Outubro ROSA 2017

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Este é o mês de vestir todos os tons de rosa. Finalmente, outubro chegou e voltamos a falar sobre o Câncer de Mama.

Sendo a 2a maior causa de morte entre mulheres, este assunto ainda será levantado muitas vezes.

No post de hoje, abordaremos exclusivamente os fatores de risco, pois a partir deles, podemos nos antecipar, controlar e, muitas vezes, evitar o câncer.

Ter um fator de risco representa o aumento da sua chance de ter a doença. Não quer dizer que você a terá, necessariamente.

Há pessoas que não apresentam  fator de risco mas tem a enfermidade. E também não se sabe ao certo, qual o percentual de contribuição de cada fator de risco no surgimento do câncer.

Mas ter o conhecimento de tudo aquilo que aumentaria a chance de ficar doente, lança luz sobre o caminho da prevenção. Principalmente, ao separarmos entre os Fatores de Risco Não-Mutáveis e os Fatores de Risco relacionados ao Estilo de Vida (estes podemos mudar). Muitas ações podem ser tomadas, a partir de agora, como por exemplo: praticar atividades físicas e evitar bebida alcoólica.

As duas listas abaixo são da American Câncer Society e seguem parcialmente. Lembrando que este post não substitui a consulta médica. Converse e tire suas dúvidas sobre este assunto sempre com um profissional da área.

Fatores de Risco para Câncer de Mama Não Mutáveis

  • Gênero. Ser mulher é o principal fator de risco para o desenvolvimento de câncer de mama.
  • Idade. O risco aumenta com a idade. A maioria dos cânceres de mama são diagnosticados em mulheres acima de 55 anos.
  • Fatores Genéticos.  De 5 a 10% dos casos de câncer de mama são hereditários, o que significa que resultam diretamente de defeitos genéticos herdados de um dos pais.
  • BRCA1 e BRCA2. A causa mais comum do câncer de mama hereditário é uma mutação nos genes BRCA1 e BRCA2. Em células normais, esses genes previnem o câncer, criando proteínas que evitam que as células cresçam anormalmente.
  • Testes Genéticos. Os testes genéticos podem ser realizados para verificar mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 (menos comumente em outros genes, como PTEN e TP53). Embora os testes possam ser úteis em alguns casos, os prós e contras precisam ser considerados cuidadosamente. É importante entender o que o teste genético pode (ou não) dizer e pesar cuidadosamente os benefícios e riscos antes de fazer qualquer exame genético.
  • Histórico Familiar. O risco de câncer de mama é maior entre as mulheres com parentes em primeiro grau (mãe, irmã ou filha) que tiveram a doença. Nesses casos o risco da doença praticamente dobra. Ter dois parentes de primeiro grau aumenta o seu risco cerca de 3 vezes.
  • Histórico Pessoal. Uma mulher com câncer de mama tem um risco de desenvolver um novo câncer de mama. Diferente de uma recidiva. Este risco é maior para mulheres mais jovens.
  • Raça e Etnia. As mulheres brancas são ligeiramente mais propensas a desenvolver câncer de mama do que as negras. No entanto, em mulheres com menos de 45 anos, o câncer de mama é mais comum em mulheres negras.
  • Mamas Densas. Mulheres com mamas densas têm um risco 1,2 a 2 vezes maior de câncer de mama em relação as mulheres com densidade média de mama. Uma série de fatores pode afetar a densidade da mama, como idade, estado menopausal, uso de medicamentos, gravidez e genética.
  • Doenças Benignas da Mama. Mulheres diagnosticadas com determinadas condições benignas da mama podem ter um risco aumentado de câncer de mama. Essas doenças benignas são classificadas em 3 grupos gerais, de acordo com o risco.
  • Lesões Proliferativas com Atipia. Nestas condições, existe um crescimento excessivo das células dos ductos ou lobos, com algumas das células normais não aparecendo. Eles têm um forte efeito sobre o risco de câncer de mama, elevando-o de 3 a 5 vezes. Estes tipos de lesões incluem: hiperplasia ductal atípica e hiperplasia lobular atípica.
  • Carcinoma Lobular In Situ. As s células que se parecem com células cancerosas crescendo nos lobos das glândulas produtoras de leite. As mulheres com carcinoma lobular in situ têm um risco aumentado de desenvolver câncer em qualquer uma das mamas.
  • Menarca antes dos 12 anos. As mulheres que tiveram mais ciclos menstruais porque tiveram menarca precoce (antes dos 12 anos) têm um risco ligeiramente aumentado de câncer de mama. O aumento do risco pode ser devido a uma exposição mais longa a hormônios femininos.
  • Menopausa após os 55 anos. As mulheres que tiveram mais ciclos menstruais porque tiveram a menopausa mais tarde (após os 55 anos) têm um risco ligeiramente aumentado de câncer de mama. O aumento do risco pode ser devido a uma exposição prolongada aos hormônios femininos.
  • Exposição ao Dietilestilbestrol. Mulheres grávidas que receberam dietilestilbestrol (DES) têm um risco ligeiramente maior de desenvolver câncer de mama. Mulheres cujas mães tomaram DES durante a gravidez também podem ter um risco maior de câncer de mama.

Fatores de Risco para Câncer de Mama relacionados ao Estilo de Vida

  • Alcoolismo. O consumo de álcool está claramente associado a um aumento do risco de desenvolver câncer de mama. Esse risco aumenta com a quantidade de álcool consumida.
  • Obesidade. Estar acima do peso ou obesa após a menopausa aumenta o risco de câncer de mama. Mas a ligação entre o peso e o risco da doença é complexa. Por exemplo, o risco parece ser maior em mulheres que ganharam peso na idade adulta, e não para aquelas que sempre estiveram acima do peso desde a infância.
  • Atividade Física. Crescem as evidências de que a atividade física na forma de exercício reduz o risco de câncer de mama. A principal questão é a qual quantidade de exercício necessário!
  • Ter filhos. As mulheres que não tiveram filhos ou que tiveram o primeiro filho após os 30 anos têm um risco aumentado de câncer de mama. Ter muitas gestações e engravidar jovem reduz o risco de câncer de mama. Entretanto, o efeito da gravidez é diferente para diferentes tipos de câncer de mama. Para o câncer de mama triplo negativo, a gravidez parece aumentar o risco.
  • Controle da Natalidade com Anticoncepcionais. O uso de pílulas anticoncepcionais aumenta o risco de câncer de mama em relação as mulheres que nunca usaram. Esse risco volta ao normal após a interrupção do uso dos contraceptivos. Mulheres que pararam de usar os anticoncepcionais há mais de 10 anos não parecem ter qualquer aumento no risco.
  • Controle da Natalidade com Injeção Depo-Provera. É uma forma injetável de progesterona administrada trimestralmente para o controle da natalidade. Alguns estudos analisaram o efeito dessa medicação sobre o risco de câncer de mama. Atualmente, as mulheres usando esse anticoncepcional parecem ter um aumento no risco de câncer de mama, mas esse risco diminui após 5 anos que a mulher parou de usar.
  • Controle da Natalidade com DIU. Essa forma de controle de natalidade também usa hormônios que podem aumentar o risco de câncer de mama. Alguns estudos mostraram uma ligação entre o uso do DIU que libera hormônio e o risco de câncer de mama.
  • Reposição Hormonal após a Menopausa. A terapia hormonal com estrogênio, muitas vezes combinada com progesterona, tem sido usada por muitos anos para aliviar os sintomas da menopausa e prevenir a osteoporose. Existem dois tipos principais de terapia hormonal. Para mulheres que ainda têm útero, geralmente é prescrito estrogênio e progesterona (terapia hormonal combinada). A progesterona é necessária porque o estrogênio sozinho pode aumentar o risco do câncer de colo do útero. Para mulheres que já fizeram histerectomia pode ser usado apenas o estrogênio. Isso é conhecido como terapia de reposição de estrogênio ou apenas terapia de estrogênio.
  • Terapia Hormonal Combinada. O uso da terapia hormonal combinada após a menopausa aumenta o risco de câncer de mama. Esse aumento no risco pode ser observado apenas após 2 anos de uso. Também aumenta a probabilidade de que o câncer seja diagnosticado em estágio avançado.
  • Terapia de Estrogênio. O uso de estrogênio isolado após a menopausa não parece aumentar o risco de câncer de mama. Mas, quando utilizado a longo prazo (mais de 10 anos), alguns estudos mostraram um aumento no risco de câncer de ovário e câncer de mama. Atualmente, existem poucas razões para usar a terapia hormonal pós-menopausa, além de possivelmente o alívio a curto prazo dos sintomas da menopausa. A terapia de estrogênio não parece aumentar o risco de câncer de mama, mas aumenta o risco de acidente vascular cerebral.

 

Informações Parciais das Fontes:

http://www.oncoguia.org.br/conteudo/cancer-de-mama/1411/31/

https://www.cancer.org/cancer/breast-cancer/risk-and-prevention/lifestyle-related-breast-cancer-risk-factors.html

Fonte da imagem: Pixabay

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Coração X Tabagismo

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As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo. 17,5 milhões de pessoas morrem todos os anos de doenças cardiovasculares.

Todo ano falamos sobre o tema, principalmente, durante este mês que comemoramos o Dia Mundial do Coração.

Sintomas clássicos de infarto

  • Dor ou desconforto no centro do peito;
  • Dor ou desconforto nos braços, ombro esquerdo, cotovelos, mandíbula ou costas.

Em cerca de 15% dos casos, o sintoma pode ser atípico com dor no lado direito do peito, suor, enjôo, vômitos, dor no estômago, falta de ar, tontura ou palpitações.

Mulheres tem maior chance de apresentar falta de ar, náusea, vômito e dor nas costas ou na mandíbula.

Somente um médico poderá realizar o diagnóstico e o tratamento corretos. Busque orientação profissional ao apresentar os sintomas acima.

O Tabagismo foi considerado a principal causa evitável de doenças cardíacas.

O colesterol alterado também pode ocasionar infarto além de AVC, complicações renais, síndrome coronariana aguda, angina e trombose.

O que fazer para prevenir ataques cardíacos?

  • Parar de fumar
  • Reduzir o sal
  • Consumir frutas e vegetais
  • Atividas físicas regulares
  • Reduzir o consumo de álcool

Pobreza, estresse e fatores hereditários são fatores determinantes também para aumento do risco cardiovascular.

Fontes:

http://hospitaldocoracao.com.br/colesterol-x-saude-coracao-o-que-diz-sociedade-brasileira-de-cardiologia/

http://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=5253:doencas-cardiovasculares&Itemid=839

Fonte da imagem: Pixabay

SUICÍDIO: Grave Problema de Saúde Pública

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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o suicídio representa um grave problema de saúde pública, sendo responsável por 1 morte a cada 40 segundos.

Para cada suicídio, há mais pessoas que tentam a cada ano. Entre elas, 800 mil conseguem atingir o objetivo. É a segunda principal causa de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos. 

Principal Fator de Risco: ter tentado tirar a própria vida, anteriormente.

No post de 21 de agosto, falamos sobre a depressão, tema que se relaciona intimamente ao assunto de hoje. Porém, a depressão não representa o único fator risco. Vários suicídios ocorrem de forma impulsiva em momento de crise, com a incapacidade de lidar com os estresses da vida, tais como: problemas financeiros, términos de relacionamento, dores crônicas e doenças.

O medo e a vergonha de procurar ajuda, torna o suicídio uma das maiores causas de morte evitável no mundo.

Prevenção

Suicídios são evitáveis. Há uma série de medidas que podem ser tomadas junto à população. Seguem algumas delas:

Redução de acesso aos meios utilizados (por exemplo, pesticidas, armas de fogo e certas medicações);

Cobertura responsável pelos meios de comunicação;

• Introdução de políticas para reduzir o uso nocivo do álcool;

• Identificação precoce, tratamento e cuidados de pessoas com transtornos mentais ou por uso de substâncias, dores crônicas e estresse emocional agudo;

• Formação de trabalhadores não especializados em avaliação e gerenciamento de comportamentos suicidas;

• Acompanhamento de pessoas que tentaram suicídio e prestação de apoio comunitário.

Obstáculos

O estigma em torno de transtornos mentais e suicídio, faz com que as pessoas não procurem ajuda, afastando-as do tratamento adequado e da ajuda que precisam.

Respeito

É necessário que o suicídio seja entendido como uma grave condição de saúde pública, de fato, por todas as partes, incluindo aquele que precisa de ajuda.

Fontes: https://nacoesunidas.org/oms-suicidio-e-responsavel-por-uma-morte-a-cada-40-segundos-no-mundo/

http://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=5221:grave-problema-de-saude-publica-suicidio-e-responsavel-por-uma-morte-a-cada-40-segundos-no-mundo&Itemid=839

Fonte da imagem: Pixabay

Igualdade da Mulher X Empoderamento Feminino

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6 de Setembro é Dia da Ação pela Igualdade da Mulher. Enquanto fazia minhas pesquisas sobre assunto, fui compreendendo o quão difícil está sendo para as mulheres conquistarem seu espaço. 79,1% dos parlamentares no mundo são homens. Em pesquisa recente, realizada em 24 países, a IPSOS indica que 24% da população feminina mundial sequer tem coragem de falar sobre seus direitos.

Algumas vezes a luta pela igualdade também parece se confundir com a perda da feminilidade. E o empoderamento feminino nada tem a ver com a perda das características femininas mas com o reconhecimento da mulher como agente do desenvolvimento econômico, social e cultural.

A discriminação e barreiras impeditivas do desenvolvimento profissional e pessoal não estão presentes apenas nas empresas. A própria sociedade por muitas vezes desenvolve estes mecanismos e nem ao menos percebe.

Em julho de 2010, a ONU Mulheres e o Pacto Global criaram os Princípios de Empoderamento das Mulheres. Confira o resumo abaixo:

1º – Estabelecimento de uma liderança corporativa de alto nível que promova a igualdade de gêneros.

2º – Igualdade de tratamento para ambos os gêneros, respeitando e enfatizando os direitos humanos e também, abolindo qualquer forma de descriminação.

3º – Garantia de saúde, segurança e bem estar de todos os trabalhadores, independentemente de serem homens ou mulheres, promovendo o equilíbrio entre gêneros também nesta área.

4º – Promoção de ações de educação, treinamento e desenvolvimento para mulheres.

5º – Implantação de uma política de aquisição de produtos e serviços de outras empresas que sejam geridas por mulheres como forma de incentivar o empreendedorismo feminino.

6º – Ações que defendam a igualdade entre os gêneros e a colaboração com parceiros, fornecedores e líderes da comunidade para promover a inclusão da mulher.

7º – Divulgação pública por parte das empresas e organizações, das políticas e plano de implementação das diretrizes sobre o empoderamento da mulher, com o objetivo de promover a igualdade de gênero.

O empoderamento feminino não ocorre de forma natural, portanto, precisa ser conquistado em conjunto, dentro das organizações e de nossas casas. Ao fazermos a nossa parte, estaremos contribuindo para a igualdade entre gêneros, a redução da violência contra mulheres e para o aumento de possibilidades de crescimento econômico.

Fontes: http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/poder-e-igualdade-de-genero-no-dia-da-mulher/

http://www.mulheresempreendedoras.net.br/empoderamento-das-mulheres/

Fonte imagem: Pixabay

Dia do Profissional de Educação Física

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Hoje, 1º de setembro, é Dia do Profissional de Educação Física. Aquele que garante nossa saúde física, reduzindo riscos de acidentes, determinando os exercícios adequados ao nosso perfil e nossos objetivos, sejam eles: melhorar o condicionamento físico, combater a obesidade e até mesmo recuperar de lesões sofridas.

Para quem não é fã de academia e não sabe onde procurar bons profissionais de educação física, já ouviu falar no FITFLY? Na busca de conteúdo pra o tema de hoje, encontrei este aplicativo, lançado em 2015: o FITFLY. Ele oferece conexão direta com profissionais de educação física cadastrados na plataforma. Após fazer o download pelo Google Play ou Apple Store, você contrata seu “coach” para a modalidade que preferir: corrida, funcional, musculação e/ou crossfit.  Sua escolha pode ser também por objetivo: emagrecer, ganhar massa muscular e saúde.

Como funciona: o profissional de educação física paga menos de R$ 40 para se cadastrar. O aluno pode negociar direto com o profissional ou adquirir o serviço através do site quando é cobrado uma taxa de intermediação. Segue o site: https://fitfly.com.br

Segundo a fonte, todos os profissionais cadastrados no site são registrados no Conselho de Educação Física.

Para quem não gosta de academia, é uma opção bem interessante.

Fontes: http://www.confef.org.br

https://fitfly.com.br

http://blogs.oglobo.globo.com/esporte-e-inovacao/post/tem-que-malhar.html

http://emais.estadao.com.br/noticias/bem-estar,medico-alerta-sobre-necessidade-de-acompanhamento-durante-exercicios-fisicos,10000006885

Fonte da imagem: Pixabay

Regras de Ouro para Alimentação Saudável

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Dia 31/08 é Dia do Nutricionista. Muito respeito e parabéns para este profissional. Com tanto conteúdo à respeito de alimentação saudável, entendo que a população esteja cada vez mais consciente da importância desse aspecto e da existência desta profissão para garantir qualidade de vida.

E o Brasil, com sua diversidade cultural, sendo um país de terras frutíferas, as alternativas nutricionais são imensas.

Porém, as infinitas opções nem sempre significam melhor qualidade nutricional. É importante entender como se alimentar bem e adaptar seu cardápio as suas necessidades. Confira as dicas abaixo com seu nutricionista:

10 PASSOS PARA UMA ALIMENTAÇÃO ADEQUADA E SAUDÁVEL (do Guia Alimentar para População Brasileira)

1 – Fazer de alimentos in natura ou minimamente processados a base da alimentação

Em grande variedade e predominantemente de origem vegetal, alimentos in natura ou minimamente processados são a base ideal para uma alimentação nutricionalmente balanceada, saborosa, culturalmente apropriada e promotora de um sistema alimentar socialmente e ambientalmente sustentável. Variedade significa alimentos de todos os tipos – grãos, raízes, tubérculos, farinhas, legumes, verduras, frutas, castanhas, leite, ovos e carnes – e variedade dentro de cada tipo – feijão, arroz, milho, batata, mandioca, tomate, abóbora, laranja, banana, frango, peixes etc.

2 – Utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias

Utilizados com moderação em preparações culinárias com base em alimentos in natura ou minimamente processados, óleos, gorduras, sal e açúcar contribuem para diversificar e tornar mais saborosa a alimentação sem torná-la nutricionalmente desbalanceada.

3 – Limitar o consumo de alimentos processados

Os ingredientes e métodos usados na fabricação de alimentos processados – como conservas de legumes, compota de frutas, pães e queijos – alteram de modo desfavorável a composição nutricional dos alimentos dos quais derivam. Em pequenas quantidades, podem ser consumidos como ingredientes de preparações culinárias ou parte de refeições baseadas em alimentos in natura ou minimamente processados.

4 – Evitar o consumo de alimentos ultraprocessados

Devido a seus ingredientes, alimentos ultraprocessados – como biscoitos recheados, “salgadinhos de pacote”, refrigerantes e “macarrão instantâneo” – são nutricionalmente desbalanceados. Por conta de sua formulação e apresentação, tendem a ser consumidos em excesso e a substituir alimentos in natura ou minimamente processados. suas formas de produção, distribuição, comercialização e consumo afetam de modo desfavorável a cultura, a vida social e o meio ambiente.

5 – Comer com regularidade e atenção, em ambientes apropriados e, sempre que possível, com companhia

Procure fazer suas refeições em horários semelhantes todos os dias e evite “beliscar” nos intervalos entre as refeições. Coma sempre devagar e desfrute o que está comendo, sem se envolver em outra atividade. Procure comer em locais limpos, confortáveis e tranquilos e onde não haja estímulos para o consumo de quantidades ilimitadas de alimento. Sempre que possível, coma em companhia, com familiares, amigos ou colegas de trabalho ou escola. A companhia nas refeições favorece o comer com regularidade e atenção, combina com ambientes apropriados e amplia o desfrute da alimentação. Compartilhe também as atividades domésticas que antecedem ou sucedem o consumo das refeições.

6 – Fazer compras em locais que ofertem variedades de alimentos in natura ou minimamente processados

Procure fazer compras de alimentos em mercados, feiras livres e feiras de produtores e outros locais que comercializam variedades de alimentos in natura ou minimamente processados. Prefira legumes, verduras e frutas da estação e cultivados localmente. Sempre que possível, adquira alimentos orgânicos e de base agroecológica, de preferência diretamente dos produtores.

7 – Desenvolver, exercitar e partilhar habilidades culinárias

Se você tem habilidades culinárias, procure desenvolvê-las e partilhá- las, principalmente com crianças e jovens, sem distinção de gênero. Se você não tem habilidades culinárias – e isso vale para homens e mulheres –, procure adquiri-las. Para isso, converse com as pessoas que sabem cozinhar, peça receitas a familiares, amigos e colegas, leia livros, consulte a internet, eventualmente faça cursos e… comece a cozinhar!

8 – PlaneJar o uso do tempo para dar à alimentação o espaço que ela merece

Planeje as compras de alimentos, organize a despensa doméstica e defina com antecedência o cardápio da semana. Divida com os membros de sua família a responsabilidade por todas as atividades domésticas relacionadas ao preparo de refeições. Faça da preparação de refeições e do ato de comer momentos privilegiados de convivência e prazer. Reavalie como você tem usado o seu tempo e identifique quais atividades poderiam ceder espaço para a alimentação.

9 – Dar preferência, quando fora de casa, a locais que servem refeições feitas na hora

No dia a dia, procure locais que servem refeições feitas na hora e a preço justo. Restaurantes de comida a quilo podem ser boas opções, assim como refeitórios que servem comida caseira em escolas ou no local de trabalho. Evite redes de fast-food.

10 – Ser crítico quanto às informações, orientações e mensagens sobre alimentação veiculadas em propagandas comerciais

Lembre-se de que a função essencial da publicidade é aumentar a venda de produtos, e não informar ou, menos ainda, educar as pessoas. Avalie com crítica o que você lê, vê e ouve sobre alimentação em propagandas comerciais e estimule outras pessoas, particularmente crianças e jovens, a fazerem o mesmo.

 

Informações parciais da fonte:

http://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2014/novembro/05/Guia-Alimentar-para-a-pop-brasiliera-Miolo-PDF-Internet.pdf


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