Arquivo para setembro \30\UTC 2009

Harmonia no lar……. Filhos responsáveis

pé de neném

Harmonia
Numa atitude optimista, gostaria de enfatizar que filhos responsáveis, hábeis para responder conforme a situação exige, crescem em lares cujos pais formam uma dupla harmonia. São pais unidos na tarefa de educar os filhos. Antes de iniciar a família, eles deixaram a independência rebelde da adolescência e compreenderam o valor da interdependência. Abandonaram os caprichos da dependência infantil e assumiram o ônus na condução da mutualidade matrimonial. O casal é uma aliança, uma união; não dividem, mas somam. Um não atira os desaires para as costas do outro, mas carregam juntos. Resumindo, o casal parte do paradigma de interdependência, um relacionamento de cooperação que integra o que se sente com o que se pensa e o que se faz.
Infelizmente, na hora da acção, a preguiça, o comodismo e o conforto pessoal falam mais alto, e as boas intenções batem nas exigências da realidade. É comum o pai omitir-se nos momentos em que a esposa mais precisa dele. Vem-me à mente um caso. A esposa estava a ter problemas em levar o filho à escola. Passava por muitas dúvidas quanto ao que fazer. Sentia culpa por colocar uma criança de três anos na escola. Gostaria de ter o filho em casa. Queria ser uma mãe que cuida do filho. Os seus conflitos iam e vinham. O filho sentiu o drama da mãe e começou a fazer chantagens na hora de ir para a escola. Recusava-se a vestir a roupa, a comer, a colaborar em qualquer sentido. A mãe desesperada recorreu ao marido, que simplesmente disse: “Não o posso levar à escola. Qual é o problema dele não ir à escola?” A mãe ficou ainda mais desolada, principalmente porque o pai era um profissional liberal e tinha horário flexível; só faltava boa vontade e compreensão para com o desespero dela, que também era profissional liberal. Sentir, pensar ou mesmo falhar é fácil, mas fazer pode ser difícil quando falta a noção de interdependência.
Toda a propaganda à nossa volta é de auto-suficiência, individualismo ou auto-afirmação. Fala-se muito mais de competição para subir do que para cooperar e ter qualidade de vida. Nada há contra a independência para administrar a própria vida, mas chega a um momento em que o indivíduo precisa de expandir para se relacionar com o outro. Quando se casa, a pessoa está a manifestar publicamente o desejo de se abrir para o outro. Deve ser um crescimento e não uma regressão. A estabilidade e a felicidade do casamento dependem de uma interdependência sadia.
É na educação dos filhos que está a maior prova de maturidade dos pais para abraçarem a causa. Afinal, a criança é o produto da relação do casal. Os dois participaram do processo. Uma vez gerado, o filho precisa de ser cuidado. Quanto mais bem cuidado, mais orgulho vai proporcionar aos que cuidaram dele.

Por:  Dr. Belisário Marques – Psicólogo

Escolhas ……(Para reflexão)

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Produtos que dependem somente dos quesitos PREÇO e QUALIDADE tendem a perder mais na crise, quando compradores se tornam menos exigentes e buscam opções mais baratas….

Produtos que incluem na decisão de compra um componente EMOCIONAL preservam a fidelidade dos consumidores….

Fonte:  Epoca 31 de Agosto de 2009 pg 111

Elas procuram conforto nos antidepressivos …

Cada vez mais tristes e esgotadas, elas procuram conforto nos antidepressivos, consumidos em grande escala pelas brasileiras

Você já tomou seu antidepressivo hoje? Se você é mulher e respondeu sim, está dentro das estatísticas, que revelam: 70% desses medicamentos vendidos no Brasil são consumidos pelo público feminino. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), de janeiro a dezembro de 2007, foram comercializadas mais de 24 milhões de unidades de antidepressivos, diante de quase 17 milhões em 2003, uma alta de 43% em quatro anos.

A pressão por estar sempre feliz da vida, com um sorriso no rosto, ser bem-sucedida, magra e jovem tem congelado o mundo emocional das mulheres, como apontam os especialistas: “No mundo contemporâneo, de alguma maneira, há uma camuflagem da dor, da angústia e dos medos. O compromisso é com a felicidade on-line, ligada em 220 volts. Quando a gente pensa nessa farsa, surge o medo de não ser aceita, de dizer que está triste, que não está dando conta, de ser isolada e rejeitada. Então, ficamos siliconadas internamente”, diz a psicóloga e diretora da Clínica do Feminino, Marisa Sanábria.

O médico psiquiatra Aloísio Andrade, por sua vez, mostra que há uma sobrecarga do papel feminino na família e na sociedade. “Elas têm desempenhado um papel de dublê. Ao mesmo tempo, são cuidadoras e guerreiras, o que leva a um desgaste, a uma desvitalização até física, à sensação de falta de forças, de incapacidade para cumprir todas as suas funções.”

Ele aponta a diferença entre depressão e angústia existencial. Enquanto a primeira é considerada como doença, a angústia tem a ver com o sentido da vida, a razão de ser, entre outros questionamentos. “Mas essa sensação de desconforto é que nos leva a buscar novos sentidos para a própria vida. Nestes momentos, não devemos anestesiar esse incômodo, porque ele é que nos faz buscar novas motivações para a vida”, diz Aloísio.

Por: Déa Januzzi

Albert Einstein

AlbertEinstein

White“Logic will get you from A to B. Imagination will take you everywhere.”

Albert Einstein

Nosso Tempo – Vasti De Souza Viana

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Nosso tempo

 No tempo dos nossos avós, eles gastavam muitas horas fazendo as tarefas domésticas. Hoje as muitas invenções criaram aparelhos eletro domésticos que agilizam tudo em nossa vida. Você já agradeceu a Deus por essas coisas? Essas facilidades nos proporcionam mais tempo de folga, que em geral gastamos em distrações.

 Podemos nos reorganizar e aplicar parte deste tempo extra que nos é dado, para fazer algo produtivo, como falar com Deus em oração. E não precisamos gastar do nosso tempo de oração pedindo outras bênçãos. Talvez devamos pedir mais sabedoria para usar melhor esse tempo que as facilidades eletro domésticas atuais nos proporcionam. Ajudar a alguma pessoa do nosso relacionamento que está carecendo de um pouco de atenção e favores nossos, é uma boa. Também nos aplicar a desenvolver alguma habilidade nossa é outra legal.

Por Vasti  De Souza Viana  – autora do livro – Cura para o Vazio da Alma
vasti@viana.ws

O TEMPO

 Deus pede estrita conta do meu tempo.

É forçoso deste tempo já dar conta.

Mas como dar em tempo tanta conta,

Eu que gastei sem conta tanto tempo?

 

Dado me foi o tempo e não fiz conta.

Hoje quero fazer conta e me falta tempo.

Ó vós que tendes tempo sem ter conta,

Não gasteis vosso tempo em fúteis passatempos!

 

Pois se estes que contam com este tempo,

Fizessem deste tempo alguma conta,

Não chorariam depois sem conta,

O não ter tempo.

 Autor: desconhecido

Gripe Suína – estimativa de 16% de absentismo

Experience to date has demonstrated the role of schools in amplifying transmission of the pandemic virus, both within schools and into the wider community. While outbreaks in schools are clearly an important dimension of the current pandemic, no single measure can stop or limit transmission in schools, which provide multiple opportunities for spread of the virus.

WHO recommends the use of a range of measures that can be adapted to the local epidemiological situation, available resources, and the social role played by many schools. National and local authorities are in the best position to make decisions about these measures and how they should be adapted and implemented.

WHO continues to recommend that students, teachers, and other staff who feel unwell should stay home. Plans should be in place, and space made available, to isolate students and staff who become ill while at school.

Schools should promote hand hygiene and respiratory etiquette and be stocked with appropriate supplies. Proper cleaning and ventilation and measures to reduce crowding are also advised.

School closures and class suspensions

Decisions about if and when schools should be closed during the pandemic are complex and highly context-specific. WHO cannot provide specific recommendations for or against school closure that are applicable to all settings. However, some general guidance comes from recent experience in several countries in both the northern and southern hemispheres, mathematical modelling, and experience during seasonal epidemics of influenza.

School closure can operate as a proactive measure, aimed at reducing transmission in the school and spread into the wider community. School closure can also be a reactive measure, when schools close or classes are suspended because high levels of absenteeism among students and staff make it impractical to continue classes.

The main health benefit of proactive school closure comes from slowing down the spread of an outbreak within a given area and thus flattening the peak of infections. This benefit becomes especially important when the number of people requiring medical care at the peak of the pandemic threatens to saturate or overwhelm health care capacity. By slowing the speed of spread, school closure can also buy some time as countries intensify preparedness measures or build up supplies of vaccines, antiviral drugs, and other interventions.

The timing of school closure is critically important. Modelling studies suggest that school closure has its greatest benefits when schools are closed very early in an outbreak, ideally before 1% of the population falls ill. Under ideal conditions, school closure can reduce the demand for health care by an estimated 30–50% at the peak of the pandemic. However, if schools close too late in the course of a community-wide outbreak, the resulting reduction in transmission is likely to be very limited.

Policies for school closure need to include measures that limit contact among students when not in school. If students congregate in a setting other than a school, they will continue to spread the virus, and the benefits of school closure will be greatly reduced, if not negated.

Economic and social costs

When making decisions, health officials and school authorities need to be aware of economic and social costs that can be disproportionately high when viewed against these potential benefits.

The main economic cost arises from absenteeism of working parents or guardians who have to stay home to take care of their children. Studies estimate that school closures can lead to the absence of 16% of the workforce, in addition to normal levels of absenteeism and absenteeism due to illness. Such estimates will, however, vary considerably across countries depending on several factors, including the structure of the workforce.

Paradoxically, while school closure can reduce the peak demand on health care systems, it can also disrupt the provision of essential health care, as many doctors and nurses are parents of school-age children.

Decisions also need to consider social welfare issues. Children’s health and well-being can be compromised if highly beneficial school-based social programmes, such as the provision of meals, are interrupted or if young children are left at home without supervision.

http://www.who.int/csr/disease/swineflu/notes/h1n1_school_measures_20090911/en/index.html

Falta de esperança e infelicidade aumenta o risco de aterosclerose

Estudo associa infelicidade e falta de esperança ao risco de aterosclerose

Os sentimentos de infelicidade e falta de esperança podem ser factores de risco para derrame em mulheres, segundo estudo publicado revista científica Stroke.

desespero

De acordo com os autores, mesmo entre s mulheres que são aparentemente saudáveis, a “desesperança crónica” aumenta os riscos de formação de placas nas artérias do pescoço, o que pode desencadear um derrame.

Avaliando 559 mulheres com média de idade de 50 anos e sem sinais de doença cardíaca, os investigadores Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, observaram que “mulheres que experimentam sentimentos de ‘desesperança’ podem ter maior risco de futura doença cardíaca e derrame”.

Com o uso do ultra-som, foi observado um maior espessamento das artérias do pescoço – aterosclerose – em mulheres que relatavam mais sentimentos negativos sobre seu futuro e objectivos pessoais.

Os investigadores destacam que essa relação ocorreria independentemente de idade, rendimento, factores de risco cardiovascular e até de sintomas de depressão.

Apesar de mais estudos serem necessários para entender os mecanismos fisiológicos dessa relação, os investigadores ressaltam que os sentimentos negativos podem ser factores de risco para doenças cardiovasculares e, por isso, nesses casos, as mulheres devem procurar ajuda profissional.

Fonte:  Stroke.


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