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Brasil é referência na área de doação de sangue entre os países da América Latina, Caribe e África

O Dia Mundial do Doador de Sangue foi lembrado no último domingo, 14 de junho. Para marcar a data, a OPAS reuniu nesta terça-feira representantes da política de sangue do Brasil e de mais 10 países latino americanos. O objetivo do encontro foi debater os avanços nas ações e o fortalecimento da doação voluntária.

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O ministro da Saúde, Arthur Chioro, participou da abertura do evento e destacou que o Brasil é referência na área de doação de sangue entre os países da América Latina, Caribe e África. Segundo o ministro, o exemplo do Brasil deve ser um incentivo para que o número de doadores não pare de crescer no país. “Nós temos uma taxa de brasileiros, entre 16 e 69 anos que fazem doação, dentro dos parâmetros da Organização Mundial da Saúde, mas nós queremos ampliar. Depois, o segundo desafio, além de ampliar, é fidelizar, é fazer com que esse doador voluntariamente tenha o compromisso, o hábito, a disponibilidade de frequentemente fazer a doação.”

No Brasil a doação de sangue é 100% voluntária. Em 2013, o Ministério da Saúde reduziu a idade mínima de 18 para 16 anos e a máxima para 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido antes dos 60 anos. O aposentado Wilson Júnior, por exemplo, começou a doar sangue há 35 anos, quando ajudou um amigo que precisava de transfusão. Ele conta que o gesto foi um incentivo para que ele continuasse sendo solidário. “No início da década de 80, eu tinha um amigo e ele precisava de doações regulares. Aí um dia, ele me pediu e eu me prontifiquei. Eu me acostumei a doar sangue e também comecei a olhar o lado humanitário da situação. O máximo de pessoas que puderem tomar a atitude que eu tomei durante toda a minha vida, além de ser gratificante para a própria pessoa, o próximo agradece.”

O sangue é essencial para os atendimentos de urgência, realização de cirurgias complexas e tratamento de pessoas com doenças crônicas, além de doenças oncológicas variadas que necessitam de transfusão frequentemente. Para doar, basta ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 quilos e estar saudável. Atualmente, existem 32 hemocentros coordenadores e 530 serviços de unidades coleta distribuídos por todo o Brasil.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

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Para que serve sua doação de sangue?

Em 2010, uma complicação em uma cirurgia na vesícula levou Maria da Conceição de Vasconcelos, de 50 anos, para a UTI. “Devido aos procedimentos na via biliar, tive uma forte rejeição alimentar, que se agravou em um quadro de anemia”, conta.

Hospital do Subúrbio completa um ano de funcionamentoNa foto: Doação de sangue no Hemoba - Hospital do SubúrbioFoto: Carol Garcia / SECOM

Foto: Carol Garcia / SECOM

O tratamento da auxiliar administrativa envolveu a transfusão de quatro bolsas de sangue. De imediato, a família entrou em contato com o banco de sangue. Passado o susto, amigos e familiares mobilizaram-se em uma grande campanha para conseguir mais doações. Cerca de 30 pessoas se candidataram e ajudaram a repor os estoques do banco de atendeu Conceição no momento de necessidade. “Muitas vezes achamos que não é importante, que quem quer corre atrás, mas é fundamental doarmos para as pessoas que precisam”, reflete Conceição.

O sangue é um composto de células que cumprem funções como levar oxigênio e nutrientes para o corpo, defender nosso organismo contra infecções e participar na coagulação. Não existe nada que substitua a função do sangue no corpo humano e como ele não é produzido artificialmente, as pessoas que necessitam precisam contar com a doação e solidariedade de outras pessoas.

O volume de sangue total a ser coletado deve ser, no máximo, de 8 mL/kg de peso para as mulheres e de 9 mL/kg de peso para os homens. Uma bolsa de sangue pode ser dividida em até quatro componentes, que podem ir para quatro pessoas diferentes. Os componentes são distribuídos aos hospitais para atender casos de emergência e pacientes internados.

O sangue coletado durante uma doação é denominado de sangue total e é submetido a um processo de centrifugação, que separa seus principais componentes para uso terapêutico: hemácias, plaquetas e plasma. Cada um destes componentes é utilizado para tratamentos específicos. Mesmo que haja descarte de algum dos componentes citados, muito raramente uma doação deixará de ser utilizada.

O concentrado de hemácias, por exemplo, é indicado para tratar anemias e hemorragias agudas. O concentrado de plaquetas é indicado para reposição nos casos em que esse componente se apresente baixo e coloque o paciente em risco de hemorragias, caso de plaquetopenias por falência medular, distúrbios associados a alterações de função plaquetária, transfusão maciça, dengue hemorrágica e outros. O plasma é indicado no tratamento de pacientes com distúrbios de coagulação, púrpura trombocitopênica trombótica e outros. As substâncias que podem ser extraídas do plasma por meio de processo industrial podem ser utilizadas como medicamentos para tratamento de queimados, pacientes em terapia intensiva e de doenças como cirrose hepática, AIDS e hemofilia.

A Lei 10.205 de 21 de março de 2001 impede que o sangue e quaisquer de seus componentes e derivados sejam comercializados. Por isso, não há a possibilidade de compra e venda de plasma ou remuneração direta ou indireta aos doadores de sangue. A quantidade de sangue retirada não afeta a sua saúde porque a recuperação é imediata após a doação.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

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A importância da doação regular de sangue

Doar sangue é um ato de solidariedade. Cada doação pode salvar a vida de até quatro pessoas. E é este pensamento que Adalto Carvalho leva a cada vez que pratica o ato. Doador frequente há 15 anos, o motorista conta que se orgulha de poder ajudar. “Sei que já salvei muitas vidas com isso e quero salvar muitas vezes mais. Chego a doar até quatro vezes por ano. Falo muito para os mais jovens da importância de doar de sangue. É muito bom a pessoa fazer isso”, conta.

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Os anos de doação renderam a Adalto histórias emocionantes. Ele pôde presenciar a gratidão de uma família, após ajudar a salvar a vida de uma criança. “Estava trabalhando e me ligaram pedindo que eu doasse, pois tinha uma criança que necessitava. Estava completando três meses e dois dias que eu tinha doado pela última vez. A família me agradeceu muito, queriam até me pagar, mas a doação é um ato voluntário e eu tenho muito orgulho em fazer isso”, relembra.

É preciso criar o hábito de doar. Atualmente, são coletadas no Brasil, cerca de 3,6 milhões de bolsas/ano, o que corresponde ao índice de 1,8% da população doando sangue. Embora o percentual esteja dentro dos parâmetros da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Ministério da Saúde trabalha para aumentar este índice. O Ministério da Saúde reduziu a idade mínima de 18 para 16 anos (com autorização do responsável) e aumentou de 67 para 69 anos a idade máxima para doação de sangue no País.

Alguns estados como São Paulo e o Distrito Federal fornecem vantagens para os doadores regulares de sangue. Existem leis que isentam da taxa de inscrição os doadores de sangue que quiserem prestar concursos públicos realizados pela Administração Direta, Indireta, Fundações Públicas e Universidades Públicas do Estado.

Há critérios que permitem ou que impedem uma doação de sangue, que são determinados por normas técnicas do Ministério da Saúde, e visam à proteção ao doador e a segurança de quem vai receber o sangue.

Para fazer a doação é necessário:

– Levar documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira do conselho profissional ou carteira nacional de habilitação);

– Estar bem de saúde;

– Ter entre 16 (dos 16 até 18 anos incompletos, apenas com consentimento formal dos responsáveis) e 69 anos, 11 meses e 29 dias;

– Pesar mais de 50 Kg;

– Não estar em jejum; evitar apenas alimentos gordurosos nas três horas que antecedem a doação.

Recomendações para o dia da doação:

– Nunca vá doar sangue em jejum
– Faça um repouso mínimo de 6 horas na noite anterior a doação
– Não tome bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores
– Evite fumar por pelo menos 2 horas antes da doação
– Evite alimentos gordurosos nas 3 horas antes da doação
– As pessoas que exercem profissões como: pilotar avião ou helicóptero, conduzir ônibus ou caminhões de grande porte, sobem em andaimes e praticam pára-quedismo ou mergulho, devem interromper estas atividades por 12 horas antes da doação

Intervalos para doação

– Homens: 60 dias (até 4 doações por ano)

– Mulheres: 90 dias (até 3 doações por ano)

Cuidados pós-doação

– Evitar esforços físicos exagerados por pelo menos 12 horas

– Aumentar a ingestão de líquidos

– Não fumar por cerca de 2 horas

– Evitar bebidas alcóolicas por 12 horas

– Manter o curativo no local da punção por pelo menos de quatro horas

– Não dirigir veículos de grande porte, trabalhar em andaimes, praticar paraquedismo ou mergulho

Quem não pode doar?

– Quem teve diagnóstico de hepatite após os 11 anos de idade
– Mulheres grávidas ou que estejam amamentando
– Pessoas que estão expostas a doenças transmissíveis pelo sangue como AIDS, hepatite, sífilis e doença de chagas
– Usuários de drogas
– Aqueles que tiveram relacionamento sexual com parceiro desconhecido ou eventual, sem uso de preservativos

Cirurgias e prazos de impedimentos

– Extração dentária: 72 horas

– Apendicite, hérnia, amigdalectomia, varizes: três meses

– Colecistectomia, histerectomia, nefrectomia, redução de fraturas, politraumatismos sem seqüelas graves, tireoidectomia, colectomia: 6 meses

– Ingestão de bebida alcoólica no dia da doação

– Transfusão de sangue: 1 ano

– Tatuagem: 1 ano

– Vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina

Aproveite que domingo, 14 de junho, foi comemorado o Dia Mundial do doador de sangue e doe você também. Confira no link a lista de hemocentros de todo o país (http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=641) ou consulte com a secretaria de saúde do seu município o ponto de coleta mais próximo da sua casa.  Para saber onde doar informe-se pelo Disque-Saúde no número 136 ou confira os hemocentros do Brasil no link.

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