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Confira o manual de saúde bucal para todas as idades

Amanhã, 25 de outubro, é o Dia Nacional da Saúde Bucal. Para comemorar, o Terra preparou cuidados específicos para fases da vida, além de hábitos a serem evitados e doenças mais comuns.

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Bebês
Mesmo antes de os dentes nascerem, é importante cuidar da saúde bucal do bebê. Ao higienizar a gengiva, a criança já começa a se acostumar com o toque em sua boca e os pais estabelecem uma rotina para, depois, introduzir a escovação, além de evitar infecções.

Pasta, escova e fio: nessa fase é recomendado usar apenas uma gaze umedecida com água filtrada.

Doenças comuns:
– Sapinho – o sapinho é uma infecção causada pelo fungo Candida albicans, que parece um resto de leite que não sai. Aparece na língua, céu da boca, parte interna das bochechas e até nos lábios.
– Cisto gengival –  o cisto de erupção ocorre quando um dente está para nascer e a gengiva fica bastante inchada e dolorida.

Cuidados:
– Lavagem frequente das mãos e higienização e fervura adequada de mamadeiras e chupetas após cada uso.
– Evitar dividir talheres, limpar a chupeta com a boca, experimentar a mamadeira, assoprar a comida ou até beijá-los nos lábios. Esses hábitos são meios de levar bactérias à boca da criança.
– Usar mordedores para massagear a gengiva e aliviar a dor quando os dentes estiverem para nascer

“Nós temos a cavidade bucal colonizada por até 300 tipos diferentes de bactérias e o bebê, além de nascer com a boca estéril (sem micro-organismos), não tem defesas para as bactérias que carregamos na nossa saliva”, diz Renata Sampaio, cirurgiã-dentista e odontopediatra.

Crianças
A partir do nascimento dos primeiros dentinhos, que normalmente ocorre aos 6 meses, já é preciso cuidar da higiene bucal da criança como gente grande. Isso porque, a saúde dos dentes permanentes depende dos dentes de leite serem bem tratados.

Pasta, escova e fio:
Pasta: o creme dental infantil deve ter 1000 ppm de flúor e a quantidade é equivalente a um grão de arroz, duas vezes por dia, até os três anos de idade. A partir daí a referência muda para uma ervilha.
Escova: a escova deve ter a cabeça pequena e as cerdas macias.
Fio dental: já deve ser passado pelos pais a partir do nascimento do segundo dente.

Doenças comuns:
– Cárie: Quando não se faz a higiene bucal da criança após a mamada, as bactérias grudam nos dentes e os açucares acabam ocasionando a desmineralização, formando a cárie.
– Traumas e cortes: até os 3 anos, as crianças começam a andar e vira e mexe estão com algum objeto nas mãos e aí quando caem podem quebrar os dentes ou cortar os lábios ou as gengivas.

Cuidados:
– Consultas no odontopediatra desde o nascimento do primeiro dente
– Uso de cremes dentais com flúor
– Auxiliar a criança na escovação
– Dar uma mamadeira com água depois das mamadas à noite
– Higienizar a boca sempre depois das refeições

Adolescentes 
Questões sociais e comportamentais interferem muito nas escolhas que determinam a saúde dos jovens. Por isso, é importante conscientizá-los da importância de redobrar os cuidados bucais, principalmente para aqueles que usam aparelhos fixos.

Pasta, escova e fio:
Pasta: os jovens, sempre preocupados com a aparência, costumam optar por cremes dentais com componentes branqueadores. “Mas é preciso ter cuidado com uso excessivo desse produto, pois podem causar uma hipersensibilidade dos dentes”. diz Alexandre Bussab, cirurgião-dentista da Clínica Dental Saúde.
Escova: para quem usa aparelho, existe uma escova específica, com uma canaleta central, que encaixa nos bráquetes. As cerdas devem ser ultramacias
Fio dental: de novo para quem usa aparelho, é preciso usar passa fio, que lembra uma agulha de plástico. Nele o fio dental é preso e pode ser passado por baixo do arco para limpar entre os dentes. Também é importante o uso da escova interdental, capaz de higienizar ainda melhor as regiões difíceis.

Doenças comuns:
– Mau hálito: a rotina corrida e sem horário do adolescente faz com que eles fiquem horas em jejum, consumem muita fritura, doces e refrigerante e bebam pouca água. Todos esses fatores somados a uma higienização sem a devida dedicação, causa mau hálito.
– Gengivite: o uso de aparelhos ortodônticos dificulta a remoção da placa bacteriana dos dentes, aumentando as chances do aparecimento da gengivite (inflamação na gengiva).

Cuidados:
– Utilizar os dispositivos adequados para higienizar os dentes no caso de usar aparelhos ortodônticos.
– Limitar a ingestão de açúcar e alimentos que contém amido, principalmente os pegajosos (que grudam na superfície dos dentes).
– No caso da prática de esportes (comum nessa fase), usar sempre protetores bucais.
– Beber bastante água.

Homens
Os homens são mais propensos a problemas como o ronco e bruxismo, que merecem uma atenção especial e mudanças de hábitos. Na fase adulta, a sensibilidade dentária também começa a ficar mais comum. “A partir dos 27 anos começamos a ver mais pessoas vindo ao consultório com esse tipo de reclamação”, diz o cirurgião-dentista, Alexandre Bussab.

Pasta, escova e fio:
Pasta: Os cremes dentais para dentes sensíveis bloqueiam os túbulos dentinários (onde ficam os nervos do dente) abertos, o que ajuda a impedir que as sensações de dor.
Escova: a escova deve ter cabeça média e ser macia.
Fio dental: o fio dental deve ser usado em todas as higienizações bucais. Para complementar, vale usar a escova interdental.

Doenças comuns:
– Ronco: esse distúrbio respiratório acaba com a qualidade do sono e faz com que ela passe o dia cansada, estressada e com déficits de atenção. “O ronco muitas vezes também está associado a apnéia do sono que são pequenas, porem perigosas, paradas respiratórias que podem causar problemas mais sérios de falta de oxigênio no coração e no cérebro”, diz Luana Campos, dentista da Interclin.
– Bruxismo (hábito de ranger ou apertar os dentes): “O Bruxismo está diretamente ligado, na maioria das vezes, à rotina estressante dos adultos e a pressão que eles sofrem, por isso se torna bastante comum nessa fase da vida, prolongando-se, quando não tratado, para a terceira idade”, diz Paulo Henrique Tavares, cirurgião-dentista especializado no atendimento de idosos.

Cuidados:
– Evitar consumir em excesso bebidas como café, chá, vinho, isotônicos, refrigerantes e sucos artificiais, pois possuem o pH ácido, o que favorece a erosão dental.
– Pratique esportes para aliviar o estresse causado pelo dia-a-dia e ajudar no tratamento do bruxismo, mau hálito e ronco.
– Não fume.

Mulheres
No caso das mulheres, embora algumas doenças e cuidados sejam parecidos com os dos homens afinal, mulher também ronca, as fases que inspiram mais cuidados são as da gestação e da menopausa.

Menopausa faz mulher roncar que nem homem
Ardência bucal atinge mulheres a partir dos 50 anos; entenda
Cuidar da saúde bucal é mais difícil depois da menopausa

Pasta, escova e fio:
Pasta: recomenda-se o uso de pastas próprias para o cuidado da gengiva e de preferência, sem sabores fortes, para evitar problemas de enjoo típicos de grávidas.
Escova: a escova deve ter cabeça média e ser macia.
Fio dental: Para evitar o acúmulo de placa bacteriana que pode agravar a gengivite, o uso do fio dental é indispensável para gestantes e mulheres na menopausa.

Doenças comuns:
– Gengivite e periodontite: “Infecções severas na boca (como a periodontite) fazem o corpo da mulher produzir uma substância que causa contrações no útero, o que pode antecipar o nascimento do bebê”, diz o odontopediatra Raul Palomino. Já quando a mulher entra na menopausa, seu corpo sofre uma drástica redução de um hormônio chamado estrógeno. “A boca da mulher fica mais vulnerável a doenças, as gengivas ficam mais flácidas, os dentes mais suscetíveis a cáries, há um maior desgaste do esmalte dos dentes e até perda de massa óssea da maxila e da mandíbula podem acontecer em decorrência da menopausa”, diz Alexandre.

Cuidados:
– Evite comidas e bebidas ácidas e que manchem os dentes.
– Intensifique os cuidados com a saúde bucal durante o período de gravidez e da menopausa.
– Procure o acompanhamento de um dentista especializado durante a gravidez.
– Ao fazer tratamentos estéticos clareadores, procure um profissional de sua confiança e relate para ele todo seu histórico de saúde bucal. Assim, é possível evitar problemas de sensibilidade por conta desse procedimento.

Idosos
Quando a terceira idade chega, problemas na vista e nas articulações (artroses) podem dificultar o cuidado com a saúde bucal. Por isso, as visitas ao dentista devem ser ainda mais frequentes nessa fase.

Pasta, escova e fio:
Pasta: Para idosos que usam próteses dentais, é recomendado o uso de pastilhas efervescente que as limpam e eliminam as bactérias sem provocar arranhões.
Escova: A escova deve ter cerdas ultramacias.
Fio dental: Por conta de problemas de visão e coordenação, a utilização desse mecanismo pode ser comprometida. Por isso, a utilização de escovas interdentais podem ajudar o idoso a fazer uma higienização mais completa.

Fio dental: Por conta de problemas de visão e coordenação, a utilização desse mecanismo pode ser comprometida. Por isso, a utilização de escovas interdentais podem ajudar o idoso a fazer uma higienização mais completa.

Doenças comuns:
-Xerostomia: boca seca causada principalmente pelo consumo de alguns remédios.
– Halitose: também pode ser causada por remédios.
– Câncer de boca: causado principalmente pelo fumo.

Cuidados:
– Nessa fase as visitas ao dentista devem ser mais constantes.
– O idoso que usa prótese dental deve ter cuidado ao manuseá-las, pois elas são bastante sensíveis.
– A limpeza da prótese deve acontecer após cada refeição, ao dormir e acordar.
– Não é recomendado dormir com a prótese, pois os tecidos de suporte precisam relaxar em algum momento do dia.

“O descuido com a higiene da prótese faz com que bactérias se acumulem sobre ela. Se essas bactérias entrarem na corrente sanguínea o paciente corre o risco de desenvolver endocardite (inflamação no coração) e a pneumonia por aspiração dessas bactérias”, diz Paulo Henrique Tavares, cirurgião-dentista especializado no atendimento de idoso.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br/

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Saiba quais são as doenças bucais mais comuns e como tratá-las

Em 25 de outubro é comemorado o Dia Nacional da Saúde Bucal. De acordo com o Ministério da Saúde, 88% da população brasileira sofrem com algum problema na boca, em sua maioria cáries. Especialista  lista as doenças mais frequentes e conta que evitá-las é mais simples do que se imagina.
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Você já foi ao dentista este ano? Diferentemente do que acontece com outras especialidades, muitas pessoas passam anos sem visitar um consultório odontológico ou pior, nunca passaram por uma consulta. Segundo o Ministério da Saúde, mais de 2,5 milhões de brasileiros fazem parte desta estatística e, delas, 88%  apresentam algum problema na boca e não sabem. Porém, descobrir e iniciar um tratamento é mais fácil do que se imagina.
Aliados da saúde bucal, a escova de dentes e fio dental conseguem prevenir a maior parte das doenças. “Fica por conta da escova o trabalho mais ‘pesado’ de limpar os dentes, língua e bochechas – que retêm os resíduos causadores da cárie e halitose –  já o fio dental limpa onde a escova não alcança,” explica Dr. Ricardo Ladorucki, dentista especialista em odontologia estética.
O especialista alerta que o uso incorreto da escova pode causar lesões nas gengivas. “Não se deve escovar os dentes com força, pois as cerdas podem machucar a gengiva além de retirar o esmalte que protege os dentes. Dê preferência para escovas com cerdas macias.” A seguir o especialista da Netfarma lista as 5 doenças mais frequentes e como evitá-las.
Cárie – Causada por acúmulo de resíduos nos dentes, a cárie é a doença mais comum, atingindo cerca de 80% da população mundial. “Uma boa escovação e uso diário do fio dental impendem que as bactérias formadoras das cáries trabalhem”, conta Dr. Ricardo.
Doença Periodontal – Causada pelas bactérias anaeróbias que vivem dentro do sulco gengival, a doença periodontal é a formação do tártaro ao redor dos dentes; uma vez dentro dos microorificios do tártaro, as bactérias se multiplicam, pois o organismo não consegue combatê-las. A doença periodontal pode causar destruição óssea e perda do dente. O tratamento mais indicado é a remoção do tártaro com ultrassom.
Halitose – Conhecida também como mau hálito, a doença prejudica relações pessoais e de trabalho por conta do mau cheiro vindo da boca do indivíduo. “Cuidados de higiene, especialmente com a língua, ajudam no combate ao problema. O indicado é escovar a língua com a mesma frequência que se escova os dentes.”
Gengivite – Causada por falta de higiene adequada, a gengivite se dá pelo sangramento da gengiva decorrente do acúmulo da placa bacteriana; em casos mais graves acarreta perda dos dentes. “Nesses casos o uso do fio dental é fundamental para a higiene entre os dentes, principal fator resultante na doença.”
Inflamação da polpa – Quando a cárie não é tratada, as bactérias entram na polpa (estrutura interna do dente) causando inflamação. “O tratamento mais indicado nesses casos é o canal que irá retirar a pressão do dente causadora de dores fortes”.
Dr. Ricardo Ladorucki alerta para as visitas regulares ao dentista. “Assim como é recomendado realizar um check-up anual, é muito importante ir ao consultório odontológico, a saúde bucal precisa ser levada a sério”, finaliza.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.segs.com.br/

A Saúde Geral e bucal da Mulher

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Há uma relação entre minha saúde bucal e minha saúde geral?

No caso das mulheres, um número cada vez maior de estudos relaciona as enfermidades gengivais com uma variedade de problemas que afetam a saúde da mulher. Como a gengivite é uma infecção causada por bactérias, estas podem entrar na corrente sangüínea e tornar-se causa de outras complicações:

  • Problemas Cardíacos: Indivíduos com gengivite correm um risco maior de ter problemas cardíacos, com o dobro de possibilidade de sofrerem ataques fatais.
  • Derrame: Um estudo revelou a existência de uma relação causal entre infecções bucais e risco de derrame ou também conhecido como acidente vascular cerebral (AVC).(1)
  • Diabetes: Os diabéticos são mais propensos a terem gengivite e nestes indivíduos é mais difícil controlar o açúcar no sangue. A gengivite pode ser um fator de risco para o diabético, mesmo em indivíduos com açúcar controlado.(2)
  • Problemas respiratórios: Bactérias que se desenvolvem na cavidade bucal podem chegar até os pulmões e causar doenças das vias respiratórias, tal como a pneumonia, especialmente em pessoas que têm gengivite.(3)
  • Resultados da gestação: As gestantes com gengivite podem estar mais propensas a partos prematuros ou terem bebês de menor peso ao nascer. A gengivite também pode aumentar o nível dos líquidos biológicos que estimulam o parto.(3)

Como a gengivite em geral não dói, muitas mulheres só notam que têm o problema quando este já está em estado avançado. A melhor defesa é a cuidadosa higiene bucal diária com uma boa escovação e o uso de fio dental, e as consultas regulares com seu dentista.

Os requisitos relacionados à saúde bucal mudam com o passar do tempo?

A mulher tem necessidades especiais relacionadas à saúde bucal nas diversas fases da vida. As mudanças nos níveis de hormônio que ocorrem na puberdade, seguidas da menstruação, gravidez e menopausa tornam as gengivas mais sensíveis à placa bacteriana. Nessas etapas da vida, as mulheres não podem esquecer de escovar e usar fio dental todos os dias, para evitar a gengivite.

Outras informações importantes:

  • Menstruação — Algumas mulheres notam que sua gengiva incha e sangra antes da menstruação. Outras têm aftas ou inflamações da mucosa bucal. Estes sintomas geralmente desaparecem no início da menstruação.
  • Contraceptivos orais — A inflamação da gengiva é um dos efeitos colaterais mais comuns dos contraceptivos orais.
  • Gravidez — Estudos mostram que muitas mulheres grávidas têm gengivite quando a placa bacteriana se forma sobre os dentes e irrita a gengiva. Os sintomas são gengivas avermelhadas, inflamadas e com sangramento. O cuidado pré-natal é sempre extremamente importante.
  • Menopausa — Os sintomas bucais experimentados durante este estágio na vida de uma mulher são gengiva avermelhada ou inflamada, desconforto, sensação de ardência, sensação de alteração do paladar e boca seca.
  • Osteoporose — Várias pesquisas sugerem a existência de uma relação entre a osteoporose e a perda óssea nos maxilares. Os pesquisadores sugerem que isto pode levar à perda de dentes por causa da provável diminuição da densidade dos ossos onde os dentes estão inseridos. Juntamente com a osteoporose, a doença periodontal acelera o processo de perda de estrutura óssea ao redor dos dentes.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.colgate.com.br

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Dia Mundial da Osteoporose alerta para doença entre homens

Para combater o subdiagnóstico da osteoporose no sexo masculino, os homens são o foco da campanha internacional “Ame seus ossos”, pelo Dia Mundial da Osteoporose, ontem (20).

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A doença se caracteriza pelo enfraquecimento dos ossos e acomete principalmente os mais velhos.

Essa é uma iniciativa da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF em inglês), que conta com o apoio global de diversas instituições.

A fundação divulgou, em outubro, dados que mostram que um terço de todas as fraturas de quadril no mundo ocorrem em homens, com taxa de mortalidade até 37% no primeiro ano após a fratura, o que significa duas vezes mais que a de mulheres.

Isso ocorre, mesmo com uma proporção de incidência de casos em mulheres superior à dos homens – um em cada três casos, a partir dos 50 anos.

Entre o sexo masculino, a proporção é de um homem em cada cinco casos.

O relatório do IOF mostra ainda que de 1950 a 2050, o número de homens com 60 anos ou mais – o grupo etário de maior risco de osteoporose – deve aumentar dez vezes.

Para o chefe do Departamento de Medicina Interna do Instituto Nacional do Câncer, Salo Buksman, que atende muitos casos de homens em estágio avançado da doença, a campanha é muito relevante para garantir o tratamento antes da primeira fratura.

“Os homens, a sociedade em geral e mesmo os médicos têm um conceito equivocado de que a osteoporose é uma doença feminina. Há muitos homens com osteoporose, sobretudo depois dos 70 anos”, comentou.

“Como o indivíduo não é ciente desse fato, não busca o diagnóstico e só fica sabendo que tem a doença depois da primeira fratura”, destacou Buksman, ao lembrar que a osteoporose é uma das principais causas de quedas e fraturas em idosos.

O ortopedista esclareceu que homens com mais de 70 anos devem fazer o exame de densitometria óssea, que detecta a osteoporose, pelo menos uma vez.

“Mesmo os homens mais jovens devem fazer o exame se tiverem determinados fatores de risco, como o uso de cortisona, determinados hormônios, remédios anticonvulsivantes”, comentou.

O tratamento consiste basicamente em ingestão de cálcio, vitamina D e outros remédios de combate à doença.

De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, João Bastos, o risco de osteoporose em homens é 27%, enquanto o de câncer de próstata é 11%, doença mais alardeada em campanhas voltadas para os homens.

As formas de prevenção valem para ambos os sexos.

“A atividade física, alimentação adequada na infância e adolescência, evitar o tabagismo e a ingestão excessiva de bebida alcoólica são alguns dos fatores importantes para a qualidade do osso formado ao longo da vida, o que contribui para diminuir o risco de osteoporose na vida adulta e velhice ”, destacou o médico.

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Doenças reumáticas apresentam sintomas que vão além das dores ósseas

As doenças reumáticas, ao contrário do senso comum, não apresentam como sintomas apenas dores ósseas ou nas articulações, mas também em outros órgãos, como rins, olhos, pulmões e pele.

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Ontem, dia 30 foi o Dia Nacional de Luta contra o Reumatismo. Presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia, Walber Vieira, lembra que reumatismo é um termo genérico. “É um termo impreciso que não dá o diagnóstico de nenhuma doença” esclarece.

As causas, os tratamentos e também as consequências das doenças reumáticas podem ser muito diferentes. Por isso, é essencial o diagnóstico preciso para a indicação dos procedimentos adequados.

As doenças reumáticas podem atingir pessoas de todas as idades. Um exemplo é a artrite reumatoide, comum a partir dos 35 anos de idade, mas que “também acomete crianças, às vezes na mais tenra idade”, diz Walber Vieira.

De acordo com Vieira, a doença crônica, que pode levar uma pessoa a invalidez, se manifesta com dores articulares, leve inchaço nas pequenas e médias articulações, além de quadros de isquemia e fadiga.

Pediatra do Hospital Universitário de Brasília, Zeneide Alves, cita casos em que a manifestação da artrite juvenil, que é a artrite reumatoide que acomete crianças, pode, a princípio, ser manifestada por uma inflamação no olho, chamada uveite.

“Algumas crianças podem apresentar uveite e, posteriormente, exibir os sintomas e sinais de uma artrite crônica” explica.

Walber Vieira alerta que qualquer infecção pode funcionar como elemento desencadeante de uma doença reumática. ”O paciente está num standby, num limbo, ainda não tem manifestação de uma enfermidade, e sofrer uma infecção severa, uma virose e, de repente, a doença reumática se instala e começam a aparecer os sintomas”, explica. Algumas doenças, como a fibromialgia, podem ser desencadeadas por quadros de stress e depressão.

Entre as doenças reumáticas, Vieira diz que a artrose é a mais comum. “Mais ou menos 70% das pessoas após os 60 anos têm sua artrose de estimação”, brinca.

“Artrose é uma doença que se caracteriza por desgaste da cartilagem articular, levando a fissurações e, com o tempo, perda da função das articulações“, explica Vieira.

Outra doença reumática muito comum é a osteoporose, que não apresenta sintomas até que haja uma complicação. “É uma perda de massa óssea que leva a pessoa a um risco de fratura maior. Às vezes um pequeno trauma pode ocasionar a fratura da área afetada” explica Walber Vieira.

Ter a primeira menstruação tardiamente e menopausa precoce, fumar, abusar de bebidas alcoólicas, ser sedentário e utilizar medicamentos que podem levar a descalcificação dos ossos são fatores de risco para a osteoporose e que servem de alerta para se tomar os devidos cuidados.

Para algumas das doenças reumáticas, como fibromialgia e artrose, exercícios físicos são muito importantes para afastar as crises. “Não se trata fibromialgia sem exercícios, artrose também não”, diz Vieira.

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Prevenção à osteoporose deve começar na Infância

A osteoporose deve ser prevenida desde a infância. O alerta do Ministério da Saúde para o dia (20), dia mundial de combate à doença, será tema da campanha que começa no dia 22 de outubro. A mobilização nacional tem o objetivo de reduzir a incidência da doença, que atualmente atinge 10 milhões de brasileiros. O tema é “Prevenção da osteoporose: da criança à pessoa idosa” e chama a atenção para o fato de que a adoção de hábitos saudáveis pelas crianças pode prevenir, ou minimizar o aparecimento da doença na vida adulta.

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A osteoporose faz parte do processo natural de envelhecimento e caracteriza-se pela diminuição substancial da massa óssea que provoca ossos ocos, finos e de extrema sensibilidade, mais sujeitos à fraturas. “É uma doença silenciosa e que causa muito sofrimento, já que, geralmente, é descoberta em idosos, após fratura provocada por uma queda e até escorregão”, explica a coordenadora da Saúde do Idoso, do Ministério da Saúde, Luiza Machado.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), no mundo, 13% a 18% das mulheres e 3% a 6% dos homens, acima de 50 anos, sofrem com a osteoporose. No Brasil, o número de pessoas que possuem a doença chega a 10 milhões e os gastos com o tratamento e a assistência no Sistema Único de Saúde (SUS), são altos. “Só em 2010, o SUS gastou aproximadamente R$ 81 milhões para a atenção ao paciente portador de osteoporose e vítima de quedas e fraturas”, informa Luiza Machado.

A meta do governo federal é reduzir em 2%, ao ano, a taxa de internação hospitalar por fratura de fêmur em pessoas idosas. Apenas, em 2010, foram internados 74 mil brasileiros na rede pública por fratura de fêmur. Para isso, o governo federal firmou acordo com estados e municípios (com população acima de 100 mil habitantes), para a redução progressiva de internações por fratura de fêmur, desde 2008 com o Pacto Pela Vida.

Exercícios físicos são fundamentais para o combate à osteoporose em todas as idades, principalmente para pessoas com mais de 60 anos. Dados revelam que 200 milhões de pessoas no mundo sofrem com este mal, sendo cerca de 15 milhões delas no Brasil. Em 20 de outubro comemora-se o Dia Mundial de Combate à Osteoporose e para celebrar a data, a Fundação Internacional da Osteoporose divulgou um relatório que promove uma estratégia de três passos para ter ossos saudáveis e músculos fortes.

Segundo o documento, além de uma dieta adequada de cálcio e proteína e do consumo de vitamina D, a atividade física diária é absolutamente essencial para fortalecer os ossos e os músculos. Reforçando, ainda, a importância da atividade física para a saúde dos ossos, a geriatra e diretora médica da Academia Estação do Exercício, Janise Lana Leite, cita dois estudos científicos elaborados por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://portalsaude.saude.gov.br

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Coração SAUDÁVEL

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