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Faça o Teste de AIDS/HIV

FiqueSabendo é uma mobilização de incentivo ao teste de aids e tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da realização do exame. Artistas e formadores de opinião já estão se envolvendo para incentivar a população a fazer o teste e diminuir cada vez mais o preconceito em relação ao HIV/aids. Fazer o teste de aids é uma atitude que mostra como você se preocupa com a sua saúde.

Estimativas do Ministério da Saúde indicam que existem hoje no Brasil cerca de 630 mil pessoas vivendo com o HIV, o vírus da aids. Dessas, 255 mil nunca teriam feito o teste e por isso não conhecem sua sorologia. Do ponto de vista epidemiológico, o diagnóstico é fundamental para o controle da epidemia.

Por que você deve fazer o teste? 

Saber se tem o HIV precocemente permite começar o tratamento no momento certo e ter uma melhor qualidade de vida.

Além disso, mães soropositivas podem aumentar suas chances de terem filhos sem o HIV, se forem orientadas corretamente e seguirem o tratamento recomendado durante o pré-natal, parto e pós-parto.
 
O teste de aids é gratuito, sigiloso e um direito seu!

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://sistemas.aids.gov.br

Menos Impostos para Deficientes

O Governo reduziu a tributação sobre 27 produtos para pessoas com deficiência. Apesar de positiva, a medida deve ter impacto limitado no preço para o consumidor.

A lei que baixou a zero as alíquotas de PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) foi publicada ontem no Diário Oficial da União e já está em vigor. A norma regulariza uma medida provisória de novembro do ano passado.

Entre os produtos estão calculadoras com sintetizador de voz, teclados com adaptações específicas, lupas eletrônicas e softwares de leitores de tela que convertem o texto em voz ou em caracteres braile. Segundo o IBGE, há 1,5 milhão de pessoas com deficiência só na capital.

A maioria desses equipamentos é importada. Em alguns casos, como as cadeiras de rodas motorizadas, há similares nacionais. Mas quem usa diz que os produtos brasileiros ainda não são tão bons quanto os de países como Estados Unidos. Por isso, a necessidade de importação.

“O problema é que são sempre equipamentos caros, que poucos podem comprar”, diz Tereza Amaral, superintendente do Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência (IBDD). “É a legalização de um processo burocrático de pedido de isenção que já era realizado por associações como a nossa.”

O processo ao qual Tereza se refere é aquele em que as instituições voltadas ao auxílio e apoio às pessoas com deficiência solicitam à Receita Federal o não pagamento de impostos sobre produtos importados. “A resposta levava até dois meses. Depois de aprovada, a instituição tinha um ano para comprar os importados. Após esse período, era obrigada a refazer o pedido.”

Raphaela Athayde, gerente do IBDD, diz que ainda há muito para melhorar. “O impacto de PIS e Cofins será pequeno.”
Já para o advogado Alessandro Rostagno, consultor tributário, um produto de R$ 4 mil sairá por cerca de R$ 3,6 mil. “O cálculo do Cofins é de 7,6% em cima do faturamento da empresa. O PIS/Pasep varia de 0,65% a 1,65%. Como é isenção, o fabricante tem que repassar a diferença para o produto final.”

Diminuir a tributação não reduz o preço dos produtos quando eles chegam ao Brasil. O Jaws é um software que converte texto em áudio para pessoas com deficiência visual. Nos Estados Unidos custa US$ 450. Aqui, é vendido por R$ 4,5 mil. “A diferença é escandalosa. Há um monopólio das importadoras de produtos para pessoas com deficiência. A situação tem que mudar para resolver mesmo o problema.”

A psicóloga Fernanda Simidamore, 29 anos, da Fundação Dorina Nowil para Cegos, convive com uma baixa visão desde os quatro anos. “Tive uma doença rara no sangue e precisei tomar altas doses de cortisona.” A patologia sumiu, mas ela foi perdendo a capacidade visual. No final de 2011, aproveitou a viagem de amigos para o exterior e pediu uma lupa eletrônica portátil, que ela usa para leituras. “Paguei R$ 1,2 mil. Se comprasse aqui, sairia por R$ 3 mil.”

Linamara Rizzo Battistella, secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, diz que a nova medida mostra interesse em investir em melhores condições para as pessoas com deficiência. Mas no bolso do consumidor final não haverá grande diferença. “Desonerar a cadeia produtiva é mais eficiente. Por exemplo, diminuir os impostos de alguns materiais necessários para a produção de uma cadeira de rodas acaba reduzindo o preço final do produto.” Ela diz que o governo estadual já iniciou reuniões para transformar a sugestão em realidade.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://blogs.estadao.com.br/

Dia Nacional de Combate ao Fumo Reacende discussões sobre Regulamentação de Lei

O Dia Nacional de Combate ao Fumo, comemorado hoje (29), reacende as discussões sobre a regulamentação da Lei Antifumo – que proíbe a prática em lugares fechados – e a necessidade de conscientização quanto às doenças relacionadas ao tabaco.

A enfermeira Venilda Feiter tem 51 anos e fuma desde os 17. Ela diz que nunca teve nenhum problema de saúde por causa do vício, mas já atendeu a vários pacientes que sofriam de doenças relacionadas ao cigarro. Mesmo vendo o que outras pessoas sofrem, ela continua fumando: “Eu trabalhei muitos anos em hospital. Vi muita gente com câncer pulmonar, problema de pleura, esôfago, tudo isso já vi. Mas, mesmo assim, ainda fumo”.

Para Feiter, a quantidade de informação que existe hoje ajuda a evitar que mais pessoas comecem a fumar: “Se, na minha época, alguém tivesse falado o que falam hoje do cigarro, eu jamais teria fumado. Só que, àquela época, tinha propaganda, era chique fumar. Se tivesse a restrição que existe hoje, talvez eu não tivesse começado.”

Assim como a enfermeira, várias pessoas experimentam o cigarro pela primeira vez ainda jovens. É o caso de Henrique Luz, 50 anos, que tentou, mas não conseguiu se livrar do cigarro: “Não é igual a parar de beber. Sem cigarro, você fica agoniado, muito ansioso. Comecei a fumar aos 11 anos de idade, toda a minha família fuma.”

Mesmo quem não fuma percebe, nas pessoas próximas, os problemas que o cigarro causa. O servidor público Francisco Pedreiras é um exemplo de quem não se sente à vontade com o vício dos amigos: “Na hora do futebol, eles são os que se cansam mais rápido. Quando estão fumando por perto, a gente pede que procurem um lugar mais adequado, porque realmente incomoda”.

A auxiliar de limpeza Conceição Costa também observa, em uma colega de trabalho, os riscos causados pelo tabagismo: “Ela sente cansaço, tosse muito, está até com problema de diabetes por causa do cigarro”. Ex-fumante, ela reconhece que foi difícil parar de fumar: “Sem ninguém saber, eu fumava escondida no banheiro”.

Na lanchonete em que trabalha o vendedor Thiago Silva, quem mais compra cigarros são mulheres e jovens de 18 a 22 anos. Mesmo assim, o lucro não é satisfatório: “Nós ganhamos uma mixaria com a venda de cigarros, R$ 0,30 por maço. O lucro é usado para comprar outros produtos. O meu chefe já avisou que vai parar de vender cigarros no próximo mês”.

O governo federal arrecadou, em impostos, com a venda de cigarros, R$ 6,3 bilhões em 2011. Em 2012, até julho, já haviam sido arrecadados R$ 3,4 bilhões.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://agenciabrasil.ebc.com.br

Ministério da Saúde lançou a Campanha Nacional de Amamentação 2012

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, Eduardo Vaz, lançaram, ontem (1/08) no Rio de Janeiro, a Campanha Nacional de Amamentação 2012. O evento integra a 21º Semana Mundial de Amamentação, que ocorre até o dia 7 de agosto, com comemorações em todo o País. Durante a ocasião, Padilha anunciou R$ 45 milhões para investir na qualificação do pré-natal em 2.120 municípios. As ações fazem parte da estratégia Rede Cegonha, lançada em 2011, para ampliar e qualificar a assistência prestada às gestantes e aos bebês no Sistema Único de Saúde (SUS).

“As mães que enfrentaram dificuldades de amamentar no passado foram fundamentais para reforçar a importância de conscientizar as mulheres sobre os benefícios do aleitamento hoje”, lembrou o ministro Alexandre Padilha durante o lançamento da campanha que este ano tem como tema “Amamentar hoje é pensar no futuro”. A madrinha deste ano é a cantora Wanessa, mãe de José Marcus, nascido em janeiro. “Agradeço profundamente a você Wanessa por ter aceitado este convite. O Ministério da Saúde tem sempre gratidão e alegria em saber que mulheres como você nos ajudam a acabar com mitos sobre aleitamento materno”, declarou Padilha.

A campanha produzida pelo Ministério da Saúde e a SBP tem como objetivo incentivar às mães brasileiras a amamentar até os dois anos ou mais e de forma exclusiva até os sexto mês de vida do bebê. “Foi a maior descoberta da minha vida este dom que é amamentar. Se a mulher pode e tem saúde para amamentar não há motivo para não fazê-lo”, destacou Wanessa. O leite materno é um dos maiores aliados no combate à mortalidade infantil. Só na última década, o Brasil reduziu a taxa em 47%, graças a um conjunto de políticas públicas voltada para a família, a gestante e a criança.

Nesta campanha, serão distribuídos cartazes e folhetos aos municípios de todo o país, com a imagem da madrinha Wanessa amamentando o seu primeiro filho e com orientações para as mulheres sobre como amamentar e quais os benefícios dessa prática. Também foram produzidas peças para a internet, televisão e rádio.

A Semana Mundial de Amamentação é uma estratégia idealizada pela Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno (Waba, a sigla em inglês) e ocorre em cerca de 150 países. Esse ano, o tema escolhido são os 10 anos da “Estratégia Global para a Alimentação de Lactentes e Crianças de Primeira Infância” (OMS e Unicef) e seu objetivo é aprimorar as práticas alimentares, melhorando o impacto na sobrevivência, no crescimento e no desenvolvimento, na saúde dos bebêscomo um todo.

REDE CEGONHA – Os recursos anunciados pelo ministro serão destinados para a qualificação do pré-natal. As consultadas de pré-natal são importantes para um acompanhamento da gestação para uma gravidez sem riscos e um parto tranquilo. Durante o pré-natal, por exemplo, as mães são orientadas sobre como amamentar seu bebê e informadas sobre a importância do aleitamento exclusivo até os seis meses de vida e sobre continuar amamentando a criança até os dois anos ou mais.

O Ministério da Saúde tem investido, por meio da Rede Cegonha, na ampliação dos exames do componente pré-natal, além do teste rápido de gravidez. Essas medidas buscam garantir acolhimento e captação precoce da gestante, além de ampliar o acesso aos serviços de saúde e melhorar a qualidade do pré-natal.

Dentre as ações previstas do componente pré-natal, está o acolhimento às intercorrências na gestação; acesso ao pré-natal de alto de risco; realização dos exames de pré-natal de risco habitual e de alto risco; acesso rápido aos resultados; vinculação da gestante — desde o pré-natal — ao local em que será realizado o parto; implementação de ações relacionados à saúde sexual e reprodutiva, incluindo a população de adolescentes e jovens; além de prevenção e tratamento das DST/HIV/Aids e Hepatites. Com a Rede Cegonha, já foi possível avançar no acesso às consultas de pré-natal. Em 2011, mais de 1,7 milhão de mulheres fizeram, no mínimo, sete consultas pré-natais.

A Rede Cegonha também traz em suas ações a promoção da amamentação na primeira hora de vida e o fortalecimento do vínculo mãe/bebê por meio do contato pele a pele logo após o nascimento. O primeiro ano de funcionamento da estratégia também permitiu a redução de 21% dos óbitos maternos.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://portalsaude.saude.gov.br

Governo anuncia Plano de Prevenção de Acidentes de Trabalho

Como parte da programação em homenagem ao Dia Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho, comemorado no dia 28 de abril, os ministérios da Previdência Social, Saúde e Trabalho e Emprego lançaram este ano, o Plano Nacional de Saúde e Segurança no Trabalho (Plansat).

O plano foi foi elaborado pela Comissão Tripartite de Saúde e Segurança no Trabalho (CTSST), que conta com representantes do governo, dos empregadores e dos trabalhadores. Ele é composto por oito objetivos e dividido em tarefas de curto, médio e longo prazo, além de um conjunto de tarefas de caráter permanente.

A educação continuada é uma das diretrizes do Plansat e prevê a inclusão de conhecimentos básicos em prevenção de acidentes no currículo do ensino fundamental e médio da rede pública e privada. O diretor do Departamento de Saúde e Segurança Ocupacional (DPSSO), Cid Pimentel, explica que o plano é um detalhamento com ações práticas da Política Nacional de Saúde e Segurança no Trabalho, lançada pela presidenta Dilma Roussef em novembro de 2011.

Na CTSST, além dos representantes do Governo Federal na área de Previdência, Saúde e Trabalho, há a participação paritária das centrais sindicais e das representações empresariais mais importantes. A comissão está priorizando sua ação no combate às mortes e invalidez permanente nos locais de trabalho em dois setores econômicos mais críticos: indústria da construção civil e transporte.

No dia 28 de abril, Dia Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho fez referência à explosão de uma mina que matou 78 mineiros, há 40 anos, na cidade de Farmington, estado da Virgínia, nos Estados Unidos, o que tornou esta data o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes de Trabalho. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) instituiu, em 2003, a data como o Dia Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho.

Acidentes de trabalho no Brasil

Em 2010, foram registrados 701.496 acidentes de trabalho, uma diminuição de 4,35%. Em relação a 2009, quando foram registrados 733.365. Em relação aos acidentes de trabalho liquidados, cujo processamento se dá no ano em que é concluído todo o processo, houve redução dos acidentes causadores de incapacidade permanente de 14.605 em 2009 para 14.097 em 2010. O número de mortes aumentou, passando de 2.560 para 2.712.

Quando analisados por regiões, verifica-se que a maioria dos acidentes registrados ocorreu na Região Sudeste (378.564); vindo em seguida as Regiões Sul (156.853); Nordeste (89.485), Centro-Oeste (47.374) e Norte (29.220). Vale lembrar que é no Sudeste e no Sul que se concentra o maior número de trabalhadores formalizados do País.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.brasil.gov.br

Governo distribui três novos medicamentos contra a Asma

As farmácias populares da rede própria, que são administradas e montadas pelo governo, e as unidades privadas de todo o país passam a ofertar, gratuitamente, três medicamentos para asma em 10 apresentações a partir do ultimo dia (4). O brometo de ipratrópio, dirpoprionato de beclometasona e sulfato de salbutamol foram incluídos na ação Saúde Não Tem Preço, ao lado dos 11 medicamentos para hipertensão e diabetes. Nas 554 unidades próprias será ofertado gratuitamente o sulfato de salbutamol em duas apresentações. Já nas 20.374 da rede privada, conveniadas ao programa Aqui Tem Farmácia Popular, serão ofertados os três medicamentos em oito apresentações. Para retirar os medicamentos, basta apresentar documento com foto, CPF e a receita médica dentro do prazo de sua validade.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou a relevância desta nova inclusão de medicamentos no programa. “Estamos dando um passo importante para reduzir o número de internações e de óbitos por asma”, observou Padilha. A ação faz parte do programa Brasil Carinhoso, lançado neste mês pela presidenta Dilma Rousseff, cujo objetivo é tirar da miséria crianças de 0 a 6 anos de idade. A asma está entre as principais causas de internação entre crianças nesta faixa etáriaEm 2011, do total de 177,8 mil internações no Sistema Único de Saúde (SUS) em decorrência da doença, 77,1 mil foram crianças com esta idade. Além disso, cerca de 2,5 mil pessoas morrem por ano por causa da asma.

Os medicamentos incorporados já fazem parte do elenco do programa Farmácia Popular, ou seja, são ofertados à população com até 90% de desconto nas unidades da rede própria e privada. Com a inclusão deles no Saúde Não Tem Preço, o valor de referência – estabelecido pelos laboratórios produtores – será mantido e o governo assumirá a contrapartida que era paga pelo cidadão.

A incorporação destes medicamentos ampliará o orçamento atual do Saúde Não Tem Preço em R$ 30 milhões por ano. O orçamento de 2012 do programa, sem contar os valores previstos para cobrir os custos com a inclusão dos medicamentos para asma, é R$ R$ 836 milhões.

A gratuidade deve beneficiar até 800 mil pacientes por ano. Atualmente, o programa Farmácia Popular atende 200 mil pessoas que adquirem medicamentos para o tratamento de asma. A estimativa do Ministério da Saúde é a de que este número possa quadruplicar, como ocorreu com os medicamentos para hipertensão e diabetes após um ano de lançamento da gratuidade pelo programa Saúde Não Tem Preço, iniciado em fevereiro de 2011.

ALTA PROCURA– A inclusão dos medicamentos para asma no programa aconteceu porque, após a gratuidade da hipertensão e diabetes, foi percebido que a venda dos medicamentos para asma foi a que mais apresentou crescimento nas farmácias populares, chegando a 322% de aumento entre fevereiro de 2011 e abril de 2012.

Além disso, a asma está entre as doenças crônicas não transmissíveis, consideradas  importante do ponto de vista epidemiológico, com ações previstas no “Plano de Ações Estratégicas Para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) no Brasil, 2011-2022”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://portalsaude.saude.gov.br

CUIDADO: Consumo de drogas na Adolescência

O consumo de drogas na adolescencia desde há muito tempo preocupa a população, pois mais tarde os jovens podem sentir os seus efeitos da pior maneira no futuro, com isso damos algumas dicas, pois boa parte dos jovens começam a usar drogas por influência de amigos na escola.

Desde há muito tempo que se utilizam drogas como medicamentos, devido às suas propriedades analgésicas, mas consumidas em baixas doses. No entanto, o consumo de drogas em doses elevadas distorce a realidade de tal forma que produz falsas situações de bem-estar e provoca danos quase sempre irrecuperáveis.

De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), o termo droga aplica-se a todas as substâncias que se caracterizam por:
– Produzir alterações no equilíbrio do organismo ao serem introduzidas por diversas vias, como inalação, ingestão, injecção, etc.
– Provocar no indivíduo dependência física, psíquica ou ambas;
– Conduzir o organismo à tolerância aos efeitos que produz;
– Levar à síndroma de abstinência, quando deixam de ser consumidas.

Quando um jovem experimenta uma droga, geralmente fá-lo por pressão do grupo de amigos ou por curiosidade.
O abuso das drogas depende dos mais variados factores, como o estado psicológico, as condições sócio-económicas (desemprego),solidão e o aliciamento exercido pelos traficantes.

Porque os jovens usam drogas?
Porque do consumo na adolescência?

Os medicamentos, álcool, tabaco e outras drogas são amplamente utilizados no seio da comunidade para uma variedade de finalidades.

A principal razão dos jovens ao uso de álcool em primeiro lugar, tabaco ou outras drogas é porque eles são curiosos e querem descobrir o que seus amigos e familiares estão experimentando e por isso no momento não se apercebem dos perigos das drogas.
Muitos jovens vêem o álcool como parte integrante de sua maturação e interacção social com os outros.

Os jovens estão constantemente construindo e reconstruindo o significado social do mundo que os rodeia, por isso tentam descobrir onde se encaixam. Os jovens estão expostos a situações de uso de drogas ao longo da vida.

A sua decisão de começar a usar ou continuar a usar uma droga irá reflectir:
O que está acontecendo nas suas vidas
Quem são e onde com eles, no momento
Suas crenças e valores
Experimentação e comportamento de risco
Álcool e outras drogas práticas dos outros ao seu redor, incluindo membros da família e colegas
A exposição a influências da mídia e da internet
Acesso e disponibilidade de drogas, ao álcool e outras

Os períodos mais vulneráveis para entrar em contacto com drogas, ou para começar a usar drogas, são períodos de transição ou os desafios profissionais ou sociais. Estes podem ser a transição da escola primária para a escola secundária, o trabalho, ou um início de relacionamento ou envolvimento com novos grupos sociais.

Quais os jovens são mais propensos a ter problemas com drogas?
Embora seja impossível prever com precisão quem irá desenvolver um problema com as drogas, e quem não vai, é possível delinear factores de risco e protecção, saber os cuidados a ter com as drogas também ajuda. Isso é útil porque ajuda a pensar sobre como reduzir os riscos dos jovens, e como evitar o uso de drogas na adolescência.
Os riscos podem ser identificados nas relações familiares, as relações entre colegas da escola, ambientes de trabalho, e na comunidade.

Como um adolescente pode começar a usar as drogas?
Os ambientes que proporcionam estabilidade, acompanhamento e carinho são menos arriscados para o uso de drogas na adolescência do que aqueles que são imprevisíveis ou caóticos.
Obviamente, grupos de amigos, onde o uso de drogas é considerado normal, aceitável e desejável, onde os comportamentos ilegais ou anti-sociais são perdoados, e onde as actividades dos jovens não são monitorizadas por adultos, são mais arriscadas e mais susceptível de conduzir ao uso de drogas.

Como saber se uma pessoa está usando drogas?
A resposta curta é que é muito difícil ter a certeza de que uma pessoa está usando drogas. É importante que os pais reconheçam os perigos do consumo de drogas e que existem estratégias eficazes que os pais podem adoptar para reduzir a probabilidade de os jovens consumirem álcool e outras drogas.

Estratégias eficazes incluem ter um modelo, estabelecendo limites claros e estar aberto às oportunidades quando elas surgem, para falar com seu filho sobre drogas.
O álcool é a droga de escolha para a maioria dos jovens. Se você está preocupado que o seu filho possa estar a utilizar uma substância, evite tirar conclusões precipitadas. Procure oportunidades para conversar com seu filho sobre as suas preocupações e ouvir o que eles estão a dizer.

Há alguns sinais e sintomas que podem indicar que um adolescente poderia estar a consumir drogas, ou que pode significar que algo está errado, ou simplesmente ser parte do crescimento.

Coisas que podem indicar o uso de drogas:
Intoxicação. Isto pode incluir: fala arrastada, andar cambaleante, lento, olhos vermelhos, suores, excepcionalmente falador, muito feliz ou triste, mal-estar, comer muito.
Você pode encontrar coisas óbvias como garrafas vazias de álcool ou seringas. Além disso, pedaços de papel alumínio, sacos individuais pequenos, pedaços de mangueira, e colheres dobradas podem indicar o uso de diferentes drogas.
A utilização repentina de objectos que tem objectivo de “disfarçar” ou ocultar, por exemplo coisas como desodorizantes pessoais, incenso, produtos para refrescar o hálito ou óculos escuros, podem estar tentando mascarar o uso de alguma substancia ou drogas.
O uso de drogas envolve tanto a compra e venda. O aumento dos gastos, a demanda por dinheiro, ou o desaparecimento de itens valiosos podem apontar para a compra de drogas. Ter mais dinheiro do que o habitual, ou objectos novos e caros, pode significar que a pessoa que está vendendo drogas.
Mudanças de personalidade.
As alterações físicas. Ganhar ou perder peso, alterações do sono mais ou menos normais, na rotina de higiene pessoal, o aparecimento de erupções na pele ou feridas.
Acidentes frequentes. Cair, batendo em coisas, derrubar as coisas, ou ter acidentes.
Problemas na escola ou no trabalho.
Alterações nas amizades.

Às vezes os pais ficam preocupados e perguntam o que está a acontecer. A resposta habitual é que os jovens negam uso de drogas, inicialmente, pois são usadas em segredo, mas finalmente eles decidem contar aos seus pais.

Factos rápidos …
Drogas e adolescentes são uma má combinação, pois os adolescentes podem se tornar dependentes de substâncias mais rapidamente do que adultos.
Trinta e três por cento dos adolescentes experimentam substancias em casa, escola ou no trabalho.
A maioria dos jovens não tem a noção dos perigos do uso de drogas nas noites que podem a vir enfrentar quando estão sob o efeito de drogas.
O álcool e outras drogas são as doenças que afectam mais e são mantidos pelo sistema familiar.

Sinais de alerta
Se você está preocupado que o seu adolescente faça utilização de drogas ou álcool, olhe para estes sinais de alerta:
Outros membros da família sabem do abuso de substâncias;
Faltar às aulas com muita frequência;
Mudança para um grupo de pessoas diferentes;
Parar as actividades extracurriculares que foram importantes para o adolescente;
Dificuldades de ordem jurídica;
Porte de apetrechos para consumo de droga;
Posse de identificação falsa;
Fonte desconhecida de renda;
Modificações físicas, tais como os lapsos de memória, fala arrastada, perda de coordenação motora, olhos vermelhos, pupilas dilatadas ou perda rápida de peso;
Se sabe de algum jovem com problemas ajude-o antes que seja tarde de mais. A ajuda para filhos com consumo de droga é essencial, para escolher entre a adolescencia e droga.

Ajude a evitar o consumo de drogas na Adolescência.

Link: http://cuidadossaude.com/2010/02/consumo-de-drogas-na-adolescencia/

Plano Brasil Sem Miséria

Clicando na imagem você poderá saber mais informações sobre o Plano Brasil Sem Miséria

 Qual o objetivo do Plano Brasil Sem Miséria?

O objetivo do Plano Brasil Sem Miséria é elevar a renda e as condições de bem-estar da população. As famílias extremamente pobres que ainda não são atendidas serão localizadas e incluídas de forma integrada nos mais diversos programas de acordo com as suas necessidades.

 A quem o Plano Brasil Sem Miséria é destinado?

O Plano Brasil Sem Miséria é direcionado aos brasileiros que vivem em lares cuja renda familiar é de até R$ 70 por pessoa. De acordo com o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), estão nesta situação 16,2 milhões de brasileiros.

Quais as ações envolvidas no Plano Brasil Sem Miséria?

O Plano Brasil Sem Miséria agrega transferência de rendaacesso a serviços públicos, nas áreas de educação, saúde, assistência social, saneamento e energia elétrica, e inclusão produtiva. Com um conjunto de ações que envolvem a criação de novos programas e a ampliação de iniciativas já existentes, em parceria com estados, municípios, empresas públicas e privadas e organizações da sociedade civil, o Governo Federal quer incluir a população mais pobre nas oportunidades geradas pelo forte crescimento econômico brasileiro.

A expansão e a qualidade dos serviços públicos ofertados às pessoas em situação de extrema pobreza norteiam o Brasil Sem Miséria. Para isso, o plano prevê o aumento e o aprimoramento dos serviços ofertados aliados à sensibilização, mobilização, para a geração de ocupação e renda e a melhoria da qualidade de vida. As ações incluirão os seguintes pontos:

  • Documentação;
  • Energia elétrica;
  • Combate ao trabalho infantil;
  • Segurança Alimentar e Nutricional: Cozinhas comunitárias e bancos de alimentos;
  • Apoio à população em situação de rua, para que saiam desta condição;
  • Educação infantil;
  • Saúde da Família;
  • Rede Cegonha;
  • Distribuição de medicamentos para hipertensos e diabéticos;
  • Tratamento dentário;
  • Exames de vista e óculos;
  • Assistência social, por meio dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS).

Quais os pontos de atendimento dos programas englobados pelo Plano Brasil Sem Miséria?

Os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) serão os pontos de atendimento dos programas englobados pelo Brasil Sem Miséria. As sete mil unidades existentes no País funcionam em quase todos os municípios e outros pontos serão criados.

Fonte: http://www.brasilsemmiseria.gov.br

Política Nacional de Saúde do Homem

A cada três mortes de pessoas adultas, duas são de homens. Quando comparado com as mulheres, o tempo de vida deles é 7,6 anos menor. As doenças isquêmicas do coração, como o infarto do miocárdio, seguida das moléstias cardiovasculares (como o Acidente Vascular Cerebral, o AVC), outras doenças cardíacas, pneumonia, cirrose e diabetes estão entre as principais causas de mortes do sexo masculino.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de próstata também está entre as causas mais freqüentes de mortes. O crescimento de óbitos por esse tipo de câncer cresceu 120%, entre 1979 e 2006, segundo o instituto.

Estudos comprovam que os homens são mais vulneráveis às doenças, especialmente as enfermidades graves e crônicas. Essa ocorrência está ligada ao fato de que eles recorrem menos frequentemente do que as mulheres aos serviços de atenção primária e procuram o sistema de saúde quando os quadros já se agravaram.

É para ampliar o acesso deles aos serviços de saúde, o Ministério da Saúde criou a Política Nacional de Saúde do Homem, em 2009.  Alinhada à Política Nacional de Atenção Básica e integrante do Programa Mais Saúde: Direito de Todos, criado em 2007, a iniciativa pela saúde masculina prevê aumento de até 570%  no valor repassado às unidades de saúde por procedimentos urológicos e de planejamento familiar, como a vasectomia, e a ampliação em até 20% no número de ultrassonografias de próstata.

Setenta cidades, incluindo todas as capitais, já aderiram à Política Nacional de Saúde do Homem. Cada uma delas recebeu R$ 75 mil para financiar as atividades. O cidadão encontra esse serviço nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAS).

A iniciativa foca os homens de 20 a 59 anos de idade, que correspondem a 41,3 % da população masculina ou 20% do total da população, totalizando 2,5 milhões de brasileiros. Além de criar mecanismos para melhorar a assistência a essa população, a meta do governo federal é incentivar que eles procurem o serviço de saúde ao menos uma vez por ano,  nas UBS e UPAS.

Além disso, uma parceria entre as secretarias municipais de saúde e o Movimento pela Saúde Masculina, realizado pela Sociedade Brasileira de Urologia, promoveu caravanas por 28 cidades brasileiras no primeiro semestre de 2011. Em uma Unidade Móvel de Saúde, pacientes consultavam-se com urologistas. O objetivo principal da campanha foi conscientizar sobre a importância da realização de exames preventivos para o combate e diagnóstico precoce de doenças relacionadas à próstata, disfunção erétil, câncer de pênis e outras. Mais de 14 mil homens se beneficiaram da iniciativa.

Fonte: http://www.brasil.gov.br/sobre/saude/saude-do-homem/

Calendário de Vacinação da Criança Reforçado

O Brasil está se preparando para a erradicação mundial da pólio. Neste ano, o país amplia o Calendário Básico de Vacinação da Criança com a introdução da vacina injetável contra pólio, feita com vírus inativado. A nova vacina será utilizada no calendário de rotina, em paralelo com a campanha nacional de imunização, essa realizada com as duas gotinhas da vacina oral. A injetável, no entanto, só será aplicada para as crianças que estão iniciando o calendário de vacinação.

Outra novidade para 2012 será a vacina pentavalente, que reúne em uma só dose a proteção contra cinco doenças (difteria, tétano, coqueluche, Haemophilus influenza tipo b e hepatite B).  Atualmente, a imunização para estas doenças é oferecida em duas vacinas separadas.

A introdução da Vacina Inativada Poliomielite (VIP), com vírus inativado, vem ocorrendo em países que já eliminaram a doença. A Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), no entanto, recomenda que os países das Américas continuem utilizando a vacina oral, com vírus atenuado, até a erradicação mundial da poliomielite, o que garante uma proteção de grupo. O vírus ainda circula em 25 países. O Brasil utilizará um esquema sequencial, com as duas vacinas, aproveitando as vantagens de cada uma, mantendo, assim, o país livre da poliomielite. A VIP será aplicada aos dois e aos quatro meses de idade e a vacina oral será utilizada nos reforços, aos seis e aos 15 meses de idade.

Agenda – A VIP será introduzida no calendário básico a partir do segundo semestre desse ano. As campanhas anuais contra poliomielite também serão modificadas a partir de 2012. Na primeira etapa – a ser realizada em 16 de junho – tudo continua como antes: todas as crianças menores de cinco anos receberão uma dose de VOP, independente de terem sido vacinadas anteriormente. Na segunda etapa – que ocorrerá em agosto –  todas as crianças menores de cinco anos devem comparecer aos postos de saúde, levando o Cartão de Vacinação. A caderneta será avaliada para a atualização das vacinas que estiverem em atraso. Essa segunda etapa será chamada de Campanha Nacional de Multivacinação, possibilitando que o país aumente as coberturas vacinais, atingindo as crianças de forma homogênea, em todos os municípios brasileiros.

Esquema sequencial da vacinação contra poliomielite

Idade Vacina
2 meses Vacina Inativada poliomielite – VIP
4 meses VIP
6 meses Vacina oral poliomielite (atenuada) – VOP
15 meses VOP

Pentavalente – A inclusão da vacina pentavalente no calendário da criança também será feita a partir do segundo semestre de 2012. A pentavalente combina a atual vacina tretavalente (difteria, tétano, coqueluche, haemophilus influenza tipo b) com a vacina contra a hepatite B. Ela será produzida em parceria com os laboratórios Fiocruz/Bio-Manguinhos e Instituto Butantan. As crianças serão vacinadas aos dois, aos quatro e aos seis meses de idade.

Com o novo esquema, além da pentavalente, a criança manterá os dois reforços com a vacina DTP (difteria, tétano, coqueluche). O primeiro a partir dos 12 meses e, o segundo reforço, entre 4 e 6 anos. Além disso, os recém-nascidos continuam a receber a primeira dose da vacina hepatibe B nas primeiras 12 horas de vida para prevenir a transmissão vertical.

Heptavalente – No prazo de quatro anos, o Ministério da Saúde deverá transformar a pentavalente em heptavalente, com a inclusão das vacinas inativada poliomielite e meningite C conjugada. “As vacinas combinadas possuem vários benefícios, entre eles o fato de reunir, em apenas uma injeção, vários componentes imunobiológicos. Além disso, os pais ou responsáveis precisarão ir menos aos postos de vacinação, o que poderá resultar em uma maior cobertura vacinal”, observa o ministro Alexandre Padilha.

A vacina heptavalente será desenvolvida em parceria com laboratórios o Ministério da Saúde, a Fiocruz/Bio-Manguinhos, o Instituto Butantan, e Fundação Ezequiel Dias. A tecnologia envolvida é resultado de um acordo de transferência entre o Ministério da Saúde, por meio da Fiocruz, e o laboratório Sanofi.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, explica que essas mudanças integram a política de aperfeiçoamento do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e estão em consonância com a meta de inovação e de produção nacional do Complexo Econômico e Industrial de Saúde. “Queremos estimular o desenvolvimento tecnológico e diminuir a dependência do mercado externo”, afirma Padilha.

O secretário Jarbas Barbosa destaca outras vantagens das vacinas combinadas, como a economia de custos dos imunobiológicos e de logística operacional. “São produtos que reúnem um número maior de antígenos capazes de estimular a resposta imunológica contra mais de um agente infeccioso, vírus ou bactéria. Tudo isso em única apresentação”, observa o secretário.

Investimento – Com a implantação da pentavalente haverá uma economia de R$ 700 mil ao ano, devido à redução no preço da vacina, além da diminuição do custo de operacionalização (transporte, armazenamento, seringas e agulhas).  No decorrer desse ano, o Ministério da Saúde irá adquirir oito milhões e oitocentas mil doses da pentavalente, a um custo de R$ 91 milhões. Também serão adquiridas outras oito milhões de doses da Vacina Inativada Poliomielite, ao custo de R$ 40 milhões. Para a manutenção de estoque estratégico, já foram compradas, em dezembro do ano passado, três milhões de doses da VIP, por R$ 15 milhões.

Fonte: Ministério da Saúde


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