Conhece o programa Sextou? Inteligente, Irreverente e Descontraído. Toda sexta-feira no formato Podcast.

 

Como está sua relação com a balança? Aqui no estúdio do Sextou tem gente com muito músculo na barriga e tem quem necessita comer muito frango com batata para chegar no peso ideal. Se liga nas dicas de saúde do consultor esportivo Leandro Barbosa! Toda sexta, às 12h30, na Rádio Folha 96,7FM.

https://open.spotify.com/episode/1rj0xy3wTNipaPETsCUa3I?si=SWMqQkspT-eNeC-fAO2XrQ

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Preocupação das Empresas x Saúde do Colaborador! Mito ou verdade?

Empresas não ligam para o bem-estar do funcionário, diz professor de Stanford

Segundo Jeffrey Pfeffer, o ambiente de trabalho é a fonte de estresse e toda companhia precisa agir como se estivesse no ramo da saúde

“O trabalho está matando as pessoas e ninguém se importa”. Assim Jeffrey Pfeffer, professor da Escola de Negócios da Universidade Stanford começou sua palestra hoje (13/09), durante o Simpósio Work Place Wellness, no Insper, em São Paulo (SP). Segundo o professor, a principal fonte de estresse no mundo é o ambiente de trabalho. “Toda empresa tem que entender que está no ramo da saúde”, diz.

https://epocanegocios-globo-com.cdn.ampproject.org/c/s/epocanegocios.globo.com/amp/Empresa/noticia/2019/09/empresas-nao-ligam-para-o-bem-estar-do-funcionario-diz-professor-de-stanford.html

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SUICÍDIO: Grave Problema de Saúde Pública

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Viva Melhor Online

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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o suicídio representa um grave problema de saúde pública, sendo responsável por 1 morte a cada 40 segundos.

Para cada suicídio, há mais pessoas que tentam a cada ano. Entre elas, 800 mil conseguem atingir o objetivo. É a segunda principal causa de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos. 

Principal Fator de Risco: ter tentado tirar a própria vida, anteriormente.

No post de 21 de agosto, falamos sobre a depressão, tema que se relaciona intimamente ao assunto de hoje. Porém, a depressão não representa o único fator risco. Vários suicídios ocorrem de forma impulsiva em momento de crise, com a incapacidade de lidar com os estresses da vida, tais como: problemas financeiros, términos de relacionamento, dores crônicas e doenças.

O medo e a vergonha de procurar ajuda, torna o suicídio uma das maiores causas de…

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Debate: Desafios do Administrador Moderno – Comunicação Empresarial e Qualidade de Vida

Palestra Uninassau

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Promova Saúde…

contato@vivamelhoronline.com.br

08.2019

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LGPD no Setor de Saúde

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Foto por Pixabay em Pexels.com

Em um evento em Portugal sobre o Regulamento Geral de Proteção de Dados (legislação Europeia), a seguinte situação, ocorrida no Reino Unido, foi relatada por um dos palestrantes: numa clínica para tratamento de AIDS, uma funcionária, ao enviar uma recomendação por e-mail, ao invés de mandar cópia oculta ou um comunicado individual, mandou uma mensagem coletiva e aberta, revelando todos os nomes e endereços eletrônicos dos pacientes, causando uma exposição da condição de saúde de saúde de cada um deles.

Essa exposição, por si só, já seria um ato lesivo, podendo ensejar indenização por danos morais em favor das pessoas que tiveram suas condições da saúde expostas. Para além dessa questão, temos agora a possibilidade de incidência de outras penalidades e multas que, no Brasil, poderão chegar até a 50 milhões de reais, isso, pelo “simples” vazamento dos dados pessoais.

Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem

Mas qual é a mudança e as peculiaridades para o setor de saúde?

Temos falado bastando sobre a LGPD – Lei Geral de Proteção de dados[1]. Trata-se de uma nova legislação que entra em vigor no Brasil em 2020 e que vai impactar todas as empresas. O setor de saúde, em especial, precisa dedicar atenção ao tema.

há uma categoria legalmente chamada de dados pessoais sensíveis, que carecem de um maior cuidado

É sabido que o objetivo da nova lei é a proteção de nossos dados pessoais, ou seja, os dados que nos identificam ou podem levar à nossa identificação enquanto pessoas naturais. Dessa forma, nota-se que é algo positivo que zela pela privacidade de todos.

Ocorre que, dentre os dados pessoais, há uma categoria legalmente chamada de dados pessoais sensíveis, que carecem de um maior cuidado, pois gozam de proteção especial. É aí que se enquadram os dados referentes a origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, bem como os dados referente à saúde ou à vida sexual.

Esses dados pessoais, por serem mais delicados, têm uma proteção mais robusta na LGPD. A partir da vigência da lei, para tratamento de dados pessoais (basicamente qualquer uso, armazenamento ou transmissão de informações pessoais), será necessário expresso consentimento do titular dos dados e, mais ainda, o uso desses dados deve ter uma finalidade específica, não podendo se usado de outra forma.

Já para os dados relativos à saúde de uma pessoa (dados sensíveis), a lei determina ainda:

Art. 11. O tratamento de dados pessoais sensíveis somente poderá ocorrer nas seguintes hipóteses:

I – quando o titular ou seu responsável legal consentir, de forma específica e destacada, para finalidades específicas;

II – sem fornecimento de consentimento do titular, nas hipóteses em que for indispensável para:

(…)

e) proteção da vida ou da incolumidade física do titular ou de terceiro;

f) tutela da saúde, exclusivamente, em procedimento realizado por profissionais de saúde, serviços de saúde ou autoridade sanitária; ou …

Como se vê, ao passo em que há uma restrição maior, com necessidade de destaque para a finalidade específica no consentimento de uso de dados sensíveis, também há hipóteses excludentes da necessidade de consentimento, basicamente para proteção da vida e tutela da saúde.

Outras questões como o legítimo interesse do controlador (empresa de saúde nesse caso) e necessidade de manutenção de registro das operações de tratamento de dados pessoais que realizarem, também são pontos que merecem atenção.

A aplicação da lei com maior ou menor exigência de acordo com o tamanho da empresa, inclusive, no que diz respeito da figura do Encarregado (ou DPO) é algo que ainda será regulado pela Autoridade Nacional. Mas é certo que as empresas de saúde, pela natureza dos dados pessoais que precisam usar, serão impactadas e precisarão se organizar para bem cumprir a LGPD.

O mesmo se diga em relação a diversos prestadores de serviços da cadeia de saúde, em especial, aqueles que promovem soluções tecnológicas para empresas do setor. Os dados sensíveis, onde quer que estejam armazenados, precisarão estar seguros e o tratamento em conformidade com a lei.

Diante desse cenário, temos um desafio e uma oportunidade. O desafio consiste em se adequar no prazo de um ano, que é o que resta para a lei entrar em vigor. É preciso começar já! A oportunidade está em poder modernizar toda uma cadeia que culturalmente sempre esteve pouco atenta à gestão eficiente dos recursos e informações que usam em suas rotinas. Melhorar a infraestrutura de segurança da informação, a segurança jurídica e o treinamento de pessoal serão conquistas relevantes.

Se ajustar ao que tem sido chamado de Privacy by Design, ou seja, respeito aos dados pessoais como padrão, ou privacidade desde a concepção, facilitará em muito a adequação à lei, bem como o desenvolvimento de novos produtos ou serviços em qualquer setor, mas, mais especialmente, em toda cadeia do setor de saúde, pela natureza sensível dos dados.

Gustavo Escobar

Sócio da Escobar e Mota Advogados

gustavo@escobaradvocacia.com.br

[1] Veja aqui um artigo geral sobre o que se trata e as implicações da lei: https://www.linkedin.com/pulse/lgpd-o-qu%C3%AA-gustavo-escobar/

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Outubro ROSA 2017

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Este é o mês de vestir todos os tons de rosa. Finalmente, outubro chegou e voltamos a falar sobre o Câncer de Mama.

Sendo a 2a maior causa de morte entre mulheres, este assunto ainda será levantado muitas vezes.

No post de hoje, abordaremos exclusivamente os fatores de risco, pois a partir deles, podemos nos antecipar, controlar e, muitas vezes, evitar o câncer.

Ter um fator de risco representa o aumento da sua chance de ter a doença. Não quer dizer que você a terá, necessariamente.

Há pessoas que não apresentam  fator de risco mas tem a enfermidade. E também não se sabe ao certo, qual o percentual de contribuição de cada fator de risco no surgimento do câncer.

Mas ter o conhecimento de tudo aquilo que aumentaria a chance de ficar doente, lança luz sobre o caminho da prevenção. Principalmente, ao separarmos entre os Fatores de Risco Não-Mutáveis e os Fatores de Risco relacionados ao Estilo de Vida (estes podemos mudar). Muitas ações podem ser tomadas, a partir de agora, como por exemplo: praticar atividades físicas e evitar bebida alcoólica.

As duas listas abaixo são da American Câncer Society e seguem parcialmente. Lembrando que este post não substitui a consulta médica. Converse e tire suas dúvidas sobre este assunto sempre com um profissional da área.

Fatores de Risco para Câncer de Mama Não Mutáveis

  • Gênero. Ser mulher é o principal fator de risco para o desenvolvimento de câncer de mama.
  • Idade. O risco aumenta com a idade. A maioria dos cânceres de mama são diagnosticados em mulheres acima de 55 anos.
  • Fatores Genéticos.  De 5 a 10% dos casos de câncer de mama são hereditários, o que significa que resultam diretamente de defeitos genéticos herdados de um dos pais.
  • BRCA1 e BRCA2. A causa mais comum do câncer de mama hereditário é uma mutação nos genes BRCA1 e BRCA2. Em células normais, esses genes previnem o câncer, criando proteínas que evitam que as células cresçam anormalmente.
  • Testes Genéticos. Os testes genéticos podem ser realizados para verificar mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 (menos comumente em outros genes, como PTEN e TP53). Embora os testes possam ser úteis em alguns casos, os prós e contras precisam ser considerados cuidadosamente. É importante entender o que o teste genético pode (ou não) dizer e pesar cuidadosamente os benefícios e riscos antes de fazer qualquer exame genético.
  • Histórico Familiar. O risco de câncer de mama é maior entre as mulheres com parentes em primeiro grau (mãe, irmã ou filha) que tiveram a doença. Nesses casos o risco da doença praticamente dobra. Ter dois parentes de primeiro grau aumenta o seu risco cerca de 3 vezes.
  • Histórico Pessoal. Uma mulher com câncer de mama tem um risco de desenvolver um novo câncer de mama. Diferente de uma recidiva. Este risco é maior para mulheres mais jovens.
  • Raça e Etnia. As mulheres brancas são ligeiramente mais propensas a desenvolver câncer de mama do que as negras. No entanto, em mulheres com menos de 45 anos, o câncer de mama é mais comum em mulheres negras.
  • Mamas Densas. Mulheres com mamas densas têm um risco 1,2 a 2 vezes maior de câncer de mama em relação as mulheres com densidade média de mama. Uma série de fatores pode afetar a densidade da mama, como idade, estado menopausal, uso de medicamentos, gravidez e genética.
  • Doenças Benignas da Mama. Mulheres diagnosticadas com determinadas condições benignas da mama podem ter um risco aumentado de câncer de mama. Essas doenças benignas são classificadas em 3 grupos gerais, de acordo com o risco.
  • Lesões Proliferativas com Atipia. Nestas condições, existe um crescimento excessivo das células dos ductos ou lobos, com algumas das células normais não aparecendo. Eles têm um forte efeito sobre o risco de câncer de mama, elevando-o de 3 a 5 vezes. Estes tipos de lesões incluem: hiperplasia ductal atípica e hiperplasia lobular atípica.
  • Carcinoma Lobular In Situ. As s células que se parecem com células cancerosas crescendo nos lobos das glândulas produtoras de leite. As mulheres com carcinoma lobular in situ têm um risco aumentado de desenvolver câncer em qualquer uma das mamas.
  • Menarca antes dos 12 anos. As mulheres que tiveram mais ciclos menstruais porque tiveram menarca precoce (antes dos 12 anos) têm um risco ligeiramente aumentado de câncer de mama. O aumento do risco pode ser devido a uma exposição mais longa a hormônios femininos.
  • Menopausa após os 55 anos. As mulheres que tiveram mais ciclos menstruais porque tiveram a menopausa mais tarde (após os 55 anos) têm um risco ligeiramente aumentado de câncer de mama. O aumento do risco pode ser devido a uma exposição prolongada aos hormônios femininos.
  • Exposição ao Dietilestilbestrol. Mulheres grávidas que receberam dietilestilbestrol (DES) têm um risco ligeiramente maior de desenvolver câncer de mama. Mulheres cujas mães tomaram DES durante a gravidez também podem ter um risco maior de câncer de mama.

Fatores de Risco para Câncer de Mama relacionados ao Estilo de Vida

  • Alcoolismo. O consumo de álcool está claramente associado a um aumento do risco de desenvolver câncer de mama. Esse risco aumenta com a quantidade de álcool consumida.
  • Obesidade. Estar acima do peso ou obesa após a menopausa aumenta o risco de câncer de mama. Mas a ligação entre o peso e o risco da doença é complexa. Por exemplo, o risco parece ser maior em mulheres que ganharam peso na idade adulta, e não para aquelas que sempre estiveram acima do peso desde a infância.
  • Atividade Física. Crescem as evidências de que a atividade física na forma de exercício reduz o risco de câncer de mama. A principal questão é a qual quantidade de exercício necessário!
  • Ter filhos. As mulheres que não tiveram filhos ou que tiveram o primeiro filho após os 30 anos têm um risco aumentado de câncer de mama. Ter muitas gestações e engravidar jovem reduz o risco de câncer de mama. Entretanto, o efeito da gravidez é diferente para diferentes tipos de câncer de mama. Para o câncer de mama triplo negativo, a gravidez parece aumentar o risco.
  • Controle da Natalidade com Anticoncepcionais. O uso de pílulas anticoncepcionais aumenta o risco de câncer de mama em relação as mulheres que nunca usaram. Esse risco volta ao normal após a interrupção do uso dos contraceptivos. Mulheres que pararam de usar os anticoncepcionais há mais de 10 anos não parecem ter qualquer aumento no risco.
  • Controle da Natalidade com Injeção Depo-Provera. É uma forma injetável de progesterona administrada trimestralmente para o controle da natalidade. Alguns estudos analisaram o efeito dessa medicação sobre o risco de câncer de mama. Atualmente, as mulheres usando esse anticoncepcional parecem ter um aumento no risco de câncer de mama, mas esse risco diminui após 5 anos que a mulher parou de usar.
  • Controle da Natalidade com DIU. Essa forma de controle de natalidade também usa hormônios que podem aumentar o risco de câncer de mama. Alguns estudos mostraram uma ligação entre o uso do DIU que libera hormônio e o risco de câncer de mama.
  • Reposição Hormonal após a Menopausa. A terapia hormonal com estrogênio, muitas vezes combinada com progesterona, tem sido usada por muitos anos para aliviar os sintomas da menopausa e prevenir a osteoporose. Existem dois tipos principais de terapia hormonal. Para mulheres que ainda têm útero, geralmente é prescrito estrogênio e progesterona (terapia hormonal combinada). A progesterona é necessária porque o estrogênio sozinho pode aumentar o risco do câncer de colo do útero. Para mulheres que já fizeram histerectomia pode ser usado apenas o estrogênio. Isso é conhecido como terapia de reposição de estrogênio ou apenas terapia de estrogênio.
  • Terapia Hormonal Combinada. O uso da terapia hormonal combinada após a menopausa aumenta o risco de câncer de mama. Esse aumento no risco pode ser observado apenas após 2 anos de uso. Também aumenta a probabilidade de que o câncer seja diagnosticado em estágio avançado.
  • Terapia de Estrogênio. O uso de estrogênio isolado após a menopausa não parece aumentar o risco de câncer de mama. Mas, quando utilizado a longo prazo (mais de 10 anos), alguns estudos mostraram um aumento no risco de câncer de ovário e câncer de mama. Atualmente, existem poucas razões para usar a terapia hormonal pós-menopausa, além de possivelmente o alívio a curto prazo dos sintomas da menopausa. A terapia de estrogênio não parece aumentar o risco de câncer de mama, mas aumenta o risco de acidente vascular cerebral.

 

Informações Parciais das Fontes:

http://www.oncoguia.org.br/conteudo/cancer-de-mama/1411/31/

https://www.cancer.org/cancer/breast-cancer/risk-and-prevention/lifestyle-related-breast-cancer-risk-factors.html

Fonte da imagem: Pixabay


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