Posts Tagged 'Sedentarismo'



Dia da Atividade Física: VAMOS CAMINHAR

Movimente-se Contra o Sedentarismo

No dia 06 de abril, comemora-se o Dia Mundial da Atividade Física, por isso, vamos nos movimentar.

Em 2011, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou uma estatística alarmante, apontando o sedentarismo como o quarto principal fator de risco de morte em todo o mundo.

Segundo a entidade, todos os anos, 3,2 milhões de pessoas perdem suas vidas em todo o planeta por enfermidades crônicas não transmissíveis que são agravadas pela falta de atividades físicas regulares, a exemplo da hipertensão, do diabetes e das doenças cardiovasculares.

Infelizmente, a ausência de exercícios físicos regulares se tornou um perigoso hábito de vida, sustentado desde crianças até os idosos. Comportamento esse prejudicial à saúde e identificado em pesquisas promovidas pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, em parceria com o Celafiscs (Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul).

Levantamento promovido no ano passado em 2,5 mil escolas em todo o Estado, com crianças da 5ª e 9ª série do ensino fundamental (ciclo II) e do 3º ano do ensino médio, apontou que os alunos mais novos são, em média, 20% menos ativos do que os adolescentes.

A principal hipótese para tal fenômeno é que as crianças estão mais expostas aos atrativos do computador, do videogame e da televisão, o que as afasta da realização de exercícios físicos. Uma situação preocupante, que agrava a tendência para a obesidade infantil.

Outro estudo, divulgado neste ano, aponta que a falta de atividades físicas regulares na terceira idade afeta diretamente as reações metabólicas, neuromotoras e funcionais do idoso, sobrecarregando, sobretudo, o equilíbrio.

Comprometimentos com a agilidade, o reflexo e a flexibilidade também foram observadas na pesquisa, que comparou 300 mulheres sedentárias entre 50 e acima de 70 anos. Fatores esses que sujeitam a pessoa ao aumento de riscos de doenças e a dificuldades na execução de atividades diárias simples, como desviar de obstáculos durante uma caminhada ou, simplesmente, amarrar cadarço de um sapato. O envelhecimento com saúde é tema do Dia Mundial da Saúde, celebrado no próximo dia 7 de abril.

Para alertar a sociedade sobre os malefícios do sedentarismo, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e o Celafiscs (Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul) promovem, desde 1996, o Agita São Paulo, programa para estimular a prática de atividades físicas regulares.

Em 2002, a iniciativa foi adotada pela OMS como referência em ação de promoção de saúde, servindo de modelo para criação do Agita Mundo – dia mundial da atividade física, comemorado simultaneamente por 40 países em 6 de abril, para estimular a população a realizar 30 minutos de atividades físicas por dia (no caso das crianças, 60 minutos), cinco dias por semana. Naquele mesmo ano o Estado de São Paulo passou a ser o único estado com a data oficial no seu calendário.

Simples atitudes podem trazer para o cotidiano o prazer e os benefícios da atividade física para a saúde.Caminhar, cuidar de um jardim, passear com o cachorro, lavar o carro, utilizar as escadas no lugar do elevador, pedalar, danças, jogar futebol, entre tantos outros exercícios viáveis e práticos, possíveis de serem realizados no dia-a-dia. Basta fazer disso uma realidade necessária.

Por: Victor Matsudo, pesquisador e coordenador geral do Programa Agita SP da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra acessando o site: Portalagita.org.br

Atenção às Crianças Sedentárias

A Organização Mundial de Saúde (OMS) entende como primordial que as crianças façam uma hora de atividade física, no mínimo, em pelo menos cinco dias da semana. Pergunto: seu filho faz cinco horas de exercícios por semana?

A dúvida aparece quando paramos para pensar no que isso significa. Antigamente não existia nada nem ninguém que recomendasse horas para uma criança fazer atividade física. Hoje isso é indicado internacionalmente. Por que isso acontece?

Papai e mamãe devem pensar na sua própria infância, como brincavam e onde brincavam. Certamente muitos ainda fazem parte de uma infância onde computadores e videogames eram raros e as brincadeiras de rua com os amigos eram as mais gostosas. Havia menos violência e o medo dos pais era muito menor.

Hoje a violência aumentou e os pais se recusam a deixar os seus filhos a brincarem na rua com amigos, com toda a razão. Jogos de computadores, de videogames e televisão são as principais atividades das crianças, que se desenvolvem em ambientes cada vez menores, como apartamentos pequenos, alguns deles com playgrounds menores.

Esse confinamento, logicamente, potencializa o sedentarismo infantil, ocasionando doenças que antes eram relacionadas somente a adultos (obesidade e diabetes). Esses problemas poderão trazer conseqüências negativas na fase adulta, sobretudo ao coração, certamente o que mais sofre com o sedentarismo.

Exercitar nem sempre é matricular o filho em academias. Um recado às crianças: brinque, brinque e brinque.

Brincar até cansar… – Queimada, esconde-esconde, pega-pega, dança das cadeiras, vivo ou morto, estátua, dançar, jogar bola, andar de bicicleta, pular corda…quem não tem boas lembranças. São atividades que podem ser realizadas em parques, praças ou até mesmo em casa. Os pais devem achar um tempo na agenda corrida para brincar com seus filhos

A partir dos sete anos, as crianças passam a assimilar melhor regras de jogos. Portanto, colocá-las em algum esporte já é recomendado sem o intuito competitivo. O esporte, além de movimentar o corpo, fortalece o convívio social onde a criança aprende a respeitar o amigo e as regras, trabalho em grupo e a ganhar e perder, coisas que levará para o resto da vida assim como a saúde.

Assim que a criança completar treze anos, o foco pode ser a competição se orientado por um educador físico. Mas isso deve ser feito se a criança aceitar. Nada de forçar a barra para que ele participe de competições e treine para ser um “campeão”.

Tendo uma vida saudável, realizando atividades físicas desde a infância, o risco de se tornar um adulto sedentário com aparecimento de doenças é bem menor. Pense nisso.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra acessando a fonte: Guiadobebe.uol.com.br

Falta de Atividade Física no Trabalho Aumenta Obesidade

Um grupo de pesquisadores americanos identificou um novo culpado da epidemia de obesidade nos EUA: os locais de trabalho.

Uma revisão das mudanças ocorridas no mercado de trabalho desde 1960 sugere que grande parte do ganho de peso observado nos últimos anos pode ser explicada pelo declínio da atividade física no trabalho. Os empregos que exigiam atividade física moderada, que em 1960 respondiam por 50% dos postos no mercado, caíram para 20% nos EUA.

Os 80% restantes envolvem trabalho sedentário ou exigem atividade só leve.

O relatório mostra ainda que, em 1960, metade dos americanos tinha um trabalho que fisicamente exigente. Hoje, só um em cinco tem um nível alto de atividade no emprego. Timothy S. Church, pesquisador do Centro Pennington de Pesquisas Biomédicas, em Baton Rouge, Louisiana, e autor principal do estudo, nota que a pesquisa não leva em conta os avanços tecnológicos que contribuem para o sedentarismo, como a internet.

Isso significa que a perda de gasto energético no emprego pode ser ainda maior do que o apontado na pesquisa.

CALORIAS

A mudança de hábitos se traduz em até 140 calorias gastas a menos por dia no trabalho, dado que corresponde ao ganho constante de peso no país nas últimas cinco décadas, diz o estudo publicado na revista “PLoS One”.

A nova ênfase na atividade no trabalho representa uma mudança importante e sugere que os profissionais de saúde tenham deixado de lado um dado crucial que contribuiu para o problema do excesso de peso.

COMIDA OU EXERCÍCIO

A descoberta coloca pressão sobre as empresas, para que intensifiquem as iniciativas de saúde nos escritórios.

“Muita gente diz que o problema está só na comida. Mas os ambientes de trabalho mudaram tanto que precisamos repensar como enfrentar esse problema”, disse Church.

Sua pesquisa é a primeira a estimar o gasto calórico diário que se perdeu no trabalho nos últimos 50 anos.

Durante anos, o papel da atividade física no problema da obesidade foi incerto.

Estudos já mostraram que a quantidade de atividade física em horas de lazer ficou estável nas últimas décadas, período em que a população só fez engordar.

Esse fato cria um impasse para os pesquisadores que tentam explicar a explosão de obesidade.

Em função disso, boa parte da atenção está concentrada na ascensão da fast food e do consumo de refrigerantes.

Outras pesquisas dizem que a maior adoção do transporte particular em vez do público e o aumento do tempo gasto diante da televisão têm contribuído para engordar os EUA e o mundo.

Mas nenhum desses fatores pode explicar por completo as mudanças nos padrões de ganho de peso.

“Precisamos pensar na atividade física como um conceito mais amplo do que apenas os exercícios feitos em momento de lazer”, afirmou Ross C. Brownson, epidemiologista na Universidade Washington, em St. Louis.

“Eliminamos a atividade física de nossas vidas. Precisamos encontrar maneiras de reinseri-la no cotidiano, fazendo caminhadas na hora do almoço, por exemplo, e não só nos exercitando na academia.”

Fonte: Do “New York Times” para a Folha.com

Combate ao Sedentarismo 2012

Sedentarismo

A doença já é considerado a doença do próximo milênio. Na verdade trata-se de um comportamento induzido por hábitos decorrentes dos confortos da vida moderna. Com a evolução da tecnologia e a tendência cada vez maior de substituição das atividades ocupacionais que demandam gasto energético por facilidades automatizadas, o ser humano adota cada vez mais a lei do menor esforço reduzindo assim o consumo energético de seu corpo.

O sedentarismo é caracterizado, pela falta, ausência ou diminuição de atividades físicas. O indivíduo sedentário é aquele que gasta poucas ou nenhuma caloria diária com atividades físicas. Práticas como limpar a casa, subir e descer escadas e caminhar para o trabalho são consideradas positivas.

Conseqüências do sedentarismo:
– Maior incidência a hipertensão;
– Obesidade;
– Diabetes;
– Aumento nos níveis de colesterol ruim (LDL);
– Baixa imunidade;
– Pressão alta;

O sedentarismo aumentou em média 54% os casos de infarto e 50% o risco de morte por derrame cerebral. A vida moderna ocasiona um aumento nos níveis de sedentarismo, ir de carro para o trabalho, ou até mesmo ligar/ desligar a televisão com o controle remoto, a tecnologia por vezes acomoda o indivíduo.

Já a prática de exercícios físicos está relacionada ao aumento da expectativa de vida, que cresce em média 5 anos para os praticantes de atividade física.
Portanto, cuide da sua saúde pratique atividades físicas regulares e cuida da sua alimentação.

Benefícios da atividade física:
– Promove o bem estar físico e psicológico;
– Mantém os ossos, músculos e articulações saudáveis;
– Reduz o risco de desenvolver câncer;
– Redução e manutenção do peso corporal;
– Diminui os níveis de colesterol ruim (LDL);

A prática de atividade física esportiva como: caminhar, correr, pedalar, nadar, praticar pilates, ginástica, e até jogar bola são ótimas opções para se combater o sedentarismo e melhorar a qualidade de vida.

Por Dr. Turíbio Leite Barros Neto 

Informações parciais. Confira o texto e a programação na íntegra acessando a fonte: Emedix.uol.com.br.

Sedentarismo!


Sedentarismo:
é muito comum atualmente, mas pode trazer graves prejuízos ao coração. Pessoas sedentárias têm o dobro de chance de desenvolver doenças coronarianas, pois costumam ter hipertensão e níveis de colesterol mais altos no sangue. Veja o que a falta de exercícios pode fazer no seu corpo:

  • Compromete a circulação;
  • Dificulta manter o peso normal.

Exercício a prestação

Para deixar o sedentarismo para trás, o ideal é caminhar cerca de 3 quilômetros durante 30 minutos, três vezes por semana.

Se preferir pode dividir a meia hora em duas sessões de 15 minutos. Ou três sessões de 10 minutos.

Importante: à medida que for ficando mais fácil, vale aumentar a dose até chegar ao ideal, que é fazer exercícios todos os dias.

Quando exercício físico é preciso fazer para deixar de ser sedentário?

Quem consegue percorrer cerca de 3 quilômetros durante 30 minutos três vezes por semana já não é mais sedentário. Isso é suficiente para que essa expectativa de vida. Como se vê, o ritmo nem é muito intenso.

E quando tempo um ex- sedentário começa a sentir os efeitos da atividade física?

Seis semanas. Não desista antes desse período. Com pouco mais de um mês, a pressão e o nível de colesterol diminuem. Sem falar no bem-estar que os exercícios produzem. Isso acontece por causa da liberação de endorfina, substância que afeta o humor.

Veja os benefícios …

O exercício regular é um antídoto contra a depressão. A prática de exercícios físicos melhora o estado de espírito, a auto-estima e a saúde das pessoas, dando-lhe mais energia para realizar suas atividades. Também reduz o nível de estresse.

É importante praticar exercícios físicos regularmente, pelo menos 4 vezes na semana.

Postado por Edson Fabrício
Imagem: reprodução

Estudo da SulAmérica Saúde mostra malefícios do sedentarismo

Levantamento feito pela SulAmérica Saúde, a partir da avaliação do perfil de saúde e estilo de vida de mais de 23 mil clientes nos últimos cinco anos, identificou que 60% das pessoas são sedentárias. A pesquisa, que foi divulgada pela seguradora e por sites como o Portal Segs (www.segs.com.br), mostra que tanto o homem quanto a mulher não estão se exercitando, o que acende um sinal de alerta para os profissionais de saúde e para toda a população, destaca o diretor de Prestadores de Serviços Médicos da SulAmérica, Roberto Galfi.

Quando se avalia separadamente homens e mulheres, é possível notar uma diferença no percentual de pessoas sedentárias. Entre as mulheres, o índice chega a 79%, taxa essa que, curiosamente, se repete na população jovem (até 19 anos). Entre os homens, porém, o pico chega a 57%, na faixa de 40 a 49 anos, seguido por 56%, entre 30 e 39 anos e entre 50 e 59 anos. “Interessante observar que, em ambos os casos, o índice de sedentarismo começa a diminuir a partir dos 60 anos, na população idosa. Os números chegam a 46% entre os homens e 61% entre as mulheres”, constata Galfi.

O mesmo levantamento realizado pela seguradora constatou outro dado importante: dos 60% de indivíduos considerados sedentários, 44,2% apresentaram um nível de estresse moderado ou elevado. Quando comparada a incidência do estresse entre os segurados que realizam atividade física (20,8%), o percentual da população estressada cai para 27%.


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