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Igualdade da Mulher X Empoderamento Feminino

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6 de Setembro é Dia da Ação pela Igualdade da Mulher. Enquanto fazia minhas pesquisas sobre assunto, fui compreendendo o quão difícil está sendo para as mulheres conquistarem seu espaço. 79,1% dos parlamentares no mundo são homens. Em pesquisa recente, realizada em 24 países, a IPSOS indica que 24% da população feminina mundial sequer tem coragem de falar sobre seus direitos.

Algumas vezes a luta pela igualdade também parece se confundir com a perda da feminilidade. E o empoderamento feminino nada tem a ver com a perda das características femininas mas com o reconhecimento da mulher como agente do desenvolvimento econômico, social e cultural.

A discriminação e barreiras impeditivas do desenvolvimento profissional e pessoal não estão presentes apenas nas empresas. A própria sociedade por muitas vezes desenvolve estes mecanismos e nem ao menos percebe.

Em julho de 2010, a ONU Mulheres e o Pacto Global criaram os Princípios de Empoderamento das Mulheres. Confira o resumo abaixo:

1º – Estabelecimento de uma liderança corporativa de alto nível que promova a igualdade de gêneros.

2º – Igualdade de tratamento para ambos os gêneros, respeitando e enfatizando os direitos humanos e também, abolindo qualquer forma de descriminação.

3º – Garantia de saúde, segurança e bem estar de todos os trabalhadores, independentemente de serem homens ou mulheres, promovendo o equilíbrio entre gêneros também nesta área.

4º – Promoção de ações de educação, treinamento e desenvolvimento para mulheres.

5º – Implantação de uma política de aquisição de produtos e serviços de outras empresas que sejam geridas por mulheres como forma de incentivar o empreendedorismo feminino.

6º – Ações que defendam a igualdade entre os gêneros e a colaboração com parceiros, fornecedores e líderes da comunidade para promover a inclusão da mulher.

7º – Divulgação pública por parte das empresas e organizações, das políticas e plano de implementação das diretrizes sobre o empoderamento da mulher, com o objetivo de promover a igualdade de gênero.

O empoderamento feminino não ocorre de forma natural, portanto, precisa ser conquistado em conjunto, dentro das organizações e de nossas casas. Ao fazermos a nossa parte, estaremos contribuindo para a igualdade entre gêneros, a redução da violência contra mulheres e para o aumento de possibilidades de crescimento econômico.

Fontes: http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/poder-e-igualdade-de-genero-no-dia-da-mulher/

http://www.mulheresempreendedoras.net.br/empoderamento-das-mulheres/

Fonte imagem: Pixabay

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Outubro Rosa 2016

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Há 8 anos realizamos a Campanha Outubro Rosa, falamos sobre novidades que surgem todo ano para dar continuidade ao principal objetivo deste movimento mundial: Conscientizar sobre o Câncer de Mama.

Os números continuam aumentando e, em 2016, são estimados 57.960 novos casos, segundo o Ministério da Saúde e o INCA (Instituto Nacional de Câncer).

Não existe uma razão única. Diversos fatores estão relacionados ao câncer de mama e a maioria das mulheres ainda pode redesenhar seu futuro, apenas melhorando seus hábitos.

Fatores de Risco

1 – Comportamentais / Ambientais: modificáveis

  • Obesidade e sobrepeso após a menopausa
  • Sedentarismo
  • Consumo de bebida alcoólica
  • Exposição frequente a radiações ionizastes (raio X, mamografia e tomografia)

2 – Histórico Hormonal:

  • Menarca antes de 12 anos
  • Não ter tido filhos
  • Primeira gravidez após os 30 anos
  • Não ter amamentado
  • Parar de menstruar após os 55 anos
  • Ter feito uso de contraceptivos orais por tempo prolongado
  • Ter feito reposição hormonal pós-menopausa, principalmente por mais de 5 anos

3 – Hereditários/genéticos – História familiar de:

  • Câncer de ovário
  • Câncer de mama em homens
  • Câncer de mama em mulheres, principalmente antes dos 50 anos.

Apenas 5 a 10 % dos casos da doença estão relacionados aos fatores hereditários.

Recentemente, a IARC (Agência Internacional de Pesquisa em Câncer) lançou a publicação IARC Handbook os Breast Cancer Screening que avalia diferentes métodos de rastreamento do câncer de mama. As evidências apresentadas no livro possuem vários pontos em comum com as Diretrizes do INCA / Ministério da Saúde para a Detecção Precoce do Câncer de Mama, publicado em 2015.

Nestas diretrizes, entende-se que:

  • a mamografia em mulheres com idade entre 50 e 69 anos reduz a mortalidade do câncer de mama
  • o rastreamento através do autoexame das mamas não garante a redução da mortalidade

Isto é, tenha sempre um médico de sua confiança e visite-o regularmente. Exames preventivos não devem ser substituídos pelo autoexame.

O Ministério da Saúde e o INCA lançaram uma Cartilha sobre o Câncer de Mama, com conteúdo de fácil entendimento e com informações atualizadas sobre a doença. Quem tiver interesse, vale a pena conferir.

Feliz Outubro Rosa!

Fontes:

http://www1.inca.gov.br/inca/Arquivos/livro_deteccao_precoce_final.pdf

http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/e03b508046404270b86dfa2d43a04cdb/Cartilha_câncer_de_mama_vamos_falar_sobre_isso2016_web.pdf?MOD=AJPERES&CACHEID=e03b508046404270b86dfa2d43a04cdb

LIGUE 180

Ligando para o 180, você estará acessando a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência. Trata-se de um serviço de utilidade pública gratuito e confidencial (preserva o anonimato), oferecido pela Secretaria de Políticas para as Mulheres.

Ligue 180 tem o objetivo de receber denúncias de violência, reclamações sobre os serviços da rede de atendimento à mulher e de orientar as mulheres sobre seus direitos e  a legislação vigente, encaminhando-as para outros serviços quando necessário.

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A Central funciona 24 horas, todos os dias da semana, inclusive finais de semana e feriados, e pode ser acionada de qualquer lugar do Brasil e de mais 16 países (Argentina, Bélgica, Espanha, EUA (São Francisco), França, Guiana Francesa, Holanda, Inglaterra, Itália, Luxemburgo, Noruega, Paraguai, Portugal, Suíça, Uruguai e Venezuela). Desde março de 2014, o Ligue 180 atua como disque-denúncia, com capacidade de envio de denúncias para a Segurança Pública com cópia para o Ministério Público de cada estado. Para isso,  conta com o apoio financeiro do Programa ‘Mulher, Viver sem Violência’.

Ele é a porta principal de acesso aos serviços que integram a Rede nacional de enfrentamento à violência contra a mulher, sob amparo da Lei Maria da Penha, e base de dados privilegiada para a formulação das políticas do governo federal nessa área.

Clique no mapa abaixo e confira a Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher composta por várias entidades não-governamentais e governamentais, em todo o Brasil: 

Informações parciais da fonte: http://www.spm.gov.br/assuntos/violencia/ligue-180-central-de-atendimento-a-mulher

Feliz Dia Internacional da Mulher 2014

Mensagem-Dia-Internacional-da-Mulher-2014

Os 7 pilares da autoestima feminina

Mulher sorrindo

 1. Família

Autoestima se aprende em casa. Se os pais (ou os adultos que cumprem essa função) nos amam, respeitam e acolhem nosso modo de ser em vez de nos criticar e desejar que sejamos diferentes, a tendência é crescermos com uma autoimagem positiva.

Quando as necessidades básicas da criança – alimento, atenção, carinho, educação voltada para o convívio e a possibilidade de se expressar sem medo – não são atendidas, mais tarde podem surgir ansiedade, depressão, sentimentos de desvalia, dificuldade em manter relações. A autoestima fica destruída. Na vida adulta, dá para superar algumas feridas da infância e reconstruir o amor-próprio, mas isso exige empenho e terapia;

2. Autoconhecimento

Só quem se conhece bem consegue construir uma autoestima elevada. Mas, afinal, o que é se conhecer bem? É investigar, com coragem, seus defeitos e, sem modéstia, suas qualidades, tornando-se sua melhor amiga.

“A partir daí, resta saber aceitar ou tentar minimizar o que não pode ser mudado”, diz a psicodramatista Adelsa Cunha, presidente da Federação Brasileira de Psicodrama. É o que defende também a coach Regina Silva, da consultoria Gyrasser, em São Paulo. “Sem uma noção clara de nosso potencial e limite, ficamos muito vulneráveis às opiniões negativas. Baqueamos diante de conflitos e situações que nos desqualificam”, explica ela. Quebre essa lógica descobrindo estratégias para potencializar os pontos fortes e neutralizar os fracos;

3. Inteligência

Autoestima também é uma questão de sentir-se capaz. Você a exercita toda vez que diz: “Eu posso”. Faça mentalmente um inventário das suas boas ideias. Vale aquele relatório do trabalho que foi elogiado pelo chefe, a solução que você deu para um conflito familiar ou a capa nova que bolou para o sofá, pois a inteligência se manifesta nas grandes e nas pequenas coisas que fazemos. Sentir-se autônoma é prodigioso.

A inteligência tem a ver com a capacidade de encontrar saídas para problemas cotidianos. Uma forma de potencializar essa força é observar os efeitos que ela causa ao nosso redor. Acostumadas com os próprios talentos, nem sempre os valorizamos na medida certa. Mas de repente alguém que olha de fora ou que foi beneficiado por uma iniciativa nossa aponta como essa criatividade destravou alguma encrenca do dia a dia ou aliviou as tensões de uma equipe. Gostar de si combina muito com gostar dos outros, trocar ideias em vez de tentar impor as suas, enfim, usar todos os dons a favor do bem comum.

4. Beleza

O segredo é aceitar quem você é, cuidar-se com carinho e ter um olhar generoso para seu corpo e sua história. Parece simples, mas para muitas mulheres a aparência é o ponto vulnerável da autoestima.

Às vezes, achamos uma pessoa linda, mas, conforme conversamos com ela, seu brilho desaparece. O contrário também acontece: aquela mulher que à primeira vista não chama a atenção vai nos cativando e se tornando extremamente atraente quando a conhecemos um pouco mais. O segredo dela? Uma autoestima imbatível. Para conquistar isso, é preciso libertar-se dos padrões e desenvolver sua identidade estética.

5. Amigos

Eles confirmam que somos companhias interessantes toda vez que nos chamam para sair. Pelos olhos e comentários dos amigos, lembramos que somos engraçadas, que nosso ombro é valioso… enfim, que somos importantes. Para a psicodramatista Adelsa Cunha, o olhar carinhoso do outro é fundamental para a nossa autoimagem. Quem cultiva essa rede fraterna cria um ambiente propício às trocas afetivas, que fazem florescer o amor-próprio. Sem contar que uma amiga de verdade é um refúgio para as horas de dor, medo, tédio e tudo o que pode abalar nossa fé na vida ou em nós.

O recolhimento às vezes é necessário, mas não o isolamento. Partilhar as emoções é um modo de digerir o que nos acontece. E nada como bons amigos para nos consolar ou nos fazer rir dos próprios dramas.

6. Amor

O afeto acende a nossa luz e nos oferece uma chance de evoluir. “Nos momentos em que estamos inundados de amor, tudo brilha. Melhoram a pele, o humor e o pique”, descreve a psicóloga Fátima Cardoso. Mas nem todos os relacionamentos cumprem esse papel. Quem nunca ouviu falar de amores demolidores, que só jogam a gente para baixo?

Um alerta: a principal característica de toda relação destrutiva é a tentativa de um dos amantes de transformar o outro no que ele quer. E, se é você que não vê nada de bom no outro, por que permanece ao lado dele? Lembre-se: ao nos tornarmos boas companhias, aumentamos a chance de ser bem-amadas.

7. Reconhecimento

Não dá para negar: uma lustrada no ego é fermento para a autoestima. “Quando o que fazemos é valorizado pelos outros, isso nos fortalece. Vivemos em comunidade, e entender essa interdependência nos torna mais maduros”, afirma a consultora em relações humanas Teresa Campos Salles. Segundo ela, o reconhecimento promove um ciclo virtuoso. “A gente pensa: ‘Faço benfeito, sou reconhecida. Vou tentar fazer melhor para ser reconhecida novamente’.

Só não vale ficar dependente de elogios. Nossas ações devem ser aprovadas, antes de tudo, por nossa consciência.” O reconhecimento que revigora é aquele que nos mantém conectadas ao que é importante também para nós, não só para os outros.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://mdemulher.abril.com.br/

Visite nosso site: http://www.vivamelhoronline.com.br

Por que 8 de março é o Dia Internacional da Mulher?

As histórias que remetem à criação do Dia Internacional da Mulher alimentam o imaginário de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Sem dúvida, o incidente ocorrido em 25 de março daquele ano marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20, mas os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este acontecimento.

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Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período.

O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.

Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações.

Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra – em um protesto conhecido como “Pão e Paz” – que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.

Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o “8 de março” foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.

“O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países”, explica a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinhas.

No Brasil, as movimentações em prol dos direitos da mulher surgiram em meio aos grupos anarquistas do início do século 20, que buscavam, assim como nos demais países, melhores condições de trabalho e qualidade de vida. A luta feminina ganhou força com o movimento das sufragistas, nas décadas de 1920 e 30, que conseguiram o direito ao voto em 1932, na Constituição promulgada por Getúlio Vargas. A partir dos anos 1970 emergiram no país organizações que passaram a incluir na pauta das discussões a igualdade entre os gêneros, a sexualidade e a saúde da mulher. Em 1982, o feminismo passou a manter um diálogo importante com o Estado, com a criação do Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo, e em 1985, com o aparecimento da primeira Delegacia Especializada da Mulher.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://revistaescola.abril.com.br/

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O Corpo repõe a doação que vai salvar uma vida

Campanha-DIA-DO-DOADOR-DE-SANGUE-2013


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