Arquivo de fevereiro \29\UTC 2016

LIGUE 180

Ligando para o 180, você estará acessando a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência. Trata-se de um serviço de utilidade pública gratuito e confidencial (preserva o anonimato), oferecido pela Secretaria de Políticas para as Mulheres.

Ligue 180 tem o objetivo de receber denúncias de violência, reclamações sobre os serviços da rede de atendimento à mulher e de orientar as mulheres sobre seus direitos e  a legislação vigente, encaminhando-as para outros serviços quando necessário.

Discando Celular Pixabay

A Central funciona 24 horas, todos os dias da semana, inclusive finais de semana e feriados, e pode ser acionada de qualquer lugar do Brasil e de mais 16 países (Argentina, Bélgica, Espanha, EUA (São Francisco), França, Guiana Francesa, Holanda, Inglaterra, Itália, Luxemburgo, Noruega, Paraguai, Portugal, Suíça, Uruguai e Venezuela). Desde março de 2014, o Ligue 180 atua como disque-denúncia, com capacidade de envio de denúncias para a Segurança Pública com cópia para o Ministério Público de cada estado. Para isso,  conta com o apoio financeiro do Programa ‘Mulher, Viver sem Violência’.

Ele é a porta principal de acesso aos serviços que integram a Rede nacional de enfrentamento à violência contra a mulher, sob amparo da Lei Maria da Penha, e base de dados privilegiada para a formulação das políticas do governo federal nessa área.

Clique no mapa abaixo e confira a Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher composta por várias entidades não-governamentais e governamentais, em todo o Brasil: 

Informações parciais da fonte: http://www.spm.gov.br/assuntos/violencia/ligue-180-central-de-atendimento-a-mulher

Síndrome de Guillain-Barré

Trata-se de uma doença autoimune que ocorre quando o sistema imunológico do corpo ataca parte do próprio sistema nervoso por engano. Isso leva à inflamação dos nervos, que provoca fraqueza muscular.

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CAUSAS

O Ministério da Saúde confirmou que a infecção pelo Zika Vírus pode provocar também à Síndrome de Guillain-barré. No Brasil, a ocorrência de síndromes neurológicas relacionadas ao vírus Zika foi confirmada após investigações da Universidade Federal de Pernambuco, a partir da identificação do vírus em amostra de seis pacientes com sintomas neurológicos com histórico de doença exantemática. Deste total, quatro foram confirmadas com doença de Guillain-barré.

Na síndrome de Guillain-Barré, o sistema imunológico de uma pessoa, que é responsável pela defesa do corpo contra organismos invasores, começa a atacar os próprios nervos, danificando-os gravemente.

O dano nervoso provocado pela doença provoca formigamento, fraqueza muscular e até mesmo paralisia. A síndrome de Guillain-Barré costuma afetar mais frequentemente o revestimento do nervo (chamado de bainha de mielina). Essa lesão é chamada de desmielinização e faz com que os sinais nervosos se propaguem mais lentamente. O dano a outras partes do nervo pode fazer com que este deixe de funcionar completamente.

FATORES DE RISCO

A síndrome de Guillain-Barré pode afetar todos os grupos etários. Pessoas inseridas dentro de determinados grupos podem estar sob maior risco do que outras, especialmente pessoas do sexo masculino e adultos mais velhos. Além disso, a síndrome pode ser desencadeada por:

  • Mais comumente, por uma infecção com a Campylobacter, um tipo de bactéria frequentemente encontrada em aves mal cozidas
  • Vírus Influenza
  • Vírus de Epstein-Barr
  • HIV, o vírus da Aids
  • Pneumonia
  • Cirurgia
  • Linfoma de Hodgkin
  • Raramente, vacinas da gripe ou a vacinação infantil

SINTOMAS

Os sintomas típicos incluem:

  • Perda de reflexos em braços e pernas
  • Hipotensão ou baixo controle da pressão arterial
  • Em casos brandos, pode haver fraqueza em vez de paralisia
  • Pode começar nos braços e nas pernas ao mesmo tempo
  • Pode piorar em 24 a 72 horas
  • Pode ocorrer somente nos nervos da cabeça
  • Pode começar nos braços e descer para as pernas
  • Pode começar nos pés e nas pernas e subir para os braços e a cabeça
  • Dormência
  • Alterações da sensibilidade
  • Sensibilidade ou dor muscular (pode ser cãibra)
  • Movimentos descoordenados

Outros sintomas podem ser:

  • Visão turva
  • Descoordenação e quedas
  • Dificuldade para mover os músculos do rosto
  • Contrações musculares
  • Palpitações (sentir os batimentos cardíacos)

Os sintomas da Síndrome de Guillain-Barré podem piorar rapidamente. Os sintomas mais graves podem demorar apenas algumas horas para aparecer, mas a fraqueza que aumenta ao longo de vários dias é normal.

A fraqueza muscular ou a paralisia afeta os dois lados do corpo. Na maioria dos casos, a fraqueza começa nas pernas e depois se propaga para os braços. Isso é chamado de paralisia ascendente.

Os pacientes podem notar formigamento, dor nos pés ou nas mãos e descoordenação. Se a inflamação afetar os nervos do diafragma e do peito, e se houver fraqueza nesses músculos, a pessoa poderá necessitar de assistência respiratória.

BUSCANDO AJUDA MÉDICA

Alguns sintomas são emergenciais. Isso quer dizer que, se você senti-los, você deve procurar ajuda médica imediata. São eles:

DIAGNÓSTICO

A Síndrome de Guillain-Barré pode ser difícil de diagnosticar em seus estágios iniciais. Os sinais e sintomas são semelhantes aos de outras desordens neurológicas e eles podem variar de pessoa para pessoa. Converse com seu médico à respeito.

 

Informações parciais da fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/temas/sindrome-de-guillain-barre

Atenção ao Fim do Horário de Verão

Estados onde vigora o horário de verão: São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Nestes locais, os relógios devem ser atrasados em uma hora a partir da meia-noite deste sábado (20) para domingo (21/02/16).

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O Ministério de Minas e Energia informou, no final de 2015, que o horário de verão de 2015/2016 teria a duração de quatro meses, entre o terceiro domingo de outubro e o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte.

Durante o horário de verão, os relógios foram adiantados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com o objetivo de estimular o uso racional e adequado da energia elétrica.

Nos últimos dez anos, o horário diferenciado em parte do país, durante o verão, tem possibilitado uma redução média de 4,6% na demanda por energia no horário de pico.

Informações parciais da fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/02/horario-de-verao-acaba-0h-do-domingo-21-de-fevereiro.html

A importância da verdadeira amizade

Procurando por informações que comprovem a importância da amizade, encontrei um post perfeito sobre o tema. Não há estatísticas mas quem precisa delas para entender o quanto de verdade há no texto abaixo?

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Com a tendência de chamarmos de amigos os contatos que temos nas redes sociais, sinto que estamos aos poucos esvaziando a força original desse conceito. Não, eu não sou saudosista nem tecnofóbico. Só acho que a amizade é algo valioso demais para esquecermos do que se trata de verdade. 

Desde Aristóteles até as modernas observações sociológicas, sabemos que existem diferentes tipos e níveis de amizade. Na infância predominam o que o filósofo grego chamou de amizades por prazer – dizemos que são nossos amigos aqueles com quem simplesmente gostamos de estar. Claro que esse elemento prazeroso permanece ao longo da vida, mas sua característica volúvel não permite que as relações baseadas nele sejam profundas. Na outra ponta da vida, também referendado por estudos atuais, está a amizade por interesse, quando nossos relacionamentos passam a suprir capacidades que perdemos com a idade. Essa reciprocidade complementar também é presente em todas as fases, mas não é forte o suficiente para criar a amizade verdadeira. Essa é a amizade segundo a virtude, na qual os amigos se amam pelo que são, desejam o melhor para o outro sem esperar nada em troca. Ela nasce do conhecimento mútuo, da identificação, da interação repetida. Infelizmente, a ausência pode afastar mesmo amigos de verdade. Por isso o facebook não produz – por si só – amigos. Ele pode até ser uma ferramenta útil na manutenção dos relacionamentos, mas não é suficiente.

Por muito tempo eu não entendi isso. Apesar das ligações afetivas importantes que criei durante a vida, achava que a amizade era uma espécie de feliz acaso: encontrei pessoas com quem me dei bem, compartilhei ideias, me aproximei. Pronto, tenho amigos. Mas não é assim. Como qualquer relacionamento, há que se cuidar das amizades para que elas permaneçam. Criar oportunidades para que encontros informais ocorram. Dividir tristezas, alegrias e preocupações. Pedir e oferecer ajuda. Discutir, perdoar. Por isso vai ficando mais difícil fazer amigos conforme envelhecemos – temos menos tempo, menos oportunidades. Mas também é aí que as amizades antigas se solidificam – ficamos mais seletivos.

O grande paradoxo é que quando consideramos a amizade como um fim em si mesmo, sem esperar nada em troca, que seus benefícios aparecem. Hoje em dia ninguém mais questiona o profundo impacto que a amizade tem na saúde, por exemplo. Quem tem amigos é mais feliz, adoece menos, vive mais tempo. Não se sabe ao certo porquê. Uma teoria diz que a rede social ampla aumenta nosso capital social, fornecendo mais acesso a recursos de forma geral. Outra acha que a presença de amigos nos torna mais autodeterminados, o que nos influencia a ter atitudes mais saudáveis. E há ainda o benefício do afeto em si, que promove o bem estar e afasta a solidão – fonte conhecida de estresse e, consequentemente, desgaste do organismo.

Mas isso não importa, individualmente falando, pois a amizade verdadeira existe por si mesma. Mas – não nos esqueçamos – sua manutenção depende do nosso investimento.

Informações parciais da fonte: http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/a-importancia-dos-amigos-verdadeiros/

Hábitos saudáveis como prevenção

Hoje é o Dia Mundial do Câncer. Importante lembrar que trata-se de um mal evitável, na maioria dos casos. Adotar hábitos saudáveis pode prevenir a ocorrência ou ajudar no tratamento da doença. Vale a pena começar por 1 hábito saudável. Depois as boas consequências virão como um efeito dominó e outros bons hábitos serão naturalmente incorporados. Cuidar de si mesmo será bom para tudo, todos e tem efeito multiplicador positivo. Veja abaixo as estatísticas divulgadas pelo INCA (Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva). Note que, entre os maiores vilões, estão: tabagismo, obesidade, sedentarismo e consumo de alimentos processados. Isto é, todos evitáveis.

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INCA estima que haverá 596.070 novos casos de câncer em 2016, no Brasil.

Pele, próstata e mama serão os cânceres mais incidentes.

Entre os homens, são esperados 295.200 novos casos, e entre as mulheres, 300.870. A informação é do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), que anuncia as estimativas nacionais e regionais de casos novos da doença para 2016 (válida também para 2017) na solenidade em comemoração ao Dia Nacional de Combate ao Câncer, 27 de novembro, na sede do Instituto, no Rio de Janeiro.

Analisando-se as taxas brutas (número de casos a cada 100 mil habitantes) nas diferentes regiões, observa-se algumas variações importantes. Entre as mulheres, a Região Norte é a única onde o câncer de mama não será o mais incidente, excluindo-se o câncer de pele não melanoma. Lá, o tipo da doença que afeta o sexo feminino mais frequentemente é o câncer do colo do útero. Já na região Sul, colo do útero é o quarto tipo mais comum, com os cânceres de cólon e reto e o de pulmão ocupando o segundo e o terceiro lugares, respectivamente.

“O Brasil é um país extenso e diversificado cultural e economicamente. A realidade do País demanda ações, tanto gerais quanto específicas para determinados grupos, regiões e seus respectivos fatores de risco, como o combate ao fumo de forma geral, mas com ações direcionadas às mulheres jovens, especialmente adolescentes, o combate à obesidade, o incentivo à prática regular de atividade física e a disseminação de informações”, explica Luiz Felipe Ribeiro Pinto, vice-diretor-geral do INCA.

No sexo masculino, sem levar em consideração o câncer de pele não melanoma, o câncer de pulmão é o segundo mais incidente no País. Já no Norte e no Nordeste, os tumores malignos de estômago ocupam esta colocação. Este tipo de câncer pode estar relacionado a condições socioeconômicas menos favoráveis (o tabagismo e o consumo de alimentos conservados no sal contribuem para o aumento do risco). As leucemias aparecem em sexto lugar na região Norte, mas na classificação nacional são o nono tipo mais incidente.

A magnitude do câncer está relacionada aos fatores de risco, qualidade da assistência prestada, qualidade da informação e envelhecimento da população. Geralmente, quanto maior a proporção de pessoas idosas (tal como a população dos países da Europa, Estados Unidos e Canadá), maiores as taxas de incidência, especialmente dos tipos de câncer associados ao envelhecimento, como mama e próstata.

“Com o envelhecimento da população, as doenças crônicas não transmissíveis tornam-se cada vez mais comuns. Hoje, as doenças cardiovasculares e o câncer já são as principais causas de morte entre os brasileiros. O câncer destaca-se como um importante desafio à saúde pública e que demanda foco em ações de prevenção e controle da doença. Mas é importante ressaltar que, em comparação com os países desenvolvidos, o impacto do câncer no País (incidência e mortalidade) encontra-se em nível intermediário”, ressalta Marise Rebelo, gerente da Divisão de Vigilância e Análise de Situação.

FATORES DE RISCO – O câncer é uma doença multifatorial, o que significa que diversos fatores concorrem e podem se sobrepor, favorecendo seu desenvolvimento. O excesso de gordura corporal, por exemplo, pode estar na origem de boa parte desses novos casos. Estudos apontam evidências que relacionam o excesso de peso e o desenvolvimento de alguns tipos de câncer, como os de cólon e reto, mama (na pós-menopausa), ovário, próstata, esôfago e endométrio.

As regiões Sul e Sudeste possuem características mais semelhantes aos países desenvolvidos, que se refletem nos principais tipos de câncer estimados para estas regiões, como próstata, mama e cólon e reto. Tais características incluem uma elevada prevalência de excesso de peso e obesidade, inatividade física e consumo de carnes processadas (salsicha, presunto, linguiça, carne seca etc.).

O tabagismo tem relação com vários tipos de câncer (pulmão, cavidade oral, laringe, esôfago, estômago, bexiga, colo do útero e leucemias). Fumantes chegam a ter 20 vezes mais chances de ter câncer de pulmão que não fumantes, 10 vezes mais chances de ter câncer de laringe e de duas a cinco vezes mais chances de desenvolver câncer de esôfago. A manutenção do sucesso do Programa Nacional de Controle do Tabagismo deverá impactar na redução destes tipos de câncer na população brasileira.

Informações parciais da fonte:

http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/21003-inca-estima-que-havera-596-070-novos-casos-de-cancer-em-2016

 


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