Arquivo para dezembro \31\UTC 2012

Hemofílicos e famílias lutam para conseguir remédio que salva vidas

É um drama: 11 mil pacientes hemofílicos estão sem um remédio preventivo no Brasil. São pessoas que precisam desse remédio toda semana. Senão, podem passar o resto da vida com sequelas graves. O Ministério da Saúde promete resolver essa questão até o fim do ano com uma mudança radical no tratamento.

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O governo promete adotar e disponibilizar o tratamento profilático ou preventivo, que é considerado uma das principais medidas para garantir a integridade física, psíquica e social dos hemofílicos.

Um corte e uma queda banal – e o pior aconteceu com os irmãos do aposentado Edileno Moreira. “Um caiu da bicicleta, se machucou e morreu no hospital com hemorragia. O outro também morreu por causa da hemofilia”, lamenta. O estudante Jeremias Cavalcante perdeu os irmãos de sua mãe. “Três tios meus morreram por falta de tratamento”, lembra.

Edileno e Jeremias são hemofílicos. Eles quase não têm o fator de coagulação do sangue, uma proteína que nosso organismo produz para conter hemorragias. As articulações é que são as mais atingidas. Se o tratamento demora, as sequelas são inevitáveis. “Eu tive os dois joelhos comprometidos e o tornozelo esquerdo”, aponta Jeremias.

Os casos mais graves acabam em aposentadoria por invalidez. “Eu aposentei devia ter uns 25 anos”, lembra Edileno.

De acordo com o Ministério da Saúde, existem 11 mil hemofílicos no Brasil. Eles têm de repor o fator de coagulação, remédio importado que só o governo pode distribuir.

“E o medo de perder a medicação? Mas é um medo, é um pânico. Tem mãe que usa um artifício assim: mesmo quando não tinha o medicamento em outras épocas, ela punha a caixinha vazia para o menino saber que tinha, porque isso era uma segurança. Então, para que eu vou limitar?”, indaga a hematologista Jussara Santa Cruz de Almeida.

Há dez anos a doutora Jussara Santa Cruz de Almeida participou do comitê científico do Ministério da Saúde que propôs o chamado tratamento profilático, preventivo, em que o hemofílico toma o remédio antes de sangrar.

“É uma conta matemática. Se eu tenho tantos hemofílicos, eu preciso, no mínimo, de tanto de quantidade de fator. Ponto. Não tem dificuldade”, disse a hematologista Jussara Santa Cruz de Almeida.

Mas o Brasil nunca adotou esse tratamento. Em vez disso, os hemocentros atendem por demanda e fornecem apenas o mínimo necessário para uma emergência.

“É uma dose para um ou para outro. O que machucar vai usar essa dose só para eu não ter de correr para o Hemorio. Aí ele fica guardado para uma emergência”, informa a operadora de telemarketing Vanderlúcia da Silva Lopes. Ela mora no Rio de Janeiro. Tem dois filhos hemofílicos. O mais velho teve uma calcificação na bacia por causa da doença e precisou ser operado.

“Se eu dependesse só do hospital do governo, que não autorizou a cirurgia, que a médica não autorizou. Como ela disse: não tinha nada na literatura médica que indicasse a cirurgia dele. E ele hoje está perfeito, porque eu briguei por isso”, afirma Vanderlúcia da Silva Lopes.

O plano de saúde cobriu a cirurgia, mas o garoto teve de ser operado em Brasília. “Tudo a gente tem de brigar. Assim como eu estou brigando para conseguir fator profilático em casa. Estou há um ano na Justiça”, conta a operadora de telemarketing.

Brasília é a nova casa de outra carioca. “Esperar o hemofílico sangrar é colocar fogo na floresta para depois tentar apagar”, diz a moça, que não quer se identificar porque acha que os dois filhos são discriminados por serem hemofílicos. “Eu descobri que Brasília fazia profilaxia e vim para Brasília”, diz.

Até o começo deste ano, o Distrito Federal distribuía indistintamente o fator coagulante a todos os hemofílicos que precisassem, mas um novo protocolo do Ministério da Saúde limitou as remessas.

Há sete anos que Patrícia vem da Bahia, de dois em dois meses, para pegar os remédios do filho pequeno. Desta vez, deu com a cara na porta. “Eu só posso liberar conforme o protocolo do Ministério da Saúde, que são as três doses”, diz a atendente. “Não quero nem pensar nele ficar sem esse remédio. Nunca ficou. Sempre que está acabando o remédio dele, eu venho buscar. Nunca deixei faltar o remédio dele”, afirma Patrícia.

O que dizer de quem mora e, uma fazenda e teve o remédio negado depois de viajar o dia inteiro? “Eu não quero que meu filho sofra igual ao meu irmão sofreu. Eu vi ele morrendo aos poucos”, conta a produtora rural Ivanilce Gomes. Para não se cortar na fazenda, Tiago está proibido de brincar. “Ele gosta de brincar com pau, esses ‘trens’. Não pode para evitar se machucar”, comenta a produtora rural.

O tratamento profilático com a aplicação preventiva do fator coagulante é considerado pela comunidade científica como de padrão 1-A. Ou seja, de eficiência máxima, que levaria o hemofílico a ter uma vida absolutamente normal. Pelas leis brasileiras, não se pode comprar esse tipo de medicamento em farmácia. O Estado detém o monopólio da distribuição. O Ministério Público quer saber, então, o que está acontecendo.

“O Estado assina uma sentença de morte aos hemofílicos”, Marinus Marsico, procurador do Ministério Público no Tribunal de Contas da União (TCU). Ele diz que o Brasil teria condições imediatas de salvar todos os hemofílicos.

“Hoje o Ministério da Saúde já finalizou diversos pregões, diversas licitações e tem remédio mais do que suficiente. Entretanto, não sei por que, essa política pública não é implementada. O remédio não chega na ponta. O remédio não chega nas pessoas. Eu entendo que isso é ineficiência da gestão”, aponta o procurador Marinus Marsico.

O Ministério da Saúde alega que teve dificuldades para comprar o remédio no exterior, mas acena com uma mudança radical no sistema de tratamento. O Sistema Único de Saúde (SUS) vai passar a receber 50 milhões de doses por mês.

“Nós estamos, a partir de dezembro, garantindo para todos os hemofílicos do Brasil o tratamento profilático. Estamos garantindo. Estou dizendo isso por quê? Porque eu tenho licitado e, dessa licitação de 680 milhões de unidades, 400 milhões contratadas com a indústria”, garantiu Guilherme Genovez, coordenador de sangue e hemoderivados do Ministério da Saúde.

Será, finalmente, a realização de um sonho de menino? “Eu me imagino um jogador bem-sucedido jogando no meu time do coração, o Palmeiras”, comenta o estudante Daniel Vieira da Silva.

O campinho da esquina ainda está longe do Estádio do Palmeiras, mas para o hemofílico Daniel e a mãe dele, a costureira Marisnete Vieira da Silva, nada pode ser mais distante do que a lentidão do Estado.

“A gente não está pedindo nada por governo. A gente está querendo que ele retribua o que a gente paga de imposto. Nós não estamos pedindo favor para eles. Nós estamos reivindicando pelos nossos direitos como cidadão”, declarou Marisnete Vieira da Silva.

A Federação Brasileira de Hemofilia lembra que o tratamento preventivo desde a infância garante às crianças a inserção social e as condições necessárias para um desenvolvimento completo.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com

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Funcionário motivado produz até 50% a mais

Que um bom rendimento no trabalho está ligado com a motivação que o colaborador tem, não é novidade. O que muitas empresas ainda não perceberam é que investir na qualidade de vida do funcionário é muito mais que um gasto, é um investimento, no qual o retorno é visível e rápido.

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Após consultar 30 mil pessoas de 15 países, sendo 100 delas brasileiras, a consultoria Right Management concluiu que pessoas motivadas são 50% mais produtivas. Segundo estudos, recompensas salariais não é o único fator decisivo para satisfazer um trabalhador, e sim, recompensas sociais, simbólicas e não materiais.

Um dos cases mais conhecidos é da empresa Google, que está no mercado desde 1998, e por vários anos, foi considerada a melhor empresa para se trabalhar, segundo análises realizadas pelo GPTW (Great Place to Work), instituto americano responsável pela realização de pesquisas focadas na motivação dos colaboradores de empresas que atuam em diversos segmentos.

O GPTW realiza avaliações de acordo com os pilares que o instituto acredita serem características atraentes para a força de trabalho, como credibilidade, respeito, imparcialidade, orgulho e camaradagem. O Google coloca os funcionários em primeiro lugar quando se trata do dia-a-dia em seus escritórios. Há o investimento em benefícios adicionais como academias de ginástica, salas de massagem, área para entretenimento e lanchinhos no meio da tarde para garantir a satisfação e qualidade de vida dos colaboradores, e assim, aumentar a produtividade.

A Injoy Blend, empresa brasileira, realiza ações específicas de marketing de resultados e possui programas para motivar equipes no ambiente de trabalho. São várias divisões: Dentro do Injoy SPA tem-se o Programa de Endomarketing que tem o objetivo promover a motivação dos colaboradores e garantir o compromisso com a empresa, focar nos objetivos e valores. São realizadas atividades para alinhar a visão e missão da empresa, organização de comunicação interna, projetos para incentivo, etc.

Outra opção muito utilizada é o Programa Qualidade de Vida que propõe o bem estar tanto físico quanto psicológico do funcionário, realizando ginástica laboral, massagens terapêuticas, ginástica funcional, pilates, ioga, programa de nutrição e eventos sobre qualidade de vida. São medidas simples que podem garantir o sucesso da empresa e o bem-estar dos colaboradores.

No Injoy Experience, o marketing interativo, que contribui para o relacionamento inter-pessoal, reforço de lideranças, desenvolvimento de novas competências e melhora do clima organizacional. As experiências são organizadas de acordo com a necessidade da empresa. Veja alguns exemplos:
· Dia radical – Esportes radicais out company
· Caça ao tesouro – Atividade de lógica e espírito de equipe
· Chef de cozinha por um dia – Desenvolvimento de competências
· Dia do bem – Visita à pessoas especiais

Caminhamos para uma sociedade em que grande parte dos profissionais são trabalhadores do conhecimento, que não requerem controles de horários e tarefas, mas sim estímulos à criatividade. Por isso as pesquisas de clima são um guia valioso para diagnosticar o ambiente, planejar ações de gestão de pessoas e medir o progresso conseguido.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://consumidormoderno.uol.com.br

Os Novos Velhos

Estou comemorando, nesta quinta-feira, 24 de março, 80 anos. Aliás, adotando maior rigor biológico, deveria ser 80 anos + 9 meses, pois meus pais, Antônio e Antônia, casaram-se no dia de Sto. Antônio,  13 de junho de 1930, na cidadezinha de Bonito de Santa Fé, nos confins do sertão paraibano, onde também nasci, nove meses depois, como mandavam as boas práticas da época.

Mas, tirando esse parágrafo inicial, não vim escrever biografia. O que quero é enaltecer a singularidade de pertencer a uma geração que pode visualizar, talvez, pela primeira vez, na história da humanidade, uma ampla paisagem cronológica, em três momentos distintos, mas complementares. Enxerga, com instigante nitidez o tempo passado, os princípios de tudo e o desenrolar da História, desde a incompreensível criação cósmica do big-bang. Assiste, em tempo real, quase sem subterfúgios, os causos e eventos do presente, tristes, ou alegres, perto, ou distantes. É capaz de prospectar o futuro, para construir cenários e avaliar – não sem temor e nostalgia – que haverá, aqui, um fim, mas outros começos e outras Terras. Assim, o octogenário, vindo do século XX para o XXI, diferentemente dos raros longevos, de outras existências – enganados pelos conhecimentos limitados, preconceituosos e obscurantistas, de suas épocas – tem uma visão clara e consciente do seu momento: concatenada, fundamentada e dinâmica.

De igual forma, mesmo no ambiente temporal mais curto da genealogia de sua estirpe, o octogenário, espiando para trás, identifica, com alguma intimidade, seus ancestrais, desde bisavós, ou tetravós, enquanto, voltando-se para a frente, encontra a descendência de bisnetos e, até, tetranetos. Acumula, de relance, uma memória familiar de 8 a 9  gerações!

Esse rico e buliçoso ambiente de tantas dimensões do tempo, captado e compreendido, criticamente, pelos longevos do século XXI, vem moldando os novos velhos,  homens e mulheres.  Isso é novo e se soma a tantas outras revoluções segmentadas, que mexem com a cabeça de todo mundo…

O simbolismo do idoso, na figura estilizada do simpático ancião alquebrado, apoiado na bengala, além do desenho preconceituoso, está na contra-mão de uma moderna visão da velhice.  Não minimizo a velhice. É a benfazeja condição do laborioso processo de viver e constitui uma atividade de alto risco… Mas, por ignorância, má fé ou fatalismo, são equivocados os conceitos que associam a velhice, apressadamente, à doença, à decrepitude, à alienação, ao isolamento e pior: às disfunções. No Brasil, o Estatuto do Idoso, ressalvada sua boa intenção e meia dúzia de mandamentos oportunos e apropriados, é, no todo, um preconceituoso e hipócrita manual classificatório, que separa, utopicamente, o idoso(acima de 60 anos) do resto dos indivíduos tidos como normais.

Num mundo, cuja população freia o seu crescimento, tende à maior longevidade, melhor se educa e interage com a velocidade da www , impõe-se interpretar e tratar, com prontidão e competência, as profundas  mudanças conseqüentes desse inusitado processo. No Brasil, onde essas tendências estão claramente delineadas, e temos o privilégio de observar o que outros países do chamado primeiro mundo já anteciparam, não devemos tratar, como mera curiosidade, as nossas peculiaridades de um mutante perfil antropológico. Não é mais uma previsão, para os próximos 20 ou 30 anos. Já está acontecendo! E os novos velhos, chegando, cada vez em maior número.

JOSÉ ARISTOPHANES PEREIRA

Octogenário – jaripe31@gmail.com

Feliz 2013 Golden Stern!

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Motivação para Equipe – 10 dicas para motivar sua equipe

Motivação é um tema sempre presente nas organizações , mas a motivação vem de dentro através de atitudes que fazem a diferença.

Motivar, estimular, criar condições para que as pessoas não apenas produzam mais, mas, sobretudo, sintam-se parte daquilo que estão construindo, são grandes desafios das empresas.

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Pensando nisso foi que a revista TD Desenvolvendo Pessoas, apresentou 50 dicas e sugestões de como estimular, conectar e motivar pessoas no trabalho.

Apresentamos as 10 primeiras dicas. Leia, inspire-se e inspire seus colaboradores.

1) Forneça feedbacks 
Muitas vezes, problemas de desmotivação originam-se depois de o funcionário não ter sido sequer notado pela execução de algo especial. Fale agora, portanto, ou cale-se para sempre, e assuma as conseqüências.

2) Rotacione o feedback 
Desarme-se e disponha-se a ouvir o que não quer. Trate a questão de forma profissional e aja da mesma forma cão passar comentários não exatamente elogiosos. Tenha em mente que seu papel, enquanto gestor, é o de criar um ambiente de confiança. Se críticas forem necessárias, tente encaminhá-las dentro de uma perspectiva de aprendizagem.

3) Crie um ambiente agradável 
Permita que as pessoas caminhem, conversem, interajam, levem objetos pessoais para seus postos de trabalho e, sempre que possível, que ouçam música. Lembre-se que um ambiente agradável não é, necessariamente, aquele que você cria, mas, sobretudo, aquele que você, com sua equipe, compartilha.

4) Cuide dos fatores físicos 
O arranjo físico, como o acesso fácil às ferramentas necessárias, a limpeza e a higiene no ambiente de trabalho mostram atenção e valorização dos profissionais. Também vale ter cuidado com os tipos de móveis, cores e estilo de decoração, que são importantes estímulos visuais.

5) Perspectiva de progresso 
Quando não é possível aumentar os salários, dê aos colaboradores uma perspectiva de melhora, como um plano de carreira ou possibilidade de promoção. Converse sobre isso, e demonstre que você está sensível a essas questões.

6) Estimule a reciclagem 
O colaborador deve ser incentivado a se reciclar e a incorporar novas competências, ampliando seus horizontes e a visão do que realiza no cotidiano. Crie esse estímulo, mostre novas realidades do seu negócio, de sua área, de forma que o colaborador perceba a necessidade de acompanhar esse desenvolvimento.

7) Instale um painel de fotos 
Tire fotos suas e de todos os colaboradores – em situações do cotidiano ou em festas – e coloque-as na parede. Você logo verá a diferença no ânimo de seu pessoal. Não se esqueça de se incluir nas fotos.

8) Permita intervalos 
Todos vão render mais e ficar motivados se puderem parar para respirar. Diga isto e mostre como é importante uma parada de tempos em tempos.

9) Crie um “momento mágico” 
Uma vez por semana, desenvolva alguma atividade inusitada junto de sua equipe, como leitura de contos, anedotas, roda de histórias, sessão de meditação, entre uma infinidade de opção que você tem para quebrar a rotina, integrar seu pessoal, divertir e motivar para o trabalho.

10) Crie espaço para desenvolver talentos 
Sempre que possível identifique colaboradores que gostariam de apresentar algum trabalho ou performance para a equipe. Nada relacionado ao trabalho. Por exemplo, se alguém gosta de cantar, crie esse momento nas empresas, convide o(s) funcionário(s), e planeje uma apresentação.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.pod.com.br

Como promover a integração entre departamentos?

Quando se fala em estimular a integração entre funcionários, logo vem à mente a ideia de trabalhar com profissionais que atuam numa mesma equipe. No entanto, uma organização sempre é formada por mais de um departamento e todas as pessoas que nela trabalham somam esforços para dar vida ao negócio. Mas, por que a integração entre departamentos é importante?

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Tomemos como exemplo um gerente que solicita a um office-boy que tire dez cópias de um relatório que ele apresentará durante uma reunião. Porém, faltam apenas 30 minutos para o início da sua apresentação. Só que o gestor não imagina o que acontece durante o percurso: do momento em que ele entrega o relatório sai das suas mãos até quando a documentação é entregue a ele.

Se o office-boy demorar cerca de uma hora, quando retorna para entregar as cópias, a reunião já começou. Ele recebe uma advertência por não ser ágil na tarefa que lhe foi incumbida. Só que o gestor não imagina que o diretor da empresa também precisava de cópias urgentes e para completar, das cinco máquinas do setor de cópias, apenas três estavam funcionando. As outras se encontravam em manutenção.

Esse é um exemplo simples, masque ocorre com frequência porque muitos profissionais só sabem o que ocorre no departamento em que atuam. Não é errado conhecer bem o setor em que atuamos. Mas para que a organização conte com uma boa engrenagem é preciso que todos os colaboradores tenham, ao menos, uma noção do todo. Isso evita, por exemplo, que um departamento boicote o outro por desentendimentos que poderiam ter sido evitados. Abaixo, listo algumas dicas para estimular a integração entre os setores de uma organização.

1 – Quando ocorrerem contratações na companhia, a integração não deve ficar restrita apenas ao setor em que a pessoa irá atuar. Para quem chega, é importante conhecer os demais departamentos da organização, principalmente aqueles em que os recém-chegados manterão contato regularmente. Isso evitará que as pessoas sintam-se um “peixe fora da água”.

2 – Aproveite o momento de integrar os novatos, para convidar alguns profissionais de áreas distintas para acompanhar o processo de familiarização. Com o ritmo cada vez mais acelerado há quem passe meses sem ir pessoalmente a outro departamento e quando o faz, toma um impacto porque ocorreram mudanças significativas.

3 – Para valorizar a integração entre setores, empresa pode elaborar uma cartilha básica que além de constar os valores, a missão e a visão da companhia corporativa, também seja reservado um espaço para divulgar a estrutura da companhia. Dessa forma, todos os departamentos existentes serão apresentados aos profissionais de vários níveis. Essa cartilha pode ter o formato impresso e ainda ser disponibilizada através da intranet.

4 – Os canais de comunicação interna são fortes aliados na integração entre setores. Através deles é possível informar oficialmente que um determinado departamento passará por reformas. Para evitar que ocorram atrasos no atendimento a alguma solicitação, os outros setores poderão fazer um pedido antecipadamente. Isso evita que alguém imagine que foi boicotado por não ter sido atendimento prontamente e as atividades laborais transcorram sem atropelos.

5 – Quando um setor tiver a reforma concluída, divida a conquista com os demais funcionários de outras áreas. Visitas agendadas serão sempre bem-vindas e evitará que as atividades sejam prejudicadas.

6 – Durante eventos comemorativos, a área de Recursos Humanos pode convidar colaboradores para falarem um pouco sobre os setores que atuam. Caso seja possível, estruture um espaço, onde os profissionais que trabalham no 10º andar tenham a oportunidade de conhecer, por exemplo, como funciona um setor localizado no 2º andar.

7 – Ainda nos eventos comemorativos, estimule atividades que animem os funcionários. Contudo, é interessante que durante uma brincadeira sejam formados grupos, através de sorteios. Assim, haverá equipes compostas por pessoas de setores diferentes e que nunca tiveram a oportunidade de se cumprimentarem. Isso estreitará o relacionamento entre as pessoas e abrirá um leque, inclusive para o surgimento de novas amizades.

8 – Uma ação simples que gera efeitos positivos é a criação de uma caixa de sugestões, que deve ficar em um local de grande circulação. Sem pedir que o colaborador identifique-se, a área de RH pode orientar os profissionais a apresentarem ideias, opiniões que melhorem o funcionamento tanto do departamento que atuam quanto dos demais setores da organização. Entretanto, deve-se ficar atento para que esse espaço não seja utilizado para receber críticas infundadas e de cunho pessoal.

9 – Quando se tem dúvidas sobre até que ponto vão as atribuições de um setor, há pessoas preferem ficar quietas e permanecem com questionamentos para si. Com isso, acreditam que evitarão possíveis constrangimentos. Nesse caso a área de RH precisa manter suas portas abertas, para que colaboradores obtenham respostas. E quando alguém pedir uma informação sobre outro setor, o RH pode aproveitar a oportunidade para falar sobre outras atribuições do setor que é foco da conversa.

10 – Existe uma ótima ferramenta para estreitar a relação entre departamentos: o job rotation – que compreende um processo de remanejamento ou redimensionamento das lotações internas da empresa. Através desse recurso, os colaboradores se familiarizam com outras atividades e, em alguns casos, surge o interesse dos funcionários por um processo de aprendizagem que os levem a uma ascensão futura. O também é visto job rotation como um caminho eficaz para o desenvolvimento de equipes.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.rh.com.br

Ações de motivação dos funcionários necessitam de equipe e líder maduros

Com o estresse do dia a dia e a correria do mundo dos negócios, nem sempre os gestores se lembram de criar iniciativas que motivam a equipe, para proporcionar um ambiente mais unificador. Esse tipo de medida não só ajuda a dar leveza à atmosfera de trabalho como também auxilia na melhoria da comunicação entre os funcionários – um estudo recente da PMI-Rio indicou que 76% dos fracassos nos projetos dentro das empresas deve-se justamente a uma comunicação ineficiente.

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Imagine chegar dentro da empresa e encontrar funcionários com uma máscara que é um sorriso gigante. Para o empresário Marcelo Ponzoni, fundador e diretor da empresa de publicidade Rae,MP, uma equipe de bom humor só agrega valor ao trabalho. “A empresa toda ganha com esse comportamento”, afirma Ponzoni. Para proporcionar um ambiente mais divertido, oempresário implementou a Campanha de Valorização do Sorriso na empresa, que atinge funcionários, clientes e até amigos da agência. O projeto tem folders, brindes com chocolates, cartazes e até uma máscara no formato de uma boca sorridente. Para Ponzoni, em uma empresa de publicidade, que lida diretamente com o cliente, é bom ter alto astral no atendimento. Essa cultura, segundo o empresário, foi responsável pelo crescimento de 400% no faturamento da empresa nos últimos cinco anos.

SAIBA MAIS

O empresário ressalta que sempre prezou pelo bom humor dentro de sua empresa desde a fundação, há 22 anos. Para ele, que completa 44 anos em 2010, isso não é algo de momento. “Desde que nasci tenho essa característica de sorrir muito, de ser bem humorado, e eu levo essa capacidade de sorrir em consideração mesmo quando vou contratar as pessoas. É um diferencial para mim; gosto de integradores aqui dentro”, afirma. Segundo ele, a empresa sempre foi assim, desde as coisas mais simples até campanhas como a Valorização do Sorriso. Para Ponzoni, motivar a equipe e deixá-la à vontade é fundamental para o sucesso de um empreendimento. Medidas como essa, garante o empresário, aperfeiçoam a comunicação interna e unificam a equipe.

Na Enken Comunicação Digital, especializada em comunicação, publicidade e marketing digital, a forma encontrada para motivar os funcionários foi outra. Ali, cada um pode fazer seu horário. As regras são simples: os empregados devem cumprir a carga horária diária e executar os projetos dentro do prazo determinado. Cumprido isso, pouco importa que horário estarão presentes no escritório. A justificativa da iniciativa é poder deixar o empregado trabalhar quando acredita ser mais produtivo. A maioria dos funcionários da Enken, segundo seu fundador e diretor, David Reck, trabalha das 10h às 19h, mas alguns trabalham mais cedo ou mais tarde, até mesmo de madrugada. Mesmo com a flexibilidade de horário, alguns colaboradores ainda optam por trabalhar na velha rotina do horário comercial.

Além disso, a empresa, fundada em 2004, promove ações em conjunto entre os funcionários para unificar a equipe, como passeios de bicicleta, festas ou mesmo saltos de paraquedas. Segundo Reck, isso é bom para todos se conhecerem fora do ambiente de trabalho, ainda mais numa empresa em que cada um escolhe seu horário e nem todos se encontram no escritório. A empresa também tem um espaço para descanso e atualmente está montando um local próprio para incentivar novos projetos, ideias e o empreendedorismo de seus funcionários – dando o tempo necessário para que eles se dediquem a isso. Assim, segundo Reck, novas empresas nasceriam dentro da própria Enken, que funcionaria como uma incubadora para start-ups.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://revistapegn.globo.com


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