Campanha gratuita contra alergias respiratórias de inverno

Só no Brasil, cerca de 20 milhões de pessoas sofrem de asma, enquanto a rinite afeta 26% das crianças

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Idealizado e coordenado pelo médico Marcello Bossois, o projeto social Brasil Sem Alergia é um centro de atendimentos gratuitos para os mais variados tipos de processos alérgicos e doenças ligadas ao sistema imunológico, que atualmente conta com três postos na Baixada Fluminense. Nascido em 2007, a ação social já ofereceu mais de 120 mil consultas gratuitas – equivalente à população de Resende (Rio de Janeiro) – com a realização de diversos procedimentos de prevenção, controle e combate dessas doenças. Com a proximidade do inverno, o Brasil Sem Alergia assume um papel muito importante, desenvolvendo uma grande campanha de tratamento das alergias respiratórias, doença que aumenta significativamente na nova estação.

Em maio, foi inaugurada a terceira unidade do projeto, em Xerém, na Baixada Fluminense, no Centro Médico Estrela de David, na Praça da Mantiqueira 18. A sede da iniciativa está localizada na Rua Conde de Porto Alegre, nº167, no bairro 25 de Agosto, Duque de Caxias. O outro posto de atendimentos localiza-se na Cruz Vermelha de Nova Iguaçu, na Rua Coronel Bernardino de Melo 2085. As consultas são oferecidas de segunda à sexta, das 9hs às 18hs. Os interessados já podem agendar seus horários pelos telefones (21) 3939-0239 ou (21) 2652-2175.

O inverno e as alergias respiratórias

A nova estação vai chegar no final deste mês, no dia 21, trazendo temperaturas mais baixas, com noites mais frias, repentinas alterações climáticas e a presença de um ar mais seco e poluído. É, portanto, a hora de tirar do armário aqueles casacos guardados desde o último inverno, provavelmente impregnados de ácaros e poeira – maiores inimigos de quem sofre de alergia. Para piorar a vida dos alérgicos, o período ainda apresenta uma diminuição na quantidade de chuvas e ventos, dificultando a dispersão de poluentes e tornando mais frequentes as chamadas inversões térmicas.

A junção destes fatores, somados a maior presença das pessoas em locais fechados – com pouca ventilação, são responsáveis pelo desencadeamento de inúmeros processos de alergias respiratórias. “O inverno é a estação que os alérgicos mais sofrem, sobretudo pelas bruscas mudanças climáticas e pela a alta exposição a alergenos, como os ácaros e poeira, a qual são expostos”, analisa o Coordenador Técnico do Brasil Sem Alergia, Dr. Marcello Bossois. “Estima-se que as alergias respiratórias aumentem 40% durante a estação”, alerta o alergista.

As incômodas alergias respiratórias, que podem ir de uma simples rinite alérgica até uma asma de fundo alérgico (que pode se transformar em um quadro complicado de pneumonia), podem afetar pessoas de qualquer idade. As mães, entretanto, devem estar muito atentas aos primeiros sinais dessas alergias nos pequenos, pois as crianças que apresentam asma têm muito mais chance de desenvolver pneumonia. Segundo a OMS, mais de 300 milhões de pessoas sofrem de asma em todo o mundo, sendo as crianças mais da metade dos casos.

Uma simples alergia pode se tornar algo bastante preocupante, já que a doença aumenta muito as chances de uma infecção secundária. De acordo com o médico, uma alergia de fundo respiratório mal cuidada pode provocar, por exemplo, uma grave pneumonia crônica, caso a inflamação da mucosa respiratória e o acúmulo de secreção nas vias respiratórias se mantenham por um longo período. “Aproximadamente 35% da população mundial sofre de algum tipo de alergia, então é muito importante que todos estejam atentos aos primeiros sinais de uma alergia respiratória, que poderá se manifestar através de espirros constantes, tosses e/ou falta de ar”, adverte o especialista.

Só no Brasil, cerca de 20 milhões de pessoas convivem de forma persistente com a asma, enquanto a rinite afeta aproximadamente 26% das crianças e 30% dos adolescentes, segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI). A asma é a quarta maior causa de hospitalização no Brasil, resultando em cerca de 400 mil internações por ano em todo o país (Datasus, 2001). Por ano, mais de 250 mil pessoas morrem em decorrência da doença ao redor do mundo, com base em dados da Organização Mundial de Saúde.

O que é a asma?

A asma é uma inflamação do pulmão e das vias aéreas que provoca inchaço e encurtamento dos brônquios, comprometendo diretamente a qualidade de respiração dos pacientes. Ela é uma doença de fundo alérgico, com diversos fatores causadores, como substâncias ou produtos que irritam as vias aéreas, mudanças bruscas de temperatura ou até fatores emocionais. É conhecida por ser uma doença comum em crianças, até porque elas são 60% dos casos da doença, mas também pode surgir em adultos, inclusive a partir de infecções por vírus e bactérias.

A genética também apresenta um papel importante no desenvolvimento da asma, aponta Dr Marcello. Segundo o médico, que também integra o Consórcio Internacional de Terapia Gênica, o risco de surgimento da doença na infância está relacionada à presença do problema nos pais. “Se um dos pais sofre de asma, o risco de a criança apresentar a doença é de 25%, percentual que aumenta para 50% caso ambos pais apresentem o problema”, afirma.

Os sintomas mais comuns em uma crise de asma são a tosse, o chiado na expiração, a falta de ar e a sensação de aperto ou opressão no peito, podendo variar de intensidade em cada caso. É comum um quadro de asma ter início com crises leves, de pouca duração, que cedem facilmente. A cada inverno, no entanto, os ataques podem ser mais intensos e demorados, até se tornarem contínuos.

O que é a rinite alérgica?

A rinite alérgica, por sua vez, se parece muito a um resfriado, sendo causada por alergia, em especial à poeira e aos ácaros, alergenos muito presentes nessa época do ano. Embora não seja uma doença grave, pode se tornar muito incômoda, causando espirros repetidos, coriza líquida e abundante, com coceiras no nariz, olhos, ouvidos e garganta. Com o passar do tempo, pode acometer outros locais próximos, surgindo outros problemas como sinusites, otites, amigdalites e asma.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.maxpressnet.com.br/

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