Posts Tagged 'Qualidade de Vida'



Hidroterapia

Água, algo tão simples, barato e que está ao alcance de todos, é o elemento fundamental da hidroterapia (do grego hidor/hidro, água, e Therapéia, tratamento), cuja finalidade é a estimulação de pele mediante diversas ações:

  • Térmicas, de calor e frio;
  • Mecânicas, mediante maior ou menor pressão;
  • Químicas, devido a substâncias contidas na água em dissolução, ou mediante as substâncias que se acrescentam com propósitos curativos.

O proposito da hidroterapia é alcançar reações locais que tenham uma repercussão em odo o organismo,  restaurando a saúde do doente ou aumentando a resistência a enfermidades. Queremos deixar bem claro que, do ponto de vista cientifico, a  água não possui poder curativo, nem em temperaturas variadas ou em diversas  aplicações. O que beneficia os processos curativos do organismo é a reação que nele se produz antes os estímulos originados pela água.

Portanto, para que se alcance bons resultados dos processos curativos, é necessário compreender os mecanismos de ação da água e aplicá-la corretamento no organismo.

Indicações da Hidroterapia

Os tratamentos hidroterápicos, acrescentam vitalidade ao organismo, protegendo-o de doenças, e constituem a melhor alternativa para a cura.

A hidroterapia atua sobre o conjunto do organismo:

  • aumenta a capacidade imunológica e a resistência ao frio;
  • ativa a circulação sanguínea;
  • inibe os processos inflamatórios;
  • regula o sistema vegetativo e o sistema hormonal;
  • tonifica o sistema nervoso;

Devidamente aplicada, a hidroterapia é muito eficaz em caso de:

  • distúrbios cardiovasculares de origem funcional e má irrigação cutânea;
  • estados depressivos e desequilíbrios nervosos;
  • períodos de convalescência pós-operatória.

Os tratamentos hidroterápicos podem atuar:

  • Sobre o sistema cardiovascular;
  • Sobre o sangue;
  • Sobre o sistema respiratório;
  • Sobre o metabolismo;
  • Sobre o aparelho locomotor;
  • Sobre o sistema nervoso;
  • Sobre o abdômen;
  • Sobre o aparelho urinário.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra no livro: A Cura e a Saúde pela Natureza

Atenção às Crianças Sedentárias

A Organização Mundial de Saúde (OMS) entende como primordial que as crianças façam uma hora de atividade física, no mínimo, em pelo menos cinco dias da semana. Pergunto: seu filho faz cinco horas de exercícios por semana?

A dúvida aparece quando paramos para pensar no que isso significa. Antigamente não existia nada nem ninguém que recomendasse horas para uma criança fazer atividade física. Hoje isso é indicado internacionalmente. Por que isso acontece?

Papai e mamãe devem pensar na sua própria infância, como brincavam e onde brincavam. Certamente muitos ainda fazem parte de uma infância onde computadores e videogames eram raros e as brincadeiras de rua com os amigos eram as mais gostosas. Havia menos violência e o medo dos pais era muito menor.

Hoje a violência aumentou e os pais se recusam a deixar os seus filhos a brincarem na rua com amigos, com toda a razão. Jogos de computadores, de videogames e televisão são as principais atividades das crianças, que se desenvolvem em ambientes cada vez menores, como apartamentos pequenos, alguns deles com playgrounds menores.

Esse confinamento, logicamente, potencializa o sedentarismo infantil, ocasionando doenças que antes eram relacionadas somente a adultos (obesidade e diabetes). Esses problemas poderão trazer conseqüências negativas na fase adulta, sobretudo ao coração, certamente o que mais sofre com o sedentarismo.

Exercitar nem sempre é matricular o filho em academias. Um recado às crianças: brinque, brinque e brinque.

Brincar até cansar… – Queimada, esconde-esconde, pega-pega, dança das cadeiras, vivo ou morto, estátua, dançar, jogar bola, andar de bicicleta, pular corda…quem não tem boas lembranças. São atividades que podem ser realizadas em parques, praças ou até mesmo em casa. Os pais devem achar um tempo na agenda corrida para brincar com seus filhos

A partir dos sete anos, as crianças passam a assimilar melhor regras de jogos. Portanto, colocá-las em algum esporte já é recomendado sem o intuito competitivo. O esporte, além de movimentar o corpo, fortalece o convívio social onde a criança aprende a respeitar o amigo e as regras, trabalho em grupo e a ganhar e perder, coisas que levará para o resto da vida assim como a saúde.

Assim que a criança completar treze anos, o foco pode ser a competição se orientado por um educador físico. Mas isso deve ser feito se a criança aceitar. Nada de forçar a barra para que ele participe de competições e treine para ser um “campeão”.

Tendo uma vida saudável, realizando atividades físicas desde a infância, o risco de se tornar um adulto sedentário com aparecimento de doenças é bem menor. Pense nisso.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra acessando a fonte: Guiadobebe.uol.com.br

Falta de Atividade Física no Trabalho Aumenta Obesidade

Um grupo de pesquisadores americanos identificou um novo culpado da epidemia de obesidade nos EUA: os locais de trabalho.

Uma revisão das mudanças ocorridas no mercado de trabalho desde 1960 sugere que grande parte do ganho de peso observado nos últimos anos pode ser explicada pelo declínio da atividade física no trabalho. Os empregos que exigiam atividade física moderada, que em 1960 respondiam por 50% dos postos no mercado, caíram para 20% nos EUA.

Os 80% restantes envolvem trabalho sedentário ou exigem atividade só leve.

O relatório mostra ainda que, em 1960, metade dos americanos tinha um trabalho que fisicamente exigente. Hoje, só um em cinco tem um nível alto de atividade no emprego. Timothy S. Church, pesquisador do Centro Pennington de Pesquisas Biomédicas, em Baton Rouge, Louisiana, e autor principal do estudo, nota que a pesquisa não leva em conta os avanços tecnológicos que contribuem para o sedentarismo, como a internet.

Isso significa que a perda de gasto energético no emprego pode ser ainda maior do que o apontado na pesquisa.

CALORIAS

A mudança de hábitos se traduz em até 140 calorias gastas a menos por dia no trabalho, dado que corresponde ao ganho constante de peso no país nas últimas cinco décadas, diz o estudo publicado na revista “PLoS One”.

A nova ênfase na atividade no trabalho representa uma mudança importante e sugere que os profissionais de saúde tenham deixado de lado um dado crucial que contribuiu para o problema do excesso de peso.

COMIDA OU EXERCÍCIO

A descoberta coloca pressão sobre as empresas, para que intensifiquem as iniciativas de saúde nos escritórios.

“Muita gente diz que o problema está só na comida. Mas os ambientes de trabalho mudaram tanto que precisamos repensar como enfrentar esse problema”, disse Church.

Sua pesquisa é a primeira a estimar o gasto calórico diário que se perdeu no trabalho nos últimos 50 anos.

Durante anos, o papel da atividade física no problema da obesidade foi incerto.

Estudos já mostraram que a quantidade de atividade física em horas de lazer ficou estável nas últimas décadas, período em que a população só fez engordar.

Esse fato cria um impasse para os pesquisadores que tentam explicar a explosão de obesidade.

Em função disso, boa parte da atenção está concentrada na ascensão da fast food e do consumo de refrigerantes.

Outras pesquisas dizem que a maior adoção do transporte particular em vez do público e o aumento do tempo gasto diante da televisão têm contribuído para engordar os EUA e o mundo.

Mas nenhum desses fatores pode explicar por completo as mudanças nos padrões de ganho de peso.

“Precisamos pensar na atividade física como um conceito mais amplo do que apenas os exercícios feitos em momento de lazer”, afirmou Ross C. Brownson, epidemiologista na Universidade Washington, em St. Louis.

“Eliminamos a atividade física de nossas vidas. Precisamos encontrar maneiras de reinseri-la no cotidiano, fazendo caminhadas na hora do almoço, por exemplo, e não só nos exercitando na academia.”

Fonte: Do “New York Times” para a Folha.com

Atividade Física Faz Bem ao Cérebro

Benefícios da Atividade Física

A prática regular de exercícios físicos acompanha-se de benefícios que se manifestam sob todos os aspectos do organismo. Do ponto de vista músculo-esquelético, auxilia na melhora da força e do tônus muscular e da flexibilidade, fortalecimento dos ossos e das articulações. No caso de crianças, pode ajudar no desenvolvimento das habilidades psicomotoras.

Com relação à saúde física, observamos perda de peso e da porcentagem de gordura corporal, redução da pressão arterial em repouso, melhora do diabetes, diminuição do colesterol total e aumento do HDL-colesterol (o “colesterol bom”). Todos esses benefícios auxiliam na prevenção e no controle de doenças, sendo importantes para a redução da mortalidade associada a elas. Veja, a pessoa que deixa de ser sedentária e passa a ser um pouco mais ativa diminui o risco de morte por doenças do coração em 40%! Isso mostra que uma pequena mudança nos hábitos de vida é capaz de provocar uma grande melhora na saúde e na qualidade de vida.

Já no campo da saúde mental, a prática de exercícios ajuda na regulação das substâncias relacionadas ao sistema nervoso, melhora o fluxo de sangue para o cérebro, ajuda na capacidade de lidar com problemas e com o estresse. Além disso, auxilia também na manutenção da abstinência de drogas e na recuperação da auto-estima. Há redução da ansiedade e do estresse, ajudando no tratamento da depressão.

A atividade física pode também exercer efeitos no convívio social do indivíduo, tanto no ambiente de trabalho quanto no familiar.

Interessante notar que quanto maior o gasto de energia, em atividades físicas habituais, maiores serão os benefícios para a saúde. Porém, as maiores diferenças na incidência de doenças ocorrem entre os indivíduos sedentários e os pouco ativos. Entre os últimos e aqueles que se exercitam mais, a diferença não é tão grande. Assim, não é necessária a prática intensa de atividade física para que se garanta seus benefícios para a saúde. O mínimo de atividade física necessária para que se alcance esse objetivo é de mais ou menos 200Kcal/dia. Dessa forma, atividades que consomem mais energia podem ser realizadas por menos tempo e com menor freqüência, enquanto aquelas com menor gasto devem ser realizadas por mais tempo e/ou mais freqüentes.

Como é feita a escolha da atividade física adequada?

A escolha é feita individualmente, levando-se em conta os seguintes fatores:

• Preferência pessoal: o benefício da atividade só é conseguido com a prática regular da mesma, e a continuidade depende do prazer que a pessoa sente em realizá-la. Assim, não adianta indicar uma atividade que a pessoa não se sinta bem praticando.

• Aptidão necessária: algumas atividades dependem de habilidades específicas. Para conseguir realizar atividades mais exigentes, a pessoa deve seguir um programa de condicionamento gradual, começando de atividades mais leves.

• Risco associado à atividade: alguns tipos de exercícios podem associar-se a alguns tipos de lesão, em determinados indivíduos que já são predispostos.

Informações parciais. Confira o texto e a programação na íntegra acessando a fonte: http://boasaude.uol.com.br

Sedentarismo

A doença já é considerado a doença do próximo milênio. Na verdade trata-se de um comportamento induzido por hábitos decorrentes dos confortos da vida moderna. Com a evolução da tecnologia e a tendência cada vez maior de substituição das atividades ocupacionais que demandam gasto energético por facilidades automatizadas, o ser humano adota cada vez mais a lei do menor esforço reduzindo assim o consumo energético de seu corpo.

O sedentarismo é caracterizado, pela falta, ausência ou diminuição de atividades físicas. O indivíduo sedentário é aquele que gasta poucas ou nenhuma caloria diária com atividades físicas. Práticas como limpar a casa, subir e descer escadas e caminhar para o trabalho são consideradas positivas.

Conseqüências do sedentarismo:
– Maior incidência a hipertensão;
– Obesidade;
– Diabetes;
– Aumento nos níveis de colesterol ruim (LDL);
– Baixa imunidade;
– Pressão alta;

O sedentarismo aumentou em média 54% os casos de infarto e 50% o risco de morte por derrame cerebral. A vida moderna ocasiona um aumento nos níveis de sedentarismo, ir de carro para o trabalho, ou até mesmo ligar/ desligar a televisão com o controle remoto, a tecnologia por vezes acomoda o indivíduo.

Já a prática de exercícios físicos está relacionada ao aumento da expectativa de vida, que cresce em média 5 anos para os praticantes de atividade física.
Portanto, cuide da sua saúde pratique atividades físicas regulares e cuida da sua alimentação.

Benefícios da atividade física:
– Promove o bem estar físico e psicológico;
– Mantém os ossos, músculos e articulações saudáveis;
– Reduz o risco de desenvolver câncer;
– Redução e manutenção do peso corporal;
– Diminui os níveis de colesterol ruim (LDL);

A prática de atividade física esportiva como: caminhar, correr, pedalar, nadar, praticar pilates, ginástica, e até jogar bola são ótimas opções para se combater o sedentarismo e melhorar a qualidade de vida.

Por Dr. Turíbio Leite Barros Neto 

Informações parciais. Confira o texto e a programação na íntegra acessando a fonte: Emedix.uol.com.br.

Qualidade de Vida é o Novo Desafio da Mulher Executiva

A mulher conquistou definitivamente seu espaço no mercado de trabalho. Em muitas funções, antes consideradas exclusivas dos homens, existe grande parcela de profissionais femininas. A mulher deixou de ser apenas mãe e dona-de-casa e agora passa a colaborar também com o sustento da família.

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o número de mulheres responsáveis pelo sustento de domicílios localizados em áreas urbanas chega a mais de 10 milhões. Se antes a mulher lutava para encontrar espaço na sociedade, hoje os problemas são outros.

Segundo pesquisa da Pontifícia Universidade Católica (PUC), 91% das mulheres declararam sofrer de estresse. A “doença do século XXI” é resultado de longas jornadas de trabalho, poucas horas de sono e falta de lazer e de convívio familiar. “Quando as mulheres desejam ser também mães e esposas, além de profissionais, os horários se intensificam e ficam até desumanos em algumas situações”, afirma Sâmia Simurro, psicóloga e vice-presidente da ABQV (Associação Brasileira de Qualidade de Vida).

Família precisa compartilhar

Para Sâmia, a mãe atual encontra-se diante de um novo desafio. “As mulheres tem a necessidade de conciliar o trabalho e a família sem comprometer sua qualidade de vida. Embora o trabalho doméstico tenha se simplificado bastante, ele continua tendo de ser realizado por alguém”. A psicóloga aponta como caminho a integração dos membros da família – para tornar menos árdua a rotina da mulher e amenizar o stress sobre ela.

“É importante que ela possa encontrar em sua casa, junto a seu marido e filhos, um modelo de co-responsabilidade familiar, onde todos contribuam proporcionalmente para o bem estar geral. Para isso, não existe uma fórmula única, ela deve encontrar um caminho de equilíbrio em cada situação. Ela precisa utilizar melhor os recursos de sua própria família, em benefício de todos”.

Para que a mulher tenha cada vez mais qualidade de vida sem comprometer o seu desempenho profissional, deve haver um envolvimento de todos os organismos da sociedade. “Essa deve ser uma nova conquista da mulher moderna, entre as muitas já alcançadas: conscientizar a família, empresa e sociedade sobre a necessidade de se adaptar a essa nova mulher. Assim, ela pode ter uma participação de forma mais efetiva e eficiente na sociedade como um todo”, afirma Sâmia.

Múltiplos papéis

Segundo Sâmia, a mulher não deseja realizar-se apenas no campo do trabalho. “A mulher tem a característica de não se satisfazer apenas com o sucesso profissional, embora este seja desejado e buscado arduamente. Ela almeja ir além: quer realizar-se na sociedade, na família e participar de perto da educação dos filhos. Para isso, o equilíbrio das diferentes dimensões da pessoa é fundamental.”

Ter uma vida de qualidade em meio à intensa rotina de trabalho, estudo, cuidados com a casa e outras tarefas comuns do dia-a-dia não é um objetivo difícil de ser alcançado.

“Trabalhar com qualidade de vida significa trabalhar por objetivos realistas e atingíveis, com liberdade e autonomia que permitam flexibilizar horário e local de trabalho. Isso significa ter possibilidade de poder exercer algumas tarefas em casa, se as características das mesmas assim permitirem. Na prática diária isso só se torna possível com um bom planejamento das atividades, para que se crie condições de alcançar o almejado equilíbrio entre a vida pessoal e profissional”, completa.

Informações parciais. Confira o texto e a programação na íntegra acessando a fonte: Administradores.com.br

Menopausa: Uma Nova Fase a ser Vivida

Com o passar dos anos a mulher se torna madura, e o corpo se prepara para o fim da fertilidade. Então, chega o climatério — mais conhecido como menopausa. Por volta dos 50 anos, os ovários param de produzir dois hormônios importantes para o corpo: o estrógeno e a progesterona. E a menopausa, que sempre pareceu distante, bate à porta.

Junto com o fim da menstruação, surgem vários outros incômodos: depressão, insônia, ondas de calor, falhas de memória e diminuição do desejo sexual. Viva a nova fase Desagradável? Sem dúvida.

Mas você pode reverter esses sintomas. De acordo com o ginecologista Thomaz Rafael Gallop, de São Paulo, amadurecer é inevitável, mas ninguém precisa sofrer. “As mulheres não devem tratar a menopausa como doença, mas como uma nova fase a ser vivida”, explica.

Elimine as suas dúvidas sobre o climatério e tenha uma relação tranqüila com a sua maturidade.

1. Quando começa a menopausa?
Em geral, se inicia entre 48 e 52 anos. Em algumas mulheres a menstruação simplesmente desaparece. Em outras, há o encurtamento ou o alongamento dos ciclos menstruais. Podem surgir também períodos sem menstruação antes do desaparecimento definitivo.

2. Quais são os tratamentos mais indicados?
Depende dos sintomas da mulher e da qualidade de vida que ela tem. Alguns dos tratamentos indicados são a terapia de reposição hormonal (TRH), os antidepressivos ou outros medicamentos que aliviem os sintomas em cada caso.

3. Terei problemas caso decida não fazer a reposição hormonal?
Não. A reposição não é obrigatória. É apenas uma maneira de amenizar os sintomas do climatério. Mas há mulheres que entram na menopausa sem sentir nada — especialmente aquelas que se exercitam ou que tiveram uma alimentação saudável durante a vida. Nesses casos, o próprio organismo equilibra os hormônios do corpo.

4. A reposição vai me fazer engordar?
Depende. Na maioria dos estudos já feitos, não se comprovou que a terapia de reposição hormonal
(TRH) está ligada ao aumento do peso, a não ser em mulheres com tendência a engordar. Porém, os
hormônios ingeridos podem fazer a mulher ganhar uns quilinhos, porque aumentam a quantidade de açúcar que vai para o sangue.

5. Meu desejo sexual vai voltar com a TRH?
Sim. E ela combate também os sintomas da menopausa que prejudicam a região genital: mucosa vaginal mais fina, menos elástica e com pouca lubrificação. Mas fique atenta: a perda de libido pode estar ligada a problemas emocionais.

6. A menstruação volta com o uso de hormônios?
Em certas mulheres há um sangramento periódico, parecido com menstruação, mas sem ovulação.

7. Pode haver gravidez no climatério?
Nesse período a fertilidade cai, e a chance de engravidar é bem menor. Mas não é impossível. Não abandone os métodos anticoncepcionais logo que o climatério chegar! Após um ano de menopausa
confirmada, esse risco não existe mais.

8. A menopausa causa doenças?
Sim. A osteoporose é um sério problema que surge nessa fase. Ela torna os ossos mais porosos e
frágeis, por causa da perda de hormônios femininos. Para combatê-la, tome mais leite e derivados, que contêm cálcio. E coma vegetais verde-escuros.

9. O que significa menopausa precoce?
É quando os ovários param de funcionar em mulheres com menos de 40 anos. As causas ainda são
desconhecidas, mas essas mulheres devem fazer reposição hormonal.

10. Com o tempo, as ondas de calor vão acabar?
Sim. Elas diminuem e, em geral, desaparecem dois anos depois da última menstruação.

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br

Alimentos que Melhoram a TPM

É revelador observar a grande freqüência de mulheres que procuram os consultórios médicos referindo vários desconfortos que surgem todos os meses. Surpreendentemente, existem descritos mais de 150 sintomas relacionados à Tensão Pré-Menstrual (TPM) incluindo os psicológicos, os físicos e os comportamentais. Entre as queixas referidas é comum serem percebidos nervosismo, perda da auto-estima, enxaqueca, dores nas mamas, distensão abdominal, inchaço no corpo, aumento de peso, calores, náuseas, desmaios, fraqueza, esquecimento, aumento ou diminuição da libido, alteração do apetite, distúrbios do sono (aumento ou diminuição), isolamento das atividades sociais e profissionais.

As principais características dos sintomas da TPM é que eles aparecem geralmente uma ou duas semanas antes das menstruações e somem completamente durante o período de sangramento. Estima-se que aproximadamente 90% das mulheres no período reprodutivo apresentem algum tipo de sintoma durante os dias antecedentes às menstruações. Dependendo do tipo e da intensidade, esses sintomas podem comprometer o bem-estar feminino com repercussões na família ou no meio social em que vive a mulher.

Até o momento, a medicina ainda não estabeleceu a causa da tensão pré-menstrual, embora seja sugestivo que pequenas oscilações nos níveis sanguíneos dos hormônios estrogênio e progesterona possam desencadear os sintomas. Possivelmente, a deficiência de serotonina esteja relacionada com o mecanismo de alguns sintomas depressivos da TPM. Essa substância é importante na regulagem do comportamento individual que melhora o humor e o sentimento de alegria. Além disso, algumas evidências sugerem o envolvimento das deficiências de cálcio e de magnésio com o aparecimento de sintomas físicos e emocionais.

Em aproximadamente 5% das mulheres em fase reprodutiva, nas quais os sintomas da depressão, ansiedade, raiva e irritabilidade são muito intensas, caracteriza outra disfunção chamada distúrbio disfórico pré-menstrual – um tipo de TPM, digamos, mais grave. Nesses casos a desordem psíquica associada aos sintomas da TPM é mais intensa, necessitando acompanhamento psiquiátrico.

Apesar das várias medicações disponíveis para o tratamento da TPM uma dica importante para a mulher que quiser melhorar os sintomas da TPM é mudar os hábitos de vida. Por exemplo, a alimentação inadequada contribui para o aparecimento de distensão abdominal, náuseas, inchaços nos corpo, dores nas mamas, alterações do humor e outras queixas. Por essa razão, o ideal é procurar fazer refeições mais freqüentes, com menor quantidade de comida para facilitar à digestão e ingerir alimentos mais leves, com teor reduzido de gordura saturada e sal. A escolha do cardápio deve privilegiar a presença de alimentos ricos em carboidratos compostos, como frutas, vegetais e grãos.

O uso de nutrientes com alta concentração de magnésio também é benéfico para quem tem TPM. Sendo assim, toda ênfase deve ser dada para o consumo de feijão, soja, lentilha, ervilha e vegetais de folhas verdes escuras, incluindo agrião, espinafre e rúcula. Outros tipos de alimentos favoráveis são os grãos, como aveia, granola, arroz e farinha de trigo integral. Da mesma maneira, peixe, carne branca em geral e derivados com alto teor de cálcio, como leite desnatado e queijo magro, não podem faltar na dieta. Ao contrário, além da gordura saturada e do sal, o consumo de cafeína, refrigerantes, álcool, açúcar e fumo devem ser evitados ao máximo.

O controle da TPM é, portanto, perfeitamente possível, desde que seja feito com auxílio médico e avaliação periódica, adequada e constante. Isso dará direcionamento ao tratamento e permitirá à mulher se beneficiar com a melhora dos sintomas.

José Alexandre Portinho

Doutor e Mestre em Ginecologia pela UFRJ

Médico Nutrólogo da ABRAN – Associação Brasileira de Nutrologia

Fonte: www.mulhersaude.com.br 

Campanha: Segredos da Longevidade


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