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Segurança no Trabalho

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Anualmente, cerca de 270 milhões de trabalhadores são vítimas de acidentes de trabalho em todo o mundo. Com 700 mil casos registrados por ano, o Brasil ocupa a quarta posição no ranking mundial, segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho). Mesmo com todos os cuidados técnicos em segurança do trabalho e campanhas para utilização dos equipamentos de proteção individual (EPI), ainda é comum a ocorrência de tais acidentes.

Em empresas brasileiras, alguns tipos de acidentes são mais comuns. Confira abaixo:

QUEDAS

Geralmente, as quedas ocorrem por motivos banais como: chão molhado, uso inadequado dos equipamentos e falha destes.

Algumas maneiras de evitar este tipo de acidente:

  • Informar-se sobre o uso adequado dos equipamentos e seguir as instruções;
  • Manter o piso limpo. Realizar a limpeza dos pisos quando o local estiver vazio ou devidamente sinalizado.

CHOQUES ELÉTRICOS

RN10 é a norma regulamentadora que define as regras de segurança dos trabalhadores que manejam instalações elétricas.

Entre as recomendações, estão:

  • Uso devido do EPI’s
  • Realização de checagem prévia do estado de conservação das instalações
  • Somente realizar o trabalho em redes e circuitos desligados para extinguir o risco iminente de acidentes fatais

DOENÇAS OCUPACIONAIS

Doencas relacionadas ao trabalho também são consideradas uma forma de acidente. Entre elas estão: LER (Lesão por Esforço Repetitivo) e doenças relacionadas ao estresse.

As doenças ocupacionais, ao contrário das lesões por choque, não estão relacionadas a um tipo de atuação, portanto, podem ocorrer em profissionais de qualquer área.

ACIDENTES DE TRABALHO COM FERRAMENTAS

O mal uso de ferramentas de trabalho ou a falta de treinamento apropriado podem causar diversos acidentes de trabalho. Para evitá-los:

  • Informe-se e siga corretamente as instruções de manuseio de qualquer ferramenta

Este tema é muito amplo, técnico e importante. Procuramos abordar de forma simples e prática apenas alguns dos aspectos da Segurança no Trabalho.

De forma resumida, o essencial é informar-se e seguir as regras de segurança de sua empresa.

Interessar-se e envolver-se com a segurança no seu ambiente de trabalho, vai contribuir para melhorar as condições de trabalho, impactando diretamente no seu rendimento e, sobretudo, na sua qualidade de vida.

Portanto, importe-se e cuide-se!

Informações parciais das fontes:

http://www.cipaonline.com.br/blog/quais-sao-os-acidentes-de-trabalho-mais-comuns-nas-empresas-saiba-aqui/

http://www.ilo.org/gateway/faces/home/ctryHome?locale=EN&countryCode=BRA&_adf.ctrl-state=4l553d7j1_4

https://observatoriosst.mpt.mp.br

http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/economia/reforma-podera-gerar-mais-acidentes-de-trabalho-no-pais/?cHash=1ad3ec40c46c036f708c4aa2a3877c3f

http://saudeesegurancanotrabalho.com/seguranca-trabalho/28-de-abril-dia-mundial-da-saude-e-seguranca-do-trabalho.htm#more-288

http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/economia/reforma-podera-gerar-mais-acidentes-de-trabalho-no-pais/?cHash=1ad3ec40c46c036f708c4aa2a3877c3f

http://revistacipa.com.br/seguranca-no-trabalho-vai-alem-das-fabricas-e-da-construcao-civil/

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Acidentes de trabalho: um Brasil fora da ordem

De acordo com dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que, desde 2003, ocorrem anualmente 270 milhões de acidentes de trabalho em todo o mundo. Aproximadamente 2,2 milhões deles resultam em mortes. No Brasil, segundo o relatório, são 1,3 milhão de casos, que têm como principais causas o descumprimento de normas básicas de proteção aos trabalhadores e más condições nos ambientes e processos de trabalho.

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Segundo o estudo da OIT, o Brasil ocupa hoje o 4º lugar no mundo em relação ao número de mortes, com 2.503 óbitos. O país perde apenas para China (14.924), Estados Unidos (5.764) e Rússia (3.090). Na década de 1970, o Brasil registrava uma média de 3.604 óbitos para 12.428.826 trabalhadores. Nos anos 1980, o número de trabalhadores aumentou para 21.077.804 e as mortes chegaram a 4.672. Já na década de 1990, houve diminuição: 3.925 óbitos para 23.648.341 trabalhadores.

O Anuário Estatístico da Previdência Social de 2006, último publicado pelo INSS, mostra que número de mortes relacionadas ao trabalho diminuiu 2,5%, em relação ao ano anterior. Entretanto, os acidentes de trabalho aumentaram e ultrapassaram os 500 mil casos. Dados dos Ministérios do Trabalho e Emprego e Previdência Social de 2005 mostram que as áreas com maior número de mortes são Transporte, Armazenagem e Comunicações, com sete óbitos entre 3.855 trabalhadores; a Indústria da Construção, com seis óbitos entre 6.908 trabalhadores; e o Comércio e Veículos, com cinco óbitos entre 24.782 trabalhadores.

Acidentes de trabalho

Cerca de 700 mil casos de acidentes de trabalho são registrados em média no Brasil todos os anos, sem contar os casos não notificados oficialmente, de acordo com o Ministério da Previdência. O País gasta cerca de R$ 70 bilhões nesse tipo de acidente anualmente. Entre as causas desses acidentes estão maquinário velho e desprotegido, tecnologia ultrapassada, mobiliário inadequado, ritmo acelerado, assédio moral, cobrança exagerada e desrespeito a diversos direitos.  Os acidentes mais frequentes são os que causam fraturas, luxações, amputações e outros ferimentos. Muitos causam a morte do trabalhador. A atualização tecnológica constante nas fábricas e a adoção de medidas eficazes de segurança resolveriam grande parte deles.

Na sequência, aparecem os casos de lesões por esforço repetitivo e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (LER/Dort), que incluem dores nas costas. A prevenção se dá por correções posturais, adequação do mobiliário e dos instrumentos e dosagem da carga de trabalho. Em terceiro lugar, aparecem os transtornos mentais e comportamentais, como episódios depressivos, estresse e ansiedade. Segundo Remígio Todeschini, diretor do Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional do Ministério da Previdência Social, esses são os problemas de solução mais complexa.

Além do impacto social e jurídico dos acidentes no trabalho, as empresas estão sujeitas a maior custo financeiro devido ao número de ocorrências. A aplicação do Fator Acidentário de Prevenção (FAP), a partir de 2010, obrigou as empresas a pagarem mais impostos sobre a folha de pagamentos conforme o índice de acidentes de trabalho. Esses recursos servem para financiar o Seguro Acidente de Trabalho (SAT), para custear benefícios ou aposentadorias decorrentes de acidentes de trabalho. A partir de 2011, uma nova Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho foi criada invertendo a lógica anterior, da reabilitação e tratamento, para o enfoque da prevenção, que integra ações combinadas entre três ministérios: Previdência, Trabalho e Saúde.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.grandesconstrucoes.com.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Cresce o número de acidentes de trabalho em todo o mundo

Não é demais relembrar o recente acidente ocorrido por ocasião da construção de um estádio de futebol no estado de São Paulo. Isso demonstra que a atenção deve ser redobrada, tanto com as máquinas pesadas, quanto com os equipamentos individuais de segurança (EPI).

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O próprio nome acidente já resume um pouco do seu significado. Entretanto, a ocorrência de um acidente não significa apenas que se trata de caso fortuito ou de força maior. A investigação se faz necessária para descobrir a sua real causa, e poder atacá-la em seu nas-cedouro.

Vejamos as notícias sobre o estudo e os números dos acidentes de trabalho.

  • Indicadores de acidentes de trabalho em obras da construção civil são preocupantes e estão relacionados ao descumprimento das normas de segurança.

De acordo com dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ocorrem anualmente 270 milhões de acidentes de trabalho em todo o mundo. Aproximadamente 2,2 milhões deles resultam em mortes.

No Brasil, segundo o relatório, são 1,3 milhão de casos, que têm como principais causas o descumprimento de normas básicas de proteção aos trabalhadores e más condições nos ambientes e processos de trabalho.

Segundo o estudo da OIT realizado em 2012, o Brasil ocupa hoje o 4º lugar no mundo em relação ao número de mortes, com 2.503 óbitos. O país perde apenas para China (14.924), Estados Unidos (5.764) e Rússia (3.090).

Cerca de 700 mil casos de acidentes de trabalho são registrados em média no Brasil todos os anos, sem contar os casos não notificados oficialmente, de acordo com o Ministério da Previdência. O País gasta cerca de R$ 70 bilhões nesse tipo de acidente anualmente. Entre as causas desses acidentes estão maquinário velho e desprotegido, tecnologia ultrapassada, mobiliário inadequado, ritmo acelerado, assédio moral, cobrança exagerada e desrespeito a diversos direitos. Os acidentes mais frequentes são os que causam fraturas, luxações, amputações e outros ferimentos. Muitos causam a morte do trabalhador. A atualização tecnológica constante nas fábricas e a adoção de medidas eficazes de segurança resolveriam grande parte deles.

Além do impacto social e jurídico dos acidentes no trabalho, as empresas estão sujeitas ao maior custo financeiro devido ao número de ocorrências. A aplicação do Fator Acidentário de Prevenção (FAP), a partir de 2010, obrigou as empresas a pagarem mais impostos sobre a folha de pagamentos conforme o índice de acidentes de trabalho. Esses recursos servem para financiar o Seguro Acidente de Trabalho (SAT), para custear benefícios ou aposentadorias decorrentes de acidentes de trabalho. A partir de 2011, uma nova Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho foi criada invertendo a lógica anterior, da reabilitação e tratamento, para o enfoque da prevenção, que integra ações combinadas entre três ministérios: Previdência, Trabalho e Saúde.

É de conhecimento daqueles que atuam e acompanham diretamente as construções, especialmente os engenheiros, que o aumento da produção nos canteiros tem contribuído para elevar o número de acidentes nos canteiros por todo país, principalmente por soterramento, queda ou choque elétrico. Os referidos dados ainda estão fora das estatísticas.

Na verdade as empresas estão sendo impactadas por cobranças, como multas, ações regressivas da Advocacia Geral da União, do Ministério Público, ou do Ministério do Trabalho e Emprego, além do custo previdenciário.

As empresas com maior número de acidentes ou trabalhadores adoecidos pagam taxas maiores em cima de sua folha de pagamento; as empresas que descumprem termos de conduta acabam sofrendo ações civis públicas.

Logo, investir na segurança não é despesa, mas prevenção.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.progresso.com.br/

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