Archive for the 'Clippings' Category



Nova lei das OS´s

“É uma iniciativa muito boa na área da saúde e essa nova lei será um grande benefício, ao contrário do que o PT, sindicalistas, andam dizendo”. São com essas palavras que o governador do Estado de São Paulo e autor do Projeto de Lei Complementar 62/2008, que altera a legislação de Organizações Sociais de Saúde do Estado, José Serra, avalia a aprovação do projeto. “O PT quer no plano nacional fazer justamente o que estamos fazendo, mas a diferença é que nós sabemos fazer e fazemos acontecer”, completa Serra.

Engrossando o coro contra a medida estão as operadoras de saúde que já mostraram insatisfação com a nova lei. Serra explica que, em São Paulo, 40% da população tem plano de saúde e, por isso, nada mais justo que as operadoras paguem pelas consultas de seus conveniados realizadas pelo SUS. “Nós vamos aumentar os recursos com relação às pessoas que já são atendidas. Quem tem plano de saúde não vai deixar de ser atendido pelo SUS, mas as operadoras terão de pagar, sim, por este atendimento, de acordo com a nova lei, porque senão nós estaremos subsidiando o plano de saúde”, ressalta. “As operadoras irão reclamar, mas é justo que seja assim”.

O governador avalia que as pessoas que são contra as organizações sociais são, consequentemente, contra o atendimento bom da população. “Não acredito que essa lei vá prejudicar ninguém, nem mesmo os órgãos públicos. É tudo trololó político”, argumenta.

O projeto teve 55 votos favoráveis e 17 contrários e vai permitir que o governo trabalhe com organizações parceiras em unidades já existentes, assim como já é feito em unidades novas. “Na capital paulista já tem muitas unidades sendo administradas por Oss”, afirma o governador.

O Centro de Reabilitação Lucy Montoro, inaugurado hoje (3), é um exemplo de unidade de saúde administrada por uma organização social. Sob gestão da Fundação da Faculdade de Medicina de São Paulo, o centro será operado pela OSS por meio da legislação já existente. “Ser administrado por uma organização social é muito mais eficiente, pois aumenta o volume de atendimento e reduz o custo. Em geral, nos hospitais administrados por OSS o custo é 10% menor e o atendimento é 25% maior, em média. Além de ser gratuito, universal e de muito boa qualidade que é o que a população deseja”, conclui.

Por Thaia Duó
03/09/2009

2009 H1N1 Influenza Vaccine and Pregnant Women

General Public

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Q: Why does CDC recommend that pregnant women receive the 2009 H1N1 influenza vaccine?

A.  It is important for a pregnant woman to receive the 2009 H1N1 influenza vaccine as well as a seasonal influenza vaccine. A pregnant woman who gets any type of flu is at risk for serious complications and hospitalization.  Pregnant women who are otherwise healthy have been severely impacted by the 2009 H1N1 influenza virus (formerly called “novel H1N1 flu” or “swine flu”). In comparison to the general population, a greater proportion of pregnant women infected with the 2009 H1N1 influenza virus have been hospitalized.  In addition, severe illness and death has occurred in pregnant women. Six percent of confirmed fatal 2009 H1N1 flu cases thus far have been in pregnant women while only about 1% of the general population is pregnant. While hand washing, staying away from ill people, and other steps can help to protect pregnant women from influenza, vaccination is the single best way to protect against the flu.

 

Q: Is there a particular kind of flu vaccine that pregnant women should get?  Are there flu vaccines that pregnant women should not get? 

A.  There are two type of flu vaccine.  Pregnant women should get the “flu shot”— an inactivated vaccine (containing fragments of killed influenza virus) that is given with a needle, usually in the arm. The flu shot is approved for use in pregnant women.

2009 H1N1 Influenza Vaccine and Pregnant Women

http://www.cdc.gov/H1N1flu/vaccination/pregnant_qa.htm

A(H1N1) 2009 influenza virus from humans to birds

On 21st August Chile, South America, reported to the World Organisation for Animal Health (OIE)(1) the first infection with the pandemic A(H1N1) 2009 influenza virus in birds. The pandemic virus was detected in turkeys in two farms near the seaport of Valparaiso. The detection followed a decrease in both the laying rate and the egg shell quality in the flocks without noticeable mortality. Some birds had been in contact with persons with respiratory disease. On 29th August Chile’s health ministry confirmed that the strain of H1N1 2009 influenza pandemic found in these farms was the same as that currently circulating in humans in the Southern hemisphere.

As of end of August 2009 there has been extensive human to human transmission of pandemic A(H1N1) 2009 influenza in Chile which makes transmission from man to bird the most likely scenario.

http://ecdc.europa.eu/en/activities/sciadvice/Lists/ECDC%20Reviews/ECDC_DispForm.aspx?List=512ff74f%2D77d4%2D4ad8%2Db6d6%2Dbf0f23083f30&ID=645

Já ouviu falar do movimento “Slow Food”?

O vídeo acima fala sobre o “Slow Food”, movimento de origem italiana que defende uma nova relação do homem com o alimento. Na contramão do fast food e da correria da vida moderna, a proposta desse movimento é uma alimentação mais consciente, com mais prazer.

Vídeo: Globo.com

O que um bom banho faz por você


Fonte: Revista Viva é Saúde

Orgulho e Arrogância – Erro dos líderes…..

Em seu novo livro O Código da Liderança Dave Ulrich – um dos maiores especialistas em gestão de pessoas do mundo – acredita que o perfil de líder que será bem sucedido no cada vez mais veloz ambiente corporativo é:  Ouvir idéias diferentes, abrir espaço para os mais diferentes pontos de vista e se cercar de pessoas que pensam de forma diversa.

 

Dave também destaca em entrevista cedida a VOCÊ S/A que os maiores erros que os líderes cometem hoje em dia é o de se tornarem orgulhosos e arrogantes, quando deveriam ser humildes e abertos para aprender.

Chefes Toxicos – Não deixe a Pandemia aumentar…..

 

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“O que fazer com um chefe tóxico? “
  Quase todo mundo já ouviu falar ou trabalhou com um chefe tóxico, aquele que não tem capacidade de liderar nem inspirar pessoas. Em entrevista à revista Você S/A, Marco Tulio Zanini, professor da Fundação Dom Cabral, define o chefe tóxico como quem não sabe o limite entre a pressão e o desrespeito.Além de nocivo ao funcionário, esse tipo de chefia também pode prejudicar a empresa. Muitas vezes, devido à política organizacional ou má administração, o comportamento deles não é percebido e eles acabam disseminando seu veneno por onde passam, causando descontentamento, desmotivação e até mesmo perda de talentos na própria equipe, pois acabam sufocando e anulando o que seus funcionários têm de melhor.Lidar com esse modelo de gestão é uma tarefa extremamente delicada; o funcionário pode tentar falar com o RH da empresa ou dar um feedback diretamente ao chefe, porém, muitas vezes, a única solução é o pedido de demissão

 

http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/como-lidar-chefes-toxicos-484904.shtml

Gripe Suína(alto risco): Gravidez, Diabetes, Asma e doenças renais

About 70 percent of people who have been hospitalized with this novel H1N1 virus have had one or more medical conditions previously recognized as placing people at “high risk” of serious seasonal flu-related complications.

aviso de alerta

This includes: pregnancy, diabetes, heart disease, asthma and kidney disease.

http://www.cdc.gov/h1n1flu/qa.htm

A Síndrome do Cansaço Crônico pode atingir os seus colaboradores – PARTE III

BURNOUT

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Esgotamento Total

Com esforço e perseverança tudo se alcança, reza a lenda. Mas cuidado: o excesso de trabalho e o stress prolongado podem causar a síndrome de burnout, provocando dores, irritação e depressão

por Ulrich Kraft

Quando pôs a mão no diploma de administração, há nove anos, Lauro N. era um exemplo de jovem com “alto potencial.” Tinha 28 anos, nenhum vínculo, mostrava-se ávido para aprender e, graças à excepcional qualificação, predestinado a ter uma carreira esplêndida.

Lauro de fato fez valer todo seu potencial. Começou como consultor organizacional e logo chegou a uma posição de comando. Carro da empresa, bom salário, responsabilidade. Porém, em troca do sucesso profissional, teve de se sujeitar a certas rotinas. Freqüentes viagens, muitas noites em hotéis, 60 a 80 horas de jornada semanal e compromissos nos fins de semana – durante anos. “De vez em quando, eu sentia quanto era puxado, mas, por muito tempo, toda aquela exigência, o trabalho sob pressão e os níveis de excelência que eu mesmo me impunha me davam enorme prazer, um verdadeiro barato”, conta.

Um “barato” que terminou no hospital. Um dia, Lauro despencou. Sentiu fortes dores de cabeça, tontura e taquicardia. No diagnóstico, a surpresa: síndrome do esgotamento profissional. O consultor tinha adoecido em virtude dos anos de sobrecarga no trabalho.

Variados Sintomas

Também chamada síndrome de burnout, a enfermidade deve o nome ao verbo inglês “to burn out” – queimar por completo, consumir-se – e ao psicanalista nova-iorquino Herbert J. Freudenberger, que a nomeou no início dos anos 70. Ele constatou em si mesmo que sua atividade profissional, que tanto prazer lhe dera no passado, só o deixava cansado e frustrado. Também notou em muitos de seus colegas, antes apaixonados por seu ofício, a estranha mutação que os transformava em cínicos depressivos, capazes de tratar os próprios pacientes com crescente insensibilidade e desinteresse.

Ao voltar sua atenção para outras profissões, deparava sempre com os mesmos problemas: oscilações de humor, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, muitas vezes combinados com sintomas físicos, como dor de cabeça ou problemas digestivos. Além de dar nome à sua descoberta, Freudenberger definiu o burnout como “um estado de esgotamento físico e mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional”.

Veja mais em http://www.pqv.unifesp.br/esgotamento.htm

2009H1N1 virus probably will predominate in the coming flu season

Studies in Animals Suggest 2009 H1N1 Virus May Have Biological Advantage Over Seasonal Influenza Viruses

gota vermelha

Preliminary findings in ferrets suggest that the novel 2009 H1N1 influenza virus may outcompete human seasonal influenza viruses, researchers say. Tests in animals showed that levels of the 2009 H1N1 virus rose more quickly than levels of the seasonal virus strains, and the new virus caused more severe disease. In line with previous findings by other research groups, the University of Maryland researchers also observed that the novel H1N1 virus was transmitted more easily from infected to uninfected ferrets than either of the two seasonal influenza viruses.

The researchers found no evidence that the 2009 H1N1 virus combined with either of two seasonal flu viruses to form new, so-called reassortant viruses. These findings suggest that while 2009 H1N1 virus probably will predominate in the coming flu season, there may not be biological pressure for the new virus to re-combine with other circulating viruses, the researchers say.

http://www.nih.gov/news/health/aug2009/niaid-31.htm


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