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Twittando no trabalho: O Twitter pode ser uma ferramenta poderosa para enriquecer a carreira

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No mundo da moda da internet, que já teve sucessos como Orkut e fracassos como o Second Life, o Twitter é a estrela da vez. A ferramenta virou febre. O site TwitterCounter registrava no fim de maio cerca de 2,6 milhões de contas ativas no mundo. A grande marca do Twitter é o poder de oferecer diversas possibilidades de uso em uma mídia que, à primeira vista, é extremamente limitada — você tem uma frase de 140 caracteres para transmitir sua ideia. Como a calça jeans, cada um usa o Twitter do jeito que quiser. Muita gente apenas responde à pergunta sugerida pelo site: “O que você está fazendo?”. Desse uso, saem coisas esdrúxulas como “Fui comprar pão” ou “Estou no banheiro”. Mas há outras formas de tirar proveito do Twitter, entre elas a aplicação profissional. É deste tipo de uso que trata esta reportagem. No mundo lá fora, há uma porção de gente usando a ferramenta para compartilhar conhecimento, comunicar ideias, fazer contatos profissionais, contratar pessoas, ficar mais sabido, atender clientes e vender produtos — de camisetas a apartamentos. “O Twitter e tecnologias afins têm valor porque ajudam as pessoas a trocar informação rapidamente e a melhorar o desempenho dos negócios”, diz Silvio Meira, ou slrm, como o cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar) é conhecido no Twitter. No site há uma série de atividades que podem impulsionar sua carreira a partir de uma pequena frase.

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7 dicas para usar o Twitter profissionalmente e se destacar

1.Para começar, você terá de fazer uma escolha entre usar profissionalmente ou socialmente, como se fosse o Orkut. Se você pretende falar de trabalho, não escreva bobagens. Uma sugestão da jornalista e blogueira Sam Shiraishi (samegui) é criar um perfil profissional e sério e outro para falar bobagens, de preferência com pseudônimo.

2.Você terá de definir uma estratégia para usar o Twitter. Uma coisa importante é escolher quem você segue e como. Entre os twitteiros, há um debate sobre essa questão. Alguns defendem que você siga todo mundo que te segue. Um dos defensores dessa visão é o americano Guy Kawasaki (GuyKawasaki), que é seguido por 119 000 pessoas e segue outras 120 000. Se seu objetivo é networking, vá nessa. O publicitário Carlos Henrique Vilela (chmkt), de 28 anos, gerente de marketing da agência de turismo Multitur, de Belo Horizonte, Minas Gerais, segue mais de 10 000 pessoas e é seguido por um número semelhante. “Já consegui fazer contatos interessantes”, diz Carlos. O problema desse jeito de usar: você terá muita dificuldade para acompanhar o que milhares de pessoas publicam.

3.Você pode optar por seguir só quem realmente interessa profissionalmente, nem que sejam apenas dez perfis. O professor Silvio Meira adota uma regra simples, em uma só pergunta de 56 caracteres: “Quem são as pessoas que agregam mais valor à minha vida?”. Isso quer dizer selecionar e restringir assuntos e pessoas. Ao fazer isso, você filtra quem realmente publica coisas relevantes para o seu trabalho. Informações que, ao ler, você sente que inspiram, motivam ou lançam um olhar diferente sobre o assunto.

4.Procure também focar um pouco os assuntos que você publica (ou twitta). Esse uso especializado ajuda a fazer de você uma referência em determinado assunto, algo que pode ser positivo para sua carreira no mundo real. “Esse parece ser o uso mais bacana”, diz Edney Souza (interney), sócio da Pólvora!, consultoria de comunicação em mídias digitais e dono do blog Inter- Ney, um dos mais populares do Brasil. Uma dica importante é criar um perfil com um nome que complementa os assuntos que você cobre. Isso vai facilitar a associação entre o seu nome e o assunto.

5.Para ganhar destaque profissional na internet, o Twitter é uma ferramenta fabulosa. O desafio é ser uma fonte de conteúdo relevante para os outros twitteiros. Tente twittar e retwittar coisas interessantes. Conforme você é citado, aparece mais vezes nos resultados de busca. “Acho interessante porque o Twitter dá relevância em buscas no Google a custo zero”, diz Romeo Busarello (busarello), de 43 anos, diretor de marketing da Tecnisa e professor da ESPM, de São Paulo. Se você for relevante, as pessoas vão te seguir. Se você só publicar chatice, seus seguidores vão embora.

6.Se você está começando a publicar, fique antenado. No início, publique menos e leia mais. Sinta quem divulga as informações mais interessantes. “Procure seguir as fontes primárias, as fontes das pessoas que você segue”, sugere Edney. Na hora de retwittar, dê crédito.

7.Tenha um blog como apoio e use o Twitter para encaminhar pessoas para sua página pessoal. Assim, você terá mais espaço para desenvolver suas opiniões, sem o limite de 140 caracteres. Há programas como o TwitThis (twitthis.com) que twittam automaticamente os títulos dos posts do seu blog. Outra finalidade do Twitter é gerar tráfego. Muitas empresas já entenderam esse mecanismo e usam o Twitter para levar pessoas a seus sites. A loja virtual Camiseteria.com(camiseteria) usa essa técnica. No site, são os consumidores que elegem as estampas das camisas que serão vendidas. Toda vez que há uma nova eleição, Fábio Seixas (fseixas), de 32 anos, sócio da empresa que tem sede no Rio de Janeiro, mobiliza sua comunidade de seguidores no perfil da Camiseteria. Isso cria um ambiente de proximidade do consumidor com a marca.

Lute pelo Twitter na sua empresa. Muitas companhias ainda não sacaram o potencial da ferramenta e bloqueiam o uso corporativo, alegando que o Twitter representa um risco para os sistemas de TI ou que as mídias sociais prejudicam a produtividade. “O maior inimigo dessas ferramentas dentro das empresas é o departamento de TI”, diz Silvio Meira, do Cesar. Como profissional, sua missão é mostrar as oportunidades que as mídias sociais trazem para o negócio. Clique aqui para ler na íntegra essa matéria.

Fonte: Revista Você SA # 132 (Ed. Abril)
Foto: reprodução

Consumo de álcool é responsável por uma em 25 mortes no mundo

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Um estudo da Universidade de Toronto indica que o consumo de álcool é responsável por uma a cada 25 mortes no mundo. De acordo com os especialistas, a média de consumo mundial é de 12 unidades de álcool por semana (o equivalente a oito latinhas de cerveja), podendo chegar a 21,5 unidades em países da Europa. E eles alertam que o efeito do álcool hoje em relação a doenças é similar ao efeito do cigarro há uma década.

O levantamento realizado no ano de 2004 indicou que 5% dos anos de incapacidade poderiam ser atribuídos ao consumo de álcool e 3,8% das mortes estariam associadas à bebida. Essas taxas teriam crescido, principalmente por causa do aumento do número de mulheres que bebem. Clique aqui para ler essa nota na íntegra.

Fonte: Blog Boa Saúde
Foto: Reprodução

26 de Junho – Dia Internacional de Combate às DROGAS

Quando o remédio pode fazer mal

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Recente pesquisa divulgada pelo Jornal da Associação Médica Americana revela: mais da metade dos pacientes entre 57 e 85 anos tomam cinco remédios diferentes por dia. E os efeitos desse excesso são sentidos em todo o corpo.

Uma reportagem do jornal The New York Times, publicada em abril de 2008, conta que o odontologista norte-americano Richard A. Nathan, da cidade de São Francisco, recebeu certo dia em seu consultório uma paciente que precisava extrair o dente, uma pequena cirurgia. Ela avisou que estava tomando dois tipos de medicamentos, um para controlar o colesterol e o outro para pressão alta. Nenhum deles, pensou o profissional, interferiria no tratamento.

Porém ele se surpreendeu quando a paciente retornou dias depois com um sangramento severo e uma infecção. Segundo Nathan, ela aparentava ter diabetes não controlado ou um sistema imune gravemente comprometido, para sofrer tais efeitos. Nem uma coisa nem outra. A paciente admitiu que tomava diversos suplementos alimentares, totalizando nada mais, nada menos, do que 43 pílulas e cápsulas por dia.

Cinco desses suplementos – cháverde, ginkgo biloba, óleo de salmão, açafrão e vitamina E – são conhecidos por aumentar sangramentos porque inibem a agregação de plaquetas, que formam os coágulos. Depois de uma semana de suspensão dos suplementos, a boca da paciente finalmente começou a cicatrizar.

Essa história, ainda que extrema, exemplifica um problema mais comum do que imaginamos: o risco das interações medicamentosas negativas, ou seja, quando dois ou mais remédios ou substâncias como os fitoterápicos, ingeridos concomitantemente, aumentam a quantidade ou a gravidade das reações adversas dos medicamentos.

Quem sofre mais?
O problema é particularmente acentuado em pacientes acima dos 60 anos, já que eles costumam ingerir mais remédios. Um estudo publicado em janeiro deste ano no Jornal da Associação Médica Americana (JAMA) mostra que mais da metade desses pacientes toma acima de cinco medicamentos ao mesmo tempo, aumentando o risco de interações negativas. O estudo, feito pelo Instituto Nacional de Saúde e a Universidade de Chicago, contemplou 2.976 adultos com idades entre 57 e 85 anos e concluiu que pelo menos 10% dos entrevistados usam combinações medicamentosas de alto risco. Na maioria das vezes, como no exemplo da paciente dentária, essas interações estão relacionadas a substâncias que têm efeito anticoagulante, ou seja, que afinam o sangue, e que podem agravar sangramentos.

Tal costume também é muito comum no Brasil. Segundo Maurício Wajngarten, diretor do setor de Cardiogeriatria do Instituto do Coração (Incor), o banco de dados da instituição aponta que os idosos atendidos tomam em média 6,5 remédios ao mesmo tempo. Para o médico, há três razões principais para esse excesso. A primeira é a mais lógica: os mais velhos têm muitos diagnósticos ao mesmo tempo; são problemas cardíacos, de articulação etc. Clique aqui para ler esta matéria na íntegra.

Fonte: Revista Viva Saúde
Foto: reprodução

Devanear é pra lá de saudável

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Estudos provam que investir em momentos de devaneio é fundamental para a criatividade e ainda se torna uma habilidosa ferramenta contra o estresse. Aprenda como usá-la.

A vida depende da criatividade — seja para encontrar um jeito melhor de fazer determinado trabalho, para escrever uma obra-prima, seja, voilà, para criar um remédio. Recentemente, a virologista americana Beatrice Hanh, que se dedica ao estudo da aids, disse que pensar fora da caixa é sempre uma boa pedida. Beatrice, que é da Universidade do Alabama, se referia à descoberta de uma nova técnica de combate à doença. Em vez de usarem o sistema de defesa do organismo, muito comprometido pelo vírus HIV, os pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade da Pensilvânia apelaram para as células musculares a fim de estimulá-las a produzir anticorpos. Deu certo. Embora ainda não seja a cura do mal, a descoberta foi vista como promissora. E, sem uma bela parcela de imaginação, nada teria acontecido. Esse desfocar, como defi- niu Beatrice, percorre novas áreas do cérebro, assopra a poeira dos pensamentos guardados no inconsciente e, eureca!, joga luz sobre respostas.

“Se a gente pensa, por exemplo, nos sabores da Toscana, a área da massa cinzenta ligada ao paladar ficará mais vibrante. Assim como, se mergulha na lembrança do beijo da pessoa amada, o setor da sensação tátil é alimentado”, comenta Fernando Cendes, especialista em neuroimagem da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. E, como todo tipo de divagação envolve sempre a área da memória, as redes neurais ligadas às lembranças se mostraram mais ativadas do que aquelas relacionadas a tarefas rotineiras, como digitar um texto no computador. Conclusão: distrair-se não é só coisa de gente preguiçosa ou lunática. Pode ser o caminho certo para resolver um problema…clique aqui para ler esta matéria na íntegra.

Fonte: Revista Saúde é Vital – ed. Junho 2009 (Ed. Abril)
Foto: Reprodução

26 de Junho – Dia Internacional de Combate às DROGAS

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Texto e Design: Lia Ito liaito@ig.com.br

Onda de demissões eleva custos dos planos médicos.

Demitido da Embraer, onde trabalhou durante 20 anos, o fresador de usinagem mecânica Julio Cesar da Silva, sua esposa e seus dois filhos planejam fazer uma série de exames médicos antes de terminar a validade do plano médico, benefício concedido durante um ano para os 4,2 mil demitidos da Embraer. “Pretendo fazer um check-up. Também já falei para minha mulher e dois filhos fazerem o mesmo”, disse Silva, 39 anos, cuja esposa, que trabalhava como doméstica na casa de um ex-funcionário da Embraer, também perdeu o emprego no mês passado.

Como a família Silva, outras milhares de pessoas também estão usando muito mais os planos médico e odontológico porque foram dispensadas ou por conta do medo de uma possível demissão. As empresas que descontam uma parcela do plano de saúde em folha de pagamento são obrigadas a manter o benefício entre seis meses a dois anos, após a dispensa do empregado.

Apesar do risco de um passivo futuro, cerca de 35% das mil maiores companhias no Brasil ainda cobram do funcionário um percentual do custo do plano de saúde. Existe esse risco de passivo porque a taxa de sinistralidade – que indica quanto o custo com atendimento de clientes representa da receita das operadoras de planos de saúde – com ex-funcionários chega a ser três vezes superior quando comparado à sinistralidade dos empregados. Além disso, é comum os funcionários que não foram demitidos irem mais ao médico prevendo que podem ser os próximos.

Antes da crise estourar, os gastos médicos com demitidos não eram vistos com tanta preocupação pelas operadoras – eram casos pontuais. Mas, com a onda de demissões, as operadoras já começam a sentir no balanço os efeitos desse maior uso dos planos.

Levantamento realizado no mercado – mostra que após o estouro da crise (novembro de 2008 a dezembro de 2009) houve aumento de 9,3% no número de exames e de 8,6% no de consultas médicas. Levando-se em consideração apenas os titulares dos planos, a quantidade de consultas aumentou 12,9%. Com isso, o gasto médio mensal por usuário saltou de R$ 103,42 para R$ 118,48. O levantamento foi feito com 120 mil beneficiários no período de novembro de 2008 a fevereiro de 2009 em relação a novembro de 2007 a fevereiro de 2008.

Diante desse cenário, é esperado um crescimento de 6% a 12% na taxa de sinistralidade nos próximos 12 meses nos planos corporativos. “Em processos demissionais, as pessoas usam mais o plano de saúde, antecipam cirurgias e tratamentos que estavam sendo postergados. Além disso, estudos mostram que há um incremento do stress, o que leva ao surgimento de diversas doenças”, explicou Marcelo Munerato de Almeida. Esses beneficiários são funcionários de 350 grandes companhias como Unilever, McDonald’s, Kraft, Peugeot, Arcelor e o banco HSBC.

O aumento no índice de sinistralidade também é provocado pela inflação médica, que no ano passado ficou entre 8% a 10%. Essa inflação é resultado no aumento nos custos de medicamentos, procedimentos e equipamentos médicos. Porém, as operadoras promoveram em média reajustes equivalentes, entre 8% a 10% nos planos corporativos. Nessa modalidade de plano, existe a livre negociação entre operadoras e empresas. Já nos planos individuais, o último reajuste autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) foi de 5,48%.

Os balanços referentes a 2008 das maiores operadoras de saúde mostram que elas já estão sentindo o impacto do desemprego, com a elevação no índice de sinistralidade.

Na Odontoprev, a maior operadora de planos odontológicos do país, a sinistralidade no quarto trimestre do ano passado ficou em 46% – acima dos 44% do mesmo período de 2007. “Esse aumento realmente já é reflexo dos usuários usando mais o plano com medo da demissão”, diz Randal Luiz Zanetti, presidente da OdontoPrev, que conta com 2,4 milhões de vidas. “A demissão pode ocasionar uma depressão e mais casos de doenças. As pessoas acabam usando mais o plano nesses momentos de crise”, complementa Humberto Modenezi, superintendente geral da Unimed-Rio, cuja sinistralidade em 2008 ficou em 77,1% , acima dos 76,1% verificados em 2007.

Com 3,2 milhões de beneficiários, a Amil também registrou aumento na taxa de sinistralidade no quatro trimestre, que ficou em 69% contra 67,6% do mesmo período de 2007.

As seguradoras de saúde também tiveram crescimento na taxa. Na Sul América, a sinistralidade no quarto trimestre atingiu 75,3% contra 70,5% registrado no mesmo trimestre de 2007. Na Bradesco Saúde, maior plano de saúde, a sinistralidade nos planos corporativos aumentou de 79,9% em 2007 para 82,7% no ano passado.

Para compesar o aumento da sinistralidade, as operadoras devem pressionar os hospitais e laboratórios para que eles baixem seus preços. (BK)

Data: 02.04.2009 – Fonte: Valor Econômico | SP

Não é como sua mãe dizia: Médicos derrubam 57 verdades transmitidas de geração para geração

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Elas são tão antigas que ninguém mais sabe quando ou por que surgiram. Mas o fato é que dezenas de ideias equivocadas sobre nosso corpo e nossa saúde permanecem ano após ano em uma lista de verdades absolutas – sem que tenham qualquer fundamento. São falácias como a recomendação de que se deve consumir oito copos de água por dia ou então que é preciso cortar o cabelo para que os fios cresçam mais fortes.

Agora, um livro que acaba de ser lançado nos EUA se propõe a derrubar alguns dos mais populares desses mitos da medicina. Intitulada “Don’t Swallow your Gum – Miths, Half-Truths and Outright Lies about your Body and Health” (Não engula o seu chiclete – mitos, meias verdades e mentiras sobre o corpo e a saúde), a obra foi escrita pelos pediatras Aaron Carroll e Rachel Vreeman e será publicada no Brasil no próximo semestre…clique aqui para ler essa matéria na íntegra.

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Fonte: Revista Isto É (Edição 2067 – 24 JUN/2009)

Canal GNT estreia série de humor “Gente lesa” sobre sustentabilidade

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Cansado do didatismo com que programas da TV sobre sustentabilidade costumam tratar o tema, o diretor e roteirista Alê Braga resolveu apelar para o poder da teledramaturgia. E da comédia, que é usada da maneira mais politicamente correta possível em “Gente lesa”. No bom sentido. A série, que estreia no próximo sábado, às 21h, no GNT, quer fazer graça mas também conscientizar.

– Percebemos que todo mundo tem um lado lesado, no sentido da gíria mesmo. Eu prefiro dizer “descuidado” e “desatento” a pensar em má fé. Pisamos na bola, fazemos errado, sempre tem alguém que comete uma bobagem. Por exemplo: uma fila dupla de carros na frente do colégio parando o trânsito de 15 quarteirões. Você vê aquilo e para seu carro atrás, mas tem alguém que foi cara de pau primeiro, ou que jogou o primeiro saco de lixo no terreno baldio – diz Braga, que dirige a nova série e é também responsável pelo roteiro, ao lado de um time de autores…para ler essa matéria na íntegra clique aqui. Confira o making of da série abaixo:

Fonte: O Globo

“Vida corporativa: é possível ter bem estar, apesar de…”

Artigo: Valderez Ferreira

VIDA CORPORATIVA: É POSSÍVEL TER BEM ESTAR, APESAR DE…”

A saúde começa na mente! A ciência já está comprovando cientificamente o velho pensamento latino: “Mens sana in corpore sano” que tem a finalidade de consolidar entre os homens a necessidade de cuidar tanto do corpo quanto da mente.

A vida corporativa é um celeiro de estresse e sintomas físicos limitantes que são gerados, dentre outras causas, por altos níveis de pressão, competitividade, cobrança, frustração, preocupação, ansiedade, insatisfação, insegurança, enfim sentimentos e emoções que nenhum “MBA” nos ensina a controlar. E o que é pior, um emocional em desequilíbrio é capaz de colocar as melhores soluções estratégicas por terra!

Toda experiência do ser humano está registrada em seu cérebro e a maneira como elas foram codificadas determinam a qualidade de nossos pensamentos. Cada experiência (boa ou ruim) é fixada através de um composto de substâncias bioquímicas responsáveis por manter os registros. Nada do que foi vivido é perdido, absolutamente tudo é armazenado. É por isto que quando nos lembramos de algo que nos aconteceu, rapidamente somos capazes de identificar, através da sensação, qual a qualidade da experiência.

Imagine a quantidade de experiências vividas ao longo de uma vida e a quantidade de bioquímica correspondente. A bioquímica de experiências alegres, felizes, satisfatórias tem a tendência de ficar soterrada pela quantidade excessiva de bioquímica de emoções limitantes. Toda a bioquímica seja ela de experiências positivas ou negativas vai se acumulando em nosso corpo físico.

Hoje cuidar do mental e do emocional é garantir resultados profissionais diferenciados.

Existem métodos específicos e eficazes para cuidar destes aspectos.

Com este foco, desenvolvi na Delphos e Associados um método próprio e exclusivo de tratar profundamente o emocional e o mental dos profissionais através de palestras motivacionais com exercícios de alto impacto para enfrentar os efeitos da rotina corporativa, bem como atuar em processos de mudança cultural e tecnológica; cursos de liderança de imersão em hotel; um workshop intitulado “Desestressando” que explora técnicas exclusivas de limpeza da bioquímica do estresse e o “Coaching Emocional”, onde os aspectos emocionais limitantes do profissional são tratados individualmente.

Com grande satisfação nosso trabalho também está fazendo parte das ações do Programa de Prevenção e Qualidade de Vida “Viva Melhor” criado pela Golden Stern Corretora de Seguros. As várias alternativas de ações do “Viva Melhor” visam gerenciar a saúde dos funcionários de seus clientes a fim de melhorar a qualidade vida das pessoas e como conseqüência minimizar a sinistralidade nos planos de saúde reduzindo custos globais com cuidados médicos.

Três aspectos significativos devem ser lembrados:

1. A busca desenfreada por resultados pode ser mais saudável e prazerosa.

2. Não basta ter um seguro do material, é importante saber que a vida é seu mais valioso patrimônio! Por isto o grande foco de manter sua qualidade.

3. O século XXI chegou nos mostrando que mesmo com todo o avanço tecnológico,   os melhores resultados vêm de uma máquina humana bem cuidada.

www.delphoseassociados.com.br

Sobre  Valderez Ferreira

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· Coach , Consultora Organizacional e Palestrante atuando há 16 anos como suporte emocional para efetivar o processo de Gestão Estratégica;
·  Especialista em eventos de imersão transformacionais nas áreas comportamental e emocional com ênfase em auto motivação, auto imagem positiva, habilidades para enfrentar mudanças, trabalho em equipe e liderança estratégica;
·  Formação acadêmica em Comunicação/Publicidade, Trainer em Programação Neurolingüística;
·  Possui vários cursos de especialização e extensão, que lhe permitem aplicar conceitos e fundamentações teóricas atuais e de referência internacional voltados para sua área de atuação;
·  Criadora e ministrante de cursos transformacionais de imersão que ultrapassam sua 151ª edição;

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