Posts Tagged 'Diabetes'



A tecnologia ajudando no controle da Diabetes

Cartum: Mais sintomas de Diabetes

 

Dr. Drauzio Varella fala um pouco sobre Diabetes

Diabetes e seus tipos

     Para falarmos sobre como prevenir a Diabetes, primeiro devemos saber sobre os tipos que existem e quais são os sintomas desta doença que afeta cerca de 12% da população brasileira.

   O primeiro tipo de Diabetes existente é a do tipo 1. Causada pela destruição das células produtoras de insulina, em decorrência de defeito do sistema imunológico em que os anticorpos atacam as células que produzem a insulina. Seus sintomas são: vontade de urinar diversas vezes; perda de peso; náusea; entre outras.

   Já o tipo 2 é resultado da resistência à insulina e de deficiência na secreção de insulina. É mais comum desenvolver-se em etapas adultas da vida, aliando-se com a obesidade. É associada bastante ao uso prolongado de corticóides, com frequência associada à hemocromatose não tratada.

  E existe também a Diabetes Gestacional que é a diminuição da tolerância à glicose diagnosticada pela primeira vez na gestação, podendo ou não persistir após o parto.

  A partir destes conceitos estaremos abordando este assunto durante a semana, aqui no blog do Viva Melhor. Fiquem atentos para mais informações, dicas e notícias.

 Fonte:  Portal da Diabetes

XIII Encontro de Pacientes Transplantados e Candidatos a Transplante de Fígado, Rim e Pâncreas

 

www.portaldiabetes.com.br                         www.apat.org.br

Definindo Diabetes

Dra. Luciana Diniz Carneiro Spina Endocrinologia e Diabetologia CRM: 5262528-0 Especialista Titulado pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). Membro da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). Mestrado e Doutorado em Endocrinologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

1. O que é diabetes, quais as principais diferenças entre os tipos existentes e quais os sintomas?

É uma doença de causas variadas, devido a falta total ou parcial de insulina (hormônio produzido no pâncreas) e/ou incapacidade da insulina de exercer suas ações. Como conseqüência as células não aproveitam adequadamente a glicose no sangue, provocando sua elevação.

Tipo 1 – È a forma mais grave e menos freqüente. Normalmente ocorre em crianças, adolescentes e adultos jovens, quando o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. Nesses casos, injeções de insulina precisam ser usadas diariamente. Nessas pessoas, sem o tratamento adequado, o nível de açúcar no sangue se apresenta muito elevado Devido à gravidade da doença é necessário tratamento bastante intenso. Caso contrário, o paciente pode entrar em estado de coma diabético, também conhecido com cetoacidose.

Tipo 2 – Esse é o tipo mais comum da doença. Acometem com maior freqüência os adultos. Na maioria dos casos está diretamente associada à vida sedentária e à obesidade, principalmente naqueles com o aumento de gordura na região do abdômen. Nesses casos, o doente não apresenta ausência de insulina, na verdade, há uma resistência a ela e seus níveis podem até estar elevados. Entre as complicações provenientes da doença estão, a diminuição da visão, problemas nos rins, problemas cardíacos e de circulação do sangue. Esse tipo de diabetes é decorrente de uma pré-disposição hereditária associada aos maus hábitos alimentares, ao sedentarismo, à pressão alta e aos níveis de gordura no sangue elevados. Geralmente quando as pessoas percebem os sintomas a doença já pode estar instalada no organismo há um determinado tempo. O açúcar elevado no sangue pode causar sintomas como visão turva ou embaçada, muita sede, urina abundante, tonteiras, dificuldades de cicatrização de machucados, cansaço, dormências e formigamentos, principalmente nas pernas.

2. O consumo de açúcar pode provocar a doença? Por que?

O fato de consumir açúcar em grande quantidade não faz com que a pessoa fique propensa a desenvolver o diabetes. O diabetes na maioria das vezes é hereditário e esta associado à obesidade.

3.Quais as melhores formas de tratamento?

Não existe melhor forma. Cada paciente terá uma necessidade diferente. Os principais pontos do tratamento são: Alimentação balanceada, Atividade física e Medicação, que pode ser comprimidos orais ou insulina. O melhor tratamento será aquele que melhor controlar os níveis de açúcar no sangue.

4. Qual a relação existente entre diabetes e a relação sexual?

O diabetes pode ser causa de disfunção sexual tanto em homens quanto em mulheres causando disfunção erétil e diminuição da libido.

5. Se o tratamento não for seguido, quais as conseqüências que a doença pode trazer?

Complicações relacionadas aos altos níveis de açúcar no sangue como a cetoacidose, uma espécie de coma diabético ou as complicações crônicas: acometimentos dos nervos, olhos, rins e circulação sanguínea. Em alguns casos pode levar à infarto do miocárdio, falência renal com necessidade de diálise, cegueira e amputações.

6. Os pés é uma das maiores preocupações de quem tem a doença. Por que? Quais os principais cuidados que é preciso ter com essa região?

O indivíduo com diabetes costuma apresentar má cicatrização dos machucados. Isso acontece em função da má circulação do sangue. Por isso, é muito comum que essas pessoas tenham feridas crônicas nos pés. Além da má circulação sangüínea pode haver a perda da sensibilidade nas plantas dos pés devido à neuropatia (acometimento dos nervos periféricos). Isso acontece com mais freqüência quando os pacientes estão com as taxas de açúcar no sangue muito elevadas. Quando o diabético está com a taxa de açúcar elevada apresenta baixa imunidade e, por isso, qualquer tipo de infecção pode ter seu efeito agravado. Quando a infecção se espalha, uma ferida do tipo úlcera pode levar à amputação da parte envolvida. Ao perceber o surgimento de feridas o paciente deve procurar imediatamente o médico.

Artigo concedido pela Equipe Portal Diabetes. Divulgado pacialmente. Maiores informações, consultar: www.portaldiabetes.com.br

Review: Diabetes


Quando o organismo não produz insulina suficiente ou não consegue usá-la adequadamente para suprir suas necessidades, aparece o diabetes. O motivo é a alta taxa de glicemia encontrada no corpo.

As pessoas portadoras do diabetes tem que mudar certos hábitos de vida, além de estarem alertas para os níveis de glicose no sangue, para que sejam bem controlados.

Quais os tipos de diabetes?

O tipo 1 aparece, na maioria das vezes, antes dos 30 anos, em crianças e jovens. Chamado de diabetes juvenil é responsável pela deficiência quase completa de insulina no organismo. Faz parte do grupo das doenças auto-imunes. Anticorpos do próprio organismo destroem progressivamente as células do pâncreas.

O tipo 2 aparece na faixa dos 30 anos e pode evoluir sem sintomas.

A insulina no sangue pode estar aumentada, mas não funciona adequadamente: é o que se chama de resistência à insulina. O fator hereditário é mais comum no tipo 2, mas também está presente no tipo 1. Também está associado à obesidade e ao sedentarismo.

90% dos diabéticos são portadores do diabetes tipo 2.

O diabetes gestacional, ao contrário dos outros, é passageiro. Dura o período da gestação, causado pelos hormônios da gravidez, que aumentam a glicose no sangue e diminuem a ação da insulina.

 

Fatores de risco

Hereditariedade – Pessoas com história de diabetes na família têm maior probabilidade de vir a ter a doença.

Sedentarismo – A inatividade física contribui para o acúmulo de açúcar no sangue. Durante a ginástica, o organismo utiliza parte da glicose como energia, e, como esse efeito tende a perdurar mesmo depois do exercício, a prática regular de atividade física evita a alta nas taxas de glicemia.

Estresse – Sob pressão constante, o organismo aumenta a produção dos hôrmonios adrenalina e cortisol, que inibem a ação da insulina.

Triglicérides elevados – Altas taxas desse tipo de gordura no sangue comprometem a ação da insulina.

Quando se submeter aos exames para detecção precoce do diabetes tipo 2:
• A partir dos 30 anos, de 3 em 3 anos, quem tem índice de massa corporal superior a 25 ou pertence ao grupo de risco.

• A partir dos 40 anos, anualmente, quem preenche um dos fatores de risco para a doença.

• A partir dos 45 anos, de 3 em 3 anos, quem não tem nenhum dos fatores descritos.

 

Postado por Edson Fabrício
Siga o blog no Twitter: @vivamelhor
Imagem: reprodução

Prevenção de Diabetes

Nanopartículas são injetadas embaixo da pele e passam informações para um medidor

A famosa picadinha no dedo, que os diabéticos precisam fazer todos os dias para medir o nível de glicose no sangue, pode ficar para trás no futuro.

Cientistas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), nos Estados Unidos, estão desenvolvendo um novo tipo de medidor de glicose que não apenas elimina a picada do dedo como também fornece resultados mais precisos.

O novo método consiste na aplicação, embaixo da pele, de uma “tatuagem” de nanopartículas: uma espécie de tinta que contém partículas capazes de detectar a glicose no sangue.

Para saber o nível da glicose, o paciente precisa usar um aparelho parecido a um relógio de pulso em cima da “tatuagem”.

Esse leitor recebe a informação coletada pelas nanopartículas e emite luzes infravermelhas que indicam a taxa de glicose sanguínea.

Paul Barone, pesquisador do Departamento de Engenharia Química do MIT, afirma que os pesquisadores ainda estão trabalhando para melhorar a precisão do sistema, que promete ser mais exato do que os atuais medidores.

– O diabetes é um problema enorme, de âmbito mundial. Mas, apesar de décadas de avanços de engenharia, a nossa capacidade de medir com precisão a glicose no corpo humano continua a ser bastante primitiva.

Quando chega ao mercado?
Apesar do anúncio dos cientistas, Barone afirma que o novo método está muito longe de ser usado por humanos. Ele ainda sequer foi testado em animais, o que o cientista diz ser fundamental para determinar o valor da descoberta.

– Não dá pra saber o quanto isso será bom até você testar em alguém e verificar a força do sinal emitido.

Até lá, os portadores de diabetes que precisam medir a glicose no sangue continuarão utilizando os atuais aparelhos.

Fonte: www.portaldiabetes.com.br/conteudocompleto.asp?idconteudo=20204

Agenda: Simpósio 500 Transplantes de Pâncreas

O transplante de pâncreas é um procedimento consolidado atualmente e representa uma das mais importantes opções para o tratamento do Diabetes com complicações. No Brasil, esse procedimento beneficiou centenas de pessoas, possibilitando a melhoria da qualidade de vida dos transplantados.

Dia 20 de março acontece no Hotel Maksoud Plaza um simpósio especial sobre o tema, com palestras e apresentações dos resultados e inovações sobre o assunto.

Organização:
– Hepato: Hepatologia e transplantes de Órgãos
– Dr. Marcelo Perosa de Miranda
– Dr. Tércio Genzini

Serviço:
Dia: 20 de março de 2010
Hora: A partir das 8 horas da manhã.
Local:  Hotel Maksoud Plaza (Al. Campinas, 150 – Bela Vista)
Inscrições gratuitas: 11. 3541-1698/ 12-69 (falar c/ Renata)

Postado por Edson Fabrício
Siga o Blog VMO no twitter: @vivamelhor
Foto: reprodução


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