Archive for the 'Clippings' Category

Cuide da sua Saúde Auditiva

Você sabia que a exposição diária a níveis intensos de ruído pode fazer com que, no futuro, você apresente algum tipo de perda auditiva? Utilizar fones de ouvido com alto volume por longos períodos de tempo e morar ou trabalhar em regiões com alto índice de poluição sonora são apenas alguns dos fatores que podem, sim, prejudicar a sua saúde auditiva.

Assista e saiba o que fazer para evitar que isso aconteça, neste vídeo de 1 minuto.

Informações parciais da fonte: http://deficienciaauditiva.com.br

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Tratamento gratuito para doenças reumáticas no SUS

artrite

Doze milhões de brasileiros vivem com doenças reumáticas, como artrite, artrose, bursite, tendinite, entre outras. Geralmente, o problema começa com uma pequena dor nas juntas e pode afetar ossos, cartilagens, articulações e músculos.

De acordo com o coordenador geral de média e alta complexidade do Ministério da Saúde, José Eduardo Fogolin, quem sofre de doenças reumáticas pode encontrar tratamento gratuito no SUS. “Pela Estratégia de Saúde da Família, uma pessoa que chega com uma dor crônica do aparelho locomotor para por um cuidado de solicitação de exames e aí ele faz todo um cuidado pra combate dessa dor e também pra reduzir e ter prevenção em relação à complicação, incluindo cuidados de fisioterapia, sessões até de acupuntura e tratamento medicamentoso.”

Quem vive com doenças reumáticas corre o risco de perder a capacidade de se movimentar se não procurar pelo tratamento adequado. Por isso, o coordenador de média e alta complexidade, José Eduardo Fogolin, alerta para a importância do diagnóstico precoce: “O fato de você identificar precocemente e procurar o cuidado, o serviço de saúde pra que faça o início da terapia, seja medicamentosa ou não medicamentosa, são fatores importantes pra prevenção dessa complicação.”

Informações parciais da fonte: http://www.brasil.gov.br/saude/2015/03/sus-oferece-tratamento-gratuito-para-doencas-reumaticas

Golden Stern na Rede Novo Tempo

A Golden Stern participou do programa “MAIS SUCESSO” produzido pela Rede Novo Tempo de Televisão, é um programa empresarial e de empreendedorismo que traz informações sobre o mercado de trabalho nos mais variados segmentos, as oportunidades de negócios no comércio e na indústria.

Neste episódio, o nosso diretor Charles Adrien fala sobre a empresa e os nossos serviços.

Coluna da Rede Gestão – Gestão de Benefícios e Qualidade de Vida

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Folha de Pernambuco: Parabéns pelos 14 anos

Em comemoração aos 14 anos de existência do Jornal Folha de Pernambuco, sendo um dos veículos de maior expressão no nordeste e um importante cliente, a Golden Stern o felicita em anuncio no Caderno Programa, do dia de hoje (03/04), página 9.

Farmácias ganham mais tempo para se adaptar às regras…

Data: 13/04/2011

Fonte: FOLHA DE S.PAULO

DE BRASÍLIA – A Anvisa decidiu ontem dar mais tempo para que as farmácias passem a registrar todas as suas vendas de antibióticos em um sistema informatizado controlado pelo órgão. O prazo inicial para as farmácias se adaptarem às regras era 25 de abril. A nova data ainda não foi definida. Na reunião de ontem, a diretoria da Anvisa também decidiu promover um painel internacional sobre os inibidores de apetite. A data e o local não foram divulgados.

Um parecer, apresentado pela chefe do Núcleo de Gestão do Sistema Nacional de Notificação e Investigação em Vigilância Sanitária, Maria Eugênia Cury, foi feito com base em estudos que indicam que devem ter o registro cancelado drogas com sibutramina, anfepramona, mazindol e o femproporex, pois causam elevado risco à saúde. As discussões sobre a proibição de emagrecedores começaram no início do ano, quando a Anvisa fez audiência pública para debater o assunto. Boa parte da comunidade médica é contra a proibição.

Mapa indica regiões de São Paulo mais suscetíveis à resistência a antibiótico

Data: 12/04/2011

Fonte: O ESTADO DE S.PAULO

Trabalho, inédito no Brasil, analisa as localidades com maior risco de resistência bacteriana causada pelo antibiótico ciprofloxacina, usado contra infecção urinária; faixa da zona sul, partes da zona leste e oeste e o centro são as áreas mais críticas.

Um mapa da cidade de São Paulo mostra quais são as regiões com maior risco de resistência bacteriana – no caso, ao antibiótico ciprofloxacina, amplamente usado no tratamento de infecção urinária. É a primeira vez que um trabalho do gênero é feito no Brasil.

O mapeamento é resultado da análise espacial e geográfica do consumo desse remédio na capital e foi coordenado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) em parceria com a Unifesp. Os resultados demonstram que onde há maior consumo há maior risco de resistência. Ou seja, uma grande faixa da zona sul, uma pequena parcela das zonas leste e oeste e quase toda a região central da cidade são as mais suscetíveis à possibilidade de resistência bacteriana.

Os pesquisadores partiram do pressuposto de que a resistência bacteriana é transmissível e, por isso, ela se concentraria em determinadas regiões. Isso significa que um doente, quando adquire resistência, pode transmitir a bactéria resistente para outras pessoas.

“Isso provocaria um efeito coletivo e, assim, a resistência poderia surgir naquele ambiente. Ou seja, se muitos de nossos vizinhos estiverem usando um determinado antibiótico, é possível que nós tenhamos uma infecção por uma bactéria resistente, mesmo que não tenhamos usado antibióticos nos últimos tempos”, diz Carlos Roberto Veiga Kiffer, pesquisador do Laboratório Especial de Microbiologia Clínica da Unifesp e um dos coordenadores do estudo.

Outra possibilidade de transmissão bacteriana ocorre por meio dos médicos, nos postos de saúde. “Se o médico atende um paciente com bactéria resistente e não lava as mãos adequadamente antes de atender outro, ele pode transmitir essa cepa resistente”, diz Plínio Trabasso, professor da Unicamp,

O que os pesquisadores não conseguem responder, ao menos por enquanto, é se o alto risco de resistência nesses bairros mais suscetíveis ocorre exclusivamente por causa do consumo elevado.

“Podem existir outros fatores desencadeadores da resistência. Pode ser a grande quantidade de farmácias, o nível socioeconômico e educacional da população, o número de pessoas morando numa mesma casa etc. O consumo não deve ser o único fator”, diz Kiffer. “Essa será uma próxima etapa da pesquisa”, afirma.

Saúde pública. Infectologistas dizem que o mapeamento da resistência é uma forma prática para que gestores em saúde pública criem estratégias para evitar ou reduzir o problema. Segundo Trabasso, um dos maiores motivos da resistência bacteriana é a ausência de dados epidemiológicos. Para ele, essa técnica preenche exatamente essa lacuna. “O mapeamento é o passo inicial. Sem esses dados, o gestor não sabe onde focar os recursos.”

A infectologista Ana Cristina Gales, professora da Unifesp, concorda. “É um trabalho importantíssimo. Parte de um conceito de transmissão de bactérias resistentes e consegue provar essa ideia”, diz. Para ela, o mapeamento permite definir políticas públicas. “O gestor pode visitar as unidades de saúde da região mais problemática para tentar identificar os motivos e também treinar os profissionais”, diz.

Cruzamento de dados. O estudo teve duas bases de dados: uma que distribuiu pela cidade cerca de 5 mil casos de infecção urinária provocada pela bactéria Escherichia coli e outra que analisou o consumo de antibióticos.

“Nós usamos uma abordagem espacial quantitativa para estabelecer uma correlação entre surtos de resistência. É um ponto de vista diferenciado, não restrito ao hospital, que é um ambiente controlado”, diz Antônio Miguel Monteiro, coordenador do Programa Espaço e Sociedade do Inpe e um dos autores.

Os dados foram cruzados e, por meio de fórmulas matemáticas e espaciais, os pesquisadores demonstraram que haveria mais casos de resistência nas regiões onde existiam de cinco a nove adultos com peso médio de 70 kg para cada mil habitantes consumindo o medicamento.

Para chegar ao resultado aproximado, os pesquisadores usaram como base uma medida universal, criada pela Organização Mundial da Saúde, chamada DDD – dose definida diária.

“São resultados preliminares, envolvendo um antibiótico e uma bactéria. Temos de avaliar ainda como se comportam outros 23 tipos de antibióticos e outras três bactérias para reforçar as evidências”, diz Monteiro.


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