Arquivo para janeiro \31\UTC 2013

No Dia da Não Violência, combatemos os abusos contra os Idosos

A data foi proclamada pelas Nações Unidas, em homenagem a Mahatma Ghandi –  assassinado em 1948. Números oficiais mostram que ainda há muito a fazer. No Brasil esse ano a data levanta as questões da violência contra os idosos.

Para o Ministério da Saúde essa ocasião lembra a importância de combater todos os tipos de violência.

O tema escolhido este ano reflete os dados de 2012, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, que registrou mais de 21 mil denúncias de agressões contra idosos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://tvbrasil.ebc.com.br

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Dia da Não Violência – 30 de janeiro

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Dia da Não Violência lembra a morte de Gandhi

Hoje, dia 30 de Janeiro foi proclamado pela ONU como o dia da não violência em homenagem aMohandas K. Gandhi cujo assassinato ocorreu nessa data, em1948. Trata-se de uma iniciativa voltada à educação para a paz, a solidariedade e o respeito pelos direitos humanos.

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Gandhi, também chamado Mahatma (que significa “grande alma”, “alma iluminada”), nasceu na Índia, em 1869. É considerado um dos principais expoentes do pacifismo e da luta pelo respeito e realização dos direitos humanos e da justiça.

Após estudar direito na Inglaterra, foi trabalhar na África do Sul como advogado. Lá começaram as suas primeiras ações de protesto não violento contra o racismo, baseadas na resistência pacífica e na não cooperação com as autoridades.

Ao fim de anos de luta, e depois de ter conseguido algumas melhorias para a comunidade indiana na África do Sul, decidiu voltar ao seu país de origem – a Índia – e lutar pela sua independência. O país era uma colônia do Império Britânico. Graças a seus esforços, a Índia conquistou a independência em 1947.

Os procedimentos e as formas de luta que Ghandi propôs e utilizou eram:

  • Manifestações pacíficas: diálogos, testemunhos, petições, marchas, jejuns, greves de fome, orações e cooperação com os mais oprimidos.
  • Não cooperação, por meio de boicote sistemático dos produtos ingleses e da recusa a colaborar com um regime ou com um sistema considerado injusto.
  • Desobediência civil, por meio da violação intencional, organizada, sistemática de leis consideradas injustas.

    Gandhi teve grande influência entre as comunidades religiosas hindus e muçulmanas da Índia. No entanto, a tensão entre os dois grupos era enorme e resultou no surgimento do Paquistão, país de maioria muçulmana. Foi por tentar unificar hindus e muçulmanos que Gandhi acabou assassinado por um hinduísta radical.

    Apesar de ter sido indicado cinco vezes entre 1937 e 1948, o pacifista que enfrentou o poder da Inglaterra nunca recebeu o prêmio Nobel da Paz. Décadas depois, no entanto, o erro foi reconhecido pelo comitê organizador do prêmio.

    Além disso, quando o Dalai Lama (Tenzin Gyatso) recebeu o Nobel em 1989, o presidente do comitê disse que o prêmio era “em parte um tributo à memória de Mahatma Gandhi”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://educacao.uol.com.br

Educação sem Violência no Brasil

Mais do que teoria e prática, a não violência tem que ser uma atitude entre toda a prática de ensino, envolvendo todos os profissionais de educação e estudantes da escola, pais e comunidade em um desafio comum e compartilhado. Assim, a não violência integrada dá ao professor outra visão de seu trabalho pedagógico.

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A escola tem que dar lugar ao diálogo e ao compartilhamento, se tornando um centro para a vida cívica na comunidade.

Para se obter um real impacto, a educação sem violência tem que ser um projeto de toda a escola, o qual deve ser planejado, integrado em todos os aspectos do currículo escolar, na pedagogia e nas atividades, envolvendo todos os professores e profissionais da escola, assim como toda a estrutura organizacional da equipe de tomadas de decisões educacionais.

As práticas de não violência devem ser coerentes e devem estar refletidas nas regras e na utilização das instalações da escola.

Vista pelo ângulo da não violência, a Educação é para:

  • Aprender sobre nossos direitos, responsabilidades e obrigações.
  • Aprender a viver juntos, respeitando nossas diferenças e similaridades.
  • Desenvolver o aprendizado baseado na cooperação, baseado no diálogo e na compreensão intercultural.
  • Ajudar as crianças a encontrar soluções não violentas para resolverem seus conflitos, experimentarem conflitos utilizando maneiras construtivas de mediação e estratégias de resolução.
  • Promover a valores e atitudes de não violência: autonomia, responsabilidade, cooperação, criatividade e solidariedade.
  • Capacitar estudantes a construírem juntos, com seus colegas, seus próprios ideais de paz.

A UNESCO sugere alguns sites e ideias para lidar com a solução de conflitos. Algumas sugestões incluem treinamento para professores e jovens estudantes. Por exemplo, em dezembro de 2008, o setor de Ciências Humanas e Sociais da UNESCO no Brasil, realizou o primeiro exercício de sistematização de experiências do programa Abrindo Espaços: educação e cultura para a paz – programa de inclusão social de abertura das escolas nos finais de semana, oferecendo a jovens e à comunidade atividades artísticas, esportivas e de lazer.

Além disso, publicou uma coleção de oito livros que, além das referências metodológicas e conceituais do programa, contêm também um guia passo a passo para a sua implantação e dois manuais para professores convidando a cultivar a paz em sala de aula e praticar a não violência por meio de jogos pedagógicos ou pelo uso de algumas atividades.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.unesco.org

Dia Mundial da Não Violência

Os profissionais da saúde têm papel fundamental na identificação dos sinais de violência. Nesta segunda-feira, 30 de janeiro, é lembrado o Dia Internacional da Não Violência, escolhido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para marcar a morte de Mahatma Gandhi, símbolo da luta pela não violência, assassinado nesta data em 1948.

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Por meio da Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) e da Política Nacional de Redução da Morbimortalidade  por Acidentes e Violências, o Ministério da Saúde definiu prioridades e estratégias para o enfretamento das violências no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Dentre elas destacam-se: prevenção de violência e a promoção da cultura de paz, prevenção das lesões e mortes no trânsito e a redução do uso abusivo do álcool e outras drogas.

A coordenadora de Vigilância e Prevenção de Violência e Acidentes do Ministério da Saúde, Marta Silva, falou ao Blog da Saúde sobre esta data. Ela explica porque a violência se tornou problema de saúde pública e destaca projetos do Ministério relacionados ao tema.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br

Cientistas flagram ‘alquimia’ de bactéria da hanseníase

O estudo, publicado na revista científica Cell e liderado por uma equipe de cientistas de Edimburgo, na Escócia, mostrou uma bactéria causadora de hanseníase transformando neurônios em células-tronco e musculares.

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Os autores dizem que a técnica “inteligente e sofisticada” pode agilizar a pesquisa sobre terapias e células-tronco.

Os especialistas descreveram a descoberta como “surpreendente”.

Cientistas já tinham conseguido realizar uma “alquimia biológica” em laboratório antes, transformando células da pele em células-tronco, que têm o poder de se transformar em qualquer outra parte do corpo, como células do coração ou cérebro.

Um dos pesquisadores, o professor Anura Rambukkana, disse: “As células do nosso corpo podem ser manipuladas. Por que as bactérias não se aproveitariam disso?”

Mestres da manipulação

Para conduzir o experimento, os cientistas usaram camundongos que tiveram neurônios infectados com a bactéria da hanseníase.

Após algumas semanas, a bactéria começou a transformar os nervos de acordo com a sua própria conveniência. A composição das células mudou e elas se tornaram células-tronco.

Mas, ao contrário dos neurônios, que são estáticos, essas células cresceram e se espalharam pelo corpo.

“Trata-se de uma célula-tronco que é gerada pelo tecido do próprio corpo para que o sistema imunológico não a reconheça e ela pode ser usada sem ser atacada”, disse Rambukkana.

Esse tipo de célula também pode se alojar dentro dos músculos e se transformar em células musculares.

“No momento em que vimos isso acontecer, achamos algo bem surpreendente”, acrescentou o pesquisador.

“É a primeira vez que constatamos ao vivo uma bactéria infecciosa criando células-tronco.”

Alquimia

Rambukkana espera que as descobertas possam aumentar o conhecimento sobre a hanseníase e leve a novos caminhos de desenvolvimento de células-tronco – que se tornaram a “menina dos olhos” da medicina por seu potencial de se transformar em outras células e, assim, ajudar no tratamento de várias doenças.

O pesquisador também acredita que é “provável” que outras espécies de bactéria possam ter a mesma habilidade de reprogramar o seu hospedeiro.

Segundo o professor Chris Mason, especialista em pesquisa de células-tronco na Universidade College London, no Reino Unido, “a habilidade da bactéria de converter um tipo de célula de um mamífero em outra é “uma verdadeira alquimia” da natureza, só que em grande escala”.

“Embora essa descoberta surpreendente tenha sido baseada em um experimento com um rato, ela destaca a extraordinária complexidade das interações entre mamíferos e bactérias bem como a engenhosidade dos cientistas para descobrir mecanismos da doença que, uma década atrás, teria sido algo restrito à ficção científica”, disse Mason.

“O próximo passo essencial é traduzir essa parte valiosa de conhecimento em benefícios tangíveis para os pacientes. Mas esse processo pode levar uma década antes de sua relevância para a medicina clínica ser totalmente compreendida”, acrescentou.

Para Rob Buckle, diretor de medicina regenerativa do Medical Research Council, “essa descoberta é importante não só para a nossa compreensão e tratamento da doença bacteriana, mas para a medicina regenerativa, que vem evoluindo rapidamente nos últimos anos.”

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk

Dia Mundial do Hanseniano

Em 24/01 é “Dia Mundial do Hanseniano”. Este dia teve origem através dos esforços do Jornalista francês Raoul Follerreau, que motivou a Organização das Nações Unidas (ONU) a criar um dia para lembrar esta doença e “para que um dia esse dia não fosse mais necessário”.

Na década de 50, Raoul Follerrau realizou um trabalho itinerante, visitando hospitais, asilos, locais onde eram isolados os chamados “leprosos”, que são as vítimas daDoença de Hansen.

Infelizmente faleceu antes de ver a doença com tratamento adequado e rápido.

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O QUE É HANSENÍASE?

A hanseníase é conhecida como lepra, hanseníase, morfeia ,mal de hansen ou mal de Lázaro.

Trata-se de uma doença infecciosa causada pela bactéria Mycobacterium leprae (também conhecida como bacilo-de-hansen) que afeta os nervos e a pele.

O nome hanseníase é devido ao descobridor do microrganismo causador da doença Gerhard Hansen. É conhecida como “a doença mais antiga do mundo”, afetando a humanidade há pelo menos 4000 anos e sendo os primeiros registros escritos conhecidos encontrados no Egito, datando de 1350 a.C. Ela é endêmica (específica de uma região) em certos países tropicais, em particular na Ásia.

No Brasil, a hanseníase ainda tem índices de ocorrência alarmantes, em média, 2,7 acometidos em 10 mil habitantes. Prova disso, é que a eliminação da doença é uma meta para as políticas de saúde pública no Brasil

ESTIMULAR O DIAGNÓSTICO PRECOCE

A HANSENÍASE é uma doença contagiosa, que passa de uma pessoa doente, que não esteja em tratamento, para outra. Demora de 2 a 5 anos, em geral, para aparecerem os primeiros sintomas. O portador de hanseníase apresenta sinais e sintomas dermatológicos e neurológicos que facilitam o diagnóstico.

Seus principais sintomas são:

– supressão da sensação térmica do local afetado (em decorrência do acometimento dos nervos). O doente não consegue identificar o frio e o calor;
– Diminuição da sensação de dor no local afetado;
– Na maioria dos casos em manchas de coloração mais clara que a pele ao redor, podendo ser discretamente avermelhada, com alteração de sensibilidade à temperatura, e, eventualmente, diminuição da sudorese sobre a mancha (anidrose).

Depois do estado inicial, a HANSENÍASE pode então permanecer estável (o que acontece na maior parte dos casos) ou pode evoluir para lepra tuberculóide ou lepromatosa, dependendo da predisposição genética particular de cada paciente.

Quando não tratada, a Hanseníase pode causar incapacidades ou deformidades.

COMO E QUEM ESTÁ SUJEITO A SE CONTAMINAR?

Todas as pessoas. Crianças, jovens, adultos, idosos : a Hanseníase não escolhe idade, classe social. Desde que haja um contato prolongado com o bacilo, a pessoa contrai a bactéria.

A contaminação se dá através de pacientes sem tratamento que eliminam os bacilos por secreções nasais, gotículas da fala, tosse e espirro.

É IMPORTANTE RESSALTAR que o paciente em tratamento regular ou que já recebeu alta não transmite.

PREVENÇÃO

A prevenção baseia-se no exame clínico precoce das lesões suspeitas e na aplicação da vacina BCG em todas as pessoas que compartilham o mesmo domicílio com o portador da doença.

TRATAMENTO – HANSENÍASE TEM CURA

Na atualidade, o tratamento se dá através da associação de alguns medicamentos (antibióticos). O tratamento pode ser feito nas redes públicas de saúde e é gratuito.

Muitos esforços são feitos pela Rede de saúde Pública, inclusive com campanhas na mídia – com o objetivo de realizar o diagnóstico precoce. No caso de pacientes com deformações, usa-se próteses e as incapacidades causadas pela hanseníase podem ter ajuda da fisioterapia.

O tempo de tratamento oscila entre 6 e 24 meses, de acordo com a gravidade da doença.

O DIA MUNDIAL DA HANSENÍASE É FUNDAMENTAL PARA LEMBRAR QUE A DOENÇA TEM CURA. NÃO É MAIS NECESSÁRIO CONFINAR E TEMER OS PORTADORES.

Em caso de suspeita da doença, procure seu médico ou um Posto de Saúde.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://helpsaude.com


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