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Esclarecendo Dúvidas sobre a Doação de Sangue

Tire suas dúvidas sobre doação de sangue conferindo as respostas e perguntas mais frequentes sobre o assunto.

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1. Qual é a quantidade de sangue coletada em cada doação?

Em cada doação, são coletados aproximadamente 450 ml de sangue.

2. A quantidade de sangue coletada a cada doação vai afetar minha saúde?

Não, porque na doação de sangue se retira menos do que 10% do volume sanguíneo total de um adulto, por esse motivo só é permitida a doação por pessoas acima de 50 kg.

3. Quanto tempo demora para que meu organismo reponha a quantidade de sangue coletada na doação?

O plasma é reposto em algumas horas, as plaquetas se restabelecem em alguns dias, e as hemácias demoram alguns meses. Por esse motivo, a doação de sangue só deve ser realizada a cada 90 dias para os homens e 120 dias para as mulheres.

4. Por que os homens podem doar sangue a cada 03 meses e as mulheres a cada 04 meses?

Devido à reposição dos estoques de ferro, que nas mulheres é mais demorada em virtude das perdas durante os ciclos menstruais.

5. O que é doação de plaquetas por aférese?

É uma doação seletiva, onde um pequeno volume de plasma e prioritariamente as plaquetas são retiradas do doador através de uma máquina (separador celular). Esse procedimento pode ser realizado com intervalos de 48h. Não há prejuízo na doação de plaquetas sistemática, sendo possível ser realizado 2 vezes por semana, 4 vezes ao mês e até 24 vezes ao ano, isso devido a perda plasmática durante a doação.

6. O Material usado na doação de plaquetas é mesmo seguro?

Sim, todo o material usado, inclusive os kits são estéreis, descartáveis e apirogênicos (não causam febre).

7. Existe alguma forma de remuneração para o Doador de Sangue?

Não. A doação de sangue é um ato solidário e voluntário que depende exclusivamente da iniciativa de cada cidadão, e o retorno é o entendimento de que só nós somos a única fonte desse produto.

8. É seguro doar sangue?

Sim, todo o material usado, inclusive os kits são estéreis, descartáveis e apirogênicos (não causam febre). Além disso, o doador passa por uma consulta, antes de doar, onde são avaliadas suas condições clínicas.

9. É necessário estar em jejum para doar?

Não. É importante que o doador se alimente normalmente, evitando ingerir alimentos gordurosos no dia da doação. Após o almoço, é necessário esperar cerca de uma hora e meia para efetuar a doação de sangue.

10. Corro algum risco de contaminação doando sangue?

Não. Todo o material utilizado é estéril, de uso único e descartável.

11. Posso apresentar alguma reação doando sangue?

Raramente acontece e, na maioria das vezes, está relacionada com a ansiedade. As reações mais frequentes são queda de pressão, sensação de desmaio, náuseas e hematomas no local da punção. Mais raramente os doadores podem apresentar vômitos e convulsões. Caso haja alguma reação, no local da coleta de sangue há sempre uma equipe preparada para atender a qualquer intercorrência.

12. Durante o período menstrual, a mulher pode doar sangue?

Sim, não há nenhum risco para a saúde da mulher na doação de sangue. [Ver critérios para Doação]

13. Por que há garantia de liberação do trabalho no dia da doação?

Porque 01 (um dia) é suficiente para o doador descansar e recuperar o volume sanguíneo doado sendo particularmente importante para aqueles que exercem profissões que exijam esforço físico ou que possam comprometer a sua segurança pessoal ou de outras pessoas. (ex: motorista).

14. É realizado algum exame no sangue doado?

Sim. Tipagem sanguínea, sorologia e NAT (teste do ácido nucleico) para hepatite C e HIV (vírus da Aids), sorologia para hepatite B, doença de Chagas, sífilis, e HTLV. [Ver etapas da Doação]

15. Eu sou comunicado se algum exame der alterado?

Sim. Se algum exame der alterado, é enviada correspondência para a residência do doador solicitando o seu comparecimento para receber orientação médica e coletar nova amostra de sangue. É importante que o doador não deixe de vir ao Hemope para que possam ser esclarecidas as dúvidas. Resultados reagentes nos testes sorológicos de triagem podem ocorrer por vários motivos, não significando, necessariamente, que exista alguma doença.

16. É possível doar sangue fazendo uso de medicamentos?

Depende do tipo da medicação. No dia da doação, durante a entrevista, é realizada essa avaliação. [Ver etapas da Doação]

17. Quais os cuidados que devo ter após a doação?

O doador deve alimentar-se bem, ingerir bastante líquido e evitar bebidas alcoólicas, bem como, fumar nas primeiras duas horas e esforço físico no dia da doação. Em caso do aparecimento de queixas nos primeiros 15 dias após a doação, o doador deve retornar ao hemocentro e informar as queixas para esclarecimentos.

18. O que é feito com o sangue doado?

O sangue é separado em hemocomponentes, como concentrado de hemácias, concentrado de plaquetas e plasma fresco. Após a realização dos testes laboratoriais, esses hemocomponentes são enviados aos hospitais para serem usados em pacientes que estão com sangramentos, em tratamento quimioterápico, para cirurgias, transplantes etc. O plasma excedente (que não foi utilizado nos pacientes) também poderá ser encaminhado à indústria de Hemoderivados – HEMOBRÁS, para produção de medicamentos que serão utilizados por pacientes portadores de doenças hemorrágicas.

19. Os exames realizados na doação se prestam para diagnóstico de possíveis doenças?

As características dos testes sorológicos são adequadas para a triagem laboratorial antes da liberação da bolsa de sangue para transfusão, não sendo indicados para o diagnóstico de doenças.

20. Se eu estiver em dúvida sobre a possibilidade de contaminação por algum vírus transmitido através da doação, devo doar sangue?

De forma nenhuma. O candidato com intenção de realizar os testes sorológicos não deve doar; primeiro porque os testes realizados não se prestam para diagnóstico e segundo porque existe a possibilidade de ele se encontrar em “janela imunológica”.

21. O que é “janela imunológica”?

Janela imunológica corresponde ao período em que o organismo já está infectado, mas ainda não produz anticorpos suficientes para serem detectados nos testes da triagem sorológica. O tempo varia de doença para doença e, com o aperfeiçoamento dos testes e o desenvolvimento de outros, será possível a detecção cada vez mais precoce da infecção. Mas, por enquanto, é na entrevista de triagem clínica que se pode levantar informações sobre situações de risco para janela imunológica. Daí, a importância da sinceridade do doador ao responder as perguntas feitas na triagem.

22. Por que quem recebeu transfusão só pode doar sangue um ano depois?

Porque quem recebeu transfusão de sangue há menos de um ano pode estar no período denominado “janela imunológica”, no qual as infecções nem sempre são detectadas nos exames. O prazo de 12 meses para a doação de sangue inclui uma margem de segurança, que considera a variação do período de janela imunológica das diversas doenças transmissíveis pelo sangue.

23. A Fundação Hemope realiza exames rotineiros de sangue ou para verificação de doenças sexualmente transmissíveis (DST)?

Não. A Fundação Hemope, além de receber doações de sangue, atende apenas pacientes portadores de doenças hematológicas.

24. Por que são feitas tantas perguntas a respeito da vida sexual (comportamento sexual) do candidato à doação?

Porque várias doenças transmitidas por relações sexuais são também transmitidas pela transfusão de sangue. Algumas delas podem também demorar a ser identificadas nos exames de sangue. Por isto, o triagista avalia se a pessoa esteve exposta a alguma situação com um risco maior que o habitual para adquirir doenças sexualmente transmissíveis (DST); uma vez que todas as pessoas sexualmente ativas são consideradas sob risco de adquirir uma DST. Não poder doar por uma determinada situação, não significa que a pessoa apresente comportamento de risco, que seja de grupo de risco ou promíscua. Significa apenas que ela deve aguardar um prazo de segurança para que, se tiver adquirido alguma doença, o exame consiga detectá-la, protegendo o receptor do sangue.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.hemope.pe.gov.br/

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Requisitos básicos para Doação de Sangue

Na triagem de doadores, a Fundação Pró-Sangue obedece a normas nacionais e internacionais, como as do Ministério da Saúde, Associação Americana e Conselho Europeu de Bancos de Sangue. O alto rigor no cumprimento dessas normas visa oferecer segurança e proteção ao receptor e ao doador.

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Abaixo estão listados os requisitos básicos e alguns dos principais impedimentos temporários e definitivos para doação de sangue. No entanto, esta lista não esgota os motivos de impedimentos para doação, de forma que outras informações prestadas por você durante a triagem clínica serão consideradas para definir se está apto para doar sangue nesse momento.

Requisitos básicos

  • » Estar em boas condições de saúde.
  • » Ter entre 16 e 67 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos (menores de 18 anos, clique para ver documentos necessários e formulário de autorização).
  • » Pesar no mínimo 50kg.
  • » Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas).
  • » Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação).
  • » Apresentar documento original com foto emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho e Previdência Social).

Impedimentos temporários

  • » Resfriado: aguardar 7 dias após desaparecimento dos sintomas.
  • » Gravidez
  • » 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana.
  • » Amamentação (se o parto ocorreu há menos de 12 meses).
  • » Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação.
  • » Tatuagem nos últimos 12 meses.
  • » Situações nas quais há maior risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis: aguardar 12 meses.
  • » Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia, Roraima, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Tocantins são estados onde há alta prevalência de malária. Quem esteve nesses estados deve aguardar 12 meses.

Impedimentos definitivos

  • » Hepatite após os 11 anos de idade. *
  • » Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue: Hepatites B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas.
  • » Uso de drogas ilícitas injetáveis.
  • » Malária.
  • * Hepatite após o 11º aniversário: Recusa Definitiva; Hepatite B ou C após ou antes dos 10 anos: Recusa definitiva; Hepatite por Medicamento: apto após a cura e avaliado clinicamente; Hepatite viral (A): após os 11 anos de idade, se trouxer o exame do diagnóstico da doença, será avaliado pelo médico da triagem.

Respeitar os intervalos para doação

  • » Homens – 60 dias (máximo de 04 doações nos últimos 12 meses).
  • » Mulheres – 90 dias (máximo de 03 doações nos últimos 12 meses).

Honestidade também salva vidas. Ao doar sangue, seja sincero na entrevista.* A Pró-Sangue se preocupa com a segurança das crianças. Se alguma delas vier com você no dia da doação, traga um outro adulto para acompanhá-la.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.prosangue.sp.gov.br

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Descubra os mitos e verdades sobre o Diabetes

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Segundo estimativa da Sociedade Brasileira de Diabetes, há 12 milhões de diabéticos no País. Descubra alguns mitos e verdades sobre a doença:

1. Consumir muito doce causa diabetes? Mito. A doença surge porque o pâncreas para de produzir insulina (diabetes tipo 1) ou como reflexo de maus hábitos de vida, entre eles, obesidade e sedentarismo (diabetes tipo 2);

2. Diabetes gestacional traz riscos à mãe e ao bebê? Verdade. A mãe pode ter pré-eclâmpsia (hipertensão na gestação), ganhar peso excessivo e abortar precocemente enquanto a criança pode nascer muito grande, apresentar insuficiência pulmonar ou sofrer traumatismos;

3. Todo o diabético precisa de insulina? Mito. O uso de insulina depende do tipo de diabetes. No tipo 1 o hormônio é fundamental para a sobrevivência do paciente, mas no tipo 2 geralmente o controle é feito com medicamento oral;

4. Mulheres com diabetes podem engravidar? Verdade. A doença não impede a possibilidade da gestação nem do ato de amamentar. Nesse caso, a única recomendação é planejar a gravidez para a mulher prevenir complicações;

5. O diabético não pode consumir frutas? Mito. O portador de diabetes pode comer de tudo, inclusive doce, desde que em porções menores e de acordo com orientação da nutricionista. Algumas frutas têm mais frutose (açúcar), mas isso não significa que são proibidas;

6. O tratamento do diabetes permite uma vida duradoura? Verdade. O controle da glicemia associado aos hábitos de vida saudáveis permite que o paciente viva mais e com saúde. O diabetes não impede viagens, baladas, prática de exercícios e etc;

7. Todo diabético vai ter problemas nos pés? Mito. Se o paciente seguir o tratamento corretamente, ele consegue prevenir tanto a neuropatia diabética (falta de sensibilidade nos pés) como qualquer outra complicação decorrente da doença;

8. O estresse ajuda a descontrolar a glicemia? Verdade. O estresse, a depressão e a ansiedade podem alterar os valores de glicemia, por isso é sempre importante manter a calma;

9. O diabético não pode ingerir bebida alcoólica? Mito. O consumo de álcool é permitido desde que com alguns cuidados e moderação. A recomendação é sempre beber junto a uma refeição e nunca de “estômago vazio” porque o álcool tende a diminuir a glicemia e levar a um quadro de hipoglicemia;

10. O diabético pode comer alimento diet e light à vontade? Mito. Nem todos os alimentos dessas categorias são totalmente isentos de açúcar. Por isso, é importante sempre verificar o rótulo e consumi-los com moderação;

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://noticias.r7.com/saude

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Vacinas: essenciais para a Saúde

O desenvolvimento de vacinas foi um dos grandes avanços da medicina, responsável pela erradicação de doenças como varíola e redução muito importante na incidência de outras, como sarampo e difteria. Ainda assim muitas pessoas não optam pela imunização – nem sua nem de seus filhos – alegando motivos como o fato de os males estarem extintos ou de que fariam parte do universo infantil.

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São justificativas enganosas. A vacina é fundamental para a saúde de seres humanos, desde o nascimento até a terceira idade.

Dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que só o sarampo, por exemplo, causou a morte de 450 mil crianças no mundo inteiro em 2004. E o pediatra Alfredo Elias Gilio, coordenador do Departamento Materno-Infantil e responsável pelo Centro de Imunizações do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE), garante que certas doenças só sumiram porque foram prevenidas com vacinação – mas, nos países que abandonaram o uso de vacinas, as enfermidades reapareceram.

O médico ainda comenta que uma doença como catapora, em geral encarada como simples, também tem casos graves e pode até matar. “Ao levar seu filho para tomar vacina, você o está protegendo desses riscos”, explica. Ele lembra que não existe nada 100% eficaz, mas que ainda assim a vacina é sempre a melhor opção.

Como é feita

A maioria das vacinas é produzida por meio do próprio agente que causa a doença. Sendo assim, o vírus ou bactéria é modificado ou inativado. Ao receber a vacina, o corpo dá uma resposta, ou seja, produz uma defesa – os anticorpos – e passa a não ser mais suscetível àquela doença.

Cada vacina é feita de forma diferenciada. A imunização contra o sarampo, por exemplo, é fabricada com um vírus inteiro, modificado e atenuado. No caso da hepatite B, é usada uma fórmula com apenas um pedaço de vírus modificado.

Para produzir a vacina da gripe, o vírus deve estar morto e é usada apenas uma parte dele – essa prática é a menos comum. Há também aquelas feitas por meio de bactérias, nas quais se utilizam as toxinas do próprio agente causador da doença.

Esse é o caso do tétano: das bactérias são retirados os toxoides, ou seja, a toxina modificada é que previne contra a doença. Outra vacina produzida com a utilização da bactéria viva, com modificações e atenuada, é a BCG, contra tuberculose.

Mitos e Verdades

No dia-a-dia a única contraindicação para a aplicação de vacinas é a febre. Como explica o dr. Gilio, a temperatura alterada indica que o organismo está combatendo algum mal. A imunização nessa situação poderia causar uma reação ou ainda confundir os médicos sobre o estado do adulto ou da criança. Crianças com diarreia leve ou resfriado, porém, podem sim ser vacinados.

Os pacientes imunodeprimidos (sofrendo de doenças que alteram as defesas imunológicas do organismo) não podem receber vacinas de vírus vivo ou bactéria viva.

São falsas contraindicações: desnutrição, gravidez, histórico familiar, convulsão.

Sempre consulte seu médico antes de se decidir sobre a imunização.

Calendários múltiplos

Cada país costuma definir seu próprio calendário de vacinação. E dentro de um mesmo território, muitas vezes, também há variação: o Ministério da Saúde faz um calendário base e as Secretarias Estaduais de Saúde podem desenvolver programações próprias. Isso não é um problema desde que os calendários sempre levem em conta: a importância da doença a ser prevenida, a eficácia da vacina, como ter uma resposta imune adequada, a quantidade de aplicações e os recursos disponíveis.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.einstein.br/

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Mitos e Verdades sobre a Terceira Idade

Não adianta negar, todo mundo vai envelhecer. O processo, que começa perto dos 30 anos com a queda da capacidade pulmonar e cardíaca máxima e com a diminuição na produção de colágeno, é inevitável. Saiba mais sobre os mitos e verdades que acontecem com o corpo quando você alcança a casa dos 60.  

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Quando ficamos velhos, ficamos mais esquecidos
Mito. “Quando falamos de envelhecimento, temos alterações em todos os sistemas orgânicos. Do ponto de vista neurológico, existem modificações sim, porém, nem sempre elas comprometem a função cerebral do indivíduo”, explica Roberto Dischinger Miranda, geriatra e cardiologista do Instituto Longevità, de São Paulo. Algumas mudanças no estilo de vida fazem com que o idoso fique menos atento ou participativo. As pessoas mais jovens estão mais ligadas aos fatos que acontecem ao seu redor. À medida que a pessoa fica mais tranquila, tende a diminuir o poder de assimilação dos fatos. “A nossa memória está relacionada à atenção. Pelo próprio estilo de vida que levamos, implica em menor registro, menor foco de memória. Nem sempre lapsos de memória sinalizam doença”, explica o médico. Para evitar que eles apareçam, invista em atividades prazerosas para evitar que o cérebro fique acomodado. Aprender uma nova língua, um instrumento musical ou até mesmo usar o computador pode ser uma ótima maneira de estimular o funcionamento cerebral.

Quando ficamos mais velhos precisamos nos exercitar menos
Verdade. As alterações no organismo próprias do envelhecimento começam aos 30 anos e com elas vem a diminuição das capacidades pulmonar e cardíaca máximas. A repercussão dessas mudanças na vida cotidiana é pequena, porém, a queda de desempenho pode ser facilmente sentida durante os exercícios físicos. “Os exercícios devem ter uma intensidade diferente daquele praticado quando a pessoa era jovem. Mas, em qualquer idade, a atividade física é importante. E a performance ao se exercitar dependerá de cada um, é uma capacidade individual”, comenta o geriatra.

As dores são inevitáveis, principalmente as causadas pela artrite
Mito. Osteoartrose é uma das doenças mais comuns no envelhecimento e provoca dor. “Apesar das dores ocasionadas pela degeneração da cartilagem serem consideras comuns, não podemos considerá-las normais. O paciente deve ir ao médico para fazer um tratamento, fisioterapia e controlar o peso”, explica o médico.

O desejo sexual diminui com a idade
Verdade. Segundo Roberto Dischinger Miranda, o desejo sexual tende a diminuir com a idade, por ser próprio do envelhecimento humano. Nas mulheres, a menopausa faz com que a lubrificação diminua, o que causa dores durante a penetração. No homem, é comum a disfunção erétil. Porém, muitas vezes isso não impede a vida sexual do casal. É importante que os dois estejam bem com a prática, seja uma vez ao dia ou uma vez ao mês.

Acima de 60 anos devo procurar um geriatra
Mito. O geriatra é nada menos que um médico generalista com especialização em doenças mais comuns da terceira idade. Como o processo de envelhecimento começa quando somos jovens, é possível ir ao geriatra para acompanhar o avanço da idade, de maneira preventiva. “Não há nada que impeça a pessoa de envelhecer, o importante é manter a capacidade funcional, motora, física e mental”, explica o médico.

Pessoas com mais de 60 anos sentem menos sede
Mito. A estrutura fisiológica em si não causa essa alteração. “Muitas vezes, o que acontece é que o idoso perde bastante água por um quadro de incontinência urinária ou devido aos remédios diuréticos. Com isso, eles tendem a diminuir a ingestão de água – conscientemente ou não”, diz a nutricionista especializada em gerontologia Maristela Strufaldi. O quadro pode levar à desidratação, tontura, problemas intestinais e prejudicar a pele. “Por mais que o corpo não exija, deve-se tomar a mesma quantidade de água que antes”, defende Maristela.

Os idosos sentem menos sono
Mito. Algumas teorias defendem que o que acontece na verdade é uma mudança na arquitetura do sono. “Muitas vezes, o idoso tem a sensação de que dorme menos ou de que não dormiu bem. Mas nem sempre isso é real”, comenta Miranda. Quando a atividade do corpo é menor durante o dia, é natural que as horas de sono diminuam. Porém, nem sempre é preciso tratar com medicamentos. Primeiramente, é preciso investigar as causas dessa mudança e, se possível, tratá-las.

O paladar muda com a chegada da idade
Verdade. Assim como os outros músculos, as papilas gustativas, que ficam na língua, tendem a atrofiar. Isso influencia na percepção do paladar. “Para compensar essa perda, os idosos tendem a buscar alimentos ora muito doces, ora muito salgados”, elucida Maristela.

Os músculos desaparecem com o passar do tempo
Verdade. Segundo a nutricionista, a queda funcional do corpo faz com que aumente a quantidade de gordura, diminua a quantidade de massa magra e ocasione a queda no colágeno. O quadro, normal com o envelhecimento, acontece devido à morte celular e à atrofia muscular. O problema pode ser levemente corrigido com atividade física e alimentação balanceada.

Existem doenças consideradas normais na 3ª idade (diabetes, hipertensão)
Mito. Tudo que é considerado doença não pode ser chamado de normal. Pressão alta, diabetes, catarata são comuns, porém, jamais devem ser consideradas normais, uma vez que comprometem a vida do indivíduo. “O ideal é envelhecer com saúde e bem-estar”, completa o geriatra.

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Conheça alguns mitos e verdades sobre a saúde dos olhos

Sabe aquelas recomendações que os nossos pais nos faziam sobre o cuidado com os olhos? Ler com pouca luminosidade faz mal, não pode ver TV de perto, usar o computador com moderação e tantas outras “estórias” que eram seguidas à risca são mitos sobre a saúde ocular.

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Na ultima quarta-feira (10) foi celebrado o Dia Mundial da Saúde Ocular e, para marcar a data, o professor do departamento de Oftalmologia e Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da UFMG, Márcio Nehemy, esclarece alguns desses mitos e verdades. Confira:

Ler com pouca luminosidade prejudica a visão.

MITO. Não prejudica em nada. As pessoas podem sentir um desconforto, um cansaço pela dificuldade em enxergar, mas isso não significa que estejam forçando a visão. Não há desgaste, nem lesão.

Ficar muito tempo na frente de computadores faz mal.

MITO. Nenhum mal. A única ressalva é que, quando a pessoa está na frente da tela, aumenta-se o nível de atenção e, assim, ela pisca menos. E piscar é muito importante para lubrificar os olhos. Temos que nos lembrar de piscar mais.

Leitura dentro de veículos em movimento provoca deslocamento de retina.

MITO. Não há risco algum, pode ler à vontade. Muita gente também estende essa crença para pessoas que operaram o olho. Dizem que quem operou deve “poupar os olhos”. Também não procede. Mesmo quem já operou o olho pode ler dentro de ônibus, por exemplo. Algumas pessoas sentem um certo enjoo, mas não há dano ao organismo.

Ver televisão de muito perto é prejudicial.

MITO.  Nem a luminosidade, nem a radiação são nocivas ao olho. Mas os pais devem ficar atentos. Se a criança gosta de ficar perto da televisão, se precisa aproximar os olhos dos objetos, podem ser sinais de que ela possa estar com algum problema ocular.

Cenoura faz bem para a visão.

VERDADE. A cenoura contém vitamina A, que é importante para o mecanismo da visão. De fato é bom, mas a quantidade que ingerimos desse alimento normalmente, dentro de uma dieta saudável, já é suficiente. Não é necessário comer mais. Frutas e verduras, especialmente aquelas de tom verde mais escuro, fazem bem à saúde dos olhos. O mesmo vale para frutas amarelas e alimentos que contém ômega 3, que são os peixes em geral.

As dores de cabeça estão associadas a problemas de visão.

DEPENDE. O importante é deixar claro que nem toda dor de cabeça é problema de visão. Algumas pessoas que necessitam de grau, mas não sabem disso ou não usam óculos, conseguem focar objetos a custo de esforço. E esse esforço contínuo pode causar dor. Mas se a dor de cabeça independe do uso da visão, outras causas devem ser investigadas.

Depois dos 40 anos, todo mundo desenvolve “vista cansada”.

DEPENDE. Realmente, depois dos 40 anos, passamos a ter dificuldade de enxergar de perto. A exceção são os míopes. Eles não conseguem enxergar bem de longe, mas provavelmente não terão dificuldades para ver de perto.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.hojeemdia.com.br

10 mitos e verdades sobre Pressão Alta

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1. Quando a pressão está baixa, colocar uma pitada de sal embaixo da língua resolve?

MITO: Pode elevar temporariamente o nível da pressão, mas não é a forma melhor de resolver. Para elevar a pressão, o corpo deverá reter líquido e isso não acontece imediatamente com a ingestão sal. A forma ideal para amenizar os desconfortos da pressão baixa é tomar muito líquido, por exemplo água e, caso esteja muito sintomático, deitar-se no chão mantendo as pernas levantadas acima da cabeça.

2. Dor de cabeça é sinal de pressão alta?

VERDADE: Pode ser, mas vale ressaltar que o problema deve ser investigado, pois a dor de cabeça pode ter outras causas não diretamente ligadas à pressão. Se sentir esse mal por muitos dias, o ideal é ir ao médico.

3. O calor faz a pressão cair?

VERDADE: A alta temperatura provoca uma vasodilatação, associada a certo grau de desidratação e pode fazer a pressão cair.

4. Pressão alta provoca sangramento nasal?

VERDADE: Um dos sinais de pressão alta pode ser o sangramento nasal inexplicável, devido ao rompimento de pequenos e finos vasos existentes na mucosa do nariz, mais frágeis à elevação da pressão. Isso não inclui o sangramento por trauma ou quando estamos muito gripados.

5. A pressão alta pode ser controlada apenas com uma alimentação balanceada e exercício físico?

VERDADE: Em alguns casos sim, principalmente quando os níveis de pressão não são muito altos, ou em pacientes em quem o excesso de peso é uma das causas do aumento da pressão. Porém, deve haver acompanhamento médico, sempre!

6. Hipertensos não podem fazer atividade física?

MITO: Eles podem fazer, mas após avaliação de um cardiologista, inclusive, dependendo da idade, com teste de esforço realizado previamente. Além disso, pode ser muito útil o acompanhamento de um professor de educação física. Os exercícios promovem melhor adaptação do coração e dos vasos às alterações fisiológicas que ocorrem nos momentos de estresse físico e mental, ajudam a perda de peso, melhoram o controle do diabetes e diminuem o estresse, pois propiciam maior socialização do indivíduo.

7. Histórico familiar de pressão alta indica que a pessoa será hipertensa?

MITO: Ela deve ficar atenta, mas não necessariamente terá o problema, embora o fator genético seja fundamental. Fatores como fumo, álcool, sedentarismo, má alimentação e obesidade também são relevantes para determinar quem será ou não hipertenso.

8. Quem tem hipertensão pode comer sal, mas em quantidades menores?

VERDADE: Pode comer, porém, em doses controladas. Isso vale também para quem não é hipertenso, porque o sal em excesso não é benéfico ao organismo.

9. Ficar horas sem comer pode provocar pressão baixa?

VERDADE: Pode provocar hipoglicemia (queda do açúcar do sangue) e também hipotensão, por este motivo e por desidratação.

10. Musculação ajuda a controlar a pressão alta?

MITO: O hipertenso pode fazer musculação apenas após avaliação criteriosa do cardiologista, lembrando que isso pode piorar a hipertensão.

Dr. Hélio Castello – Médico Cardiologista

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.uol.com.br

Mitos e Verdades sobre a Terceira Idade

Não adianta negar, todo mundo vai envelhecer. O processo, que começa perto dos 30 anos com a queda da capacidade pulmonar e cardíaca máxima e com a diminuição na produção de colágeno, é inevitável. Saiba mais sobre os mitos e verdades que acontecem com o corpo quando você alcança a casa dos 60.  


Quando ficamos velhos, ficamos mais esquecidos

Mito. “Quando falamos de envelhecimento, temos alterações em todos os sistemas orgânicos. Do ponto de vista neurológico, existem modificações sim, porém, nem sempre elas comprometem a função cerebral do indivíduo”, explica Roberto Dischinger Miranda, geriatra e cardiologista do Instituto Longevità, de São Paulo. Algumas mudanças no estilo de vida fazem com que o idoso fique menos atento ou participativo. As pessoas mais jovens estão mais ligadas aos fatos que acontecem ao seu redor. À medida que a pessoa fica mais tranquila, tende a diminuir o poder de assimilação dos fatos. “A nossa memória está relacionada à atenção. Pelo próprio estilo de vida que levamos, implica em menor registro, menor foco de memória. Nem sempre lapsos de memória sinalizam doença”, explica o médico. Para evitar que eles apareçam, invista em atividades prazerosas para evitar que o cérebro fique acomodado. Aprender uma nova língua, um instrumento musical ou até mesmo usar o computador pode ser uma ótima maneira de estimular o funcionamento cerebral.

Quando ficamos mais velhos precisamos nos exercitar menos
Verdade. As alterações no organismo próprias do envelhecimento começam aos 30 anos e com elas vem a diminuição das capacidades pulmonar e cardíaca máximas. A repercussão dessas mudanças na vida cotidiana é pequena, porém, a queda de desempenho pode ser facilmente sentida durante os exercícios físicos. “Os exercícios devem ter uma intensidade diferente daquele praticado quando a pessoa era jovem. Mas, em qualquer idade, a atividade física é importante. E a performance ao se exercitar dependerá de cada um, é uma capacidade individual”, comenta o geriatra.

As dores são inevitáveis, principalmente as causadas pela artrite
Mito. Osteoartrose é uma das doenças mais comuns no envelhecimento e provoca dor. “Apesar das dores ocasionadas pela degeneração da cartilagem serem consideras comuns, não podemos considerá-las normais. O paciente deve ir ao médico para fazer um tratamento, fisioterapia e controlar o peso”, explica o médico.

O desejo sexual diminui com a idade
Verdade. Segundo Roberto Dischinger Miranda, o desejo sexual tende a diminuir com a idade, por ser próprio do envelhecimento humano. Nas mulheres, a menopausa faz com que a lubrificação diminua, o que causa dores durante a penetração. No homem, é comum a disfunção erétil. Porém, muitas vezes isso não impede a vida sexual do casal. É importante que os dois estejam bem com a prática, seja uma vez ao dia ou uma vez ao mês.

Acima de 60 anos devo procurar um geriatra
Mito. O geriatra é nada menos que um médico generalista com especialização em doenças mais comuns da terceira idade. Como o processo de envelhecimento começa quando somos jovens, é possível ir ao geriatra para acompanhar o avanço da idade, de maneira preventiva. “Não há nada que impeça a pessoa de envelhecer, o importante é manter a capacidade funcional, motora, física e mental”, explica o médico.

Pessoas com mais de 60 anos sentem menos sede
Mito. A estrutura fisiológica em si não causa essa alteração. “Muitas vezes, o que acontece é que o idoso perde bastante água por um quadro de incontinência urinária ou devido aos remédios diuréticos. Com isso, eles tendem a diminuir a ingestão de água – conscientemente ou não”, diz a nutricionista especializada em gerontologia Maristela Strufaldi. O quadro pode levar à desidratação, tontura, problemas intestinais e prejudicar a pele. “Por mais que o corpo não exija, deve-se tomar a mesma quantidade de água que antes”, defende Maristela.

Os idosos sentem menos sono
Mito. Algumas teorias defendem que o que acontece na verdade é uma mudança na arquitetura do sono. “Muitas vezes, o idoso tem a sensação de que dorme menos ou de que não dormiu bem. Mas nem sempre isso é real”, comenta Miranda. Quando a atividade do corpo é menor durante o dia, é natural que as horas de sono diminuam. Porém, nem sempre é preciso tratar com medicamentos. Primeiramente, é preciso investigar as causas dessa mudança e, se possível, tratá-las.

O paladar muda com a chegada da idade
Verdade. Assim como os outros músculos, as papilas gustativas, que ficam na língua, tendem a atrofiar. Isso influencia na percepção do paladar. “Para compensar essa perda, os idosos tendem a buscar alimentos ora muito doces, ora muito salgados”, elucida Maristela.

Os músculos desaparecem com o passar do tempo
Verdade. Segundo a nutricionista, a queda funcional do corpo faz com que aumente a quantidade de gordura, diminua a quantidade de massa magra e ocasione a queda no colágeno. O quadro, normal com o envelhecimento, acontece devido à morte celular e à atrofia muscular. O problema pode ser levemente corrigido com atividade física e alimentação balanceada.

Existem doenças consideradas normais na 3ª idade (diabetes, hipertensão)
Mito. Tudo que é considerado doença não pode ser chamado de normal. Pressão alta, diabetes, catarata são comuns, porém, jamais devem ser consideradas normais, uma vez que comprometem a vida do indivíduo. “O ideal é envelhecer com saúde e bem-estar”, completa o geriatra.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br


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