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Dicas de Prevenção Contra Gripe H1N1

Vírus da Gripe

Higienização das mãos e vacina são fundamentais, mas cuidados com o sono e a alimentação também pesam na prevenção.

Em 2015, 141 brasileiros foram diagnosticados com o vírus H1N1, mas em 2016, em menos de três meses (até dia 22 de março), o estado de São Paulo sozinho já havia notificado 260 casos da doença. Ano passado, foram contabilizados 36 óbitos, mas somente este ano, 38 paulistas já morreram em função das complicações da doença.

É recomendável que as pessoas gripadas suspendam atividades de rotina como trabalho e estudos, afim de evitar a propagação do vírus em locais com aglomeração.

Praticar exercícios físicos, ter alimentação saudável e o sono regular também são importantes para a prevenção, pois contribuem para o fortalecimento da imunidade.

Médicos da Sociedade Brasileira de Infectologia listam os cinco principais passos para se proteger contra o contágio pelo vírus Influenza H1N1:

1º passo: Não deixe de se vacinar contra o vírus H1N1. A vacina é disponibilizada pelo SUS para os grupos com risco de maior complicação como o dos idosos, crianças de seis meses a 5 anos, gestantes, puérperas (que acabaram de dar à luz), portadores de doenças crônicas, funcionários do sistema prisional e da área da saúde. Para quem não está nos grupos de risco, é possível tomar a vacina na rede particular;

2º passo: Evite o contato com as pessoas com a gripe H1N1. Em ambientes fechados, procure deixar as janelas abertas para que haja circulação do ar;

3º passo: Lave muito bem as mãos com água e sabão (inclusive entre os dedos, nos pulsos e por dentro das unhas) e utilize álcool gel para uma higienização completa. Se não for possível, faça pelo menos um dos dois procedimentos;

4º passo: Se segurar em lugares públicos como maçanetas, corrimãos, apoios do metrô e dos ônibus, evite levar as mãos até os olhos, nariz e boca enquanto não puder fazer nova higienização;

5º passo: Evite estresse, ansiedade, má alimentação, dormir pouco e beber álcool. Isso enfraquece o sistema imunológico e deixa o organismo ainda mais exposto ao vírus.

Informações parciais da fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/noticias/20694-infectologistas-ensinam-os-5-passos-para-prevenir-gripe-h1n1

Alimentos que fortalecem a imunidade

Bacterias Pixabay

Mantenha sempre a imunidade em alta para que seu corpo esteja pronto para reagir, principalmente, devido à ocorrência antecipada de gripes e o aumento alarmante de casos da Gripe H1N1, conhecida como Gripe Suína. Informe-se também sobre a campanha de vacinação, em seu estado, que deverá ocorrer ainda este mês.

Ter um estilo de vida saudável associado a uma alimentação balanceada é primordial para o desempenho do sistema imunológico, que atua contra agentes agressores como os vírus e as bactérias, causadores de diversas doenças.

Mesmo as pessoas que têm fatores genéticos que aumentem as chances de determinadas doenças podem também se beneficiar da mudança dos hábitos alimentares. Confira os sete grupos de alimentos que aumentam a imunidade:

Grupo 1

Laranja, limão, goiaba, melão, mamão e morango são fontes alimentares da vitamina C, a qual tem a propriedade antioxidante, ou seja, evita a oxidação das células do sistema imunológico. Isto significa que ao impedir a morte das células do sistema imunológico, permite ao organismo estar mais preparado quando exposto aos agentes agressores.

Grupo 2

Carne bovina, amêndoas e nozes, são alimentos que possuem zinco, que age no funcionamento de diferentes enzimas, as quais atuam na resposta imune aumentando a capacidade das células de defesa no combate às bactérias. É recomendado ingerir o suplemento de zinco, para a redução do quadro de infecção em idosos.

Grupo 3

Alho age melhorando a função das células do sistema imunológico, logo tornando resfriados e gripes menos graves.

Grupo 4

Cogumelos podem estimular a ação dos linfócitos (células do sistema imune) no organismo, de forma a fortalecer o sistema imunológico.

Grupo 5

Iogurte é portador de bactérias, as quais agem sobre mediadores da resposta inflamatória no organismo, assim pode ajudar a combater doenças inflamatórias do intestino.

Grupo 6

Peixes, castanha do Pará, algas e caju possuem as gorduras ômega 3 e ômega 6 que melhoram a resposta imunológica quando associadas a uma alimentação balanceada.

Grupo 7

Cenoura, manga, goiaba, ou vegetais e frutas nas cores amarela, laranja e vermelha ativam o sistema imunológico.

Lembrando que estas dicas não substituem orientações médicas.

Informações parciais da fonte: http://www.blogdasaude.com.br/saude-fisica/2013/09/18/20-alimentos-para-fortalecer-a-imunidade/

H1N1: Sintomas e Prevenção

woman-Pixabay

Com o aumento súbito de casos de Gripe Suína, em 2016, conhecida como Gripe Influenza Tipo A, causada pelo vírus H1N1, vale a pena recordar algumas informações sobre esta doença que já havia assustado a gente em 2009 e 2010.

Os sintomas da gripe H1N1 são bem parecidos com os da gripe comum e a transmissão também ocorre da mesma forma. O problema da gripe H1N1 é que ela pode levar a complicações de saúde muito graves.

Este ano, a gripe H1N1 chegou mais cedo ao Brasil. Em março, o número de casos só no estado de São Paulo superou a quantidade de pessoas doentes em 2015 em todo o país. São 260 casos no Estado até o mês passado, contra 141 no Brasil no ano anterior.

Normalmente a gripe H1N1, assim como os outros tipos de gripe, são bem mais comuns no inverno, mas o surto desta vez começou no verão.

Sintomas de Gripe H1N1

Os sinais e sintomas da gripe H1N1 são muito parecidos com os da gripe comum, mas podem ser um pouco mais graves e costumam incluir algumas complicações:

  • Febre alta
  • Tosse
  • Dor de cabeça
  • Dores musculares
  • Falta de ar
  • Espirros
  • Dor na garganta
  • Fraqueza
  • Coriza
  • Congestão nasal
  • Náuseas e vômitos
  • Diarreia

As complicações decorrentes da gripe H1N1 são comuns em pessoas jovens, o que é bastante difícil de acontecer em casos de gripe comum.

A insuficiência respiratória é um sintoma frequente da gripe H1N1. Em casos graves, ela pode levar o paciente à morte.

Sintomas de gripe que não passam devem ser investigados por um especialista, especialmente se eles vierem acompanhados de sinais mais graves, como falta de ar.

Prevenção

A prevenção de gripe H1N1 segue as mesmas diretrizes da prevenção de qualquer tipo de gripe, só que o cuidado deve ser redobrado:

  • Evite manter contato muito próximo com uma pessoa que esteja infectada
  • Lave sempre as mãos com água e sabão e evite levá-las ao rosto e, principalmente, à boca
  • Leve sempre um frasco com álcool-gel para garantir que as mãos estejam sempre esterilizadas
  • Mantenha hábitos saudáveis. Alimente-se bem e coma bastante verduras e frutas.
  • Beba bastante água
  • Não compartilhe utensílios de uso pessoal, como toalhas, copos, talheres e travesseiros
  • Se achar necessário, utilize uma máscara para proteger-se de gotículas infectadas que possam estar no ar
  • Evite frequentar locais fechados ou com muitas pessoas
  • Verifique com um médico se há necessidade de tomar a vacina que já está disponível contra a gripe H1N1.

Vacinação

Devido ao aumento súbito de casos no início de 2016, a prefeitura de São José do Rio Preto está fazendo uma campanha de vacinação extra na cidade, usando o lote de vacinas de 2015, que contempla também H1N1. No entanto, é muito importante ressaltar que em 2016 uma nova vacina da gripe será lançada na campanha nacional de vacinação contra a gripe, e ela também contemplará a H1N1. Quem foi imunizado com as vacinas de 2015, deverá verificar a necessidade de se tomar a vacina de 2016.

A vacinação normalmente é oferecida na rede pública para pessoas dentro dos grupos de risco, ou seja:

  • Crianças entre 6 meses e 5 anos
  • Idosos acima de 60 anos
  • Gestantes
  • Portadores de doenças crônicas, como bronquite e asma.

Quem não se encaixa nesses grupos, mas quer se prevenir, deve buscar a vacina em clínicas particulares.

Informações parciais da fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/temas/gripe-h1n1

H1N1: Campanha de vacinação antecipada

Segundo o Ministério da Saúde, a campanha de vacinação contra influenza vai de 30/04 à 20/05.

Vacinação Flickr

Na rede pública, a vacinação contra influenza é destinada a alguns grupos prioritários:

  • crianças de 6 meses a 5 anos
  • gestantes
  • idosos
  • profissionais da saúde
  • povos indígenas
  • pessoas portadoras de doenças crônicas e outras doenças que comprometam a imunidade

A vacina da gripe é atualizada todos os anos para adequá-la aos vírus circulantes naquela estação e sua composição é definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Portanto, quem recebeu a vacina referente à 2015, deverá se vacinar novamente em 2016.

Em clínicas particulares, já está disponível a vacina trivalente contra influenza de 2016. Já a vacina tetravalente – que além de proteger contra o H1N1, o H3N2 e a Influenza B também protege contra uma segunda cepa da Influenza B – ainda está começando a ser distribuída.

As sociedades médicas recomendam a vacina para todas as pessoas a partir dos 6 meses de idade. E quanto mais cedo se vacinarem, melhor. Assim, quando o vírus circular com mais força, as pessoas já estarão imunizadas.

Informações parciais da fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/03/h1n1-vacinacao-na-rede-publica-comeca-em-30-de-abril.html

 

Quase 70% dos Mortos por Gripe Suína (H1N1) tinham Fatores de Risco

Cerca de 69% dos casos graves que evoluíram para óbito em São Paulo, causados pelo vírus Influenza A H1N1 ocorreram em pacientes que apresentavam alguma doença crônica ou fator de risco, como hipertensão, obesidade, tabagismo, cardiopatia, pneumopatia, doenças renais e gestantes. Os dados, referentes a 2012, são da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

“Estamos observando ainda a presença e a circulação do H1N1, como também do H3N2 e do vírus B. Mas os casos ocorrem em número menor do que em 2009, quando ocorreu a pandemia. Considerando a ocorrência dos casos de [vírus] Influenza em [doentes] crônicos e a gravidade, estamos, então, reforçando a orientação para eles se vacinarem”, disse a diretora de imunização da secretaria, Helena Sato.

Segundo levantamento do órgão, os casos graves confirmados para Influenza A H1N1 apresentaram queda de 38% em julho, em comparação com o mês anterior. Foram 61 casos graves da doença registrados no estado contra 98 em junho. Em 2012 foram registrados 212 casos de Influenza A H1N1, dos quais, 45 evoluíram para óbito.

Para os outros tipos de vírus da gripe, foram registrados no estado, em 2012, 102 casos graves do Influenza A H3N2 sazonal e três casos para Influenza B sazonal. Ao todo, 11 óbitos foram registrados em 2012 causados pelos dois vírus.

Vacinação – Desde o dia 16 de maio, início da campanha de imunização, os postos de saúde em São Paulo aplicaram 5,5 milhões de doses, 80,2% do total do público-alvo. As gestantes estão entre as que menos aderiram à campanha, com imunização de 77%. A vacina também é indicada para idosos com 60 anos ou mais, crianças a partir dos 6 meses e menores de 2 anos, indígenas e trabalhadores da saúde.

“A vacinação das grávidas melhorou um pouco em relação ao ano passado. A grávida, uma vez infectada pelo vírus da gripe, tem um maior risco de desenvolver complicações, como a pneumonia. Daí a importância de ser vacinada. Algumas não tomam a vacina por medo da reação. A vacina é muito bem tolerada. Não mais do que 10% das pessoas vacinadas podem apresentar alguma febre e esse tipo de reação não traz prejuízo ao bebê”, disse Sato.

A vacinação pode ser feita gratuitamente nos postos de saúde por pessoas com doenças crônicas e com fatores de risco, por crianças entre 6 meses e menor de 2 anos de idade, grávidas em qualquer período da gestação, pessoas com 60 anos ou mais e por trabalhadores da saúde.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.estadao.com.br/

Butantan quer duplicar vacinas contra a gripe suína

 
Nova direção da fundação utilizará produto para aumentar doses do medicamento para campanha de vacinação de 2010 Previsão da entidade é conseguir produzir cerca de 200 mil doses por dia com funcionamento de nova fábrica no ano que vemA Fundação Butantan quer tornar a vacina contra a gripe suína acessível ao maior número de grupos de risco possível na vacinação do próximo ano, já que ela não estará disponível para toda a população.

Esse é um dos planos da nova gestão, encabeçada pelo presidente José da Silva Guedes -ex-secretário estadual da Saúde (gestão Covas) -e o superintendente-geral Hernan Chaimovich -professor de bioquímica da USP.

Eles assumiram a fundação em outubro, um mês após o Ministério Público denunciar desvio de R$ 35 milhões na fundação, levando à renúncia do então presidente Isaías Raw -hoje no Conselho Científico.

FOLHA – A fundação tentará tornar a vacina disponível ao maior número de pessoas possível?

JOSÉ DA SILVA GUEDES – Nesse momento há uma sede por vacina H1N1 no mundo. E não há volume suficiente. Os Estados Unidos não vão vacinar a população toda. Eles estão vacinando crianças, profissionais da saúde etc. Se uma das nossas expectativas se verificar, temos chance de usar metade da dose para cada pessoa usando um produto (adjuvante) do Butantan. Então os 17 milhões seriam transformados em 34 milhões. Isso, para a estratégia do Ministério da Saúde, será importante.

FOLHA – A produção da vacina contra a gripe comum será afetada? HERNAN CHAIMOVICH – As 22 milhões de doses estão garantidas.

FOLHA – E a fábrica de vacinas contra a gripe construída no Butantan? O governo anunciou que ela começaria a produzir em anos anteriores, mas ainda está em certificação pela Sanofi Pasteur, que transferiu tecnologia. Houve até contestação da licitação na Justiça.

GUEDES – São esses os riscos que você corre quando faz coisas. Certamente o Isaías Raw ficou muito chateado quando a licitação foi anulada.

CHAIMOVICH – Uma fábrica de um produto desses, você aprende quando você constrói o prédio, os equipamentos e quando começa a produzir. Os técnicos da Sanofi estiveram aqui durante três semanas percorrendo o processo. Para mim, gestor, foi extremamente satisfatório constatar a qualidade do pessoal que foi treinado. A certificação de uma vacina viral é algo que se tem que olhar desde a qualidade do ovo que se usa para inocular o vírus até a limpeza do chão. Você testa o processo de produção, observa o treinamento, como se desfaz de sobras. Nós passamos por isso.

FOLHA – A produção da vacina contra a gripe suína, que será nessa fábrica, pode atrasar?

CHAIMOVICH – Não. Será tudo nos prazos solicitados pelo Ministério da Saúde.

GUEDES – A ideia é durante 2010 estarmos no processo de produção, inoculando nossos ovos. A previsão é trabalhar com 200 mil doses por dia.

FOLHA – Como vê a denúncia de desvio de R$ 35 milhões?

GUEDES – Houve um acidente de percurso e há uma investigação. Isso é objeto do promotor Airton Grazzioli e sua equipe.

FOLHA – O Ministério Público considerou a gestão anterior “caseira”?

GUEDES – Essa é uma informação que eu recebo da Curadoria de Fundações. A nossa ideia é, daqui para a frente, colaborar para que a estrutura de trabalho dessa fundação seja mais atualizada e mais competente. Há uma substância que espero que o ministério dê ênfase na utilização que é o surfactante, um produto que ajuda o recém-nascido prematuro a abrir os alvéolos pulmonares. Isso diminui a mortalidade infantil.

Folha de São Paulo(08/11/2009)

EUA vivem corrida por vacina

Com doses contra gripe A em falta, mulheres inventam gravidez para passar na frente e outros furam fila

Maior economia do mundo e por muitos anos símbolo de organização, os Estados Unidos vivem cenas de países subdesenvolvidos na vacinação de seus habitantes contra o vírus da gripe A. Falta de vacinas, mulheres inventam gravidez para passar na frente, outros furam filas e bancos de investimentos conseguem doses para seus funcionários com mais facilidade do que hospitais. Para completar, redes de TV conservadoras exibem reportagens alarmistas de pessoas que morreram ou adquiriram doenças pouco comuns após serem vacinadas.

O problema começou com o governo dos Estados Unidos prometendo prover mais vacinas do que as indústrias farmacêuticas eram capazes de fabricar. No fim, conseguiu distribuir um quinto do previsto, suficiente para um décimo da população americana. Temendo ficar sem vacina, muitas pessoas formaram longas filas diante de postos de vacinação.

A prioridade do governo é vacinar todas as crianças e adolescentes de 6 meses a 19 anos. Adultos com mais de 50 anos, pessoas de qualquer idade com problemas de saúde, mulheres grávidas, médicos e enfermeiros também devem ser imunizados contra o vírus.

Quem não se encaixa nesse perfil e quer receber a vacina precisa recorrer muitas vezes a trapaças. Para uma mulher, basta dizer que está grávida. Por maior que seja a suspeita das autoridades de saúde, elas não tem o direito de questionar os pacientes. O mesmo vale para homens que argumentam ser diabéticos, conforme relatam órgãos de imprensa. Além disso, devido ao frio em muitas partes dos EUA, pessoas aproveitaram para guardar lugares na fila durante a noite para vender a vaga no dia seguinte.

Em bancos de Wall Street, que já são vistos com contrariedade por muitos americanos depois da crise financeira do ano passado, muitos adultos saudáveis conseguiram ser vacinados. O Goldman Sachs, Citibank e JP Morgan imunizaram parte de seus funcionários contra a gripe suína, temendo que as salas fechadas de seus escritório servisse para contaminação do vírus. A história foi divulgada inicialmente pela revista Business Week.

“O Citibank recebeu 1,2 mil doses e o Goldman, 200”, disse Jessica Scaperotti, secretária de imprensa do Departamento de Saúde, em reportagem da revista, acrescentando que as vacinas foram concedidas pelo próprio governo. A informação repercutiu nos outros órgãos de imprensa, provocando revolta entre moradores da cidade. Alguns hospitais públicos tiveram acesso a menos doses do que o banco de investimentos, segundo a rede de TV NBC.

Na blogosfera, imediatamente surgiram ataques às autoridades e aos bancos de investimentos pelo privilégio. As instituições argumentam que não infringiram as regras para conseguir as doses. O Goldman destacou que conseguiu menos de 10% do total de vacinas que pediu para o governo.

CÃES E GATOS

Donos de animais de estimação também passaram a temer que eles contraíssem a gripe suína e passaram a tentar vaciná-los, após uma história de um gato que ficou doente. Médicos e veterinários dizem não haver riscos. O problema é que e-mails e postagens no Twitter e no Facebook continuam repercutindo a história.

Outros relatos dão conta de efeitos colaterais da vacinação. Segundo reportagem da Fox News, uma universitária só conseguiu andar para trás depois de tomar a vacina. Não há comprovação da veracidade da história nem informações de que o problema tenha sido causado realmente pela vacina.

O Estado de São Paulo(09/11/2009)
 
 
 

Gripe Suína – estimativa de 16% de absentismo

Experience to date has demonstrated the role of schools in amplifying transmission of the pandemic virus, both within schools and into the wider community. While outbreaks in schools are clearly an important dimension of the current pandemic, no single measure can stop or limit transmission in schools, which provide multiple opportunities for spread of the virus.

WHO recommends the use of a range of measures that can be adapted to the local epidemiological situation, available resources, and the social role played by many schools. National and local authorities are in the best position to make decisions about these measures and how they should be adapted and implemented.

WHO continues to recommend that students, teachers, and other staff who feel unwell should stay home. Plans should be in place, and space made available, to isolate students and staff who become ill while at school.

Schools should promote hand hygiene and respiratory etiquette and be stocked with appropriate supplies. Proper cleaning and ventilation and measures to reduce crowding are also advised.

School closures and class suspensions

Decisions about if and when schools should be closed during the pandemic are complex and highly context-specific. WHO cannot provide specific recommendations for or against school closure that are applicable to all settings. However, some general guidance comes from recent experience in several countries in both the northern and southern hemispheres, mathematical modelling, and experience during seasonal epidemics of influenza.

School closure can operate as a proactive measure, aimed at reducing transmission in the school and spread into the wider community. School closure can also be a reactive measure, when schools close or classes are suspended because high levels of absenteeism among students and staff make it impractical to continue classes.

The main health benefit of proactive school closure comes from slowing down the spread of an outbreak within a given area and thus flattening the peak of infections. This benefit becomes especially important when the number of people requiring medical care at the peak of the pandemic threatens to saturate or overwhelm health care capacity. By slowing the speed of spread, school closure can also buy some time as countries intensify preparedness measures or build up supplies of vaccines, antiviral drugs, and other interventions.

The timing of school closure is critically important. Modelling studies suggest that school closure has its greatest benefits when schools are closed very early in an outbreak, ideally before 1% of the population falls ill. Under ideal conditions, school closure can reduce the demand for health care by an estimated 30–50% at the peak of the pandemic. However, if schools close too late in the course of a community-wide outbreak, the resulting reduction in transmission is likely to be very limited.

Policies for school closure need to include measures that limit contact among students when not in school. If students congregate in a setting other than a school, they will continue to spread the virus, and the benefits of school closure will be greatly reduced, if not negated.

Economic and social costs

When making decisions, health officials and school authorities need to be aware of economic and social costs that can be disproportionately high when viewed against these potential benefits.

The main economic cost arises from absenteeism of working parents or guardians who have to stay home to take care of their children. Studies estimate that school closures can lead to the absence of 16% of the workforce, in addition to normal levels of absenteeism and absenteeism due to illness. Such estimates will, however, vary considerably across countries depending on several factors, including the structure of the workforce.

Paradoxically, while school closure can reduce the peak demand on health care systems, it can also disrupt the provision of essential health care, as many doctors and nurses are parents of school-age children.

Decisions also need to consider social welfare issues. Children’s health and well-being can be compromised if highly beneficial school-based social programmes, such as the provision of meals, are interrupted or if young children are left at home without supervision.

http://www.who.int/csr/disease/swineflu/notes/h1n1_school_measures_20090911/en/index.html

A(H1N1) 2009 influenza virus from humans to birds

On 21st August Chile, South America, reported to the World Organisation for Animal Health (OIE)(1) the first infection with the pandemic A(H1N1) 2009 influenza virus in birds. The pandemic virus was detected in turkeys in two farms near the seaport of Valparaiso. The detection followed a decrease in both the laying rate and the egg shell quality in the flocks without noticeable mortality. Some birds had been in contact with persons with respiratory disease. On 29th August Chile’s health ministry confirmed that the strain of H1N1 2009 influenza pandemic found in these farms was the same as that currently circulating in humans in the Southern hemisphere.

As of end of August 2009 there has been extensive human to human transmission of pandemic A(H1N1) 2009 influenza in Chile which makes transmission from man to bird the most likely scenario.

http://ecdc.europa.eu/en/activities/sciadvice/Lists/ECDC%20Reviews/ECDC_DispForm.aspx?List=512ff74f%2D77d4%2D4ad8%2Db6d6%2Dbf0f23083f30&ID=645

Gripe Suína(alto risco): Gravidez, Diabetes, Asma e doenças renais

About 70 percent of people who have been hospitalized with this novel H1N1 virus have had one or more medical conditions previously recognized as placing people at “high risk” of serious seasonal flu-related complications.

aviso de alerta

This includes: pregnancy, diabetes, heart disease, asthma and kidney disease.

http://www.cdc.gov/h1n1flu/qa.htm


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