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Cura Para o Vazio Interior – XII Vasti De Souza Viana

Quando minha filha estava com cerca três aninhos e a convidáva­mos para orar no momento do cultinho infantil diário, ela sempre dizia “não”. Deixávamos passar mais algumas semanas e ao convidá-la novamente a resposta era a mesma, mas não a censurávamos por isso. Ela gostava de cantar, recitar versinhos bíblicos e até contava histo­rinhas ilustradas. Como mãe, fiquei a pensar que motivo a levava não querer orar em voz alta.

 

Imaginando que ela não havia entendido ainda o significado da oração, resolvi em cada cultinho incluir a explicação de algo acerca da oração. Cada vez comentava apenas uma das coisas que dizemos na oração, ou o que é orar, ou com quem falamos, ou porque fechamos os olhos ou temos postura respeitosa, etc. Passadas algumas semanas a convidei para fazer a oração e ela disse um belo e sonoro “sim”, e fez uma das mais belas orações que já ouvi de uma criancinha. Quão grata me senti a Deus porque Ele me fez perceber o que faltava para que minha filhinha se sentisse livre para orar em voz alta.

 

“Deus está sedento da sua companhia. Você tem uma experiência única com Deus. Você pode compreendê-Lo de um modo tão peculiar, que ninguém mais poderá. Ele colocou sobre cada um de nós um dom específico de Sua graça que nos distingue. Deus anseia por interagir com você e revelar-lhe uma parte peculiar do Seu caráter. Ele tem necessi­dade que somente a configuração especial do seu coração pode suprir.

 

“Adore a Deus em suas orações dizendo que Ele é a única recompensa que você deseja, que seu supremo querer é receber Seu sorriso de apro­vação. Confesse sua inabilidade para amá-Lo assim como Ele ama você. Peça-Lhe para colocar em você a fome e a sede por Ele. Adore o Espírito Santo. Diga-Lhe em detalhes o quanto você aprecia tudo o que Ele tem feito por você e confesse quão pouco você O tem compreendido. Adore a Jesus. Peça que lhe ensine a louvá-Lo, a valorizar Seu sacrifício para salvar sua vida, e que lhe dê um espírito grandemente reconhecido e agradecido.

 

“Se você ainda não O ama profundamente, não percebe o quanto Ele fez por você, então peça que lhe ajude a entendê-Lo e amá-Lo; Deus o atenderá. Ao você adorá-Lo e colocá-Lo em primeiro lugar, estará atendendo as necessidades d’Ele, e Ele cuidará muito bem das suas; porque Deus sempre nos dá muito mais do que recebe de nós”. (A Passion For Prayer, 78)

 

Lembremos sempre que receberemos poder através da oração. Poder para vencer a incerteza, poder para enfrentar desafios, poder para transformar as dificuldades em grandes oportunidades, poder para nos submeter ao sábio controle divino. Deus pode transformar em um grande bem qualquer causa ou coisa que considerávamos perdida. Oremos mais, e nossa vida será enriquecida com bênçãos maravilhosas que curam o vazio que sentimos na alma. Nos próximos números continuaremos tratando deste tema.

 

Vasti  De Souza Viana  – autora do livro – Cura para o Vazio da Alma
vasti@viana.ws

Cura Para o Vazio Interior – XI Vasti De Souza Viana

Dentre os nossos Amigos celestes também estão os Anjos, Querubins, Serafins magníficos em poder. Cada qual tem sua função nos trabalhos do Céu bem como exercem valiosa participação na salvação da humanidade. Eles recebem de Deus ordens específicas para atender a cada pessoa sobre a Terra, acompanhando-as sempre com fidelidade. Eles presenciam nossa luta espiritual entre o bem e o mal; somos feitos espetáculo aos anjos. (I Corintios 4:9). Os anjos celestes nos livram da ira dos anjos maus, nos protegem dos perigos, nos guardam em segurança, jamais nos deixam sós, e sua presença traz-nos um sopro da atmosfera celestial. Quando oramos, Jesus envia Seus poderosos anjos para nos atender e se preciso for, realizam milagres para nos socorrer. Temos, porém de buscar ao Senhor em oração a fim de que faça essas coisas por nós.

 

Os seres criados por Deus e que habitam noutras partes do Universo são também nossos amigos celestes. (Jó 38:4,7). Eles se alegram quando as pessoas na Terra andam com Deus, pois no futuro serão seus companheiros pela eternidade. Eles desejam ardorosamente que sejamos vitoriosos. Estes incontáveis exércitos dos nossos amigos celestes estão empenhados e desejosos de nossa salvação!

 

Por que rejeitar ou perder a salvação, a vida eterna e a desejável companhia divina? Tudo por falta de orar mais, ou por incredulidade, negligência espiritual, displicência, desânimo ou pecados voluntários? E em troca, viver só uma vida curta, sofrida e pouco ética na Terra? Vamos dedicar mais tempo e interesse especial em cultivar e fortalecer nossa amizade com nossos Amigos do Céu. Ao fortalecer nossa amizade com Deus, também seremos melhores amigos dos nossos amigos da Terra.

 

Claro que a educação, a instrução, a profissão, a consciência política, a psicologia nos ajudam a ter uma melhor qualidade de vida. Porém, isso vem de fora, é periférico, não satisfaz a alma. Para ter a vida transformada, ter caráter correto, ter decisões firmes que saem do interior, e viver com perspectiva eterna, só com a presença de Cristo. Ao permitir que Deus alimente sua alma com o Pão do Céu e com a Água da Vida, sua ansiedade será saciada, seu vazio desaparecerá, e terá a doce sensação de que encontrou o que procurava. Dessa forma a saciedade vem de dentro e brota do coração com base no amor de Cristo, na força do Espírito Santo e no poder do Altíssimo. Porque vem de dentro, tem base sólida, é profundo, legítimo, duradouro e satisfaz a alma.

 

Quão confortante é saber que não estamos sozinhos neste Planeta e neste Universo. Por trás do celeste véu azul o Deus Eterno está esperando que olhemos com os olhos da fé para Ele em oração. Ali está o Senhor Jesus intercedendo por nós. O Espírito Santo está perto de nós lembrando-nos de orar e aguardando nossa prece para interpretá-la na linguagem celeste. Os anjos estão ao nosso redor dando sua proteção e trazendo as bênçãos que pedimos em oração. “Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em Ti; porque ele confia em Ti”. Jeremias 26:3. Amigo, amiga, você deseja ter esta certeza e esta paz? Tenha fé em Deus! Continuaremos com este tema. Venha conosco.

Vasti  De Souza Viana  – autora do livro – Cura para o Vazio da Alma
vasti@viana.ws

Cura Para o Vazio Interior – X Vasti De Souza Viana

Deus o Filho, o Senhor Jesus Cristo, é igual a Deus o Pai, e igual a Deus o Espírito Santo em caráter, propósito, amor e poder. Como membro da Trindade, Deus o Filho é Todo Poderoso, Onisciente, Onipresente. Alguns pensam erroneamente que o Senhor Jesus foi criado porque Ele é chamado de Deus o Filho. Devemos lembrar que Ele se tornou Filho porque nasceu aqui na Terra. Desde a eternidade Ele ministra o Universo Infinito como a mão direita da Trindade realizando as obras da Criação.

 

Nenhum anjo ou outro ser celeste poderia pagar o resgate da raça humana caída em pecado senão o próprio Deus. Movido pelo amor aos seres humanos que Ele mesmo criara, Deus o Filho Se ofereceu para deixar Sua glória, majestade e poderes para vir nascer e viver entre nós mostrar-nos o caráter divino, e voluntariamente receber sobre Si a punição da morte eterna que cabe a todo pecador.

 

Deus o Filho jamais pecou por isso a morte não O pode reter. Ele ressuscitou abrindo a porta da sepultura para que os que O amam, possam ressuscitar quando Ele voltar em glória e majestade como o indisputável Rei do Universo. Ele é hoje nosso Mediador diante de Deus o Pai. Esse amor divino é maravilhoso demais para nossa compreensão, mas é real. Cabe-nos aceitá-Lo agradecidos mesmo antes de entender completamente.

 

O Senhor Jesus Cristo é completamente divino e para redimir-nos Ele escolheu ser, ao mesmo tempo, completamente humano como Filho de Deus, suportando a fragilidade da carne humana, enfrentando a tentação na carne e vencendo o pecado, e notem, sem usar Seus poderes divinos. Jesus como Emanuel que significa Deus conosco, tomou esta posição porque era necessária para realizar o plano da salvação. “Calem-se cheios de respeito, diante do Senhor, todos os homens, porque Ele veio para a Terra, deixando o Céu, Seu santo lar”. Zacarias 2:13 BV. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça mas tenha a vida eterna”. João 3:16.

 

O que esses fatos nos ensinam é que a Trindade quer estar perto de nós. Por meio de Deus o Filho que é também nosso Irmão, o acesso entre nós e Deus o Pai está aberto. Tudo o que podemos fazer é aceitar pela fé – fé movida por um amor que nos leva a obedecer a Deus com alegria e fidelidade. “Não existe outro caminho para a salvação do homem. ‘Sem Mim’, diz Cristo, ‘nada podeis fazer’ João 15: 5. Por meio de Cristo, e de Cristo tão-somente, as fontes da vida podem vitalizar a natureza humana, transformar-lhe os gostos, e colocar-lhe as afeições rumo do Céu”. EGW em Mensagens Escolhidas, Vol. I, pg. 341.

 

Na parábola da ovelha perdida (Mateus 18: 12-14) o Pastor que representa Deus o Filho, foi buscar uma única ovelha que havia se perdido. Ele não foi buscar todo um rebanho. Isso nos mostra que Ele viria a este mundo buscar e salvar uma única pessoa que necessitasse de salvação. Este é o valor que Ele dá a você e a mim. Pense nisso!

 Vasti  De Souza Viana  – autora do livro – Cura para o Vazio da Alma
vasti@viana.ws

Cura Para o Vazio Inteior – IX Vasti De Souza Viana

 

Há quem diga: “Acho que a punição de sofrimento e morte sobre nós é muito grande porque o primeiro casal comeu da única fruta proibida por Deus”. Lemos em Gênesis capítulo 1, que Eva foi mesmo enganada ao ver a serpente que era um animal de rara beleza, colorido, com asas, pousada na árvore proibida, comendo da fruta e de repente falando e oferecendo-lhe uma. Eva a princípio recusou e afirmou a ordem de Deus. Ela imaginava que o anjo rebelde quando viesse tentá-los como estava previsto, apareceria em forma de anjo, mas ali estava ele camuflado para enganá-la. Eva ficou parada ali olhando a linda serpente que até mesmo estava falando depois de comer da fruta, e encantou-se, acreditou na mentira, tomou a fruta, comeu, e levou para Adão. Na batalha entre o bem e o mal Adão escolheu desobedecer à ordem divina, comeu da fruta e ficou com Eva. que, com este ato, ambos mostraram sua rebelião contra Deus e passaram para o lado do Inimigo, o lado da morte. A vida e a felicidade emanam de Deus, mas eles O deixaram.

 

Por haver conquistado o ser humano para o seu lado, Lúcifer o inimigo de Deus, vibrou acreditando que Deus estava agora num dilema, simplesmente sem saída: se Ele destruísse o casal, confirmaria sua acu­sação de que Deus era autoritário, sem amor; se não os destruísse, seria um Deus mentiroso. Todo o Universo assistia em suspense ao desfecho desse encontro.

 

No fim da tarde, como de costume, Deus veio visitá-los e eles fugiram escondendo-se envergonhados. Deus foi à procura do casal, os chamou, dialogou com eles e confirmou que eram culpados pela desobediência à Lei divina universal, e deveriam então receber a punição pré anunciada – a morte eterna. Porém, Deus tam­bém confirmou que os amava muito e que não os criara para serem destruídos, mas, para viverem felizes eternamente junto a Ele. Para que esse retorno a Ele fosse possível, Deus anunciou que estava assumindo a culpa deles sobre Si mesmo, portanto receberia a punição exigida pela Lei, morrendo no lugar deles. Com tal saída, Adão, Eva, o Universo todo e o Inimigo não contavam. Pasmos, assistiram a demonstração da nobreza do caráter de Deus, da grandeza da Sua responsabilidade e amor para com Suas criaturas; a amplidão extrema do Seu perdão e misericórdia; a imutabilidade de Sua Lei santa, justa e boa.

 

Amigos, uma noiva não permitiria uma mancha em seu vestido. Um cirur­gião não usaria um dos instrumentos contaminado. Um astronauta não entraria no ônibus espacial se uma peça estivesse quebrada. Só uma coisa errada é o suficiente para destruir tudo. Assim uma nódoa de pecado seria a ruína do Universo. Só Deus tem o poder de apagar para sempre essa mancha. Com o máximo sacrifício Ele o fez por amor e justiça. Louvamos a Deus por isso!

 

Jesus morreu em nosso lugar porque Deus já nos amava. A morte de Cristo proveu a única maneira de Deus nos perdoar os pecados e nos salvar para o Seu Reino, da forma que não violasse Sua Lei moral universal. Este é um dos mais profundos conceitos cristãos. O perdão de Deus é ao extremo. Se tudo o que Ele tivesse de fazer fosse perdoar, não haveria necessidade da cruz. A transgressão da Lei exige punição, a qual Deus tomou sobre Si mesmo, para livrar e salvar a pessoa que nEle crê. O sacrifício da cruz resolveu o problema de como Deus poderia ser ao mesmo tempo justo e misericordioso. Tão grande amor enche nossa alma de gratidão e reverência. Consulte Romanos 3:23-26.  Este tema é por demais grandioso, e convido a você para continuarmos no próximo encontro.

Vasti  De Souza Viana  – autora do livro – Cura para o Vazio da Alma
vasti@viana.ws

Cura Para o Vazio Inteior – IV Vasti De Souza Viana

 

Cura Para o Vazio Interior – IV   (continuação)

 Sabemos que para obtermos um resultado diferente, devemos agir de forma diferente. A maioria de nós, como cristãos, fomos ensinados desde pequenos, a pronunciar orações em geral decoradas, antes das refeições e no quarto ao deitar e ao levantar. Desta mesma forma ensinamos aos nossos filhos. Todos cremos no princípio da ora­ção, mas, geralmente não a tomamos como uma prioridade em nossa vida. Oramos escassamente e aceitamos como normais seus resultados inexpressivos. Assim falta-nos uma experiência de preces eficazes.

Mesmo com nosso dia tão carregado de tarefas, mal conseguindo dar conta delas, é de primordial importância encontrar tempo para essa atividade espiritual. Muitas vezes quando passamos por terríveis dificuldades nos lembramos de orar mais. Então nos apercebemos da ausência de poder em nossas orações. Queremos abrir o coração a Deus com fervor e não sabemos como. Não conseguimos concatenar os pensamentos, as palavras certas não saem, e não temos inspiração para orar por mais do que poucos minutos. Isso acontece porque na maioria das vezes as nossas orações são feitas mais pela força do hábito que pela força da fé. Como diz a escritora cristã Catherine Marshal, oramos como quem “olha uma vitrine”, isto é, sem confiar inteiramente e sem esperar que algo importante vá acontecer. Olhar vitrine não custa nada, porém saímos de mãos vazias.

Precisamos reconhecer que temos passado demasiado tempo usando essa oração de vitrine. Nossa fé é pequena ao orar, e temos esperado escassos resultados das nossas orações. Mas este não é o desejo do amorável e poderoso Pai celestial para você e para mim. Ele quer fazer de nós recipientes capazes de receber suas grandes bênçãos especiais. Jesus afirmou: “Tudo o que pedirdes, orando, crede que o recebereis e tê-lo-eis” (Marcos 11:24).

Certo dia, quando estava na 6ª. série, meu trabalho apresentado em classe não foi apreciado e até provocou risos nos colegas. Então corri para o banheiro chorando e comecei a orar. Ao dizer: Querido Pai do Céu…, pensei: “Ele já sabe do meu desgosto não preciso dizer-Lhe isso. Maiores são Suas bênçãos”. Então orei um bom tempo só agradecendo cada bênção que Ele me dava. A tristeza foi embora, as lágrimas secaram, e senti um grande bem estar interior. Lavei o rosto e voltei para os estudos com ânimo e alegria. Essa experiência me fez amar mais ainda ao meu Senhor, e me ensinou que agir da forma cristã ensinada na Palavra de Deus, faz um bem!

Descobriremos juntos na continuação, algumas das mais fortes razões porque você e eu devemos orar. Orar com fé e confiança no amoroso e poderoso Pai celestial.

Vasti  De Souza Viana  – autora do livro – Cura para o Vazio da Alma
vasti@viana.ws

Cura Para o Vazio Interior – III Vasti De Souza Viana

Cura Para o Vazio Interior – III  (continuação)

 É conhecida a história do Joãosinho que recebeu um copo de leite de sua mãe com a ordem de beber tudo. Ele não queria beber e relutava em tomar um golinho sob a insistência da mãe que procurava estimulá-lo de várias maneiras. Por fim ela disse: “Se você não tomar Deus vai te castigar”. Ele saiu correndo e chorando para o seu quarto sem tomar mais nada. Sua mãe correu atrás e o ouviu dizendo ao ver pela janela copiosa chuva, relâmpagos e trovões: “Ó Deus, tudo isso só porque não tomei o leite?”

Esta humorada historinha infantil levanta a pergunta: Quem é Deus para mim? Em minhas orações, como visualizo Deus? Alguém vingativo que está à procura de algo errado que eu faça para me mandar um castigo? Ou, Alguém poderoso que habita o Paraíso em algum lugar distante na imensidão sideral, que é bondoso, mas muito ocupado e não vai ter tempo para mim? Ou, Alguém amoroso, que me abençoa me conhece, sabe o meu nome, onde moro, e me acompanha a cada passo desejando que eu me volte para Ele a fim de conhecê-Lo melhor para sermos amigos hoje e pela eternidade? Uma das razões pelas quais não temos muita vontade de passar tempos com Deus, e orar por vezes nos parece um fardo, é porque não O conhecemos de verdade, não sabemos como adorá-Lo, e nossas orações não significam companheirismo com o amoroso Pai Eterno.

Os cristãos com pouca experiência, usam a oração mormente para dizer seus muitos pedidos. Cristãos mais maduros também pedem, mas isso não ocupa a maior parte da sua oração. Eles oram não só para pedir e agradecer. Eles adoram a Deus pelo que Ele é; louvam pelo que Ele faz; agradecem pelo que Ele dá; expressam sua confiança nas instruções das Escrituras Sagradas e sua alegria por pertencerem a Deus; fazem suas súplicas e intercessões.

O pregador David Yonggi Cho disse: “Quando atendermos às neces­sidades de Deus, Ele atenderá às nossas”. Este é um dos mais profundos conceitos do cristianismo. Pode parecer quase uma blasfêmia dizer que Deus tem alguma necessidade; e Ele tem? Que necessidade seria possível Deus ter? Ellen White, escritora cristã, responde “Nosso Redentor tem sede de reconhecimento e fome de simpatia e amor daqueles a quem Ele comprou com Seu próprio sangue. Ele anela com inexprimível desejo que eles venham a Ele e tenham vida” (O Desejado de Todas as Nações, 191).

Jesus convida: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei”. Mateus 11: 28. Experimente fazer isso! Sinta a alegria verdadeira em seu interior. Na continuação vamos conversar mais sobre isso. 

Vasti  De Souza Viana  – autora do livro – Cura para o Vazio da Alma
vasti@viana.ws

Cura para o vazio interior – Vasti De Souza Viana

Cura Para o Vazio Interior

floresta no Outono

 Todos nós sentimos, em alguns pontos de nossa vida, em diferentes intensidades uma sensação de vazio, um misto de fadiga, inquietude da alma, desconforto, anseio, falta de algo que não sabemos bem o que é. Muitas vezes vamos à busca de algo diferente para nos preencher: objetos exóticos, amizades, atividades novas, excesso de trabalho ou de lazer, moda, guloseimas, namoro, turismo de aventura, profissão nova, país novo… Alguns chegam a atitudes extremas fazendo coisas arriscadas, perigosas, extravagantes, agressivas, violentas. Mas nada satisfaz, porque depois que as grandes emoções passam, o vazio fica e continua perturbando a alma; então retornam destroçados, deprimidos

e muito frustrados.

Será que existe algo eficaz que satisfaça plenamente esse vazio, essa inquietude interior? Felizmente existe sim. Há uma esperança para você e para mim. Embora o ser humano hesite em aceitar, o vazio íntimo que sente é de origem espiritual. E, só encontrará a plena felicidade, quando edificar sua vida sobre o Senhor Jesus através da leitura e meditação de Sua Palavra, da oração da fé, do cântico de louvor, e de contar aos outros sobre o Deus maravilhoso que encontrou.

Quão importante é dar uma chance ao Senhor Jesus. Buscar conhecer Seu caráter nobre e puro, Seu poder criador e re-criador, Seu ilimitado amor, Sua grandeza de espírito.  O beber dessa Água Viva cada dia saciará sua sede por algo que você não sabia o que era, e o seu interior ficará renovado. “Se alguém está em Cristo, nova criatura é”. II Corintios 5: 17.

Não podemos mudar o mundo, mas podemos escolher mudar uma única e muito importante pessoa, que se chama eu mesmo. Não é fácil, nem sempre rápido, mas vale a pena! Convido a você para tornar possível e produtiva essa bela e nobre aventura na busca da satisfação plena que cura o vazio do nosso interior. O fato de ler esta coluna já é um bom começo. Por favor não pare aqui. Alce vôo e pouse nas páginas das Escrituras Sagradas, onde você lerá coisas assim: “O Senhor dá a sabedoria; da Sua boca procedem o conhecimento e o entendimento…”. Provérbios 2:6.

Vasti  De Souza Viana  – autora do livro – Cura para o Vazio da Alma
vasti@viana.ws

 


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