Posts Tagged 'atividade física'



Mitos e Verdades sobre a Terceira Idade

Não adianta negar, todo mundo vai envelhecer. O processo, que começa perto dos 30 anos com a queda da capacidade pulmonar e cardíaca máxima e com a diminuição na produção de colágeno, é inevitável. Saiba mais sobre os mitos e verdades que acontecem com o corpo quando você alcança a casa dos 60.  


Quando ficamos velhos, ficamos mais esquecidos

Mito. “Quando falamos de envelhecimento, temos alterações em todos os sistemas orgânicos. Do ponto de vista neurológico, existem modificações sim, porém, nem sempre elas comprometem a função cerebral do indivíduo”, explica Roberto Dischinger Miranda, geriatra e cardiologista do Instituto Longevità, de São Paulo. Algumas mudanças no estilo de vida fazem com que o idoso fique menos atento ou participativo. As pessoas mais jovens estão mais ligadas aos fatos que acontecem ao seu redor. À medida que a pessoa fica mais tranquila, tende a diminuir o poder de assimilação dos fatos. “A nossa memória está relacionada à atenção. Pelo próprio estilo de vida que levamos, implica em menor registro, menor foco de memória. Nem sempre lapsos de memória sinalizam doença”, explica o médico. Para evitar que eles apareçam, invista em atividades prazerosas para evitar que o cérebro fique acomodado. Aprender uma nova língua, um instrumento musical ou até mesmo usar o computador pode ser uma ótima maneira de estimular o funcionamento cerebral.

Quando ficamos mais velhos precisamos nos exercitar menos
Verdade. As alterações no organismo próprias do envelhecimento começam aos 30 anos e com elas vem a diminuição das capacidades pulmonar e cardíaca máximas. A repercussão dessas mudanças na vida cotidiana é pequena, porém, a queda de desempenho pode ser facilmente sentida durante os exercícios físicos. “Os exercícios devem ter uma intensidade diferente daquele praticado quando a pessoa era jovem. Mas, em qualquer idade, a atividade física é importante. E a performance ao se exercitar dependerá de cada um, é uma capacidade individual”, comenta o geriatra.

As dores são inevitáveis, principalmente as causadas pela artrite
Mito. Osteoartrose é uma das doenças mais comuns no envelhecimento e provoca dor. “Apesar das dores ocasionadas pela degeneração da cartilagem serem consideras comuns, não podemos considerá-las normais. O paciente deve ir ao médico para fazer um tratamento, fisioterapia e controlar o peso”, explica o médico.

O desejo sexual diminui com a idade
Verdade. Segundo Roberto Dischinger Miranda, o desejo sexual tende a diminuir com a idade, por ser próprio do envelhecimento humano. Nas mulheres, a menopausa faz com que a lubrificação diminua, o que causa dores durante a penetração. No homem, é comum a disfunção erétil. Porém, muitas vezes isso não impede a vida sexual do casal. É importante que os dois estejam bem com a prática, seja uma vez ao dia ou uma vez ao mês.

Acima de 60 anos devo procurar um geriatra
Mito. O geriatra é nada menos que um médico generalista com especialização em doenças mais comuns da terceira idade. Como o processo de envelhecimento começa quando somos jovens, é possível ir ao geriatra para acompanhar o avanço da idade, de maneira preventiva. “Não há nada que impeça a pessoa de envelhecer, o importante é manter a capacidade funcional, motora, física e mental”, explica o médico.

Pessoas com mais de 60 anos sentem menos sede
Mito. A estrutura fisiológica em si não causa essa alteração. “Muitas vezes, o que acontece é que o idoso perde bastante água por um quadro de incontinência urinária ou devido aos remédios diuréticos. Com isso, eles tendem a diminuir a ingestão de água – conscientemente ou não”, diz a nutricionista especializada em gerontologia Maristela Strufaldi. O quadro pode levar à desidratação, tontura, problemas intestinais e prejudicar a pele. “Por mais que o corpo não exija, deve-se tomar a mesma quantidade de água que antes”, defende Maristela.

Os idosos sentem menos sono
Mito. Algumas teorias defendem que o que acontece na verdade é uma mudança na arquitetura do sono. “Muitas vezes, o idoso tem a sensação de que dorme menos ou de que não dormiu bem. Mas nem sempre isso é real”, comenta Miranda. Quando a atividade do corpo é menor durante o dia, é natural que as horas de sono diminuam. Porém, nem sempre é preciso tratar com medicamentos. Primeiramente, é preciso investigar as causas dessa mudança e, se possível, tratá-las.

O paladar muda com a chegada da idade
Verdade. Assim como os outros músculos, as papilas gustativas, que ficam na língua, tendem a atrofiar. Isso influencia na percepção do paladar. “Para compensar essa perda, os idosos tendem a buscar alimentos ora muito doces, ora muito salgados”, elucida Maristela.

Os músculos desaparecem com o passar do tempo
Verdade. Segundo a nutricionista, a queda funcional do corpo faz com que aumente a quantidade de gordura, diminua a quantidade de massa magra e ocasione a queda no colágeno. O quadro, normal com o envelhecimento, acontece devido à morte celular e à atrofia muscular. O problema pode ser levemente corrigido com atividade física e alimentação balanceada.

Existem doenças consideradas normais na 3ª idade (diabetes, hipertensão)
Mito. Tudo que é considerado doença não pode ser chamado de normal. Pressão alta, diabetes, catarata são comuns, porém, jamais devem ser consideradas normais, uma vez que comprometem a vida do indivíduo. “O ideal é envelhecer com saúde e bem-estar”, completa o geriatra.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br

Seu Coração merece Saúde

Você deve conhecer pessoas que sofrem deste mal que tem atingido milhares de pessoas no mundo: a hipertensão. Esta doença, também conhecida como pressão alta acontece quando a pressão sanguínea permanece elevada, com valores iguais ou superiores a 140/90 mm/Hg. Para você entender melhor, estes valores indicam a pressão que o sangue exerce nas paredes do coração durante o período de contração e relaxamento.

O que é pressão arterial?

A pressão arterial é a força que mantém o sangue circulando; ela tem início com o batimento do coração, o qual joga o sangue pelos vasos sanguíneos (artérias). As paredes das artérias são como tubos elásticos, que se esticam e relaxam a fim de manter o sangue circulando por todas as partes do organismo. Os valores normais de pressão sanguínea são próximos de 120/80 mm/Hg.

Por que a hipertensão é perigosa?

Quando a pressão sanguínea, ou seja, a intensidade do sangue nas paredes das veias e artérias está acima do normal, pode ocorrer o rompimento dos vasos, o que muitas vezes é fatal. A hipertensão é uma doença perigosa, porque geralmente não apresenta sintomas, mas de repente, pode levar a pessoa a sofrer um ataque cardíaco ou um derrame.

O que agrava o aumento da pressão?

Muitos fatores podem levar à hipertensão, dentre eles características genéticas, estresse intenso no dia-a-dia, obesidade, sedentarismo, fumo e alimentação rica em colesterol e alimentos fonte de sódio: sal, alimentos embutidos – salame, lingüiça, salsicha e copa – além de outros alimentos industrializados. O sódio é um mineral capaz de aumentar a pressão do sangue, portanto, o seu consumo através da alimentação deve ser controlado.

Alerta e prevenção da hipertensão

A boa notícia vem agora: a hipertensão pode ser prevenida através de hábitos saudáveis. Se você se conscientizar desde já dos problemas que uma alimentação rica em sódio e gorduras pode ocasionar, com certeza, modificará corriqueiros hábitos alimentares e isso trará benefícios importantíssimos para a sua saúde. Acompanhe as recomendações clicando no link abaixo.

Dicas saudáveis para prevenir a Hipertensão

  • Em primeiro lugar você deve, pelo menos uma vez ao ano, procurar a orientação de um cardiologista e solicitar que ele meça a sua pressão sanguínea;
  • Embora seja difícil, evite passar por ocasiões de estresse, dando sua atenção redobrada apenas para situações extremas;
  • Deixe o sedentarismo de lado, tenha motivação para caminhar, dançar, correr e fazer atividades físicas que te façam bem;
  • Procure eliminar o peso em excesso, pois a obesidade pode agravar o aumento da pressão arterial;
  • Não deixe o saleiro na mesa durante as refeições, pois o sal adicionado após o preparo faz com que você ultrapasse a dose diária recomendada;
  • Se o seu médico ou nutricionista recomendarem, o sal light pode ser uma boa opção, já que ele possui menos sódio do que o sal refinado. Geralmente no sal light, o sódio é substituído por potássio;
  • Lembre-se que o ‘vilão’ contido no sal de cozinha é o sódio, pois ele é capaz de elevar a pressão sanguínea. Além do sal, outros alimentos contêm sódio e devem ser evitados, entre eles, carnes processadas (presunto, mortadela, copa, bacon, paio, salsicha, lingüiça, salame, carne seca, nuggets de frango e chouriço);
  • Diminua o consumo de alimentos enlatados ou em conserva (azeitonas, picles, ervilhas e palmito);
  • Queijos amarelos e salgadinhos industrializados também devem ser evitados devido ao alto teor de sódio que possuem;
  • Reduza o consumo de álcool, pois ele pode agravar o aumento da pressão sanguínea;
  • As ervas, especiarias e outros temperos (orégano, manjericão, limão e vinagre) possuem baixo teor de sódio e podem ser utilizados para deixar os pratos mais saborosos;
  • Os temperos e molhos industrializados como o ‘Aji-no-moto’ (glutamato monossódico), ‘Sazon’, catchup, mostarda, maionese, molho inglês, molho shoyo e molhos prontos para saladas fornecem grande quantidade de sódio, portanto, nada de excessos!

Por:
Roberta Stella
Nutricionista formada pela Universidade de São Paulo (USP)

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://cyberdiet.terra.com.br

Um Mundo, Um Lar, Um Coração.

Saúde do Coração

O coração é o músculo mais importante do corpo. A cada batida ele fornece alimento e oxigênio às células. Um coração saudável é a chave para um corpo saudável, e seu coração precisa de exercícios para mantê-lo em forma. Caminhar é um dos melhores modos de manter-se em forma.

Vantagens da caminhada:

apenas trinta minutos de caminhada diariamente ajudam a:

– prevenir ataques e problemas do coração;

– controlar a pressão arterial;

– reduzir os níveis de colesterol;

– tonificar os músculos e fortalecer os ossos;

– aumentar os níveis de energia e tirar o máximo proveito de sua vida;

– controlar o peso, melhorar o sono;

– aumentar seu bem estar físico e mental.

Criar o hábito de caminhar:

– começar devagar, apreciar o que está a sua volta e, gradualmente, estabelecer meia hora de caminhada por dia;

– usar sapatos e roupas confortáveis;

– beber um copo de água antes e depois de caminhar;

– evitar caminhadas longas após as refeições;

– dar passos moderados no início e no final da caminhada;

– caminhar com outras pessoas pode ser muito mais agradável que caminhar sozinho;

Atenção:

Se você já teve problemas de coração ou qualquer outra doença grave, sentiu dores no peito, tontura ou náusea ao caminhar, procure seu médico!

Mudando hábitos:

– se você utiliza transporte público, desça um ponto antes e faça o restante do trajeto a pé;

– se você dirige até o trabalho, caminhe por 15 minutos antes de entrar no carro. Você também pode estacionar a um ou dois quarteirões de distância do seu local de trabalho e caminhar;

– quando usar o elevador, desça dois andares antes e use as escadas, ou então nem o utilize!

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://bvsms.saude.gov.br  

Curiosidades do Coração

Os nervos cardíacos, que comandam os batimentos pelos impulsos elétricos fornecidos pelo nodo sinoatrial, formam um corpo neural próprio com cerca de 40 mil neurônios. Eles funcionam para dar o ritmo certo da batida e podem ser influenciados pelos neurônios do cérebro: se uma pessoa está estressada, o batimento cardíaco aumenta. O inverso também é verdadeiro em muitos casos.

Em uma pessoa saudável, o coração bate em média 70 a 80 vezes por minuto. Mas, esse número pode ser elevado para até 150 em situações de pânico ou susto. O coração bombeia em média 74 mil litros de sangue por dia – o suficiente para, ao longo de uma vida inteira, encher 100 piscinas. A pressão exercida pelo órgão também é tão forte que o sangue poderia ser jorrado a 10 metros de altura.

Nem todos os animais possuem corações divididos em câmaras, como o homem, configurando o que chamamos de circulação dupla e completa. Nos peixes, o sangue passa apenas uma vez pelo coração, e sangue oxigenado e desoxigenado se misturam.

Anfíbios têm três câmaras: dois átrios e um ventrículo. Dois átrios e um ventrículo parcialmente separados formam o coração dos répteis – exceto os crocodilianos, que têm uma membrana vertical que divide o órgão em quatro partes–, havendo mistura de sangue venoso e arterial. Mamíferos e aves apresentam dois átrios e dois ventrículos, mas é a direção da aorta que muda.

Os casos mais interessantes ficam por conta dos invertebrados. As minhocas apresentam entre dois a 15 pares de vasos no esôfago que exercem a função do nosso coração, enviando o sangue para um vaso central que distribui o oxigênio e os nutrientes para a parte dianteira e traseira. Os três corações do polvo permitem que a pressão sanguínea permaneça constantemente alta, favorecendo a circulação de um sangue muito pobre em oxigênio.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.ig.com.br/

HCor celebra o Dia Mundial do Coração

Profissionais do HCor realizarão aferição de pressão arterial, teste de glicemia, cálculo do IMC (Índice de Massa Corporal) e circunferência abdominal, medição de monóxido de carbono nos fumantes e teste de estresse para alertar sobre os riscos das doenças cardiovasculares, responsáveis por 29,4% das mortes registradas por ano no país

Para celebrar o Dia Mundial do Coração, hoje, 25/09, o HCor – Hospital do Coração, realizará uma ação gratuita com o objetivo de alertar e conscientizar à população sobre a importância da prevenção de doenças e a promoção da qualidade de vida à comunidade. As doenças cardiovasculares são responsáveis por 29,4% das mortes registradas por ano no país, mais de 308 mil mortes por ano, causadas principalmente por infarto e acidente vascular cerebral (AVC).

Com essa ação o HCor pretende levar mais informação sobre saúde e qualidade de vida à população e conscientizar sobre a importância de hábitos de vida saudáveis, com prática de esportes, alimentação balanceada, menos estresse e visitas regulares ao médico para prevenção e controle dos fatores de risco.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares, incluindo infarto e acidente vascular encefálico (ou derrame), são responsáveis por 17,3 milhões de óbitos ao ano em todo o mundo, sendo quatro em cada cinco mortes em países pobres ou em desenvolvimento. Por outro lado, 80% dos infartos e derrames poderiam ser evitados com dieta saudável, prática de exercícios físicos pelo menos 30 minutos por dia, redução do estresse e fim do tabagismo.

” A hipertensão – que mesmo sem dar sinal ataca as artérias -, o excesso de açúcar – que leva ao diabetes – e o aumento de gorduras no sangue além de 200 mg/dL são os maiores vilões do coração. No Brasil, o número de hipertensos tem aumentado nas últimas décadas. Pelo menos 50% das pessoas acima de 65 anos têm pressão alta, mal que já atinge 5% das crianças e dos adolescentes. A doença é responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal grave”,esclarece Dr. Félix Ramires, cardiologista do HCor – Hospital do Coração.

A importância da prevenção e da qualidade da vida:
O HCor – Hospital do Coração por meio de sua equipe multidisciplinar do Clinic Check-up, estabelece avaliações com o intuito de identificar eventuais doenças e seus possíveis fatores de risco – baseado em dados clínicos e achados de exames. São pesquisadas doenças frequentes e clinicamente importantes com impacto na saúde e na qualidade de vida, como tumores, doenças cardiovasculares, metabólicas e infecciosas. Para isso, o serviço conta com uma equipe multidisciplinar composta por cardiologista, urologista, ginecologista, fisiatra, dermatologista, oftalmologista, proctologista e nutricionista.

No que diz respeito às doenças cardiovasculares, além da identificação e controle dos fatores de risco, o HCor conta com o ecocardiograma tridimensional e angiotomografia de artérias coronárias, no qual pode identificar a concentração de cálcio nesses vasos e a presença de placas de aterosclerose, além de ressonância magnética e tomografia computadorizada do coração.

Também são feitas orientações nutricionais para reeducação alimentar, para atividade física, pois é evidente que cada um de nós tem sua parcela de responsabilidade, já que algumas medidas preventivas estão relacionadas diretamente aos nossos hábitos de vida.
Para se ter hábitos saudáveis é necessário a prática de atividade física regularmente. Por isso, os cardiologistas do HCor recomendam as atividades de cunho aeróbico como caminhadas e corridas, porém elas devem ser praticadas moderadamente e nos horários em que o sol está menos agressivo. Outro fator importante para aqueles que participam de competições e realizam exercícios físicos é a hidratação. É importante abusar da água mineral ou de coco, sucos e líquidos isotônicos. Isso facilita a hidratação e reposição das energias dos atletas.

Um alerta para as doenças cardiovasculares:

Infarto Agudo do Miocárdio – um problema mundial:
De acordo com um estudo norte-americano desenvolvido por pesquisadores da Universidade do Colorado, 20% dos pacientes que sofreram ataques cardíacos permanecem sentindo dores no peito mesmo um ano depois de ter ocorrido o evento. Os pesquisadores analisaram quase dois mil pacientes, sendo que, de cada cinco, um deles sofria com as dores. Dos pacientes que responderam ao questionário do estudo, um ano após seus ataques cardíacos, 19,9% ainda tinham dores no peito e 1,2% deles sentiam dor todos os dias.

A angina, nome dado a essa dor no peito, é um sintoma comum de doenças cardíacas e, de acordo com os médicos, é normal que as vítimas de infartos continuem sentindo essas dores. Entretanto, é importante realizar tratamentos para tentar minimizar o problema.

Segundo os pesquisadores, os principais fatores que podem contribuir para essas dores são o fumo e a depressão. Ainda de acordo com a pesquisa, os homens jovens, fumantes ou com sintomas de depressão estão mais propensos a sofrer com a angina. Diante desse cenário, é importante seguir as recomendações médicas para que os pacientes que sofreram infarto parem de fumar, e, quando necessário, procurem ajuda psicológica para controlar a depressão.

O tratamento da Insuficiência Cardíaca:
A insuficiência cardíaca é uma síndrome muito frequente entre as doenças cardiológicas e com muitas formas de tratamento. Pesquisas internacionais apontam que o conhecimento que o paciente tem sobre a sua doença é aquém do desejável.
“Um atendimento multidisciplinar coordenado e efetivo junto ao paciente com IC, e aos seus familiares, esclarece e orienta sobre a doença e seus cuidados. Além disso, o acompanhamento pós-alta reforça a aderência ao tratamento e mantém em contato o paciente com a Instituição e com o seu médico para aumentar a segurança e auto monitoramento”, esclarece o Coordenador do Programa Clínico de IC e cardiologista do HCor, Dr. Felix Ramires.

A disponibilização a todo corpo clínico de serviço especializado em IC também aumenta a aplicação das diretrizes mundiais no tratamento da IC, além da implementação do que existe de mais atual no tratamento clínico e cirúrgico desta síndrome. “Portanto, esse esforço coordenado proporciona, sem dúvida, uma excelência no atendimento desses pacientes melhorando a qualidade de vida e reduzindo a mortalidade”, finaliza Dr. Ramires.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.maxpressnet.com.br

Proteína de Soja contra Pressão Arterial

Por mais um ano, o Dia Mundial do Coração – comemorado mundialmente no dia 25/9 – irá encorajar a população a reduzir os riscos de doenças do coração por meio de medidas simples, como escolher alimentos saudáveis e aumentar a atividade física.

Um dos maiores riscos para doenças do coração é a hipertensão, também conhecida como pressão alta. Segundo o Ministério da Saúde, a hipertensão afeta aproximadamente 30 milhões de brasileiros, um número alarmante. De acordo com dados publicados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (2010), a pressão alta não controlada é a principal causa das duas doenças que mais matam no Brasil: o acidente vascular cerebral e o infarto do miocárdio. Todos os anos, 300 mil brasileiros são vítimas das doenças cardiovasculares, principalmente causadas pela hipertensão. Isso representa um número 2 vezes maior que as mortes causadas por câncer de todos os tipos, 3 vezes maior que as mortes ocasionadas por acidentes e 4 vezes maior que as causadas por infecções, incluindo a AIDS.

No combate aos riscos de doenças do coração, a soja se mostra, mais uma vez, uma forte aliada: resultados de um novo estudo, reconhecido pela Associação Americana do Coração (American Heart Association) e recém-publicado na edição de agosto do Circulation (jornal científico publicado pela associação) sugerem que o consumo de proteína de soja ou da proteína do leite desnatado podem reduzir a pressão arterial.

O estudo envolveu três fases de intervenção e incluiu 352 adultos com pré-hipertensão. Os participantes do estudo foram divididos em três grupos e receberam 40g diárias de proteína de soja, de proteína de leite desnatado ou de um suplemento composto por carboidratos por mais de oito semanas. Um período de três semanas de pausa (washout) foi realizado entre cada uma das fases de intervenção para permitir que o produto administrado fosse eliminado do corpo. Os resultados mostraram que, quando comparados aos carboidratos, os suplementos de proteína de soja e de proteína de leite desnatado foram expressivamente associados a uma redução da pressão arterial sistólica (o número maior em uma medição da pressão arterial).

“Já se sabe que produtos com baixo teor de gordura e alimentos ricos em proteínas de soja devem ser incluídos como parte de uma dieta saudável. No entanto, os resultados deste estudo vão além, sugerindo que a substituição de uma parte da ingestão de carboidratos por alimentos que são ricos em soja e proteína do leite pode ser uma intervenção nutricional importante para reduzir a pressão arterial sistólica em pacientes hipertensos”, destaca a médica Ratna Mukherjea, Líder Global de Nutrição Clínica da Solae. “A redução na pressão arterial sistólica, mesmo que pequena, ajudará a melhorar a função cardiovascular como um todo e a reduzir os graves riscos de eventos cardiovasculares”, diz.

Ratna Mukherjea complementa: “a proteína de soja é a única proteína vegetal completa disponível. A soja também contém pouca gordura, é livre de colesterol e também uma opção sustentável e econômica”. Para incluir a soja à dieta, a dra. Ratna sugere, por exemplo, um delicioso smoothie de soja para o café-da-manhã, incluir uma xícara de soja em grão no almoço ou uma barra nutricional de soja entre as refeições.

Os participantes do estudo ingeriram 40g de proteína de soja em sua dieta diária. Esta quantidade vai além da quantidade diária recomendada pela alegação de saúde aprovada pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária (2005), que afirma que “25 gramas de proteína de soja ao dia podem ajudar a reduzir o colesterol”. O consumo da soja deve ser associado a uma dieta balanceada e a hábitos saudáveis de vida.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://runnersworld.abril.com.br/

Dia Nacional de Luta da Pessoa Portadora de Deficiência

O Dia Nacional de Luta da Pessoa Portadora de Deficiência, comemorado em 21 de setembro, representa um segmento populacional bastante significativo, sobre o qual devem se estabelecer diversas discussões, principalmente englobando a questão dos direitos. Segundo o censo 2000 realizado pelo IBGE, no Brasil existem 24,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência ou incapacidade, o que representa 14,5% da população brasileira. Esse dado mostra que ações visando a conquista, efetivação e defesa dos seus direitos são cada vez mais emergentes, e se faz necessário criar espaços de debates sobre a temática, principalmente nas escolas, que são os núcleos de formação cidadã e profissional.

Para marcar a data, os professores abordaram o assunto em suas disciplinas. Segundo a assistente social Renata Paiva, é urgente que os espaços institucionais estejam aptos a atender essa clientela, especialmente os de formação acadêmica, para que promovam tanto o acesso ao serviço educacional, como a preparação de profissionais com aptidões para trabalhar com e para o sujeito portador de deficiência.

Renata observa que há muito as pessoas portadoras de deficiência sofrem estigmas devido às limitações que apresentam, porém outras habilidades que possuem, muitas vezes, não são estimuladas. Muitos fatores contribuem para tal, mas o preconceito se mostra como a principal causa que inibe o desenvolvimento de potencialidades nesses indivíduos, ficando estes fadados a vivenciar uma realidade de restrições e dependência. Inciativas do Estado e da sociedade civil, entretanto, buscam melhorar esse cotidiano limitado através da formação de conselhos e órgãos de defesa dos seus direitos, bem como através da elaboração de uma política de atendimento às suas necessidades. Exemplos disso são a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência (CONADE), os Conselhos Estaduais e Municipais dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência, o Programa Nacional de Acessibilidade, o Programa de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, a Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência (Assembleia Nacional das Nações Unidas) e a Lei 10.098/2000, que estabelece normas gerais e critérios para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.

Nesse sentido, diz Renata, pensar na perspectiva de inclusão das pessoas portadoras de deficiência é pensar em discutir e conhecer as peculiaridades que compõem o seu cotidiano, e agir em sintonia com as especifidades deste público. Não se pode negar ou ocultar a sua existência, pois diariamente nos deparamos com situações que o envolve, seja na família, na escola, no trabalho, no lazer, etc. Ainda, reconhecer e se preocupar com esse segmento é o pontapé inicial para a superação de práticas discriminatórias e a para a construção de alternativas de inclusão e promoção da sua autonomia e emancipação.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://caninde.ifce.edu.br/

Deficientes relatam Dificuldades e Desafios em Relacionamentos Amorosos

Em diversos relatos, deficientes físicos e mentais contam as barreiras que têm de superar para conquistar uma vida amorosa bem-sucedida.

Adrian Higginbotham, de 37 anos, conta que para ele, que é cego, as dificuldades começam no primeiro contato, o ponto de partida para qualquer relacionamento.

“Você não pode entrar em uma sala de modo casual e dar aquela olhada. Você não pode sorrir para alguém que você já viu duas vezes anteriormente passando pela rua”, diz Higginbotham.

Com um título provocante, o programa “The Undateables” (que poderia ser traduzido como “Os Inamoráveis”) conta histórias como a de Higginbotham e virou alvo de discussões acaloradas nas redes sociais principalmente por conta do título.

O programa mostra ainda uma agência de namoros especializada em pessoas com dificuldade de aprendizagem, a “Stars in the Sky”, que assegura que seus clientes cheguem seguros ao local do encontro e os ajuda a encontrar “a pessoa certa”.

A agência diz já ter organizado mais de 180 encontros desde 2005, com um saldo de um casamento, uma união entre pessoas do mesmo sexo, três noivados e 15 relacionamentos sérios.

Reações

O programa mostra que, apesar de muitos deficientes estarem casados e felizes ou não terem dificuldades para namorar, outros enfrentam uma gama variada de reações e, às vezes, atitudes estranhas, principalmente quando o par não sofre de deficiência.

Lisa Jenkins, de 38 anos, relata sua experiência em um encontro com um amigo de um amigo que não sabia que ela tinha paralisia cerebral.

“Nós entramos em um bar e ele imediatamente desceu os degraus diante de nós. Eu tentei descer, mas simplesmente não consegui. Não havia corrimão”, conta.

Quando seu acompanhante perguntou se algo estava errado, Jenkins teve de contar sobre sua paralisia cerebral.

“Eu podia ver a mudança em seu rosto. Ele ficou instantaneamente menos atraído por mim”, diz.

“Eu já tive homens que se sentiam atraídos por mim, mas achavam que havia algo de errado com eles por isso.”

Jenkins conta que já chegou a ouvir de um potencial pretendente que ele “sempre teve interesse por sexo bizarro”.

Em uma sondagem feita em 2008 pelo jornal britânico The Observer, 70% dos entrevistados disseram que não fariam sexo com um deficiente.

Shannon Murray, uma modelo na casa dos 30 anos, há 20 em uma cadeira de rodas, conta que, quando era adolescente, alguns rapazes lhe ofereciam uma bebida e em seguida perguntavam se ela ainda podia fazer sexo.

Internet

O programa discute também a era dos encontros pela internet e um novo dilema surgido com ela: um deficiente deve revelar sua condição imediatamente ou esperar que as pessoas o conheçam melhor antes de contar sobre sua deficiência.

Murray – que tem sempre em seu telefone uma lista de bares e restaurantes com acesso fácil para cadeiras de rodas, com medo de parecer pouco independente em um primeiro encontro – diz que já fez os dois.

Ela conta que em apenas uma ocasião um pretendente resolveu abandonar a relação após descobrir que ela era deficiente.

Murray diz que tentou também a abordagem oposta, colocando em um site de relacionamentos comum uma foto em que sua cadeira de rodas era bem visível e uma frase bem-humorada, dizendo que, se o interesse da pessoa era escalar o Everest, ela não poderia ir junto, mas ficaria no campo base e tentaria manter a barraca aquecida.

“Esperava que, revelando minha deficiência assim, no início, geraria menos interesse, mas acabei recebendo mais respostas do que quando escondia a cadeira. Fiquei entre as cinco mulheres que receberam mais atenção no site naquela semana”, conta.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.bbc.co.uk/

Avanços que Ajudam Deficientes a Conseguir Trabalho

Enquanto o mundo celebra as extraordinárias conquistas dos atletas paraolímpicos nos jogos de Londres, portadores de deficiências em todo o mundo enfrentam desafios cada vez mais sérios na luta por espaço no mercado de trabalho. As dificuldades físicas, aliadas ao preconceito e ignorância, ficam ainda mais difíceis de superar em tempos de recessão econômica.

Muitos acreditam que a tecnologia – que auxiliou tantos atletas durante as Paraolimpíadas – tem um papel importante em permitir que o portador de necessidades especiais brilhe também fora do Parque Olímpico, realizando seu potencial nas mais diversas profissões. A BBC ouviu alguns dos profissionais trabalhando neste para isso.

Revolução Biônica
Um dos líderes na batalha para que a tecnologia abra os caminhos do mundo aos portadores de deficiências está o americano Hugh Herr, professor do Media Lab do MIT (Massachusetts Institute of Technology), em Massachusetts, Estados Unidos. Ele acredita que os avanços da tecnologia biônica podem liberar o potencial de uma força de trabalho que, até agora, vinha sendo subutilizada.

“Eu prevejo uma revolução de biônicos”, disse Herr. “Estamos entrando em uma era biônica, onde começamos a ver tecnologia que é sofisticada o suficiente para imitar funções fisiológicas importantes”. Ele fala com convicção e tem boas razões para isso. Como diretor da companhia iWalk – que fabrica próteses robóticas que imitam as funções de membros do corpo humano – Herr trabalha com biônicos diariamente.

Além disso, o professor personifica a revolução que prevê. Durante uma mal sucedida expedição de alpinismo em 1982, Herr sofreu ulcerações tão graves provocadas pelo frio que suas pernas tiveram de ser amputadas abaixo dos joelhos. Hoje, graças aos produtos que ele próprio desenvolveu, Herr continua a praticar alpinismo.

As próteses biônicas que produz são tão avançadas que não apenas imitam as funções de uma perna humana normal – elas são, em vários aspectos, superiores. E estão disponíveis comercialmente em outros 50 centros espalhados pelos Estados Unidos. Um cliente da iWalk, um trabalhador de fábrica de Ohio, conseguiu voltar ao trabalho apenas duas semanas após ter suas novas pernas ajustadas.

“Podemos colocar as pessoas de volta no trabalho, o que é (uma conquista) imensa. Só isso custaria ao Estado milhões de dólares”. “Além disso, podemos reduzir ou eliminar gastos”. Herr explicou que, quando uma pessoa manca, há efeitos colaterais, como dor nas costas e nas juntas. E eles tendem a aumentar com o passar dos anos. “Tivemos pacientes cuja dor foi cortada pela metade, ou em 75%, o que é bastante”.

Combatendo o estigma
Para alguns, no entanto, não se trata de retornar ao antigo emprego e, sim, de conseguir um trabalho. Barbara Otto é diretora da ONG Think Beyond the Label, uma entidade que tenta auxiliar empresas que desejam contratar pessoas com necessidades especiais. A ONG criou um portal digital que funciona como uma rede social, permitindo que empregadores e força de trabalho façam contato. A entidade organiza, por exemplo, feiras online onde empresas e candidatos a empregos podem se encontrar.

Com isso, Think Beyond the Label tenta romper o estigma que tantas vezes mantém pessoas com deficiência fora do mercado de trabalho. “A grande vantagem dessas feiras profissionais online é que não há necessidade de que as empresas viajem, e não há a necessidade de que as pessoas com deficiências viajem para um determinado local”. “Isso rompe quaisquer inibições que um empregador possa ter, ou que uma pessoa portadora de deficiência possa ter, ao entrar em contato”.

Otto acredita que empresas têm muito a ganhar ao empregar pessoas com necessidades especiais. “Sempre digo, se você quiser contratar alguém que pense diferente, empregue uma pessoa portadora de alguma deficiência”. “Suas experiências diárias fazem com que procurem inovar”. “Quando buscamos inovações em design, tecnologia ou em usos de softwares, pessoas com deficiências são sempre capazes de oferecer essa inovação que faltava porque precisam inovar na sua vida diária”.

Acesso ao trabalho
Outra importante frente de batalha na luta para colocar portadores de deficiências no mercado profissional é garantir a eles o acesso ao local de trabalho. “A tecnologia terá um papel central nesse processo”, disse Alan Roulstone, professor de inclusão da Northumbria University, nas imediações de Newcastle, no norte da Inglaterra.

Ele acredita que a grande estrela nesse palco são as tecnologias de navegação ambiental, ou sistemas de navegação por satélite adaptados para uso em prédios de escritórios. “Tendo em vista a maneira como a telefonia e as tecnologias de GPS (Global Positioning Systems) estão se desenvolvendo, acho que é apenas uma questão de tempo para que você tenha apps para celulares que permitam que pessoas com deficiências visuais, declínio cognitivo ou dislexia naveguem pelo ambiente”.

Críticas
Alguns observam com cautela a emergência de tecnologias capazes de nos levar além das fronteiras da natureza – particularmente no caso dos biônicos, que podem ser usados para aumentar as capacidades do corpo humano. Essas questões não preocupam Hugh Herr, do MIT Media Lab. E ele explicou por que: “existe tanta dor e sofrimento no mundo hoje por causa de corpos que não funcionam muito bem. A narrativa dominante é construir uma sociedade onde essa dor e sofrimento sejam reduzidos”.

“As pessoas, em geral, não acham que isso não seja ético”. E acrescentou: “eu não consigo ver um problema em irmos além do que a natureza pretendia. Nós já fazemos isso, com celulares, bicicletas, carros e aviões”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://invertia.terra.com.br


Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

Junte-se a 772 outros assinantes

Calendário

fevereiro 2026
S T Q Q S S D
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
232425262728  

Arquivos

Estatísticas do Blog

  • 1.076.577 hits

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora