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Combinações Saudáveis

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No Dia Mundial da Alimentação, falar sobre alimentação saudável é bater mais uma vez na mesma tecla já que falamos sobre assunto no Dia do Nutricionista e estamos sempre dando pitaco sobre a importância das boas escolhas na hora de encher o prato. Mas o assunto vale a pena ser revisto sempre, pois muitas doenças podem ser prevenidas ou mesmo curadas somente com a reeducação alimentar.

Então, vamos falar de “combinações saudáveis”.

Ao preparar seu prato, muitas vezes, a combinação de 2 alimentos pode resultar em inúmeros benefícios, devido à interação entre eles, melhorando a absorção das vitaminas pelo organismo ou bloqueando os malefícios de alguns alimentos.

Confira algumas combinações inteligentes abaixo:

Arroz + Feijão

O aminoácido metionina do arroz e a lisina do feijão formam a proteína, importante para a formação dos nossos tecidos.

Salmão + Salada de Alface, Agrião, Brócolis e Nozes

As vitaminas A (presente no agrião), D (presente no salmão), E (presente no brócolis) e K (presente no alface) precisam de gordura para serem absorvidas, daí que a gordura do salmão entra para exercer esta função.

Cenoura + Laranja

A vitamina C da laranja, combinada com o ácido fenólico da cenoura, baixa os níveis de colesterol ruim, além de prolongar a sensação de saciedade.

Feijão + Rúcula

A vitamina C aumenta em até 30% a absorção do ferro em vegetais.

Carne + Alecrim

O alecrim, quando aquecido, produz os ácidos: carnósico (anti-inflamatório) e rosmarínico (antioxidante). Essa dupla corta o efeito das toxinas da carne.

Tomate + Azeite

O tomate cru ou cozido é rico em licopeno (antioxidante) que neutraliza os radicais livres. Mas o licopeno precisa de gordura para entrar em ação. Daí que entra o azeite.

Ovo + Brócolis + Arroz Integral

O magnésio do arroz com a vitamina D do ovo, ajuda na absorção do cálcio do brócolis.

Atum + Frutas Vermelhas

O ácido elágico, presente no suco de frutas, aumenta a absorção do ômega 3 do peixe que reduz o colesterol ruim.

Fonte: http://super.abril.com.br/ciencia/as-9-combinacoes-de-alimentos-mais-saudaveis-da-culinaria

FIBRAS para CONTROLAR o COLESTEROL

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Feliz Dia dos Pais. Pai é feito livro.

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Hepatites Virais: Como Prevenir

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ACIDENTES DE TRABALHO: Pequenas Medidas Que Previnem

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Estudo: amigos fazem bem à saúde; saiba os motivos

Em busca de uma vida melhor, muitas pessoas gastam dinheiro com livros de autoajuda, horas em sessões de terapia e consultas médicas e até em remédios naturais. Mas existe uma poderosa – e gratuita! – arma secreta que pode ajudar a combater doenças como a depressão e ainda diminuir o envelhecimento precoce: os amigos! De acordo com a publicação Madame Noir , diversos estudos conduzidos ao redor do mundo têm indicado que eles não apenas melhoram a qualidade de vida como de fato podem fazer com que você viva mais.

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Descubra então dez benefícios que as amizades trazem para a sua vida:

1. Melhora geral na saúde. Durante um estudo de 10 anos na Austrália, cientistas concluíram que pessoas mais idosas com um amplo círculo de amigos tinham 22% menos chance de morrer durante o estudo em comparação com os indivíduos com poucos amigos. E os benefícios a longo prazo são ainda maiores. Em 2010, os estudiosos de Harvard concluíram que fortes laços de amizade mantém a saúde cerebral conforme envelhecemos. Outra pesquisa com 15 mil pessoas acima dos 50 anos mostrou que a memória dos socialmente ativos era melhor do que entre os mais solitários.

2. Força para lutar contra o câncer. Em 2006, um estudo com quase três mil enfermeiras com câncer de mama concluiu que mulheres sem amigos próximas tinham quatro vezes mais chances de morrer da doença do que as que possuíam 10 ou mais amigos. A amizade era encarada como uma forma de proteção. Nem mesmo a presença do cônjuge foi associada à sobrevivência.

3. Para eles também. Enquanto muitos estudos focam nas relações de amizade entre as mulheres, outras pesquisas mostram que os homens podem se beneficiar também. Em um estudo que durou seis anos com 736 suecos de meia-idade, ficou comprovado que a falta de amizade é tão perigosa quanto fumar quando se trata dos riscos de sofrer um ataque cardíaco.

4. Melhora na resposta imunológica. Pessoas com menos amigos têm quase o dobro de chance de morrer de doenças do coração e são duas vezes mais propensas a contrair gripes e resfriados – mesmo que estejam menos expostas aos germes por terem menos contato social.

5. Recuperação mais rápida. Cientistas que estudaram 42 casais em que um cônjuge possuía algum ferimento concluíram que as pessoas que se sentiam hostilizadas pelo parceiro demoraram o dobro de tempo para se curarem. O estudo mostrou ainda que nosso bem-estar social pode determinar se vamos ter uma recuperação rápida ou demorada de ferimentos mais graves ou mesmo de uma cirurgia.

6. A proximidade importa. A mesma pesquisa das relações conjugais indicou que a proximidade física também é importante. Um amigo que vive na sua vizinhança terá mais influência no seu bem-estar do que outro que more há quilômetros de distância. Até mesmo o bem-estar do seu vizinho tem impacto na sua saúde.

7. Amigos dos amigos também são importantes. Como toda a sua rede de contatos influencia a sua saúde, amigos mútuos – quando você divide uma pessoa com outro amigo próximo – também podem interferir na sua saúde. Por isso, é importante cuidar do círculo de amizade próximo, investindo nessas relações.

8. Contato social tem dose mínima indicada. Diversas pesquisas sugerem que, para manter nossa saúde, devemos interagir com outras pessoas por pelo menos seis horas por dia. Esse contato aumenta a sensação de bem estar e diminui preocupações e o estresse. Missão impossível? Preencha suas cota diária com um bate papo no café, almoço com os colegas do trabalho, conversas ao telefone, enviar e-mails e torpedos etc.

9. Crie laços no trabalho. Um estudo revelou que apenas 30% dos empregados possuem um grande amigo no escritório. Mas estes se dedicam mais ao emprego, são mais simpáticos com os clientes, produzem melhores projetos e ainda têm menos chance de se machucarem no dia a dia. Outro estudo, conduzido pelos especialistas do MIT, nos Estados Unidos, mostrou que até mesmo pequenas doses de interação social podem causar grandes ganhos na produtividade.

10. Manter a visão positiva. Em 2010, pesquisadores avaliaram 34 estudantes na Universidade de Virginia, nos Estados Unidos, levando-os para uma colina íngreme e colocando mochilas pesadas em suas costas. Depois, perguntaram a eles quão acentuado era o declive. Os estudantes que se mantiveram perto de amigos acreditavam que o declive era menor do que na realidade. O estudo concluiu que ter amigos a quem recorrer faz com que os problemas pareçam menores e a sua vida fique melhor.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br/

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Dia Internacional do Amigo

Hoje é o Dia do Amigo, esse sentimento que une pessoas pelo afeto, carinho, pelo sentimento de lealdade e proteção. A data é comemorada em vários países, inclusive no Brasil.

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A origem do Dia Internacional do Amigo tem mais de uma versão. Uma delas diz que a celebração em 20 de julho foi proposta pelo professor e músico argentino Enrique Ernesto Febbraro. Inspirado pela chegada do homem à Lua, em 20 de julho de 1969, Francesco quis ressaltar que se a humanidade se unisse não haveria objetivos impossíveis.

Ele considerava que a chegada do homem à Lua não era apenas uma vitória científica. Era também uma oportunidade de fazer novas amizades. Francesco enviou cerca de 4 mil cartas para diversos países pedindo para instituir o Dia do Amigo. O seu país, a Argentina, foi o primeiro a adotar a data 20 de julho como o dia da Amizade.

Outra versão sobre a origem da data foi inspirada na Cruzada Mundial da Amizade, uma campanha para fomentar a cultura da paz. A campanha foi idealizada pelo médico paraguaio Ramon Artemio Bracho, em 1958. Ele propunha que o dia da amizade deveria ser celebrado no dia 30 de julho.

Com a possibilidade das duas datas, o tema foi parar nas discussões das Nações Unidas, que decidiu convidar todos os países a celebrar o Dia Internacional da Amizade no dia 30 de julho. Para lembrar a data, a ONU incentiva governos, organizações internacionais e grupos da sociedade civil a realizar eventos, atividades e iniciativas voltadas para o diálogo entre os povos, para a solidariedade, para a compreensão mútua e para a reconciliação.

Mas o dia 20 de julho ainda é a data escolhida por cerca de cem países, inclusive o Brasil, para celebrar a amizade. Algumas capitais, como a do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Minas Gerais e de Mato Grosso têm, inclusive, leis instituindo o Dia da Amizade no dia 20 de julho.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://radioagencianacional.ebc.com.br/

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ONU aponta Brasil como referência mundial no controle da Aids

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (Unaids) reconhece o Brasil como referência mundial no controle da epidemia. O documento, divulgado nesta terça-feira (14), destaca que o objetivo de chegar 15 milhões de pessoas em tratamento para o HIV no mundo foi alcançado nove meses antes do prazo. O relatório aponta o importante papel do País na história global de combate à doença.

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O relatório destaca que o Brasil foi o primeiro país a oferecer combinação do tratamento para HIV. Segundo o documento, ao fazer isso, o governo brasileiro desafiou as projeções do Banco Mundial de que haveria um aumento de novas infecções por HIV. Com a garantia do acesso universal ao tratamento do HIV, o Ministério da Saúde negociou com multinacionais farmacêuticas para garantir a continuidade do acesso aos medicamentos antirretrovirais aos brasileiros e assim, conseguiu estruturar um programa forte de controle da epidemia. O novo relatório, com mais de 500 páginas, também revela que as metas para a aids estabelecidas como Objetivos do Milênio – de deter e reverter a propagação do HIV – foram alcançadas.

O diretor-executivo da Unaids, Michel Sidibé, destaca o papel do Brasil na redução dos preços dos antirretrovirais. “Quando Brasil e Tailândia começaram a fabricar antirretrovirais genéricos, realizaram algo muito inteligente: revelaram que as pílulas tinham custo de produção relativamente baixo. Isso mudou as reivindicações da indústria e abriu as portas para a Unaids começar a negociar com empresas, visando a redução dos preços dos medicamentos”, ressalta.
O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Antônio Nardi, disse que o documento reconhece a vanguarda do Brasil na oferta do tratamento universal e gratuito. “O Brasil é reconhecido mundialmente como um país que contribuiu para os avanços e resultados que estão sendo apresentados agora”, observou o secretário. Segundo ele, o país tem melhorado na identificação dos casos, o que se deve à melhora na expertise da oferta de diagnóstico, com os consultórios na rua, e os Centros de Testagem e Aconselhamento.

O secretário ressaltou ainda que o Brasil já executa diversas medidas para alcançar meta da Organização Mundial de Saúde (OMS) de acabar com a epidemia até 2030. Como exemplo citou as campanhas de prevenção e o uso do preservativo associado aos tratamentos universais.

Para o diretor do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita, o relatório reconhece os progressos do Brasil, desde a implementação dos medicamentos genéricos até a licença compulsória do efavirenz. “A licença compulsória do efavirenz mudou a forma como se negocia com a indústria farmacêutica, ou seja, quando o direito humano se sobrepõe ao direito comercial da empresa de colocar o preço que ela bem entende”, destacou o diretor. Este episódio, que ocorreu em 2007, é apresentado no relatório.

Ainda é preciso avançar
Mesquita ressalta ainda que, apesar dos avanços, o Brasil e o mundo têm muitos desafios pela frente na resposta ao HIV e Aids, como a redução do números de pessoas que têm HIV sem saber. Para isso, o Ministério da Saúde tem adotado algumas estratégias, como a ampliação da testagem, a conscientização sobre o uso da camisinha e o início precoce do tratamento, em caso de soropositividade. Nos quatro primeiros meses de 2014, foram realizados 1,9 milhão de testes no País, sendo que em 2015, no mesmo período, foram 2,1 milhões de testes.

“Nossa campanha deste ano é de promoção do teste para a juventude”, explica Mesquita. Pela primeira vez, as campanhas de prevenção ao HIV e aids se estendem ao longo de todo o ano, com peças específicas para festas populares brasileiras.

Acesso a medicamentos – Em um ano, foi registrado aumento de 30% no número de pessoas que iniciaram o tratamento com antirretrovirais no Brasil. O crescimento foi observado após a implantação do novo Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Manejo da Infeção pelo HIV em Adultos, lançado pelo Ministério da Saúde em dezembro de 2013. No período de um ano, o número de novos pacientes com acesso aos antirretrovirais passou de 57 mil para 74 mil por ano. Atualmente, cerca de 404 mil pessoas usam estes medicamentos, ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Transmissão de mãe para filho caiu pela metade
Relatório divulgado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), em comemoração aos 25 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), mostra que entre 1995 e 2013, no Brasil, o número de crianças com menos de 5 anos que contraíram aids das mães caiu pela metade. Em 2013, foram detectados 374 casos de transmissão vertical da doença – últimos dados disponíveis, e o relatório não menciona quantos foram os casos de 1995.

Para o Unicef, o Brasil ainda precisa melhorar o acesso à prevenção, à testagem e aos serviços de atendimento e tratamento direcionados ao público adolescente. o levantamento do Unicef revela que, seguindo tendência mundial, entre 2004 e 2013 a incidência de aids em meninos entre 15 e 19 anos aumentou 53%, o que constitui um desafio para o País. O Ministério da Saúde tem usado em campanhas de conscientização a estratégia de falar diretamente com os jovens.

Segundo o relatório, a Rede Cegonha, implantada em 2011 pelo governo, tem melhorado a assistência às gestantes e aos recém-nascidos, o que pode ser visto na queda da transmissão de HIV entre mãe e filho, mas o aumento dos números relacionados à sífilis congênita mostra que os cuidados ainda precisam ser fortalecidos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

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Cuidados com a saúde das crianças nas férias

Julho é o período de férias escolares da criançada e por isso é preciso atenção redobrada. Afinal, com bastante tempo livre, os pequenos estão mais suscetíveis a acidentes domésticos. Com os devidos cuidados, até 90% dos acidentes podem ser evitados.

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Os acidentes ou lesões não intencionais representam a principal causa de morte de crianças de até 14 anos no Brasil. Além dos traumas, decorrentes de quedas, o contato com produtos de limpeza e materiais inflamáveis pode ser perigoso nos primeiro anos de vida. Só em 2014, mais de 45 mil crianças foram internadas em decorrência de traumas, envenenamento ou queimaduras. A principal dica é manter estas substâncias fora do alcance das crianças, principalmente os venenos, que devem ser armazenados longe de remédios e alimentos.

Medidas simples do dia a dia podem proteger a criança contra queimaduras. Ao cozinhar, por exemplo, o ideal é manter as crianças em outro cômodo sob o cuidado de outro adulto. Dê sempre preferência às bocas da parte de trás do fogão e mantenha o cabo das panelas direcionados para o centro e não para fora. Existe uma trava para impedir que a criança consiga abrir o gás e a porta do fogão que pode ser utilizada. Fósforos, isqueiros e álcool não devem ficar ao alcance delas.

:: Viagens
Em caso de viagens, é importante estar atento a alguns detalhes. Muitas crianças viajam sozinhas neste período do ano. Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, em viagens nacionais, os menores de 12 anos desacompanhados precisam de autorização dos pais ou responsável legal para viajar, não importa o veículo de transporte. Já em viagem internacional, a autorização é necessária até os 18 anos.

A psicóloga Josie Oliveira, pela primeira vez, está vivendo a experiência de ter o filho viajando sozinho. Rafael, de 14 anos, foi para a Espanha em uma viagem escolar. “Eu o orientei bastante antes da viagem e nos falamos todos os dias pela internet. A Espanha especificamente não exige vacinas especiais, mas como viajamos outras vezes, ele está sempre com a vacinação em dia”, conta.

Como algumas regiões exigem vacinas específicas, a carteira de vacinação deve ser atualizada antes do inicio das férias. É importante lembrar que para atingir a proteção necessária, cada vacina tem um período que pode variar entre dez dias e seis semanas. Por isso, é importante que a carteira de vacinação seja verificada com antecedência.

A experiência de Rafael está sendo positiva, mas é claro que a mãe tem suas preocupações. “Não dá para controlar tudo que ele faz, mas tenho notado que ele está inclusive, provando alimentos novos, coisa que ele não faz em casa”, disse Josie.

Antes da viagem, o pai, mãe ou responsável legal deve comparecer ao fórum da Infância e Juventude da região, portando RG, CPF e comprovante de residência, além do documento do menor para redigir a autorização. É aconselhável ir com antecedência, pois cada local um tem um prazo para a entrega do documento. É preciso conferir também se a empresa que fará o transporte exige outro documento específico.

Menores de 12 anos não precisam de autorização para viajar com parentes de até terceiro grau, como avós, bisavós, irmãos, tios ou sobrinhos maiores de 18 anos. O menor precisa estar com um documento como RG ou certidão de nascimento. E o acompanhante deve portar documento original com foto que comprove o parentesco. Adolescentes, de 12 a 18 anos, podem viajar sozinhos em território nacional, apresentando apenas a carteira de identidade.

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Estatuto da Criança e do Adolescente comemorou 25 anos

Ontem, 13 de julho, o Estatuto da Criança e do Adolescente comemorou 25 anos de criação. O ECA foi instituído pela Lei 8.069, de 1990, e regulamenta os direitos das crianças e dos adolescentes inspirado pelas diretrizes fornecidas pela Constituição Federal.

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O Estatuto estabelece os direitos e deveres de menores de 18 anos e protege as crianças e adolescentes em todo o país, principalmente nas áreas de educação, saúde, trabalho e assistência social. Muitos avanços foram ocasionados pelo Estatuto, entre eles o aumento no número de denúncias de maus tratos infanto-juvenis e punições aos agressores.

Segundo o ECA, é considerado criança quem tem até 12 anos incompletos. Já entre 12 e 18 anos são adolescentes. O estatuto define que esta faixa etária têm direito à vida, saúde, alimentação, educação, esporte, cultura e liberdade. Eles têm também direito ao atendimento prioritário em postos de saúde e hospitais e devem receber socorro em primeiro lugar no caso de acidente de trânsito, incêndio, enchente ou qualquer situação de emergência.
Os direitos das crianças começam antes mesmo do nascimento. As gestantes devem ter bom atendimento médico na rede pública de saúde e, depois de dar à luz, têm direito a condições de trabalho adequadas para a amamentação, como horário especial e local silencioso.

Nenhuma criança ou adolescente pode sofrer maus tratos: descuido, preconceito, exploração ou violência. Os casos de suspeita ou confirmação de maus tratos devem sempre ser comunicados a um Conselho Tutelar, órgão ligado à prefeitura e formado por pessoas da comunidade.

Em 2014 foram registrados 182.326 violações contra a população infanto-juvenil no Disque Direitos Humanos. O Disque 100 é um serviço mantido pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) para registro e encaminhamento de denúncias. A maioria das denúncias (37%) é relacionada à negligência, seguido por violência psicológica (25%) e violência física (21%).

Os governos (federal, estadual e municipal), a sociedade, a comunidade e a família têm a responsabilidade de garantir o direito à vida e à saúde das crianças e adolescentes. Ter saúde também é estar na escola, alimentar-se bem, ter amigos, brincar, divertir-se, fazer alguma atividade física. Toda criança e adolescente tem o direito de ser atendido na rede de saúde, como nos postos de saúde, nos ambulatórios, nas equipes de saúde da família e nos hospitais que fazem parte do SUS – Sistema Único de Saúde.

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