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Diabetes: Tirando Duvidas

Batizada pelos médicos de diabetes mellitus, a doença ocorre quando há um aumento do açúcar no sangue. Dependendo dos motivos desse disparo, pode ser de dois tipos:

• No tipo 1 as células do pâncreas que fabricam insulina, o hormônio que ajuda a glicose a entrar nas células, simplesmente foram destruídas.

• Já no tipo 2 ou a produção dela não é suficiente ou as células simplesmente não conseguem aproveitá-la da forma correta – a chamada resistência à insulina.

Nos dois casos, o excesso de glicose em circulação desencadeia várias complicações que, se não forem controladas, podem levar à morte.

O diabete é um dos problemas mais graves de saúde pública, pois responde por 40% das mortes por doenças cardiovasculares – a primeira causa de morte no mundo. No Brasil, ela atinge cerca de 10% das pessoas entre 30 e 69 anos. Mas apenas metade delas sabem que são portadoras do distúrbio.

Principais Sintomas

– Obesidade

– Perda de peso

– Muita fome

– Urinar muitas vezes, de dia e à noite, e em grande quantidade

– Cansaço

– Piora da visão

– Furúnculos freqüentes

– Cicatrização difícil e infecções de pele

– Impotência sexual

– Pressão arterial elevada.

 

Fonte : http://saude.abril.com.br/especiais/diabete

Vídeo: Animação sobre Diabetes

 

Vídeo de animação em 3D produzida para a Pzifer pela Vagalume Animation Studios.

Dia Mundial do Diabetes

Surdez Infantil

Aproximadamente uma, em cada mil crianças, nasce com surdez profunda. Muitas outras nascem com grau menor de surdez e outras mais a adquirem após o nascimento.

A diminuição da audição na criança, principalmente nos primeiros anos de vida, interfere no desenvolvimento das habilidades da fala e linguagem. Efeitos adversos também costumam ocorrer no desenvolvimento social, emocional cognitivo e no relacionamento familiar.

Existe um consenso de que o período mais importante para o desenvolvimento da fala e linguagem é o dos primeiros três anos de vida. Embora existam métodos efetivos para detectar perdas auditivas desde o nascimento, a média de idade de detecção da surdez está entre três e cinco anos. Graus menores de surdez costumam ser detectados com mais idade, em geral, quando inicia o período escolar.

O resultado disso é que muitas crianças com deficiência auditiva não recebem aprendizado adequado no período etário considerado o mais importante para o desenvolvimento da fala e linguagem.

Existe, portanto, também, um consenso de que a surdez seja detectada o mais cedo possível a fim de que sejam tomadas, em tempo hábil, as medidas adequadas para o desenvolvimento da criança, com isso minimizando ou prevenindo efeitos adversos.

Fonte: http://www.abcdasaude.com.br/

Dia Nacional da Surdez

Video: “Som Sim, Barulho Não”

Vídeo educativo do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) sobre poluição sonora “Som Sim, Barulho Não”, onde traz todas as orientações sobre o tema poluição sonora: o que é e o que a vítima pode fazer para se defender.

Fonte: www.somsimbarulhonao.com.br/

Surdez Congênita

A surdez é um dos problemas físicos mais freqüentes na população mundial. Segundo estimativas do Instituto Britânico de Pesquisas Auditivas, há no mundo 560 milhões de pessoas com dificuldades ou perda de audição, que costumam vir acompanhadas de zumbidos ou ruídos no ouvido, vertigem, dor de ouvido e outros sintomas. De cada 1 000 crianças que nascem, em média quatro sofrem de surdez congênita. No Brasil, estima-se que 15 milhões de pessoas tenham algum tipo de dificuldade em ouvir, sendo que 350 mil são totalmente surdas. “Cerca de 70% de nossos idosos sofrem de algum problema auditivo. A maioria são pessoas de baixa escolaridade e pouco poder aquisitivo”, afirma Souza. Mas, segundo uma pesquisa realizada pela Universidade Luterana do Brasil, em Porto Alegre, 26% dos entrevistados sofriam de alguma forma de diminuição na capacidade de ouvir independentemente da faixa etária.

A surdez pode resultar de várias causas. Algumas têm a ver com problemas na transmissão do som através do ouvido devido a algum bloqueio das ondas sonoras nos ouvidos externo e médio. Isso acontece quando o pavilhão (a “concha” que forma a orelha) ou o canal auditivo sofrem deformações, traumas, inflamações e tumores. Obstruções do canal por acúmulo de cera ou um crescimento anormal do osso na cavidade do ouvido médio também podem causar danos. A outra classe principal de problemas são os chamados neurossensoriais, em que a causa está no ouvido interno ou em outras estruturas centrais, como o nervo auditivo. Por fim, pode haver também casos que misturam tudo isso – o som tem dificuldade de atravessar o ouvido e também não consegue ser transmitido corretamente para o cérebro.

Simbolo SURDEZ

Muitas vezes, a surdez é congênita, ou seja, existe desde o nascimento. Sua causa pode ser hereditária ou não. Doenças da mãe na gravidez (como rubéola, sarampo, varicela, diabetes e alcoolismo), medicamentos que estavam sendo tomados e complicações de parto (nascimento prematuro, falta de oxigênio) podem deixar o bebê surdo.

Por trás de metade dos problemas auditivos congênitos há algum fator genético. A surdez é mais comum em certas famílias devido a alterações e mutações de determinados genes. Essas alterações no DNA são herdadas de um ou dos dois pais e podem ser transmitidas para os descendentes, o que explica a existência de famílias com vários membros que têm dificuldade de audição.

Fonte: http://super.abril.com.br/saude/

Vídeo: Dois Mundos, o documentário.

O filme traz depoimentos de portadores de surdez total que se submeteram ao implante coclear e agora podem passar do “mundo do silêncio” ao  “mundo dos ouvintes” com o uso ou não do aparelho.

Super interessante as “sensações” descritas, as surpresas, as decepções e a forma de encarar o cotidiano através do som, ou da ausência dele…

Quem já brincou na piscina de ficar com metade do ouvido pra fora d´água teve uma pequena experiência desse silêncio cheio de som e da riqueza, ou efeito atordoante, dos sons pós-silêncio...

 

Poluição sonora: Cuidado!

 Barulho de mais, saúde de menos

A poluição sonora pode causar:  estresse, insônia, infecções, gastrite,  prisão de ventre, pressão alta, infarto e  derrame. É preciso fazer silêncio.

Decibéis muito acima do tolerável ocupam hoje o terceiro lugar no ranking de problemas  ambientais que mais afetam populações do  mundo inteiro, segundo a Organização Mundial  de Saúde (OMS) a poluição do ar e a da água  estão na dianteira. Não se trata de simples  incômodo. Barulho Mata. Só por infarto, são  210 mil vítimas fatais todo ano aponta um  relatório da OMS que deveria, este sim, sair da  surdina para soar em alto volume. A poluição sonora ainda não recebeu a devida atenção, lamenta o neurofisiologista Fernando Pimentel- Souza, da Universidade Federal de Minas Gerais, um dos maiores estudiosos brasileiros dos efeitos da poluição acústica na saúde humana.

Com tanto zunzunzum de carros, buzinas, telefones, eletrodomésticos, tocadores de MP3, um número incalculável de pessoas passou a sofrer, além dos óbvios distúrbios auditivos, de dor de cabeça crônica, hipertensão, alterações hormonais e insônia.

“Somos assaltados o tempo inteiro por ruídos altíssimos”, nota o otorrinolaringologista Arnaldo Guilherme, da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp. Só para você ter uma idéia, o trânsito em cidades como São Paulo, Belo Horizonte e Salvador alcança facilmente os 80 decibéis, o mesmo que um liquidificador ligado a 1 metro de distância. E, de acordo com a OMS, todo e qualquer som que ultrapasse os 55 decibéis já pode ser considerado nocivo para a saúde. As pessoas não se dão conta do problemão a que estão expostas porque as conseqüências não são imediatas, elas vão se acumulando e só aparecem com o tempo, diz Guilherme.

Fonte: http://saude.abril.com.br

Os riscos dos exames radiológicos.

O uso de tomografias computorizadas aumentou mais de 20 vezes nos últimos 30 anos. Ao fornecer uma imagem mais detalhada do que uns normais raios X, existe também um lado negativo, pois a tomografia computorizada expõe o paciente a uma dose maior de radiação. Novos dados mostram que muitos pacientes são sujeitos a níveis mais altos de radiação do que o necessário, e muitos não necessitam desses mesmos exames.

As tomografias computorizadas devem ser usadas somente se o diagnóstico e tratamento de um paciente dependem de exames imageológicos», diz Lawrence Lau, radiologista e presidente da Rede Internacional de Qualidade de  Radiologia. Se uma tomografia for necessária, não deve ser descartada. Isso pode significar que um problema que poderia ter sido detectado mais cedo acaba por se tornar mais grave devido a um atraso no diagnóstico, diz Lau. Nós não queremos chegar ao ponto em que os pacientes começam a acreditar que parte da cura seria pior que a doença.

 


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