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Saia do Sedentarismo!

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A Atividade Física é tão importante quanto alimentar-se e dormir bem. Sabe-se que o sedentarismo pode levar ao desenvolvimento de muitos problemas de saúde como: obesidade, colesterol alto, doenças cardiovasculares, entre outros.

Dia 06 de abril, hoje, celebramos o Dia Mundial da Atividade Física. Sabe aquela frase: “todo dia é dia”? Na medida do possível, exercitar-se deveria ser um hábito diário. Mas sabemos que 24 horas é muito pouco para cumprir todas as nossas obrigações e vontades diárias. Então, invista, pelo menos, 30 minutos do seu dia em exercícios com intensidade moderada. Isto será suficiente para tirá-lo da vida sedentária. Você também pode dividir esses 30 minutos em 3 períodos de 10 minutos cada.

Confira outras dicas para sair do sedentarismo:

  • Pratique alguma atividade física que se adapte ao seu estilo de vida e que seja do seu agrado, para evitar interrupções;
  • Realize pequenas alterações em sua rotina, tais como: trocar o elevador pela escada, lavar o carro, estacionar o carro distante do local de destino;
  • 1 minuto de atividade física intensa é equivalente à 2 minutos de atividade moderada. Exemplos de atividade intensa: natação, basquete e ciclismo. Exemplos de atividade moderada: hidroginástica e caminhada em ritmo acelerado;
  • Durante a prática de exercícios físicos é possível que haja uma redução na taxa de glicose. Diabéticos demandam alguns cuidados específicos como carregar consigo algum tipo de carboidrato de rápida absorção;

Procure sempre a orientação de um profissional antes de realizar seus exercícios físicos para garantir sua segurança e saúde.

Especialistas indicam a atividade física como prevenção e tratamento de doenças, inclusive endócrinas, como: diabetes, osteoporose, menopausa, andropausa, etc.

Fontes:

https://www.endocrino.org.br/10-topicos-que-voce-precisa-saber-sobre-atividade-fisica/

https://www.tuasaude.com/consequencias-do-sedentarismo/

Qual o melhor horário do dia para se exercitar?

Há explicações científicas para aqueles “hábitos estranhos” das pessoas que acordam cedinho de manhã ou só vão para a cama ao amanhecer.

Quando o assunto é exercício físico, esses hábitos têm papel ainda mais importante, já que podem afetar a performance.

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Uma variável crucial é o ritmo circadiano, conhecido popularmente como relógio biológico – a forma como nosso corpo regula hormônios, temperatura corporal, ritmo cardíaco e outras funções essenciais. Tudo influencia o quão alerta – ou sonolenta – uma pessoa se sentirá em determinados momentos do dia.

“Há correlações entre exposição à luz, estações (do ano) e características individuais”, disse Luis Franco Banfonte, secretário-geral da Federação Espanhola de Esportes, ao serviço em espanhol da BBC. “Não dá para generalizar porque é algo pessoal.”

Há estudos indicando vantagens e desvantagens da prática de exercício nos diferentes períodos do dia.

Mas Banfonte ressalta que, “do ponto de vista metabólico e fisiológico, se o objetivo é manter o peso, é mais recomendado que o exercício seja praticado em horários distantes dos horários das refeições”.

Nesse caso, diz ele, o melhor é praticar esportes nas primeiras horas da manhã.

Pela manhã: ‘Sem desculpas’

O esporte praticado logo cedo também ajuda a estabelecer uma rotina de exercícios mais sólida, simplesmente porque ocorre antes dos compromissos e horários de trabalho da maioria das pessoas.

“Prefiro me exercitar de manhã bem cedo. Quando é a primeira coisa que você faz, não dá tempo de pensar em desculpas: você simplesmente faz”, diz o peruano Daniel Sánchez.

Diversos estudos científicos reforçam a ideia de que a atividade física matinal traz benefícios.

“Se você exercitar sua mobilidade, como quando vai de bicicleta (para o trabalho), alguns hormônios e neurotransmissores – como endorfinas – fazem você se sentir melhor, com mais vigor e de bom humor”, prossegue Banfonte.

“Dessa forma, a pessoa começa o dia melhor, não só do ponto de vista piscológico, mas também fisiológico.”

O lado negativo disso é que, pela manhã, a temperatura do corpo tende a ser mais baixa, o que aumenta o risco de lesões e pode reduzir o desempenho do praticante.

Fim do dia: Performance

Na mão oposta, quem prefere praticar esportes mais tarde se beneficia de temperatura corporal e níveis hormonais no auge, o que melhora o desempenho.

Um estudo da Universidade de Chicago, nos EUA, indica que é mais fácil atingir resultados melhores em resistência e construção de massa muscular exercitando-se no final do dia.

O risco de lesões também é menor, já que o corpo responde mais rapidamente por estar desperto por muitas horas.

“Há pessoas que naturalmente acordam cedo e têm facilidade em pegar no sono. Outras sofrem mais para acordar e, à noite, para voltar a dormir. Eu estou nessa segunda categoria, então tenho dificuldades em me exercitar de manhã”, diz Banfonte.

Além disso, para muitas pessoas, o exercício noturno é uma forma de relaxar depois de um dia estressante.

No entanto, deixar a prática de esportes para muito tarde também pode ser perigoso, adverte o especialista espanhol.

“Exercícios, sobretudo os de alta intensidade, não são recomendados depois das 21h ou 22h porque eles podem afetar os padrões de sono, retardando a vontade de dormir. Isso pode causar fadiga e cansaço no dia seguinte.”

Como fazem os atletas?

Os atletas profissionais costumam espalhar suas sessões de exercício ao longo do dia para reduzir o risco de diminuição da performance em horários diversos.

Mas um estudo recente da Universidade de Birmingham (Reino Unido) sugere que os horários de melhor performance de diferentes atletas variam bastante ao longo do dia.

A hora de dormir aparentemente tem um papel importante nisso. O estudo mostra que, dependendo do horário em que os atletas vão para a cama, o auge de sua performance muda drasticamente.

O denominador comum de todos os estudos parece ser que o exercício, independentemente do horário em que é praticado, é muito melhor do que o sedentarismo.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.bbc.co.uk/

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Mitos e Verdades sobre a Terceira Idade

Não adianta negar, todo mundo vai envelhecer. O processo, que começa perto dos 30 anos com a queda da capacidade pulmonar e cardíaca máxima e com a diminuição na produção de colágeno, é inevitável. Saiba mais sobre os mitos e verdades que acontecem com o corpo quando você alcança a casa dos 60.  

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Quando ficamos velhos, ficamos mais esquecidos
Mito. “Quando falamos de envelhecimento, temos alterações em todos os sistemas orgânicos. Do ponto de vista neurológico, existem modificações sim, porém, nem sempre elas comprometem a função cerebral do indivíduo”, explica Roberto Dischinger Miranda, geriatra e cardiologista do Instituto Longevità, de São Paulo. Algumas mudanças no estilo de vida fazem com que o idoso fique menos atento ou participativo. As pessoas mais jovens estão mais ligadas aos fatos que acontecem ao seu redor. À medida que a pessoa fica mais tranquila, tende a diminuir o poder de assimilação dos fatos. “A nossa memória está relacionada à atenção. Pelo próprio estilo de vida que levamos, implica em menor registro, menor foco de memória. Nem sempre lapsos de memória sinalizam doença”, explica o médico. Para evitar que eles apareçam, invista em atividades prazerosas para evitar que o cérebro fique acomodado. Aprender uma nova língua, um instrumento musical ou até mesmo usar o computador pode ser uma ótima maneira de estimular o funcionamento cerebral.

Quando ficamos mais velhos precisamos nos exercitar menos
Verdade. As alterações no organismo próprias do envelhecimento começam aos 30 anos e com elas vem a diminuição das capacidades pulmonar e cardíaca máximas. A repercussão dessas mudanças na vida cotidiana é pequena, porém, a queda de desempenho pode ser facilmente sentida durante os exercícios físicos. “Os exercícios devem ter uma intensidade diferente daquele praticado quando a pessoa era jovem. Mas, em qualquer idade, a atividade física é importante. E a performance ao se exercitar dependerá de cada um, é uma capacidade individual”, comenta o geriatra.

As dores são inevitáveis, principalmente as causadas pela artrite
Mito. Osteoartrose é uma das doenças mais comuns no envelhecimento e provoca dor. “Apesar das dores ocasionadas pela degeneração da cartilagem serem consideras comuns, não podemos considerá-las normais. O paciente deve ir ao médico para fazer um tratamento, fisioterapia e controlar o peso”, explica o médico.

O desejo sexual diminui com a idade
Verdade. Segundo Roberto Dischinger Miranda, o desejo sexual tende a diminuir com a idade, por ser próprio do envelhecimento humano. Nas mulheres, a menopausa faz com que a lubrificação diminua, o que causa dores durante a penetração. No homem, é comum a disfunção erétil. Porém, muitas vezes isso não impede a vida sexual do casal. É importante que os dois estejam bem com a prática, seja uma vez ao dia ou uma vez ao mês.

Acima de 60 anos devo procurar um geriatra
Mito. O geriatra é nada menos que um médico generalista com especialização em doenças mais comuns da terceira idade. Como o processo de envelhecimento começa quando somos jovens, é possível ir ao geriatra para acompanhar o avanço da idade, de maneira preventiva. “Não há nada que impeça a pessoa de envelhecer, o importante é manter a capacidade funcional, motora, física e mental”, explica o médico.

Pessoas com mais de 60 anos sentem menos sede
Mito. A estrutura fisiológica em si não causa essa alteração. “Muitas vezes, o que acontece é que o idoso perde bastante água por um quadro de incontinência urinária ou devido aos remédios diuréticos. Com isso, eles tendem a diminuir a ingestão de água – conscientemente ou não”, diz a nutricionista especializada em gerontologia Maristela Strufaldi. O quadro pode levar à desidratação, tontura, problemas intestinais e prejudicar a pele. “Por mais que o corpo não exija, deve-se tomar a mesma quantidade de água que antes”, defende Maristela.

Os idosos sentem menos sono
Mito. Algumas teorias defendem que o que acontece na verdade é uma mudança na arquitetura do sono. “Muitas vezes, o idoso tem a sensação de que dorme menos ou de que não dormiu bem. Mas nem sempre isso é real”, comenta Miranda. Quando a atividade do corpo é menor durante o dia, é natural que as horas de sono diminuam. Porém, nem sempre é preciso tratar com medicamentos. Primeiramente, é preciso investigar as causas dessa mudança e, se possível, tratá-las.

O paladar muda com a chegada da idade
Verdade. Assim como os outros músculos, as papilas gustativas, que ficam na língua, tendem a atrofiar. Isso influencia na percepção do paladar. “Para compensar essa perda, os idosos tendem a buscar alimentos ora muito doces, ora muito salgados”, elucida Maristela.

Os músculos desaparecem com o passar do tempo
Verdade. Segundo a nutricionista, a queda funcional do corpo faz com que aumente a quantidade de gordura, diminua a quantidade de massa magra e ocasione a queda no colágeno. O quadro, normal com o envelhecimento, acontece devido à morte celular e à atrofia muscular. O problema pode ser levemente corrigido com atividade física e alimentação balanceada.

Existem doenças consideradas normais na 3ª idade (diabetes, hipertensão)
Mito. Tudo que é considerado doença não pode ser chamado de normal. Pressão alta, diabetes, catarata são comuns, porém, jamais devem ser consideradas normais, uma vez que comprometem a vida do indivíduo. “O ideal é envelhecer com saúde e bem-estar”, completa o geriatra.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site:  http://saude.terra.com.br

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