Posts Tagged 'Qualidade de Vida'



50 Segredos das Pessoas que Nunca Adoecem

Cinco povos ao redor do mundo se destacam pela longevidade: eles vivem, em média, dez anos a mais do que o restante da humanidade. Conheça agora seus principais hábitos de vida.

Gene Stone teve a oportunidade de escrever sobre inúmeros tratamentos adotados com sucesso para curar doenças. Porém, continuava ficando de cama. “Também notei que havia populações em que as pessoas nunca ficavam doentes. Então me ocorreu que eu devesse perguntar a essas pessoas o que elas faziam”, disse Stone em entrevista à VivaSaúde.

As respostas estão no livro Os segredos das pessoas que nunca ficam doentes, recém-lançado nos EUA. Em suas andanças, Stone percebeu que cinco povos eram os mais saudáveis: a Barbagia, na Itália; Okinawa, no Japão; a comunidade dos Adventistas do Sétimo Dia, na Califórnia; a Península de Nicoya, na Costa Rica; e a ilha grega de Ikaria.

Outro americano, Dan Buettner, escreveu sobre o tema em um livro que virou best-seller: Blue Zones: lições de pessoas que viveram muito para quem quer viver mais. Ambos os autores nos ajudaram a traduzir as experiências dessas pessoas. Confira 50 dicas eficazes, comentadas por 21 especialistas brasileiros.

  1. Beber água mesmo sem ter sede
  2.  Ir ao dentista regularmente
  3. Ingerir mais nozes
  4. Temperar com alho
  5. Comprar alimentos regionais
  6. Comer mais frutas
  7. Aprender a planejar
  8. Fracionar a dieta
  9. Aproveitar o contato com a natureza
  10. 10.  Levantar peso
  11. Ser um voluntário
  12. Celebrar a vida
  13. Cultivar a sua fé
  14. Trocar o café pelo chá-verde
  15. Pegar leve com as carnes vermelhas
  16. Praticar mais atividade aeróbica
  17. Encontrar a sua tribo
  18. Ser agradável
  19. Definir seus objetivos
  20. 20.  Conhecer melhor a ioga
  21. Guardar o despertador na gaveta
  22. Apostar nos integrais
  23. Pensar na sua vocação
  24. Doar seus pratos grandes
  25. Ter atitudes positivas
  26. Emagrecer a despensa
  27. Saber como usar a soja
  28. Estudar sempre
  29. Ter um dia só para você
  30. Apagar o cigarro
  31. Ouvir a sua música
  32. Respirar com consciência
  33. Curtir os animais
  34. Ser muito mais ativo
  35. 35.  Desacelerar o ritmo
  36. Comer mais iogurte
  37. Investir no ômega-3
  38. Controlar o álcool
  39. Brincar com as crianças
  40. Construir o próprio jardim
  41. Desfrutar do sol
  42. Perdoar mais
  43. Dar uma chance à laranja
  44. Alongar o corpo todo
  45. Cochilar após o almoço
  46. Priorizar as pessoas amadas
  47. Esquecer do sal
  48. Praticar sexo com prazer
  49. Criar um tempo para a família
  50. Usar as dicas diariamente
Confira na íntegra na fonte: Revista Saúde UOL

A Golden Stern apoia a Certificação Internacional em Wellness e Health Coaching 360º

Para informações e inscrições:

Telefone: (011) 3284 5337

Email: coaching@ser-psi.com.br

Site: www.ser-psi.com.br

Idosos: Cuidados com as Quedas

As quedas e suas conseqüências para as pessoas idosas no Brasil têm assumido dimensão de epidemia. Os custos para a pessoa idosa que cai e faz uma fratura são incalculáveis. E o pior, atinge toda a família na medida em que a pessoa idosa que fratura um osso acaba hospitalizada e frequentemente é submetida a tratamento cirúrgico. Os custos para o sistema de saúde também são altos.

A cada ano, o Sistema Único de Saúde (SUS) tem gastos crescentes com tratamentos de fraturas em pessoas idosas. Para promover a saúde do grupo populacional o Ministério da Saúde chamou as secretarias estaduais e municipais de saúde a realizarem esforços conjuntos para redução das taxas de internação por fratura do fêmur na população idosa.

A quantidade de internações aumenta a cada ano e as mulheres são as mais atingidas. Entre as mulheres foram 20.778 mil internações em 2009 e entre eles 10.020 mil (dados até outubro). Por causa da osteoporose, elas ficam mais vulneráveis às fraturas. Os homens caem, mas não fraturam tanto quanto as mulheres. Em 2001, esses números eram bem menores, 15 mil internações do sexo feminino e 7 mil do sexo masculino.

A queda em idosos pode causar sérios prejuízos à qualidade de vida desse grupo populacional, podendo acarretar em imobilidade, dependência dos familiares, sem falar no índice de mortalidade pós-cirúrgico.

Nos casos mais graves, pode levar até a morte. Considerando todo o país, somente em 2005, foram 1.304 óbitos por fraturas de fêmur. E em 2009 esse número subiu para 1.478.

Anderson Della Torre, médico geriatra e coordenador clínico do IPGG (Instituto Paulista de Geriatria e Gerontologia), afirma que as quedas causam a morte do idoso não pelo acidente em si, mas, sim, pelas complicações durante a recuperação.

Isso acontece porque o paciente tem de ficar de cama, o que abre espaço para uma série de problemas como a trombose, que é a formação de coágulos nos vasos sanguíneos. A consequência mais temida desse problema é a embolia pulmonar, em que o coágulo se desloca para o pulmão, o que pode levar à morte.

Ficando deitado, o paciente também tem menor capacidade de expansão dos pulmões, o que dificulta a respiração. O idoso também sofre para eliminar secreções do corpo, ficando mais sujeito a doenças. Infecções na pele e no sistema urinário também são comuns em idosos acamados.

O médico diz ainda que é importante “colocar o idoso em pé”, iniciando o tratamento com fisioterapia, já nos primeiros dias após a fratura ou a cirurgia de correção para evitar esses problemas. O geriatra diz que é preciso saber as causas das quedas, que podem ser evitadas.

Com o intuito de reduzir esses valores e promover a saúde na terceira idade, o Ministério criou um comitê assessor instituído para prevenção e melhora da atenção (portaria nº. 3.213, dezembro de 2007). O comitê assessor é formado por técnicos do Ministério da Saúde e representantes da Confederação das Entidades Brasileiras de Osteoporose e Osteometabolismo. Esse grupo promove oficinas para debater estratégias de prevenção de quedas e de osteoporose e os cuidados necessários para aquelas pessoas que caem e fraturam.

CAUSAS – A queda em pessoas idosas está associada à dificuldade de visão, auditiva, uso inadequado de medicamentos, dificuldade de equilíbrio, perda progressiva de força nos membros inferiores, osteoporose, dentre outras situações clínicas que culminam para maior probabilidade de uma pessoa idosa cair.

Por questões de segurança, todo idoso deve avisar ao seu médico se caiu nos últimos seis meses. Isto porque é comum a pessoa cair uma primeira vez e não ter maiores conseqüências além do susto. Mas na próxima vez pode ser que o susto se transforme em pesadelo. A queda pode ser notificada através da Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa e, assim, a equipe de saúde da família, por exemplo, assume as medidas necessárias para que outra queda não ocorra.

No Brasil, estima-se que exista uma população de 19 milhões de idosos.

> Acesse o site da Casa Segura: um novo conceito de moradia que visa oferecer aos idosos uma ambientação mais adequada e segura.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra acessando a fonte: Ministério da Saúde  e Portal R7

Vídeo: Os Perigos do Alcoolismo

Consumo de Drogas na Adolescência

A adolescência é um período de transformações e desenvolvimento humano, caracterizado pelas mudanças anatômicas, fisiológicas, psicológicas e sociais. Por ser um momento de grande aprendizado, descobertas e questionamentos, a maioria dos jovens atravessa este período sem traumas, mas outros possuem seqüelas temporárias ou permanentes.

Os adolescentes querem liberdade e autonomia, eles sentem a necessidade de afeto e proteção dos adultos. A adolescência é uma fase caracterizada pela insegurança camuflada aparente certeza, fortaleza, agressividade e transgressão.  As experiências ocorrem com grande intensidade, podendo haver a adoção de comportamentos que aumentam os riscos, a que estão expostos.

Nos dias de hoje, ­ viver implica em assumir (voluntariamente ou não) padrões de exposição a determinados riscos. Sob a denominação de estilos de vida estão agrupados as escolhas comportamentais, englobando os fatores de proteção e de risco a que estão sujeitos os indivíduos.  Estes fatores estão presentes no individuo, na família, nos amigos, na comunidade, na escola, nas unidades de saúde, em outros. O conceito de risco não se constitui em afirmações determinísticas, mas de possibilidades.

Proteção

Os fatores de proteção são recursos pessoais ou sociais que atenuam ou neutralizam o impacto do risco. Estimulam o senso critico, delimitam referencias e limites. Contribuem para diminuir a probabilidade da ocorrência do uso de drogas.

  • Dentre os fatores de proteção, destacam-se:
  • Educação formal estimulada e valorizada;
  • Critérios na aplicação de regras disciplinares;
  • Diálogo, monitoramento e afetividade familiar;
  • Com acolhimento e acompanhamento nas unidades de saúde;
  • Participação em grupos com objetivos sociais e comunitários, culturais e de lazer.

Risco

Os fatores de risco são situações ambientais, sociais e familiares que favorecem o desencadeamento de um determinado efeito ou comportamento indesejado. Expõem os adolescentes a situações de perigo. Aumentam a probabilidade de ocorrência de uso de drogas.

Dentre os fatores de risco destacam-se:

  • Comprometimento da saúde física e/ou mental;
  • Conflito e/ou violência familiar;
  • Dificuldades de interação social;
  • Vulnerabilidade dos laços sociais;
  • Pais usuário de drogas lícitas e ou ilícitas;
  • Moradia onde a violência e o tráfico de drogas são intensos;
  • Fragilidade das relações institucionais de saúde e de educação.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra acessando a fonte: Ministério da Saúde 

Álcool e suas Ações no Organismo

Histórico do álcool e Tipos de Bebidas

Embora seja uma droga, freqüentemente o álcool não é considerado como tal, principalmente pela sua grande aceitação social e mesmo religiosa. Pode-se observar nas obras gregas, mitos sobre a criação do vinho. Com destaque para as figuras de Dioniso, Icário e o Rei Anfictião protagonizando a visão grega sobre o uso do vinho (álcool). Nos dias de hoje, é prática em muitas famílias a “iniciação” das crianças no consumo do álcool. A permissividade ao álcool leva à falsa crença de inocência do uso do álcool, mas o consumo excessivo tem se tornado um dos principais problemas das sociedades modernas.

O álcool contido nas bebidas é cientificamente conhecido como etanol, e é produzido através de fermentação ou destilação de vegetais como a cana-de-açúcar, frutas e grãos. O etanol é um líquido incolor. As cores das bebidas alcóolicas são obtidas de outros componentes como o malte ou através da adição de diluentes, corantes e outros produtos.

No Brasil, há uma grande diversidade de bebidas alcóolicas, cada tipo com quantidade diferente de álcool em sua composição. Alguns exemplos:

Bebida

Porcentagem de Álcool

Cerveja

5%

Cerveja “light”

3,5%

Vinho

12%

Vinhos fortificados

20%

Uísque, Vodka, Pinga

40%

O que o álcool faz no organismo?

O álcool é absorvido principalmente no intestino delgado, e em menores quantidades no estômago e no cólon. A concentração do álcool que chega ao sangue depende de fatores como: quantidade de álcool consumida em um determinado tempo, massa corporal, e metabolismo de quem bebe, quantidade de comida no estômago.

Quando o álcool já está no sangue, não há comida ou bebida que interfira em seus efeitos. Num adulto, a taxa de metabolismo do álcool é de aproximadamente 8,5g de álcool por hora, mas essa taxa varia consideravelmente entre indivíduo.

Os efeitos do álcool dependem de fatores como: a quantidade de álcool ingerido em determinado período, uso anterior de álcool e a concentração de álcool no sangue. O uso do álcool causa desde uma sensação de calor até o coma e a morte dependendo da concentração que o álcool atinge no sangue. Os sintomas que se observam são:

  • Doses até 99mg/dl: sensação de calor/rubor facial, prejuízo de julgamento, diminuição da inibição, coordenação reduzida e euforia;
  • Doses entre 100 e 199mg/dl: aumento do prejuízo do julgamento, humor instável, diminuição da atenção, diminuição dos reflexos e incoordenação motora;
  • Doses entre 200 e 299mg/dl: fala arrastada, visão dupla, prejuízo de memória e da capacidade de concentração, diminuição de resposta a estímulos, vômitos;
  • Doses entre 300 e 399mg/dl: anestesia, lapsos de memória, sonolência;
  • Doses maiores de 400mg/dl: insuficiência respiratória, coma, morte.

Um curto período (8 a 12 horas) após a ingestão de grande quantidade de álcool pode ocorrer a “ressaca”, que caracteriza-se por: dor de cabeça, náusea, tremores e vômitos. Isso ocorre tanto devido ao efeito direto do álcool ou outros componentes da bebida. Ou pode ser resultado de uma reação de adaptação do organismo aos efeitos do álcool. 

  •  A combinação do álcool com outras drogas (cocaína, tranqüilizantes, barbituratos, antihistamínicos) pode levar ao aumento do efeito, e até mesmo à morte. 
  • Os efeitos do uso prolongado do álcool são diversos. Dentre os problemas causados diretamente pelo álcool pode-se destacar doenças do fígado, coração e do sistema digestivo. 
  • Secundariamente ao uso crônico abusivo do álcool, observa-se: perda de apetite, deficiências vitamínicas, impotência sexual ou irregularidades do ciclo menstrual.
Informações parciais. Confira o texto na íntegra acessando a fonte: Unifesp.br

Consumo de Bebidas Alcoólicas: Doença ou Diversão?

Hoje é Carnaval!

Mas se vc está lendo este blog é porque está interessado em cultivar sua vida com muita qualidade. Não só de festa vive o homem. O descanso e a informação são duas grandes fontes de saúde.

Então, vamos aproveitar para abordar um pouco mais sobre o tema da semana: Combate às Drogas e ao Alcoolismo.

Consumo de bebidas alcoólicas: doença ou diversão?

Se prevenir é o melhor remédio, você já parou para pensar a quantas anda o seu consumo atual de bebida alcoólica?

Como será que o chopinho consumido no fim de semana ou a taça de vinho de todos os dias está contribuindo para a sua saúde?

Sabe-se que o alcoolismo é hoje um problema de saúde pública, o fato é que toda a responsabilidade sempre foi colocada sobre aquele que chamamos de dependente do álcool. Aquele sujeito que aos olhos da sociedade já está doente, que tem difícil recuperação, que muitas vezes é mal julgado moralmente. Porém, este conceito está cada vez mais ultrapassado.

Pesquisas têm demonstrado que para o dependente já existem perspectivas de tratamento desde que ele e sua família resolvam assumir a doença e seu tratamento.

Este texto visa refletir sobre a ponta submersa do iceberg, aquelas pessoas que consomem bebidas alcoólicas despreocupadamente, mas que podem potencialmente vir a serem prejudicadas se este consumo não for controlado.

Álcool, doenças, acidentes e violência

Pesquisas indicam que o consumo de álcool está ligado a incêndios, afogamentos, acidentes de trânsito, acidentes de trabalho (operação de máquinas), suicídios, quedas, acidentes com barcos, jet-ski, assaltos, brigas, violência doméstica e contra crianças, estupro, comportamento agressivo, nervosismo, resfriados, risco elevado de pneumonia, doenças do fígado (cirrose), pancreatite, tremor nas mãos, dormências, perda de memória, envelhecimento precoce, câncer de boca e faringe, insuficiência cardíaca, anemia, câncer de mama, úlcera gástrica, gastrite, hemorragia digestiva, deficiência de vitaminas, diarréia, má nutrição, disfunção erétil, risco de má formação do feto em gestantes e nascimento de filhos com retardo mental.

Assim, o consumo de bebidas alcoólicas de alto risco além de reduzir o tempo de vida da pessoa, de consumir sua qualidade de vida também pode produzir acidentes ou incidentes com lesões graves e morte!

Não se deve beber quando:

  • Estiver dirigindo veículos ou operando máquinas;
  • Durante a gravidez e a amamentação;
  • Estiver cuidando de crianças;
  • Estiver sob uso de determinados medicamentos (seu médico deve orientar);
  • Em vigência de certas doenças (seu médico deve orientar);
  • Você não consegue se controlar quando ingere bebidas alcoólicas;
  • Estiver portando armas ou quando se é responsável pela segurança de outras pessoas.

Deve-se parar de beber quando:

Campanha: Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo

Carnaval: Dicas para uma Boa Alimentação

Carnaval está chegando e com as altas temperaturas da época, a melhor saída é apostar em um cardápio com alimentos leves, refrescantes e que forneçam energia para o corpo. Afinal, é preciso muita saúde e disposição para encarar os dias de folia sem perder o pique.

Antes do Carnaval

Para quem pretende eliminar alguns quilinhos até o Carnaval, a dica é não apelar para dietas malucas e nem ficar sem comer por vários dias na tentativa de emagrecer rapidamente. Invista nas frutas, verduras, carnes magras, legumes, grãos e nos alimentos integrais, que saciam a fome por mais tempo.

Durante o Carnaval

Mesmo com toda a empolgação da festa, é preciso parar para se alimentar. O ideal é não ficar mais de três horas sem comer, mas atenção: evite comidas pesadas e gordurosas e que sobrecarregam o fígado na alimentação para o Carnaval, como frituras, feijoada, embutidos e carnes gordas. São alimentos de difícil digestão, que dão aquela sensação de peso no estômago e “roubam” a sua energia.

Sendo assim, consuma alimentos ricos em vitaminas e minerais e prefira os de fácil digestão: saladas nutritivas, carnes grelhadas, cereais integrais, iogurte com granola e frutas, sanduíches naturais.

Outra dica de alimentação para o Carnaval é fazer uma refeição antes de sair de casa, caprichando nos carboidratos para garantir energia durante a festa. Coma pão integral, arroz, macarrão, batata, milho, mandioca.

Outra dica tão importante quanto cuidar da alimentação durante o Carnaval, é consumir muito líquido para manter o corpo hidratado. Além da água, outras opções são água de coco, sucos de frutas e até mesmo as bebidas isotônicas.

Depois do Carnaval

Depois de vários dias “pulando” Carnaval, é hora de voltar ao ritmo. Procure consumir alimentos ricos em antioxidantes, vitaminas A, E e C e frutas cítricas como laranja, lima, mexerica e abacaxi.

Para quem passou da conta na bebida alcóolica ou exagerou na comida, uma dica para desintoxicar o organismo é inserir no cardápio a proteína de soja. A proteína extraída dos grãos da soja ajuda na recuperação do fígado, pode ser encontrada em lojas de produtos naturais e até mesmo no supermercado.

Por Deborah Busko


Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

Junte-se a 772 outros assinantes

Calendário

janeiro 2026
S T Q Q S S D
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  

Arquivos

Estatísticas do Blog

  • 1.076.272 hits

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora