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Como encontrar o melhor ovo de chocolate para a sua saúde

A pedagoga Simone dos Santos é chocólotra assumida. Nesta época do ano, ela conta que fica mais difícil resistir a tantas tentações. “Como chocolate todos os dias e quando chega essa época da Páscoa eu aumento mais ainda porque eu não sei entrar numa loja, ver um ovo de Páscoa, nem que seja aquele baratinho, mas tenho que comprar, nem que seja um coelhinho, mas tenho que comprar pra comer. Só chego lá pego e pronto, nunca dei importância pra olhar a quantidade de gordura, essas coisas assim. Agora eu vou passar a ler a embalagem, ver a importância que tem ali, já não vou pegar qualquer um, coisa que antes eu fazia”, relata.

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De acordo com a nutricionista do Hospital Federal Cardoso Fontes, no Rio de Janeiro, Maria Valéria Fontoura, a Simone faz bem em começar a ler o rótulo dos ovos de chocolate antes de levá-los para casa. Segundo a nutricionista muitos desses produtos são ricos em gordura e açúcar.

A especialista dá dicas para escolher um chocolate mais saudável, como as opções com alto teor de cacau, por exemplo. “O cacau é um alimento considerado atualmente muito saudável com vários benefícios, temos algumas outras vitaminas, alguns minerais, mas, principalmente, flavonoides que são os antioxidantes que vão ajudar a manter as artérias. Alguns trabalhos mostram benefícios para o coração, estresse, pra memória também, atuando na ansiedade. Quanto mais amargo acima de 70%, mais saudável ele vai ficar”, explica.

Mas não basta só ficar atento à qualidade nutricional do ovo chocolate. A nutricionista do Hospital Federal Cardoso Fontes, Maria Valéria Fontoura, conta que comer demais também pode ser prejudicial à saúde. “Não comer tudo de uma vez porque pode ter uma intoxicação, uma diarreia porque o chocolate já vem com muito leite, muito açúcar, então a acne também, espinha. Pessoas com açúcar alto, diabéticos vão ter um aumento desse açúcar, muitas vezes, vão precisar de mais remédios ou de mais insulina, isso não é legal, não faz bem. Então, sempre tentar consumir uma quantidade menor”, alerta.

O excesso de gordura e açúcar dos chocolates pode provocar doenças crônicas como diabetes e obesidade. Para saber sobre a política do Ministério da Saúde desenvolvida par a combater essas doenças, acesse a página do ministério.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

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Tenha uma Alimentação Nutricionalmente Balanceada!

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Guia Alimentar para a População Brasileira

O Departamento de Nutrição disponibiliza o Guia Alimentar sobre Alimentação saudável para a população Brasileira do Ministério da Saúde (MS), após discussão do seu conteúdo com Universidades, Sociedades Científicas e população realizada em ampla consulta pública, compartilhado aqui também pelo Viva Melhor Online.

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O guia foi elaborado pela Coordenação geral de Alimentação e Nutrição do MS e tem como propósito oferecer a população brasileira informação sobre alimentação saudável para promoção da saúde e prevenção das doenças crônicas cuja associação com sobrepeso/obesidade, consumo excessivo de alimentos processados e ultra processados têm sido verificada pela literatura científica.

O Guia apresenta princípios  básicos  que servem de norteadores para todos os capítulos. Incentiva o consumo harmonioso e variado dos alimentos, desmitificando  o uso abusivo e midiático do consumo isolado de alguns nutrientes, enfatizando que “alimentação é muito mais do que o consumo de nutrientes”,  já que outros fatores como a combinação entre os alimentos, forma de preparo, aspectos culturais e sociais são essenciais para que de fato o ato de se alimentar promova saúde em toda sua plenitude.

Além disso, ressalta o perigo da substituição dos alimentos in natura (arroz, feijão, legumes e verduras) pelos  alimentos industrializados prontos para o consumo (processados e ultra processados), em geral ricos em sódio e calorias. Outra questão importante abordada é a sustentabilidade do sistema alimentar e as formas de impacto associadas à produção e sua  distribuição justa e integrada ao ambiente.  Na elaboração do Guia há a preocupação de se considerar todos os saberes, incluindo o meio acadêmico por meio dos resultados de pesquisas experimentais, clínicas e epidemiológicas as quais poderão dar suporte e fundamentar a orientação para alimentação saudável, incluindo o resgate das tradições populares tão importantes para ampliação dos nossos conhecimentos e auxiliar o indivíduo na autonomia das escolhas alimentares.

Para a pessoa com diabetes, o Guia se encaixa muito bem porque além de incentivar o consumo de alimentos in natura preparados em casa preferencialmente, recomenda o consumo de alimentos com regularidade, em ambiente apropriado e em companhia, justamente para que a pessoa possa comer devagar desfrutando os alimentos e o ambiente, de tal maneira que os alimentos não sejam o único foco desse momento agradável. Ao apresentar um Guia qualitativo sem especificar quantidades, o mesmo vem de encontro às recomendações do Departamento de Nutrição que preconiza a individualização do plano alimentar de acordo com as necessidades de cada indivíduo. Ademais, a preocupação com a informação técnica e segura para o “empoderamento” e a autonomia do indivíduo nos anima ainda mais a ser parceiros no desafio da melhoria da qualidade da alimentação do brasileiro, com vistas a promoção da saúde e o cuidado nas Doenças crônicas.

Leia o Guia Alimentar para a população Brasileira clicando aqui.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.diabetes.org.br/

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Guia alimentar interativo estimula Alimentação balanceada

O Guia Alimentar da População Brasileira do Ministério da Saúde é a base do projeto “Meu Dia Alimentar”, idealizado pelos estudantes Gabriela Bizari, de nutrição, na Faculdade de Saúde Pública (FSP), e Adriano Furtado, da área de design, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP.

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A ideia é traduzir as recomendações nutricionais do Guia Alimentar de forma mais clara para a população, em especial, para as crianças. Os alunos criaram um quebra-cabeça que ensina corretamente as porções e alimentos ideais para uma alimentação balanceada, permitindo que o próprio usuário faça suas escolhas saudáveis com os alimentos que fazem parte da sua rotina. Uma versão para telefones celulares deverá ser lançada até o final do ano.

Conheça o guia clicando aqui!

Obesidade, diabetes e outras doenças crônicas decorrentes da má alimentação são assuntos constantemente em pauta, pois preocupam uma fração considerável da sociedade. Muitos brasileiros acreditam que possuem bons hábitos alimentares mas, muitas vezes, não sabem corretamente as porções e alimentos ideais para uma correta alimentação. Para isso, o Ministério da Saúde está trabalhando no Guia Alimentar da População Brasileira (edição 2014) que orienta a população dos cuidados para manter uma dieta saudável.

O jogo é montado a partir de uma base guiada por cores e formas, na qual, cada peça representa um alimento e cada grupo alimentar refere-se a uma cor. As peças contém nome, ilustração do alimento e quantidade por porção. Por meio dos espaços coloridos do tabuleiro é indicado o número de porções de cada alimento a serem consumidas diariamente. Para uma alimentação balanceada, o usuário precisa preencher todos os espaços da base com seus respectivos grupos/cores e porções.

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Para testar o projeto, Gabriela visitou uma escola infantil em São Paulo e aplicou o jogo com 40 crianças, entre 7 a 10 anos, e os resultados foram muito positivos. “Cada aluno montou seu próprio quebra-cabeças e encaixou as peças com base em seus hábitos alimentares e o que acreditavam ser bom para saúde. Depois, com a ajuda das professoras, aprenderam informações básicas para uma alimentação saudável”, explica. “Um dos exemplos que percebemos na atividade foi que os alunos trocaram a manteiga pelo requeijão no café da manhã. Pois, como o requeijão é do grupo dos lácteos, eles poderiam utilizar a manteiga (grupo dos óleos) em outras refeições. Assim seria possível deixar a porção de óleo para temperar a salada com azeite no almoço”, completa.

Outro destaque que chamou a atenção da criançada foi a peça que representa a água, pois além de estar centralizada no tabuleiro e ser o único alimento com sua porção referenciada (dois litros por dia), foi considerada a “peça-chave”, já que é a única que não possui substituição no jogo. Os alunos entenderam como é importante beber água para se manter hidratado e prevenir várias doenças. Por meio do jogo, também perceberam a importância de comer frutas e legumes durante o dia, além de compreenderem que cada grupo alimentar precisa de apenas três porções por dia.

Ainda em fase de adaptações, Gabriela e Adriano estão desenvolvendo a versão digital do Meu Dia Alimentar, em parceria com a empresa State of Mind Apps. O aplicativo será gratuito para smartphones, destinado a pessoas de todas as idades,  e deverá ser lançado ainda no segundo semestre deste ano. Para transformar o “Meu Dia Alimentar” em uma ferramenta acessível a todos, os estudantes buscaram incentivos no site de financiamento coletivo Catarse. Durante 40 dias, as pessoas puderam fazer suas doações, podemos destacar entre elas, a Fundação José Luiz Setúbal – Hospital Infantil Sabará, Instituto Asas e Grupo Especializado em Nutrição e Transtornos Alimentares (GENTA).

Ao todo foram 196 apoiadores, 329 pedidos do jogo, os quais 167 serão destinados a instituições públicas de ensino e cerca de 22 mil reais doados. O dinheiro foi utilizado para produção de 2 mil unidades, feitas pela Toyster Brinquedos, empresa especialista em quebra-cabeças. O próximo passo é disponibilizar o jogo para a venda, principalmente para utilização nas escolas. Os alunos também irão realizar palestras sobre o tema e estão trabalhando com docentes da FSP para validar a ferramenta como instrumento de educação nutricional.

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Saúde Mental é o tema do Dia Internacional da Juventude, segundo a ONU

As Nações Unidas reúnem neste 12 de agosto um grupo de jovens e adolescentes de várias partes do mundo para marcar o Dia Internacional da Juventude.

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Este ano, o destaque é dado à saúde mental. O secretário-geral Ban Ki-moon, que participa das comemorações na sede da ONU em Nova York, lembrou que um dos estudos da casa indica que “pelo menos 20% de todos os jovens no mundo sofrem com problemas mentais todos os anos. Os riscos são ainda maiores durante a transição da infância para a vida adulta”, explica.

Para Ban, os maiores desafios são o isolamento, os estigmas e sofrimento dos jovens que experimentam qualquer tipo de desordem mental.

Moçambique

Dados das Nações Unidas revelam que o mundo tem atualmente 1,2 bilhão de pessoas entre 15 e 24 anos.

A juventude tem sido uma das prioridades da organização. Em 17 de janeiro de 2013, o secretário-geral deu posse ao primeiro enviado especial para a juventude, o jordaniano Ahmad Alhendawi. Pouco depois, em maio do mesmo ano, Ban partiu em viagem oficial a Moçambique, um país de língua portuguesa no sul da África. Ali, ao visitar uma escola da capital Maputo, ele foi surpreendido pela pergunta de uma jovem de 18 anos, que queria saber se “uma mulher também poderia ser secretária-geral da ONU e o que era preciso fazer para chegar lá”.

A menina foi notada. E não demorou muito para que Raquelina Langa, a aluna da 10ª classe da Escola Secundária Mateus Sansão Muthemba, recebesse um convite do próprio Ban para participar do Dia Internacional da Juventude, neste 12 de agosto, como convidada especial.

Falta de Investimentos

Horas após aterrissar em Nova York, às vésperas do evento, Raquelina Langa contou à Rádio ONU que “estava vivendo um sonho.” A jovem, que nunca havia entrado num avião, afirmou que apesar de “um friozinho na barriga e do longo voo de 16 horas” não sentiu medo. “Estou aqui para aprender com o secretário-geral e me informar mais sobre meu trabalho como ativista a favor dos direitos das mulheres.”

Além da convidada especial, Raquelina Langa, o evento conta também com outros adolescentes ativistas, que defendem o direito de jovens com desordens mentais a obterem serviços de saúde adequados.

Ao escrever sua mensagem sobre o Dia Internacional da Juventude este ano, Ban Ki-moon lembrou que as barreiras para jovens que vivem com uma desordem são ainda maiores em países, onde a doença é ignorada ou negligenciada por falta de investimentos em serviços de saúde mental.

Para as Nações Unidas, quando faltam políticas de desenvolvimento e programas de cuidados básicos, a tendência é os pacientes ficarem expostos à pobreza, violência e exclusão, o que acaba tendo um impacto negativo sobre a sociedade onde vivem.

O chefe da ONU citou como exemplos jovens sem-teto, órfãos e os que acabam envolvidos com delinquência juvenil.

Para Ban Ki-moon, a compreensão e a assistência apropriadas podem mudar o destino destes jovens fazendo com que eles venham a contribuir de forma valiosa para o futuro.

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Criança pode ter “pressão alta”

Chamada de “mal silencioso”, a hipertensão arterial – antes exclusividade entre adultos – pode fazer parte da rotina dos pequenos. Observada cada vez mais precocemente, sua incidência varia de 2% a 13% entre crianças e adolescentes. A explicação, na maior parte das vezes, está no estilo de vida contemporâneo, que reúne maus hábitos alimentares e sedentarismo, resultando em obesidade e problemas associados, entre os quais a pressão alta.

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“Nos últimos anos, chama a atenção o aumento da hipertensão entre as crianças, principalmente em idade escolar, por conta do estilo de vida inadequado, com muita gordura e sal na alimentação e pouca ou nenhuma atividade física”, afirma a dra. Tatiana Jardim Mussi Wilberg, cardiologista infantil do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).

A agenda atribulada também é apontada pelos especialistas como um dos motivos do aumento do distúrbio na infância e na adolescência. “Já percebemos casos de hipertensão por fatores psicológicos como ansiedade e estresse, bastante comum entre crianças com atividades extracurriculares em demasia e jovens que vão prestar vestibular”, avalia a cardiologista.

A medida correta

O ideal é que o pediatra comece a medir a pressão arterial, nas consultas de rotina, a partir dos 3 anos de idade. Mas o diagnóstico requer cautela. Assim como os adultos, os pequenos podem apresentar casos de hipertensão arterial transitória, conhecida como “síndrome do avental branco”, quando a pressão aumenta na presença do médico. Por isso, é recomendado comparar duas ou três medições em situações e horários diferentes.

“Se a mãe percebe que esse cuidado não faz parte da rotina do pediatra, tem de lhe pedir que faça a medição. Além de monitorar a pressão arterial do pequeno, o exame colabora para a detecção de doenças relacionadas à hipertensão”, alerta Gustavo Foronda, cardiologista infantil do Einstein.

Outro detalhe importante é o aparelho de medição: um modelo especial, diferente do utilizado nos adultos. “O equipamento precisa ter ajustes adequados para os braços e o melhor é aquele que faz as medições automaticamente”, explica Eduardo Mesquita de Oliveira, cardiologista do HIAE e responsável pelo Ambulatório de Cardiologia Infantil da Comunidade de Paraisópolis, mantido pela Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein. “A pressão arterial nas crianças é diferente de acordo com a idade, o peso e a altura. Existem tabelas que definem se o valor medido está dentro do padrão da normalidade”, explica o médico.

Genética e estilo de vida

Entre filhos de pais hipertensos é maior a probabilidade de desenvolver o problema no futuro. Nessas famílias, portanto, o acompanhamento dos níveis de pressão arterial da criança deve começar logo cedo. E mais: todos têm de adotar um novo estilo de vida que reuna alimentação saudável e atividade física. “Essa é a forma de garantir mais adesão das crianças e adolescentes”, explica a dra. Tatiana.

Nas crianças, os principais fatores de risco para elevar a pressão – além do histórico familiar – são o sedentarismo, a obesidade e a alimentação inadequada. Já entre os adolescentes, também contribuem hábitos como o tabagismo, a ingestão de álcool e de drogas, o uso de anticoncepcionais orais e de anabolizantes.

“A prevenção é fundamental e deve ser perseguida obstinadamente”, afirma o dr. Mesquita. “Uma criança ou adolescente hipertenso poderá ter lesões no que chamamos de órgãos-alvo: cérebro, coração e rins. Isso traz consequências seriíssimas, como o acidente vascular cerebral (AVC), a insuficiência cardíaca e, por exemplo, a necessidade de hemodiálise por perda das funções renais, no futuro. A ideia é ficar atento e, se houver hipertensão, manter sob controle desde cedo”, orienta o médico.

Exames laboratoriais simples – como a análise da urina e as dosagens sanguíneas de ureia, creatinina e potássio (para avaliar a função renal), além de glicose, colesterol e ácido úrico –, assim como eletrocardiograma, podem apontar as causas da hipertensão. Com os resultados, já se pode avaliar que tipo de tratamento deve ser realizado.

Mudança de hábitos: primeira fase do tratamento

Só a mudança no estilo de vida resolve 95% dos casos de hipertensão infantil idiopática, ou seja, sem causa determinada. Incluir atividade física no dia-a-dia e alimentos saudáveis, além de retirar o excesso de sal nas refeições, é o primeiro passo para manter a pressão arterial no nível adequado.

O dr. Foronda aconselha a substituição do videogame por outras atividades. “Os jogos promovem uma neuroestimulação que pode aumentar a carga de estresse e ainda colaboram para que crianças e adolescentes fiquem cada vez mais sedentários”, explica. Os melhores exercícios para essa fase, segundo o dr. Mesquita, são a caminhada, o ciclismo e a natação.

Os outros 5% dos casos estão relacionados às causas secundárias, que precisam de tratamentos mais específicos. Quanto mais jovem o paciente, maior a probabilidade de a hipertensão ser consequência de outros males, como estreitamento da aorta, inflamação dos rins ou tumores suprarrenais. Quando a mudança de hábito não resolve, é preciso partir para a medicação. Mas isso apenas nos casos de hipertensão genética e com variações de moderada a importante – que trazem mais riscos à saúde.

Os medicamentos utilizados por crianças e adolescentes são os mesmos dos adultos. No entanto, o médico tem de ficar atento às respostas do organismo e aos efeitos colaterais para acertar a dosagem. Por exemplo: betabloqueadores e inibidores de enzimas, dois tipos prescritos, podem trazer algumas ressalvas para o uso infanto-juvenil. Os betabloqueadores não são os mais indicados para os asmáticos, atletas ou jovens em idade reprodutiva, pois podem interferir na atividade sexual. Já os inibidores de enzimas não são aconselhados para as jovens em idade fértil, pois podem prejudicar o feto em caso de gravidez.

Em suma, no caso da hipertensão infantil, valem as máximas: prevenir é melhor do que remediar e boa alimentação começa no berço.

Conselhos para pais e filhos

  • Mantenha hábitos alimentares saudáveis
  • Diminua o consumo de sal
  • Deixe de ingerir gorduras saturadas
  • Faça atividade física regularmente
  • Não fume

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Tuberculose afeta um milhão de crianças por ano

Quase um milhão de menores de 15 anos desenvolvem tuberculose a cada ano no mundo, duas vezes mais do que se pensava até agora, segundo um estudo publicado pela revista médica britânica “The Lancet”, por ocasião do Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose.

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Cientistas americanos calculam que pelo menos 999.800 menores de idade são afetados a cada ano pela tuberculose.

Deles, 32 mil desenvolvem uma tuberculose multirresistente (TB-MR) aos medicamentos.

“Nossas estimativas são duas vezes maiores que as da da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2011 e três vezes a mais que o número de casos notificados entre crianças a cada ano”, disse Ted Cohen, um dos coautores do documento, professor na Harvard School of Public Health de Boston.

Segundo os dados mais recentes da OMS, 530 mil menores de idade contraíram tuberculose em 2012.

Esta é a primeira vez que os especialistas avaliam o número de casos de tuberculose multirresistente (TB-MR) em menores de 15 anos, que representam 25% da população mundial.

A TB-MR é uma forma de tuberculose provocada por um bacilo que resiste à Isoniaziada e à Rifampicina, os dois medicamentes mais eficazes para combater a doença pulmonar.

Segundo o estudo, a Ásia meridional e oriental é a região mais afetada pelo fenômeno, com 400 mil casos a cada ano, sendo 10 mil de TB-MR, à frente da África (280 mil casos anuais, sendo 4,7 mil de TB-MR).

Os cientistas destacam a necessidade de melhorar os métodos de diagnóstico nas crianças e, em particular, nos menores de cinco anos que correm mais riscos de desenvolver formas severas de tuberculose.

De acordo com a OMS, 450 mil pessoas desenvolveram TB-MR no mundo e 170 mil morreram em 2012, mas apenas 20% receberam tratamento adequado, o que favorece a propagação da doença.

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