Posts Tagged 'Tabagismo'

Dia Mundial Sem Tabaco 2017

PIxabay fumando smoking-1347830_1920

Mais um ano falando sobre tabagismo e as experiências acumuladas não mudam a conclusão de que: Fumar é prejudicial à saúde.

Veja o que diz o INCA (Instituto Nacional de Câncer):

“O tabagismo é reconhecido como uma doença epidêmica que causa dependência física, psicológica e comportamental semelhante ao que ocorre com o uso de outras drogas como álcool, cocaína e heroína. A dependência ocorre pela presença da nicotina nos produtos à base de tabaco. A dependência obriga os fumantes a inalarem mais de 4.720 substâncias tóxicas, como: monóxido de carbono, amônia, cetonas, formaldeído, acetaldeído, acroleína, além de 43 substâncias cancerígenas, sendo as principais: arsênio, níquel, benzopireno, cádmio, chumbo, resíduos de agrotóxicos e substâncias radioativas (…)

(…) o tabagismo é causa de aproximadamente 50 doenças, muitas delas incapacitantes e fatais, como câncer, doenças cardiovasculares e respiratórias crônicas.”

A OMS (Organização Mundial da Saúde) ainda diz:

“O tabagismo é a principal causa de morte evitável em todo o mundo, sendo responsável por 63% dos óbitos relacionados às doenças crônicas não transmissíveis. Dessas, o tabagismo é responsável por 85% das mortes por doença pulmonar crônica (bronquite e enfisema), 30% por diversos tipos de câncer (pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga, colo de útero, estômago e fígado), 25% por doença coronariana (angina e infarto) e 25% por doenças cerebrovasculares (acidente vascular cerebral). Além de estar associado às doenças crônicas não transmissíveis, o tabagismo também é um fator importante de risco para o desenvolvimento de outras doenças, tais como – tuberculose, infecções respiratórias, úlcera gastrintestinal, impotência sexual, infertilidade em mulheres e homens, osteoporose, catarata, entre outras doenças.”

Estudos recentes mostram que o tabagismo é responsável por mais de US$ 1 trilhão em custos de saúde e perda de produtividade a cada ano.

Fontes: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/acoes_programas/site/home/nobrasil/programa-nacional-controle-tabagismo/tabagismo

http://g1.globo.com/bemestar/noticia/tabagismo-custa-us1-trilhao-e-em-breve-vai-matar-8-milhoes-por-ano-diz-estudo.ghtml

Imagem: Pixabay

HIPERTENSÃO: tem tratamento

26 de abril é Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial.

A Hipertensão Arterial ou Pressão Alta, acontece quando os vasos sanguíneos são estreitados, causando o aumento da pressão.

Como a Pressão Alta pode prejudicar órgãos vitais:

  • Vasos: o aumento da pressão machuca internamente os vasos, endurecendo e estreitando-os, podendo ser entupidos ou até rompidos.
  • Coração: quando o entupimento do vaso acontece no coração, ocorre a angina que pode causar um infarto.
  • Cérebro: o entupimento ou rompimento de um vaso pode levar ao derrame cerebral ou ao acidente vascular cerebral (AVC).
  • Rins: a pressão alta pode alterar a filtração e até paralisar os órgãos.

Todas as situações acima são graves e podem ser evitadas com o tratamento adequado e bem conduzido por médicos.

A Pressão Alta é uma doença democrática que atinge homens, mulheres, brancos, negros, ricos, pobres, idosos, crianças, gordos, magros, pessoas calmas e nervosas. O mal acomete 1 em cada 4 pessoas adultas. É responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal.

Hipertensos devem conhecer sua condição para manterem-se em tratamento, prevenindo-se das consequências.

Alguns mandamentos contra a Hipertensão:

  • Evite a obesidade
  • Mantenha uma alimentação saudável: reduza o sal, tire as frituras e aumente frutas, verduras e legumes
  • Abandone o cigarro
  • Não beba álcool
  • Tenha tempo para a família, amigos e lazer
  • Siga sempre as orientações do seu médico

 

Fonte: http://www.sbh.org.br/geral/oque-e-hipertensao.asp

 

 

Hábitos saudáveis como prevenção

Hoje é o Dia Mundial do Câncer. Importante lembrar que trata-se de um mal evitável, na maioria dos casos. Adotar hábitos saudáveis pode prevenir a ocorrência ou ajudar no tratamento da doença. Vale a pena começar por 1 hábito saudável. Depois as boas consequências virão como um efeito dominó e outros bons hábitos serão naturalmente incorporados. Cuidar de si mesmo será bom para tudo, todos e tem efeito multiplicador positivo. Veja abaixo as estatísticas divulgadas pelo INCA (Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva). Note que, entre os maiores vilões, estão: tabagismo, obesidade, sedentarismo e consumo de alimentos processados. Isto é, todos evitáveis.

stretching-muscles-579122_1920

INCA estima que haverá 596.070 novos casos de câncer em 2016, no Brasil.

Pele, próstata e mama serão os cânceres mais incidentes.

Entre os homens, são esperados 295.200 novos casos, e entre as mulheres, 300.870. A informação é do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), que anuncia as estimativas nacionais e regionais de casos novos da doença para 2016 (válida também para 2017) na solenidade em comemoração ao Dia Nacional de Combate ao Câncer, 27 de novembro, na sede do Instituto, no Rio de Janeiro.

Analisando-se as taxas brutas (número de casos a cada 100 mil habitantes) nas diferentes regiões, observa-se algumas variações importantes. Entre as mulheres, a Região Norte é a única onde o câncer de mama não será o mais incidente, excluindo-se o câncer de pele não melanoma. Lá, o tipo da doença que afeta o sexo feminino mais frequentemente é o câncer do colo do útero. Já na região Sul, colo do útero é o quarto tipo mais comum, com os cânceres de cólon e reto e o de pulmão ocupando o segundo e o terceiro lugares, respectivamente.

“O Brasil é um país extenso e diversificado cultural e economicamente. A realidade do País demanda ações, tanto gerais quanto específicas para determinados grupos, regiões e seus respectivos fatores de risco, como o combate ao fumo de forma geral, mas com ações direcionadas às mulheres jovens, especialmente adolescentes, o combate à obesidade, o incentivo à prática regular de atividade física e a disseminação de informações”, explica Luiz Felipe Ribeiro Pinto, vice-diretor-geral do INCA.

No sexo masculino, sem levar em consideração o câncer de pele não melanoma, o câncer de pulmão é o segundo mais incidente no País. Já no Norte e no Nordeste, os tumores malignos de estômago ocupam esta colocação. Este tipo de câncer pode estar relacionado a condições socioeconômicas menos favoráveis (o tabagismo e o consumo de alimentos conservados no sal contribuem para o aumento do risco). As leucemias aparecem em sexto lugar na região Norte, mas na classificação nacional são o nono tipo mais incidente.

A magnitude do câncer está relacionada aos fatores de risco, qualidade da assistência prestada, qualidade da informação e envelhecimento da população. Geralmente, quanto maior a proporção de pessoas idosas (tal como a população dos países da Europa, Estados Unidos e Canadá), maiores as taxas de incidência, especialmente dos tipos de câncer associados ao envelhecimento, como mama e próstata.

“Com o envelhecimento da população, as doenças crônicas não transmissíveis tornam-se cada vez mais comuns. Hoje, as doenças cardiovasculares e o câncer já são as principais causas de morte entre os brasileiros. O câncer destaca-se como um importante desafio à saúde pública e que demanda foco em ações de prevenção e controle da doença. Mas é importante ressaltar que, em comparação com os países desenvolvidos, o impacto do câncer no País (incidência e mortalidade) encontra-se em nível intermediário”, ressalta Marise Rebelo, gerente da Divisão de Vigilância e Análise de Situação.

FATORES DE RISCO – O câncer é uma doença multifatorial, o que significa que diversos fatores concorrem e podem se sobrepor, favorecendo seu desenvolvimento. O excesso de gordura corporal, por exemplo, pode estar na origem de boa parte desses novos casos. Estudos apontam evidências que relacionam o excesso de peso e o desenvolvimento de alguns tipos de câncer, como os de cólon e reto, mama (na pós-menopausa), ovário, próstata, esôfago e endométrio.

As regiões Sul e Sudeste possuem características mais semelhantes aos países desenvolvidos, que se refletem nos principais tipos de câncer estimados para estas regiões, como próstata, mama e cólon e reto. Tais características incluem uma elevada prevalência de excesso de peso e obesidade, inatividade física e consumo de carnes processadas (salsicha, presunto, linguiça, carne seca etc.).

O tabagismo tem relação com vários tipos de câncer (pulmão, cavidade oral, laringe, esôfago, estômago, bexiga, colo do útero e leucemias). Fumantes chegam a ter 20 vezes mais chances de ter câncer de pulmão que não fumantes, 10 vezes mais chances de ter câncer de laringe e de duas a cinco vezes mais chances de desenvolver câncer de esôfago. A manutenção do sucesso do Programa Nacional de Controle do Tabagismo deverá impactar na redução destes tipos de câncer na população brasileira.

Informações parciais da fonte:

http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/21003-inca-estima-que-havera-596-070-novos-casos-de-cancer-em-2016

 

Fumantes subestimam os riscos do tabagismo para a saúde

Apesar das frequentes campanhas públicas que alertam para os efeitos prejudiciais do fumo, muitas pessoas ainda acreditam que o tabagismo não faz mal à saúde. Durante a Conferência Europeia de Câncer de Pulmão (ELCC, na sigla em inglês), que ocorreu recentemente na Suíça, pesquisadores apresentaram dados preocupantes: de acordo com um estudo francês, em torno de 34% dos fumantes acreditam que fumar até 10 cigarros por dia não acarreta o aumento dos riscos de desenvolver câncer de pulmão.

doctor breaking apart a cigarette - concept for stop smoking

doctor breaking apart a cigarette – concept for stop smoking

— Os resultados mostram muito bem que a guerra contra o tabagismo está longe de acabar — acredita o oncologista Laurent Greillier, que apresentou o estudo para os participantes do evento.

A equipe de pesquisadores analisou dados coletados de uma pesquisa realizada com 1.602 franceses, com idades entre 40 e 75 anos. Entre essas pessoas, 1.463 não tinham histórico de câncer, embora 481 fossem ex-fumantes e 330 fumantes, com um consumo médio de 14,2 cigarros por dia.

— Essas descobertas são impressionantes e alarmantes, pois sugerem que muitas pessoas que consomem poucos cigarros por dia considerem fumar uma conduta segura. No estudo, apenas metade dos entrevistados acreditam que, de fato, fumar não é saudável — afirma Greillier.

O estudo mostrou ainda que menos de 40% das pessoas estavam cientes de que a chance de um fumante desenvolver câncer de pulmão nunca desaparece, mesmo quando o indivíduo larga o cigarro. De acordo com os pesquisadores, a maioria das pessoas acredita que os perigos do tabaco não estão somente relacionados a elas, e sim, às outras pessoas.

— É essencial que as políticas de saúde pública mantenham o foco nos problemas causados pelo tabaco. Nossos estudos sugerem que campanhas de conscientização para os riscos de qualquer cigarro comecem urgentemente — diz Greillier.

Especialistas também afirmam que o risco de desenvolver câncer de pulmão não depende de quanto tempo a pessoa fuma e, sim, do número de cigarros consumidos por dia.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://zh.clicrbs.com.br

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Planos de saúde tentam fazer cliente deixar cigarro

Preocupadas com os custos de tratamentos de doenças graves causadas pelo cigarro, operadoras de saúde têm tentado atrair pacientes para programas antitabagismo.

tabagismo002

Com investimento relativamente baixo, as empresas vêm ampliando a iniciativa e tentando novas formas de fazer o fumante aderir ao projeto.

Segunda maior operadora de saúde do País, com 4 milhões de beneficiários, a Amil investe cerca de R$ 300 por paciente em um programa com consultas individuais e em grupo e monitoramento remoto.

O valor é inferior à despesa que a operadora teria com o tratamento de um câncer de pulmão, por exemplo, uma das principais doenças associadas ao tabagismo. Um paciente com esse tipo de tumor custa ao plano entre R$ 200 mil e R$ 400 mil.

“Esse programa é interessante para todos: para o paciente, que vai evitar uma patologia no futuro; para o médico, que terá um paciente com melhor condição clínica e mais qualidade de vida, e para a operadora, que tem um beneficiário mais saudável e um custo mais adequado”, diz José Luiz Cunha Carneiro Junior, diretor técnico da Amil.

Desde 2012, quando o programa foi criado, mais de 5 mil clientes da operadora aderiram ao programa, média de 130 adesões mensais. Atualmente, 400 pacientes procuram o serviço por mês.

Incentivo

Fumante há 33 anos, a dona de casa Dionisia Santos Souza Pessoa, de 55 anos, foi incentivada a entrar no projeto após sofrer dois enfartes. “Como fiz a cirurgia e o tratamento no hospital da Amil mesmo, via os cartazes sobre esse programa nos corredores e decidi aderir. Meu médico falou que qualquer traguinho seria um veneno para mim. Não era só uma questão de qualidade de vida, era questão de sobrevivência”, diz ela, que aderiu ao programa em março e está há três meses sem fumar.

“Já tinha tentado parar por conta própria outras vezes, mas essa estratégia de fazer reuniões em grupo me ajudou muito. Um paciente apoia o outro.” De acordo com a Amil, um em cada três beneficiários que aderiram ao plano parou de fumar em um ano.

O câncer de pulmão é o tumor mais prevalente entre os pacientes da operadora. Entre 2012 e 2015, o número de pessoas que passaram por quimioterapia por causa da doença dobrou.

Na Bradesco Saúde, maior operadora do País, com quase 4,1 milhões de clientes, o programa antitabagismo é oferecido às empresas. A companhia interessada em oferecer o serviço aos funcionários paga R$ 3,6 mil por pessoa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://exame.abril.com.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Lei proíbe fumo em locais parcialmente fechados

Em vigor desde dezembro de 2014, a nova Lei Nacional Antifumo além de proibir fumar em locais totalmente fechados, também impede o fumo nos ambientes parcialmente fechados em qualquer um de seus lados por uma parede, divisória, teto ou toldo. A nova regulamentação extingue os fumódromos. O tabagismo passivo é responsável por pelo menos sete mortes diárias no Brasil e custa aos cofres públicos cerca de R$ 37,4 milhões anuais – R$ 19,1 milhões com tratamentos e internações no Sistema Único de Saúde e R$ 18,3 milhões com o pagamento de benefícios e pensões às famílias das vítimas.

mulher-fumante

Responsável por cerca de 6 milhões de mortes por ano em todo o mundo, o tabagismo pode chegar a matar 8 milhões de pessoas em 2030, caso não sejam implantadas medidas para conter o avanço do fumo no planeta. No Brasil, no entanto, o número de fumantes permanece em queda. Segundo dados do Vigitel 2014, atualmente, 10,8% dos brasileiros ainda mantém o hábito de fumar – o índice é maior entre os homens (12,8%) do que entre as mulheres (9%). Os números representam uma queda de 30,7% no percentual de fumantes nos últimos nove anos. Em 2006, 15,6% dos brasileiros declaravam consumir o produto. A redução no consumo é resultado de uma série de ações desenvolvidas pelo Governo Federal para combater o uso do tabaco.

Desde a publicação da Lei, os estabelecimentos possuíam 180 dias para se adequar as novas regras. O prazo vence em junho e a partir daí serão fiscalizados e poderão receber advertência, multas (que podem chegar a R$ 1,5 milhão quando descumprirem as normas sanitárias), interdição e cancelamento da autorização de funcionamento. A Lei vale também para áreas comuns de condomínios e clubes.

Com a nova regra, é permitido o fumo apenas em estabelecimentos comerciais destinados especificamente à comercialização de produtos do gênero, como tabacarias, locais de pesquisas e sets de filmagens. Todos precisarão se adequar para atender às regras. Os locais devem possuir uma área exclusiva para o consumo, com sistema de ventilação por exaustão capaz de reduzir o acúmulo de emissões de fumaça no seu interior e evitar a contaminação dos demais ambientes. Nesses ambientes, não será permitida a venda e fornecimento de alimentos e bebidas. Os fumantes, no entanto, poderão levar para o interior do local o que forem consumir.

A norma também acaba com a possibilidade de propaganda comercial de cigarros nos pontos de venda. Outra obrigatoriedade prevista é o aumento dos espaços para os avisos sobre os danos causados pelo tabaco e a presença de advertências em 30% da parte frontal das embalagens dos produtos a partir de 2016.

Por seu destaque em relação ao combate e tratamento do tabagismo, o Brasil recebeu reconhecimento internacional por meio do “Prêmio Bloomberg para o Controle Global do Tabaco”. O prêmio foi entregue durante a 16ª Conferência Mundial Sobre Tabaco ou Saúde em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos .

A premiação é um reconhecimento ao papel desempenhado pelo Ministério da Saúde e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no monitoramento epidemiológico do uso do tabaco e na implantação de políticas públicas para enfrentar o desafio da luta contra o fumo.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Os riscos do tabagismo e benefícios da vida sem cigarro

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), atualmente morrem, por ano, cerca de seis milhões de pessoas devido ao tabagismo e ao tabagismo passivo.

parar_de_fumar-horizonte_ms

Só no Brasil morrem cerca de 200 mil pessoas todos os anos em decorrência do hábito de fumar. É o que demonstram dados divulgados na página do Observatório da Política Nacional de Controle do Tabaco, que mostram ainda que as quatro principais causas de mortes relacionadas ao tabagismo foram, em ordem, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença isquêmica do coração, câncer de pulmão e doenças cerebrovasculares.

Quem não fuma também é vítima dos males causados pelo cigarro. De acordo com o Relatório do Estudo Sobre a Mortalidade Atribuível ao Tabagismo no Brasil, estima-se que em 2008 ocorreram mais de seis mil mortes por doenças cardiovasculares e câncer entre não fumantes, atribuídas ao tabagismo passivo. São ao menos 16 mortes de não fumantes por dia, resultantes de doenças provocadas pela exposição passiva à fumaça do tabaco.

Daniel Gentil, médico especialista em gestão de saúde da plataforma AbVita, explica que pessoas com histórico de tabagismo podem apresentar doenças crônicas não diagnosticadas. “Um estudo publicado no mês de junho pela revista norte-americana JAMA Internal Medicine comprovou que mais da metade dos fumantes e ex-fumantes considerados saudáveis após teste que avalia a capacidade respiratória, na verdade, apresentaram sintomas de doenças pulmonares crônicas. A pesquisa é importante pois comprova que os efeitos do tabagismo crônico, seja nos pulmões, seja na saúde em geral, não podem ser subestimados. Há pouco tempo o hábito de fumar ainda era retratado pelo cinema e pela publicidade como símbolo de status e elegância e gerações inteiras foram influenciadas por uma imagem ilusória do que é, na verdade, um vício letal”.

Além da mídia, o exemplo dentro de casa e entre amigos também atrai muitos a experimentarem o cigarro. A história da jornalista Érica Alcântara com o cigarro, começou por conta do exemplo de pessoas próximas: “Fumei por 22 anos. Cheguei a me decidir por parar várias vezes, mas não ficava mais de um mês sem o cigarro. É muito difícil quebrar a força de um hábito ruim. Comecei de farra com as amigas que fumavam, combinado com um momento de crise com namorado. Também descobri que meu ato de fumar estava atrelado aos meus pais, que fumavam e eram minha referência de conduta”, conta.

Este também foi o caso da produtora publicitária Carolina Gontier: “Comecei a fumar com 15 anos, meu pai, mãe e irmã gêmea fumavam, foi a curiosidade no prazer deles que me levou a primeira tragada”. Ela conta que sempre soube dos malefícios do cigarro e percebia seus efeitos no organismo: “Meus dentes eram amarelos, minhas unhas frágeis, eu era sedentária, tinha ressacas horríveis e minhas roupas e meu carro fediam cigarro, mas me rendia ao prazer”.

Muitas vezes, é preciso que algo de forte impacto aconteça para que o fumante se decida por deixar o hábito, foi exatamente o caso de Carolina: “Duas coisas me levaram a parar. A primeira foi o diagnóstico de enfisema pulmonar do meu pai. Hoje ele deixou o cigarro, porém minha mãe e irmã ainda fumam. A segunda foi o fato de meu namorado, hoje marido, não ser fumante”.

Daniel Gentil explica que o hábito de fumar é um importante fator que influencia no surgimento de doenças crônicas respiratórias, cardiovasculares e vários tipos de câncer, como o de boca, faringe, estômago e, principalmente, o de pulmão. Mas nem todo fumante se conscientiza dos riscos que corre antes de já apresentar algum grave problema de saúde. “A AbVita foi criada com o objetivo de usar a tecnologia como aliada da saúde, pois ela permite a avaliação dos riscos que o indivíduo tem em desenvolver doenças crônicas e traça linhas de cuidados que orientam quais exames e mudanças no estilo de vida devem ser feitos para que a pessoa avaliada permaneça saudável por mais tempo. Quando o fumante tem acesso a um panorama do seu estado de saúde atual e consegue visualizar, comprovadamente através de dados, como sua saúde pode ser afetada a longo prazo, ele se conscientiza de como o organismo já está sento afetado e quais são os problemas que, muito provavelmente, surgirão no decorrer dos anos. A soma de informação embasada cientificamente com prognóstico desanimador de um futuro sem saúde leva a uma tomada de decisão embasada que tem uma probabilidade muito maior de gerar comprometimento com a mudança de hábitos”, explica.

Para quem ainda não decidiu abandonar o hábito de fumar, o especialista explica os benefícios que podem ser percebidos já nos primeiros minutos sem cigarro:

• Após 20 minutos sem fumar: Sua pressão volta ao normal.

• Após 08 horas sem fumar: Os níveis de nicotina e monóxido de carbono são reduzidos pela metade e o nível de oxigênio do organismo se normaliza.

• Após 48 horas sem fumar: Seu olfato e paladar melhoram sensivelmente.

• Entre a 2ª e a 12ª semana sem fumar: Seu sistema circulatório melhora e você percebe que ações como andar e correr ficam muito mais fáceis.

• Entre a 5 e a 15 anos sem fumar: O risco de derrame e de infarto é reduzido ao nível de pessoas que nunca fumaram.

Carolina confirmou isso na prática: “A vida é muito melhor sem o cigarro. Meu paladar, disposição, minha pele, meu cabelo, unhas… tudo melhorou. Hoje minha irmã gêmea parece mais velha que eu. Venci o meu vício! Eu consegui! Acredito muito que os meios justificam os fins e tenho certeza que vou envelhecer com muito mais saúde do que se não tivesse deixado o cigarro. Aprendi que certos prazeres não valem a pena. Troquei o cigarro pela corrida. Hoje sou viciada em correr… Sem dúvida foi uma das melhores atitudes da minha vida”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://noticias.r7.com/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br


Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

Junte-se a 2.293 outros seguidores

Calendário

junho 2017
S T Q Q S S D
« maio    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  

Arquivos

Estatísticas do Blog

  • 785,958 hits

Top 5


%d blogueiros gostam disto: