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Vídeo: Emprego na Terceira Idade

Saúde na Terceira Idade

Com o avançar da idade aumentam as chances de determinadas doenças, como as doenças cardíacas, alguns tipos de câncer, dentre outros. Por isso, são recomendados alguns exames médicos e laboratoriais periódicos que buscam identificar problemas que ainda não se estabeleceram ou que ainda não deram nenhum sinal de sua existência com o objetivo de detectá-los precocemente e tratá-los evitando problemas maiores.

Os principais exames são:

• Medida dos níveis de colesterol: níveis elevados de colesterol aumentam o risco de problemas cardíacos como o infarto. Recomenda-se até mesmo que sejam realizados nos adultos jovens.

• Medida da pressão arterial: a hipertensão arterial, ou “pressão alta” também aumenta o risco de doenças cardíacas e as medidas da pressão arterial devem ser realizadas em todos os idosos a cada visita ao médico, ou pelo menos a cada ano.

• Exame clínico da mama e mamografia: a fim de detectar precocemente o câncer de mama, as mulheres devem realizar o exame clínico das mamas e a mamografia a cada 1 ou 2 anos. A mamografia deve ser realizada em todas as mulheres acima de 50 anos ou mais novas, caso haja casos na família de câncer de mama.

• Exame de sangue, oculto nas fezes, sigmoidoscopia e exame total do colo: esses exames visam pesquisar o câncer na parte mais distal do intestino, chamado de câncer colorretal. É recomendado a partir de 75 anos, ou antes, caso haja casos na família.

• Exame preventivo de câncer do colo do útero (Papanicolau): deve ser realizado em todas as mulheres a cada 1 a 3 anos e pode ser encerrado nas mulheres com mais de 65 anos com três exames anteriores recentes normais.

• Toque retal e PSA: são medidas para pesquisa de câncer de próstata. É aconselhável para os homens entre 50 e 70 anos.

• Exame da pele: o médico deverá estar atento e examinar toda a pele a procura de lesões cancerosas e aconselha-se a realização de um exame periódico da pele por um dermatologista para as pessoas com maior de risco para desenvolver câncer de pele.

• Glicemia de jejum: esse exame mede a quantidade de glicose (açúcar) no sangue a procura de Diabetes mellitus. A Associação Americana de Diabetes recomenda a sua realização a cada 3 anos, principalmente para as pessoas com maior risco, como as pessoas obesas.

• Medida do hormônio TSH: esse exame é realizado para se pesquisar alterações na tireóide, como o hipo e hiperteoidismo. Recomenda-se para todas as mulheres acima de 65 anos.

• Pesquisa de glaucoma pelo oftalmologista: recomenda-se para todos acima de 65 anos.

Outras medidas importantes de prevenção de doenças na terceira idade devem ser lembradas, como:

Parar de fumar, realizar atividades físicas regularmente, manter uma dieta saudável, realizar uma terapia de reposição hormonal e não se esquecer de tomar as vacinas.

Com o avançar da idade aumentam os risco de muitas doenças. Mas através de medidas de prevenção pode-se não apenas prolongar a vida, mas proporcionar anos de vida com qualidade, que é o mais importante.

É importante relembrar que nesta fase da vida é imprescindível a visita ao médico, que através da avaliação pessoal, irá determinar os exames e procedimentos de prevenção necessários e indicar a atividade física e dieta mais apropriadas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra acessando a fonte: boasaude.uol.com.br

A Golden Stern apoia a Certificação Internacional em Wellness e Health Coaching 360º

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Idosos: Cuidados com as Quedas

As quedas e suas conseqüências para as pessoas idosas no Brasil têm assumido dimensão de epidemia. Os custos para a pessoa idosa que cai e faz uma fratura são incalculáveis. E o pior, atinge toda a família na medida em que a pessoa idosa que fratura um osso acaba hospitalizada e frequentemente é submetida a tratamento cirúrgico. Os custos para o sistema de saúde também são altos.

A cada ano, o Sistema Único de Saúde (SUS) tem gastos crescentes com tratamentos de fraturas em pessoas idosas. Para promover a saúde do grupo populacional o Ministério da Saúde chamou as secretarias estaduais e municipais de saúde a realizarem esforços conjuntos para redução das taxas de internação por fratura do fêmur na população idosa.

A quantidade de internações aumenta a cada ano e as mulheres são as mais atingidas. Entre as mulheres foram 20.778 mil internações em 2009 e entre eles 10.020 mil (dados até outubro). Por causa da osteoporose, elas ficam mais vulneráveis às fraturas. Os homens caem, mas não fraturam tanto quanto as mulheres. Em 2001, esses números eram bem menores, 15 mil internações do sexo feminino e 7 mil do sexo masculino.

A queda em idosos pode causar sérios prejuízos à qualidade de vida desse grupo populacional, podendo acarretar em imobilidade, dependência dos familiares, sem falar no índice de mortalidade pós-cirúrgico.

Nos casos mais graves, pode levar até a morte. Considerando todo o país, somente em 2005, foram 1.304 óbitos por fraturas de fêmur. E em 2009 esse número subiu para 1.478.

Anderson Della Torre, médico geriatra e coordenador clínico do IPGG (Instituto Paulista de Geriatria e Gerontologia), afirma que as quedas causam a morte do idoso não pelo acidente em si, mas, sim, pelas complicações durante a recuperação.

Isso acontece porque o paciente tem de ficar de cama, o que abre espaço para uma série de problemas como a trombose, que é a formação de coágulos nos vasos sanguíneos. A consequência mais temida desse problema é a embolia pulmonar, em que o coágulo se desloca para o pulmão, o que pode levar à morte.

Ficando deitado, o paciente também tem menor capacidade de expansão dos pulmões, o que dificulta a respiração. O idoso também sofre para eliminar secreções do corpo, ficando mais sujeito a doenças. Infecções na pele e no sistema urinário também são comuns em idosos acamados.

O médico diz ainda que é importante “colocar o idoso em pé”, iniciando o tratamento com fisioterapia, já nos primeiros dias após a fratura ou a cirurgia de correção para evitar esses problemas. O geriatra diz que é preciso saber as causas das quedas, que podem ser evitadas.

Com o intuito de reduzir esses valores e promover a saúde na terceira idade, o Ministério criou um comitê assessor instituído para prevenção e melhora da atenção (portaria nº. 3.213, dezembro de 2007). O comitê assessor é formado por técnicos do Ministério da Saúde e representantes da Confederação das Entidades Brasileiras de Osteoporose e Osteometabolismo. Esse grupo promove oficinas para debater estratégias de prevenção de quedas e de osteoporose e os cuidados necessários para aquelas pessoas que caem e fraturam.

CAUSAS – A queda em pessoas idosas está associada à dificuldade de visão, auditiva, uso inadequado de medicamentos, dificuldade de equilíbrio, perda progressiva de força nos membros inferiores, osteoporose, dentre outras situações clínicas que culminam para maior probabilidade de uma pessoa idosa cair.

Por questões de segurança, todo idoso deve avisar ao seu médico se caiu nos últimos seis meses. Isto porque é comum a pessoa cair uma primeira vez e não ter maiores conseqüências além do susto. Mas na próxima vez pode ser que o susto se transforme em pesadelo. A queda pode ser notificada através da Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa e, assim, a equipe de saúde da família, por exemplo, assume as medidas necessárias para que outra queda não ocorra.

No Brasil, estima-se que exista uma população de 19 milhões de idosos.

> Acesse o site da Casa Segura: um novo conceito de moradia que visa oferecer aos idosos uma ambientação mais adequada e segura.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra acessando a fonte: Ministério da Saúde  e Portal R7

Gestão e Inovação do Patrimônio Cultural Alemão

Endereço: Auditório Gilberto Freyre,  Rua Dois Irmãos, nº 320, Apipucos, Recife/PE

Data da realização: 08 de março de 2012

Horário: 14h às 17h

Entrada Franca

Maiores informações: circuito@forumdosmuseusdepernambuco.com.br

Consumo de Álcool entre as Adolescentes Cresce 55%

Foi-se o tempo em que os clientes assíduos dos bares eram exclusivamente do público masculino. Ao reivindicar os “direitos iguais” perante os homens, a conduta da mulher contemporânea que segue um padrão considerado masculino: o consumo demasiado de bebidas alcoólicas. Já é possível afirmar que as mulheres frequentam bares com a mesma constância que os homens, e acabam exagerando na quantidade da bebida, contribuindo para o aumento das estatísticas.

Uma pesquisa realizada há 15 anos e atualizada a cada dois anos pela Universidade Federal de Minas Gerais, (UFMG), revela que dentre as mais de 50 mil pessoas entrevistadas, as jovens entre 10 e 18 anos lideram o ranking dos consumidores de substâncias etílicas. O coordenador do estudo e professor de Neurociência da UFMG, Amadeu Roselli Cruz, acredita que um conjunto de fatores culturais e sociais favorece esse comportamento. “Hoje, as mulheres ocupam cargos importantes, são empresárias e sustentam a família. Logo, as jovens visualizam esse novo perfil e consomem bebidas alcoólicas cada vez mais cedo”, revela.

O Brasil segue a tendência mundial e registra índices alarmantes. Neste estudo, o critério adotado para a análise dos entrevistados foi a frequência e quantidade de bebida ingerida entre as jovens. As meninas com idade entre 10 e 14 anos representam um percentual um pouco mais baixo, cerca de 30%. Já as jovens de 15 a 17 anos disparam com 55% e já é possível afirmar que as garotas já bebem mais do que os meninos da mesma faixa etária.

Em grandes metrópoles como São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, o índice do alcoolismo entre as jovens é mais alto do que em cidades menores. Isto porque o fácil acesso à estabelecimentos que vendem bebidas alcoólicas permite às jovens comprar em excesso o tipo e quantidade desejada. “Hoje, tanto as adolescentes quanto as adultas bebem sozinhas pelo simples fato de buscarem diversão e, se não há companhia, se alegram da mesma forma, desde que a bebida seja sua companheira da vez”, explica o Prof. Amadeu Cruz.

Alcoolistas do futuro

O comportamento adotado pelas jovens brasileiras tende a refletir as futuras estatísticas. Assim como os homens, as mulheres têm encontrado pretextos para beber e seja um promoção no trabalho, o término de um relacionamento ou algum outro acontecimento pouco relevante é motivo para sair para beber.

Segundo o especialista, o fator “independência” é o que tem mais chamado a atenção na pesquisa e revela também que, não existe correlação entre o hábito do consumo alcoólico e indícios sociais, como situação financeira, escolar e cultural. “Não há distinção entre os tipos de jovens e mulheres que bebem. Inclusive, a maioria delas apresenta comportamentos saudáveis. A maior questão envolvida é realmente o desejo de ostentar este âmbito masculino”, diz.

Na tentativa de restringir a venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos, a cidade de São Paulo intensificou a fiscalização em bares, padarias, supermercados, restaurantes, entre outros. Mediante o flagrante do responsável por esses locais, será cobrada uma multa e interdição de 30 dias do estabelecimento. Ações como essa visam reduzir o consumo de álcool entre os mais jovens e suscetíveis alcoólatras de amanhã.

Fonte: Alcoolismo.com.br

Vídeo: Os Perigos do Alcoolismo

Consumo de Drogas na Adolescência

A adolescência é um período de transformações e desenvolvimento humano, caracterizado pelas mudanças anatômicas, fisiológicas, psicológicas e sociais. Por ser um momento de grande aprendizado, descobertas e questionamentos, a maioria dos jovens atravessa este período sem traumas, mas outros possuem seqüelas temporárias ou permanentes.

Os adolescentes querem liberdade e autonomia, eles sentem a necessidade de afeto e proteção dos adultos. A adolescência é uma fase caracterizada pela insegurança camuflada aparente certeza, fortaleza, agressividade e transgressão.  As experiências ocorrem com grande intensidade, podendo haver a adoção de comportamentos que aumentam os riscos, a que estão expostos.

Nos dias de hoje, ­ viver implica em assumir (voluntariamente ou não) padrões de exposição a determinados riscos. Sob a denominação de estilos de vida estão agrupados as escolhas comportamentais, englobando os fatores de proteção e de risco a que estão sujeitos os indivíduos.  Estes fatores estão presentes no individuo, na família, nos amigos, na comunidade, na escola, nas unidades de saúde, em outros. O conceito de risco não se constitui em afirmações determinísticas, mas de possibilidades.

Proteção

Os fatores de proteção são recursos pessoais ou sociais que atenuam ou neutralizam o impacto do risco. Estimulam o senso critico, delimitam referencias e limites. Contribuem para diminuir a probabilidade da ocorrência do uso de drogas.

  • Dentre os fatores de proteção, destacam-se:
  • Educação formal estimulada e valorizada;
  • Critérios na aplicação de regras disciplinares;
  • Diálogo, monitoramento e afetividade familiar;
  • Com acolhimento e acompanhamento nas unidades de saúde;
  • Participação em grupos com objetivos sociais e comunitários, culturais e de lazer.

Risco

Os fatores de risco são situações ambientais, sociais e familiares que favorecem o desencadeamento de um determinado efeito ou comportamento indesejado. Expõem os adolescentes a situações de perigo. Aumentam a probabilidade de ocorrência de uso de drogas.

Dentre os fatores de risco destacam-se:

  • Comprometimento da saúde física e/ou mental;
  • Conflito e/ou violência familiar;
  • Dificuldades de interação social;
  • Vulnerabilidade dos laços sociais;
  • Pais usuário de drogas lícitas e ou ilícitas;
  • Moradia onde a violência e o tráfico de drogas são intensos;
  • Fragilidade das relações institucionais de saúde e de educação.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra acessando a fonte: Ministério da Saúde 

A Função do Educador no Combate às Drogas

As drogas são problemas que integram praticamente todas as sociedades contemporâneas, o resultado negativo decorrente a isso é de ordem social e econômica. Social, pois desestrutura a família e econômico por gerar diversos custos para o governo que na maioria das vezes mantém o tratamento.


No Brasil, as drogas também financiam a violência e o crime. Grande parte dos usuários é jovem, muitos começam a usar geralmente na escola e em idade cada vez mais prematura.

Nesse sentido, a base para o não ingresso dos jovens nesse mundo quase sempre sem volta está na família e na escola. A primeira deve dialogar, conhecer as amizades, esclarecer sobre o perigo das drogas, e ensinar valores humanos e valorização da saúde e da vida. A segunda pode promover palestras, depoimentos, visitas de policiais, médicos entre outros profissionais que estão diretamente envolvidos no processo de prevenção das drogas e tratamentos.

 No entanto, quem mais tem contato com o aluno são os professores, desse modo cabe a ele sempre que possível abrir momentos para discussões acerca do assunto, o tema não é de incumbência somente de determinadas disciplinas, mais sim de todas. O professor desenvolve um grande poder de influência, além de ser um formador de opinião, e é justamente nesse contexto que insere o seu papel.

Diante desse fator o educador pode implantar atividades vinculadas ao tema, muitos professores e também grande parte das direções pensam ou indagam sobre o conteúdo programático e o tempo gasto para concluí-los e que as pausas para as discussões sobre o tema podem prejudicar, esquecem que a palavra “educação” é bem mais abrangente, trata-se da formação do indivíduo como um todo de maneira que possa integrar a sociedade pronto para a vida. Se a função da escola é educar, por que não ensinar as nossas crianças, adolescentes e jovens sobre o risco que correm no uso de drogas?

Em suma, o problema é bastante complexo e requer a participação efetiva dos pais e dos professores com respaldo dos donos de escola, no caso particular, e do poder público nas instituições públicas, uma coisa é certa, a base para o problema está na educação.

Por Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

Álcool e suas Ações no Organismo

Histórico do álcool e Tipos de Bebidas

Embora seja uma droga, freqüentemente o álcool não é considerado como tal, principalmente pela sua grande aceitação social e mesmo religiosa. Pode-se observar nas obras gregas, mitos sobre a criação do vinho. Com destaque para as figuras de Dioniso, Icário e o Rei Anfictião protagonizando a visão grega sobre o uso do vinho (álcool). Nos dias de hoje, é prática em muitas famílias a “iniciação” das crianças no consumo do álcool. A permissividade ao álcool leva à falsa crença de inocência do uso do álcool, mas o consumo excessivo tem se tornado um dos principais problemas das sociedades modernas.

O álcool contido nas bebidas é cientificamente conhecido como etanol, e é produzido através de fermentação ou destilação de vegetais como a cana-de-açúcar, frutas e grãos. O etanol é um líquido incolor. As cores das bebidas alcóolicas são obtidas de outros componentes como o malte ou através da adição de diluentes, corantes e outros produtos.

No Brasil, há uma grande diversidade de bebidas alcóolicas, cada tipo com quantidade diferente de álcool em sua composição. Alguns exemplos:

Bebida

Porcentagem de Álcool

Cerveja

5%

Cerveja “light”

3,5%

Vinho

12%

Vinhos fortificados

20%

Uísque, Vodka, Pinga

40%

O que o álcool faz no organismo?

O álcool é absorvido principalmente no intestino delgado, e em menores quantidades no estômago e no cólon. A concentração do álcool que chega ao sangue depende de fatores como: quantidade de álcool consumida em um determinado tempo, massa corporal, e metabolismo de quem bebe, quantidade de comida no estômago.

Quando o álcool já está no sangue, não há comida ou bebida que interfira em seus efeitos. Num adulto, a taxa de metabolismo do álcool é de aproximadamente 8,5g de álcool por hora, mas essa taxa varia consideravelmente entre indivíduo.

Os efeitos do álcool dependem de fatores como: a quantidade de álcool ingerido em determinado período, uso anterior de álcool e a concentração de álcool no sangue. O uso do álcool causa desde uma sensação de calor até o coma e a morte dependendo da concentração que o álcool atinge no sangue. Os sintomas que se observam são:

  • Doses até 99mg/dl: sensação de calor/rubor facial, prejuízo de julgamento, diminuição da inibição, coordenação reduzida e euforia;
  • Doses entre 100 e 199mg/dl: aumento do prejuízo do julgamento, humor instável, diminuição da atenção, diminuição dos reflexos e incoordenação motora;
  • Doses entre 200 e 299mg/dl: fala arrastada, visão dupla, prejuízo de memória e da capacidade de concentração, diminuição de resposta a estímulos, vômitos;
  • Doses entre 300 e 399mg/dl: anestesia, lapsos de memória, sonolência;
  • Doses maiores de 400mg/dl: insuficiência respiratória, coma, morte.

Um curto período (8 a 12 horas) após a ingestão de grande quantidade de álcool pode ocorrer a “ressaca”, que caracteriza-se por: dor de cabeça, náusea, tremores e vômitos. Isso ocorre tanto devido ao efeito direto do álcool ou outros componentes da bebida. Ou pode ser resultado de uma reação de adaptação do organismo aos efeitos do álcool. 

  •  A combinação do álcool com outras drogas (cocaína, tranqüilizantes, barbituratos, antihistamínicos) pode levar ao aumento do efeito, e até mesmo à morte. 
  • Os efeitos do uso prolongado do álcool são diversos. Dentre os problemas causados diretamente pelo álcool pode-se destacar doenças do fígado, coração e do sistema digestivo. 
  • Secundariamente ao uso crônico abusivo do álcool, observa-se: perda de apetite, deficiências vitamínicas, impotência sexual ou irregularidades do ciclo menstrual.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra acessando a fonte: Unifesp.br

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