ASMA

PIxabay Mulher Doente young-woman-2239269_1920

Asma é o estreitamento dos bronquíolos (pequenos canais de ar dos pulmões), dificultando a passagem do ar e provocando contrações ou broncoespasmos. As crises comprometem a respiração, tornando-a difícil. Quando os bronquíolos inflamam, segregam mais muco o que aumenta o problema respiratório.

Trata-se de uma doença crônica bastante comum que afeta tanto crianças quanto adultos, sendo um problema mundial de saúde, acometendo cerca de 300 milhões de pessoas e uma das principais responsáveis pelas faltas escolares e no trabalho.

Estima-se que no Brasil existam aproximadamente 20 milhões de asmáticos. 

Sintomas da Asma:

– falta de ar ou dificuldade para respirar

– sensação de aperto no peito ou peito pesado

– chio ou chiado no peito

– tosse

Esses sintomas variam durante o dia, podendo piorar à noite ou de madrugada e com as atividades físicas. Os sintomas também variam ao longo do tempo e podem desaparecer sozinhos, mas a asma não se extingue, uma vez que não tem cura.

Alguns fatores podem provocar ou piorar a asma, levando à inflamação dos brônquios. Confira os principais gatilhos da asma: 

– ÁCAROS: organismos microscópicos que se alimentam de descamação da pele humana, de pelos de animais e também do mofo. Os ácaros habitam locais onde há acúmulo de poeira como: colchões e travesseiros, carpetes, bichos de pelúcia, estantes, papéis e até pelo de animais. Os ácaros e seus excrementos pioram a asma por aumentar a inflamação dos brônquios.

– FUNGOS: micro-organismos que crescem a uma temperatura  acima  de 37ºC e umidade acima de 50%. Estes são encontrados  no fim do verão e no outono, estações em que predominam ventos quentes. Casas escuras, úmidas e mal ventiladas são ideais para o crescimento dos fungos. Dentro das casas os fungos podem crescer no sistema de ar condicionado, paredes de banheiros, fendas de superfícies. Misturam-se com a poeira dos carpetes, colchas, livros e refrigeradores. Também pioram a asma por aumentar a inflamação dos brônquios.

– PÓLENS: são gatilhos comuns (flores, gramas, árvores) que predominam fora de casa sendo carregados pelo vento. A polinização se dá  após uma chuva prolongada, seguida de um clima seco sendo comum na primavera. Os pólens também pioram a asma por aumentar a inflamação dos brônquios.

– ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO: os pelos de animais podem piorar a asma, mas o grau e a frequência da exposição determinarão os sintomas. Além dos pelos, a descamação da pele do animal, a saliva, a urina e outros tipos de excreções podem ser gatilhos da asma e essas podem ficar no ambiente por até seis meses após a retirada do animal. Alguns animais são considerados capazes de provocar alergias mais do que outros, tais como gatos e cavalos.

– FEZES DE BARATA: exposição a fezes pode provocar sintomas de asma. Piora por aumento da inflamação dos brônquios.

– INFECÇÕES VIRAIS: algumas infecções virais são capazes de causar sintomas de asma ou de piorá-la e entre eles o vírus da gripe e do resfriado comum. Alguns asmáticos são mais sensíveis do que outros.

– FUMAÇA DE CIGARRO: a fumaça do cigarro é prejudicial aos asmáticos, mesmo se o doente não fumar. Asmáticos filhos de pais fumantes estão sujeitos a piora dos sintomas e da própria gravidade da asma. A fumaça do cigarro, além de aumentar os sintomas também pode aumentar a inflamação dos brônquios.

– POLUIÇÃO AMBIENTAL: a exposição à poluição do ambiente em geral e poluição do ambiente de trabalho também pode piorar a asma.

– EXPOSIÇÃO AO AR FRIO: ar muito frio e seco pode desencadear sintomas de asma por irritar os brônquios do asmático. Contudo, esse ar tem que ser muito frio, como o que ocorre nos invernos.

Informações parciais das fontes:

https://sbpt.org.br/espaco-saude-respiratoria-asma/

https://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/asma/

Alterações no Calendário de Vacinação 2017

Você sabia que houve alterações no Calendário Nacional de Vacinação? Segundo a Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações, essas mudanças permitem aumentar a proteção às doenças imunopreveníveis, conforme os grupos definidos e elevar as coberturas vacinais, reduzindo a população suscetível a essas doenças.

São 19 vacinas oferecidas gratuitamente através do Sistema Único de Saúde (SUS), recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Veja abaixo o Calendário Nacional de Vacinação – atualizado.

Calendario-de-Vacinacao-2017-com-alteracao-da-dose-unica-FA

Fonte da tabela: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/leia-mais-o-ministerio/197-secretaria-svs/13600-calendario-nacional-de-vacinacao

Explicando as novas recomendações:

Hepatite A

  • Como era antes: Uma única dose da vacina ofertada para crianças com até dois anos.
  • Como é agora: É recomendado a criança receber uma dose aos 15 meses de idade. Para aquelas que perderam a oportunidade de se vacinar, terão a chance de receber essa vacina até os cinco anos incompletos.

Varicela

  • Como era antes: Uma dose entre 15 meses e dois anos de idade incompletos.
  • Como é agora: Uma dose entre 15 meses de idade. Para aquelas que perderam a oportunidade de se vacinar, terão a chance de receber essa vacina até os cinco anos incompletos. É importante reforçar que a vacina tetra viral só pode ser tomada por crianças que comprovam ter recebido a primeira dose de tríplice viral.

Esquema vacinal:

1ª dose de tríplice viral;

2ª dose tetra viral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela) ou tríplice viral ((sarampo, rubéola, caxumba) + varicela

HPV

  • Como era antes: Vacina era ofertada apenas para meninas entre 9 a 13 anos, e mulheres com HIV entre 9 e 26 anos.
  • Como é agora: Além das meninas e mulheres, a vacina também passa a ser ofertada para meninos entre 12 e 13 anos, homens vivendo com HIV entre os 9 e 26 anos de idade, e imunodeprimidos (transplantados de órgãos sólidos, de medula óssea ou pacientes oncológicos)  e meninas até 14 anos. Até 2020, idade de vacinação será ampliada progressivamente até englobar crianças e adolescentes entre os 9 e 13 anos.

Meningocócica C

  • Como era antes: Duas doses da vacina eram administradas para crianças entre 3 e 5 meses, com um reforço para crianças entre os 15 meses e 2 anos incompletos.
  • Como é agora: Duas doses da vacina serão administradas para crianças entre 3 e 5 meses, com um reforço para crianças até 5 anos incompletos. Também há mais uma dose para adolescentes entre 12 e 13 anos de idade. Até 2020, a idade será ampliada progressivamente até englobar crianças e adolescentes entre os 9 e 13 anos.

Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola)

  • Como era antes: Adultos recebiam a segunda dose até os 19 anos, ou uma dose única entre 20 e 49 anos de idade.
  • Como é agora: A segunda dose passa a valer até os 29 anos de idade, e a dose única da vacina fica disponível para adultos entre 30 e 49 anos.

dTpa Adulto (acelular)

  • Como era antes: A vacina que protege contra a difteria, tétano e coqueluche era recomendada para gestantes a partir da 27ª até a 36ª semana de gestação.
  • Como é agora: A vacina pode ser tomada a partir da 20ª semana de gestação. É importante lembrar que tomando a vacina durante a gravidez, a mãe transfere os anticorpos para o feto, evitando que ele contraia a coqueluche. As mulheres que perderam a oportunidade de receber a vacina durante a gravidez podem recebê-la durante o puerpério (até 45 dias após o parto).

Com essas alterações, a expectativa é aumentar a vacinação na infância, protegendo contra doenças, além de aumentar a imunidade dos adolescentes e reduzir a ocorrência das doenças imunopreveníveis.

Em relação aos adultos, espera-se contribuir para a redução da incidência da caxumba em adultos jovens, manter eliminada a rubéola e o sarampo no país, aumentar a oportunidade de vacinação durante a gestação e proporcionar proteção para os bebês contra a coqueluche, pois os anticorpos são transferidos da mãe para o feto.

Este post visa facilitar o acesso às informações. Siga sempre as orientações médicas.

Informações parciais da fonte: http://www.blog.saude.gov.br/index.php/promocao-da-saude/52392-veja-o-que-muda-no-calendario-de-vacinacao-em-2017

Doenças de Inverno

PIxabay remédios thermometer-1539191_1920

A queda de temperatura, o ar mais seco e a maior concentração de pessoas em ambientes fechados favorecem a circulação de diversos tipos de vírus respiratórios, como os vírus Influenza, causadores da gripe.

No Brasil, os casos de gripe aumentam entre os meses de maio e outubro, variando de acordo com a região:

  • Norte / Nordeste: o número de casos aumenta entre abril e junho, meses mais chuvosos.
  • Sul / Sudeste: o número de casos aumenta entre junho e outubro, meses mais frios.

Influenza = Gripe

Infecção viral febril, aguda, altamente transmissível, que afeta o sistema respiratório. A infecção geralmente dura 1 semana e com os sintomas sistêmicos persistindo por alguns dias, sendo a febre o mais importante.

Sintomas Típicos

  • Febre
  • Dor de cabeça
  • Dores musculares
  • Tosse
  • Dor de garganta
  • Fadiga

Nos casos mais graves:

  • Dificuldade respiratória

A transmissão ocorre por meio de secreções das vias respiratórias da pessoa contaminada ao falar, tossir, espirrar ou pelas mãos, boca, olhos e nariz.

Resfriado X Gripe

Embora parecidos, os sintomas do resfriado são mais brandos e duram menos tempo: entre 2 a 4 dias. Os sintomas são: tosse, congestão nasal, coriza, dor no corpo e na garganta. A febre é menos comum e, quando ocorre, é baixa (até 37 graus).

Rinite Alérgica X Gripe

Os principais sintomas são espirros, coriza, congestão nasal e irritação na garganta. A rinite alérgica não é uma doença transmissível e sim crônica, provocada pelo contato com agentes alérgenos (substâncias que causam alergia), como poeira, pelos de animais, poluição, mofo e alguns alimentos.

A Influenza

A influenza causa 3 a 5 milhões de casos graves e até 500.000 mortes, todos os anos, no mundo, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).

Medidas de Prevenção

  • Lavar as mãos com água e sabão, principalmente, antes de consumir algum alimento, tocar os olhos, o nariz, a boca e após tossir, espirrar e/ou usar o banheiro;
  • Cobrir a boca ao tossir ou espirrar;
  • Na falta de lenço, usar o ombro o antebraço interno como barreira ao tossir ou espirrar;
  • Não compartilhar alimentos, copos, garrafas, toalhas e objetos de uso pessoal;
  • Manter os ambiente ventilados, com portas e janelas abertas, para favorecer a circulação de ar;
  • Evitar ambientes fechados e aglomerados;
  • Evitar contato direto com pessoas gripadas;
  • Não se automedique;
  • Beba líquidos;
  • Adote desde já: hábitos e alimentação saudáveis;
  • Vacine-se contra a Gripe.

Sobre a Vacina Contra Gripe:

Objetivo da vacina:

  • Evitar as formas graves da gripe;
  • Evitar complicações da gripe;
  • Reduzir óbitos e internações causadas pela gripe.

Observação: A gripe pode ocorrer mesmo após a vacina, porém, amenizada.

Vacinação Gratuita em Postos de Saúde para os Grupos de Risco abaixo listados:

  • crianças de 6 meses a menores de 5 anos,
  • gestantes,
  • puérperas (até 45 dias após o parto),
  • indígenas,
  • portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais,
  • adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas,
  • população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional,
  • professores dos ensinos básico e superior de escolas públicas e privadas,
  • profissionais de saúde,
  • para quem tiver prescrição médica.

A Vacina e os Tipos de Influenza

De acordo com a Anvisa, a vacina de 2017 disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é a trivalente, que conterá os seguintes vírus:

– Influenza A (H1N1), subtipo Michigan/45/2015

– Influenza A (H3N2), subtipo Hong Kong/4801/2014

– Influenza B, subtipo Brisbane/60/2008

Já a vacina tetravalente, disponível apenas na rede privada, conterá, além dos outros três, o vírus da Influenza B, subtipo Phuket/3073/2013, com circulação mais reduzida entre humanos.

Ao surgirem sintomas de gripe, resfriado ou rinite, o Ministério da Saúde recomenda que as pessoas procurem o serviço de saúde mais próximo e não tomem medicamentos por conta própria, como os antigripais, pois podem mascarar um quadro mais grave e dificultar o diagnóstico.

 

Fontes:

https://sbpt.org.br/video-aula/imunizacao-para-prevencao-de-doencas-respiratorias/

http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/recife-abre-campanha-de-vacinacao-contra-a-gripe-nesta-segunda-feira.ghtml

http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2017/05/12/interna_vidaurbana,703468/sabado-e-o-dia-d-de-vacinacao-contra-a-influenza.shtml

http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/cidades/veja-quais-sao-e-como-proteger-as-criancas-das-doencas-de-outono-e-inverno/?cHash=2ff887f92fd4ec53983a37e2fd307fd3

http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/profissional-e-gestor/vigilancia/links-vigilancia?start=430

http://www.gazetadopovo.com.br/viver-bem/saude-e-bem-estar/vacina-da-gripe-de-2017-tera-novo-virus-h1n1-entenda-o-que-muda/

Dia Mundial do Meio Ambiente 2017

Pixabay Pilhas Baterias batteries-2049622_1920

Amanhã (05/06) comemoramos o Dia Mundial do Meio Ambiente e nada mais conveniente do que falar em pequenas ações que tem grande impacto em nosso meio. Vamos lá!

  • Seu lixo, sua responsabilidade. Por exemplo: ao ir à praia, leve um saco de lixo para depois descartá-lo em local apropriado. Você estará evitando a morte de animais marinhos e contribuindo para a manutenção de um presente maravilhoso e gratuito oferecido pela natureza: uma praia limpa;
  • Descarte pilhas e baterias em locais corretos. Apenas 1 delas pode contaminar 30 mil litros de água por 500 anos. Da mesma forma, reavalie a necessidade de descartar um computador para não contribuir com o descarte de 20 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano, no Brasil;
  • Seja responsável pela limpeza de seu bairro;
  • Incentive a recuperação de área verdes;
  • Ajude no combate à proliferação dos mosquitos causadores de doenças.

Dá uma olhada no site da eCycle. Lá você pode conferir os locais de descarte, conforme o tipo de lixo: http://www.ecycle.com.br

Fontes:

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/09/blogs/975731-veja-por-que-pilhas-e-baterias-nao-podem-ir-para-lixo-comum.html

http://www.ecycle.com.br/component/content/article/63/240-pequenas-atitudes-podem-ajudar-o-meio-ambiente.html

 

Dia Mundial Sem Tabaco 2017

PIxabay fumando smoking-1347830_1920

Mais um ano falando sobre tabagismo e as experiências acumuladas não mudam a conclusão de que: Fumar é prejudicial à saúde.

Veja o que diz o INCA (Instituto Nacional de Câncer):

“O tabagismo é reconhecido como uma doença epidêmica que causa dependência física, psicológica e comportamental semelhante ao que ocorre com o uso de outras drogas como álcool, cocaína e heroína. A dependência ocorre pela presença da nicotina nos produtos à base de tabaco. A dependência obriga os fumantes a inalarem mais de 4.720 substâncias tóxicas, como: monóxido de carbono, amônia, cetonas, formaldeído, acetaldeído, acroleína, além de 43 substâncias cancerígenas, sendo as principais: arsênio, níquel, benzopireno, cádmio, chumbo, resíduos de agrotóxicos e substâncias radioativas (…)

(…) o tabagismo é causa de aproximadamente 50 doenças, muitas delas incapacitantes e fatais, como câncer, doenças cardiovasculares e respiratórias crônicas.”

A OMS (Organização Mundial da Saúde) ainda diz:

“O tabagismo é a principal causa de morte evitável em todo o mundo, sendo responsável por 63% dos óbitos relacionados às doenças crônicas não transmissíveis. Dessas, o tabagismo é responsável por 85% das mortes por doença pulmonar crônica (bronquite e enfisema), 30% por diversos tipos de câncer (pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga, colo de útero, estômago e fígado), 25% por doença coronariana (angina e infarto) e 25% por doenças cerebrovasculares (acidente vascular cerebral). Além de estar associado às doenças crônicas não transmissíveis, o tabagismo também é um fator importante de risco para o desenvolvimento de outras doenças, tais como – tuberculose, infecções respiratórias, úlcera gastrintestinal, impotência sexual, infertilidade em mulheres e homens, osteoporose, catarata, entre outras doenças.”

Estudos recentes mostram que o tabagismo é responsável por mais de US$ 1 trilhão em custos de saúde e perda de produtividade a cada ano.

Fontes: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/acoes_programas/site/home/nobrasil/programa-nacional-controle-tabagismo/tabagismo

http://g1.globo.com/bemestar/noticia/tabagismo-custa-us1-trilhao-e-em-breve-vai-matar-8-milhoes-por-ano-diz-estudo.ghtml

Imagem: Pixabay

Já ouviu falar no SII?

Freepik-Modificado-Estômago-Doendo

SII – Síndrome do Intestino Irritável é um termo associado a um conjunto de sintomas, conforme listado abaixo:

  • Dor abdominal
  • Estufamento
  • Constipação (intestino preso)
  • Diarréia

Não se trata de um defeito ou desordem física ou química identificável. Não há uma doença orgânica detectável.

A SII é uma desordem funcional do intestino, mais comum em mulheres e mais frequente em momentos de stress emocional. Geralmente, tem início na adolescência.

Sangramento, febre, perda de peso e dor abdominal persistente e contínua NÃO são sintomas da Síndrome e indicam outros problemas que precisam ser investigados.

Influência dos Alimentos nos Sintomas da SII

É muito importante que se tenha atenção na escolha dos alimentos e observe a forma como seu organismo reage à ingestão destes. Siga sempre orientações médicas e não deixe de consultar um especialista para orientação alimentar personalizada com objetivo de controlar o problema.

Causas do SII

Ninguém sabe o que leva uma pessoa a ter SII. Há estudos que mostram que o intestino dessas pessoas tem uma sensibilidade aumentada de acordo com estímulos provocados por alguns tipos de alimentos e emoções (ansiedade/estresse).

Seguem alguns fatores abaixo que podem estar ligados a piora dos sintomas:

  • Refeições volumosas
  • Grande quantidade de gases no intestino grosso
  • Medicamentos
  • Trigo, centeio, cevada, aveia, cereais, chocolate, leite e derivados
  • Álcool e bebidas com cafeína (café, chá e coca-cola)
  • Estresse, ansiedade

Pesquisas apontam que mulheres com SII apresentam exacerbação dos sintomas no período menstrual, sugerindo relação com os hormônios femininos.

Se há suspeitas de SII, procure um médico de sua confiança para mais informações e siga suas orientações.

Informações parciais da fonte:

http://www.fbg.org.br/Conteudo/197/0/SÃ%C2%ADndrome-do-Intestino-Irritável-(SII)-

Imagem modificada: Freepik

Dia Nacional de Combate ao Glaucoma

Pixabay Glaucoma eye-321961_1280

Glaucoma é uma doença ocular crônica que provoca lesão no nervo óptico e alterações no campo visual. Geralmente, ocorre o aumento da pressão interna do olho mas há casos em que a doença se instala sem apresentar elevação da pressão intraocular, são os chamados: glaucoma de “baixa pressão”.

Ver pela fechadura e ter a visão reduzida nas laterais é uma ilustração de como fica a visão de uma pessoa com Glaucoma. A redução progressiva do campo visual pode chegar à cegueira. O problema se desenvolve de forma lenta e pode passar despercebido, até que se agrave e torne-se irreversível.

Grupos de Risco:

Avanço da idade: é recomendável que, após os 40 anos, o adulto já comece a fazer consultas anualmente e sempre que for necessário.

Histórico familiar: pessoas com casos na família também podem estar mais propensas ao problema.

Pressão Ocular Ideal: varia por pessoa. Mesmo aparentemente normal, os olhos podem sinalizar que estão sofrendo algum prejuízo. A avaliação e recomendações de tratamento devem ser realizadas pelo oftalmologista.

Caso seja diagnosticado o Glaucoma e sejam receitados medicamentos específicos, lembre-se que há 2 opções de aquisição gratuita ou mais em conta: através do Sistema Único de Saúde e do Programa Farmácia Popular (basta apresentar o documento de identidade, CPF e receita médica nas farmácias que apresentarem o selo “Aqui Tem Farmácia Popular”).

Confira neste link se o medicamento receitado está incluso no Programa Farmácia Popular: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/leia-mais-o-ministerio/345-sctie-raiz/daf-raiz/farmacia-popular/18030-quais-medicamentos-fazem-parte-do-programa

Informações parciais das fontes:

http://www.blog.saude.gov.br/51034-dia-nacional-de-combate-ao-glaucoma-saiba-como-prevenir-a-doenca.html

http://www.cbo.com.br/novo/medico/pdf/Folder_glaucoma.pdf


Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

Junte-se a 2.292 outros seguidores

Calendário

junho 2017
S T Q Q S S D
« maio    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  

Arquivos

Estatísticas do Blog

  • 785,004 hits

Top 5


%d blogueiros gostam disto: