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ASMA

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Asma é o estreitamento dos bronquíolos (pequenos canais de ar dos pulmões), dificultando a passagem do ar e provocando contrações ou broncoespasmos. As crises comprometem a respiração, tornando-a difícil. Quando os bronquíolos inflamam, segregam mais muco o que aumenta o problema respiratório.

Trata-se de uma doença crônica bastante comum que afeta tanto crianças quanto adultos, sendo um problema mundial de saúde, acometendo cerca de 300 milhões de pessoas e uma das principais responsáveis pelas faltas escolares e no trabalho.

Estima-se que no Brasil existam aproximadamente 20 milhões de asmáticos. 

Sintomas da Asma:

– falta de ar ou dificuldade para respirar

– sensação de aperto no peito ou peito pesado

– chio ou chiado no peito

– tosse

Esses sintomas variam durante o dia, podendo piorar à noite ou de madrugada e com as atividades físicas. Os sintomas também variam ao longo do tempo e podem desaparecer sozinhos, mas a asma não se extingue, uma vez que não tem cura.

Alguns fatores podem provocar ou piorar a asma, levando à inflamação dos brônquios. Confira os principais gatilhos da asma: 

– ÁCAROS: organismos microscópicos que se alimentam de descamação da pele humana, de pelos de animais e também do mofo. Os ácaros habitam locais onde há acúmulo de poeira como: colchões e travesseiros, carpetes, bichos de pelúcia, estantes, papéis e até pelo de animais. Os ácaros e seus excrementos pioram a asma por aumentar a inflamação dos brônquios.

– FUNGOS: micro-organismos que crescem a uma temperatura  acima  de 37ºC e umidade acima de 50%. Estes são encontrados  no fim do verão e no outono, estações em que predominam ventos quentes. Casas escuras, úmidas e mal ventiladas são ideais para o crescimento dos fungos. Dentro das casas os fungos podem crescer no sistema de ar condicionado, paredes de banheiros, fendas de superfícies. Misturam-se com a poeira dos carpetes, colchas, livros e refrigeradores. Também pioram a asma por aumentar a inflamação dos brônquios.

– PÓLENS: são gatilhos comuns (flores, gramas, árvores) que predominam fora de casa sendo carregados pelo vento. A polinização se dá  após uma chuva prolongada, seguida de um clima seco sendo comum na primavera. Os pólens também pioram a asma por aumentar a inflamação dos brônquios.

– ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO: os pelos de animais podem piorar a asma, mas o grau e a frequência da exposição determinarão os sintomas. Além dos pelos, a descamação da pele do animal, a saliva, a urina e outros tipos de excreções podem ser gatilhos da asma e essas podem ficar no ambiente por até seis meses após a retirada do animal. Alguns animais são considerados capazes de provocar alergias mais do que outros, tais como gatos e cavalos.

– FEZES DE BARATA: exposição a fezes pode provocar sintomas de asma. Piora por aumento da inflamação dos brônquios.

– INFECÇÕES VIRAIS: algumas infecções virais são capazes de causar sintomas de asma ou de piorá-la e entre eles o vírus da gripe e do resfriado comum. Alguns asmáticos são mais sensíveis do que outros.

– FUMAÇA DE CIGARRO: a fumaça do cigarro é prejudicial aos asmáticos, mesmo se o doente não fumar. Asmáticos filhos de pais fumantes estão sujeitos a piora dos sintomas e da própria gravidade da asma. A fumaça do cigarro, além de aumentar os sintomas também pode aumentar a inflamação dos brônquios.

– POLUIÇÃO AMBIENTAL: a exposição à poluição do ambiente em geral e poluição do ambiente de trabalho também pode piorar a asma.

– EXPOSIÇÃO AO AR FRIO: ar muito frio e seco pode desencadear sintomas de asma por irritar os brônquios do asmático. Contudo, esse ar tem que ser muito frio, como o que ocorre nos invernos.

Informações parciais das fontes:

https://sbpt.org.br/espaco-saude-respiratoria-asma/

https://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/asma/

Alterações no Calendário de Vacinação 2017

Você sabia que houve alterações no Calendário Nacional de Vacinação? Segundo a Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações, essas mudanças permitem aumentar a proteção às doenças imunopreveníveis, conforme os grupos definidos e elevar as coberturas vacinais, reduzindo a população suscetível a essas doenças.

São 19 vacinas oferecidas gratuitamente através do Sistema Único de Saúde (SUS), recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Veja abaixo o Calendário Nacional de Vacinação – atualizado.

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Fonte da tabela: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/leia-mais-o-ministerio/197-secretaria-svs/13600-calendario-nacional-de-vacinacao

Explicando as novas recomendações:

Hepatite A

  • Como era antes: Uma única dose da vacina ofertada para crianças com até dois anos.
  • Como é agora: É recomendado a criança receber uma dose aos 15 meses de idade. Para aquelas que perderam a oportunidade de se vacinar, terão a chance de receber essa vacina até os cinco anos incompletos.

Varicela

  • Como era antes: Uma dose entre 15 meses e dois anos de idade incompletos.
  • Como é agora: Uma dose entre 15 meses de idade. Para aquelas que perderam a oportunidade de se vacinar, terão a chance de receber essa vacina até os cinco anos incompletos. É importante reforçar que a vacina tetra viral só pode ser tomada por crianças que comprovam ter recebido a primeira dose de tríplice viral.

Esquema vacinal:

1ª dose de tríplice viral;

2ª dose tetra viral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela) ou tríplice viral ((sarampo, rubéola, caxumba) + varicela

HPV

  • Como era antes: Vacina era ofertada apenas para meninas entre 9 a 13 anos, e mulheres com HIV entre 9 e 26 anos.
  • Como é agora: Além das meninas e mulheres, a vacina também passa a ser ofertada para meninos entre 12 e 13 anos, homens vivendo com HIV entre os 9 e 26 anos de idade, e imunodeprimidos (transplantados de órgãos sólidos, de medula óssea ou pacientes oncológicos)  e meninas até 14 anos. Até 2020, idade de vacinação será ampliada progressivamente até englobar crianças e adolescentes entre os 9 e 13 anos.

Meningocócica C

  • Como era antes: Duas doses da vacina eram administradas para crianças entre 3 e 5 meses, com um reforço para crianças entre os 15 meses e 2 anos incompletos.
  • Como é agora: Duas doses da vacina serão administradas para crianças entre 3 e 5 meses, com um reforço para crianças até 5 anos incompletos. Também há mais uma dose para adolescentes entre 12 e 13 anos de idade. Até 2020, a idade será ampliada progressivamente até englobar crianças e adolescentes entre os 9 e 13 anos.

Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola)

  • Como era antes: Adultos recebiam a segunda dose até os 19 anos, ou uma dose única entre 20 e 49 anos de idade.
  • Como é agora: A segunda dose passa a valer até os 29 anos de idade, e a dose única da vacina fica disponível para adultos entre 30 e 49 anos.

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  • Como era antes: A vacina que protege contra a difteria, tétano e coqueluche era recomendada para gestantes a partir da 27ª até a 36ª semana de gestação.
  • Como é agora: A vacina pode ser tomada a partir da 20ª semana de gestação. É importante lembrar que tomando a vacina durante a gravidez, a mãe transfere os anticorpos para o feto, evitando que ele contraia a coqueluche. As mulheres que perderam a oportunidade de receber a vacina durante a gravidez podem recebê-la durante o puerpério (até 45 dias após o parto).

Com essas alterações, a expectativa é aumentar a vacinação na infância, protegendo contra doenças, além de aumentar a imunidade dos adolescentes e reduzir a ocorrência das doenças imunopreveníveis.

Em relação aos adultos, espera-se contribuir para a redução da incidência da caxumba em adultos jovens, manter eliminada a rubéola e o sarampo no país, aumentar a oportunidade de vacinação durante a gestação e proporcionar proteção para os bebês contra a coqueluche, pois os anticorpos são transferidos da mãe para o feto.

Este post visa facilitar o acesso às informações. Siga sempre as orientações médicas.

Informações parciais da fonte: http://www.blog.saude.gov.br/index.php/promocao-da-saude/52392-veja-o-que-muda-no-calendario-de-vacinacao-em-2017

Doenças de Inverno

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A queda de temperatura, o ar mais seco e a maior concentração de pessoas em ambientes fechados favorecem a circulação de diversos tipos de vírus respiratórios, como os vírus Influenza, causadores da gripe.

No Brasil, os casos de gripe aumentam entre os meses de maio e outubro, variando de acordo com a região:

  • Norte / Nordeste: o número de casos aumenta entre abril e junho, meses mais chuvosos.
  • Sul / Sudeste: o número de casos aumenta entre junho e outubro, meses mais frios.

Influenza = Gripe

Infecção viral febril, aguda, altamente transmissível, que afeta o sistema respiratório. A infecção geralmente dura 1 semana e com os sintomas sistêmicos persistindo por alguns dias, sendo a febre o mais importante.

Sintomas Típicos

  • Febre
  • Dor de cabeça
  • Dores musculares
  • Tosse
  • Dor de garganta
  • Fadiga

Nos casos mais graves:

  • Dificuldade respiratória

A transmissão ocorre por meio de secreções das vias respiratórias da pessoa contaminada ao falar, tossir, espirrar ou pelas mãos, boca, olhos e nariz.

Resfriado X Gripe

Embora parecidos, os sintomas do resfriado são mais brandos e duram menos tempo: entre 2 a 4 dias. Os sintomas são: tosse, congestão nasal, coriza, dor no corpo e na garganta. A febre é menos comum e, quando ocorre, é baixa (até 37 graus).

Rinite Alérgica X Gripe

Os principais sintomas são espirros, coriza, congestão nasal e irritação na garganta. A rinite alérgica não é uma doença transmissível e sim crônica, provocada pelo contato com agentes alérgenos (substâncias que causam alergia), como poeira, pelos de animais, poluição, mofo e alguns alimentos.

A Influenza

A influenza causa 3 a 5 milhões de casos graves e até 500.000 mortes, todos os anos, no mundo, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).

Medidas de Prevenção

  • Lavar as mãos com água e sabão, principalmente, antes de consumir algum alimento, tocar os olhos, o nariz, a boca e após tossir, espirrar e/ou usar o banheiro;
  • Cobrir a boca ao tossir ou espirrar;
  • Na falta de lenço, usar o ombro o antebraço interno como barreira ao tossir ou espirrar;
  • Não compartilhar alimentos, copos, garrafas, toalhas e objetos de uso pessoal;
  • Manter os ambiente ventilados, com portas e janelas abertas, para favorecer a circulação de ar;
  • Evitar ambientes fechados e aglomerados;
  • Evitar contato direto com pessoas gripadas;
  • Não se automedique;
  • Beba líquidos;
  • Adote desde já: hábitos e alimentação saudáveis;
  • Vacine-se contra a Gripe.

Sobre a Vacina Contra Gripe:

Objetivo da vacina:

  • Evitar as formas graves da gripe;
  • Evitar complicações da gripe;
  • Reduzir óbitos e internações causadas pela gripe.

Observação: A gripe pode ocorrer mesmo após a vacina, porém, amenizada.

Vacinação Gratuita em Postos de Saúde para os Grupos de Risco abaixo listados:

  • crianças de 6 meses a menores de 5 anos,
  • gestantes,
  • puérperas (até 45 dias após o parto),
  • indígenas,
  • portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais,
  • adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas,
  • população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional,
  • professores dos ensinos básico e superior de escolas públicas e privadas,
  • profissionais de saúde,
  • para quem tiver prescrição médica.

A Vacina e os Tipos de Influenza

De acordo com a Anvisa, a vacina de 2017 disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é a trivalente, que conterá os seguintes vírus:

– Influenza A (H1N1), subtipo Michigan/45/2015

– Influenza A (H3N2), subtipo Hong Kong/4801/2014

– Influenza B, subtipo Brisbane/60/2008

Já a vacina tetravalente, disponível apenas na rede privada, conterá, além dos outros três, o vírus da Influenza B, subtipo Phuket/3073/2013, com circulação mais reduzida entre humanos.

Ao surgirem sintomas de gripe, resfriado ou rinite, o Ministério da Saúde recomenda que as pessoas procurem o serviço de saúde mais próximo e não tomem medicamentos por conta própria, como os antigripais, pois podem mascarar um quadro mais grave e dificultar o diagnóstico.

 

Fontes:

https://sbpt.org.br/video-aula/imunizacao-para-prevencao-de-doencas-respiratorias/

http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/recife-abre-campanha-de-vacinacao-contra-a-gripe-nesta-segunda-feira.ghtml

http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2017/05/12/interna_vidaurbana,703468/sabado-e-o-dia-d-de-vacinacao-contra-a-influenza.shtml

http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/cidades/veja-quais-sao-e-como-proteger-as-criancas-das-doencas-de-outono-e-inverno/?cHash=2ff887f92fd4ec53983a37e2fd307fd3

http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/profissional-e-gestor/vigilancia/links-vigilancia?start=430

http://www.gazetadopovo.com.br/viver-bem/saude-e-bem-estar/vacina-da-gripe-de-2017-tera-novo-virus-h1n1-entenda-o-que-muda/

Dia Mundial do Meio Ambiente 2017

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Amanhã (05/06) comemoramos o Dia Mundial do Meio Ambiente e nada mais conveniente do que falar em pequenas ações que tem grande impacto em nosso meio. Vamos lá!

  • Seu lixo, sua responsabilidade. Por exemplo: ao ir à praia, leve um saco de lixo para depois descartá-lo em local apropriado. Você estará evitando a morte de animais marinhos e contribuindo para a manutenção de um presente maravilhoso e gratuito oferecido pela natureza: uma praia limpa;
  • Descarte pilhas e baterias em locais corretos. Apenas 1 delas pode contaminar 30 mil litros de água por 500 anos. Da mesma forma, reavalie a necessidade de descartar um computador para não contribuir com o descarte de 20 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano, no Brasil;
  • Seja responsável pela limpeza de seu bairro;
  • Incentive a recuperação de área verdes;
  • Ajude no combate à proliferação dos mosquitos causadores de doenças.

Dá uma olhada no site da eCycle. Lá você pode conferir os locais de descarte, conforme o tipo de lixo: http://www.ecycle.com.br

Fontes:

http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/09/blogs/975731-veja-por-que-pilhas-e-baterias-nao-podem-ir-para-lixo-comum.html

http://www.ecycle.com.br/component/content/article/63/240-pequenas-atitudes-podem-ajudar-o-meio-ambiente.html

 


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