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Brasil reduz Dengue, mas risco de Epidemia persiste

O Brasil conseguiu reduzir, no início de 2012, a incidência de dengue na maior parte do país. Mas não estão descartados os riscos de epidemia, segundo alerta feito pelo secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, na manhã desta quinta-feira, no centro do Rio. Segundo Barbosa, autoridades de saúde a população devem se manter vigilantes para os meses que, tradicionalmente, representam o maior perigo de contágio, que compreende os meses de março e abril.

“Nas oito primeiros semanas, houve redução do número de casos. Mas o período perigoso só agora está começando efetivamente. Por isso os dados devem ser analisados com cuidado. Janeiro foi um mês muito frio. Mesmo assim, em alguns estados do Brasil, como no Tocantins, a transmissão foi muito forte”, disse Barbosa, destacando a região onde a situação da dengue é mais grave.

Em todo o Brasil, a redução no total de casos foi de 66%, no período de 1º de janeiro a 18 de fevereiro de 2012. Em números absolutos, houve confirmação de 57.267 casos confirmados, um recuo expressivo se considerados as 166.016 ocorrências nos 50 primeiros dias do ano passado. Segundo Barbosa, entre os casos graves, a redução é de 97%. Também houve queda significativa nos óbitos, de 181 para 5.

Tocantins é o estado que mais preocupa, e o único em que há epidemia no momento. A barreira epidemiológica – proporção de casos em que a situação é de epidemia – é de 300 casos para cada 100.000 habitantes. No Tocantins, no momento, há 1.000 contaminados para cada 100.000 habitantes. Todos os demais estados estão abaixo desta margem, mas o Ministério da Saúde considera grave também a situação em Pernambuco e no Mato Grosso.

“Temos que olhar os números com muito cuidado. O pico da dengue ocorre em março e abril. Está começando o período em que ocorrem mais casos”, reforçou Barbosa. Segundo o secretário, a dengue tipo 4 está presente em todos os estados, o que eleva o risco de casos graves. Isso se deve às constatações de que, em pacientes que já tiveram a doença causada pelos sorotipos 1, 2 ou 3 manifestarem sintomas mais intensos.

Os estados em situação mais grave – Tocantins, Pernambuco e Mato Grosso – enfrentam problema no momento com o sorotipo 1. Barbosa afirma que o fato de o país ainda não ter enfrentado um surto do tipo 4 se deve à propagação mais lenta desse tipo de vírus. “O risco de surto de transmissão forte pelo tipo 4 persiste. Só poderemos dizer que o risco terminou no final de maio e começo de junho. Por enquanto todos têm que estar preparados, porque é um novo sorotipo. Ou seja, podemos ter epidemia forte, com casos graves e óbitos”, advertiu Jarbas Barbosa.

O recuo da dengue, segundo o secretário, se explica pelo reforço no investimento em vigilância sanitária. O coordenador do programa nacional de combate à dengue, Giovanini Coelho, disse que, para isso, contribuíram os reforços nos repasses federais para vigilância sanitária. A verba destinada aos estados e municípios todos os anos é de 800 milhões de reais. Em dezembro do ano passado, houve um repasse extra de 92 milhões (20% dos recursos originais) para 1.159 municípios. O Rio de Janeiro, um dos estados onde a dengue mais preocupa, recebeu 13 milhões de reais.

A capital fluminense, por ser a maior cidade tropical do país, porta de entrada de estrangeiros que visitam o Brasil, é sempre ume preocupação. O estado também conseguiu reduzir a incidência e, por enquanto, não teve óbitos este ano. Em 2011, nos primeiros 50 dias do ano, a dengue causou 26 mortes no estado.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: veja.abril.com.br

Dicas para prevenção e cuidados com saúde dos olhos

Limpeza, exercícios e descanso são as três principais formas de cuidar da saúde dos olhos. A conjuntivite vem crescendo de modo agressivo nos últimos meses e tomar precauções é super necessário. Estados como São Paulo e Brasília estão apresentando epidemia de conjuntivite e estes acontecimentos mostram a falta de informação e cuidados da sociedade.

Segundo o Ministério da Saúde,em São Paulo, foram registradas – de 1º de Fevereiro até 27 de Abril – 326.324 notificações. Lembrando que como não se trata de uma doença maligna, o governo federal não é obrigado a fazer notificações. Como identificar os sintomas da conjuntivite? Coceira, irritação, vermelhidão e secreção nos olhos. A partir destes sintomas, deve-se procurar um médico urgente para que não contamine também as pessoas que estão ao redor, seja no trabalho ouem casa. Procurartambém ter a maior higiene possível nos objetos pessoais como fronhas, lençóis, toalhas é imprescindível.

E tão importante quanto a prevenção da conjuntivite está o zelo pela saúde dos olhos também, e abaixo, seguem dicas para cuidar dos seus olhos:

• Exercite os músculos oculares: direcione lentamente o olhar para cima, depois para baixo. Continue com um movimento lento para a esquerda e depois para a direita. Repita o exercício durante três ou quatro minutos.

• Técnica de descanso: sempre que estiver trabalhando na frente do monitor e sentir que os olhos estão cansados, desvie o olhar da tela. Esfregue uma mão na outra e coloque-as em forma de concha sobre as pálpebras. Mantenha-se assim durante alguns minutos e você sentirá a diferença.

• Máscara relaxante: recheie uma máscara de tecido para os olhos com sementes de linho e lavanda, como se fosse um saquinho de chá. Deite e coloque-a sobre as pálpebras fechadas durante dez a 15 minutos. O aroma da lavanda facilitará o relaxamento.

• Máscara regeneradora: se depois de várias horas diante da tela de algum eletrônico, você estiver com as pálpebras caídas e com olheiras, prepare no liquidificador uma mistura com uma cenoura e um pepino sem casca. Coloque tudo em uma gaze e repouse-a sobre as pálpebras fechadas. Mantenha assim durante vários minutos.

• Alimentação: também afeta a saúde e o aspecto dos olhos. Consuma cenoura e frutas vermelhas, que são grandes fontes de vitamina A e, por isso, fazem bem aos olhos.

• Adeque o computador para lubrificar os olhos: procure deixar a tela mais baixa que os olhos. Isso diminuirá a área de exposição e a evaporação da lágrima. Outra coisa importante é lembrar que é preciso piscar para evitar ressecamentos.

FONTE: Portal Uai
http://www.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_41/2011/04/13/ficha_saudeplena_dicas/id_sessao=41&id_noticia=37403/ficha_saudeplena_dicas.shtml

Texto: Duda

Mosquito causador da Dengue é geneticamente modificado para prevenir epidemia

Fonte: Folha de São Paulo


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