Archive for the 'Longevidade' Category



Vacinação

A vacinação é a maneira mais eficaz de se evitar diversas doenças imunopreveníveis, como varíola (erradicada), poliomielite (paralisia infantil), sarampo, tuberculose, rubéola, gripe, hepatite B e febre amarela, entre outras.

É Importante ressaltar alguns conceitos básicos sobre imunização:

Vacina é o mecanismo usado para controlar algumas doenças infecto-contagiosa. Consiste na inoculação de um antígeno na corrente sanguínea de uma pessoa, visando à produção de anticorpos.

pessoa vacinada é aquela que recebeu uma dose da vacina, independentemente de ter recebido o esquema completo.

pessoa imune é aquela que possui anticorpos protetores específicos contra determinado agente infeccioso. Essa imunidade pode ser adquirida naturalmente (pela doença) ou artificialmente (pela imunização adquirida por meio da vacinação).

Imunidade é a capacidade de o sistema imunológico reconhecer substâncias estranhas e promover uma resposta contra elas (micro-organismo responsável por uma doença infecciosa específica ou sobre suas toxinas).

As ações de vacinação são coordenadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e têm o objetivo de erradicar, eliminar e controlar as doenças imunopreveníveis no território brasileiro.

O Programa foi criado em 1973, regulamentado no ano de 1975 pela Lei nº 6.259, de 30/10/1975, e pelo Decreto nº 78.231, de 30/12/1976, representando um instrumento destinado à proteção da população brasileira contra doenças que podem ser evitadas com o uso de imunobiológicos, incluindo as vacinas. Atualmente, o PNI preconiza a vacinação para a família e, além da imunização de crianças, oferece também a vacinação para adolescentes, adultos, idosos, povos indígenas e populações com necessidades especiais.

O Programa coordena e define normas e procedimentos técnicos e científicos articulados às secretarias de estado e estas com as secretarias municipais, mediante ações estratégicas sistemáticas de vacinação da população, com base na vigilância epidemiológica de doenças imunopreveníveis e inovações tecnológicas da área. Também tem o papel de adquirir, conservar e distribuir os imunobiológicos que integram os calendários de vacinação do PNI nas aproximadamente 34 mil salas de vacina em todo o país.

As ações de vacinação contribuíram, de forma significativa, para manter a erradicação do ciclo urbano da febre amarela e da erradicação da varíola no Brasil. Outro resultado de destaque é a ausência de registros da paralisia infantil há 22 anos e do sarampo, há dez anos.

O PNI do Ministério da Saúde, em consonância com a Constituição da República Federativa do Brasil e a Lei Orgânica da Saúde, proporciona o acesso equânime aos imunobiológicos especiais aos grupos portadores de imunodeficiências congênitas ou adquiridas e seus comunicantes, usuários com história associada a evento adverso pós-vacinação e profilaxia pré e pós-exposição a determinados agravos. Estão disponibilizados nos 42 Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie) das 27 unidades federadas.

Ainda encontram-se em discussão as recomendações de vacinas para viajantes nacionais e internacionais.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://portal.saude.gov.br

Campanha Nacional contra a Gripe atinge 76,3%

O Ministério da Saúde divulgou um balanço preliminar que indica que 23.010.548 pessoas foram vacinadas contra a gripe nesta campanha nacional. Este número representa 76,33% de cobertura do público alvo, 30.145.207 de pessoas. Os números divulgados nesta terça-feira (5) mostram que 13 estados e o Distrito Federal já alcançaram a meta. Como o registro dos dados da campanha será feito até o dia 13 de junho, a expectativa do Ministério da Saúde é atingir a meta nacional de 80% do público prioritário.

Entre as gestantes, a adesão foi de 68,24%, índice que representa 1.474.474 mulheres deste grupo. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lembra que este grupo foi o mais suscetível durante a pandemia de 2009, razão pela qual a vacina continuará a ser ofertada até o mês de agosto nos postos de saúde. “Sabemos da importância desta vacina para a proteção da saúde das futuras mães e de seus bebês, durante o período de maior circulação de vírus. Por isso é fundamental que elas procurem os postos de vacinação o mais rápido possível”, aconselha o ministro.

Não há prorrogação em nível nacional, mas cada município tem autonomia para avaliar a cobertura alcançada, em cada grupo alvo da campanha, na sua área de abrangência e determinar se deve seguir ofertando as doses da vacina contra a gripe. Caso a meta tenha ficado abaixo dos 80%, o Ministério da Saúde orienta que a vacina siga sendo aplicada.

A vacina contra a gripe é a melhor estratégia disponível para a prevenção da influenza e suas consequências. O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, reforça a importância da vacina e descarta a possibilidade de haver efeitos nocivos. “A vacina é segura e a maioria das reações adversas é leve, como dor e sensibilidade no local da injeção. Só quem tem alergia a ovo não pode tomar a vacina”, ressaltou. O secretário explicou ainda que é impossível contrair gripe após a vacinação, como algumas pessoas costumam afirmar. “O vírus usado nesta vacina é inativado”, observou.

Santa Catarina, Acre, Amapá, Goiás, Distrito Federal, Maranhão, Alagoas, Rondônia, Paraná, Minas Gerais, Espírito Santo, Piauí, Tocantins e Rio Grande do Norte atingiram a meta. Veja tabela abaixo com os dados de cada estado.

Dos grupos prioritários, a maior adesão foi registrada entre os trabalhadores da área da saúde, com 92,44% de cobertura e 2.297.889 de doses aplicadas. Entre as crianças, o índice ficou em 83,24% (3.597.434 de doses aplicadas). Entre a população idosa, a adesão foi 74,54% de seu público alvo, o que representa 15.347.467 de pessoas vacinadas. A população indígena, que é vacinada nas próprias aldeias, atingiu 69,11% da sua meta, com 405.327 doses aplicadas.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://portalsaude.saude.gov.br

Como Socorrer uma Vítima de Queimadura

Pessoas com queimaduras profundas podem correr sério risco de vida. Quanto maior a extensão, maiores os perigos para a vítima. Existem diferentes graus de lesão. Leve em conta que uma pessoa pode apresentar, ao mesmo tempo, queimaduras de terceiro, segundo e primeiro graus – e cada tipo de lesão pede um socorro específico.

É proibido…
passar gelo, manteiga ou qualquer coisa que não seja água fria no local, em qualquer caso. Também não se deve estourar bolhas ou tentar retirar a roupa colada à pele queimada.

O que não se deve fazer:

  • Passar pasta de dente, pomadas, ovo, manteiga, óleo de cozinha… apenas água fria é permitida. Gelo também não pode.
  • Furar as bolhas.
  • Retirar a pele morta
  • Arrancar a roupa grudada na área queimada
  • Apertar o ferimento

Primeiro grau

As queimaduras deste tipo atingem apenas a epiderme, que é a camada mais superficial da pele. O local fica vermelho, um pouco inchado, e é possível que haja um pouco de dor. É considerada queimadura leve, e pede socorro médico apenas quando atinge grande extensão do corpo.

Como socorrer vítimas de queimadura de primeiro grau:

1. Use água, muita água. É preciso resfriar o local. Faça isso com água corrente, um recipiente com água fria ou compressas úmidas. Não use gelo.

2. Depois de cinco minutos, quando a vítima estiver sentindo menos dor, seque o local, sem esfregar.

3. Com o cuidado de não apertar o local, faça um curativo com uma compressa limpa.

4. Em casos de queimadura de primeiro grau – e apenas nesse caso – é permitido e recomendável beber bastante água e tomar um remédio que combata a dor.

Segundo grau
Já não é superficial: epiderme e derme são atingidas. O local fica vermelho, inchado e com bolhas. Há liberação de líquidos e a dor é intensa. Se for um ferimento pequeno, é considerada queimadura leve. Nos outros casos, já é de gravidade moderada. É grave quando a queimadura de segundo grau atinge rosto, pescoço, tórax, mãos, pés, virilha e articulações, ou uma área muito extensa do corpo.

Como socorrer vítimas de queimadura de segundo grau:

1. Use água, muita água. É preciso resfriar o local. Faça isso com água corrente, um recipiente com água fria ou compressas úmidas. Não use gelo. 2. Depois de cinco minutos, quando a vítima estiver sentindo menos dor, seque o local, sem esfregar.

3. Com o cuidado de não apertar o local, faça um curativo com uma compressa limpa.

4. Em casos de queimadura de primeiro grau – e apenas nesse caso – é permitido e recomendável beber bastante água e tomar um remédio que combata a dor.

Terceiro grau

Qualquer caso de queimaduras de terceiro grau é grave: elas atingem todas as camadas da pele, podendo chegar aos músculos e ossos. Como os nervos são destruídos, não há dor – mas a vítima pode reclamar de dor devido a outras quimaduras, de primeiro e segundo grau, que tiver. A aparência deste tipo de ferimento é escura (carbonizada) ou esbranquiçada.

Como socorrer vítimas de queimadura de terceiro grau:
1. Retire acessórios e roupas, porque a área afetada vai inchar. Atenção: se a roupa estiver colada à área queimada, não mexa!

2. É preciso resfriar o local. Faça isso com compressas úmidas. Não use gelo.

3. Nas queimaduras de terceiro grau pequenas (menos de cinco centímetro de diâmetro) – só nas pequenas! – você pode usar água corrente ou um recipiente com água fria. Cuidado com o jato de água – ele não deve causar dor nem arrebentar as bolhas.

4. Atenção: a pessoa com queimadura de terceiro grau pode não reclamar de dor e, por isso, se machucar ainda mais – como dizer que o jato de água não está doendo, por exemplo.

5. Se a queimadura tiver atingido grande parte do corpo, tenha o cuidado de manter a vítima aquecida.

6. Com o cuidado de não apertar o local, faça um curativo com uma compressa limpa. Em feridas em mãos e pés, evite fazer o curativo você mesmo, porque os dedos podem grudar um nos outros. Espere a chegada ao hospital.

7. Não ofereça medicamentos, alimentos ou água, pois a vítima pode precisar tomar anestesia e, para isso, estar em jejum.

8. Não perca tempo em remover a vítima ao hospital. Ela pode estar tendo dificuldades para respirar.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://saude.terra.com.br

Dia de Luta contra as Queimaduras

No dia 06 de junho é o Dia Nacional de Luta contra as Queimaduras. Para alertar sobre os riscos destes acidentes – que quase sempre acontecem em ambiente doméstico ou de trabalhos, considerado inofensivo.

No Brasil, um milhão de pessoas são vítimas de queimaduras a cada ano. Os dados se tornam ainda mais dramáticos se considerarmos que, de cada três pessoas queimadas, duas são crianças, que passam a conviver com as sequelas destes traumas pelo resto da vida. “Na maioria dos casos, elas se queimam em casa, em especial na cozinha e no pátio, e quase sempre na presença de um adulto, que apesar de estar responsável por aquele menor não está atento aos riscos daquela situação”, explica o cirurgião pediátrico Maurício Pereima, diretor científico da SBQ.

Outro agravante nestes acidentes, segundo o especialista, é a facilidade com que o álcool líquido é adquirido no Brasil. Vendido livremente em qualquer mercado, este inflamável responde por 20% das causas de queimaduras, ocupando assim uma posição ímpar no mundo. Nos demais países, a literatura científica nem ao menos o menciona como causa de lesões térmicas. “As queimaduras motivadas pelo manuseio indevido do álcool líquido diminuíram 60% no período em que a Anvisa proibiu a sua livre comercialização, mas nem mesmo este dado tão promissor parece ter sido suficiente para demover nossos legisladores da intenção de manter o livre comércio do álcool líquido no Brasil”, lamenta dr. Maurício.

Recentemente, no dia 23 de maio, a deputada federal Sandra Rosado apresentou na Câmara Federal um texto substitutivo que exclui a restrição da venda de álcool (na forma de 50 ml) do projeto – ponto principal da matéria em votação. Sendo assim, tudo aponta que o comércio deste inflamável continuará liberado em âmbito nacional. Enquanto isso, em Santa Catarina, um projeto de lei pioneiro, apresentado pelo deputado estadual Dado Cherem (PSDB-SC), está dando um passo importante para a prevenção de acidentes na infância.

Além de proibir a venda do álcool líquido a menores de 12 anos, o PL 190.0/12 ainda obriga os estabelecimentos comerciais a exibirem, por escrito, advertências que destaquem os riscos do manuseio deste inflamável. Expostos junto ao produto, os cartazes deverão exibir frases como “A Sociedade Brasileira de Queimaduras adverte: lesões derivadas do acidente com o álcool líquido poderão levar a sequelas físicas e/ou psicológicas permanentes”.

Também de autoria do deputado estadual Dado Cherem, outro projeto de lei, que já tramita na Comissão de Constituição e Justiça da Alesc, beneficia as vítimas de queimaduras graves com acompanhamento contínuo e gratuito. “Queremos assegurar às crianças, jovens, adultos e, em especial, aos empregados domésticos vítimas de queimaduras graves, uma assistência integral especializada, que inclua não apenas o atendimento de urgência, mas também as cirurgias plásticas reparadoras, a reabilitação física e psicológica necessárias para devolver a auto-estima a estes pacientes”, pondera o autor do PL 161.6/12 que assegura ainda atendimento educacional com foco na reinserção destes pacientes no mercado de trabalho, transporte público gratuito e estacionamento prioritário.

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Queimaduras, o cirurgião plástico Dilmar Leonardi, os dois projetos de lei em tramitação em Santa Catarina são modelos a ser seguidos nos demais estados do país, pois destacam o caráter inflamável do álcool e representam uma chance efetiva de reinserção social dos queimados. “Não é mais possível que eles continuem sendo duplamente vítimas: na hora do acidente e depois, pela exclusão laboral e social. É um dever do poder público garantir a esses pacientes a capacidade de uma recuperação plena e a expectativa de uma vida melhor”, reitera o presidente da SBQ.

São consideradas queimaduras graves aquelas que atingem mais de 30% da superfície corporal, são motivadas por choques elétricos e lesões inalatórias, por exemplo. No Brasil, das vítimas de queimaduras graves internadas em hospitais, vão a óbito em média 5% das crianças e 10% dos adultos. As queimaduras estão entre as principais causas externas de morte, perdendo apenas para outras causas violentas, que incluem acidentes no trânsito e homicídios.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.sbqueimaduras.com.br

Parar de Fumar Engorda?

A maior preocupação do fumante está relacionada ao ganho de peso que pode ocorrer com a cessação do tabagismo; esse argumento faz com que freqüentemente desistam da tentativa de se tornar um ex-fumante.

O que pode levar o ex-fumante a engordar?
  • Há uma melhora do paladar e do olfato;
  • Gratificação oral – ex-fumantes sentem falta da sensação de ter algo para fazer com a boca e com as mãos. Comer ou beliscar é semelhante a ação repetitiva de fumar;
  • Utilizar o alimento do mesmo modo que utilizava-se os cigarro ao lidar com o estresse, escapar do tédio, da tensão, passar o tempo ou como ajuda na integração social;

É possível parar de fumar e controlar o peso

Sim, seguindo uma alimentação balanceada.

O primeiro passo de uma boa alimentação é manter um peso saudável. Observe se está engordando ou emagrecendo e procure um nutricionista ou médico para saber porque isto está ocorrendo e como controlar. Caso não possa se pesar, observe se suas roupas estão mais largas ou justas.

Para que a alimentação seja saudável, é preciso que contenha todas as substâncias importantes para o bom funcionamento do organismo, nas quantidades adequadas para cada pessoa. Essas substâncias, chamadas nutrientes, são encontradas nos alimentos, como os macronutrientes proteínas, carboidratos, gorduras (ou lipídios) e os micronutrientes vitaminas e minerais. Além destes, a água e as fibras também têm um papel muito importante.

Posso engordar se parar de fumar?Na verdade nem todo mundo engorda depois de parar de fumar. Entre as pessoas que engordam, a maioria ganha entre 3 e 4 kg. Aproximadamente 10% das pessoas que param de fumar ganham muita quantidade de peso — 13 kg ou mais.Por que algumas pessoa engordam depois que param de fumar?
Vários fatores estão relacionados ao ganho de peso como:
  • Mudanças no metabolismo e melhora do olfato e paladar e a ansiedade são as principais.
Porém, muitos fumantes ganham peso por adotarem um erro alimentar, ou seja, passam a comer de forma errada. Este erro alimentar pode ser evitado. Comer alimentos pouco calóricos e praticar atividades físicas em geral são suficientes para controlar este ganho de peso.
Praticar atividades físicas só faz bem
  • Exercícios regulares vão ajudá-lo a desviar a sua atenção, normalmente tão direcionada para o controle da vontade de fumar.
  • Não escolha atividades físicas que você não tenha prazer em executar.
  • Uma excelente dica é a caminhada diária (ou pelo menos 3 vezes por semana), por 30 minutos. É o suficiente para fazer bem ao corpo e à mente.
  • Se você já pratica atividades físicas regulares, procure intensificá-las agora. Você perceberá que o seu rendimento vai melhorar muito, trazendo grande satisfação.
  • Mas não se arrisque, lembrando que grandes mudanças no ritmo de exercícios praticados por qualquer pessoa devem ser precedidas por uma avaliação médica.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://www.tabagismo.hu.usp.br

Hepatites Virais

Grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo, a hepatite é a inflamação do fígado. Pode ser causada por vírus, uso de alguns remédios, álcool e outras drogas, além de doenças autoimunes, metabólicas e genéticas. São doenças silenciosas que nem sempre apresentam sintomas, mas quando aparecem podem ser cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.

No Brasil, as hepatites virais mais comuns são as causadas pelos vírus A, B, C e D. Existe, ainda, o vírus E, mais frequente na África e na Ásia. Milhões de pessoas no Brasil são portadoras dos vírus B ou C e não sabem. Elas correm o risco de as doenças evoluírem (tornarem-se crônicas) e causarem danos mais graves ao fígado como cirrose e câncer. Por isso, é importante ir ao médico regularmente e fazer os exames de rotina que detectam a hepatite.

A evolução das hepatites varia conforme o tipo de vírus. Os vírus A e E apresentam apenas formas agudas de hepatite (não possuindo potencial para formas crônicas). Isto quer dizer que, após uma hepatite A ou E, o indivíduo pode se recuperar completamente, eliminando o vírus de seu organismo. Por outro lado, as hepatites causadas pelos vírus B, C e D podem apresentar tanto formas agudas, quanto crônicas de infecção, quando a doença persiste no organismo por mais de seis meses.

As hepatites virais são doenças de notificação compulsória, ou seja, cada ocorrência deve ser notificada por um profissional de saúde. Esse registro é importante para mapear os casos de hepatites no país e ajuda a traçar diretrizes de políticas públicas no setor.

Como já dito, são várias as causas de hepatite. Vamos repassar as mais importantes, lembrando que as infecções virais são as principais causas de hepatite, na maior parte do mundo.

• Hepatite por vírus A: esse vírus é eliminado nas fezes e seu modo de transmissão é chamado fecal-oral, ou seja, ingestão de água e/ou alimentos contaminados. Por isso, essa forma de hepatite é bastante comum em países menos desenvolvidos e em locais com precárias condições de higiene e saneamento básico. Acomete principalmente crianças, na faixa etária entre dois e seis anos, mas qualquer indivíduo pode ter a doença, caso ainda não tenha tido. Devemos ressaltar que quando os sintomas aparecem, o vírus já está começando a desaparecer das fezes, isto é, a fase de maior transmissibilidade já está terminando. Mesmo assim, recomenda-se um período de isolamento (não ir à escola, creche, etc) de mais ou menos sete dias, a partir do início dos sintomas. Em raros casos pode evoluir de forma grave, com hepatite fulminante. Por isso, pode apresentar-se em surtos, epidemias. Uma característica de extrema importância: esse tipo de hepatite não se cronifica.

• Hepatite por vírus B: o modo de transmissão desse vírus é através do uso compartilhado de seringas e agulhas (entre usuários de drogas), relação sexual sem preservativo, acidentes pérfuro-cortantes (como durante cirurgias) e durante o parto, quando a mãe pode transmitir o vírus para o recém-nascido. Uma forma de transmissão comum no passado era a transfusão de sangue. Na forma aguda, pode evoluir mais frequentemente que a hepatite A com hepatite fulminante, podendo levar à morte. Apresenta importante taxa de cronificação da doença, pois o vírus fica latente no organismo, mesmo que o indivíduo não sinta sintomas. Assim, esse tipo de hepatite apresenta evolução para cirrose e também para câncer de fígado. O risco de cronificação depende da idade em que a pessoa foi infectada, de forma que em adultos, mais ou menos 10% evolui para a cronicidade, enquanto em recém-nascidos infectados durante o parto, essa taxa chega a 90%. Daí a importância do acompanhamento pré-natal e da vacinação.

• Hepatite por vírus C: o modo de transmissão é semelhante ao do vírus B, porém a transmissão durante o parto é bem menor. Antigamente era considerada a principal causa de hepatite transmitida por transfusão de sangue, mas atualmente existem exames bastante eficazes na realização de triagem das amostras em bancos de sangue, o que diminuiu a transmissão. Apresenta também potencial para desenvolvimento de formas crônicas.

• Hepatite por vírus D: o modo de transmissão é o mesmo do vírus B, e esse tipo de hepatite só ocorre em indivíduos infectados pelo vírus B, pois o vírus D precisa dele para poder multiplicar-se.

• Hepatite por vírus E: o modo de transmissão é o mesmo do vírus A. Ocorre em países menos desenvolvidos, em formas de epidemias. Em grávidas, pode levar mais comumente a formas graves.

• Hepatite alcoólica: relacionada ao uso abusivo de qualquer bebida alcoólica, sendo a quantidade necessária variável de pessoa para pessoa. Quanto maior o tempo de ingestão, maior o risco de hepatite e cirrose hepática.

• Hepatite medicamentosa: o desenvolvimento de hepatite pelo uso de medicamentos vai depender da dose utilizada e da suscetibilidade individual. Vários medicamentos de uso comum podem causar hepatite, como: paracetamol (o principal, especialmente na Inglaterra), eritromicina, tetraciclina, anabolizantes, amiodarona (usado para tratar arritmia cardíaca).

• Hepatite auto-imune: uma doença auto-imune é aquela na qual o sistema imunológico ataca células do próprio corpo, causando inflamação. Por que isso ocorre não se sabe.

• Outras: doenças hereditárias, como a hemocromatose (acúmulo de ferro no organismo), doença de Wilson (acúmulo de cobre no organismo); acúmulo de gordura no fígado (esteatose hepática) não relacionado ao álcool.

Informações parciais. Confira os textos na íntegra, acessando os sites: http://boasaude.uol.com.br e http://www.hepatitesvirais.com.br

Doenças Oculares: Dicas e Prevenção

Principais doenças oculares:

– Conjuntivite aguda bacteriana: é reconhecida pela vermelhidão, secreção aquosa, mucosa ou purulenta. Recomendações: fazer lavagens e limpeza local freqüentes com soro fisiológico ou água filtrada fervida. Se não houver melhora em dois ou três dias, deve-se procurar um oftalmologista;

– Conjuntivite aguda viral: é reconhecida pela vermelhidão, lacrimejamento e pouca ou nenhuma secreção; às vezes pode ocorrer hemorragia. Se não houver melhora em uma a três semanas, deve-se procurar um oftalmologista;

– Tracoma: é uma conjuntivite crônica, reconhecida por vermelhidão ocular, que pode levar à cegueira. Deve ser tratada por oftalmologista;

– Catarata: é a opacificação do olho (cristalino). É reconhecida pela alteração de cor da pupila, que pode variar entre o cinza e o branco. Acarreta a perda gradativa da acuidade visual, porém sem dor. Deve ser tratada por meio de cirurgia pelo médico oftalmologista;

– Glaucoma: é o aumento da pressão intra-ocular. Deve ser diagnosticada e tratada pelo oftalmologista.

Prevenção de acidentes oculares:

– guardar substâncias inflamáveis, químicas e/ou medicamentos fora do alcance de crianças;
– objetos pontiagudos ou cortantes, como facas, tesouras, não devem ser manuseados por crianças;
– brinquedos potencialmente perigosos, como estilingue, dardo, flecha, devem ser evitados;
– usar cinto de segurança no carro;
– transportar crianças no banco de trás do carro e quando menores de dois anos, usar cadeira apropriada;
– tomar cuidado especial com esportes violentos e brincadeiras infantis;
– manter as crianças longe do fogão, quando em uso.

Dicas para proteger seus olhos:

– Usar protetor ocular sempre que houver risco de algo atingir seus olhos;
– Lavar os olhos com bastante água limpa se neles cair qualquer líquido;
– Usar óculos ou lentes de contato apenas quando prescritos por médico oftalmologista;
– As mulheres devem tomar cuidado com as maquiagens, pois algumas podem provocar alergia;
– Utilizar óculos escuros em ambientes com claridade excessiva;
– Procurar o oftalmologista periodicamente!

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://bvsms.saude.gov.br/

Cuidados com a Visão das Crianças

Você já levou seu filho ao oftalmologista? Saiba que não é preciso esperar muito para a primeira consulta. Os cuidados com os olhos são fundamentais para o desenvolvimento da criança.

O primeiro exame nos olhos da criança é realizado assim que ela nasce. É o chamado teste do olhinho. “São observados a cor pupila (que deve ser preta) e os reflexos da luz. Ou seja, ao acender a luz em um olho, a pupila fecha e o outro olho deve reagir também”, diz Paulo Grueenmacher, oftalmologista do Hospital Pequeno Príncipe, de Curitiba.

Os prematuros, por exemplo, em especial aqueles que nascem com menos de 1,5 kg e vão para o oxigênio, precisam de observação constante do oftalmologista, inclusive 90 dias após a alta do hospital, para avaliar se não há nenhuma alteração da retina.

A primeira consulta

Ela deve acontecer no momento em que houver alguma queixa da criança, ou orientação do pediatra, ou como rotina ainda no primeiro ano de vida. “O olho é o órgão que mais se desenvolve nos 12 primeiros meses, e aos 7 anos fica adulto. Por isso, o diagnóstico precoce de qualquer patologia é fundamental”, afirma Paulo. Se o olho for privado de receber nitidez por conta de alguma patologia, dificilmente terá chance de se desenvolver plenamente após essa idade.

O especialista ressalta que a criança pequena não precisa contribuir em nada na consulta. “Temos meios para examinar e medir a acuidade visual inclusive do recém-nascido, provocando movimentos oculares por excitação que já diz se a criança enxerga ou não”, diz.

Em casa, os pais podem observar se há algum problema com a visão da criança. Segundo Paulo, aquelas que caem muitas vezes possivelmente não têm visão de profundidade, e dificuldade em detalhes pequenos. Os pais podem também fazer um teste simples, oferecendo um brinquedo de que goste tampado um olho primeiro e depois o outro, e observar se ela terá a mesma desenvoltura e coordenação quando um dos olhos está vendado.

início do ano letivo é uma ótima oportunidade para realizar um check-up oftalmológico nas crianças. Estima-se que de 10 a 15% das crianças em idade escolar apresentam problemas oculares que podem influenciar o comportamento e o desempenho acadêmico.

A detecção e o tratamento precoces de doenças oculares nas crianças são muito importantes não só para evitar o comprometimento visual permanente, já que algumas doenças oculares só têm tratamento na infância, como também evitar atraso no aprendizado e no desenvolvimento da criança.

Alterações oculares mais frequentes

Estrabismo – um olho fica alinhado e o outro desviado, prejudicando a visão em terceira dimensão;

Erros de refração – há alteração no grau nos olhos; um pode ser normal e o outro, míope, por exemplo;

Ambliopia, ou olho preguiçoso – anatomicamente, os olhos são normais, porém um deles não se desenvolveu corretamente — as causas mais frequentes seriam os erros de refração e o estrabismo, que prejudicam a chegada da imagem nítida no cérebro.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://revistacrescer.globo.com

Dia do Oftalmologista

Ao acordar, todo ser humano realiza uma ação em comum: abrir os olhos. Com a correria do dia a dia muitas pessoas nem se dão conta de quanto os olhos são importantes, e como são fundamentais e sensíveis, merecendo cuidados especiais. A oftalmologia é a especialidade médica responsável pelo estudo, diagnóstico e tratamento de doenças no olho e órgãos anexos. No dia 07 de maio, hoje, é comemorado o dia do oftalmologista, data que lembra a importância da consulta periódica ao especialista.

Em 2002, dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontou que existiam 37 milhões de pessoas portadoras de cegueira no mundo, fazendo uma estimativa de que até 2020 esse número deve subir para 75 milhões, caso não existam programas eficientes de prevenção. Ainda de acordo com a OMS, dois a cada três casos de cegueira poderiam ser evitados ou curados se houvessem mais consultas oftalmológicas.

O coordenador do serviço de oftalmologia do IMIP, Dr. Luciano Lira, explica que a consulta deve ser feita já nos primeiros dias de vida, com o teste do olhinho. “Esse exame pode identificar qualquer patologia como catarata, glaucoma congênito e opacidades congênitas de córnea. É muito importante cuidar da saúde do olho desde o nascimento e dar continuidade ao longo dos anos”, afirmou.

Com a consulta regular, é possível identificar e prevenir uma série de problemas comuns à visão. Segundo Dr. Luciano Lira, o ideal é visitar um especialista uma vez por ano. “A medida mais importante sempre é a prevenção”, disse. Ele também explica que em casos de doenças pré-existentes, os cuidados devem ser redobrados.  “Pacientes portadores de diabetes, hipertensão arterial e doenças infecciosas como sífilis e herpes, devem se consultar com maior freqüência”, completou.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.imip.org.br

Síndrome de Burnout

A Síndrome de Burnout, ou Síndrome do Esgotamento Profissional, é um distúrbio psíquico descrito em 1974 por Freudenberger, um médico americano. O transtorno está registrado no Grupo V da CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde).

Sua principal característica é o estado de tensão emocional e estresse crônicos provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes. A síndrome se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso.

Profissionais das áreas de educação, saúde, assistência social, recursos humanos, agentes penitenciários, bombeiros, policiais e mulheres que enfrentam dupla jornada correm risco maior de desenvolver o transtorno.

Sintomas

O sintoma típico da síndrome de burnout é a sensação de esgotamento físico e emocional que se reflete em atitudes negativas, como ausências no trabalho, agressividade, isolamento, mudanças bruscas de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, lapsos de memória, ansiedade, depressão, pessimismo, baixa autoestima.

Dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma, distúrbios gastrintestinais são manifestações físicas que podem estar associadas à síndrome.

Diagnóstico

O diagnóstico leva em conta o levantamento da história do paciente e seu envolvimento e realização pessoal no trabalho.
Respostas psicométricas a questionário baseado na Escala Likert também ajudam a estabelecer o diagnóstico.

Tratamento

O tratamento inclui o uso de antidepressivos e psicoterapia. Atividade física regular e exercícios de relaxamento também ajudam a controlar os sintomas.

Recomendações

* Não use a falta de tempo como desculpa para não praticar exercícios físicos e não desfrutar momentos de descontração e lazer. Mudanças no estilo de vida podem ser a melhor forma de prevenir ou tratar a síndrome de burnout;

* Conscientize-se de que o consumo de álcool e de outras drogas para afastar as crises de ansiedade e depressão não é um bom remédio para resolver o problema;

* Avalie quanto as condições de trabalho estão interferindo em sua qualidade de vida e prejudicando sua saúde física e mental. Avalie também a possibilidade de propor nova dinâmica para as atividades diárias e objetivos profissionais.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://drauziovarella.com.br


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