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Regras de Ouro para Alimentação Saudável

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Dia 31/08 é Dia do Nutricionista. Muito respeito e parabéns para este profissional. Com tanto conteúdo à respeito de alimentação saudável, entendo que a população esteja cada vez mais consciente da importância desse aspecto e da existência desta profissão para garantir qualidade de vida.

E o Brasil, com sua diversidade cultural, sendo um país de terras frutíferas, as alternativas nutricionais são imensas.

Porém, as infinitas opções nem sempre significam melhor qualidade nutricional. É importante entender como se alimentar bem e adaptar seu cardápio as suas necessidades. Confira as dicas abaixo com seu nutricionista:

10 PASSOS PARA UMA ALIMENTAÇÃO ADEQUADA E SAUDÁVEL (do Guia Alimentar para População Brasileira)

1 – Fazer de alimentos in natura ou minimamente processados a base da alimentação

Em grande variedade e predominantemente de origem vegetal, alimentos in natura ou minimamente processados são a base ideal para uma alimentação nutricionalmente balanceada, saborosa, culturalmente apropriada e promotora de um sistema alimentar socialmente e ambientalmente sustentável. Variedade significa alimentos de todos os tipos – grãos, raízes, tubérculos, farinhas, legumes, verduras, frutas, castanhas, leite, ovos e carnes – e variedade dentro de cada tipo – feijão, arroz, milho, batata, mandioca, tomate, abóbora, laranja, banana, frango, peixes etc.

2 – Utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias

Utilizados com moderação em preparações culinárias com base em alimentos in natura ou minimamente processados, óleos, gorduras, sal e açúcar contribuem para diversificar e tornar mais saborosa a alimentação sem torná-la nutricionalmente desbalanceada.

3 – Limitar o consumo de alimentos processados

Os ingredientes e métodos usados na fabricação de alimentos processados – como conservas de legumes, compota de frutas, pães e queijos – alteram de modo desfavorável a composição nutricional dos alimentos dos quais derivam. Em pequenas quantidades, podem ser consumidos como ingredientes de preparações culinárias ou parte de refeições baseadas em alimentos in natura ou minimamente processados.

4 – Evitar o consumo de alimentos ultraprocessados

Devido a seus ingredientes, alimentos ultraprocessados – como biscoitos recheados, “salgadinhos de pacote”, refrigerantes e “macarrão instantâneo” – são nutricionalmente desbalanceados. Por conta de sua formulação e apresentação, tendem a ser consumidos em excesso e a substituir alimentos in natura ou minimamente processados. suas formas de produção, distribuição, comercialização e consumo afetam de modo desfavorável a cultura, a vida social e o meio ambiente.

5 – Comer com regularidade e atenção, em ambientes apropriados e, sempre que possível, com companhia

Procure fazer suas refeições em horários semelhantes todos os dias e evite “beliscar” nos intervalos entre as refeições. Coma sempre devagar e desfrute o que está comendo, sem se envolver em outra atividade. Procure comer em locais limpos, confortáveis e tranquilos e onde não haja estímulos para o consumo de quantidades ilimitadas de alimento. Sempre que possível, coma em companhia, com familiares, amigos ou colegas de trabalho ou escola. A companhia nas refeições favorece o comer com regularidade e atenção, combina com ambientes apropriados e amplia o desfrute da alimentação. Compartilhe também as atividades domésticas que antecedem ou sucedem o consumo das refeições.

6 – Fazer compras em locais que ofertem variedades de alimentos in natura ou minimamente processados

Procure fazer compras de alimentos em mercados, feiras livres e feiras de produtores e outros locais que comercializam variedades de alimentos in natura ou minimamente processados. Prefira legumes, verduras e frutas da estação e cultivados localmente. Sempre que possível, adquira alimentos orgânicos e de base agroecológica, de preferência diretamente dos produtores.

7 – Desenvolver, exercitar e partilhar habilidades culinárias

Se você tem habilidades culinárias, procure desenvolvê-las e partilhá- las, principalmente com crianças e jovens, sem distinção de gênero. Se você não tem habilidades culinárias – e isso vale para homens e mulheres –, procure adquiri-las. Para isso, converse com as pessoas que sabem cozinhar, peça receitas a familiares, amigos e colegas, leia livros, consulte a internet, eventualmente faça cursos e… comece a cozinhar!

8 – PlaneJar o uso do tempo para dar à alimentação o espaço que ela merece

Planeje as compras de alimentos, organize a despensa doméstica e defina com antecedência o cardápio da semana. Divida com os membros de sua família a responsabilidade por todas as atividades domésticas relacionadas ao preparo de refeições. Faça da preparação de refeições e do ato de comer momentos privilegiados de convivência e prazer. Reavalie como você tem usado o seu tempo e identifique quais atividades poderiam ceder espaço para a alimentação.

9 – Dar preferência, quando fora de casa, a locais que servem refeições feitas na hora

No dia a dia, procure locais que servem refeições feitas na hora e a preço justo. Restaurantes de comida a quilo podem ser boas opções, assim como refeitórios que servem comida caseira em escolas ou no local de trabalho. Evite redes de fast-food.

10 – Ser crítico quanto às informações, orientações e mensagens sobre alimentação veiculadas em propagandas comerciais

Lembre-se de que a função essencial da publicidade é aumentar a venda de produtos, e não informar ou, menos ainda, educar as pessoas. Avalie com crítica o que você lê, vê e ouve sobre alimentação em propagandas comerciais e estimule outras pessoas, particularmente crianças e jovens, a fazerem o mesmo.

 

Informações parciais da fonte:

http://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2014/novembro/05/Guia-Alimentar-para-a-pop-brasiliera-Miolo-PDF-Internet.pdf

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Os Benefícios do Cacau

A Páscoa está logo aí e bate aquela preocupação quanto ao consumo do chocolate, a quebra da dieta, as acnes e etc.

Encontrei um artigo muito bacana na GNT que, no mínimo, pode aliviar a consciência daqueles que não resistem a um bom cacau. Confiram abaixo:

chocolates amargo e ao leite

Os Benefícios do Chocolate

1 – Faz Bem Para Sua Pele

Por ser antioxidante e estimular a renovação celular, ele é indicado nos processos de rejuvenescimento e também na redução de celulite, já que possui substâncias como cafeína e teobromina, usadas em tratamentos estéticos no combate aos indesejáveis furinhos. Ele também protege a pele dos efeitos nocivos da exposição solar, por ser rico em flavonóides, que reduzem os efeitos negativos da radiação UV.

E a acne?

Não há comprovação científica sobre os malefícios que o chocolate pode causar à pele, excluindo casos especiais, como pessoas que apresentam alergias ou intolerância à lactose e glúten. A acne pode ser provocada por uma dieta rica em carboidratos de alto índice glicêmico (ex.: doces, pães, biscoitos, etc).

2 – Faz Bem Para Os Cabelos

Rico em nutrientes, o chocolate ajuda a restaurar, nutrir e hidratar as fibras capilares.

3 – Reduz o Risco de Doenças Cardiovasculares

O chocolate possui flavonóides que reduzem o risco de doenças cardiovasculares, propiciam melhora do fluxo sanguíneo, reduzem a pressão arterial e melhoram os níveis de colesterol ruim.

4 – Ajuda a Perder Peso

Os ácidos fenólicos presentes no cacau podem ajudar no processo de emagrecimento. Estas substâncias interferem na produção da leptina, o hormônio da saciedade, e ainda queimam mais calorias. Outra pesquisa sugere que o cacau pode inibir o organismo a estocar gordura.

Consumo ideal diário:

Cerca de 30g de chocolate do tipo amargo, com concentração de 50 a 70% de cacau.

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Chocolate Amargo x Chocolate Branco:

O chocolate branco é produzido através de uma mistura de manteiga de cacau com outros ingredientes, como leite e açúcar. Como não possui massa de cacau, ele não contém as propriedades encontradas no chocolate preto amargo ou meio amargo. Ainda é mais calórico e rico em gordura saturada.

 

 

5 – Alimento Para o Cérebro

O chocolate pode melhorar a memória e as funções motoras.

Em pesquisa publicada na revista Neurology, um grupo de voluntários consumiu chocolate quente duas vezes ao dia, durante um mês. O outro grupo não teve tanta sorte e passou longe do chocolate durante 30 dias. Após este período, os participantes dos grupos foram submetidos a testes cognitivos que sugerem uma melhoria de 30% nas funções daqueles que consumiram o chocolate quente, quando comparados àqueles que não consumiram a bebida. De acordo com os pesquisadores, o fluxo sanguíneo para o cérebro também melhorou cerca de 8% nestes mesmos voluntários.

Atenção: o conteúdo deste post não substitui o parecer do seu médico, ok? Cuide sempre da sua alimentação, evite o sedentarismo mas, sobretudo, siga as instruções médicas.

Informações Parciais da Fonte: http://gnt.globo.com/bem-estar/materias/confira-os-beneficios-do-chocolate-para-saude-e-para-beleza.htm

Doação de leite humano – um ato que salva vidas

Doar leite ajuda a salvar vidas de bebês que não puderam ser amamentados pelas mães. Logo depois do nascimento da filha, a doula Elisa Lorena, de 27 anos, embarcou na jornada da doação. “Pouco tempo depois que a minha filha nasceu, liguei no banco de leite do mesmo hospital em que eu fiz meu pré-natal, o Hospital Universitário de Brasília. O hospital mandou uma enfermeira na minha casa, coletou meu sangue, para saber se eu estava apta, me explicou sobre as normas de higiene para se extrair e armazenar leite”, conta.

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Mesmo enfrentando dificuldades no início, com disciplina e muita vontade a moradora de Brasília chegou a doar mais de um litro por semana. “Não acho que tinha “muito leite”, tinha, na verdade, muita vontade de doar. Era uma forma de retribuir a generosidade de conseguir amamentar.”, relembra. Elisa doou leite por 8 meses e teve a oportunidade de conhecer a mãe de um dos bebês beneficiados. A experiência tocou a jovem. “Eu me sentia grata, feliz e orgulhosa daquele tanto de leite que conseguia doar. Eu doava porque me sentia bem, não havia pensado de fato qual o real valor para quem recebe. É muito especial saber que foi o amor de outra mãe que amparou o aquele pequeno recém-nascido, o amor da sua vida”, reflete a doula.

A amamentação é fundamental para os bebês. O leite materno é capaz de reduzir em 13% as mortes por causas evitáveis em crianças menores de 5 anos. Ele contém componentes e mecanismos capazes de proteger a criança de várias doenças. Como o leite não pode ser produzido artificialmente, a doação é importantíssima. Ela ajuda a nutrir crianças impossibilitadas de consumir o alimento da própria mãe. O leite doado é oferecido a bebês hospitalizados, geralmente aqueles que nasceram prematuros e com baixo peso. Cada litro pode atender até 10 recém-nascidos. Segundo a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (RBBLH) qualquer mulher que amamenta é uma possível doadora de leite humano, basta ser saudável e não tomar nenhum medicamente que interfira na amamentação.

O Ministério da Saúde recomenda que, até os seis meses de vida, o bebê seja alimentado exclusivamente com leite materno para ter um crescimento forte e um desenvolvimento saudável.

Para doar o leite, as lactantes precisam seguir alguns passos:

Preparo do frasco para guardar o leite:
Lave um frasco de vidro com tampa de plástico (do tipo maionese ou café solúvel), retirando o rótulo e o papel de dentro da tampa. Coloque o frasco e a tampa em uma panela, cobrindo-os com água. Ferva-os por 15 minutos, contando o tempo a partir do início da fervura. Escorra-os sobre um pano limpo até secar. Feche o frasco sem tocar com a mão na parte interna da tampa. O ideal é deixar vários frascos preparados.

Higiene pessoal antes de iniciar a coleta:
Use uma touca ou um lenço para cobrir os cabelos. Coloque uma fralda de pano ou uma máscara sobre o nariz e a boca. Lave as mãos e os braços até o cotovelo com bastante água e sabão.Lave as mamas apenas com água. Seque mãos e as mamas com toalha limpa.

Local adequado para retirar o leite:
Escolha um lugar confortável, limpo e tranquilo. Forre uma mesa com pano limpo para colocar o frasco e a tampa. Evite conversar durante a retirada do leite.

Saiba como retirar o leite das mamas:
Massageie as mamas com a ponta dos dedos, fazendo movimentos circulares no sentido da parte escura (aréola) para o corpo. Coloque o polegar acima da linha onde acaba a aréola. Coloque os dedos indicador e médio abaixo da aréola. Firme os dedos e empurre para trás em direção ao corpo. Aperte o polegar contra os outros dedos até sair o leite. Despreze os primeiros jatos ou gotas. Em seguida, abra o frasco e coloque a tampa sobre a mesa, forrada com um pano limpo, com a abertura para cima. Colha o leite no frasco, colocando-o debaixo da aréola. Após terminar a coleta, feche bem o frasco.

Como guardar o leite coletado?
Anote na tampa do frasco a data e a hora em que realizou a primeira coleta do leite e guarde o frasco fechado imediatamente no freezer ou no congelador. Se o frasco não ficou cheio, você pode completá-lo em outro momento. Para completar o volume de leite no frasco sob congelamento, utilize um copo de vidro previamente fervido por 15 minutos, e escorra-o sobre um pano limpo até secar. Coloque o leite recém-ordenhado sobre o que já estava congelado até faltarem dois dedos para encher o frasco. Guarde imediatamente o frasco no freezer ou no congelador. Após a ordenha em que o frasco de vidro esteja completo, a mãe deve ligar para o banco de leite humano. O frasco com o leite congelado deverá ser transportado adequadamente para o banco de leite humano, em até 10 dias da data da primeira coleta.

Como conservar o leite coletado?
O leite humano ordenhado pode ficar no freezer ou no congelador da geladeira por até 10 dias, quando deverá ser transportado ao banco de leite humano.

Estas instruções também podem ser usadas para mães que armazenam leite para os próprios filhos, em caso de ausência. Para doar procure o banco de leite mais próximo de sua casa e informe-se como funciona a coleta em sua região.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

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Alimentos que afetam o leite materno

Em princípio, a mulher que amamenta não precisa restringir nenhum alimento e deve manter uma dieta natural e saudável. Mas sabemos que assim como medicamentos, drogas e toxinas podem passar para o bebê através do leite, o mesmo acontece com os componentes da alimentação materna. Cada criança é única, e sempre existe a chance do seu filho apresentar alguma sensibilidade aos componentes de um alimento. A seguir veja alguns alimentos que podem afetar o leite materno:

627489-A-alimentação-saudável-é-essencial-para-produção-de-leite-materno.-Foto-divulgação

Chocolate: A maioria das mães podem comer chocolate sem exageros, mas devem sempre ficar atentas para possíveis efeitos negativos no comportamento do bebê. O chocolate contém teobromina, substância que pode provocar irritabilidade e diarreia no bebê se quantidades elevadas forem consumidas pela mãe.

Cafés, chás e refrigerantes: O café, chás, mate e refrigerante tipo cola em quantidade excessiva podem causar irritabilidade e padrão deficiente de sono. Mas se seu bebê for mais um que não tem o sono alterado pelo consumo de café pela mãe, existem outros bons motivos para não exagerar no consumo de cafeína. Nos primeiros meses de vida, a exaustão é grande e cada minuto de sono é valioso. Se a mãe utiliza o café para se manter acordada, pode ser que ela perca a oportunidade de descansar enquanto o bebê dorme a tarde. Além disso, a cafeína tem efeito diurético e durante a amamentação a hidratação adequada é essencial para uma boa produção de leite.

Bebidas alcoólicas: Enquanto os efeitos nocivos do consumo de bebida alcoólica durante a gestação estão bem estabelecidos, as consequências o álcool durante o período da amamentação foram pouco estudados. Mas alguns dados já foram identificados como: sabemos que metade das mulheres dos países ocidentais consomem álcool durante o período da amamentação; o consumo de bebida alcoólica pode reduzir a produção de leite; o etanol passa no leite materno nas mesmas concentrações presentes no sangue da mãe e quando comparados aos adultos, o recém nascidos tem a metade da capacidade de metabolizar, ou seja, eliminar o etanol de seu corpo. Como não existem recomendações especiais para mães que amamentam, é bom evitar qualquer tipo de bebida alcoólica durante esta fase de extrema importância para a saúde do bebê.

Leite e derivados: O bebê pode apresentar tanto intolerância à lactose como alergia a proteína do leite de vaca e seus derivados. A mãe ao consumir laticínios passa pelo leite proteínas que podem causar alergias no bebê, pois seu sistema digestivo não é capaz de digerir as proteínas e seu sistema imunológico entende que essa proteína é um agressor ao organismo do bebê. Na intolerância a lactose, um carboidrato do leite de vaca, o bebê não tem ou produz pouca lactase, uma enzima de digere a lactose que também é passada no leite materno. No bebê amamentado, tanto a intolerância como a alergia ao leite de vaca podem causar sintomas parecidos como sangue nas fezes, diarreia, cólicas, assaduras e choro intenso. Na alergia, a pele e o sistema respiratório também podem ser afetados e o grau de alergia pode variar de imediato e grave até uma forma mais crônica e branda de alergia.

Oleaginosas: Algumas crianças desenvolvem hipersensibilidades ou alergias a oleaginosas consumidas pela mãe. O grupo das oleaginosas é formado por nozes, castanhas, amêndoas, amendoim, pistache entre outros. Não é muito comum no Brasil, mas nos EUA, por exemplo, o amendoim é uma causa importante de alergia alimentar.

Outros alimentos

Os primeiros meses de vida da criança são de acelerado desenvolvimento e formação de tecidos e ainda não se sabe todos os fatores que interferem positivamente e negativamente na saúde da criança. Os estudos com aditivos alimentares durante a amamentação ainda são escassos. Mas sabe-se que corante artificial tartrazina (FD&C amarelo#5), sulfitos e glutamato monossódico são causadores de reações alérgicas. A tartrazina pode ser encontrada em produtos industrializados como sucos, gelatinas e balas enquanto o glutamato monossódico pode estar presente nos produtos salgados como temperos industrializados. Já os sulfitos são usados como preservativos em alimentos como frutas desidratadas, vinhos e sucos industrializados.

Se o bebê não apresenta sinal ou sintoma, não é recomendado excluir um alimento da alimentação. A retirada de um grupo de alimento da dieta sem orientação profissional pode causar desequilíbrio na qualidade nutricional do leite. Além disso, pode potencializar o aparecimento de alergias alimentares. Muitas mães acreditam que ao excluir da dieta alimentos potencialmente alergênicos como, leite de vaca, trigo, amendoim, soja, ovo e milho, previnem o aparecimento de alergias alimentares no bebê. Estudos mostram que o efeito pode ser oposto e em alguns casos predispor a criança a alergias no futuro. Mães que consomem alimentos potencialmente alergênicos transferem anticorpos para seu filho através do leite materno, tornando-os mais resistentes a alergias alimentares.

Se você acha que algum alimento pode estar perturbando o bem estar do seu bebê, pode-se retirar o alimento suspeito e observar a reação do bebê. E assim que possível, procurar um profissional capacitado, médico ou nutricionista, para identificar as verdadeiras causas do problema. Lembrando que, cólica, corisa, agitação e sono desregrado não são sintomas exclusivos de hipersensiblidade a componentes da dieta materna e podem ter outras causas não relacionadas a alimentação.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.minhavida.com.br/

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Aleitamento Materno: Confira os Benefícios

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Leite materno é importante para a formação do cérebro dos bebês

O leite é o principal alimento nos nossos primeiros meses de vida, mas sua importância se estende ao longo dos anos – fonte de proteínas, vitaminas e minerais, como cálcio, magnésio, potássio e sódio, ele é parte importante da alimentação, como explicam a pediatra Ana Escobar e a nutricionista Raquel Francischi.

Aleitamento materno

Segundo as médicas, os bebês devem tomar leite materno exclusivamente até os 6 meses de vida – além de prevenir infecções, ele tem uma gordura que ajuda na formação do cérebro.

A pediatra Ana Escobar informa que essa gordura, a DHA, ajuda a “encapar” uma parte do neurônio, aumentando a velocidade dos impulsos nervosos e a capacidade de aprendizado e raciocínio da criança. Já o leite de vaca, por outro lado, não é ideal para os pequenos, como alertou a nutricionista Raquel Francischi, a não ser que a criança não possa mamar por algum motivo. A especialista acrescentou ainda que até mesmo as grávidas devem se preocupar em consumir mais cálcio, já que isso pode evitar complicações na gestação.

Depois que a criança cresce, o leite materno é substituído por outros, como o integral, semidestanado e desnatado, por exemplo. Eles têm quantidades diferentes de calorias e gordura, mas têm uma quantidade muito parecida de cálcio. Vale ressaltar, no entanto, que o cálcio está presente em vários outros alimentos, como iogurtes, queijos, sardinha e vegetais escuros, por exemplo, mas as principais fontes são mesmo os alimentos lácteos.

Quem não pode tomar leite, seja por intolerância ou alergia, pode recorrer a alternativas, como as bebidas vegetais, como mostrou a reportagem da Ana Brito. Preparadas em casa, essas bebidas podem não ter cálcio, mas se forem compradas no mercado, o consumidor precisa olhar no rótulo para verificar se são fortificadas com o nutriente.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com/bemestar

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Reduzir açúcar de produtos industrializados não é suficiente

Embora produtos industrializados estejam no centro da discussão sobre o consumo de açúcar, é importante ficar atento ao consumo “in natura”, pois o excesso pode estar no cafezinho e no bolo feito em casa.

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Para a nutricionista e professora do Departamento de Nutrição da Universidade de Brasília (UnB) Raquel Botelho, a redução do açúcar não pode ser feita apenas a partir de pactos com a indústria, como o acordo sobre o sódio feito entre o Ministério da Saúde e fabricantes de alimentos e bebidas. “As pessoas precisam entender que, mesmo não consumindo alimentos industrializados, outros hábitos ainda trazem um consumo alto de açúcar, como o café adoçado”, ressaltou.

Raquel recomenda uma redução gradual do consumo de açúcar em receitas do dia a dia para não provocar impactos drásticos no paladar, como o uso de uma xícara e meia de açúcar em vez de três em uma receita de bolo, por exemplo. “Normalmente, para adoçar uma xícara de café de 50ml, as pessoas usam uma ou duas colheres de chá, com cinco gramas de açúcar cada. Se a pessoa toma cinco cafés durante o dia usando essa quantidade, já chega aos 50g recomendados pela Organização Mundial de Saúde”, alertou Raquel.

A nutricionista defende “uma mudança gradual nos hábitos da população”, sobretudo a partir da informação, como o registro em embalagens da quantidade de açúcar que existe em cada produto a fim de facilitar o controle.

Segundo Raquel, embora nem todos os países da América do Sul tenham desenvolvido historicamente o cultivo de cana-de-açúcar, a cultura local é forte e por isso o consumo de doces na região está acima da média mundial.

A especialista explica que o açúcar conserva bem os alimentos e foi muito usado dessa forma nos países sul-americanos, o que abriu espaço para uma gastronomia repleta de doces. “A partir do momento em que o açúcar é percebido como um conservante, assim como o sal, é desenvolvida na região uma culinária que utiliza muito esse nutriente para que frutas e outros alimentos durem mais”, destaca a nutricionista.viv

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:   http://saude.terra.com.br/

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