Arquivo para 2 de dezembro de 2009

Orações Equivocadas – I Vasti De Souza Viana

Deus nos ama imensamente. Ele fez o máximo sacrifício para nos salvar de sermos eternamente destruídos pelo pecado, o que poderia levá-Lo a não aceitar ou a não ouvir nossas preces? Como podemos fazer orações equivocadas, orações que nunca serão atendidas? Em Seu cuidado para conosco, Deus deixa bem claro em Sua Palavra que algumas de nossas atitudes são barreiras que nos separam d’Ele. Conhecendo-as poderemos pedir a Deus que nos livre delas. Vamos juntos considerar três dessas instruções.

1. “Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres”. Tiago 4:3.

Um exemplo: “Por sua falta de atenção para com as leis da saúde, os que comem demais e depois sofrem por causa de sua intemperança, e tomam drogas para se aliviarem, podem estar certos de que Deus não interferirá para preservar a saúde e a vida. Deus não considera apropriado responder a orações feitas em favor de tais pessoas, pois Ele sabe que se lhes fosse restaurada a saúde, eles a sacrificariam novamente sobre o altar do apetite pervertido”. (Medicina e Salvação, 14).

2. “Chegai-vos para Deus e Ele se chegará para vós. Limpai as mãos, pecadores; e vós, de espírito vacilante, purificai os corações”. Tiago 4: 8.

A hesitação precisa ser substituída pela decisão. O que é ter um espírito vacilante, hesitante? Pense nas seguintes perguntas: Poderá ser um cristão que crê em algumas partes das Escrituras, e noutras não? Poderá ser alguém que aparenta estar do lado de Deus, mas no seu coração guarda pensamentos e atos pecaminosos? Poderá ser alguém que a depender do local e das circunstâncias se mostra ou como cristão ou como mundano? Poderá ser quando oro de forma inexpressiva, sem sentido? – Se não sei definir para mim mesmo as minhas necessidades como vou conseguir dizê-las para Deus? E como vou interceder por outros?

3. “Mas se tu podes… ajuda-nos. Ao que lhe disse Jesus: Se tu podes? Tudo é possível ao que crê”. Marcos 9: 22, 23.

Vemos no texto acima que o Senhor Jesus reprovou esta expressão que denota incerteza, dúvida, falta de fé. “Quando pomos em dúvida a bondade, a graça, o poder e a presença de Deus, anulamos nossa oração. É a oração da FÉ que ativa o cumprimento das promessas de Deus em nós. O poder de Deus está sempre disponível, mas Ele espera pelo catalisador da oração, para ativá-lo em nosso favor”. (Oração – Mais Que Palavras, pág. 77).

 

A bênção que esperamos é tão importante quanto o tempo de espera, pois essa é uma das maneiras de Deus nos preparar para recebê-la. Quem espera sabe que não está no controle, e em geral não gostamos disso. Quando oramos pouco é porque achamos que tudo está sob nosso controle. Para esperar no Senhor é preciso ser humilde e reconhecer

que não temos o domínio, mas só o Senhor o tem, e nós nos submetemos a Ele voluntária e confiantemente. Oremos mais exercendo nossa fé no Todo Poderoso.

Por Vasti  De Souza Viana  – autora do livro – Cura para o Vazio da Alma
vasti@viana.ws


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