Posts Tagged 'Influenza A (H1N1)'

H1N1: Sintomas e Prevenção

woman-Pixabay

Com o aumento súbito de casos de Gripe Suína, em 2016, conhecida como Gripe Influenza Tipo A, causada pelo vírus H1N1, vale a pena recordar algumas informações sobre esta doença que já havia assustado a gente em 2009 e 2010.

Os sintomas da gripe H1N1 são bem parecidos com os da gripe comum e a transmissão também ocorre da mesma forma. O problema da gripe H1N1 é que ela pode levar a complicações de saúde muito graves.

Este ano, a gripe H1N1 chegou mais cedo ao Brasil. Em março, o número de casos só no estado de São Paulo superou a quantidade de pessoas doentes em 2015 em todo o país. São 260 casos no Estado até o mês passado, contra 141 no Brasil no ano anterior.

Normalmente a gripe H1N1, assim como os outros tipos de gripe, são bem mais comuns no inverno, mas o surto desta vez começou no verão.

Sintomas de Gripe H1N1

Os sinais e sintomas da gripe H1N1 são muito parecidos com os da gripe comum, mas podem ser um pouco mais graves e costumam incluir algumas complicações:

  • Febre alta
  • Tosse
  • Dor de cabeça
  • Dores musculares
  • Falta de ar
  • Espirros
  • Dor na garganta
  • Fraqueza
  • Coriza
  • Congestão nasal
  • Náuseas e vômitos
  • Diarreia

As complicações decorrentes da gripe H1N1 são comuns em pessoas jovens, o que é bastante difícil de acontecer em casos de gripe comum.

A insuficiência respiratória é um sintoma frequente da gripe H1N1. Em casos graves, ela pode levar o paciente à morte.

Sintomas de gripe que não passam devem ser investigados por um especialista, especialmente se eles vierem acompanhados de sinais mais graves, como falta de ar.

Prevenção

A prevenção de gripe H1N1 segue as mesmas diretrizes da prevenção de qualquer tipo de gripe, só que o cuidado deve ser redobrado:

  • Evite manter contato muito próximo com uma pessoa que esteja infectada
  • Lave sempre as mãos com água e sabão e evite levá-las ao rosto e, principalmente, à boca
  • Leve sempre um frasco com álcool-gel para garantir que as mãos estejam sempre esterilizadas
  • Mantenha hábitos saudáveis. Alimente-se bem e coma bastante verduras e frutas.
  • Beba bastante água
  • Não compartilhe utensílios de uso pessoal, como toalhas, copos, talheres e travesseiros
  • Se achar necessário, utilize uma máscara para proteger-se de gotículas infectadas que possam estar no ar
  • Evite frequentar locais fechados ou com muitas pessoas
  • Verifique com um médico se há necessidade de tomar a vacina que já está disponível contra a gripe H1N1.

Vacinação

Devido ao aumento súbito de casos no início de 2016, a prefeitura de São José do Rio Preto está fazendo uma campanha de vacinação extra na cidade, usando o lote de vacinas de 2015, que contempla também H1N1. No entanto, é muito importante ressaltar que em 2016 uma nova vacina da gripe será lançada na campanha nacional de vacinação contra a gripe, e ela também contemplará a H1N1. Quem foi imunizado com as vacinas de 2015, deverá verificar a necessidade de se tomar a vacina de 2016.

A vacinação normalmente é oferecida na rede pública para pessoas dentro dos grupos de risco, ou seja:

  • Crianças entre 6 meses e 5 anos
  • Idosos acima de 60 anos
  • Gestantes
  • Portadores de doenças crônicas, como bronquite e asma.

Quem não se encaixa nesses grupos, mas quer se prevenir, deve buscar a vacina em clínicas particulares.

Informações parciais da fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/temas/gripe-h1n1

Vacinação H1N1 – 2010

H1N1 Vacinação 2010

2009H1N1 virus probably will predominate in the coming flu season

Studies in Animals Suggest 2009 H1N1 Virus May Have Biological Advantage Over Seasonal Influenza Viruses

gota vermelha

Preliminary findings in ferrets suggest that the novel 2009 H1N1 influenza virus may outcompete human seasonal influenza viruses, researchers say. Tests in animals showed that levels of the 2009 H1N1 virus rose more quickly than levels of the seasonal virus strains, and the new virus caused more severe disease. In line with previous findings by other research groups, the University of Maryland researchers also observed that the novel H1N1 virus was transmitted more easily from infected to uninfected ferrets than either of the two seasonal influenza viruses.

The researchers found no evidence that the 2009 H1N1 virus combined with either of two seasonal flu viruses to form new, so-called reassortant viruses. These findings suggest that while 2009 H1N1 virus probably will predominate in the coming flu season, there may not be biological pressure for the new virus to re-combine with other circulating viruses, the researchers say.

http://www.nih.gov/news/health/aug2009/niaid-31.htm

Brasil é Campeão….. em mortes pela Gripe Suína…

RICARDO WESTIN
da Folha de S.Paulo

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Novos números sobre a gripe suína –gripe A (H1N1)– confirmam a tendência de enfraquecimento da epidemia no Brasil. O país, porém, acaba de superar os Estados Unidos em número de mortes, com 557 mortes confirmadas pelo Ministério da Saúde.

Gripe A: alta dos custos requer ações de prevenção

grafico

por Ana Caselatto (Financial Web)

Segundo CFO da Unimed Paulistana, é preciso gerenciar doença e efeitos dela nos custos médicos, mas pode haver reajuste nos planos

Com a Gripe A (H1N1) – popularmente conhecida por gripe suína – deve haver pico nos índices de sinistralidade entre as instituições prestadoras de serviços médicos. O alerta foi feito durante o Avant Première, realizado na última semana na sede da IT Mídia, pelo diretor financeiro da Unimed Paulistana, José Roberto Gallo.

A exemplo desta previsão, o Bradesco anunciou no último dia 5 um crescimento de 83,6% para 86% na sinistralidade do ramo de seguro saúde do primeiro semestre, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Gallo aponta que fenômenos como este se devem, principalmente, a maior procura pelos atendimentos em hospitais e prontos-socorros. 

“É preciso adotar uma série de medidas para administrar não só a doença, mas também os custos que ela vai levar para o sistema de planos de saúde”, explicou o CFO, ao esclarecer que a empresa já adotou uma série de precauções elencadas pelo ministério da Saúde.

Segundo ele, o principal objetivo é evitar o contágio dentro das unidades com atendimento mais rápido e efetivo, além da atenção redobrada aos pacientes mais sensíveis à doença, como gestantes, idosos e crianças. “Se soubermos administrar a situação de forma adequada, selecionando esses pacientes já na entrada, ela não nos afetará de forma prolongada”, afirmou.

Acrescido deste fator, Gallo apontou que deve haver, no curto prazo, elevação nos custos assistenciais para o atendimento especializado. Ele reforça dizendo que os planos de saúde podem sofrer algum reajuste, a ser analisado pela Associação Nacional da Saúde (ANS) no momento mais apropriado para ocorrerem tais negociações.

Para que isso ocorra, as empresas precisarão mostrar levantamentos que comprovem que os resultados dos negócios foram afetados pelo crescimento da sinistralidade. “O plano de saúde nada mais é do que um seguro que você paga pelo atendimento. Havendo este aumento, o custo deve ser arcado pelos nossos usuários”, enfatizou Gallo.

Estudandes argentinos recebem manual de prevenção da H1N1

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Não tocar olhos, boca e nariz são algumas das recomendações.

Alunos de 21 das 24 províncias da Argentina, incluindo a capital federal, retornaram às escolas. O governo argentino antecipou as férias escolares para o dia 06 de julho para tentar conter a propagação do vírus H1N1.

Na ocasião, os governos da cidade e do Estado de Buenos Aires decretaram estado de emergência sanitária e as autoridades dos vários outros Estados e municípios intensificaram as recomendações de prevenção contra a influenza A, mais conhecida como gripe suína.

No retorno às aulas, o ministério da Saúde divulgou, em comunicado, uma série de medidas para evitar o contágio entre os alunos, como “lavar as mãos com água e sabão frequentemente” e “usar toalhas individuais ou descartáveis” e destacou a importância da ventilação das salas de aula para evitar o alojamento do vírus H1N1.

Além do ministério da Saúde, em Buenos Aires, a secretaria de Educação distribuiu uma cartilha com recomendações para os professores, pais e alunos sobre como evitar a doença.

No manual entregue aos alunos, a secretaria recomenda “não tocar olhos, boca e nariz; não colocar lápis e canetas na boca; não compartilhar copos e talheres; evitar aperto de mão e dar um beijo”.

Já para os professores, a recomendação é para que sejam organizados momentos para a educação sobre a higiene. Os pais dos alunos, por sua vez, foram orientados a não levar os filhos para a escola ou outro lugar público caso a criança esteja com febre ou algum outro sintoma de problema respiratório.

“Não há motivos para que as crianças fiquem em casa. Já há condições para que voltem às aulas”, disse o ministro da Educação, Alberto Sileoni.

Fonte: 
BBC

WHO – Pandemic influenza vaccine manufacturing process and timeline

Pandemic influenza vaccine manufacturing process and timeline
Pandemic (H1N1) 2009 briefing note 7

6 AUGUST 2009 | GENEVA — It takes approximately five to six months for the first supplies of approved vaccine to become available once a new strain of influenza virus with pandemic potential is identified and isolated. These months are needed because the process of producing a new vaccine involves many sequential steps, and each of these steps requires a certain amount of time to complete. The vaccine development process from start (obtaining a virus sample) to end (availability of vaccine for use) is summarized below.

 

Activities at WHO Collaborating Centers

 

1. Identification of a new virus: As part of a network set up for surveillance, laboratories around the world routinely collect samples of circulating influenza viruses and submit these to WHO Collaborating Centres for Reference and Research on Influenza for analysis. The first step towards the production of a pandemic vaccine starts when a Centre detects a novel influenza virus that differs significantly from circulating strains and reports this finding to WHO.

Vaccine virus is grown in eggs because the flu virus grows well in them, and eggs are readily available.

2. Preparation of the vaccine strain (called vaccine virus): The virus must first be adapted for use in manufacturing vaccine. To make the vaccine virus less dangerous and better able to grow in hen’s eggs (the production method used by most manufacturers), the virus is mixed with a standard laboratory virus strain and the two are allowed to grow together. After a while, a hybrid is formed which contains the inner components of the laboratory strain, and the outer components of the pandemic strain. It takes roughly three weeks to prepare the hybrid virus.

3. Verification of the vaccine strain: After its preparation, the hybrid virus needs to be tested to make sure that it truly produces the outer proteins of the pandemic strain, is safe and grows in eggs. Upon completion of this process, which takes roughly another three weeks, the vaccine strain is distributed to vaccine manufacturers.

4. Preparation of reagents to test the vaccine (with reference reagents): In parallel, WHO Collaborating Centres produce standardized substances (called reagents) that are given to all vaccine manufacturers to enable them to measure how much virus they are producing, and to ensure they are all packaging the correct dose of vaccine. This requires at least three months and often represents a bottleneck for manufacturers.

 

Activities at vaccine manufacturers

 

1. Optimization of virus growth conditions: The vaccine manufacturer takes the hybrid vaccine virus that it has received from the WHO laboratories, and tests different growth conditions in eggs to find the best conditions. This process requires roughly three weeks.

2. Vaccine bulk manufacture: For most influenza vaccine production, this is performed in nine to twelve-days old fertilized hen’s eggs. The vaccine virus is injected into thousands of eggs, and the eggs are then incubated for two to three days during which time the virus multiplies. The egg white, which now contains many millions of vaccine viruses, is then harvested, and the virus is separated from the egg white. The partially pure virus is killed with chemicals. The outer proteins of the virus are then purified and the result is several hundred or thousand liters of purified virus protein that is referred to as antigen, the active ingredient in the vaccine. Producing each batch, or lot, of antigen takes approximately two weeks, and a new batch can be started every few days. The size of the batch depends on how many eggs a manufacturer can obtain, inoculate and incubate. Another factor is the yield per egg. When one batch has been produced, the process is repeated as often as needed to generate the required amount of vaccine.

3. Quality control: This can only begin once the reagents for testing the vaccine are supplied by WHO laboratories, as described above. Each batch is tested and the sterility of bulk antigen is verified. This process takes two weeks.

4. Vaccine filling and release: The batch of vaccine is diluted to give the desired concentration of antigen, and put into vials or syringes, and labeled. A number of these are then tested:

 

  • for sterility
  • to confirm the protein concentration and
  • for safety by testing in animals.

 

This process takes two weeks.

5. Clinical studies: In certain countries, each new influenza vaccine has to be tested in a few people to show that it performs as expected. This requires at least four weeks. In some countries this may not be required as many clinical trials were done with similar annual vaccine preparation, and the assumption is that the new pandemic vaccine will behave similarly.

 

Activities at regulatory agencies – regulatory approval

 

Before the vaccine can be sold or administered to people, regulatory approval is required. Each country has its own regulatory agency and rules. If the vaccine is made with the same processes as the seasonal influenza vaccine, and in the same manufacturing plant, this can be very rapid (one to two days). Regulatory agencies in some countries may require clinical testing before approving the vaccine, which adds to the time before the vaccine is available.

The full process, in a best case scenario, can be completed in five to six months. Then the first final pandemic vaccine lot would be available for distribution and use.

 

Key: The arrows with dotted lines preceded by non-broken arrows indicate the time period required for the first time an activity is done (non-broken arrow line) that is then repeated (dotted arrow line). The solid lines signify that the activity takes place within a finite period.

OMS decide parar de contar casos da nova gripe A (H1N1)

gripe

O Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou nesta sexta-feira (17) que, a pandemia de Influenza A (H1N1), conhecida como gripe suína, está se espalhando pelo mundo numa velocidade “sem precedentes” e, por isso, decidiu parar de divulgar contagens de casos confirmados e países afetados pela doença.

A pandemia de gripe “se disseminou numa velocidade sem precedentes“, informou a agência de saúde da Organização das Nações Unidas (ONU). “Nas pandemias do passado, os vírus de influenza precisaram de mais de seis meses para se espalharem tanto quanto o vírus da gripe A se disseminou nas últimas seis semanas”, compara a OMS em comunicado divulgado hoje em seu site.

Segundo o documento, a entidade informa que passará a concentrar sua atenção na atualização de informações de países afetados recentemente, a fim de acompanhar a disseminação do vírus da gripe A pelo globo. De acordo com a OMS, a contagem de casos individuais não é mais essencial para avaliar o risco representado pela gripe suína e o foco passará a ser os novos países atingidos pela enfermidade. “A OMS continuará solicitando que esses países reportem os primeiros casos confirmados e, no prazo mais rápido possível, forneçam semanalmente os números e a epidemiologia descritiva dos primeiros casos”, prossegue a nota.

Ainda assim, a OMS pede a todos os países que “monitorem de perto acontecimentos incomuns”, como a eclosão de infecções graves ou fatais ou desvios de padrão que possam ser associados a um eventual agravamento da doença. Em muitos países, as pesquisas e os exames laboratoriais absorvem recursos em excesso deixando os sistemas de saúde com menos capacidade de monitoramento de casos graves ou de acontecimentos excepcionais que poderiam indicar um aumento da virulência ou mutações no vírus da gripe.

“Em face de todas essas razões, a OMS não irá mais divulgar tabelas globais com os números de casos confirmados em todos os países”, diz a entidade no comunicado. Em seu último boletim, divulgado na semana passada, a OMS informava pouco menos de 95.000 casos da doença no mundo, com 429 mortes. Mas a cifra está bastante desatualizada. Somente a Grã-Bretanha calcula que 55.000 novos casos da doença tenham surgido em seu território na última semana. As informações são da Dow Jones.

Redação Viva Melhor
Fonte: AE (Publicado em 17.07.2009, às 10h33)
Foto: Reprodução

Governos temem que falte vacina na Am. Sul

Governos temem que falte vacina na América do Sul

Países ricos teriam reservado doses que estão sendo produzidas

Autoridades dos ministérios da Saúde de Brasil, Argentina, Chile, Paraguai, Bolívia e Uruguai manifestaram ontem, durante reunião em Buenos Aires, preocupação com a possível escassez de vacinas contra a gripe suína nos países da região.

Nosso temor é de que as vacinas que estão sendo fabricadas já estejam comprometidas (com os países do Norte) declarou o ministro Juan Manzur, da Argentina.

Segundo ele, a preocupação foi transmitida à Organização Pan-Americana da Saúde. Anteontem, a Organização Mundial da Saúde já havia alertado que não haverá vacina para todos e que 1,8 bilhão de doses já foram compradas por países ricos.

Sem vacinas para todos, a OMS apresentou estratégias que poderão ser usadas: profissionais de saúde devem ser priorizados, além de pessoal do setor de infraestrutura essencial, como segurança e aeroportos.

Vacina deve chegar ao mercado em dezembro

A vacina fica pronta em outubro e deve chegar ao mercado em dezembro, após testes clínicos. O Instituto Butantà terá de doar 10% de sua produção de vacinas contra a gripe suína à Organização Mundial da Saúde.

No encontro em Buenos Aires, os representantes dos ministérios se disseram preocupados com a possibilidade de que ocorra “uma segunda onda” do vírus nas próximas semanas.

O governo Lula foi representando pelo diretor-geral do Departamento de Vigilância Epidemiológica, Eduardo Hage, e pelo diretor de Controle Sanitário de Aeroportos, Embarcações e Terminais de Transporte, Paulo Koury.

Fonte: O Globo 16.07.2009


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