoram a circulação sanguínea, aumentando a quantidade de oxigênio e nutrientes enviados para as células dos olhos.

Alimentos Verdes: como couve, brócolis e espinafre.

Ricos em luteína e zeaxantina, estes alimentos melhoram a percepção de brilho e facilitam a visão à distância. Contêm também o ácido fólico, mineral que estimula a produção de sangue e previne anemias, aumentando a quantidade de oxigênio recebido pelas células dos olhos.

Temperos Naturais: como cebola, alho e gengibre.

São altamente benéficos para a circulação sanguínea e controle do colesterol. Previnem contra a pressão alta e diabetes, que podem causar doenças oculares como glaucoma e catarata.

Informações parciais da fonte: http://www.tuasaude.com/alimentos-para-os-olhos/

 

 

 

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Alimentos para o Bom Humor

Alimentos e sensações caminham juntos para os seres humanos. Essa ligação começa quando o bebê nasce: ao ser amamentado, ele não apenas é nutrido, mas sente prazer. A explicação para esse envolvimento de nossas emoções é científica: a química dos alimentos é capaz de alterar a produção de neurotransmissores – substâncias que transmitem impulsos nervosos no cérebro e são responsáveis pelas sensações.

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Por isso, a máxima de que você é o que come se aplica também ao bom humor. Há uma série de alimentos que podem contribuir para melhorar o ânimo porque estimulam a produção dos neurotransmissores responsáveis pelo prazer, bem-estar e euforia – entre os quais serotonina, dopamina, noradrenalina e acetilcolina.

O mais estudado neurotransmissor é a serotonina. “Sua produção pode ser aumentada com o consumo de alimentos ricos em triptofano, um aminoácido, e carboidratos”, explica Rosana Raele , nutricionista do Centro de Medicina Preventiva Einstein. É por isso que quando alguém está chateado e como um doce tem a sensação de que melhorou.

Na Inglaterra, o estudo Food and Mood Project (Projeto Comida e Humor) revelou que mudanças no que comemos podem ser positivas para a saúde mental. Cerca de 200 pessoas fizeram uma dieta recomendada e avaliaram o impacto da mudança nutricional no seu humor. A experiência mostrou que 26% tiveram uma melhora na instabilidade emocional, 24% na depressão e 26% em ataques de pânico e ansiedade. Os indivíduos estudados diminuíram o consumo de açúcar, cafeína, álcool e chocolate e aumentaram o de frutas, peixes e líquidos.

Uma observação importante: ficar muito tempo sem comer reduz os níveis de glicose, o que pode afetar negativamente o humor. Assim, o ideal é alimentar-se seis vezes ao dia: café-da-manhã, lanche, almoço, lanche, jantar e ceia. Um exemplo de cardápio saudável e ótimo para o astral é apresentado adiante.

Fontes de bom humor

Conheça alguns dos principais alimentos que podem ajudar a melhorar e manter o astral.

Chocolate

Além do açúcar, contém tirosina – substância que estimula a produção de serotonina – e minerais importantes como cobre, manganês e magnésio (nutriente que fica em falta no período pré-menstrual). Dispara a produção de endorfina e dopamina, neurotransmissores responsáveis pelo relaxamento. Os mais recomendados são os com 70% de teor de cacau pelo alto poder antioxidante.

Aveia

Cereal que contém altas doses de triptofano. Além do aminoácido que auxilia o organismo a liberar a serotonina, também tem bons níveis de selênio, que colabora para a produção de energia.

Banana madura

Contém duas substâncias que auxiliam o humor: os carboidratos, que estimulam a produção de serotonina e a vitamina B6, que garante mais energia. É ótima como opção de lanche rápido.

Brócolis

Rico em ácido fólico, que é importante para a liberação da serotonina. Além de garantir o bom humor, renova as células e previne defeitos no sistema nervoso dos fetos, portanto é essencial para as gestantes.

Espinafre e folhas verde-escuras

Têm efeito antidepressivo por serem ricos em magnésio – que atua na produção de energia, potássio e vitaminas A, C e do complexo B, que ajuda a manter o sistema nervoso tranquilo.

Frutas oleaginosas

São as nozes, castanhas, amêndoas e a mais poderosa de todas, a castanha-do-brasil. Auxiliam na diminuição do estresse por conterem um importante antioxidante, o selênio.

Laranja, maracujá e jabuticaba

Por terem altas doses de vitamina C, previnem o cansaço e combatem o estresse. Também colaboraram com as defesas do organismo. A jabuticaba ainda tem a vantagem de conter vitaminas do complexo B.

Leite

Produz um efeito relaxante em toda a musculatura graças ao triptofano, que é precursor da serotonina.

Ovos

Contêm substâncias que garantem o bom humor, como a tiamina e niacina (vitaminas do complexo B), além de fazerem bem para a memória.

Peixes e frutos do mar

Grandes fontes de minerais importantes para a atividade cerebral, como o selênio. Também ajudam a combater o cansaço e a ansiedade. Os frutos do mar são ricos em zinco, mineral essencial para o bom humor.

Pimenta

A sensação de ardência é provocada pela capsaicina – substância presente na pimenta – e faz com que o cérebro produza mais endorfina, neurotransmissor responsável pela sensação de euforia. A pimenta-de-cheiro, a vermelha e a malagueta são as melhores para o humor.

Sementes de abóbora e girassol

Ricas em triptofano, além auxiliarem na manutenção do bom humor, também ajudam a melhorar a qualidade do sono. Podem ser consumidas entre as refeições, como lanche.

Alface

Tem poderoso efeito calmante em razão da lactucina, substância presente em maior quantidade nos talos e coração, que devem fazer parte das saladas, juntamente com as folhas.

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Cardápio animado

Uma alimentação balanceada, sem radicalismo e perseguição de determinados itens, é sempre a mais recomendada. “É importante manter o equilíbrio no fornecimento de nutrientes, principalmente os envolvidos em uma estrutura bioquímica essencial como o nosso cérebro”, diz a nutricionista Rosana.

Ela elaborou este exemplo de cardápio com 2000 calorias para um dia com bastante bom humor e energia.

Café da manhã

  • 1 copo de suco de laranja
  • ½ mamão papaia com aveia
  • 2 fatias de pão integral
  • 1 fatia de queijo branco

Lanche da manhã

  • 3 castanhas-do-pará

Almoço

  • Salada de folhas verdes com tomate
  • 3 colheres (sopa) de arroz integral
  • 1 concha de feijão
  • 3 colheres (sopa) de espinafre refogado
  • Salada de frutas

Lanche da tarde

  • 1 banana com aveia

Jantar

  • Salada de folhas verdes / cenoura/ beterraba
  • 3 colheres (sopa) de arroz integral
  • Salmão assado com amêndoas
  • Brócolis sautée
  • Melão ou jabuticabas

Ceia

  • Chá de erva-doce
  • 4 biscoitos integrais

 

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.einstein.br/

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7 doenças de olhos que podem ter diagnósticos precoces

Eles nos apresentam as cores, as formas, as paisagens, as pessoas. Apesar de serem tão importantes, os olhos costumam ser deixados de lado quando o assunto é saúde. É mais do que comum as pessoas procurarem um oftalmologista apenas ao perceberem que não estão enxergando tão bem de longe ou de perto, quando o ideal é que isso ocorra periodicamente. Só assim há a possibilidade de diagnósticos precoces, evitando que possíveis problemas se agravem e evoluam até mesmo para a cegueira.

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O primeiro exame oftalmológico deve ser realizado logo que a criança nasce e pelo próprio pediatra. “É o exame do reflexo vermelho, que pode detectar, por exemplo, tumores, catarata congênita (opacificação do cristalino), glaucoma congênito (aumento da pressão nos olhos), leucocoria (reflexo pupilar branco) e infecções, como a toxoplasmose, que a mãe contaminada pode passar ao filho e causar uma cicatriz no fundo do seu olho”, afirma Rodrigo Angelucci, professor de oftalmologia da Faculdade de Medicina do ABC. De forma geral, os pequenos têm de visitar o médico especialista em olhos a cada seis meses até completar 10 anos. A partir de então, as consultas passam a ser anuais.

No caso dos adultos, os oftalmologistas ficam atentos às ametropias (miopia, hipermetropia e astigmatismo), catarata, glaucoma, retinopatia diabética e hipertensiva (alterações no fundo do olho relacionadas a diabetes e a hipertensão arterial) doenças degenerativas, entre outras. “Se o paciente notar qualquer problema no olho, mesmo sendo leve, deve procurar um médico também”, ressalta Angelucci.

Como prevenir é sempre a melhor alternativa, o professor lista algumas dicas para colaborar com os olhos. Uma delas é evitar coçá-los, porque o ato possibilita o surgimento de lesões na córnea e retina, levando à cegueira em casos mais graves. Sempre que receitado, use óculos ou lentes, caso contrário os resultados são dores de cabeça, olhos cansados e secos. Mantenha também uma dieta balanceada e invista em alimentos com ômega-3, zinco, selênio e vitaminas A e E. Portanto, inclua no cardápio carnes vermelhas, peixes, verduras escuras (como couve e espinafre), cenoura e frutas.

Doenças

Confira sete doenças que podem ser detectadas com exames periódicos, de acordo com Rodrigo Angelucci, professor de oftalmologia da Faculdade de Medicina do ABC:

Ametropia:

erro de refração ocular, como miopia (não enxerga claramente de longe), hipermetropia (não enxerga claramente de perto) e astigmatismo (visão distorcida de longe e de perto). Os problemas de visão podem ser corrigidos com o uso de óculos, lentes e cirurgias a laser.

Catarata:

é a opacificação do cristalino, que geralmente acontece após os 60 anos, mas algumas crianças podem já nascer com o problema. “Todas as pessoas terão catarata algum dia, umas mais cedo e outras mais tarde. É um desgaste natural”, afirma o médico. O tratamento é cirúrgico e consiste em remover a catarata e implantar uma lente intraocular.

Estrabismo:

a criança pode nascer estrábica (vesga, como é chamada popularmente) e, em alguns casos, isso tem relação com alguma doença ocular, como tumor e glaucoma congênito. Há também a chance de aparecer após os seis meses de vida. Se notar qualquer sinal de desvio dos olhos dos filhos, procure um médico. O tratamento consiste em usar tampão e óculos. Se não resolver, a solução é a cirurgia. Caso não cuide, o incômodo estético permanece, além da possibilidade de prejudicar a visão.

Glaucoma:

é o aumento da pressão nos olhos, que, se não for tratado, pode levar à perda gradual e irreversível da visão. “Os fatores de risco para desenvolver a doença são hipertensão, idade acima de 40 anos, diabetes, histórico familiar, raça negra, longo tratamento com esteroides e/ou altos graus de miopia”, de acordo com a Sociedade Brasileira de Oftalmologia. Há a possibilidade de bebês nascerem com a doença. O tratamento consiste no uso de colírios. Ainda há como alternativas o laser e a realização de cirurgias.

Leucocoria (reflexo pupilar branco):

o exame do reflexo vermelho possibilita a identificação do problema, que é o reflexo branco da pupila. Em crianças maiores, há a possibilidade de perceber o reflexo branco em fotos comuns. Pode ser sinal de tumor ou de retinopatia da prematuridade (alteração no crescimento da retina), por exemplo. O tratamento depende da avaliação do oftalmologista e pode ser clínico, com laser ou cirurgia. Se não tratar precocemente, há chances de levar à cegueira.

Olho saltado (exoftalmia e proptose):

há alguns motivos que podem fazer com que o olho se projete para fora. Entre eles estão doenças da tireóide e tumores. Se notar qualquer assimetria no tamanho e distância dos olhos, procure um médico. O tratamento consiste em solucionar os problemas que causaram os olhos saltados. Em alguns casos, há a necessidade de cirurgia para corrigir também as suas posições.

Olho seco:

pode estar associado a ametropias ou ao olho saltado, por exemplo, e consiste no ressecamento dos olhos, levando à vermelhidão e irritação crônica. O tratamento é baseado, geralmente, no uso de lubrificantes oculares. Se não seguir as recomendações médicas, a pessoa pode desenvolver conjuntivite (inflamação na conjuntiva) e ceratite (inflamação da córnea).

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br/

Alimentação Saudável Previne Doenças Oculares

Vários estudos já comprovaram os benefícios da alimentação saudável, com redução de carne vermelha, açúcar e sal, frituras e gordura trans. O que pouco se fala é que, além de prevenir diversos tipos de câncer e doenças do coração, uma dieta bem equilibrada também tem o poder de retardar ou atenuar doenças oculares.

“Obviamente, é preciso tomar uma série de medidas para o bem da saúde em geral, não apenas mudar os hábitos de alimentação. Combater o sedentarismo, realizar check-ups regulares, usar protetor solar todos os dias (inclusive quando não há sol) e, principalmente, parar de fumar são atitudes que contribuem grandemente para fortalecer o organismo. Mas uma dieta bem elaborada, privilegiando alimentos antioxidantes – que combatem o envelhecimento – pode trazer grandes benefícios, retardando doenças como a degeneração macular, catarata, olho seco e tantas outras”, diz o doutor Renato Neves, diretor do Eye Care Hospital de Olhos.

De acordo com o especialista, todas as dietas saudáveis devem incluir grandes quantidades de frutas, legumes e verduras frescas – que podem ser consumidas ao longo do dia. A ideia é aumentar a ingestão de vitaminas, minerais, proteínas saudáveis, ômega-3 e luteína.

“Frutas de várias cores e verduras de tonalidade verde-escuro, como espinafre, couve e brócolis, contêm antioxidantes que protegem os olhos, reduzindo os danos provocados pelos radicais livres. Ovos, milho verde, mamão, laranja e kiwi também contêm luteína, substância fundamental no combate à degeneração macular relacionada à idade. A esses alimentos, acrescentamos cenoura e abóbora, que também são ricas em vitamina A e contêm muita vitamina C”, diz Neves.

Na opinião do médico, as pessoas ainda devem incluir na dieta importantes fontes de ômega-3 e reduzir a ingestão de sódio. Peixes, castanhas, óleo de linhaça e canola contribuem também para evitar a síndrome do olho seco – tão comum nas grandes cidades e na terceira idade. “Se alguns alimentos contribuem para a saúde dos olhos e para o bem-estar do paciente, o sódio pode colocar tudo a perder quando ingerido em altas quantidades, levando ao desenvolvimento de catarata. Por isso é tão importante ficar de olho nas embalagens e preferir comprar alimentos prontos com baixa quantidade de sódio”.

Complexos multivitamínicos contribuem para a saúde ocular

Pessoas que não têm restrições médicas – como quem faz uso de determinados remédios de uso contínuo, gestantes ou mulheres que estão amamentando – podem tirar grande proveito dos complexos vitamínicos, contribuindo para ter uma visão melhor por mais tempo.
Na opinião do oftalmologista Renato Neves, as cápsulas são bastante úteis para quem não consegue se adequar à dieta de forma natural. “Considere um multivitamínico diário composto por: 500 mg de vitamina C, 400 UI de vitamina E, 15 mg de betacaroteno, 80 mg de zinco, 2 mg de cobre, 400 microgramas de ácido fólico, complexo de vitaminas B e 2.500 mg de ômega-3. Também é indicado ingerir bastante líquido para hidratar o organismo”.

“Salada para os olhos” (Dr. Renato Neves):

§ 1 maço de espinafre cortado
§ 6 folhas frescas de alface romana
§ 2 cenouras raladas
§ 1 berinjela pequena levemente cozida e cortada em cubos
§ 1 maço de brócolis
§ Cubinhos de pimentões amarelo, vermelho e verde, sem pele
§ 6 couves de Bruxelas
§ Sementes de linhaça dourada
§ Castanhas do Pará trituradas

“Molho Caesar Ocular”:

§ 2 colheres (sopa) de óleo de canola
§ Suco de um limão
§ 2 colheres (sopa) de vinagre de maçã
§ 1 filé de anchova ralado
§ 1 gema de ovo
§ 1 colher (sopa) de mostarda de Dijon
§ 100 g de queijo parmesão

“Para uma refeição completa, a salada deve ser acompanhada de um salmão ou atum grelhado”, recomenda o médico.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.drvisao.com.br

Alimentos do Outono: Nutrientes para Aproveitar

O outono chegou e, com ele, os dias se tornam de clima ameno e à noite dá aquele friozinho. Com a mudança da estação, entra uma nova safra de verduras, legumes e frutas – aliás, a estação é considerada a das frutas, devido à grande variedade encontrada nesta época.

Veja a seguir uma lista de 28 alimentos da safra elaborada a pedido do Terra pelas seguintes especialistas: Alessandra Paula Nunes; Paula Riccioppo e Polliana Neves de Sá, nutricionistas, no Rio de Janeiro.

Abacate: rico em gorduras monoinsaturadas e fibras. Ajuda a controlar o colesterol, melhora o sistema circulatório e a pele. Contém ácido fólico, que auxilia na prevenção de efeitos congênitos (que nascem com a pessoa), e potássio, indicado para inchaços, fadiga, depressão, problemas cardíacos e derrames.

Abobrinha: encontrada de março a maio, é fonte de vitaminas do complexo B e possui poucas calorias. Contém também minerais como fósforo, cálcio e ferro.

Agrião: rico em vitamina C e iodo, importantes para a produção de colágeno, cicatrização, metabolismo, além de colaborar na manutenção de peso e emagrecimento.

Almeirão: fonte de cálcio, fósforo, ferro, vitaminas A e B2. Ajuda no metabolismo, auxiliando no emagrecimento, formação de ossos e contração muscular, produção de células sanguíneas.

Banana: repleta de potássio, é importante para a contração dos músculos. A fruta protege contra doenças cardíacas, já que mantém o equilíbrio de líquidos e evita o acúmulo de placas nas artérias. É rica em fibras e, por isso, benéfica para a digestão, aliviando e restaurando o intestino após a prisão de ventre ou a diarreia. Age como antiácido, sendo indicada em casos de azia, gastrite e úlcera.

Batata-doce: é fonte de potássio e cálcio, importantes na formação de ossos, contração muscular e na diurese.

Berinjela: fonte de vitaminas e minerais, tem antocianina, fitoquímico antioxidante que preserva o organismo de doenças crônicas não transmissíveis. É um alimento pouco calórico e proporciona uma sensação de saciedade (devido o seu alto teor de fibras). É rico em proteínas, vitaminas C (poderoso antioxidante), B1 (importante para o metabolismo energético do organismo), B2 (participa na formação de hemácias). Possui também uma boa quantidade de minerais, como cálcio (formação óssea e dentária), ferro (transporte de gases no sangue) e magnésio (atua como relaxante muscular). Estudos recentes apontam que a berinjela ajuda a reduzir o colesterol.

Beterraba: a melhor época para adquiri-las é de março a maio. Sua cor vermelho-arroxeada deve-se à presença da betalaína, um corante que é importante antioxidante. Diferentemente do que muitos pensam, não é fonte de ferro (contém apenas cerca de 0,8 mg) em sua composição. Esta hortaliça contém betacaroteno (um precursor da vitamina A), B1, B2, B5, e apresenta ainda minerais como o cálcio, sódio, fósforo e o silício, que é parte integrante do colágeno; e o zinco, que juntamente com o ferro e o cobre ajuda na formação de glóbulos vermelhos.

Brócolis: começa a ficar bonito em junho. Contém grande quantidade de vitaminas C e A, ácido fólico, potássio e selênio. Também é fonte de fósforo, ferro, cálcio e fibras. Os teores de cálcio são próximos ao do espinafre, com a vantagem de serem mais digestíveis.

Caqui: é rico em fibras e vitaminas A, C, B1 e B2. Possui cálcio e ferro. A fruta é considerada um antioxidante por combater os radicais livres (relacionados ao envelhecimento precoce, a alguns cânceres, entre outras doenças).

Chuchu: fonte de potássio e vitaminas A e C, importantes na boa aparência da pele e visão. É diurético.

Coco: o valor nutritivo da fruta varia de acordo com seu estado de amadurecimento. De maneira geral, apresenta bom teor de sais minerais (potássio, sódio, fósforo e cloro) e fibras, importantes para o estímulo da atividade intestinal, além de ser diurético.

Espinafre: fonte de ferro e tem importante função no trabalho das células sanguíneas.

Figo: possui boa quantidade de magnésio, potássio, cálcio, ferro e fibras. Na fruta, destaca-se a pectina, uma fibra solúvel que ajuda a reduzir o colesterol no sangue. O consumo de figos juntamente com uma fruta cítrica ou outra fonte de vitamina C aumenta absorção de ferro pelo organismo.

Goiaba: rica em vitaminas A, B1 e C, além de possuir cálcio, fósforo, ferro e fibras insolúveis. Não contém muito açúcar, gordura e calorias. Auxilia no combate a infecções e hemorragias; fortifica os ossos, os dentes e o músculo cardíaco; melhora a cicatrização e o aspecto da pele, retardando o envelhecimento; regula o aparelho digestivo e o sistema nervoso; e dá maior resistência física. Auxilia no metabolismo de carboidratos, ajudando no emagrecimento.

Jiló: fonte de cálcio, fósforo e ferro, além de vitaminas A, B e C.

Kiwi: são encontrados facilmente de abril a setembro. É uma fruta rica em vitamina C, E e potássio. Fonte de pectina, uma fibra que ajuda a controlar o nível de açúcar e colesterol no sangue. Tem efeito laxativo. Pode-se utilizá-lo como amaciante de carnes, por sua acidez.

Laranja: rica em vitamina C, cálcio, fósforo e ferro. Melhora a imunidade e apresenta vários antioxidantes, que ajudam a reduzir o colesterol, as inflamações e a bloquear as células cancerígenas. Contém fibras que auxiliam na diminuição dos problemas intestinais, além de dar energia. Também auxilia na produção de colágeno da pele.

Limão: rico em flavonoides cítricos, como a vitamina C, tem importante função antioxidante (combate os radicais livres, relacionados ao envelhecimento precoce e alguns cânceres). Apresenta alto teor de sais minerais. Fortalece a imunidade, ajuda na cicatrização de feridas e fortifica as paredes dos capilares sanguíneos. Por ser antisséptico, é usado para tratar infecções respiratórias. A capacidade de extrair e dissolver ajuda no tratamento de furúnculos e abscessos. Estimula o fígado e pode ser usado como desintoxicante quando ingerido com água. Importante também na produção de colágeno, proporcionando rigidez à pele.

Maçã: contém vitaminas B1, B2 e niacina, além de minerais como ferro e fósforo. É rica em pectina, que se liga a toxinas e ao colesterol, expelindo-os do organismo; e em ácido málico, que ajuda o corpo a gastar energia de forma eficiente. A fruta contém quercetina, antiinflamatório que diminui o risco de problemas cardiovasculares. Estimula o fígado e os rins.

Mamão: a fruta é rica em propriedades terapêuticas e possui benefícios à saúde devido à enzima papaína, encontrada em maior quantidade no fruto verde. Tem um importante papel no bom funcionamento do aparelho digestivo e está associada como um acelerador do processo de cicatrização, muito utilizado em tratamentos de úlceras. É excelente fonte de vários sais minerais como cálcio, ferro, sódio, potássio e fósforo, que auxiliam na construção dos músculos e no crescimento do corpo, no combate à anemia, na formação de ossos e dentes. Contém grandes quantidades de vitaminas A e C e fibras. Age ainda como antiinflamatório e combate várias doenças como a diabete, úlcera péptica e gota, e ainda ajuda na prevenção contra o câncer.

Maracujá: possui alto valor nutritivo. Rica em vitamina C e vitaminas do complexo B (B2 e B5), a fruta contém também quantidades razoáveis de sais minerais como ferro, cálcio e fósforo. Funciona como um calmante suave. As suas sementes são poderosos vermífugos. A vitamina C dá resistência aos vasos sanguíneos, evita a fragilidade dos ossos e má formação dos dentes, age contra infecções e ajuda a cicatrizar os ferimentos. As vitaminas do complexo B têm como função evitar problemas de pele, do aparelho digestivo e do sistema nervoso, além de serem essenciais ao crescimento e evitarem a queda dos cabelos. Cálcio e fósforo são os minerais que participam da formação de ossos e dentes, da constituição muscular e da transmissão normal dos impulsos nervosos. Já o ferro contribui para a boa formação do sangue.

Melancia: contém alto teor de água, o que ajuda na hidratação. Apresenta vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, potássio, fósforo e ferro. Tem propriedades diuréticas e ainda ajuda na produção de células sanguíneas, formação de ossos e atua no metabolismo de carboidratos, auxiliando no emagrecimento.

Nabo: encontrado de março a maio é fonte de fibras com poucas calorias. Apresenta vitamina C, cálcio e potássio. As folhas de nabo, que muitos jogam fora, são mais nutritivas que as raízes. Uma xícara de folhas cozidas fornece 40 mg de vitamina C, aproximadamente 200 mg de cálcio e quase 300 mg de potássio. Além disso, ao contrário das raízes, as folhas são uma excelente fonte de betacaroteno, um antioxidante que o organismo transforma em vitamina A.

Pera: rica em vitaminas A, B1, B2 e C, sódio, potássio, cálcio, fósforo, enxofre, magnésio, silício e ferro, niacina, sódio e fibras. Pode ser utilizada para prisão de ventre, inflamação intestinal e na bexiga, além de auxiliar o sistema nervoso e na formação dos ossos e dentes. Atua também no metabolismo de carboidratos, auxiliando no emagrecimento.

Repolho: fonte de antocianinas, vitamina A e C. Auxilia no emagrecimento, produção de hormônio, cicatrizante, bom para reumatismo, previne câncer, antioxidante, estimula o sistema imunológico. A melhor época para comprá-lo é de março a abril. Trata-se ainda de um alimento pouco calórico e rico em fibras.

Rúcula: tem grande quantidade de vitaminas C (é responsável pela redução do risco de câncer e ataques cardíacos e aumento da resistência a viroses) e vitamina A. Dentre os minerais, podemos destacar o potássio e o ferro, e por isso auxilia na prevenção da anemia. Exerce também uma função especial sobre o funcionamento dos intestinos, atuando como antiinflamatório.

Tangerina: fonte de vitaminas A, B e C, e em menor grau, de sais minerais como cálcio, potássio, sódio, fósforo e ferro. A vitamina C, junto com o cálcio e o fósforo, são essenciais para o desenvolvimento de dentes e ossos, e para a vitalidade dos vasos sanguíneos. A vitamina C também ajuda a combater infecções, a aumentar a resistência do organismo e a absorver o ferro de outros alimentos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra acessando o site: Saúde.terra.com.br

Alimentos que Melhoram a TPM

É revelador observar a grande freqüência de mulheres que procuram os consultórios médicos referindo vários desconfortos que surgem todos os meses. Surpreendentemente, existem descritos mais de 150 sintomas relacionados à Tensão Pré-Menstrual (TPM) incluindo os psicológicos, os físicos e os comportamentais. Entre as queixas referidas é comum serem percebidos nervosismo, perda da auto-estima, enxaqueca, dores nas mamas, distensão abdominal, inchaço no corpo, aumento de peso, calores, náuseas, desmaios, fraqueza, esquecimento, aumento ou diminuição da libido, alteração do apetite, distúrbios do sono (aumento ou diminuição), isolamento das atividades sociais e profissionais.

As principais características dos sintomas da TPM é que eles aparecem geralmente uma ou duas semanas antes das menstruações e somem completamente durante o período de sangramento. Estima-se que aproximadamente 90% das mulheres no período reprodutivo apresentem algum tipo de sintoma durante os dias antecedentes às menstruações. Dependendo do tipo e da intensidade, esses sintomas podem comprometer o bem-estar feminino com repercussões na família ou no meio social em que vive a mulher.

Até o momento, a medicina ainda não estabeleceu a causa da tensão pré-menstrual, embora seja sugestivo que pequenas oscilações nos níveis sanguíneos dos hormônios estrogênio e progesterona possam desencadear os sintomas. Possivelmente, a deficiência de serotonina esteja relacionada com o mecanismo de alguns sintomas depressivos da TPM. Essa substância é importante na regulagem do comportamento individual que melhora o humor e o sentimento de alegria. Além disso, algumas evidências sugerem o envolvimento das deficiências de cálcio e de magnésio com o aparecimento de sintomas físicos e emocionais.

Em aproximadamente 5% das mulheres em fase reprodutiva, nas quais os sintomas da depressão, ansiedade, raiva e irritabilidade são muito intensas, caracteriza outra disfunção chamada distúrbio disfórico pré-menstrual – um tipo de TPM, digamos, mais grave. Nesses casos a desordem psíquica associada aos sintomas da TPM é mais intensa, necessitando acompanhamento psiquiátrico.

Apesar das várias medicações disponíveis para o tratamento da TPM uma dica importante para a mulher que quiser melhorar os sintomas da TPM é mudar os hábitos de vida. Por exemplo, a alimentação inadequada contribui para o aparecimento de distensão abdominal, náuseas, inchaços nos corpo, dores nas mamas, alterações do humor e outras queixas. Por essa razão, o ideal é procurar fazer refeições mais freqüentes, com menor quantidade de comida para facilitar à digestão e ingerir alimentos mais leves, com teor reduzido de gordura saturada e sal. A escolha do cardápio deve privilegiar a presença de alimentos ricos em carboidratos compostos, como frutas, vegetais e grãos.

O uso de nutrientes com alta concentração de magnésio também é benéfico para quem tem TPM. Sendo assim, toda ênfase deve ser dada para o consumo de feijão, soja, lentilha, ervilha e vegetais de folhas verdes escuras, incluindo agrião, espinafre e rúcula. Outros tipos de alimentos favoráveis são os grãos, como aveia, granola, arroz e farinha de trigo integral. Da mesma maneira, peixe, carne branca em geral e derivados com alto teor de cálcio, como leite desnatado e queijo magro, não podem faltar na dieta. Ao contrário, além da gordura saturada e do sal, o consumo de cafeína, refrigerantes, álcool, açúcar e fumo devem ser evitados ao máximo.

O controle da TPM é, portanto, perfeitamente possível, desde que seja feito com auxílio médico e avaliação periódica, adequada e constante. Isso dará direcionamento ao tratamento e permitirá à mulher se beneficiar com a melhora dos sintomas.

José Alexandre Portinho

Doutor e Mestre em Ginecologia pela UFRJ

Médico Nutrólogo da ABRAN – Associação Brasileira de Nutrologia

Fonte: www.mulhersaude.com.br 

Definindo Diabetes

Dra. Luciana Diniz Carneiro Spina Endocrinologia e Diabetologia CRM: 5262528-0 Especialista Titulado pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). Membro da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). Mestrado e Doutorado em Endocrinologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

1. O que é diabetes, quais as principais diferenças entre os tipos existentes e quais os sintomas?

É uma doença de causas variadas, devido a falta total ou parcial de insulina (hormônio produzido no pâncreas) e/ou incapacidade da insulina de exercer suas ações. Como conseqüência as células não aproveitam adequadamente a glicose no sangue, provocando sua elevação.

Tipo 1 – È a forma mais grave e menos freqüente. Normalmente ocorre em crianças, adolescentes e adultos jovens, quando o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. Nesses casos, injeções de insulina precisam ser usadas diariamente. Nessas pessoas, sem o tratamento adequado, o nível de açúcar no sangue se apresenta muito elevado Devido à gravidade da doença é necessário tratamento bastante intenso. Caso contrário, o paciente pode entrar em estado de coma diabético, também conhecido com cetoacidose.

Tipo 2 – Esse é o tipo mais comum da doença. Acometem com maior freqüência os adultos. Na maioria dos casos está diretamente associada à vida sedentária e à obesidade, principalmente naqueles com o aumento de gordura na região do abdômen. Nesses casos, o doente não apresenta ausência de insulina, na verdade, há uma resistência a ela e seus níveis podem até estar elevados. Entre as complicações provenientes da doença estão, a diminuição da visão, problemas nos rins, problemas cardíacos e de circulação do sangue. Esse tipo de diabetes é decorrente de uma pré-disposição hereditária associada aos maus hábitos alimentares, ao sedentarismo, à pressão alta e aos níveis de gordura no sangue elevados. Geralmente quando as pessoas percebem os sintomas a doença já pode estar instalada no organismo há um determinado tempo. O açúcar elevado no sangue pode causar sintomas como visão turva ou embaçada, muita sede, urina abundante, tonteiras, dificuldades de cicatrização de machucados, cansaço, dormências e formigamentos, principalmente nas pernas.

2. O consumo de açúcar pode provocar a doença? Por que?

O fato de consumir açúcar em grande quantidade não faz com que a pessoa fique propensa a desenvolver o diabetes. O diabetes na maioria das vezes é hereditário e esta associado à obesidade.

3.Quais as melhores formas de tratamento?

Não existe melhor forma. Cada paciente terá uma necessidade diferente. Os principais pontos do tratamento são: Alimentação balanceada, Atividade física e Medicação, que pode ser comprimidos orais ou insulina. O melhor tratamento será aquele que melhor controlar os níveis de açúcar no sangue.

4. Qual a relação existente entre diabetes e a relação sexual?

O diabetes pode ser causa de disfunção sexual tanto em homens quanto em mulheres causando disfunção erétil e diminuição da libido.

5. Se o tratamento não for seguido, quais as conseqüências que a doença pode trazer?

Complicações relacionadas aos altos níveis de açúcar no sangue como a cetoacidose, uma espécie de coma diabético ou as complicações crônicas: acometimentos dos nervos, olhos, rins e circulação sanguínea. Em alguns casos pode levar à infarto do miocárdio, falência renal com necessidade de diálise, cegueira e amputações.

6. Os pés é uma das maiores preocupações de quem tem a doença. Por que? Quais os principais cuidados que é preciso ter com essa região?

O indivíduo com diabetes costuma apresentar má cicatrização dos machucados. Isso acontece em função da má circulação do sangue. Por isso, é muito comum que essas pessoas tenham feridas crônicas nos pés. Além da má circulação sangüínea pode haver a perda da sensibilidade nas plantas dos pés devido à neuropatia (acometimento dos nervos periféricos). Isso acontece com mais freqüência quando os pacientes estão com as taxas de açúcar no sangue muito elevadas. Quando o diabético está com a taxa de açúcar elevada apresenta baixa imunidade e, por isso, qualquer tipo de infecção pode ter seu efeito agravado. Quando a infecção se espalha, uma ferida do tipo úlcera pode levar à amputação da parte envolvida. Ao perceber o surgimento de feridas o paciente deve procurar imediatamente o médico.

Artigo concedido pela Equipe Portal Diabetes. Divulgado pacialmente. Maiores informações, consultar: www.portaldiabetes.com.br

Alimentos Inteligentes

Segundo pesquisas britânicas, as taxas de câncer dobraram nos últimos 30 anos. As causas apontadas no estudo, atribui o crescimento da doença, ao fato de um número maior de pessoas estar vivendo mais tempo e o câncer ser um mal que costuma afetar pessoas idosas. Outro motivo seria o estilo de vida que, cada vez mais, as pessoas levam nos grandes centros urbanos, que envolve muito estresse, má alimentação (fast-food), poluição, sedentarismo e noites mal dormidas.

Para frear esse quadro e buscar um equilíbrio nessa loucura diária, aposte na alimentação! Confira os chamados “alimentos inteligentes” que, além de promoverem o seu bem-estar também podem prevenir seu organismo de vários tipos de cânceres:

Cebola: ajuda na circulação e também no bloqueio das nitrosinas, substâncias tóxicas causadoras do câncer. Outra vantagem do tubérculo é fortalecer o sistema imunológico.

Morango: rico em ácido elágico, combate doenças degenerativas, além de sintomas de estresse. Excelente fonte de ácido salicílico, indicado no tratamento de reumatismo.

Azeite de Oliva virgem ou extravirgem: é antioxidante, possui ácidos graxos e vitaminas E. É um dos principais ingredientes da Dieta Mediterrânea, conhecida por reduzir os riscos de câncer e problemas cardiovasculares.

Repolho: rico em caroteno, vitamina C e B6, a verdura ativa o metabolismo de carboidratos, proteínas e gorduras. Também contém ácido fólico e fibras, o que ajuda a prevenir vários tipos de câncer, principalmente do aparelho digestivo.

Arroz integral: assim como o pão, o arroz integral também possui vitamina B e fibras que contribuem para o bom funcionamento do intestino.

Brócolis: têm compostos importantes para a prevenção de diversos tipos de câncer. O sulforafeno, por exemplo, elimina substâncias químicas das células, responsável por mutações cancerígenas.

Manga: é rico em vitamina A (sobretudo quando madura) C e E. Também Contém sais minerais, como ferro.

Alho: seus compostos antioxidantes como a quercitina, o sulfato de dialil e o ajoeno ajudam a prevenir o câncer e também protegem o coração.

Espinafre: possui minerais como ferro, cálcio e fósforo e vitamina A e do complexo B. Também é rico em ácido fólico, para a manutenção do sangue, ossos e dentes. Protegem a pele, o aparelho digestivo e o sistema nervoso.

Kiwi: é uma fruta rica em vitamina C e fibras solúveis, o que fortalece o sistema imunológico e auxilia no funcionamento do intestino.

Postado por Edson Fabrício
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Imagem: reprodução


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