Arquivo de 8 de junho de 2017

Alterações no Calendário de Vacinação 2017

Você sabia que houve alterações no Calendário Nacional de Vacinação? Segundo a Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações, essas mudanças permitem aumentar a proteção às doenças imunopreveníveis, conforme os grupos definidos e elevar as coberturas vacinais, reduzindo a população suscetível a essas doenças.

São 19 vacinas oferecidas gratuitamente através do Sistema Único de Saúde (SUS), recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Veja abaixo o Calendário Nacional de Vacinação – atualizado.

Calendario-de-Vacinacao-2017-com-alteracao-da-dose-unica-FA

Fonte da tabela: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/leia-mais-o-ministerio/197-secretaria-svs/13600-calendario-nacional-de-vacinacao

Explicando as novas recomendações:

Hepatite A

  • Como era antes: Uma única dose da vacina ofertada para crianças com até dois anos.
  • Como é agora: É recomendado a criança receber uma dose aos 15 meses de idade. Para aquelas que perderam a oportunidade de se vacinar, terão a chance de receber essa vacina até os cinco anos incompletos.

Varicela

  • Como era antes: Uma dose entre 15 meses e dois anos de idade incompletos.
  • Como é agora: Uma dose entre 15 meses de idade. Para aquelas que perderam a oportunidade de se vacinar, terão a chance de receber essa vacina até os cinco anos incompletos. É importante reforçar que a vacina tetra viral só pode ser tomada por crianças que comprovam ter recebido a primeira dose de tríplice viral.

Esquema vacinal:

1ª dose de tríplice viral;

2ª dose tetra viral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela) ou tríplice viral ((sarampo, rubéola, caxumba) + varicela

HPV

  • Como era antes: Vacina era ofertada apenas para meninas entre 9 a 13 anos, e mulheres com HIV entre 9 e 26 anos.
  • Como é agora: Além das meninas e mulheres, a vacina também passa a ser ofertada para meninos entre 12 e 13 anos, homens vivendo com HIV entre os 9 e 26 anos de idade, e imunodeprimidos (transplantados de órgãos sólidos, de medula óssea ou pacientes oncológicos)  e meninas até 14 anos. Até 2020, idade de vacinação será ampliada progressivamente até englobar crianças e adolescentes entre os 9 e 13 anos.

Meningocócica C

  • Como era antes: Duas doses da vacina eram administradas para crianças entre 3 e 5 meses, com um reforço para crianças entre os 15 meses e 2 anos incompletos.
  • Como é agora: Duas doses da vacina serão administradas para crianças entre 3 e 5 meses, com um reforço para crianças até 5 anos incompletos. Também há mais uma dose para adolescentes entre 12 e 13 anos de idade. Até 2020, a idade será ampliada progressivamente até englobar crianças e adolescentes entre os 9 e 13 anos.

Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola)

  • Como era antes: Adultos recebiam a segunda dose até os 19 anos, ou uma dose única entre 20 e 49 anos de idade.
  • Como é agora: A segunda dose passa a valer até os 29 anos de idade, e a dose única da vacina fica disponível para adultos entre 30 e 49 anos.

dTpa Adulto (acelular)

  • Como era antes: A vacina que protege contra a difteria, tétano e coqueluche era recomendada para gestantes a partir da 27ª até a 36ª semana de gestação.
  • Como é agora: A vacina pode ser tomada a partir da 20ª semana de gestação. É importante lembrar que tomando a vacina durante a gravidez, a mãe transfere os anticorpos para o feto, evitando que ele contraia a coqueluche. As mulheres que perderam a oportunidade de receber a vacina durante a gravidez podem recebê-la durante o puerpério (até 45 dias após o parto).

Com essas alterações, a expectativa é aumentar a vacinação na infância, protegendo contra doenças, além de aumentar a imunidade dos adolescentes e reduzir a ocorrência das doenças imunopreveníveis.

Em relação aos adultos, espera-se contribuir para a redução da incidência da caxumba em adultos jovens, manter eliminada a rubéola e o sarampo no país, aumentar a oportunidade de vacinação durante a gestação e proporcionar proteção para os bebês contra a coqueluche, pois os anticorpos são transferidos da mãe para o feto.

Este post visa facilitar o acesso às informações. Siga sempre as orientações médicas.

Informações parciais da fonte: http://www.blog.saude.gov.br/index.php/promocao-da-saude/52392-veja-o-que-muda-no-calendario-de-vacinacao-em-2017


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