Posts Tagged 'Doenças Crônicas'



Obesidade quadruplica em países em desenvolvimento, diz relatório

O número de adultos acima do peso ideal ou obesos nos países em desenvolvimento quase quadruplicou desde 1980, diz um relatório divulgado na Grã Bretanha. De acordo com o estudo, quase um bilhão de pessoas vivendo nesses países –nações como China, Índia, Indonésia, Egito e Brasil– estão acima do peso.

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O relatório prevê um “enorme aumento” em casos de ataques cardíacos, derrames e diabetes à medida que os hábitos alimentares no mundo em desenvolvimento se aproximam dos padrões de países desenvolvidos, com mais consumo de açúcar, gordura animal e alimentos industrializados na dieta.

O estudo, feito pelo Overseas Development Institute, um dos principais centros de estudo sobre desenvolvimento internacional da Grã-Bretanha, comparou dados de 1980 com dados de 2008, e verificou que na América Latina, por exemplo, o percentual de pessoas acima do peso recomendado era de 30% em 1980 e de quase 60% 18 anos depois.

OBESIDADE GLOBALIZADA

Globalmente, o percentual de adultos que apresentavam obesidade ou sobrepeso –que têm um Índice de Massa Corporal (IMC) superior a 25– cresceu de 23% para 34% entre 1980 e 2008. Em números absolutos, isso representa um crescimento de 250 milhões de pessoas em 1980 para 904 milhões em 2008.

A maior parte deste aumento foi visto no mundo em desenvolvimento, especialmente nos países onde os rendimentos da população cresceram, como no Egito e no México.

O relatório do ODI diz que a composição das dietas nesses países mudou de cereais e grãos para o consumo de mais gorduras, açúcar, óleos e produtos de origem animal.

Isso se compara a 557 milhões em países de alta renda. No mesmo período, a população mundial quase dobrou.

Ao mesmo tempo, no entanto, a subnutrição é ainda reconhecida como um problema para centenas de milhões de pessoas no mundo em desenvolvimento, particularmente entre as crianças.

As regiões do Norte da África, Oriente Médio e América Latina apresentaram grandes aumentos nas taxas de sobrepeso e obesidade, para cerca de 58% da população geral, um nível em pé de igualdade com a Europa.

Enquanto a América do Norte ainda tem o maior percentual de adultos com excesso de peso, 70%, regiões como a Austrália e sul da América Latina não ficam muito atrás, com 63%.

O maior crescimento em pessoas com sobrepeso ocorreu no sul da Ásia oriental, onde a percentagem triplicou a partir de um ponto de partida mais baixo, de 7%, para 22%.

Entre os países, o relatório descobriu que a taxa de sobrepeso e obesidade quase dobrou na China e no México, e aumentou em um terço na África do Sul desde 1980.

Muitos países do Oriente Médio também registraram um alto percentual de adultos com excesso de peso.

‘PUBLICIDADE, INFLUÊNCIAS DA MÍDIA’

Um dos autores do relatório, Steve Wiggins, apontou para várias razões explicando os aumentos.

“Com renda mais alta, as pessoas têm a possibilidade de escolher o alimento que eles querem. Mudanças no estilo de vida, o aumento da disponibilidade de alimentos processados, publicidade, influências da mídia… tudo isso levou a mudanças na dieta”, afirma.

Wiggins vê o fenômeno especialmente em economias emergentes, onde uma maior classe média vive em centros urbanos e faz pouco exercício físico.

O resultado, diz ele, é “uma explosão de sobrepeso e obesidade nos últimos 30 anos”, o que poderia levar a sérias implicações para a saúde.

O estudo cita países que conseguiram evitar aumentos da obesidade graças à valorização de dietas tradicionais à base de cereais e vegetais, como Peru e Coreia do Sul.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.folha.uol.com.br/

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Alerta contra o Excesso de Peso

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a luta contra a obesidade uma prioridade, pois ela é um dos principais problemas de saúde enfrentados atualmente nos países desenvolvidos e em desenvolvimento. O excesso de peso está associado a uma série de doenças não contagiosas e compromete a qualidade de vida. No dia Nacional de Controle da Obesidade, saiba o que é preciso para prevenir o excesso de peso e ter uma vida saudável.

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Segundo a Coordenadora-Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Patrícia Jaime, prevenir a obesidade é muito importante para a população. “A obesidade vem aumentando ano a ano e uma parcela de brasileiros que não tinham obesidade, tem se tornado obesa.”

Na Atenção Básica são realizadas ações de prevenção, de educação alimentar e nutricional e promoção de vida saudável. Segundo a Coordenadora do CGAN, essas ações são promovidas pelos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) que são compostos por nutricionista, educador físico, psicólogo e outros profissionais. “A população é orientada pelos profissionais de saúde em conjunto com o médico de Saúde da Família, com o agente comunitário e enfermeiros a adotar uma alimentação mais saudável e praticar atividades físicas”, explica.

O Sistema Único de Saúde (SUS) dispõe de polos da academia de saúde em todo o Brasil. São espaços que ficam próximos às Unidades Básicas de Saúde e servem para a promoção da atividade física, dança e práticas corporais sempre com profissionais de saúde supervisionando essas atividades. A coordenadora explica que “No dia a dia do cuidado da família na UBS ou mesmo no atendimento em domicílio são observadas as práticas alimentares da família. No atendimento na unidade básica as pessoas têm seu peso e altura aferidos, é uma rotina de vigilância do estado nutricional de todo usuário do SUS, avaliando e identificando o risco para o desenvolvimento da obesidade”.

Mudança de vida – A autônoma Lílian Lopes, 25 anos, nunca teve bons horários para comer. Ela confessa que sempre dormia tarde, se alimentava durante a madrugada e não seguia uma rotina alimentar. “Isso me fazia engordar bastante, pois eu não tinha hora para comer e quando comia, qualquer besteira já estava bom para mim e eu deixava de almoçar ou jantar normalmente”, diz. Após algum tempo o sobrepeso começou a afetar outras partes do corpo e ela apresentou dores nos joelhos e também insônia.

Lílian procurou um ortopedista, que a informou que a obesidade atrapalhava o bom funcionamento dos seus joelhos, pois não estavam preparados para suportar o sobrepeso. “Eu já estava insatisfeita com o peso e com a autoestima baixa. Depois de um tempo, passei a sofrer com pressão alta e problemas para dormir. Decidi procurar ajuda especializada e fui encaminhada para uma cirurgia bariátrica”, explica ela, que hoje afirma ser uma nova pessoa. Para Lílian, que perdeu 58kg, procurar tratamento foi a melhor solução e hoje ela se considera mais saudável e mais feliz.

De acordo com a Coordenadora do CGAN, o excesso de peso é um fator de risco para doenças que acometem a muitos brasileiros, como diabetes, doenças cardiovasculares e até alguns tipos de câncer. O tratamento é feito a partir de avaliação do grau da obesidade que o paciente apresentar. “Pacientes com obesidade severa, que não tiveram resposta na atenção básica nem na atenção especial, com cardiologistas e endocrinologistas, no intervalo de dois anos, podem ter indicação para a cirurgia bariátrica, após avaliação de exames e critérios” explica.

O procedimento é feito no âmbito hospitalar e de acordo com Patrícia Jaime, apresenta diversos resultados positivos na perda de peso e também no controle de outras doenças associadas. O Ministério da Saúde lançou portaria que redefiniu as diretrizes para a organização da prevenção e do tratamento do sobrepeso e obesidade como linha de cuidado prioritária da Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas, ampliando assim, o acesso da população aos cuidados com a saúde.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.blog.saude.gov.br

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Hipertensão e diabetes são doenças crônicas, mas podem ser controladas

Parece que exagerar virou regra… É rodízio de pizza, de carnes, de massas…  Muito molho e tudo com muito, muito sal.

Lembra do saquinho de pipocas? Virou um balde! Com o tempo, as garrafinhas de refrigerante também cresceram. Os sanduíches ganharam novos andares – uma perigosa engenharia gastronômica.

O Globo Repórter esteve no centro de São Paulo em frente a um dos prédios mais altos da cidade, o Edificio Italia. Quando ele foi inaugurado, em 1965, o Brasil lutava contra a desnutrição. De lá para cá a situação mudou de uma forma surpreendente. Hoje, o principal problema de São Paulo e de outras cidades brasileiras é a obesidade e suas consequências.

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O exagero na alimentação tem um preço. Doenças que antigamente atingiam idosos, hoje viraram epidemias e estão entre adolescentes e até crianças. Duas dessas doenças costumam caminhar juntas: hipertensão e diabetes.

Os números impressionam. Entre a população adulta, são mais de 30 milhões de hipertensos. E os diabéticos já passam a 12 milhões.

Em muitos casos, o chamado mau colesterol fica elevado. Um distúrbio perigoso e de nome comprido: hipercolesterolemia.

“Muitas pessoas têm hipertensão, diabetes tipo 2 e hipercolesterolemia, e precisam tomar remédio para as três doenças. Muitas vezes mais de um remédio para diabetes tipo 2, mais de um remédio para hipertensão, e um remédio para colesterol aumentado. Então é um problema de saúde pública”, declara o doutor Marcio Mancini, endocrinologista.

Tanto a hipertensão como o diabetes são doenças crônicas: elas não têm cura, mas podem ser controladas com medicamentos e bons hábitos de vida: exercícios físicos, alimentação regrada, sem cigarros e bebida alcoólica. Do contrário, as duas doenças costumam ter graves consequências.

No caso do diabetes, problemas renais, cardiovasculares e até cegueira e amputações. A hipertensão é igualmente perigosa.

“Hipertensão arterial é o principal fator de risco para o desenvolvimento das doenças cardiovasculares, do tipo infarto do coração, derrame cerebral, insuficiência renal com necessidade de diálise, por isso hipertensão é tão perigosa e tão importante”, alerta o doutor Gil Fernando Salles, clínico geral do HUCFF.

É preciso também estar de olho na balança: quase metade dos brasileiros está acima do peso.

O mais recente levantamento do Ministério da Saúde mostra que o número de pessoas com excesso de peso aumentou muito nos últimos anos: de 42,7% em 2006 para 48,5% em 2011.

Fernando Thomé é vendedor. Jurandyr, engenheiro. Os dois moram em São Paulo há muitos anos. Não se conhecem, mas têm pelo menos uma coisa em comum: já numa idade madura, eles decidiram cuidar da saúde pra valer.

Fernando descobriu que tem diabetes há oito anos. Diz que nunca levou o diagnóstico a sério.  Recentemente decidiu mudar hábitos de vida e aprendeu a manter a doença sob controle.

“A mudança foi mais a partir de alimentação. Exercício eu já fazia e continuo fazendo”, diz o vendedor Fernando Thomé.

Jurandyr acaba de descobrir que está com a pressão alta. Foi por acaso neste evento, que a sociedade brasileira de hipertensão organiza pelo menos uma vez por ano, na Avenida Paulista.

A enfermeira viu logo que havia uma alteração. Ele não esperava, e ficou surpreso com o resultado do exame.

“Seu Jurandyr, nós acabamos de medir a sua pressão, medimos três vezes e nas três vezes a pressão do senhor deu alta, deu acima de 14 por nove”, diz a enfermeira e professora da USP Ângela Pierin.

Repórter: O senhor imaginava que o senhor pudesse sofrer de hipertensão?
Jurandyr: Não, porque o último check-up que eu fiz fazem dois anos. A pressão estava normal há dois anos atrás. Então alguma coisa deve ter acontecido e possivelmente deve ter sido o peso, né? Então, acho que devo me cuidar. Vou procurar um médico e vou tentar voltar a fazer exercício, né?

A hipertensão arterial acontece quando as artérias ficam mais estreitas e o sangue faz força para circular. Sem tratamento, com o passar dos anos, o paciente pode sofrer infarto, acidente vascular cerebral, também conhecido como derrame, lesões renais e outros problemas.

E um dos principais inimigos do hipertenso é o sal. Um mineral importante para o organismo, mas que deve ser consumido em pequenas quantidades, principalmente por quem tem pressão alta. O consumo máximo deve ser de cinco gramas por dia. Ou cinco pacotinhos, encontrados em restaurantes. Cada um tem um grama de sal.

“Então, o paciente com hipertensão arterial tem que ser instruído a diminuir a quantidade de sal da comida”, explica o doutor Gil Salles.

A hipertensão é uma doença silenciosa, não tem sintomas. Por isso, é importante medir a pressão arterial pelo menos uma vez por ano, principalmente na idade adulta.

O ideal é que a pressão esteja em 12 por oito. Se em três medições ela estiver igual ou acima de 14 por nove, é bem provável que a pessoa já esteja hipertensa.

Na hora de medir a pressão arterial é preciso tomar alguns cuidados. Nos últimos 30 minutos evitar café, cigarro, álcool e comida pesada. E descansar de cinco a dez minutos. Se tiver praticado algum exercício físico, é preciso esperar mais: pelo menos uma hora. Aí sim, a gente pode medir.

Repórter: E aí, quanto deu?
Enfermeira: Olha, sua pressão deu 12 e meio por oito e meio. A sua pressão está normal.

“Se o indivíduo tem um hábito de vida saudável, se tem um peso ideal, se ele ingere menos sal, se ele não fuma, esse indivíduo tem menos chance de se tornar um hipertenso. Então, porque é uma doença controlável, uma doença que o indivíduo precisa saber para ele se cuidar, é importante que ele saiba que é hipertenso”, declara o doutor Roberto Franco, presidente da Sociedade Brasileira de Hipertensão.

O controle é feito com mudanças nos hábitos de vida e com medicamentos. Além de se cuidar mais, Jurandyr já decidiu ficar longe da agitação de São Paulo.

Ele comprou uma casa na tranquila Paraty, no litoral do estado do Rio de Janeiro, onde passa os fins de semana. Há dois anos, abriu um pequeno restaurante na cidade. E pretende se mudar de vez. Jurandyr já procurou um médico, e está fazendo novos exames e caminhadas.

“Quando eu verifiquei que eu estava com 15 de pressão, eu falei: ‘daqui a pouco em vou ter um problema cardíaco, um problema de um aneurisma, alguma coisa assim’. E fatalmente o tempo ia trazer essas consequências. Se há tempo de reverte-las, e há, é só eu me dedicar um pouco agora não só às panelas, mas também a andar um pouco, né? E fazer as compras a pé, mais a pé ainda, né?”, diz Jurandyr Freire, engenheiro civil.

O vendedor Fernando Thomé, que é diabético, também precisou levar um susto para se cuidar melhor. Ele não se tratava corretamente. Tomava os remédios, mas comia de tudo.

“Eu sempre gostei muito de salada, mas eu comia o que tivesse. Feijoada, o que viesse eu traçava, não sou muito ruim de comida não”, diz Fernando Thomé.

Um dia, Fernando foi visitar um amigo que tinha em casa um glicosímetro, o aparelho que mede o nível de glicose ou açúcar no sangue. O ideal é que, em jejum, o nível esteja no máximo em 99 miligramas por decilitro.

“A gente estava batendo um papo e ele falou: ‘E você, como é que está?’ Eu: ‘Ah, de vez em quando eu vejo aí, eu vejo aí, eu não gosto de ficar muito vendo isso não, acho isso meio paranóico’. ‘Então, vamos ver como é que está’. 402! Quase cai para trás, meu Deus do céu”, conta Fernando Thomé.

Existem dois tipos de diabetes: o tipo 1 costuma se manifestar na infância ou adolescência. Nesse caso, o pâncreas para de produzir insulina, o hormônio que permite a transformação da glicose em energia. Já o diabetes tipo 2 costuma surgir na faixa dos 40 anos de idade e está muito ligado à alimentação inadequada, ao sedentarismo e à obesidade.

A doença vai se instalando aos poucos. Durante anos, o pâncreas passa a produzir cada vez mais insulina. Mas chega um momento em que ele já não consegue manter essa alta produção. E à medida que o nível de insulina vai baixando, a taxa de glicose começa a subir, levando ao diabetes.

“Muito antes do aparecimento do diabetes tipo 2 e do aparecimento da hipertensão arterial a pessoa já pode, melhorando os hábitos de vida, prevenir o aparecimento dessas doenças. Ela pode já ir aumentando a atividade física e melhorando a sua alimentação reduzindo a quantidade de gorduras, reduzindo a quantidade de açúcar na alimentação, que são medidas simples que ela pode implementar no seu dia a dia, fritar menos os alimentos e adoçar menos os líquidos principalmente”, alerta o doutor Marcio Mancini, endocrinologista.

Foi exatamente isso que Fernando fez. Mudou radicalmente os hábitos de vida. Procura fazer caminhadas, mesmo que seja nas ruas do bairro onde mora. Como sempre almoça fora, escolheu um restaurante com opções de verduras e legumes.

“Tem um problema também que é relativo à quantidade. Você não pode comer arroz, então você tem que pôr pouco arroz. Você pode comer banana, por exemplo, pode, mas não pode comer uma dúzia. Em cima disso, exercício. Não tem perdão, exercício a gente não pode deixar de fazer”, declara Fernando Thomé.

A prática de exercícios é uma arma importantíssima para controlar essas doenças, e o pessoal sabe disso. Pelo menos três vezes por semana eles começam o dia assim, aquecendo, alongando e esticando.

Quando se fala em fazer exercício, muita gente pensa logo em uma academia de ginástica. Mas atualmente atividades de graça e ao ar livre se multiplicam nos parques e praças de quase todas as cidades brasileiras.

O projeto “Exercício e Coração” é mantido pela Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo. As aulas de alongamento começaram no ano 2000 no Parque da Água Branca, na capital paulista. Primeiro os alunos são avaliados fisicamente, e, se preciso, orientados a procurar um médico.

O objetivo do projeto é estimular a prática de atividades físicas.  Fazer com que os alunos, depois das primeiras aulas, passem a fazer exercícios por conta própria. A professora de educação física Cláudia Forjaz é a coordenadora do projeto.

“Nós tivemos casos de várias pessoas que melhoram consideravelmente. As pessoas se sentem melhor, a glicemia delas diminui, a pressão arterial delas diminui. Nós temos vários casos assim”, declara Cláudia Forjaz.

Como Dona Anísia Silva, 70 anos. Ela é hipertensa e diabética. Mas em um ano e quatro meses, a pressão arterial dela caiu de 16 por oito para 13 por sete. E a taxa de glicemia baixou de 125 para 113.

“Tem que fazer, né. Tem que vir todos os dias e fazer muita caminhada. É a nossa saúde. O  que eu recomendo para todos os idosos que querem ter saúde, é fazer exercícios”, indica Dona Anísia, aposentada.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://g1.globo.com/

Hipertensão atinge 1 em cada 25 crianças e adolescentes

Comer menos guloseimas e mais cereais e verduras pode parecer um grande sacrifício para os pequenos, mas são hábitos elementares para evitar a hipertensão infantil. Dados do Ministério da Saúde apontam que 4% entre crianças e adolescentes sofriam deste mal, em 2006. Professor do departamento de pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, Sérgio Veloso Brant Pinheiro aponta que o principal fator que pode predispor à enfermidade é o estilo de vida.

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Mudar a rotina, com mudanças na alimentação e a prática de atividades físicas, contudo, não é responsabilidade apenas da criança: toda a família deve participar. “Não adianta mandar o filho se alimentar bem e fazer exercícios se os pais não fazem o mesmo. Eles devem dar o exemplo”, afirma.

Pinheiro recomenda a opção por alimentos naturais, uma vez que produtos industrializados contêm um teor de sódio muito alto, pois o sal é utilizado em diversos conservantes artificiais. Ele aponta, ainda, que crianças acima de seis anos precisam de ao menos uma hora diária de atividade física, por isso a prática de esportes deve ser incentivada.

A hipertensão, contudo, pode ter diferentes causas. A primária é aquela que surge a partir de fatores desconhecidos. “É a doença influenciada pelo dia a dia, comum em adultos, que hoje acontece também nos pacientes pediátricos”, explica Pinheiro. As secundárias, por outro lado, estão ligadas a enfermidades identificáveis, que vão de questões genéticas específicas a problemas metabólicos e malformações em órgãos. “A gente sempre tem de buscar a causa. É difícil que a criança fique hipertensa por nada: ou está na família ou na criança”, destaca a integrante da Sociedade Brasileira de Hipertensão Vera Koch.

Vera ressalta que as causas secundárias são menos frequentes em adultos e costumam aparecer precocemente. Ela aponta também que grande parte dos casos de hipertensão deste tipo está ligada a malformações nos rins. “O lado bom é que isso pode ser identificado no exame do feto e observado desde o nascimento da criança”, declara.

Prevenção e tratamento

A hipertensão primária geralmente ocorre de modo assintomático, mas crianças pequenas podem apresentar mudanças no comportamento, como maior agitação e irritabilidade; e as maiores tendem a ter mais dor de cabeça. Nos casos secundários, alguns sinais de alerta para problemas renais que podem levar, futuramente, à hipertensão são o surgimento de sangue e proteína na urina e inchaço.

Nos pequenos sem agravos de saúde, deve-se medir a pressão ao menos uma vez nos primeiros três anos e, a partir dessa etapa, uma checagem anual é suficiente. “Medir a pressão sempre é melhor forma de prevenir. Meça sempre. A pressão não sobe de uma hora para outra”, lembra Vera.

Nos que apresentam algum tipo de doença crônica, a medição deve ocorrer desde o primeiro ano e com maior frequência. “Não basta medir, tem de ser de maneira adequada, por um profissional de saúde, pois é necessário observar que o tamanho da braçadeira do aparelho de pressão seja proporcional ao tamanho da criança”, destaca Pinheiro.

Vera reforça que, quando há causas secundárias, os pais não devem esperar por sintomas: a pressão deve ser medida desde cedo. Bebês prematuros com peso abaixo de 1,5kg têm maior chance de ter problemas renais e, por isso, devem ser acompanhados desde o início.

Após confirmar a pressão alta, o tratamento é essencial. Na hipertensão ligada a causas primárias, se o paciente estiver assintomático, com resultados normais nos exames, pode não ser preciso o uso de medicamentos, apenas o estímulo de bons hábitos de saúde. No caso da secundária, melhora na dieta e exercício também são necessários, mas a utilização de remédios é inevitável.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://mulher.terra.com.br/

Diabetes mata mais que Aids e Trânsito no Brasil

Dados do Ministério da Saúde divulgados ontem (13) indicam que 54 mil brasileiros morreram em 2010 em decorrência do diabetes. Isso significa que a doença matou quatro vezes mais do que a aids (12 mil óbitos) e superou o total de vítimas de trânsito (42 mil) no país.

A pasta alertou que o total de mortes provocado pelo diabetes é ainda maior quando se considera que a doença age como fator de risco para outras enfermidades, como câncer e doenças cardiovasculares. Em 2010, o diabetes esteve associado a 68,5 mil mortes, o que totaliza cerca de 123 mil mortes direta e indiretamente.

De 2000 a 2010, a doença foi responsável por mais de 470 mil mortes em todo o Brasil, enquanto a taxa de mortalidade avançou de 20,8 para 28,8 casos para cada 100 mil habitantes.

As mulheres são as principais vítimas e responderam, em 2010, por 30,8 mil mortes contra 24 mil entre os homens. Em 2000, 20 mil mulheres morreram por causa do diabetes, ante 14 mil homens.

A faixa etária com o maior número de mortes, em 2010, é acima dos 80 anos, totalizando 15,7 mil. O número mais que dobrou quando comparado ao ano 2000, quando 6,7 mil mortes foram notificadas na mesma faixa etária.

Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o diabetes constitui um problema contemporâneo. Ele lembrou que, atualmente, 15% da população brasileira são obesos e que o quadro é um facilitador para a doença.

“Esta é a hora de revertermos a possibilidade do nosso país ser cada vez mais um país de diabéticos”, disse, ao citar mudanças como melhoria dos hábitos alimentares e aumento da atividade física. “É um momento fundamental para que o conjunto da população brasileira, sobretudo os profissionais de saúde, tenham atitudes em relação à prevenção”, completou.

No ano passado, o governo federal lançou o Plano de Ações para o Enfrentamento de Doenças Crônicas Não Transmissíveis, que inclui medidas para a redução de casos e de mortes por diabetes.

A meta é alcançar queda de 2% ao ano nas mortes prematuras provocadas por doenças crônicas, a partir da melhoria de indicadores relacionados ao consumo de álcool, alimentação inadequada, sedentarismo e obesidade, fatores considerados de risco para o diabetes.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://exame.abril.com.br

Consumo de Soja pode proteger contra doenças respiratorias…

É o que indica um estudo australiano publicado na revista científica Respiratory Research. Os autores destacam que o tabagismo é o principal factor de risco, mas a alimentação também tem o seu papel no desenvolvimento da doença.

Avaliando 278 pessoas com a doença pulmonar e 340 sem a doença – todas com idades entre os 50 e 75 anos –, os especialistas descobriram que aqueles que não tinham a doença consumiam mais soja por dia – cerca de 60 gramas – do que os que tinham o problema respiratório (45g em média).

Baseados nos resultados, os investigadores concluíram que a ingestão habitual de soja «pode ter um importante impacto nos custos dos sistemas de saúde associados com a morbilidade e mortalidade da doença».

Porém, mais estudos serão necessários para avaliar se esses alimentos podem ajudar a prolongar a sobrevivência de pacientes já diagnosticados com a condição.

2009-07-16

Doenças Crônicas e Mapeamento nas Empresas

Em parceria com o IBC (International Business Communications), a AxisMed – Gestão Preventiva da Saúde, realizou pesquisa de opinião durante a 4ª Conferência Promoção da Saúde, que ocorreu em São Paulo. Foram consultados 23 participantes, entre médicos e executivos, integrantes de operadoras de saúde e empresas de diversos segmentos.
A seguir, apresentamos alguns resultados destacados da pequisa, lembrando que mais de uma alternativa por questão pode ser assinalada. Os percentuais representam a somatória de todas as respostas. Confira:
• O gerenciamento de doenças crônicas é citado por 45% dos entrevistados entre as ações de promoção da saúde e prevenção de doenças realizadas pelas respectivas empresas. Ele é visto como de alto impacto nos quesitos: redução do custo com saúde (79%), melhora da imagem interna e externa da empresa (68%), e redução do absenteísmo e presenteísmo (53%);
• A promoção da saúde específica para grupos de risco, previamente identificados, também alto impacto no que se refere à redução do custo com saúde (62%) e na melhora da imagem da empresa (52%).
• De todas as ações dirigidas aos colaboradores, as palestras e ações genéricas de saúde, como semana da saúde, mapeamento de risco, etc, aparecem entre as mais realizadas na empresas (82%). Por outro lado, elas têm baixo impacto na redução do absenteísmo e presenteísmo nos custos com saúde.
• Todas as iniciativas trazem resultados importantes para os entrevistados. O retorno é obtido em médio prazo para 48% deles, e, em um tempo maior, para 35%. Confira no link abaixo, os resultados detalhados da pesquisa em PDF.

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Em parceria com o IBC (International Business Communications), a AxisMed – Gestão Preventiva da Saúde, realizou pesquisa de opinião durante a 4ª Conferência Promoção da Saúde, que ocorreu em São Paulo. Foram consultados 23 participantes, entre médicos e executivos, integrantes de operadoras de saúde e empresas de diversos segmentos.

A seguir, apresentamos alguns resultados destacados da pequisa, Confira:

• O gerenciamento de doenças crônicas é citado por 45% dos entrevistados entre as ações de promoção da saúde e prevenção de doenças realizadas pelas respectivas empresas. Ele é visto como de alto impacto nos quesitos: redução do custo com saúde (79%), melhora da imagem interna e externa da empresa (68%), e redução do absenteísmo e presenteísmo (53%);

• A promoção da saúde específica para grupos de risco, previamente identificados, também alto impacto no que se refere à redução do custo com saúde (62%) e na melhora da imagem da empresa (52%).

• De todas as ações dirigidas aos colaboradores, as palestras e ações genéricas de saúde, como semana da saúde, mapeamento de risco, etc, aparecem entre as mais realizadas na empresas (82%). Por outro lado, elas têm baixo impacto na redução do absenteísmo e presenteísmo nos custos com saúde.

• Todas as iniciativas trazem resultados importantes para os entrevistados. O retorno é obtido em médio prazo para 48% deles, e, em um tempo maior, para 35%. Confira no link abaixo, os resultados detalhados da pesquisa em PDF.

Para sabe mais: http://www.axismed.com.br/mkt/Radar_AxisMed_4.pdf


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