Posts Tagged 'Depressão'

Avôs e Netos: Maravilhosa Convivência

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Em 26 de Julho comemoramos o Dia dos Avós. Diferente da maioria dos animais, nós temos o privilégio de conhecer nossos avós e podemos sonhar em conhecer nossos netos.

Os avós contribuem com a sobrevivência dos mais novos, com seus conhecimentos, experiências, cuidados e atenção. Sobretudo, neste momento, em que as mulheres conquistam seu espaço no mundo profissional e necessitam do apoio de seus pais e sogros para conciliar o trabalho com o sonho da maternidade.

Estudos realizados pela Universidade da Califórnia  e Boston College, ambos dos Estados Unidos, dizem o seguinte:

  • Avós com a mente saudável aumentam as chances de sobrevida dos filhos de seus filhos, por serem capazes de transmitir a eles seus conhecimentos e habilidades.
  • A criança entende, desde cedo, a respeitar os mais velhos, entendendo suas diferenças e limitações.
  • A convivência com crianças ajuda o idoso a se manter ativo, atualizado e motivado.
  • A convivência entre avós e seus netos pode proteger ambas as partes contra a depressão.

Cuidados com os avós

Entendam que os avós terão mais tempo e paciência para se dedicarem aos netos. Os pais não precisam concorrer ou sentirem-se ameaçados, pois os papéis e os momentos de cada geração são diferentes.

Respeitem o descanso dos avós. Não deixem que assumam sozinhos todo o cuidado com os netos.

 

Toda convivência tem seus benefícios. Portanto, o melhor conselho para quem é avô ou neto: aproveitem enquanto estão por perto. 

Informações parciais das fontes:

http://www.bc.edu/publications/chronicle/FeaturesNewsTopstories/2013/news/study-boosts-grandparent-grandchild-ties.html

http://revistacrescer.globo.com/Familia/noticia/2016/01/netos-e-avos-entenda-importancia-dessa-relacao.html

https://www.aterceiraidade.net/beneficios-avos-netos/

Foto: Pixabay

 

 

Já ouviu falar no SII?

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SII – Síndrome do Intestino Irritável é um termo associado a um conjunto de sintomas, conforme listado abaixo:

  • Dor abdominal
  • Estufamento
  • Constipação (intestino preso)
  • Diarréia

Não se trata de um defeito ou desordem física ou química identificável. Não há uma doença orgânica detectável.

A SII é uma desordem funcional do intestino, mais comum em mulheres e mais frequente em momentos de stress emocional. Geralmente, tem início na adolescência.

Sangramento, febre, perda de peso e dor abdominal persistente e contínua NÃO são sintomas da Síndrome e indicam outros problemas que precisam ser investigados.

Influência dos Alimentos nos Sintomas da SII

É muito importante que se tenha atenção na escolha dos alimentos e observe a forma como seu organismo reage à ingestão destes. Siga sempre orientações médicas e não deixe de consultar um especialista para orientação alimentar personalizada com objetivo de controlar o problema.

Causas do SII

Ninguém sabe o que leva uma pessoa a ter SII. Há estudos que mostram que o intestino dessas pessoas tem uma sensibilidade aumentada de acordo com estímulos provocados por alguns tipos de alimentos e emoções (ansiedade/estresse).

Seguem alguns fatores abaixo que podem estar ligados a piora dos sintomas:

  • Refeições volumosas
  • Grande quantidade de gases no intestino grosso
  • Medicamentos
  • Trigo, centeio, cevada, aveia, cereais, chocolate, leite e derivados
  • Álcool e bebidas com cafeína (café, chá e coca-cola)
  • Estresse, ansiedade

Pesquisas apontam que mulheres com SII apresentam exacerbação dos sintomas no período menstrual, sugerindo relação com os hormônios femininos.

Se há suspeitas de SII, procure um médico de sua confiança para mais informações e siga suas orientações.

Informações parciais da fonte:

http://www.fbg.org.br/Conteudo/197/0/SÃ%C2%ADndrome-do-Intestino-Irritável-(SII)-

Imagem modificada: Freepik

Saúde Mental: Fobias

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Medo ou fobia?

O medo é uma reação psicológica e fisiológica em resposta a uma possível situação de perigo. O medo nos prepara para enfrentar o perigo: o cérebro libera mais substâncias, o coração manda mais sangue, a mente fica em estado de alerta, os músculos ficam enrijecidos e a força física aumenta substancialmente.

A fobia é o medo desproporcional frente ao perigo real, capaz de imobilizar as pessoas, comprometendo sua qualidade de vida. 

Psicanalistas acreditam que as fobias tem origem comum e que, geralmente, as causas estão em situações vividas na infância. Como por exemplo: o medo de altura pode estar relacionado à insegurança do bebê ao dar seus primeiros passos. A fobia de sair à rua estaria relacionado ao medo da criança se perder dos pais.

Na opinião de psicólogos, a fobia pode surgir de 3 maneiras:

1- Por ouvir histórias ruins que fazem a pessoa ficar traumatizada com a situação.
2 – Por associação. Exemplo: A pessoa está ansiosa em um dia horrível, entra em um elevador e o associa ao momento ruim.
3 – Por ter passado pela experiência traumática com o objeto/situação de sua fobia.

Alguns tipos de fobia:

1. Agorafobia: medo de espaços abertos, da presença de multidões, da dificuldade de escapar rapidamente para um local seguro (em geral a própria casa). Muitas pessoas referem um medo aterrorizante de se sentirem mal e serem abandonadas sem socorro em público.

2. Fobia social: medo de se expor a outras pessoas que se encontram em grupos pequenos. Muitas vezes elas são restritas a uma situação, como por exemplo, comer ou falar em publico, assinar um cheque na presença de outras pessoas ou encontrar-se com alguém do sexo oposto. Muitas pessoas apresentam também baixa auto-estima e medo de criticas. Em casos extremos pode isolar-se completamente do convívio social.

3. Fobias especificas (ou isoladas): fobias restritas a uma situação ou objeto altamente específicos, tais como, animais inofensivos (zoofobia), altura (acrofobia), trovões e relâmpagos (astrofobia), voar, espaços fechados (claustrofobia), doenças (nosofobia), dentista, sangue, entre outros. A incapacitação da pessoa no dia a dia depende do tipo de fobia e de quão fácil é evitar a situação fóbica.

Dicas de prevenção

Procure ajuda de um profissional (médico, psicólogo, psicoterapeuta ou psiquiatra):

  • se você ou alguém próximo apresentar medo excessivo para vivenciar situações sociais;
  • se a ansiedade atrapalha sua vida ou se você notar que está interferindo na qualidade de vida de outra pessoa, afetando as atividades diárias.

Além disso, caso se sinta sozinho, avalie se este sentimento persiste mesmo quando está entre familiares e amigos próximos. A solidão pode estar associada à fobia social e pode levar à depressão. Portanto, confira as dicas abaixo para garantir seu bem estar:

  • Reconheça a solidão e entenda que é um sinal para fazer algo diferente do que você tem feito;
  • Tente interagir com os outros de forma positiva, incluindo alimentar-se com comidas saudáveis, praticar exercícios físicos e expor-se ao ar fresco;
  • Mostre linguagem corporal positiva e tente se interessar pelo que os outros falam;
  • Consulte um terapeuta ou converse com alguém de confiança. Não deixe o que faz mal consumir você.

 

 

Fontes:

http://www.minhavida.com.br/saude/temas/fobia

http://www.minhavida.com.br/saude/temas/fobia

http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2016/08/ter-uma-agenda-faz-bem-para-sua-saude-mental.html

Conte com o Profissional de Educação Física

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Todo mundo já sabe que praticar atividades físicas, sem abusos, faz bem à saúde, previne contra doenças causadas pelo sedentarismo, controla outras como a hipertensão e pode até curar a depressão. Isso conciliando com uma alimentação saudável, boas noites de sono, acompanhamento médico regular e orientação de um profissional de educação física.

Sim, o orientador profissional na hora da atividade física é fundamental, caso contrário, o que deveria ser benéfico, pode se tornar prejudicial, acarretando prejuízos, às vezes irreversíveis, à coluna, às articulações e ao coração.

Especialistas da saúde afirmam que, qualquer modalidade esportiva, quando praticada incorretamente, pode trazer dano à saúde.

Os maiores riscos estão concentrados principalmente na coluna lombar seguida da cervical, região do pescoço. Em determinados casos as lesões musculares também aparecerem por excesso de treinamento e quando não existe o tempo devido de recuperação do músculo. Lembrando que todo atleta deveria realizar o treino específico de cada modalidade, buscando sempre a execução correta do movimento para que possa evitar lesões por treinamento inadequado.

Confira os riscos de cada esporte, quando mal executados:

  • Musculação: a intensidade destes exercícios podem, se não forem prescritos por um profissional de maneira adequada, prejudicar a coluna, os ombros e os joelhos.
  • Natação: as regiões do corpo mais afetadas pela natação, realizada em excesso e sem orientação adequada, são os ombros e coluna lombar.
  • Corrida: a falta de orientação e calçado adequado pode levar alguns atletas a sofrer de dores nas costas.
  • Surf: a coluna, o ombro e o joelho são as partes do corpo que mais sofrem problemas ao praticar esta atividade sem orientação.
  • Tênis: por buscar um condicionamento físico perfeito num sistema de treinamento de repetição de movimentos rotacionais, assimétricos e exercícios específicos, o atleta pode sobrecarregar determinadas regiões do corpo, entre elas a coluna vertebral, onde uma sobrecarga pode ocasionar desvios posturais.

Informações parciais da fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticia/2011/04/se-mal-feita-toda-modalidade-esportiva-traz-risco-de-lesao-3268030.html

 

Saúde Mental: Sinais de Que Precisa de Ajuda

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A Huffpost Brasil publicou um artigo bacana, em novembro de 2015, que vale a pena recordar. Quem sente desconforto no peito e palpitação vai logo procurar um cardiologista. Quem se resfria ou tem um mal jeito nas costas, também não deixa de tomar providências. Por que deveria ser diferente quando temos problemas em lidar com as emoções?

É comum pensar que os altos e baixos são parte da vida e que devemos lidar com eles por conta própria. Porém, às vezes as coisas não são simples e podem ser até fatais. Transtornos mentais são doenças sérias, causadas por desequilíbrio nos neurotransmissores, tais como a dopamina e a serotonina, que funcionam como reguladores de humor e controlam o sono, o estresse, entre outros.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma pessoa entre quatro será afetada por problemas mentais em algum momento da vida.

Como qualquer doença, o transtorno mental é tratável. E, quanto mais cedo diagnosticado, maior a chance de cura.

Confira abaixo, os sinais que merecem atenção ou pelo menos uma consulta com seu médico para descartar a possibilidade de doença:

1. Seu humor oscila
É normal experimentarmos mudanças de humor causadas por mudanças nas circunstâncias que nos rodeiam. O importante é observar quando a mudança de humor é desproporcional. “Ficar atolado em emoções e ter dificuldade para sair desse estado” é algo a ter em conta, diz Harini Ramchandran, co-fundadora da Escola de Excelência, uma instituição de programação neurolinguística.

Fique atento para estes sintomas: “Se você se irrita ou se frustra com facilidade e seus níveis de tolerância estão muito baixos”, diz Sanju Gambhi, psiquiatra do Primus Super Specialty Hospital. “Você tem dificuldade de processar corretamente o que as pessoas dizem, sem encontrar explicações razoáveis.”

2. Você sente uma dor inexplicável
A dor é uma mensageira. Seu corpo envia alguns sinais físicos na tentativa de avisá-lo de que há um problema de saúde mental à espreita.

O sinal de alerta virá “na forma de sintomas físicos ou somáticos inexplicáveis, tais como dores no corpo, sintomas gastrointestinais e assim por diante”, diz Samir Parikh, diretor de saúde mental e ciências comportamentais da Fortis Healthcare.

3. Seu mundo parece desmoronar (durante um período prolongado)
“Chamo de efeito cascata múltiplo: quando os relacionamentos com pessoas importantes (amigos, pais, parceiros) ficam confusos e você tende a odiar as pessoas, há um problema”, afirma Ramchandran.

Se você sentir que está perdendo contato com o mundo funcional (relações interpessoais, socialização etc.), provavelmente é hora de parar e reavaliar sua saúde mental.

 

4. Você tem problemas para dormir e falta de apetite
Ambos são sintomas muitas vezes ignorados. Muitos transtornos mentais estão associados a distúrbios do sono. Psicoses, transtornos de humor, transtornos de ansiedade, síndrome do pânico e alcoolismo e costumam ser observados em pacientes que se queixam de problemas para dormir.

Dito isto, não se assuste à toa: não conseguir dormir de vez em quando, ou ter insônia depois de um dia agitado, é normal. 

5. Você anda muito esquecido
“A maioria dos problemas psiquiátricos e psicológicos também provocam dificuldades nos processos cognitivos e mentais, incluindo falta de atenção e concentração, esquecimento e dificuldade na tomada de decisões”, diz Parikh. O mesmo vale para a procrastinação.

“Muita gente fica presa num círculo: tenta se concentrar em algo, mas simplesmente não é capaz – uma parte da pessoa quer, mas outra não quer”, diz Ramchandran. Se vivido com muita freqüência, esse conflito interno merece investigação.

6. Você quer se prejudicar ou se ferir
Este é um sinal de alarme que não deve ser ignorado. Você deve agir imediatamente, procurando ajuda.

Isso inclui o abuso de substâncias. Impulsos incontroláveis de ceder a essas atividades são sinal de que algo não está certo.

Informações parciais da fonte:

http://www.brasilpost.com.br/2015/11/03/6-sinais-saude-mental_n_8461972.html

Benefícios do Esporte

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Praticar esportes, realizar alongamentos, pode proporcionar muito mais que um corpo bonito. Os benefícios são de amplo espectro. Confira-os a seguir:
Promove o convívio social
O esporte também é uma oportunidade para fazer novos amigos.
Melhora a autoestima
A sensação de deixar o corpo mais saudável e forte, influencia na forma como você se vê no espelho. As conquistas do esporte também proporcionam muita confiança, interferindo de forma positiva na autoestima.
Aumenta a disposição
O exercício cansa fisicamente durante sua realização. Porém, nas demais horas, o efeito é inverso: ganhamos mais disposição para o trabalho e lazer.
Durante atividades físicas, o cérebro libera endorfina, conhecida como o hormônio do bem estar, por proporcionar a sensação de euforia e prazer.
Controla a ansiedade
A concentração no treino ajuda a tirar o foco das situações que geram ansiedade.
Melhora a memória
Praticar esportes, dança, pode favorecer o bombeamento de sangue para o cérebro e outras partes do corpo, além de estimular a criação de novas sinapses e aumentar a capacidade de comunicação entre as células nervosas, deixando o raciocínio mais rápido e melhorando a memória.
Melhora o humor
Previne a depressão
Exercícios físicos aumentam os níveis de serotonina e dopamina, hormônios responsáveis por melhorar o humor.
Ao conseguir ânimo para se exercitar, a pessoa pode superar dificuldade psíquicas como a depressão.
Melhora o sono
30 minutos de atividades físicas podem fazer com que durma melhor ou com mais facilidade. Noites mal dormidas podem levar a problemas como cansaço durante o dia, redução de memória e depressão.
O ideal seria realizar os exercícios, no mínimo, 4 horas antes de dormir, pois a elevação da temperatura corporal pode dificultar o sono.
Informações parciais da fonte:
Imagem: <a href=”http://www.freepik.com/free-photos-vectors/people”>People photograph designed by Pressfoto – Freepik.com</a>

Depressão já é a doença mais incapacitante, afirma a OMS

No mundo da depressão, o futuro já chegou. E as notícias não são boas.

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De acordo com previsões da OMS (Organização Mundial da Saúde) feitas no século passado, em 2030 o mal seria responsável por 9,8% do total de anos de vida saudável perdidos para doenças. Pois esse índice foi atingido em 2010.

E as perspectivas de melhora não são nem um pouco otimistas, segundo Kofi Annan, ex-secretário geral das Nações Unidas, que abriu o seminário “The Global Crisis of Depression” (A crise global da depressão), promovido pela revista britânica “The Economist” e realizado em Londres em novembro.

“A depressão atinge hoje quase 7% da população mundial –cerca de 400 milhões de pessoas”, apontou ele. “Incapacita os atingidos pela doença, coloca enorme peso em suas famílias e rouba da economia a energia e o talento das pessoas.”

Segundo ele, em 2010 os custos diretos e indiretos da depressão eram estimados em US$ 800 bilhões (mais de R$ 2 trilhões) no mundo todo. “E, de acordo com as previsões, esse custo deve mais do que dobrar nos próximos 20 anos”, alertou ele.

Um estudo apresentado no evento pelo diretor do Instituto de Psicologia Clínica e Psicoterapia da Technische Universitaet de Dresden, Alemanha, Hans-Ulrich Wittchen, sustenta esse cálculo.

A pesquisa analisou dados de 30 países de 2001 a 2011 para medir o tamanho das doenças mentais no continente e seu custo.

“Os males da mente são os mais prejudiciais e limitantes entre todos os grupos de doenças”, disse ele. “E a depressão, individualmente, é a mais incapacitante das doenças”, afirmou, citando dados da OMS e os que sua pesquisa levantou.

Os resultados, para a economia, são também gigantescos: em média, pessoas com depressão perdem cerca de oito dias de trabalho por mês, contra apenas dois da população “saudável”.
doença familiar

O mal atinge principalmente as mulheres, especialmente em seu período fértil e mais produtivo.

“Há muitas implicações para as vidas das crianças e das famílias, pois há a transmissão de comportamentos depressivos para os filhos. Há dados que mostram que isso pode acontecer até mesmo na gravidez”, afirma Wittchen.

Os números, segundo ele, mostram que o risco de filhos de mães deprimidas terem depressão até os 25 anos é duas vezes mais alto do que entre filhos de mães que não sofreram de depressão.

Uma nova pesquisa Datafolha, encomendada pelo laboratório Eurofarma, também apontou que a depressão é uma condição familiar. Mais da metade (57%) dos entrevistados que têm a doença disse que tem outro membro na família com depressão.

O Datafolha ouviu 430 moradores de São Paulo–222 que receberam diagnóstico de depressão e fazem ou já fizeram tratamento e 208 familiares de pessoas com a doença.

A margem de erro é de sete pontos percentuais, taxa comum nesse tipo de estudo com amostra relativamente pequena, segundo Paulo Alves, gerente de pesquisa de mercado do Datafolha.

A principal causa da depressão citada tanto por doentes como por familiares são os problemas de saúde.

Já o segundo lugar da lista mostrou divergências curiosas. Questões familiares foram apontadas como causa da depressão por 28% dos doentes. Já os próprios familiares minimizaram sua parcela de culpa: só 21% citaram essa como causa da doença.

A pesquisa corrobora ainda o impacto que a depressão tem no trabalho: 37% dos doentes não fazem parte da população economicamente ativa, 11% deles por problemas decorrentes da doença.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.folha.uol.com.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br


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