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Governo inclui vacina contra hepatite A no calendário de vacinação do SUS

O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (29) que vai incluir a vacina contra o vírus da hepatite A no Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) a partir deste mês. A imunização vai ser direcionada a crianças de 1 ano até 1 ano e 11 meses. A meta do ministério é imunizar 95% desse público em um ano, o que totaliza três milhões de crianças.

hepaite

A vacina já está disponível nas unidades básicas de saúde pública de 11 estados (Acre, Rondônia, Alagoas, Ceará, Maranhão, Piauí, Pernambuco, Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul) e do Distrito Federal, segundo o ministério. Nesses estados, os pais que levarem os filhos para vacinar já terão à disposição a nova vacina.

Amazonas, Amapá, Tocantins, Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Pará e Santa Catarina terão a imunização implantada no mês de agosto. Para setembro, ficarão os estado de Roraima, São Paulo e Paraná.

Para atingir a meta de imunizar 3 milhões de crianças em um ano, o ministério informou que já foram distribuídas 1,2 milhão de doses desde o início de julho. A distribuição para o ano de 2014 segue até setembro. O investimento, segundo a pasta, é de R$ 111 milhões.

Com a vacinação contra a hepatite A, o Ministério da Saúde passa a oferecer, de graça, 14 vacinas de rotina no calendário. Ainda segundo o ministério, com a nova vacina, o Brasil passa a ofertar todas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS)

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, informou que o investimento nas doses de vacina de hepatite A vai “valer a pena” à medida que as mortes de crianças diminuírem. O governo estima reduzir em 65% o número de casos de hepatite A e em 59% as mortes causadas pela doença.

“Nós conseguimos reduzir o preço para R$ 19,85 a dose. São R$ 111 milhões para garantir a cobertura neste ano, mas à medida que a gente  conseguir reduzir os óbitos, esse investimento é um investimento que vale à pena”, afirmou o representante da pasta.

Hepatite A

A hepatite A é uma doença infecciosa aguda que atinge o fígado. De acordo com a OMS, a cada ano, ocorrem cerca de 1,4 milhão de casos no mundo. Nos países com precárias condições sanitárias e socioeconômicas, a Hepatite A apresenta alta incidência.

De acordo com o Ministério da Saúde, a doença é considerada comum no Brasil, que é considerado uma área de risco para a hepatite A. Foram 3,2 casos para cada 100 mil habitantes em 2013. De 1999 a 2012, foram 761 mortes.

De 1999 a 2013 foram registrados 151.436 casos de Hepatite A no Brasil. A maioria dos casos se concentra nas regiões Norte e Nordeste do país, que juntas representam 55,8% das confirmações do vírus. De 2% a 7% dos casos apresentam a forma grave da doença, que leva à hospitalização e à morte.

A principal forma de contágio da doença é a fecal-oral, por contato entre as pessoas infectadas ou por meio de água e alimentos contaminados.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com/bemestar

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Hepatites Virais: Como Prevenir

Campanha-Hepatites-Virais-2014

Golden Stern na Rede Novo Tempo

A Golden Stern participou do programa “MAIS SUCESSO” produzido pela Rede Novo Tempo de Televisão, é um programa empresarial e de empreendedorismo que traz informações sobre o mercado de trabalho nos mais variados segmentos, as oportunidades de negócios no comércio e na indústria.

Neste episódio, o nosso diretor Charles Adrien fala sobre a empresa e os nossos serviços.

Campanha nacional incentiva diagnóstico da hepatite C

Quem tem mais de 45 anos deve prestar atenção. Está no grupo onde se estima que esteja escondida a maior incidência do vírus da hepatite C. A doença, traiçoeira e silenciosa, já acomete cerca de 2,5 milhões de brasileiros e é a mais grave entre as hepatites virais. Aproveitando o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais, será lançada nesta segunda-feira uma campanha nacional para estimular a busca do diagnóstico específico, que é via exame de sangue.

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A campanha 45+ é organizada por um trio de peso — Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH), Sociedade Brasileira de Infectologia e Associação Médica Brasileira (AMB) —, em duas vertentes. Uma é de esclarecimento à população acima dos 45 anos, que representa 70% dos pacientes que têm a hepatite C. A outra é para os médicos, que devem intensificar os pedidos do exame. Não existe vacina contra o tipo C.

— A hepatite C é um problema de saúde pública — alerta o presidente da SBH, Edison Parise.

A preocupação maior é com quem não sabe que tem a doença. Estima-se que apenas 100 mil pessoas estejam sendo tratadas. No Brasil, a epidemia atinge principalmente os nascidos entre 1950 e 1980, diz o hepatologista Hugo Cheinquer, do Hospital de Clínicas:

— Se todos nessas faixas etárias fossem testados, encontraríamos cerca de 70% dos infectados. Até hoje, encontramos menos de 15%.

A transmissão da hepatite C, no país, ocorreu mais por transfusão de sangue e procedimentos invasivos em hospitais ou clínicas usando material não descartável (chamada de contaminação nosocomial). Para o médico, quem fez transfusão de sangue antes de 1992, usou drogas injetáveis ou tem exames de fígado alterados durante check-up de rotina deve fazer o teste.

A hepatite C foi identificada como doença há três décadas, assim como os testes para o diagnóstico. São considerados hábitos arriscados ter tomado injeção de energéticos, medicamentos ou dopantes sem a devida assepsia. É conhecido o drama de ex-jogadores de futebol que faziam infiltrações ou ingeriam estimulantes por agulhas. A doença também pode ser transmitida, por exemplo, por instrumentos de manicure sem esterilização apropriada.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as hepatites A, B, C, D e E matam tanto quanto a Aids. São 1,4 milhão de vítimas ao ano. Do total, 90% tinham as modalidades B e C, responsáveis por dois terços dos cânceres de fígado no mundo.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://zh.clicrbs.com.br/

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Hepatites Virais

Hepatite é uma inflamação do fígado. Esta inflamação pode ser causada por vários agentes, como drogas, álcool e, mais frequentemente, por vírus. As hepatites virais mais comuns são as causadas pelos vírus A (HAV), B (HBV) e C (HCV), causadores da Hepatite A, Hepatite B e Hepatite C, respectivamente.

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Como se disseminam os vírus da Hepatite?

  • Hepatite A: o HAV é transmitido de pessoa a pessoa pela ingestão de alimentos e água contaminados com fezes infectadas pelo vírus. Esta transmissão é conhecida como fecal-oral.
  • Hepatite B: o HBV é transmitido pelo contato com sangue contaminado (hemotransfusões, seringas contaminadas em usuários de drogas, material cirúrgico não estéril), contato sexual sem uso de preservativo ou da mãe para o filho durante a gestação e/ou parto (chamada transmissão vertical).
  • Hepatite C: o HCV é transmitido principalmente através do contato com sangue contaminado (hemotransfusões, seringas contaminadas em usuários de drogas, material cirúrgico não estéril). Outras formas de contágio, tais como sexual e vertical (mãe para o filho durante gestação/parto) ainda não foram comprovadas, entretanto não podem ser totalmente descartadas.

Quais os sintomas da Hepatite Viral?

A Hepatite pode surgir rapidamente sendo classificada como hepatite aguda ou lenta e menos sintomática, hepatite crônica. Hepatite A cursa apenas com a forma aguda. As outras, como a B, podem apresentar um quadro agudo e depois tornar-se crônica, já a Hepatite C costuma causar apenas hepatite crônica.

Sintomas gerais, geralmente mais associados as formas agudas são cansaço, perda do apetite, náuseas, dor e desconforto abdominal, urina escura e fezes claras, icterícia (olhos e peles amarelados).

A Hepatite Viral tem cura?

Grande parte das Hepatites Virais têm cura espontânea. Dependendo do vírus causador da Hepatite, existe um risco de cronifi cação da doença. Nesses casos, o vírus permanece infectando o fígado e pode causar outras doenças hepáticas posteriormente, tais como cirrose e câncer. A Hepatite A nunca se torna crônica evoluindo geralmente sem maior gravidade para a cura espontânea. Já a Hepatite B pode cronifi car em 2 a 6% das pessoas acima de 5 anos, em 30% das crianças entre 1 a 5 anos e em até 90% dos lactentes. Já a Hepatite C evolui com infecção crônica em 55 a 85% das pessoas infectadas.

Como diagnosticar o tipo de Hepatite?

Existem alguns exames de sangue que diagnosticam o tipo de vírus causador da Hepatite. Esses exames identificam cada vírus especificamente através da detecção dos anticorpos produzidos pelo organismo contra o vírus causador da Hepatite. Podem também dizer se a pessoa já teve contato prévio com o vírus, se ficou curada ou não ou se foi vacinada.

Como prevenir as Hepatites Virais?

Em relação à Hepatite A, a melhor prevenção é lavar sempre as mãos após utilizar o banheiro, após a troca de fraldas e antes de se alimentar. Já a melhor forma de prevenção das Hepatites B e C consiste em não compartilhar seringas, descartar seringas usadas em recipientes rígidos (evitando assim acidentes na manipulação do lixo) e utilizar preservativos em todas as relações sexuais.

Existe vacina para prevenção de Hepatites, são seguras?

As Hepatites A e B podem ser prevenidas por meio de vacinação. Já existem vacinas separadas para Hepatite A e B e vacinas conjugadas que conferem proteção contra as duas formas de Hepatites. Não existe vacina disponível contra Hepatite C. As vacinas são seguras e já foram aplicadas em mais de 4 milhões de pessoas nos Estados Unidos, entre adultos e crianças, sem relatos de efeitos adversos graves. A vacina contra Hepatite B já faz parte do calendário vacinal oficial do Ministério da Saúde.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bronstein.com.br/

Suas Mãos Estão Na Posição Correta?

Campanha-Acidentes-de-Trabalho-2014

Os 10 principais problemas de saúde desenvolvidos no trabalho

Ao contrário de uma dor de cabeça ou gripe que surge após um período intenso de trabalho, alguns problemas de saúde podem estar relacionados ao desempenho da atividade profissional que dão ao trabalhador, do ponto de vista legal, os mesmos direitos de um acidente de trabalho.

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De acordo com Eduardo Jesuíno, Médico do Trabalho,  para que um problema de saúde seja considerado uma doença ocupacional, o trabalho deve ter o vínculo nexo causal, ou seja, causa e efeito específico na situação.  Alerta que certas doenças ocupacionais aparecem de forma silenciosa. “Algumas doenças só aparecem após 10 ou 15 anos de trabalho e acabam fazendo tamanho estrago que, muita vezes, a pessoa não tem condições de voltar para o trabalho, seja pelas limitações decorrentes da própria doença ou por ser o único local que o trabalhador consiga desenvolver atividades e isso retornar para este único local acabaria agravando a doença”, disse.

O médico listou as 10 principais doenças que podem ser desenvolvidas no trabalho. Confira abaixo e fique atento a possíveis alterações em sua saúde:

LER/DORT (Lesão por Esforços Repetitivos/ Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho)
Provocada por movimentos repetitivos ou por posturas inadequadas, chamadas de posturas anti-ergonômicas. Deve-se ter cuidado no diagnóstico, pois muitas pessoas confundem a LER com uma simples torção ou mal posicionamento em algum movimento.

Antracose
Lesão pulmonar ocasionada por diferentes agentes que são adquiridos nas áreas de carvoarias. A doença pode ser o ponto de partida para outros problemas ainda mais graves e afeta, principalmente, os trabalhadores que têm contato direto com a fumaça do carvão.

Bissinose
Doença causada pela poeira das fibras de algodão, que afeta principalmente as pessoas que trabalham na indústria algodoeira.

Surdez temporária ou definitiva
Quando o trabalhador está exposto em uma área ruídos constantes, ele começa a perder a sensibilidade auditiva e isso pode se tornar irreversível. A perda auditiva se torna definitiva de forma lenta, silenciosa e prolongada. É mais comum entre operários de obras de construção que utilizam equipamentos que emitem ruídos e operadores de telemarketing.

Dermatose ocupacional
Pessoas que trabalham com graxa ou óleo mecânico podem desenvolver reações alérgicas crônicas, de forma que a pele cria placas.

Câncer de pele
Pessoas que trabalham, por exemplo, em lavouras, têm grandes chances de desenvolver o câncer de pele devido à excessiva exposição ao sol. A doença é bastante comum no Brasil, mas só pode ser considerada ocupacional se estiver relacionada à atividade profissional desenvolvida. Uma pessoa que trabalha em um escritório, sem se expor ao sol, por exemplo, pode ter o câncer de pele por outros e não terá assistência do INSS.

Siderose
Pessoas que trabalham nas minas de ferro acabam inalando partículas microscópicas de ferro. Estas partículas acabam se alojando nos bronquíolos, provocando falta de ar constante.

Catarata
Quem trabalha em lugares de altas temperaturas pode desenvolver a perda do cristalino, ocasionando a cegueira. Assim como o câncer de pele, a doença atinge uma parcela significativa da população brasileira, principalmente os idosos, e precisa ter relação direta com o trabalho para ser considerada ocupacional.

Doenças por função
Pessoas que trabalham com alimentos, por exemplo, podem se contaminar pelos produtos orgânicos que são utilizados.

Doenças psicossociais
Problemas como depressão, ou de outra ordem emocional, muitas vezes estão associados a carga horária excessiva, a pressão no trabalho, ou algum desentendimento na área de trabalho. Elas podem acabar desenvolvendo no trabalhador um desânimo prolongado no convívio de trabalho, ocasionando uma tristeza profunda.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.protecao.com.br/

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