Archive for the 'Qualidade de Vida' Category



10 Dicas para Evitar as Doenças de Inverno

O clima seco e mudanças bruscas de temperatura colaboram para que enfermidades como gripes, resfriados, amidalite e dor de ouvido se espalhem rapidamente. Porém, para algumas pessoas, além desses vilões, é preciso enfrentar outras manifestações que se agravam durante o inverno. É o caso da asma, pneumonia, bronquite, rinite e sinusite.

Segundo o médico pneumologista Mauro Gomes, a hipersensibilidade do organismo a algumas substâncias desencadeia reações alérgicas como, por exemplo, os intermináveis espirros e coceira na região nasal. A poeira, ácaros, fungos, pelos de animais, além da fumaça de cigarro são alguns dos agentes irritantes mais comuns.

A fim de evitar esses incômodos sintomas o especialista deixa 10 dicas que podem ajudá-lo a conviver melhor com o frio e os problemas respiratórios:

1 – Mantenha as roupas de cama limpas especialmente os cobertores que costumam ser morada de ácaros;

2 – Retire o pó da mobília e limpe o chão com pano úmido, evitando o levantamento de poeira;

3 – Aproveite os dias de ensolarados para arejar a casa. O sol e o ar evitam que vírus e bactérias se proliferem;

4 – Evite o contato com a fumaça do cigarro;

5 – Use soro fisiológico nas regiões dos olhos e narinas, ele lubrifica a mucosa e evita irritação;

6 – Evite aglomerações de pessoas em lugares fechados e pouco arejados;

7 – Lave as mãos constantemente para evitar que vírus e bactérias se alojem nessa região;

8 – Beba muito líquido, mas evite as bebidas alcoólicas. Água e sucos são importantes para controlar a circulação sanguínea, composição das células, músculos e respiração;

9 – Não use carpetes e cortinas no quarto de pessoas alérgicas, pois eles favorecem o aparecimento de ácaros;

10 – O meio mais efetivo para evitar as doenças do inverno são as vacinas. A antigripal confere imunidade por cerca de um ano e a vacina contra pneumonia pode proteger por cinco anos. No caso dos idosos, a vacina antigripal é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e distribuída gratuitamente pelo governo federal.

Consultoria: Mauro Gomes, médico pneumologista e coordenador do ambulatório de DPOC da disciplina de Pneumologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), especialista em Pneumologia pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia e professor instrutor de ensino da disciplina de Pneumologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://revistavivasaude.uol.com.br

Oftalmologista Alerta: Evite Excesso nas Férias

Nas férias também é preciso disciplina. As atividades de lazer como horas no computador, televisão ou videogame podem deixar lembranças incômodas no final do período e a exposição excessiva ao sol somada à falta de cuidados em piscinas e praias também oferecem riscos à saúde ocular.

Férias não significam descuido com a saúde. Especialmente nas férias escolares de inverno, crianças costumam passar além do tempo ideal em frente à televisão, ao computador ou entretidas com videogames. Em locais de temperaturas mais elevadas, os pais também não devem permitir que os filhos permaneçam muito tempo expostos ao sol ou descuidem-se das proteções necessárias para dias de divertimento em parques e piscinas.
“O lema das férias deve ser o equilíbrio e o cuidado com a saúde sem exageros” alerta o oftalmologista Victor Saques Neto, do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB). Ficar muito tempo em frente a computadores ou televisores desencadeia dores de cabeça, ardência e vermelhidão nos olhos, sintomas que denunciam fadiga ocular. Ficar muito tempo dentro de piscinas com cloro e descuidar das lentes de contato implica no risco do aparecimento de infecções e alergias.
Fadiga – Os efeitos da fadiga ocular são temporários, não cumulativos. Mas seus reflexos para uma criança, que está em pleno processo de desenvolvimento da visão, na análise de Saques, facilita o aparecimento de problemas refrativos como a hipermetropia, a miopia e o astigmatismo.
A fadiga ocular não é uma doença, mas impõe riscos sérios a quem não toma os devidos cuidados. O cansaço é sentido quando uma pessoa faz um esforço prolongado da visão de perto, é uma espécie de alerta de que os olhos precisam de descanso. “Apesar de temporário, o desconforto causado pela fadiga ocular tende a diminuir o rendimento nos estudos quando o estudante retornar às aulas depois das férias”, observa o oftalmologista.
Alergias – As alergias oculares e irritações são problemas comuns durante o período de férias, normalmente decorrem do excesso de cloro em piscinas, da exposição à luz do sol e aos filtros solares. “Piscinas com excesso de cloro na água, causam, além de reação alérgica, grande irritação e vermelhidão na região ocular, uma vez que o cloro, presente na água, resseca as lágrimas e diminui também a hidratação das pálpebras. É importante que as pessoas, depois de nadar, lavem bem o rosto, principalmente os olhos”, explica Victor Saques Neto.
Dicas – Segundo o médico do HOB, o ideal é programar pequenas pausas durante o tempo dedicado diariamente ao computador e televisores, evitando ambientes com fumaça ou ar condicionado e escolher locais com boa iluminação, com mais de uma fonte de luz. “A cada hora em frente ao computador, é importante dedicar dez minutos para olhar para o horizonte, permitindo que a musculatura ocular descanse”, reforça.
Outro fator importante é a distância entre o usuário e o monitor do computador e da televisão.
Quando a atividade de lazer for feita em frente ao computador, o monitor deve estar a 30 centímetros de distância dos olhos. Mais próximo do que essa distância, a visão entra na zona de maior esforço, observa.
Segundo Saques Neto, as TVs de plasma, de LED, LCD ou em 3D, mesmo com superdefinição de imagem, exigem cuidados, relacionados à saúde visual, sobre o ambiente em que serão instaladas. As TVs de LED, por exemplo, possuem um fino painel iluminado por milhares de cores. Hoje, são consideradas entre as melhores no quesito definição de imagem, oferecendo combinação perfeita de brilho, contraste e cores. Mas quanto à relação tamanho da tela e distância do espectador é importante respeitar a adequação.
A indústria conseguiu vencer o desafio de superar o tamanho das telas e controlar os pontos luminosos oferecendo uma superdefinição de imagem. Algumas marcas chegaram a oferecer telas de 103 polegadas. “Praticamente uma tela de cinema e que precisa de um espaço maior entre o monitor e o espectador, do que uma tela convencional para garantir a qualidade da imagem e da saúde ocular”, assinala.
Mesmo as TVs que permitem a percepção da imagem em terceira dimensão devem seguir a regra de distanciamento do telespectador, apesar da sensação de estar dentro da cena que é gerada pela tecnologia 3D, aconselha o médico.
Ar livre – Já sobre as atividades de lazer fora de casa, o especialista do HOB reforça que a melhor maneira de proteger os olhos do sol é usando chapéus, bonés, óculos escuros com filtro contra raios UVA/UVB. Saques Neto alerta que se a criança ou adolescente faz uso de lentes de contato, deve retirá-las antes de entrar na água ou brincar com areia para não correr o risco de contaminação por microrganismos.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.segs.com.br

Exercite-se e Deixe a Visão em Forma

É a percepção de formas e cores dos objetos que possibilita aos corredores traçarem suas rotas e desviarem de buracos. Essa capacidade ainda propicia aos jogadores de vôlei, basquete e companhia saber onde estão seus parceiros e adversários. A visão é, enfim, um sentido altamente valorizado em qualquer forma de exercício. A notícia positiva é que os globos oculares não apenas contribuem para a prática esportiva como também são beneficiados por ela. “Manter-se ativo ao longo da vida aparentemente protege contra fatores de risco para o glaucoma”, afirma a fisiologista Jennifer Yip, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra.

A cientista acompanhou 5 650 voluntários por 17 anos e verificou que o grupo dos que malhavam apresentava uma menor pressão intraocular. “Quando essa medida está descontrolada, cresce a probabilidade de o nervo óptico ser comprimido, o que propicia o surgimento de cegueira”, relata Marinho Scarpi, oftalmologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Uma teoria sugere que a atividade física resultaria em uma drenagem eficiente do humor aquoso, líquido que preenche e nutre parte do globo ocular. Se ele não é escoado direito e se acumula, faz pressão no globo, como se ele estivesse cheio demais. No seu estudo, Jennifer ainda observou que o abastecimento de sangue nos olhos de quem foge do sedentarismo é mais eficaz. E isso deixa o olho, digamos, resiliente ao glaucoma.

O grande medo dos oftalmologistas atendia pelo nome de musculação. Afinal, especulava-se que ela alavancaria a pressão intraocular. Contudo, o educador físico Marcelo Conte, da Escola Superior de Educação Física de Jundiaí, no interior paulista, analisou a fundo essa história. Após monitorar um grupo de malhadores, ele chegou à conclusão de que, na verdade, a incidência do problema até diminui com os exercícios de resistência. “Eles podem ser até benéficos. Tudo depende da maneira como são realizados”, reflete Conte.

Apesar de ainda haver controvérsia no assunto, o trabalho brasileiro indica que o melhor caminho é, em vez de levantar poucas vezes um peso quase insuportável, investir em mais repetições com uma carga leve ou média. “Se a exigência é enorme em cada movimento, a tendência é que seguremos o ar. E isso, sim, tende a elevar a pressão intraocular”, avisa Conte. Outros perigos em potencial dentro da academia são os chamados exercícios isométricos — aqueles em que permanecemos imóveis sustentando um objeto — e o uso indiscriminado de esteroides e anabolizantes.

O que surpreende muita gente é a preocupação dos especialistas com a ioga. E tudo por causa de uma ou outra posição que coloca o corpo de ponta-cabeça. “Já existem estudos comprovando um grande aumento da pressão intraocular e a consequente piora de quadros de glaucoma em praticantes que realizam essas posturas específicas”, informa Tiago Prata, oftalmologista do Hospital Medicina dos Olhos, em São Paulo, e da Unifesp.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://saude.abril.com.br

Promovendo a Saúde da Visão

•    É importante o uso de óculos de sol para a proteção dos olhos contra os efeitos nocivos da radiação ultravioleta, pois a incidência direta no olho ocasiona lesões oculares graduais que podem reduzir a qualidade da visão. A dica é utilizar óculos de sol com lentes avaliadas por equipamentos que medem a quantidade de luz filtrada, disponíveis em óticas. É comum o aparecimento de pequenos pontos pretos na visão que acompanham o movimento dos olhos. As moscas volantes como é denominado o fenômeno que normalmente é de pouca importância faz parte do envelhecimento. Porém, quando as manchas aparecem de forma súbita, a dica é realizar uma avaliação oftalmológica para verificar se existe alterações na retina.
•    A visão na criança se desenvolve do nascimento até aproximadamente seis anos de idade. As doenças oculares podem interferir no bom desenvolvimento visual e impedir que a criança “aprenda corretamente a enxergar”. A dica é leve o seu filho ao oftalmologista nos primeiros anos de vida para realizar uma avaliação da saúde da visão.


•    Segundo dados epidemiológicos brasileiros, 30% das crianças em idade escolar necessitam o uso de óculos. A dica é levar o seu filho ao oftalmologista e prevenir os problemas de visão, que podem afetar o desempenho escolar.
•    A Degeneração Macular é a primeira causa de baixa visão no mundo desenvolvido. Até 20% da população com mais de 75 anos apresenta algum grau dessa doença. A dica é previna-se, consultando um oftalmologista e realizando uma avaliação da saúde da visão.
•    A diabete pode levar à cegueira. A retinopatia diabética é a doença que atinge até 50% dos diabéticos em alguma fase da vida. A dica é: os diabéticos devem realizar a avaliação do fundo de olho uma vez ao ano, possibilitando ao oftalmologista prevenir ou retardar o aparecimento da doença.
•    Uma longa exposição em frente à tela do computador pode provocar a fadiga visual, que se manifesta com olhos irritados ou vermelhos, sensação de ressecamento ou cansaço, dificuldade de conseguir foco, entre outros sintomas. A dica é fazer intervalos sistemáticos no uso do computador para evitar danos à saúde da visão.
•    A miopia é uma imperfeição do globo ocular que precisa ser corrigida, pois compromete a visão, gerando desconforto nos olhos e dores de cabeça. A dica é procure o oftalmologista e defina o melhor tipo de tratamento para a miopia, que poderá ser através do uso de lentes corretivas ou de cirurgia a laser.
•    O glaucoma é uma doença que causa a diminuição do campo visual. Não tem cura, mas o diagnóstico precoce possibilita o seu controle. A dica é realizar consultas rotineiras ao oftalmologista para detectar o glaucoma logo no início.
•    A catarata é uma doença que afeta o cristalino do olho e pode levar à cegueira. É mais comum o surgimento após os 40 anos de idade e seu sintoma é visão embaçada. A dica é realizar consultas rotineiras ao oftalmologista para detectar a catarata logo no início.
•    A conjuntivite é a inflamação da membrana que reveste o “branco” do olho. Não é uma doença grave, mas incômoda e altamente transmissível, principalmente no verão, devido ao calor e à umidade. A dica é evitar compartilhar objetos de uso pessoal e lavar as mãos regularmente.
•    A longa exposição aos raios ultravioleta prejudicam os olhos, podendo provocar o surgimento de doenças como a catarata e o pterígio. A dica é usar óculos de sol com proteção UV e chapéu ou boné para diminuir a luminosidade do sol.
•    A alergia ocular é manifestada pela presença de olhos vermelhos, lacrimejamento, coceira e ardência causados pela sensibilidade ao ácaro, mofo, pólen ou alguns medicamentos. A dica é manter os ambientes arejados, evitando objetos que acumulem poeira, para os alérgicos o contato com animais e plantas poderá ser prejudicial.
•    Dois em cada três casos de cegueira poderiam ser evitados se as doenças que a provocam fossem diagnosticadas precocemente. A dica é realize uma consulta ao oftalmologista regularmente, pois este é o profissional capacitado para diagnosticar, tratar e reabilitar a visão.
•    Ao iniciar a vida escolar é preciso que pais e professores fiquem atentos ao processo de aprendizagem da criança, pois este poderá ser prejudicado por problemas com a visão. A dica é fazer um exame oftalmológico completo ao ingressar no ensino fundamental, repetindo-o a cada dois anos.
•    A má iluminação ou excesso de luz causam cansaço visual, portanto para quem lê ou estuda à noite é necessária uma iluminação adequada. A dica é utilize lâmpada de 60 watts e posicione-a a uns 40 ou 50 centímetros acima da cabeça, e em caso de utilização da escrita, a luz deve incidir pelo lado oposto à mão que escreve.
•    O uso de colírios e pomadas sem prescrição médica poderá causar novas doenças, mascarar sintomas e até nem fazer efeito, persistindo o mal estar do indivíduo. A dica é evite a automedicação, procure atendimento oftalmológico quando apresentar problemas com a visão.
•    O uso inadequado da maquiagem poderá ocasionar alergias e infecções oculares. A dica é utilize produtos de qualidade e observe o prazo de validade, mesmo com esses cuidados, evite que o produto entre nos olhos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.hbo.org.br/

Dia da Saúde Ocular

Hoje, 10 de julho é o Dia da Saúde Ocular.

A visão é um dos principais sentidos do Homem, sendo responsável por cerca de 80% das informações que recebemos. Por isso, merece atenção e cuidados especiais. Além de visitas regulares ao oftalmologista para avaliação da acuidade visual e detecção precoce de qualquer outra alteração, é importante também procurar um especialista em caso de qualquer sintoma. Controlar a pressão arterial e o diabetes, também, são medidas importantes para evitar doenças como retinopatias, catarata, glaucoma e outras.

Muitos dos problemas de visão podem ser evitados com bons hábitos como, por exemplo, usar óculos de sol com proteção para raios ultravioleta, utilizar o computador de maneira adequada com bom posicionamento do monitor, piscando frequentemente, e iluminação correta do ambiente, que é importante também para a leitura, vídeo game e televisão. Além disso, “as maquiagens não podem estar com data de validade vencida e devem ser dermatologicamente testada”, afirma a oftalmologista do Hospital Samaritano de São Paulo, Dra. Simone Pezzutti.

De acordo com o especialista do IMIP, Dr. Luciano Lira, a primeira avaliação oftalmológica deve ser feita já nos primeiros dias de vida, com o teste do olhinho. “Esse exame pode identificar patologias como catarata congênita, glaucoma congênito, opacidades da córnea, além de problemas na retina. É muito importante cuidar da saúde do olho desde o nascimento e dar continuidade ao longo dos anos”, afirmou Luciano Lira.

Com a consulta regular é possível identificar e prevenir uma série de problemas comuns à visão. Segundo o oftalmologista, o ideal é visitar um especialista uma vez por ano. “A medida mais importante sempre é a prevenção”, disse. Ele também explica que em casos de doenças pré-existentes os cuidados devem ser redobrados, como por exemplo, nos portadores de glaucoma e diabetes.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2003 existiam 40 a 45 milhões de pessoas portadoras de cegueira no mundo, fazendo uma estimativa de que até 2020 esse número deve subir para 75 milhões, caso não existam programas eficientes de prevenção. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) calcula que 16,5 milhões de brasileiros sofram de algum tipo de deficiência visual.  É sabido que 75% dos casos de cegueira poderiam ser evitados ou tratados com a realização de consultas oftalmológicas periódicas aliadas à tecnologia atual.

Informações parciais. Confira os textos na íntegra, acessando os sites: http://www.samaritano.org.br e http://www.imip.org.br/

Saiba Como Prevenir os Problemas da Visão

Vista cansada e visão embaçada. A dificuldade de enxergar prejudica a rotina de crianças e adultos. Alguns problemas de visão podem ser prevenidos se tratados da forma correta, garantem maior qualidade de vida.

O número de pessoas com problemas na visão aumenta e não existe idade para a doença aparecer. Ela pode surgir em qualquer fase da vida. É por isso que os especialistas alertam: é preciso prestar muita atenção nos sinais. Números do Conselho Brasileiro de Oftalmologia apontam que entre 21 e 68 milhões de pessoas têm miopia no país. Já a hipermetropia afeta cerca de 65 milhões de pessoas. Cerca de 15 milhões de crianças em idade escolar têm problemas de refração que podem interferir no desempenho diário.

Outro dado importante vem da Agência Internacional de Prevenção à Cegueira, ligada à Organização Mundial da Saúde. Ela estima que no Brasil, 33 mil crianças são cegas por doenças oculares que poderiam ter sido evitadas ou tratadas precocemente.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com

Dia Mundial de Combate à Alergia

Criança pobre pega doença infecciosa; as ricas sofrem de alergia. Nos países industrializados, as crianças e os adolescentes têm mais asma e doenças alérgicas. O aumento da frequência é proporcional à renda da família, à melhora das condições gerais de habitação e de saúde e à redução do número de pessoas na família.

Crianças criadas com muitos irmãos e as que frequentam creches adquirem infecções corriqueiras, essenciais para o desenvolvimento harmonioso dos mecanismos de imunidade. Na ausência delas, instalam-se doenças alérgicas, porque o sistema imunológico desregulado agride os próprios tecidos do organismo. É o caso dos brônquios na asma e da pele nos eczemas, por exemplo.

Pesquisadores da Universidade do Arizona publicaram na revista “The New England Journal of Medicine” um estudo no qual acompanharam 1.035 crianças a partir do nascimento e avaliaram o aparecimento de asma no período dos 6 aos 13 anos de idade. Os resultados mostraram que a convivência com outras crianças durante os seis primeiros meses de vida de fato reduz a incidência de asma no futuro.

A hipótese de que as alergias das crianças mais ricas sejam devidas à falta de exposição aos germes do ambiente também foi testada por investigadores finlandeses. Os autores partiram da teoria de que a variedade da flora comensal presente no intestino das crianças poderia ativar mais adequadamente o sistema imunológico e proteger melhor contra doenças alérgicas do que as infecções esporádicas da infância (geralmente de natureza respiratória).

Num estudo publicado na revista “Lancet”, os autores acompanharam 132 crianças do nascimento aos dois anos de idade. Durante a gravidez, as mães foram divididas em dois grupos: metade recebeu placebo (produto inerte) e a outra foi tratada por via oral de duas a quatro semanas com culturas de lactobacilos, germes componentes da flora intestinal não patogênica. Era exigência do estudo que todas as mulheres participantes tivessem pelo menos um parente em primeiro grau que sofresse de alergia. Durante os primeiros seis meses de vida, as crianças receberam o mesmo tratamento das mães (placebo ou lactobacilos). O grupo tratado com os germes apresentou um número de casos de eczema 50% menor.

Se o sistema imunológico humano precisa mesmo ser estimulado por germes transmitidos aos bebês para se desenvolver em plenitude e como as sociedades afluentes cada vez isolam mais seus filhos entre cortinas e carpetes abarrotados de alérgenos, devemos esperar um número crescente de pessoas de imunidade mais frágil no futuro.
Isso nos tornará mais dependentes de desinfetantes e de antibióticos. Teremos de viver na limpeza obsessiva: qualquer contaminação poderá causar doença e haverá necessidade de antibióticos para combatê-la.

Acontece que as bactérias não são idiotas. Durante 3,5 bilhões de anos, foram habitantes exclusivas do planeta. E predominam até hoje: constituem mais da metade da biomassa terrestre – a soma das massas de todos os seres vivos, incluindo árvores, elefantes e mosquitos.

Tanto sucesso evolucionista deve-se a uma estratégia simples: dividir-se freneticamente. No microscópio, é fácil ver: elas adquirem a forma de um oito, copiam o material genético e mandam uma cópia para cada parte do oito. Então a parte de cima se separa da de baixo e surgem duas bactérias-filhas, cópias xerox da mãe.

Como a divisão muitas vezes acontece numa fração de minuto, as bactérias aprenderam a fazer cópias do próprio material genético em velocidade vertiginosa: são máquinas de copiar DNA.

A pressa é inimiga da perfeição, como é sabido. Por causa dela, as bactérias-filhas nascem com diferenças sutis em relação à mãe, produtos de erros pontuais da maquinaria copiadora. Muitas morrem por isso, outras levam vantagem à custa deles. Os erros de cópia provocam diversidade entre as bactérias.

Para complicar e aumentar mais a versatilidade genética, as bactérias são mestras numa segunda arte: a de transmitir informação genética de uma para outra. Há 30 anos, quase todas as cepas de estafilococo respondiam à penicilina. Hoje é necessário sorte para encontrar uma que o faça. Os estafilococos disseminaram os genes da resistência à penicilina entre eles.

A existência de cepas rebeldes exige a criação de novos desinfetantes e de antibióticos mais poderosos. A velocidade com a qual conseguimos gerar informação científica para inventá-los, entretanto, é bem menor do que a das bactérias em gerar diversidade genética para resistir a eles. Enquanto a humilde penicilina reinou durante décadas, o antibiótico de hoje custa uma fortuna e fica obsoleto em pouco tempo.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://drauziovarella.com.br

Alergias: Causas, Sintomas e Tratamento

Alerta para os Cuidados com a Rinite Alérgica

No próximo dia 08, todo o planeta se volta para o Dia Mundial da Alergia – data definida em 2005 pela Organização Mundial da Alergia (WAO, em inglês).

Um levantamento da entidade, feito em 30 países, com uma população estimada de 1,2 milhões de indivíduos, revelou que 22% (ou 250 milhões de pessoas) sofrem de algum tipo de alergia, definida como uma reação exagerada do organismo frente a estímulos comuns do meio ambiente, como alimentos, medicamentos, cosméticos, poeira, ácaros, pólen e fungos.

O problema pode se manifestar de várias formas e levar a várias doenças – entre elas, a rinite alérgica, definida como uma inflamação do revestimento interno da cavidade nasal (mucosa nasal) que é desencadeada pelo contato com os alérgenos (ácaros, pelos de animais e fungos, além de outros).

É a danada da inflamação que determina os quatro principais sintomas da rinite alérgica: nariz entupido, coceira, espirros e coriza excessiva. Intriga o fato de esses sinais geralmente serem ignorados. Esse comportamento leva ao prolongamento do quadro e consequentemente a uma complicação da doença.

Quem tem uma frequente congestão nasal sabe que o problema obriga a respiração pela boca, o que pode ocasionar irritação na garganta, voz anasalada, ronco e outros distúrbios respiratórios do sono. É por isso que aqueles com rinite alérgica não controlada estão sujeitos a desenvolver outras doenças, como otite, sinusite, faringite, amigdalite e asma.

Tanto distúrbio interfere na qualidade de vida. Não é raro os pacientes com rinite alérgica apresentarem limitação nas atividades diárias, além de produtividade reduzida no trabalho e na escola. Um levantamento realizado na América Latina, em 2009, conhecido pela sigla Aila (Allergies in Latin America), mostrou que a maioria dos pacientes (79%) com a doença apresenta algum tipo de impacto no cotidiano.

Para a médica Shirley Pignatari, chefe da disciplina de otorrinolaringologia pediátrica da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o diagnóstico precoce e o acompanhamento médico são fundamentais. Afinal, quando tratado, o paciente pode evitar as crises decorrentes da rinite alérgica.

“Para alguns indivíduos, o ar poluído da cidade ou alérgenos respiratórios como a poeira doméstica são suficientes para engatar espirros e sentir coceira no nariz. O tratamento adequado possibilita o controle da rinite alérgica e permite uma melhor qualidade de vida”, afirma a especialista.

Ela faz questão de frisar que o fato de a pessoa ter rinite alérgica não significa que ela deve sofrer por causa dos sintomas. “Entender como é possível manter o problema sob controle e impedir que as crises interfiram na sua rotina fazem parte do primeiro passo para que o paciente se sinta bem”, ressalta a médica.

Conforta saber que o tratamento da doença nem sempre é complicado. Os medicamentos mais frequentemente usados são os anti-histamínicos e os corticoides nasais – entre esta última classe, está a ciclesonida, um corticoide intranasal de ação rápida que atua especificamente no foco da rinite alérgica. Dessa forma, é possível combater a inflamação e os sintomas associados.

A rinite alérgica também exige que o paciente tenha alguns cuidados. As principais recomendações são manter os ambientes de casa e do trabalho limpos, trocar os lençóis de cama uma vez por semana, lavar antes de usar as roupas guardadas por muito tempo, deixar as janelas abertas para ventilar o ambiente, evitar sair de espaços quentes e ir para outros muito frios.

Além disso, o paciente deve evitar locais fechados, não fumar, evitar cheiros fortes, ficar longe de mofo e dos agentes que desencadeiam a crise. De qualquer forma, nunca é demais frisar que a rinite alérgica també tem caráter hereditário.

“Se um casal de alérgicos tem um filho, a chance de a criança ser alérgica é de aproximadamente 50%. Mesmo que nenhum dos pais apresente alergia, contudo, a criança ainda assim pode ter manifestações da doença”, finaliza Shirley Pignatari.

* Com informações da Burson-Marsteller e da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://casasaudavel.com.br/

Leite Materno Humano Bloqueia Transmissão do HIV

Um experimento realizado na Universidade da Carolina do Norte mostrou que, em ratos “humanizados”, o leite materno humano impede a transmissão oral do vírus HIV, informa a revista “Public Library of Science Pathogens”.

“Primeiro, entre os ratos reconstituídos para se tornassem suscetíveis a doenças humanas como a Aids e que foram expostos ao vírus HIV, 100% foram infectados”, disse à Agência Efe o autor principal do estudo, J. Víctor García, graduado em 1979 pelo Instituto Tecnológico e de Estudos Superiores de Monterrey (México).

Já quando os cientistas administraram HIV misturado com leite materno humano saudável, 100% ficaram livres da infecção, destacou o pesquisador.

As estatísticas indicam que mais de 15% das novas infecções com o vírus HIV ocorrem em bebês e, sem tratamento, apenas 65% deles sobrevive mais de um ano, enquanto menos da metade chega aos dois anos de vida.

O artigo indica que, embora se atribua ao aleitamento um número significativo dessas infecções, a maioria dos bebês amamentados pelas mães soropositivas não tem a infecção, apesar da exposição prolongada e repetida.

Para resolver a questão sobre se o aleitamento transmite o vírus ou protege contra ele, os cientistas da Escola de Medicina da UNC recorreram a um modelo de rato “humanizado” em laboratório.

“Os ratos são, por essência, resistentes à maioria das doenças que afetam os humanos”, ressaltou García. “Para usá-los neste tipo de estudos, é preciso torná-los parcialmente humanos”.

“Estes ratos são trabalhados um por um, introduzindo-lhes células-tronco da medula óssea humana às seis semanas de idade”, acrescentou o pesquisador. “As células humanas vão a todos os órgãos e áreas similares dos humanos como boca, esôfago, pulmões, intestino, fígado e sistemas reprodutivos que se enchem de células humanas”.

O HIV infecta somente os chimpanzés e os humanos, mas só deixa os humanos doentes. Com a reconfiguração de células humanas, os ratos tornam-se suscetíveis à infecção com o HIV.

Em seguida, a equipe de García, que trabalhou com mais de 50 ratos “humanizados”, administrou em alguns deles o leite de mães saudáveis misturado com HIV, e a outros apenas o HIV, em ambos os casos por via oral. “Os ratos sensíveis à infecção e que receberam só o vírus adoeceram. Já os que receberam o vírus com leite materno não adoeceram”.

“A próxima etapa do estudo é determinar se o leite de mães infectadas tem o mesmo efeito”, anunciou o cientista. Mas, segundo ele, o que já foi estabelecido pela primeira parte do estudo dá novas pistas sobre o isolamento de produtos naturais que poderiam ser usados para combater o vírus.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.estadao.com.br/


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