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Dia Mundial do Coração: Coração X Sedentarismo

Pixabay mão no coração

Todo dia 29 de setembro é celebrado o Dia Mundial do Coração, desde 2000. Esta data foi criada pela World Heart Federation para alertar as pessoas sobre os problemas das doenças cardíacas e o acidente vascular cerebral, fatores que matam mais de 17 milhões de pessoas todo ano.

Para garantir um coração saudável, profissionais da área recomendam movimentar o corpo e, é claro, contar com acompanhamento médico regular.

Os exercícios físicos fazem com que o coração trabalhe com mais eficiência. O sangue flui melhor e as artérias e vasos ficam mais flexíveis e saudáveis. Tudo isso previne o risco de doenças cardiovasculares, como infarto, colesterol alto, derrame e hipertensão.

Uma pessoa sedentária tem de 80 a 100 batimentos por minuto enquanto uma pessoa condicionada fica entre 60 e 70 batimentos por minuto. Essa melhora na eficiência reduz em 40% o risco de complicações cardiovasculares.

Não são necessários longos períodos na academia. O mais importante é a regularidade com que se exercita para usufruir dos efeitos benéficos a médio e longo prazo.

Algumas atividades físicas e seus benefícios específicos:

Corrida: atividade aeróbica que, após algum tempo de prática, melhora seu condicionamento físico, tornando fáceis alguma tarefas corriqueiras como subir escadas.

Caminha ao ar livre: as passadas reduzem a pressão arterial na primeira hora e essa queda se mantém nas 24 horas seguintes. A caminhada faz com que as válvulas do coração trabalhem mais, melhorando a circulação de hemoglobina e a oxigenação do corpo.

Natação: nadar exerce baixo impacto nas articulações e promove a melhora do processo cardiorrespiratório.

Especialistas em saúde cardiovascular sugerem que a variação de exercícios físicos é mais benéfico à saúde cardiovascular que a manutenção de uma única modalidade, respeitando sempre seus limites e contando com acompanhamento de profissionais.

Informações parciais das fontes:

http://worldheartday.org/world-heart-day-2015/

http://bvsalud.org/portal-lis/2015/09/22/2909-dia-mundial-do-coracao/

http://www.minhavida.com.br/fitness/galerias/13905-aposte-nestes-exercicios-para-a-saude-do-seu-coracao/4

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Benefícios da alimentação regional brasileira

Os interessados em resgatar a educação alimentar e nutricional, com informações sobre uma alimentação adequada e saudável e com algumas opções que foram esquecidas pelos brasileiros, ganharam importante ajuda com o lançamento da nova edição do livro “Alimentos Regionais Brasileiros”.

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A iniciativa foi publicada pelo Ministério da Saúde, em parceria com outros órgãos da área, e representa uma importante ferramenta para despertar o interesse sobre a grande quantidade de alimentos regionais, alguns de consumo ainda limitado.

A edição divide as espécies por região e exibe em suas 500 páginas as frutas, hortaliças, leguminosas, tubérculos, raízes e cereais, farinhas e preparações, ervas, condimentos e temperos do Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste.

Para Maria Emília Pacheco, presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), a publicação permite a apreciação dos sabores e saberes das tradições regionais, com  receitas que expressam o legado de diferentes grupos e etnias, ao mesmo tempo que mostra ser possível cozinhar com saúde, com menos gordura, menos açúcar e menos sal. “O  livro é um importante instrumento para o desenvolvimento de ações de educação alimentar e nutricional e de promoção da alimentação adequada e saudável. O Consea tem defendido a concepção  do alimento como patrimônio de um povo e não como mercadoria. Essa concepção incorpora o respeito às culturas alimentares, que é tema dessa publicação do Ministério da Saúde”, destaca.

Para o pesquisador Nuno Madeira, da Embrapa Hortaliças, que contribuiu para a construção do livro, a iniciativa vem somar com as necessidades atuais da população brasileira. “O consumidor, que busca cada vez mais uma alimentação saudável, e o produtor, que procura novas oportunidades de mercado, ambas aliadas à valorização das tradições culinárias e de paladar especial e diferenciado”, disse.

A iniciativa

O material traz – além dos alimentos por região – receitas culinárias, dicas de como cozinhar com mais saúde e uma lista de possíveis substituições para as preparações desenvolvidas, ressaltando nossa diversidade cultural.

O resgate, o reconhecimento e a incorporação desses alimentos no cotidiano das práticas alimentares representam importante iniciativa de melhoria do padrão alimentar e nutricional, contribuindo para a garantia do direito humano à alimentação adequada e saudável e da segurança alimentar e nutricional da população brasileira.

Nuno Madeira detalha algumas hortaliças que ele incluiu na publicação por considerar essenciais na alimentação brasileira. “Temos a araruta, fonte de carboidrato reconhecidamente leve. Os mais antigos sempre falavam que as crianças que tinham cólica eram nutridas com mingau de araruta. Outro produto que quase não vemos mais é o jacatupé, de paladar único procurado com chefes gastronômicos e com pessoas do interior que quem comeu nunca esqueça. Hoje quase entraram em extinção”, destaca.

Mudanças na cultura produtiva

Para Nuno, o processo que o País passou de urbanização fez a população abandonar alguns costumes, como os quintais produtivos. “Antigamente, mesmo nas cidades, as pessoas tinham uma horta, mas hoje é difícil imaginar isso. Hoje vão ao mercado comprar o que tem uma cadeia estabelecida. Cai numa concentração de alimentos em muito menor número e caiu em desuso”, analisa, ainda destacando que é preciso, muitas vezes, aliar qualidade nutricional com o gosto.

Como solução, o profissional sugere uma maior interação entre o processo de produção e o consumo necessário. “As pessoas estão se dando conta de como a nossa alimentação está inadequada. Hoje, alguns alimentos têm espaço, mas precisam de produção para atender. Mais diálogo entre produção e consumo. Ainda não temos, mas podemos ter. Os inhames, por exemplo, não tem onde comprar semente, não tem rede de informação muito forte”, disse.

Confira a publicação na íntegra.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.brasil.gov.br/

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Tenha uma Alimentação Nutricionalmente Balanceada!

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Guia Alimentar para a População Brasileira

O Departamento de Nutrição disponibiliza o Guia Alimentar sobre Alimentação saudável para a população Brasileira do Ministério da Saúde (MS), após discussão do seu conteúdo com Universidades, Sociedades Científicas e população realizada em ampla consulta pública, compartilhado aqui também pelo Viva Melhor Online.

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O guia foi elaborado pela Coordenação geral de Alimentação e Nutrição do MS e tem como propósito oferecer a população brasileira informação sobre alimentação saudável para promoção da saúde e prevenção das doenças crônicas cuja associação com sobrepeso/obesidade, consumo excessivo de alimentos processados e ultra processados têm sido verificada pela literatura científica.

O Guia apresenta princípios  básicos  que servem de norteadores para todos os capítulos. Incentiva o consumo harmonioso e variado dos alimentos, desmitificando  o uso abusivo e midiático do consumo isolado de alguns nutrientes, enfatizando que “alimentação é muito mais do que o consumo de nutrientes”,  já que outros fatores como a combinação entre os alimentos, forma de preparo, aspectos culturais e sociais são essenciais para que de fato o ato de se alimentar promova saúde em toda sua plenitude.

Além disso, ressalta o perigo da substituição dos alimentos in natura (arroz, feijão, legumes e verduras) pelos  alimentos industrializados prontos para o consumo (processados e ultra processados), em geral ricos em sódio e calorias. Outra questão importante abordada é a sustentabilidade do sistema alimentar e as formas de impacto associadas à produção e sua  distribuição justa e integrada ao ambiente.  Na elaboração do Guia há a preocupação de se considerar todos os saberes, incluindo o meio acadêmico por meio dos resultados de pesquisas experimentais, clínicas e epidemiológicas as quais poderão dar suporte e fundamentar a orientação para alimentação saudável, incluindo o resgate das tradições populares tão importantes para ampliação dos nossos conhecimentos e auxiliar o indivíduo na autonomia das escolhas alimentares.

Para a pessoa com diabetes, o Guia se encaixa muito bem porque além de incentivar o consumo de alimentos in natura preparados em casa preferencialmente, recomenda o consumo de alimentos com regularidade, em ambiente apropriado e em companhia, justamente para que a pessoa possa comer devagar desfrutando os alimentos e o ambiente, de tal maneira que os alimentos não sejam o único foco desse momento agradável. Ao apresentar um Guia qualitativo sem especificar quantidades, o mesmo vem de encontro às recomendações do Departamento de Nutrição que preconiza a individualização do plano alimentar de acordo com as necessidades de cada indivíduo. Ademais, a preocupação com a informação técnica e segura para o “empoderamento” e a autonomia do indivíduo nos anima ainda mais a ser parceiros no desafio da melhoria da qualidade da alimentação do brasileiro, com vistas a promoção da saúde e o cuidado nas Doenças crônicas.

Leia o Guia Alimentar para a população Brasileira clicando aqui.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.diabetes.org.br/

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Inatividade mata mais do que obesidade, indica pesquisa

A falta de exercício pode estar matando o dobro de pessoas se comparada à obesidade, sugere um estudo feito por 12 anos, que incluiu mais de 300 mil pessoas na Europa.

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Pesquisadores da Universidade de Cambridge registraram cerca de 676 mil mortes por ano por inatividade, contra 337 mil por conta de excesso de peso.

Eles concluíram que pelo menos 20 minutos diários de caminhada rápida poderiam gerar benefícios substanciais.

Especialistas afirmam, ainda, que exercício físico é benéfico para pessoas de qualquer peso.

Obesidade e sedentarismo, muitas vezes andam de mãos dadas. No entanto, sabe-se que as pessoas mais magras têm um maior risco de problemas de saúde se forem inativas. E as pessoas obesas que se exercitam têm melhores condições de saúde do que pessoas inativas.

O estudo, publicado no American Journal of Clinical Nutrition, tenta trazer à tona os perigos da inatividade e da obesidade.

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Os pesquisadores acompanharam 334.161 europeus por 12 anos. Eles avaliaram os níveis de exercício e a circunferência das cinturas a cada morte.

“O maior risco (de morte precoce) está associado aos classificados como inativos, sejam com peso normal, sobrepeso ou obesidade”, disse às BBC News Ulf Ekelund, um des pesquisadores envolvidos no estudo.

Ekelund afirma que eliminar a inatividade na Europa cortaria as taxas de mortalidade em cerca de 7,5%, ou 676 mil mortes, mas eliminar a obesidade reduziria a mortalidade em apenas 3,6%.

“Mas não acho que seja caso de um ou outro. Nós também devemos nos esforçar para reduzir a obesidade, e a atividade física deve ser reconhecida como uma estratégia muito importante de saúde pública”, acrescentou Ekelund.

Ekelund, que faz pelo menos cinco horas de exercício vigoroso toda semana, afirma que uma caminahada rápida todo dia é suficiente para transformar a saúde.

“Vinte minutos de atividade física, o equivalente a uma caminhada rápida, é algo possível de incluir em qualquer trajeto para o trabalho, ou em intervalos de almoço, ou à noite, em vez de assistir TV”, sugere.

Os males causados por inatividade e obesidade são, em grande parte, os mesmos, como doença cardiovascular. No entanto, a diabetes tipo 2 é mais comum entre os obesos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site http://www.bbc.co.uk/

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Guia alimentar interativo estimula Alimentação balanceada

O Guia Alimentar da População Brasileira do Ministério da Saúde é a base do projeto “Meu Dia Alimentar”, idealizado pelos estudantes Gabriela Bizari, de nutrição, na Faculdade de Saúde Pública (FSP), e Adriano Furtado, da área de design, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP.

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A ideia é traduzir as recomendações nutricionais do Guia Alimentar de forma mais clara para a população, em especial, para as crianças. Os alunos criaram um quebra-cabeça que ensina corretamente as porções e alimentos ideais para uma alimentação balanceada, permitindo que o próprio usuário faça suas escolhas saudáveis com os alimentos que fazem parte da sua rotina. Uma versão para telefones celulares deverá ser lançada até o final do ano.

Conheça o guia clicando aqui!

Obesidade, diabetes e outras doenças crônicas decorrentes da má alimentação são assuntos constantemente em pauta, pois preocupam uma fração considerável da sociedade. Muitos brasileiros acreditam que possuem bons hábitos alimentares mas, muitas vezes, não sabem corretamente as porções e alimentos ideais para uma correta alimentação. Para isso, o Ministério da Saúde está trabalhando no Guia Alimentar da População Brasileira (edição 2014) que orienta a população dos cuidados para manter uma dieta saudável.

O jogo é montado a partir de uma base guiada por cores e formas, na qual, cada peça representa um alimento e cada grupo alimentar refere-se a uma cor. As peças contém nome, ilustração do alimento e quantidade por porção. Por meio dos espaços coloridos do tabuleiro é indicado o número de porções de cada alimento a serem consumidas diariamente. Para uma alimentação balanceada, o usuário precisa preencher todos os espaços da base com seus respectivos grupos/cores e porções.

Alimentação saudável

Para testar o projeto, Gabriela visitou uma escola infantil em São Paulo e aplicou o jogo com 40 crianças, entre 7 a 10 anos, e os resultados foram muito positivos. “Cada aluno montou seu próprio quebra-cabeças e encaixou as peças com base em seus hábitos alimentares e o que acreditavam ser bom para saúde. Depois, com a ajuda das professoras, aprenderam informações básicas para uma alimentação saudável”, explica. “Um dos exemplos que percebemos na atividade foi que os alunos trocaram a manteiga pelo requeijão no café da manhã. Pois, como o requeijão é do grupo dos lácteos, eles poderiam utilizar a manteiga (grupo dos óleos) em outras refeições. Assim seria possível deixar a porção de óleo para temperar a salada com azeite no almoço”, completa.

Outro destaque que chamou a atenção da criançada foi a peça que representa a água, pois além de estar centralizada no tabuleiro e ser o único alimento com sua porção referenciada (dois litros por dia), foi considerada a “peça-chave”, já que é a única que não possui substituição no jogo. Os alunos entenderam como é importante beber água para se manter hidratado e prevenir várias doenças. Por meio do jogo, também perceberam a importância de comer frutas e legumes durante o dia, além de compreenderem que cada grupo alimentar precisa de apenas três porções por dia.

Ainda em fase de adaptações, Gabriela e Adriano estão desenvolvendo a versão digital do Meu Dia Alimentar, em parceria com a empresa State of Mind Apps. O aplicativo será gratuito para smartphones, destinado a pessoas de todas as idades,  e deverá ser lançado ainda no segundo semestre deste ano. Para transformar o “Meu Dia Alimentar” em uma ferramenta acessível a todos, os estudantes buscaram incentivos no site de financiamento coletivo Catarse. Durante 40 dias, as pessoas puderam fazer suas doações, podemos destacar entre elas, a Fundação José Luiz Setúbal – Hospital Infantil Sabará, Instituto Asas e Grupo Especializado em Nutrição e Transtornos Alimentares (GENTA).

Ao todo foram 196 apoiadores, 329 pedidos do jogo, os quais 167 serão destinados a instituições públicas de ensino e cerca de 22 mil reais doados. O dinheiro foi utilizado para produção de 2 mil unidades, feitas pela Toyster Brinquedos, empresa especialista em quebra-cabeças. O próximo passo é disponibilizar o jogo para a venda, principalmente para utilização nas escolas. Os alunos também irão realizar palestras sobre o tema e estão trabalhando com docentes da FSP para validar a ferramenta como instrumento de educação nutricional.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.ebc.com.br/

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Alimentos e receitas que fazem bem para o coração e previnem doenças

O dia 29 de setembro é marcado como o Dia Mundial do Coração. Um bom motivo para rever e mudar hábitos alimentares. As nutricionistas Sônia Toriani e Vera Lucia Moratelli dão dicas de alimentos saudáveis para consumir e também como substituir alimentos “ruins” por alimentos que ajudam a prevenir doenças cardiovasculares.

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Sonia orienta para o consumo de alimentos integrais pelo menos uma vez ao dia, como pão e arroz, por exemplo. Vera lembra de comer diariamente frutasverduras, mas em quantidades equilibradas, por terem alto teor calórico.

Lista de alimentos benéficos para o coração

Alho: reduz a pressão arterial e protege o coração ao diminuir a taxa de colesterol ruim e aumentar os níveis do colesterol bom, o HDL.

Aveia: ajuda a diminuir o colesterol sérico total e também os níveis de colesterol ruim, o LDL.

Azeite de oliva extra virgem: facilita aumentar os níveis de HDL, conhecido como colesterol bom, prevenindo problemas cardiovasculares.

Castanha do pará: rica em gordura monoinsaturada (encontrada também no azeite) e gordura poliinsaturada (encontrada no peixe). Ajuda a baixar os níveis do colesterol ruim e a aumentar os do colesterol bom. Consumo ideal: duas unidades ao dia.

Chocolate amargo (70 a 80% cacau): possui antioxidantes, protegendo os vasos sanguíneos e consequentemente o coração. Consumo ideal em torno de 15 a 20 gramas ao dia.

Frutas: possuem fibras que ajudam a diminuir a absorção do colesterol e das gorduras e ainda melhoram o funcionamento do intestino.

Receitas

Arroz com nozes e cúrcuma
Ingredientes:
3 colheres de sopa de azeite de oliva
2 colheres de sopa de cebola picada
1 dente de alho espremido
3 xícaras de arroz integral (lavado e escorrido)
½ xícara de nozes moídas
1 colher de sopa de manjericão picado
1 colher de chá de cúrcuma em pó
4 xícaras de chá de água fervente

Modo de Preparo:
Em uma panela, coloque o azeite de oliva, a cebola e o alho, deixando dourar levemente. Acrescente o arroz e refogue por alguns minutos. Junte as nozes, o manjericão, a cúrcuma e a água fervente. Tampe a panela e deixe cozinhar em fogo baixar por 20 minutos ou até que o arroz fique seco.

Mousse de cacau funcional
Ingredientes:
1 abacate bem maduro;
2 colheres de sopa de cacau em pó;
2 colheres de sopa de mel ou xarope de agave;
2 colheres de chá de canela em pó;
1 colher de chá de sal marinho ou shoyo

Modo de Preparo:
Passe todos os ingredientes no processador ou liquidificador até formar um creme homogêneo. Coloque em taças e leve para gelar por cerca de 2 horas.

Dicas de como consumir

Molho para salada: amasse o abacate com iogurte natural desnatado, suco de limão e sal a gosto.

Vitamina: Bata no liquidificador com bebida de arroz e Agave (substituto do açúcar) e cacau em pó.

Pasta para sanduíche: amasse o abacate com suco de limão.

Sobremesa: pedaços de abacate com agave e salpique nozes, castanhas ou amêndoas torradas e picadas.

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