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Campanha de vacinação contra gripe começa no dia 4 de maio

A chegada do inverno acende um sinal de alerta para doenças respiratórias, como a gripe. Pensando nisso, o Ministério da Saúde lançou nesta quinta-feira (30) a Campanha de Vacinação contra a Gripe para 2015. A ação, que terá início no dia 4 de maio, disponibilizará 54 milhões de doses para a imunização de 49,7 milhões de brasileiros que fazem parte do grupo prioritário por ter maior risco de complicações por conta da doença. A meta é garantir a vacinação de 80% do público-alvo, 39,7 milhões de pessoas, até o fim da campanha, em 22 de maio.

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A vacina disponibilizada pelo Ministério da Saúde protegerá a população contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para este ano (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). O público-alvo da campanha é formado por crianças de seis meses a menores de cinco anos; pessoas com 60 anos ou mais; trabalhadores da saúde; povos indígenas; gestantes; puérperas (mulheres até 45 dias após o parto); população privada de liberdade; e os funcionários do sistema prisional.

Também serão vacinadas pessoas portadoras de doenças crônicas não-transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais. A definição dos grupos prioritários segue a recomendação da Organização Mundial de Saúde, além de ser respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, cujo principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.

“O nosso objetivo com a Campanha de Vacinação é reduzir ao máximo as complicações causadas pela gripe. A vacina que oferecemos no SUS é muito segura e é fundamental para evitar internações, além de reduzir em até 75% o número de óbitos. Por isso, esta mobilização nacional se mostra decisiva para garantir a proteção da população mais vulnerável aos vários tipos de gripe presente no país”, informou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

A vacina contra influenza é segura e uma das medidas mais eficazes de prevenção a complicações e casos graves de gripe. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.

Como o organismo leva, em média, de duas a três semanas para criar os anticorpos que geram proteção contra a gripe após a vacinação, é fundamental realizar a imunização no período da campanha para garantir a proteção antes do início do inverno. O período de maior circulação da gripe vai de final de maio a agosto.

Para a ação, estão sendo mobilizados em todo o país 240 mil profissionais, que atuarão em 65 mil postos de vacinação e contarão com o apoio de 27 mil veículos (terrestres, marítimos e fluviais). É importante levar o cartão de vacinação e o documento de identificação para receber a dose. As pessoas com doenças crônicas ou com outras condições clínicas especiais também precisam apresentar prescrição médica especificando o motivo da indicação da vacina.

Segundo a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues, a meta de vacinação de 2014 foi alcançada, atingindo 86,7% do público-alvo. “É muito importante que este ano também consigamos alcançar esta meta de vacinar 80% de cada grupo prioritário”, destacou.

Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receberem a dose, sem necessidade de prescrição médica.

CAMPANHA – A 17ª Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe terá como Slogan “Contra a gripe, seu escudo é a vacinação” e reforça o conceito de proteção, além de explorar a imagem do escudo empunhado pelo Zé Gotinha, o personagem-símbolo da vacinação. Para a ação, que contará com filme para TV, spot para rádio, anúncio de revista, mobiliário exterior e peças para o ambiente online, o Ministério da Saúde investirá R$ 10 milhões.

Também está previsto a realização de um Dia D, no dia 09 de maio, para a mobilização nacional, em parceria com estados e municípios. As vacinas contra a gripe foram adquiridas por meio da Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) entre o Instituto Butantan e o laboratório privado Sanofi. O acordo, intermediado pelo Ministério da Saúde, permitiu que Instituto Butantan dominasse todas as etapas de produção da vacina. Foram investidos R$ 487,6 milhões na aquisição das doses para a campanha deste ano.

MEDIDAS DE PREVENÇÃO – A transmissão dos vírus influenza acontece por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com mucosas (boca, olhos, nariz). À população em geral, o Ministério da Saúde orienta a adoção de cuidados simples como medida de prevenção para evitar a doença, como: lavar as mãos várias vezes ao dia; cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar; evitar tocar o rosto e não compartilhar objetos de uso pessoal.

Em caso de síndrome gripal, deve-se procurar um serviço de saúde o mais rápido possível. A vacina contra a gripe não é capaz de eliminar a doença ou impedir a circulação do vírus, por isso, as medidas de prevenção são muito importantes, particularmente durante o período de maior circulação viral, entre os meses de junho e agosto.

Também é importante lembrar que, mesmo pessoas vacinadas, ao apresentarem os sintomas da gripe – especialmente se são integrantes de grupos mais vulneráveis às complicações – devem procurar, imediatamente, o médico. Os sintomas da gripe são: febre, tosse ou dor na garganta, além de outros, como dor de cabeça, dor muscular e nas articulações. Já o agravamento pode ser identificado por falta de ar, febre por mais de três dias, piora de sintomas gastrointestinais, dor muscular intensa e prostração.

REAÇÕES ADVERSAS – Após a aplicação da vacina, podem ocorrer, de forma rara, dor no local da injeção, eritema e enrijecimento. São manifestações consideradas benignas, cujos efeitos costumam passar em 48 horas. A vacina é contraindicada para pessoas com história de reação anafilática prévia em doses anteriores ou para pessoas que tenham alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados. É importante procurar o médico para mais orientações.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br/

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Saúde nas Eleições 2014

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ONU comemora hoje o Dia Internacional da Juventude

Dia 17 de Dezembro de 1999, a Assembleia-Geral das Nações Unidas declarou o dia 12 de Agosto como ‘Dia Internacional da Juventude’. A celebração, que ocorre nesta terça-feira (12), em todo o mundo, tem por objetivo promover o debate e sensibilização sobre temas relacionados à agenda da juventude.

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Em comemoração à data, a Organização das Nações Unidas (ONU) realiza vários debates e campanhas para encorajar os governos e o público em geral a conhecer e entender as necessidades dos jovens e implementar políticas com foco na juventude, com o objetivo de promover a inclusão e participação política dos jovens.

No Brasil, o grupo interagencial das Nações Unidas para Juventude promoverá, na sede das Nações Unidas, em Brasília (DF), um dia de atividades em comemoração ao Dia Internacional da Juventude.

Das 9h às 12h30, jovens grafiteiros do Distrito Federal criarão um painel comemorativo sobre o tema nos muros do Complexo Sergio Vieira de Mello – com inauguração prevista para as 17h. Das 14h30 às 17h, haverá um debate com jovens – mediado pelo apresentador e sociólogo Big Richard – sobre temas em destaque na agenda da juventude brasileira, como preparação para uma campanha nacional de sensibilização sobre a Juventude Negra e a Paz, que será lançada em novembro deste ano pela ONU.

A Juventude no Brasil

No mundo, uma em cada cinco pessoas hoje tem entre 15 e 24 anos e quase 85% dessa população jovem vive em países em desenvolvimento. Segundo o Censo de 2010, os jovens brasileiros de 15 a 29 anos representam cerca de 25% da população e formam um grupo bastante heterogêneo. Além da diversidade, a desigualdade é um elemento marcante deste grupo, fortemente influenciada pelo preconceito, pela discriminação racial e pelo racismo, de acordo com o site oficial da ONU.

A Agenda Juventude Brasil: Pesquisa Nacional Sobre Perfil e Opinião dos Jovens Brasileiros 2013, publicada pela Secretaria Nacional da Juventude (SNJ), mostra que seis em cada dez jovens se declararam pretos (15%) ou pardos (45%). Segundo o mesmo levantamento, existe um fator que está no topo da preocupação desses jovens: a violência.

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Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento

Hoje, 21 de maio, é comemorado em mais de 100 países o Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento. A data foi criada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em 2001, mesmo ano em que foi feita a Declaração Universal da Unesco sobre a Diversidade Cultural. Em 2005, a Assembléia Geral da Organização adotou a Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais. A convenção foi promulgada no Brasil em 2007 e, até agora, 109 países já ratificaram o documento.

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Para comemorar a data a Unesco criou em 2008, o Festival Internacional da Diversidade. O evento que é realizado na sede da Unesco, em Paris, com atrações musicais e artísticas que têm como característica a diversidade cultural. O Festival, que acontece simultaneamente em vários países membros, busca dar voz e visibilidade à riqueza da diversidade cultural em todo o mundo.

No Brasil, o Ministério da Cultura criou no dia 7 de abril de 2004, por meio do Decreto n.º 5.036, a Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID) com o objetivo de promover e proteger a diversidade das expressões culturais. Em 2007 foi lançado, no âmbito da SID, o Programa Identidade e Diversidade Cultural – Brasil Plural, para garantir o acesso dos grupos e redes de agentes culturais, responsáveis pela diversidade das expressões culturais brasileiras, aos recursos públicos para o desenvolvimento de suas ações.

Para o secretário da Identidade e Diversidade Cultural/MinC, Américo Córdula, o reconhecimento e a valorização da diversidade cultural estão ligados à busca da solidariedade entre os povos, à consciência da unidade do gênero humano e ao desenvolvimento dos intercâmbios. “A luta pela promoção da diversidade e dos intercâmbios culturais é a nossa forma de mostrar que outro mundo é possível”, afirma Córdula.

Segundo ele, orientada pelo princípio da dimensão cidadã da cultura, a SID desenvolve suas políticas em parceria com a sociedade civil, articulando lideranças e entidades representativas, por meio da constituição de grupos de trabalho, colegiados, fóruns, oficinas temáticas, seminários e congressos. “A atuação da Secretaria consiste na promoção de diálogos com segmentos da comunidade cultural que têm pouco acesso aos mecanismos de incentivo”, esclarece o secretário.

Estímulo à diversidade cultural com premiação
A Secretaria busca ainda fomentar as várias manifestações da diversidade cultural por meio da publicação de editais de premiação de iniciativas e projetos culturais desenvolvidos por segmentos como os indígenas, os mestres da cultura popular, os ciganos, os idosos, a juventude, os integrantes do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros), as crianças, os deficientes e as pessoas em sofrimento psíquico.

Entre 2005 e 2009 foram realizados 15 concursos públicos que receberam 7.595 inscrições. Do total de inscritos, 1.380 projetos foram premiados pela Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural. Cerca de R$ 20 milhões foram investidos nesses editais no período de 2005 a 2009 e, em 2010, mais de R$ 5 milhões serão aplicados na realização de 5 editais.

Três deles, o Prêmio Cultura Hip Hop 2010 – Edição Preto Ghóez, o Prêmio Culturas Ciganas 2010 e o Prêmio Inclusão Cultural da Pessoa Idosa – Edição Inezita Barroso. A SID realizou os concursos: Prêmio Arte e Cultura Inclusivas 2010 – Edição Albertina Brasil – Nada sobre Nós sem Nós, e Prêmio Culturas Indígenas – Edição Marçal Tupã-y.

Unesco acredita que a diversidade pode abrir canal de diálogo entre os povos
A diretora geral da Unesco, Irina Bokova, lembrou, em manifesto oficial, “que, no Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e Desenvovimento, devemos refletir sobre as formas de participar, humana e concretamente, da construção da tolerância para com as diversas manifestações culturais de todos os países”.

Bokova cita ainda a Declaração Universal da Unesco para a Diversidade Cultural elaborada em 2001: “Ela postula, com firmeza, que a diversidade cultural é tão necessária para o ser humano, como a biodiversidade é para a natureza. Nesse sentido, constitui patrimônio comum da humanidade e deve ser reconhecida e consolidada em benefício das gerações do presente e do futuro”, informa a diretora da Unesco.

Para Bokova, apesar de vivermos num mundo interconectado, ainda temos dificuldades de comunicação e, para tanto, devemos intensificar o diálogo entre as culturas com o objetivo de estreitar os laços entre os povos de todo o planeta e facilitar o progresso das civilizações. “Temos que ter consciência de que todas as culturas são iguais em dignidade e direitos”, observa ela.

A diretora geral da Unesco aproveita a data para conclamar os governantes, as comunidades e a sociedade civil, de todos os países, para que adotem medidas concretas em defesa da diversidade cultural, colocando-a na vanguarda do diálogo. “Todos nós devemos avançar com o objetivo de construir um mundo solidário, cuja riqueza e força estejam no coração de sua diversidade”, reivindica Bokova.

Trabalho pioneiro do MinC
A coordenadora cultural da Unesco no Brasil, Jurema Machado, acredita que a diversidade cultural brasileira, seja no campo da culturas, dos conhecimentos tradicionais, da arte e da criatividade, tem um enorme significado no contexto mundial . “O país atravessa um dos períodos mais marcantes da sua história tendo em vista que a gestão dessa diversidade, ou seja, a capacidade do Brasil de manejar esse acervo de forma a, não apenas garantir a sua manutenção, mas também assegurar a sua incorporação ao processo de desenvolvimento, interessa não apenas aos brasileiros, mas também ao resto do mundo”, reflete Machado.

Para a coordenadora da Unesco, o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Identidade e Diversidade Cultural, tem desenvolvido um trabalho pioneiro, em suas ações de políticas culturais, no que se refere à introdução sistemática desse tema, em toda a sua amplitude. “Além disso, desconheço, em outros países do mundo, um trabalho tão dedicado, amplo e contínuo de difusão e divulgação da Convenção da Unesco para a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais como o que tem sido feito no Brasil”, assegura ela.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.cultura.gov.br/

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Governo anuncia teste rápido para tuberculose em 92 cidades

O Ministério da Saúde informou nesta segunda-feira (24), Dia Mundial de Combate à Tuberculose, que o SUS em 92 cidades vai oferecer um novo teste para detecção da doença. De acordo com o ministério, essas 92 cidades são estratégicas e concentram 55% dos casos no país. Nem todos os municípios receberão o teste imediatamente. Em alguns deles, o procedimento começará a ser oferecido em maio.

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Atualmente, o teste é feito de forma manual e a sensibilidade (precisão) é de 60%, além de o resultado demorar de um a dois meses para sair. Com o novo teste, o resultado sairá em duas horas, o material será analisado em máquina e a sensibilidade passará a ser de 99%.

Para o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Jarbas Barbosa, além de oferecer vantagens no tempo de resultado e na precisão do diagnóstico, o novo teste também ajuda a identificar que tipo de medicamento o paciente pode tomar.

“Em primeiro lugar, o tempo de espera, que levava de 30 a 60 dias e agora leva cerca de 90 minutos. Segundo, ele é mais preciso. Com a tecnologia tradicional, de cada dez casos que se dizia que não tinham tuberculose, na verdade em três tinham, que eram os falsos negativos. E, em terceiro lugar, (o novo teste) já indica se a pessoa tem resistência ao medicamento da tuberculose, fazendo com que o médico ajuste o esquema terapêutico”, afirmou.

O equipamento começou a ser usado como projeto-piloto em 2012 no Rio de Janeiro e em Manaus. Nesta semana, o governo entregará 50 máquinas nesta semana no Amazonas, Distrito Federal, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. Até maio, serão distribuídas mais 90. O custo de cada teste é de US$ 10.

O ministério aproveitou o dia de combate à doença e anunciou também a nova campanha do governo de prevenção à tuberculose. Nas inserções no rádio e na TV, o cantor de pagode Thiaguinho  fala sobre quando descobriu que havia contraído a doença e como foi o tratamento.

Casos no Brasil
Ainda de acordo com o ministério, o número de casos da doença no país subiu de 70 mil em 2012 para 71,1 mil em 2013.

Segundo o secretário Jarbas Barbosa a alta no número de casos entre 2012 e 2013 se deu em razão de número maior de visitas por equipes de saúde a casas nos municípios.

“Nós estamos buscando identificar o maior número de casos. Nós estamos fazendo desde o ano passado, principalmente nas áreas de grande incidência, uma busca de fazer visita casa a casa, além de estimular os municípios para que eles não deixem que a população chegue às unidades, mas que eles [os municípios] procurem as casas. Se identificarmos precocemente [a doença], iremos interromper a cadeia de transmissão”, disse.

De acordo com o Ministério da Saúde, a região com a maior incidência da tuberculose para cada 100 mil habitantes é a região Norte (45,2).

Entre os estados, o que possui o maior índice é o Amazonas (70,6 casos por 100 mil habitantes). Entre as capitais, está Recife (oito casos para cada 100 mil habitantes).

Questionado se os números de tuberculose no país ainda “preocupam” o governo, o secretário afirmou que a doença é um “problema importante”, principalmente em locais como periferias das grandes cidades.

“Apesar da redução importante que a gente teve nos últimos dez anos, cerca de 25% no número de casos, tuberculose ainda é um problema importante principalmente em alguns locais, como as periferias das grandes cidades do Brasil.

Ele também destacou quais são os grupos que têm maior risco de contrair a doença. “A população privada de liberdade, indígenas, população de rua, pessoas com o vírus HIV, são os grupos com maior risco do que a média da população”, completou.

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Dia da Pessoa com Deficiência é lembrado hoje (11)

A Lei nº 2.795, que instituiu o dia, foi promulgada em 15 de abril de 1981 pelo governo de São Paulo.

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A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), por meio da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, registrou  a comemoração, hoje (11), Dia da Deficiência Física. Segundo dados do Censo de 2010, o Brasil possui atualmente mais de 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, o que representa 23,92% da população. Deste total, mais de 13 milhões são deficientes físicos.

Para assegurar qualidade de vida ao segmento no País, o governo brasileiro vem trabalhando para garantir igualdade de direitos às pessoas com deficiência. Uma das principais ações do governo federal estão no âmbito do Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Plano Viver sem Limite.

Recentemente,  foi publicada a Portaria 971/2012, que inclui procedimentos de manutenção de Órtese, Prótese e Meios Auxiliares de Locomoção (OPM) na tabela de procedimentos do Sistema Único de Saúde (SUS). Os recursos serão ampliados para R$ 24,5 milhões anuais, repassados para estados e municípios que concedem OPM, em 12 parcelas e será usada para manutenção e adaptação de aparelhos ortopédicos, auditivos e oftalmológicos.

Conquistas

Na Inclusão Social, a principal conquista foi a alteração da legislação, que passou a permitir a suspensão do BPC na ocasião de contratação do beneficiário e retorno automático após a saída do emprego, além do acúmulo do benefício com a renda do aprendiz (Lei Nº 12.470, de 31 de agosto de 2011 e Decreto Nº 7.617, de 17 de novembro de 2011).

Conforme o Artigo 1 da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, ratificada pelo Brasil em 2008, pessoas com deficiência são aquelas que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir a participação plena e efetiva na sociedade em igualdades de condições com as demais pessoas.

Viver sem Limite

O Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Viver sem Limite  foi lançado pelo governo federal em novembro do ano passado com o objetivo de promover a cidadania, a autonomia e o fortalecimento da participação da pessoa com deficiência na sociedade, eliminando barreiras e permitindo o acesso aos bens e serviços disponíveis a toda a população.

Na área de educação, o plano prevê a ampliação do Benefício da Prestação Continuada (BPC) na Escola, que monitora a frequência de pessoas com deficiência na escola. Para isso, anualmente, são cruzados os dados do Censo Escolar e o Banco do BPC, a fim de identificar os índices de inclusão e exclusão escolar dos beneficiários.

Em 2008, foi identificado que 71% dos beneficiários do BPC, com deficiência na faixa etária de zero a 18 anos, estão excluídos da escola, e que somente 29% destes beneficiários estão na escola.

São formados grupos que fazem visitas às famílias dos beneficiários para identificar o que impede o acesso e a permanência de alunos com deficiência na escola. Atualmente, o programa funciona em todos os estados e no Distrito Federal e em 2.623 municípios (47% do total), abrangendo 68% dos beneficiários nessa faixa etária.

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O Descaso pela Doença Mental

Assistência à saúde mental é uma das maiores necessidades não atendidas. Praticamente uma em cada duas pessoas nos Estados Unidos sofrerá de depressão, ansiedade ou algum outro tipo de doença mental em certo momento da vida e cerca de 1 em cada 17 americanos atualmente sofre de doença mental grave.

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Jovens estão particularmente propensos a esses problemas. Ainda assim, milhões de pessoas que vivem nessas condições não recebem assistência. Nos últimos anos, o sistema de saúde, o governo federal e os governos estaduais tomaram medidas para mitigar essa situação, mas o progresso tem sido lento e os cortes orçamentários e as tramitações legais colocam em risco várias dessas medidas.

Apesar de a doença mental atingir qualquer pessoa, independentemente de classe econômica, a preocupação é maior com as de baixa renda. Cerca de um em cada seis adultos que vivem pouco acima da linha de pobreza ou abaixo dela apresenta problemas graves de saúde mental nos Estados Unidos. Sem acesso a tratamentos com custos geralmente proibitivos para sua disponibilidade econômica, muitos passam maus bocados mantendo um emprego que, embora ainda não os desqualifique formalmente como incapacitados, os deixa sem cobertura de planos de saúde. Um estudo recente bastante amplo, realizado na Califórnia, mostrou que somente 32% das pessoas sem planos de saúde e com doenças mentais receberam algum tratamento e que menos de 12% obtiveram ajuda adequada.

O ônus humano e econômico é enorme, ainda que quase sempre velado. De acordo com a Associação de Doenças Mentais dos Estados Unidos (Nami, na sigla em inglês), doenças mentais não tratadas custam para o país mais de US$ 100 bilhões por ano em perda de produtividade. Hospitais e clínicas locais arcam com doenças físicas crônicas associadas, escolas precisam abrir mais vagas para educação especial e em fóruns e prisões há um grande número de pessoas com doenças mentais sem tratamento. O suicídio destaca-se entre as 15 causas de morte mais comuns nos Estados Unidos – na população jovem aparece na lista dos três primeiros – e 90% dos casos podem ser atribuídos a doenças mentais.

A gravidade do problema força os políticos a tomar uma atitude. Por volta de 2002, 29 estados americanos obrigaram os planos de saúde a cobrir doenças mentais nos mesmos termos que doenças físicas, o que fez a taxa de suicídios nesses estados ter redução média de 5%. Equalizar a cobertura, porém, significa pouco para quem não dispõe de plano de saúde – e os governos estaduais têm cada vez menos condições de tomar providências. De acordo com a Nami, nos últimos três anos alguns estados cortaram até 39% do orçamento destinado a saúde mental. O decreto para a Defesa do Paciente e Assistência Acessível, que o presidente Barack Obama transformou em lei em 2010, pode ajudar a sanar essas falhas. A lei exige que os planos de saúde ofereçam cobertura para a “saúde comportamental”, incluindo assistência à saúde mental e ao vício e abuso de drogas, como um benefício indispensável à saúde.

Essas medidas, no entanto, correm um risco legal. No fim deste mês a Suprema Corte americana ouvirá os prós e os contras à constitucionalidade do decreto. Se a Corte julgar que os estados não precisam estender seus programas de assistência médica, como o decreto atualmente exige, ela poderá excluir 16 milhões de americanos do sistema que provê cobertura médica para doenças mentais. Uma decisão judicial para impedir a aquisição de planos de saúde dos estados com subsídios federais privará outros 16 milhões de assistência médica. Abandonar a lei acabaria também com os planos de construir centros nacionais para tratamento de depressão e para melhorar a forma como os serviços de saúde comportamental são integrados nos sistemas de assistência médica padrão.

Se a lei cair, o Congresso precisará restabelecer suas providências mais básicas e, mesmo que ela permaneça, todos nós temos mais o que fazer. Apenas a assistência médica não garante que as pessoas receberão o tratamento adequado; médicos e assistentes sociais precisam trabalhar juntos para garantir isso. Empresas farmacêuticas devem reativar os canais de pesquisa em busca de novas drogas, que têm sido extremamente desprezadas. Além disso, todos nós devemos nos livrar do estigma que ainda tendemos a associar a essas doenças. A recompensa será que milhões de nossos amigos, vizinhos e filhos terão a oportunidade de se tornar mais saudáveis, felizes e membros produtivos da sociedade.

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