Arquivo para dezembro \22\UTC 2009

FELIZ NATAL e Viva Melhor

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Viva cantando, espalhe alegria! Vasti De Souza Viana

A música originou-se no Céu. Na Bíblia há o registro de como o alegre cântico de louvor e gratidão dos filhos de Deus e dos anjos ecoou pelos Céus quando Deus criou a Terra: “todos alegremente cantavam”. (Jó 38: 4-7). Quando Jesus nasceu milhares de anjos cantaram (Lucas 2: 13,14). O rei Davi era o melhor músico do seu país. Ele criou e tocou vários instrumentos. Fundou uma escola de música instrumental e vocal com duzentos e oitenta e oito mestres e quatro mil alunos. (I Crônicas. 23: 5; 25: 7).

Cantar alegra, anima, acalma e melhora os humores. Ativa a circulação sanguínea e a respiração, criando um grande bem estar. A música é a arte dos sons; o poema é a arte das palavras. Cada uma em separado toca nossas emoções. Quando unidas no cântico o poder de comunicação é potencializado.

Os textos bíblicos que seguem mostram como Deus deseja que sejamos felizes, confiantes e que expressemos nossa alegria espiritual também na forma de cânticos sagrados:

“Ensinem e animem-se com salmos, hinos e cânticos espirituais” (Colossenses 3:16).

“Está contente? Cante louvores!” (Tiago 5:13).

“Agrada a Deus que o Seu povo cante alegremente” (Salmo 147:1 BLH).

Faça a experiência dos dez dias com cânticos. Escolha cânticos e canções de sua preferência e durante dez dias cante mais. Ouça-os em casa ou no carro cantando junto. Cante em voz alta ou na mente; sozinho ou com outros; adormeça cantando, levante cantando; cante no chuveiro, na caminhada. Extravase todas as suas disposições de espírito em cânticos. Encontre propositalmente motivos em tudo para cantar. Após dez dias, olhe na sua agenda e compare como se sentia há dez dias, e como se sente hoje. Olhe no espelho e procure enxergar o aspecto do seu semblante. Verá que sua aparência estará mais serena e feliz. Estes são alguns dos bons efeitos de cantar. Se gostou, por que não continuar, e também divulgar?

Por Vasti  De Souza Viana  – autora do livro – Cura para o Vazio da Alma
vasti@viana.ws

Fim do Cartel ????? UNIMEDS ADVERTIDAS PELA ANS – PRAZO PARA ACABAR COM EXCLUSIVIDADE

Unimeds podem perder todos os clientes
 
por Saúde Business Web
15/12/2009
 
De acordo com a ANS, cerca de 70 Unimeds têm 45 dias para permitir que seus médicos trabalhem para outras operadoras de planos de saúde
 
Cerca de 70 Unimeds correm o risco de perder todos os clientes, caso continuem proibindo os seus médicos cooperados a trabalhar para outras operadoras de plano de saúde. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (14) pela ANS. De acordo com a publicação, as cooperativas têm 45 dias para acabar com a exclusividade.

Algumas das Unimeds advertidas são: de Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Florianópolis, Macapá, Franca, Uruguaiana, Petrópolis, Londrina e Feira de Santana.

Procuradas, a Unimed do Brasil e a ANS disseram que vão se pronunciar até o final da tarde desta terça-feira (15).

Os Novos Transgênicos!

Fonte: Revista Super Interessante.

São Paulo caminha para a desospitalização

George Schain, presidente do Santa Paula, comenta os dados apresentados pela ANS: 1.800 novos leitos até 2012 Com todos os gargalos que o sistema de saúde possa apresentar, os paulistanos contam hoje com um grupo cada vez mais robusto de hospitais particulares dotados de equipamento de ponta e profissionais altamente qualificados no diagnóstico e tratamento de doenças. Inovação, colaboração e espírito empreendedor têm sido palavras-chave na transformação por que os hospitais particulares estão passando. Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) destacam que cerca de 6,5 milhões de paulistanos têm acesso a planos de saúde e poderão contar com 1.800 novos leitos até 2012. Mais de 70% dos atendimentos hospitalares, entretanto, estão relacionados a doenças crônicas. Investir em ações coordenadas com o Estado, os meios de comunicação e a sociedade para a prevenção dessas doenças levará à redução dos custos hospitalares, permitindo que se aumente o investimento em infraestrutura, tecnologia e mão-de-obra especializada nos tratamentos de alta complexidade. Na medida em que conscientizamos a população sobre a necessidade de parar de fumar e controlar o consumo de álcool; adotar hábitos alimentares mais saudáveis, combatendo a obesidade; praticar exercícios físicos regularmente; checar com frequência os níveis de colesterol e triglicérides do sangue; monitorar a pressão arterial e se submeter a um check up anual – que inclui mamografia e papanicolau para mulheres, exame de sangue PSA e toque retal para os homens, avaliação cardiorrespiratória para ambos os sexos – já estamos contribuindo para a tendência dos próximos anos: a desospitalização. À primeira vista, todos os esforços que vêm sendo feitos pelos hospitais privados no sentido de aumentar o conforto dos pacientes e acompanhantes – passando a incorporar diversos conceitos da hotelaria não somente na sofisticação das acomodações, mas inclusive no cardápio, na introdução de cafeterias, restaurantes e lojas de conveniência – podem induzir à interpretação de que se pretende aumentar sua ocupação. Entretanto, caminhamos para um tempo em que a internação hospitalar será cada vez mais acolhedora e breve. Investimentos em equipamentos de ponta permitirão ao paciente permanecer menos tempo internado. Há poucos anos, por exemplo, uma cirurgia cardíaca necessitava de dez dias de internação. Hoje, esse tempo já foi reduzido à metade, dependendo do tipo de intervenção. Em vários países da Europa, como a Suécia, 30% dos leitos de hospital desapareceram por conta de ações preventivas. Métodos de tratamento novos e mais efetivos, principalmente os minimamente invasivos, encurtaram a permanência dos pacientes nos hospitais oferecendo cuidados externos. Há dez anos, também, pacientes sem possibilidades terapêuticas passavam os últimos dias de suas vidas internados em um hospital. Atualmente, aplicando o conceito dos cuidados paliativos, é cada vez maior o número de pessoas que preferem receber cuidados médicos em casa, junto à família. Os cuidados paliativos vêm atendendo de forma competente a essa nova demanda, devendo simbolizar outra importante mudança nos tratamentos de saúde. Embora o atendimento médico-hospitalar tradicional ainda seja a solução mais ao alcance da população na hora da doença, a grande evolução da indústria farmacêutica, o aumento maciço de campanhas preventivas e os próprios avanços da medicina tendem a reduzir cada vez mais o tempo de internação e, em muitos casos, indicar a desospitalização como opção mais acertada de tratamento. *Dr. George Schahin é presidente do Hospital Santa Paula, em São Paulo

Orações Equivocadas – II Vasti De Souza Viana

Dando continuidade ao conhecimento das barreiras que nos separam de Deus impedindo que Ele ouça nossas orações, vamos juntos considerar mais três dessas instruções.

 

4. “Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados escondem o Seu rosto de vós, de modo que não vos ouça”. Isaias 59: 2.

O garoto vinha da escola e viu um cigarro inteiro caído na calçada. Abaixou-se, pegou e teve a idéia de acender para provar como era fumar. A princípio estranhou muito, a fumaça ardida fez lacrimejar os olhos e o sufocou provocando-lhe tosse, mas fez pose, continuou e estava se achando como homem grande. De repente, ele viu o pai vindo na

esquina. Depressa ele soprou a fumaça, jogou o cigarro para longe de si e tratou de parecer bem à vontade. Desesperado para atrair a atenção do pai para alguma coisa ele apontou para um cartaz de propaganda de um circo na cidade e disse: -“Olha lá pai, me deixa ir ao circo um dia desses?” O pai olhou nos olhos dele e falou com calma e firmeza: -“Filho, nunca faça um pedido enquanto ao mesmo tempo está tentando esconder uma visível desobediência”. Agora amigo, amiga, por gentileza releia o texto acima, pense um instante aplicando o moral da história a si próprio. Converse com Deus sobre isso.

5. “E orando, não useis de vãs repetições como os gentios, porque pensam que pelo seu muito falar serão ouvidos”. Mateus 6: 7.

Orar, usando repetições vazias, chavões decorados, frases feitas que já não fazem sentido, não sai do coração – é orar em vão. Já imaginaram como nossos amigos ficariam enfadados de ouvir-nos dizer as mesmas frases da mesma maneira cada vez que nos encontrássemos? Por que então, falaríamos com nosso Amigo celeste dessa forma tão desprovida de interesse e fervor? Orar é falar com Deus como a um amigo, coisas que saem da alma e do profundo desejo do seu coração.

6. “Aquele que tem olhar altivo e coração soberbo não o tolerarei”. Salmo 101: 5 up.

Nosso Senhor Jesus desceu do Céu e por Sua vida de amor e serviço ensinou-nos a lição da humildade e submissão a Deus. O orgulhoso considera-se auto-suficiente, e acredita que pode resolver tudo sozinho. É-lhe difícil imaginar, muito menos aceitar que para respirar, realizar seus objetivos e fazer tudo mais depende completamente de Deus. O orgulho é uma grande barreira que nos separa do Pai da Eternidade. Ser humilde não significa ser destituído de sabedoria ou de qualidades; nem ser pobre. Humildade é uma grande virtude de caráter que os vencedores possuem. Ser humilde é reconhecer nossas habilidades e limitações, como também nossa eterna dependência de Deus para viver.

Por Vasti  De Souza Viana  – autora do livro – Cura para o Vazio da Alma
vasti@viana.ws

Implante sob a pele destrói melanoma

Poderosas estratégias de combate ao câncer podem estar em ideias criativas, ousadas e, até mesmo, geniais. Um exemplo veio dos laboratórios da Faculdade de Engenharia e Ciências Aplicadas da Universidade de Harvard, em Boston (Massachusetts), mais precisamente da imaginação do professor de bioengenharia David Mooney. A promissora arma contra o melanoma, câncer de pele que deve afetar pelo menos 2.960 homens e 2.970 mulheres no Brasil em 2010, segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), é um pequeno disco de plástico colocado sob a pele. Com apenas 8mm de diâmetro, ele é composto de pequenas cavidades, por onde células do sistema imunológico do corpo humano se espalharão, atraídas pela citoquina ¿ a droga é liberada pelo próprio implante.

A peça traz ainda fragmentos de tumor, para incitar as células imunes a reconhecer o câncer. Também é revestida de pequenos pedaços de DNA, semelhantes aos encontrados em bactérias. As amostras de DNA levam as células de defesa a interpretarem a existência de uma infecção no organismo. Ao associarem os fragmentos do tumor com o perigo, elas potencializam a resposta imunológica. “O implante funciona como se fosse uma vacina”, explicou Mooney ao Correio, em entrevista por e-mail. “Ele pode prevenir a formação do tumor, mas o mais excitante de nosso estudo é que o disco de plástico consegue induzir uma resposta imunológica forte o bastante para levar o sistema de defesa do corpo a erradicar tumores existentes”, acrescentou.

Os resultados da pesquisa com ratos foram descritos pela revista científica Science Translational Medicine, na edição da última quarta-feira. Os cientistas apostam que a união entre bioengenharia e imunologia pode ser um grande passo rumo ao desenho de eficientes vacinas contra o câncer. O estudo de Mooney e sua equipe redireciona o sistema imunológico a alvejar os tumores e parece mais eficaz e menos invasivo que outras vacinas em fase de testes clínicos. Para tanto, trabalha com dois braços desse sistema: um que destrói o material estranho, e um que protege os tecidos nativos do corpo humano. “As células imunológicas atraídas pelo implante são as dendríticas (1), já existentes no corpo do paciente. Após interagirem com os pedaços do tumor no implante e com os pedaços de DNA que imitam uma bactéria, as células se espalham para os linfonodos e instruem o linfócito T a reconhecer e atacar o tumor”, afirma o líder da pesquisa.

Hoje

As atuais drogas em estudo removem as células imunológicas do corpo e reprogramam-nas para atacarem tecidos malignos, antes de retorná-las ao local de origem. No entanto, mais de 90% das células reinjetadas no organismo morrem antes de terem qualquer efeito direto sobre o câncer. O novo implante foi fabricado com um polímero biodegradável, já aprovado pela FDA ¿ a agência reguladora de drogas e medicamentos dos Estados Unidos. Pelo menos 90% da estrutura são formados pelo ar, tornando-a altamente permeável às células imunológicas e à liberação das citoquinas.

Segundo Mooney, a empresa de biotecnologia InCytu Inc. ¿ sediada na cidade de Lincoln, no estado norte-americano de Rhode Island ¿ já licenciou a tecnologia e espera iniciar os testes clínicos em humanos daqui a um ano. Enquanto a InCytu Inc. prepara terreno para tornar a nova terapia uma realidade, Mooney e seus colegas se esforçam para aprimorar o uso da técnica. “Estamos examinando se o implante pode ser usado contra outros tipos de câncer. Também queremos analisar se esses materiais poderiam ajudar a desligar uma resposta imunológica ¿ nociva a pacientes com doenças autoimunes (2), como, por exemplo, o diabetes”, afirmou o estudioso.

1 – Para forçar uma reação

Células dendríticas têm, como principal função, capturar e transportar os antígenos (substâncias que desencadeiam uma reação imunológica no organismo; ou seja, que forçam o combate a problemas identificados no sistema) para a drenagem dos linfonodos. Elas são cerca de 1% das células circulantes no sangue periférico. Costumam ser utilizadas nas pesquisas justamente por serem as responsáveis por esse combate interno aos males detectados no organismo.

2 – Ataque interno

Doenças autoimunes surgem quando o sistema que existe para nos defender, o imunológico, confunde células e tecidos saudáveis como inimigos ¿ e começa a atacar a si mesmo. A falha causa, por exemplo, males como artrite reumatoide, doença celíaca, síndrome de Sjögren e doença de Graves. Se consideradas em conjunto, calcula-se que essas doenças afetem até 10% da população no mundo industrializado.

Correio Braziliense (02/12/2009)
 

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