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A importância de uma nutrição adequada para a prática de esportes

Para ter uma saúde em dia não basta apenas focar no exercício físico, tem que se preocupar também com a alimentação. Pessoas que têm esse hábito precisam manter uma nutrição saudável que irá suprir as necessidades do corpo, tendo uma atenção especial com o antes e depois da prática de cada atividade física. Apesar disso, muita gente pratica exercícios sem se alimentar corretamente, desconhecendo os riscos que isso pode causar à saúde. Essa atitude pode acarretar em diversos problemas, como desmaios, cansaço em excesso, tontura e dor de cabeça; diminuindo assim o desempenho na hora de se exercitar.

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Para Mariana Domicio, nutricionista especialista em nutrição esportiva, o principal objetivo do foco na alimentação é melhorar o desempenho do atleta ou do praticante de exercícios físicos por meio de uma adequação da dieta com o treinamento. “É de extrema importância para alcançar os objetivos, sejam de performance ou estéticos, ter atenção na alimentação vinculada ao treino (pré e pós), assim como ao longo do dia”, explica.

No pós-treino, é necessário compreender o papel da alimentação no corpo, como forma de repositor de energia e reparador de danos musculares. O horário do treinamento também é fundamental na hora de escolher quais nutrientes o corpo precisa para não sofrer nenhum desgaste físico. “O horário vai influenciar principalmente na quantidade e qualidade de carboidratos nas refeições. De acordo com a hora, a quantidade nas refeições que antecedem e posterior as partidas são maiores as das refeições ao longo do dia. Muito comum vê a alimentação dos atletas com massa, molho de tomate com pouca gordura e uma proteína magra (frango ou peixe). No pós treino são realizadas as mesmas refeições, podendo incluir carboidratos de alto índice glicêmico como bebidas repositoras de energia, batata inglesa e pães de farinha branca, pensando na recuperação muscular”, explica a nutricionista.

A nutricionista também salienta a diferença entre a nutrição esportiva e a convencional. “A nutrição esportiva, além de levar em consideração os pilares da nutrição tradicional, como qualidade e quantidade dos alimentos, harmonia e adequação entre os nutrientes, condição fisiológica e fase da vida, tem a intenção de disponibilizar nutrientes para as células, principalmente musculares, para que respondam de forma adequada ao estímulo e adaptações do treinamento”, pontuou.

As variáveis também mudam de acordo com cada esporte, ou seja, para vôlei, futebol, judô, entre outros, a demanda de alimentação é diferenciada. “Os esportes em geral exigem uma demanda energética diferenciada aos praticantes, há um grande gasto energético entre treinos e competições. A dieta deve se alinhar com a posição que o atleta assume no esporte, quais as valências físicas (Força, potência, coordenação motora, equilíbrio, flexibilidade) são mais importantes, desta forma definindo o objetivo da dieta, se será ganho de massa muscular, diminuição do percentual de gordura, como também necessidade de utilizar recursos ergogênicos, como creatina, cafeína, tamponantes”, diz Mariana.

Sem esses cuidados necessários a prática de exercícios pode se tornar não uma aliada, mas uma inimiga da saúde. O acompanhamento com um profissional é imprescindível para atender corretamente as necessidades nutricionais de cada indivíduo, no auxílio à manutenção da saúde e no bem-estar do dia a dia.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://blogs.ne10.uol.com.br/

OMS estima 2 milhões de mortes por comida e água contaminadas

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para a importância da segurança alimentar. A estimativa do órgão é que, todos os anos, 2 milhões de pessoas morrem após ingerir comida e água contaminadas.

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Os agentes responsáveis pela maioria das mortes são a bactéria salmonella (52 mil mortes), a bactéria E. coli (37 mil mortes) – Escherichia Coli, um tipo de bactéria que habita normalmente o intestino humano e o de alguns animais – e o norovírus (35 mil mortes).

Os números indicam que a África é onde foi identificado o maior número de casos de doenças de origem alimentar, seguido pelo Sudeste da Ásia. Mais de 40% das pessoas atingidas por essas enfermidades, em 2010, eram crianças menores de 5 anos.

Em nota, a diretora-geral da OMS, Margareth Chan, destacou que a produção de alimentos sofreu um forte processo de industrialização, com distribuição globalizada, e que tais mudanças abrem caminho para a contaminação por bactérias, vírus, parasitas e produtos químicos.

“Um problema local de segurança alimentar pode rapidamente se tornar uma emergência de ordem internacional. A investigação de um surto de doença de origem alimentar é muito mais complicada quando uma única embalagem de alimento contém ingredientes de diversos países”, disse Margareth Chan.

Ainda de acordo com a OMS, alimentos contaminados podem provocar mais de 200 tipos de doenças, desde diarreia ao câncer. Alguns exemplos de alimentos considerados não-seguros incluem os mal cozidos de origem animal, frutas e vegetais contaminados por fezes e mariscos contendo biotoxinas.

O órgão cobrou que os esforços para prevenir surtos de doenças de origem alimentar sejam reforçados por meio de plataformas internacionais como a oferecida pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação que garante comunicação efetiva e rápida em meio a emergências alimentares.

“O público tem papéis importantes na promoção da segurança alimentar, desde praticar a higiene correta dos alimentos e aprender a tratar alimentos específicos que podem ser perigosos (como frango cru) até ler os rótulos das embalagens ao comprar e preparar os alimentos”, destacou a OMS.

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O lado Social da Nutrição

Filha de um cientista de dados e de uma bibliotecária, a nutricionista Camila Maranha, 28 anos, tem a pesquisa em seu DNA. Os dois foram fundamentais para que sua proposta de avaliação do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) fosse vencedor da 2ª colocação do Prêmio Jovem Cientista na categoria Mestre e Doutor. “Além de terem me apoiado e incentivado durante todo o processo, cada um contribuiu para o trabalho também dentro de suas expertises profissionais: minha mãe com a revisão bibliográfica e meu pai com o desenvolvimento de expressões gráficas sobre o funcionamento do Pnae”, afirma Camila.

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O Pnae atende mais de 42 milhões de estudantes da educação básica e de jovens e adultos e é apontado como uma das políticas públicas responsáveis pela saída do Brasil do mapa da fome da Organização das Nações Unidas (ONU).  Camila foi acadêmica do Instituto de Nutrição Annes Dias (INAD), no Rio de Janeiro, que atua como responsável técnico do Pnae no município. O período que trabalhou lá foi crucial para o desenvolvimento de sua pesquisa. “Pude acompanhar a gestão do programa e sua realização em âmbito local ao longo de um ano. Nessa aproximação, percebi a complexidade do programa. Em 2009, o Pnae passou por diversas modificações positivas, como a obrigatoriedade da compra de alimentos produzidos pela agricultura familiar e a inserção da educação alimentar e nutricional no currículo escolar. Assim, o programa adquiriu características ainda mais promissoras para a promoção da alimentação saudável e para a garantia da Segurança Alimentar e Nutricional em nosso país”, diz.

Para elaborar o trabalho, foi conduzida uma avaliação experimental que contou com a participação de mais de 500 alunos do ensino fundamental, merendeiras, coordenadores pedagógicos e diretores das escolas, além de gestores do programa e membros do Conselho de Alimentação Escolar. “Após a experiência, elaboramos a versão final da proposta de avaliação, que conta com 88 indicadores. O objetivo é avaliar desde a qualificação das merendeiras até atividades feitas pela escola para promover a alimentação saudável, passando pela proteção contra a publicidade de alimentos no ambiente escolar e a abordagem do tema dentro ou fora da sala de aula. A contribuição para o desenvolvimento local da região, com a compra de alimentos oriundos da agricultura familiar, e a participação da sociedade por meio dos conselhos de alimentação escolar também fazem parte do escopo da avaliação”, afirma Camila.

O trabalho faz parte de um projeto do Núcleo de Alimentação Escolar (Nucane) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). O contato com a equipe e o trabalho do Nucane fizeram Camila enxergar uma nova forma de atuação em nutrição. “Pude compreender melhor o papel social da Universidade. O grupo de professoras, que inclui minha orientadora, e de bolsistas e graduandas de nutrição voluntárias que compõem o núcleo é fenomenal.”

Atualmente doutoranda do Instituto de Medicina Social, na UERJ, Camila diz que seu interesse por alimentação e saúde coletiva começou ainda em casa – antes de a estudante prestar vestibular para nutrição, seu pai desenvolveu diabetes. A partir daí, ela procurou estudar mais sobre a doença. “Meu interesse pela área surgiu com o problema do meu pai e a influência de uma tia, que também é nutricionista. Quando as aulas começaram, pude entender melhor a proposta dessa profissão, e percebi que, por ter uma abordagem social, teria a ver comigo. Não me arrependo nada dessa escolha, segui o caminho certo”, afirma. “Além disso, amo cozinhar, experimentar pratos, alimentos e combinações brasileiras. Também adoro cuidar de plantas. Tenho uma pequena horta de temperos, e eu e meu marido sonhamos em montar um orquidário”.

Os próximos passos de Camila seguem na área acadêmica. “Espero, daqui a alguns anos, estar trabalhando em uma universidade ou entidade da sociedade civil. Minha meta é que, na minha atividade profissional, possa contribuir para a garantia do direito humano à alimentação saudável e adequada, com soberania e segurança alimentar e nutricional em nosso país”, diz.

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Alimentos que possuem as maiores concentrações de Agrotóxicos

Entre as décadas de 50 e 60, doenças como malária, por exemplo, eram tratadas através do uso de agrotóxicos. Estes eram então considerados benéficos por salvarem muitas vidas. A partir de 1962, os efeitos nocivos à saúde e ao meio ambiente pelo uso deles foi sendo mais divulgado. Desde esta época, o aumento do risco de câncer e danos genéticos eram conhecidos pelo uso desta substância. Os efeitos foram se tornando cada vez mais aparentes e a maioria das substâncias presentes nos agrotóxicos tiveram que ser proibidas e substituídas por outras menos agressivas.

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Estas substâncias consideradas menos agressivas, mesmo sendo menos persistentes, também apresentarem efeitos tóxicos. Em 1970 passou-se a utilizar um inseticida bem mais eficiente e em menor quantidade, porém causava efeitos irritantes na mucosa, olhos, alergias de pele, asma etc.

A preocupação com o uso de agrotóxicos vem crescendo desde então, em especial nos países desenvolvidos onde são mais utilizados. O INCA divulgou um relatório onde o Brasil é o país com maior consumo de agrotóxicos. O problema está na política de produção agrícola no Brasil; Ou seja, é mais pautada na quantidade do que na qualidade. O principal objetivo é a lucratividade. Os agrotóxicos intoxicam o organismo com metais pesados como cádmio, chumbo, contaminam o solo, lençois freáticos, rios e, por isso, impactam tanto o meio ambiente como a saúde.

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Podem causar desde reações na pele, até o aumento da irritabilidade, infertilidade, impotência, abortos, má formação fetal, neurotoxicidade, maior risco de Alzheimer e câncer. Com o objetivo de fiscalizar a produção destes agrotóxicos, em 2001 foi criado o Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Em última análise, o PARA monitorou alguns alimentos e encontrou concentração maior de agrotóxicos acima do permitido nos seguintes alimentos.

Comprar alimentos orgânicos é sempre a primeira opção para investir em saúde, onde estes alimentos são cultivados através de métodos naturais de adubação e de controle de pragas. São preservados de contaminações e utilizados de maneira sustentável mantendo a harmonia entre o homem e a natureza.

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Dia da Luta Contra o Câncer

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Tratamento pelo Sistema Único de Saúde

Bom Pastor é referência em tratamento de câncer

A Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer garante o atendimento integral a qualquer doente com câncer, por meio das Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) e dos Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon). Este é o nível da atenção capacitado para determinar a extensão da neoplasia (estadiamento), tratar, cuidar e assegurar a qualidade dos serviços de assistência oncológica, conforme a Portaria nº 874/GM de 16 de maio de 2013. Esta portaria substitui a nº 2.439/GM, de 8 de dezembro de 2005.

Rede ampliada
Existem 276 hospitais habilitados no tratamento do câncer. Todos os estados brasileiros têm pelo menos um hospital habilitado em oncologia, onde o paciente de câncer encontrará desde um exame até cirurgias mais complexas.

Cabe às secretarias estaduais e municipais de Saúde organizar o atendimento dos pacientes na rede assistencial, definindo para que hospitais os pacientes, que precisam entrar no sistema público de saúde por meio da Rede de Atenção Básica, deverão ser encaminhados. O mapa abaixo relaciona todas as unidades credenciadas para o atendimento do câncer que integram a rede do SUS em cada estado.

Acesse o link e confira no mapa, uma unidade mais próxima de sua casa: http://www.inca.gov.br/

Dia Mundial Sem Tabaco

Em 31 de maio é celebrado o Dia Mundial Sem Tabaco, data criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em 1987.  As campanhas com foco também nos danos que a produção e o uso de tabaco provocam no meio ambiente, na exploração do trabalho infantil e nas consequências do fumo passivo.

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Segundo pesquisa feita em 2008 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Instituto do Câncer (Inca), Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), aproximadamente 25 milhões de brasileiros com mais de 15 anos fumavam derivados de tabaco. Apesar de 93% dos fumantes declararem ter ciência dos males do fumo e 67% ter percebido campanhas antitabaco nos meios de comunicação, apenas 52% tinham planos de parar e só 7% queriam por a ideia em prática no mês seguinte à pesquisa. Entre o total de fumantes, cerca de 85% consumiam tabaco diariamente, sendo que 33% fumavam, em média, de 15 a 24 cigarros por dia.

A pesquisa mostrou ainda que homens fumantes de tabaco industrializado gastavam cerca de R$ 89,27 por mês com cigarro e mulheres R$ 62,80. Com base nesses dados é possível calcular que em um ano um casal de fumantes despende aproximadamente R$ 1800,00. Com essa quantia, atualmente, é possível comprar uma TV LCD de 32 polegadas e uma máquina de lavar roupa de até 10kg.  Em março de 2012, a Fundação Mundial do Pulmão informou que, em 2010, as seis principais fabricantes de produtos de tabaco do mundo tiveram lucros de US$ 35,1 bilhões, o equivalente ao faturamento da Coca-Cola, da Microsoft e do McDonald`s juntos.

Segundo a OMS, a cada ano cerca de 5 milhões de pessoas morrem por fatores atribuídos ao tabaco. A estimativa é que em duas décadas o número aumente para 8 milhões, com 80% dos óbitos em países com menor renda. A OMS alerta: “O tabaco mata mais que tuberculose, Aids e malária juntas”. No Brasil, de acordo com dados de 2012 do Inca, 11% das mortes do país são atribuíveis ao tabaco. Entre as provocadas por câncer de pulmão, traqueia e brônquios, 72% deve-se ao tabagismo.

De acordo com o Inca, a plantação de fumo contribui para 5% do desmatamento em países em desenvolvimento e quase metade dos produtores, geralmente agricultores familiares, tem sintomas associados ao uso de substâncias químicas, como dor de cabeça persistente e vômito. Além das 4.700 substâncias tóxicas, incluindo arsênico, amônia e monóxido de carbono (o mesmo emitido por automóveis) liberadas no meio ambiente quando um cigarro é aceso, os filtros descartados de forma inadequada demoram cerca de 5 anos para se decompor, podendo matar peixes, animais marinhos e aves que ingerem nosso lixo acidentalmente – pontas de cigarro correspondem de 25 a 50% do lixo coletado em ruas e rodovias. Outros problemas são a alta incidência de incêndios provocados por pontas acesas e o uso de mão-de-obra infantil, capaz de alterar até mesmo o calendário escolar de algumas regiões produtoras de fumo.

Para marcar a data diversas ações antitabaco serão feitas no Brasil. Uma programação por estado pode ser encontrada no site do Inca.

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Dia Mundial da Luta contra o Câncer – 08 de abril

O número de casos de câncer de próstata aumenta a cada ano. Segundo índices do Instituto Nacional de Câncer (INCA), em 2014 são estimados cerca de 69 mil novos casos da doença, o que faz com que esse tipo de tumor passe a ocupar o primeiro lugar no ranking de cânceres que mais atingem os homens no Brasil. Em países desenvolvidos, a incidência pode ser cerca de seis vezes maior.

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A próstata é uma glândula exclusiva do sistema genital masculino, que se localiza abaixo da bexiga. Sua função é produzir substâncias que vão ajudar a tornar o sêmen mais fluido, facilitando o deslocamento dos espermatozoides.

Ainda não se sabe todas as causas do câncer de próstata, que acomete cerca de 62% dos homens – a partir dos 65 anos – em todo o mundo, segundo informações do INCA. Até o momento, o único fator de risco bem estabelecido para o desenvolvimento da doença é a idade.

De acordo com o Dr. Fernando Maluf, Chefe do Centro Oncológico Antônio Ermírio de Moraes da Beneficência Portuguesa, em São Paulo, outros fatores podem contribuir para o surgimento da doença, como alimentação rica em gorduras ou predisposição genética. “Homens com histórico de câncer de próstata na família possuem maior propensão em desenvolver a doença. Além disso, a incidência deste tipo de câncer tende a ser maior em negros – por razões ainda não definidas – e pessoas obesas, que mantêm uma dieta rica em gorduras”, explica o especialista.

Segundo informações do INCA, entre as justificativas para o aumento da incidência do câncer de próstata pode-se destacar o aumento da expectativa de vida do brasileiro, a melhoria e a evolução dos métodos diagnósticos e da qualidade dos sistemas de informação do país.

No Brasil, a mortalidade por esse tipo de câncer apresenta um perfil ascendente semelhante ao da incidência, com aumento de cerca de 15% quando comparado aos índices de 2012. No entanto, quando diagnosticado precocemente pode apresentar bom prognóstico.

“O câncer de próstata pode crescer localmente ou disseminar-se pelos gânglios, vasos sanguíneos e, em casos mais graves, pode chegar a atingir os ossos. Por isso é importante que os homens comecem a fazer os exames preventivos a partir dos 50 anos, pois quanto mais cedo o problema for detectado, mais eficaz será o tratamento”, explica o Dr. Maluf.

Para diminuir os riscos de desenvolver câncer de próstata, os homens podem adotar uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais e com menor ingestão de gorduras, principalmente as de origem animal. Especialistas recomendam ainda a adoção de bons hábitos de vida como: realizar pelo menos 30 minutos diários de atividade física, manter o peso adequado à altura, diminuir o consumo de álcool e não fumar.

Homens a partir dos 50 anos devem realizar exames de rotina para a prevenção do câncer de próstata. Caso exista um histórico familiar desse tipo de tumor, recomenda-se a prevenção a partir dos 45 anos. Os sintomas mais comuns desse tipo de câncer são a dificuldade de urinar, frequência urinária alterada ou diminuição da força do jato da urina, dentre outros. Tudo depende do estágio em que se encontra a doença.

O toque retal é o teste mais utilizado, apesar de suas limitações: somente a porção posterior e lateral da próstata pode ser palpada. É recomendável fazer um exame de sangue específico, o PSA (antígeno prostático específico, na sigla em inglês), para identificar o aumento de uma proteína produzida pela próstata, o que seria um indício da doença, e, dependendo do caso, biópsia para finalizar o diagnóstico.

A cura do câncer de próstata dependerá do estágio, extensão e classificação das células malignas que há no tumor. Quando a doença é comprovada, o médico pode indicar radioterapia, cirurgia ou tratamento hormonal. Para a doença metastática (quando o tumor original já se espalhou para outras partes do corpo), geralmente o tratamento escolhido é a terapia hormonal e quimioterapia. A escolha do tratamento mais adequado deve ser individualizada e definida após médico e paciente discutirem os riscos e benefícios de cada um.

O câncer de próstata resistente à castração (CPRC) também é conhecido como câncer de próstata hormônio-refratário (CPHR). A maioria dos homens com CPRC apresenta evidência radiológica de metástase óssea (CPRCm). Uma vez que as células cancerosas se instalam no osso, elas interferem em sua resistência, frequentemente causando dor, fratura ou outras complicações que podem prejudicar significativamente a saúde do homem. Metástases ósseas secundárias ao câncer de próstata geralmente atingem a coluna lombar, as vértebras e a pélvis, e são a principal causa de incapacidade e morte em pacientes com câncer de próstata metastático resistente à castração (CPRCm).

Nos próximos meses, deve chegar ao Brasil uma terapia alvo para as metástases ósseas do CPRCm, o Rádio-223 (Xofigo®), a ser comercializado pela Bayer HealthCare Pharmaceuticals, que apresentou aumento na sobrevida global destes pacientes com impacto positivo na qualidade de vida.

De acordo com o Dr. Fernando, o surgimento do medicamento Rádio-223 (Xofigo®) pode ser considerado de alto significado clínico e científico porque poderá ser utilizado no tratamento do câncer de próstata metastático. “Nesta fase o câncer torna-se refratário à medicação convencional e também provoca forte dor e fraturas ósseas, restringindo o paciente a seu leito (em casa ou no hospital). Esse é o primeiro radiofármaco que melhora os sintomas e proporciona mais qualidade de vida ao paciente com câncer de próstata metastático, além de ser excepcionalmente bem tolerado”, conclui o médico.

O Rádio-223 (Xofigo®) é um radiofármaco emissor de partículas alfa que aumenta a sobrevida de pacientes com câncer de próstata resistente à castração com metástases ósseas e atualmente já aprovado pelo FDA e EMA. Esse fármaco mimetiza o cálcio no osso.

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Dia Mundial de Combate ao Câncer 2014

Hoje, como ocorre todos os anos no dia 8 de abril, o mundo e, especialmente as instituições de saúde oncologicas, mobilizam-se para realizar uma campanha e disseminar informações sobre câncer nas regiões em que são afetadas. Sempre com um foco na Declaração Mundial do Câncer , o slogan principal da campanha é “Derrube os Mitos”.

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Por ser uma doença complexa, existe uma disseminação enorme de conceitos equivocados sobre a doença. Entre os grandes mitos criados em torno do câncer, existem quatro deles que foram selecionados como os principais por atrapalhar o tratamento, a prevenção e o diagnóstico precoce da doença:

Mito 1: Não é necessário falar sobre câncer

Realidade: Apesar do câncer se um tópico difícil de abordar, em particular em algumas culturas e condições, afrontar a doença abertamente pode melhorar os resultados a nível individual, comunitário, e de políticas públicas.

Mito 2: Não há sinais ou sintomas de câncer

Realidade: Para muitos tipos de canceres, há sinais de alerta e sintomas e os benefícios de um diagnóstico precoce são indiscutíveis.

Mito 3: Não há nada que eu possa fazer sobre câncer

Realidade: Há muito o que fazer a nível individual, comunitário e político e, com a estratégia correta, um terço dos canceres mais comuns podem ser prevenidos.

Mito 4: Eu não tenho direito a tratamento de câncer

Realidade: Todos tem o direito a acesso a tratamentos efetivos contra o câncer em igualdade de condições, sem sofrer dificuldades.

Câncer no Brasil

Segundo estimativas do INCA, cerca de 580 mil casos novos da doença são esperados para 2014. A Estimativa 2014 – Incidência de Câncer no Brasil, lançada no ano passado, detalha ainda os cânceres mais incidentes na população brasileira no próximo ano serão pele não melanoma (182 mil), próstata (69 mil); mama (57 mil); cólon e reto (33 mil), pulmão (27 mil) e estômago (20 mil). Ao todo estão relacionados na publicação os 19 tipos de câncer mais incidentes, sendo 14 na população masculina e 17 na feminina. Excetuando-se pele não melanoma, a ocorrência será de 394.450 novos casos, sendo 52% em homens e 48,% entre as mulheres.

O número de casos novos para cada tipo de câncer foi calculado com base nas taxas de mortalidade dos estados e capitais brasileiras (Sistema de Informação Sobre Mortalidade – SIM). A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez uma projeção de 27 milhões de novos casos de câncer para o ano de 2030 em todo o mundo, e 17 milhões de mortes pela doença. Os países em desenvolvimento serão os mais afetados, entre eles o Brasil.

O investimento do Ministério da Saúde na assistência aos pacientes com câncer foi de R$ 2,1 bilhões no ano passado, crescimento de 26% em relação a 2010. A previsão é que, até 2014, o valor alocado no fortalecimento do atendimento em oncologia chegue a R$ 4,5 bilhões.

Veja o que fazer para prevenir o câncer:

1) Se você fuma, deixe o cigarro de lado;

2) Alimentação saudável pode reduzir as chances de câncer em pelo menos 40%. Coma mais frutas, legumes, verduras, cereais e menos alimentos gordurosos, salgados e enlatados. A dieta ideal tem que conter cinco porções de frutas, verduras e legumes diariamente;

3) Evite ou limite a ingestão de bebidas alcoólicas;

4) É aconselhável que homens, entre 50 e 70 anos, na oportunidade de uma consulta médica, orientem-se sobre a necessidade de investigação do câncer da próstata. Os homens com histórico familiar de pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos devem realizar consulta médica para investigação de câncer da próstata a partir dos 45 anos;

5) Pratique atividades físicas moderadamente durante pelo menos 30 minutos, cinco vezes por semana;

6) A mamografia, a partir dos 40 anos, deve ser realizada anualmente, ou no máximo, a cada dois anos;

7) As mulheres com idade entre 25 e 59 anos devem realizar exame preventivo ginecológico periodicamente. Após dois exames com resultado normal com intervalo de um ano, o preventivo pode ser feito a cada três anos;

8) É recomendável que mulheres e homens com 50 anos ou mais realizem exame de sangue oculto nas fezes, a cada ano (preferencialmente), ou a cada dois anos;

9) Evite exposição prolongada ao sol, entre 10h e 16h. Use sempre proteção adequada, como chapéu, barraca e protetor solar.

10) Realize diariamente a higiene oral (escovação) e consulte o dentista regularmente.

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Mundo contempla ‘maremoto’ de câncer e custos fogem do controle, diz OMS

Segundo o alerta da entidade, feito no Dia Mundial do Câncer, o número de casos da doença deve chegar a 24 milhões até 2035, mas metade deles pode ser prevenido. Para tanto, existe uma “necessidade real” de ampliar os esforços preventivos, combatendo tabagismo, a obesidade e o alcoolismo.

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No Brasil, um levantamento divulgado pelo Ministério da Saúde e pelo Inca (Instituto Nacional do Câncer) no ano passado indica que haverá 576.580 casos diagnosticados apenas neste ano. O relatório prevê que os tipos com maior incidência serão o câncer de pele, de próstata e de mama.

Um estudo divulgado em 2013 no periódico Lancet Oncology, previa um aumento de 38,1% nos casos de câncer no país ao longo desta década, passado de 366 mil casos em 2009 para mais de 500 mil em 2020.

No mundo, estima-se que 14 milhões de pessoas sejam diagnosticadas todos os anos com câncer, segundo a OMS. A previsão é de que esse número aumente para 19 milhões em 2025 e 24 milhões em 2035, com os países emergentes concentrando os novos casos.

Hábitos

Em seu Relatório Mundial do Câncer 2014, a OMS diz que além da combinação de obesidade e sedentarismo, do álcool e do fumo, outros fatores associados ao câncer que poderiam ser prevenidos são:

  • A radiação (solar e de scanners médicos);
  • A poluição atmosférica;
  • Poluição atmosférica e outros fatores ambientais;
  • Adiar a gravidez para quando as mulheres têm mais idade, ter menos filhos e não amamentar.

Para Chris Wild, diretor da agência internacional da OMS para a pesquisa sobre o câncer, disse que o “fardo global do câncer está se tornando mais pesado e mais evidente, principalmente devido ao envelhecimento e crescimento da população”.

“Se verificarmos o custo de tratamento do câncer, ele está fugindo do controle até em países com renda alta. Prevenção é algo absolutamente crucial e vem sido um tanto negligenciada.”

Brasil

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), estima-se que 576 mil brasileiros desenvolvam câncer em 2014, o mesmo número esperado para 2015. “O câncer de pele do tipo não melanoma (182 mil casos novos) será o mais incidente, seguido pelos tumores de próstata (69 mil) e mama feminina (57 mil)”, diz a nota.

Os dados mostram, no entanto, uma redução na incidência dos casos novos de cânceres do colo do útero e de pulmão, de acordo com o Inca.

Consultado pela BBC Brasil, o Ministério da Saúde informou que o investimento em assistência a pacientes com câncer cresceu 26% em dois anos.

“O recurso alocado para o diagnóstico e tratamento da doença passou de R$ 1,9 bilhão, em 2010, para R$ 2,4 bilhões, em 2012. Além desses recursos, estão reservados ao setor, para o período de 2011 a 2014, R$ 4,5 bilhões em programa estratégico de prevenção do câncer de colo do útero e de mama, que prevê também o fortalecimento da rede de assistência e diagnóstico precoce”, disse o ministério em nota.

De acordo com o ministério, com o aumento de recursos “foi possível ampliar em 17,3% o número de sessões de radioterapia” e em “14,8% as de quimioterapia”.

Prevenção

Bernard Stewart, um dos editores do relatório da OMS, diz que a prevenção tem “um papel crucial no combate ao maremoto de câncer que estamos vendo surgindo em todo o mundo”.

Ele explicou que o avanço da doença está associado, em muitos casos, aos hábitos das pessoas e citou o exemplo dos australianos que costumam tomar sol nas praias “até que cozinham de forma homogênea em ambos os lados”.

“Em relação ao álcool, por exemplo, nós estamos cientes dos seus graves efeitos, sejam eles acidentes de carro ou agressões. Mas há um problema que não é discutido simplesmente porque não é reconhecido, especialmente envolvendo o câncer.”

“Há coisas que devem estar na pauta de discussões: modificar a disponibilidade do álcool, a rotulagem do álcool, a promoção do álcool e o preço do álcool”, afirmou.

Stewart disse que um argumento similar pode ser apresentado em relação ao açúcar, que impulsiona a obesidade, que por sua vez eleva o risco de tumores.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk/

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