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8 dicas para deixar sua vida mais saudável

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Sabia que nesta segunda-feira (7) é comemorado o Dia Mundial da Saúde? Por isso, use esta data como incentivo para melhorar sua própria saúde. A médica clínica geral do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Ligia Raquel Brito, disse que “nessa data é importante às pessoas lembrarem-se de fazer exames preventivos com regularidade e ter hábitos saudáveis, que incluem a prática de exercícios diários e a adoção de uma alimentação balanceada.”

A especialista reforça ainda que diversas doenças, quando diagnosticadas precocemente, têm melhor evolução ao serem tratadas.

— Isso é importante porque certos tipos de doenças podem não apresentar sintomas aparentes, como é o caso hipertensão arterial, diabetes, HIV, hepatites, dislipidemia (aumento de colesterol e/ou triglicérides).

Homens e mulheres precisam de cuidados específicos, assim como as crianças.  Acima de 40 anos, eles devem fazer exames de colonoscopia e próstata, enquanto elas, ultrassom pélvico, de mama e papanicolau (esse apenas para quem tiver vida sexual ativa).

Veja dicas da médica:

1) Realizar exames de checkup, pelo menos, uma vez por ano. Além do teste ergométrico, que avalia o amplo funcionamento cardiovascular, a lista inclui outros para controlar os níveis de colesterol ruim, açúcar, ácido úrico, função do rim e fígado e triglicérides no sangue, além de sorologias para hepatite B e C, HIV, sífilis;

2) Ficar em dia com a caderneta de vacinação. Lembre-se de que nem só as crianças necessitam de vacinas. Doses contra difteria, tétano, sarampo, caxumba e rubéola, entre outras, devem ser repetidas na vida adulta.

3) Prestar atenção aos sinais do corpo. Cólicas, sonolências, fraquezas e enxaquecas podem ser indicativos de doenças sérias ou infecções por vírus e bactérias;

4) Praticar exercícios físicos regularmente e adotar uma alimentação mais saudável possível. Com isso, evitar excessos na ingestão de açúcar, gordura e fritura;

5) Evitar a prática do fumo e a ingestão demasiada de bebidas alcoólicas;

6) Crianças: Além de consultas com pediatra, os pequenos devem passar pelo atendimento com outras especialidades médicas. No caso do oftalmologista, a primeira consulta deve acontecer por volta dos 2 ou 3 anos, período em que ainda é possível a correção de diversos problemas;

7) Mulheres: Exames como ultrassom pélvico, de mama e papanicolau (esse apenas para quem tiver vida sexual ativa). As que tiverem mais de 40 anos precisam incluir: mamografia e densitometria óssea.

8) Homens: É indicado autoexame regular nos testículos. Quem tiver mais de 40 anos, exames de colonoscopia e próstata são recomendados.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://noticias.r7.com/saude/

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Coração SAUDÁVEL

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Onda de demissões eleva custos dos planos médicos.

Demitido da Embraer, onde trabalhou durante 20 anos, o fresador de usinagem mecânica Julio Cesar da Silva, sua esposa e seus dois filhos planejam fazer uma série de exames médicos antes de terminar a validade do plano médico, benefício concedido durante um ano para os 4,2 mil demitidos da Embraer. “Pretendo fazer um check-up. Também já falei para minha mulher e dois filhos fazerem o mesmo”, disse Silva, 39 anos, cuja esposa, que trabalhava como doméstica na casa de um ex-funcionário da Embraer, também perdeu o emprego no mês passado.

Como a família Silva, outras milhares de pessoas também estão usando muito mais os planos médico e odontológico porque foram dispensadas ou por conta do medo de uma possível demissão. As empresas que descontam uma parcela do plano de saúde em folha de pagamento são obrigadas a manter o benefício entre seis meses a dois anos, após a dispensa do empregado.

Apesar do risco de um passivo futuro, cerca de 35% das mil maiores companhias no Brasil ainda cobram do funcionário um percentual do custo do plano de saúde. Existe esse risco de passivo porque a taxa de sinistralidade – que indica quanto o custo com atendimento de clientes representa da receita das operadoras de planos de saúde – com ex-funcionários chega a ser três vezes superior quando comparado à sinistralidade dos empregados. Além disso, é comum os funcionários que não foram demitidos irem mais ao médico prevendo que podem ser os próximos.

Antes da crise estourar, os gastos médicos com demitidos não eram vistos com tanta preocupação pelas operadoras – eram casos pontuais. Mas, com a onda de demissões, as operadoras já começam a sentir no balanço os efeitos desse maior uso dos planos.

Levantamento realizado no mercado – mostra que após o estouro da crise (novembro de 2008 a dezembro de 2009) houve aumento de 9,3% no número de exames e de 8,6% no de consultas médicas. Levando-se em consideração apenas os titulares dos planos, a quantidade de consultas aumentou 12,9%. Com isso, o gasto médio mensal por usuário saltou de R$ 103,42 para R$ 118,48. O levantamento foi feito com 120 mil beneficiários no período de novembro de 2008 a fevereiro de 2009 em relação a novembro de 2007 a fevereiro de 2008.

Diante desse cenário, é esperado um crescimento de 6% a 12% na taxa de sinistralidade nos próximos 12 meses nos planos corporativos. “Em processos demissionais, as pessoas usam mais o plano de saúde, antecipam cirurgias e tratamentos que estavam sendo postergados. Além disso, estudos mostram que há um incremento do stress, o que leva ao surgimento de diversas doenças”, explicou Marcelo Munerato de Almeida. Esses beneficiários são funcionários de 350 grandes companhias como Unilever, McDonald’s, Kraft, Peugeot, Arcelor e o banco HSBC.

O aumento no índice de sinistralidade também é provocado pela inflação médica, que no ano passado ficou entre 8% a 10%. Essa inflação é resultado no aumento nos custos de medicamentos, procedimentos e equipamentos médicos. Porém, as operadoras promoveram em média reajustes equivalentes, entre 8% a 10% nos planos corporativos. Nessa modalidade de plano, existe a livre negociação entre operadoras e empresas. Já nos planos individuais, o último reajuste autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) foi de 5,48%.

Os balanços referentes a 2008 das maiores operadoras de saúde mostram que elas já estão sentindo o impacto do desemprego, com a elevação no índice de sinistralidade.

Na Odontoprev, a maior operadora de planos odontológicos do país, a sinistralidade no quarto trimestre do ano passado ficou em 46% – acima dos 44% do mesmo período de 2007. “Esse aumento realmente já é reflexo dos usuários usando mais o plano com medo da demissão”, diz Randal Luiz Zanetti, presidente da OdontoPrev, que conta com 2,4 milhões de vidas. “A demissão pode ocasionar uma depressão e mais casos de doenças. As pessoas acabam usando mais o plano nesses momentos de crise”, complementa Humberto Modenezi, superintendente geral da Unimed-Rio, cuja sinistralidade em 2008 ficou em 77,1% , acima dos 76,1% verificados em 2007.

Com 3,2 milhões de beneficiários, a Amil também registrou aumento na taxa de sinistralidade no quatro trimestre, que ficou em 69% contra 67,6% do mesmo período de 2007.

As seguradoras de saúde também tiveram crescimento na taxa. Na Sul América, a sinistralidade no quarto trimestre atingiu 75,3% contra 70,5% registrado no mesmo trimestre de 2007. Na Bradesco Saúde, maior plano de saúde, a sinistralidade nos planos corporativos aumentou de 79,9% em 2007 para 82,7% no ano passado.

Para compesar o aumento da sinistralidade, as operadoras devem pressionar os hospitais e laboratórios para que eles baixem seus preços. (BK)

Data: 02.04.2009 – Fonte: Valor Econômico | SP


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